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Zé Vaqueiro, estrela do piseiro, dá indícios em disco de que triplica a aposta no forró romântico


Capa do disco ‘Indícios’, de Zé Vaqueiro
Divulgação
♪ Estrela que ascendeu no segmento do piseiro nos últimos dois anos, tendo acumulado números superlativos de visualizações em plataformas de vídeo, o cantor pernambucano Zé Vaqueiro – nascido em Ouricuri (PE), em janeiro de 1999, com o nome de José Jacson de Siqueira dos Santos Junior – aposta em Coladin.
Música de autoria dos compositores Cláudio Chaves, Jujuba e Tom Brito, Coladin é forró de arquitetura eletrônica escolhido para promover o single triplo lançado por Vaqueiro na noite de ontem, 27 de outubro, com três músicas inéditas.
Caracterizado como EP, embora tenha somente três faixas, o disco se chama Indícios, mesmo nome da composição de autoria de Mateus Vulcani, Kaique Carneiro e Ramiro Alves. Indícios é faixa descrita como forró de acento romântico.
Já a terceira faixa do disco, Te amar te amar, é música do compositor Paulynho Paixão apresentada como “forró de raiz”.
O disco Indícios foi gravado por Zé Vaqueiro com produção musical de Vitor Pimentel.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Linha Direta’ volta com Pedro Bial em 2023

Sucesso na década de 1990, programa fazia reconstituições de crimes. Anúncio foi feito em evento direcionado a agências de publicidade e anunciantes. Linha Direta (1999): Abertura
A TV Globo anunciou, nesta quinta-feira (27), que o programa “Linha Direta” estará na programação de 2023. A atração será comandada por Pedro Bial.
O anúncio foi feito no Upfront 2023, evento direcionado a agências de publicidade e anunciantes, para apresentação das possibilidades comerciais, inovações em formatos e as principais novidades na programação para o próximo ano.
O “Linha Direta”, que fazia reconstituições de crimes, foi ao ar na TV Globo de março de 1990 a junho de 1990; e depois de maio de 1999 a dezembro de 2007. O programa foi apresentado por Hélio Costa, Marcelo Rezende de Domingos Meirelles.
Linha Direta (1990): Abertura
O “Linha Direta” foi inspirado em programas dos Estados Unidos como “Yesterday”, “Today and Tomorrow” e “The Unsolved Mysteries”.
O programa imprimia um forte tom realista às reconstituições de crimes praticados por foragidos da Justiça, mas havia espaço para histórias que misturavam jornalismo e ficção.
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Repercussão
O anúncio repercutiu nas redes sociais, com internautas lembrando da música de abertura e do clima de suspense.
“A Globo anunciou oficialmente que o Linha Direta vai voltar em 2023, com apresentação de Pedro Bial. Só quem ficou sem dormir com o episódio do Edifício Joelma sabe o tamanho da expectativa”, escreveu uma internauta.
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“O ‘Linha Direta’ vai voltar. O programa que foi meu terror psicológico na infância. E o mais engraçado, com o Pedro Bial apresentando kkkkk”, escreveu outra internauta.
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“Linha Direta vai voltar na globo, adeus noites sem pesadelos”, escreveu outro.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Globo se posiciona após comentários homofóbicos de Cassia Kis: ‘firme compromisso com a diversidade’


Empresa afirma que ‘repudia qualquer forma de discriminação’. Atriz fez comentários sobre relações homossexuais em live com jornalista. Cássia Kis em volta aos palcos em 2019
Fábio Tito/G1
A Globo se posicionou nesta quinta-feira (27) sobre comentários homofóbicos feitos pela atriz Cassia Kis.
“A Globo tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”, afirmou a empresa, em nota.
A atriz faz parte do elenco da novela das 21h da emissora, “Travessia”.
Os comentários homofóbicos foram feitos durante live com a jornalista Leda Nagle na última sexta-feira (21), mas repercutiram nesta quinta.
“Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas. Eu recebo as imagens inacreditáveis de crianças de 6, 7 anos se beijando”, disse Kis.
“O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana? Porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer? Se você tem um casal gay é uma coisa, quando eles querem adotar uma criança, mas e quando não tiver mais?”
Nas redes sociais, a atriz foi criticada por artistas.
A atriz Lúcia Veríssimo publicou no Instagram uma foto na qual beija Kis. “Que sigamos sem hipocrisia e falso moralismo”, escreveu ela.
“Que decepção. Enquanto existir mundo haverá filhos pra serem adotados, pois numa relação de homem e mulher nem sempre uma gravidez é desejada”, escreveu a apresentadora Xuxa Meneghel na mesma rede social.
“Tenha certeza que pais adotivos (não importa o gênero) darão o amor que estar crianças vão precisar, pra que se tornem no mínimo pessoas amadas, sem preconceitos, sem discriminação.”
A cantora Ana Vilela também se manifestou. “Acredito que reprodução não seja um problema na nossa sociedade uma vez que existem, segundo o CNJ, mais de 30 mil crianças em casas de acolhimento só no Brasil. ‘Iguais não reproduzem’, mas adotam e amam esses abandonados. Se informa que está feio.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiz Caldas adiciona sucessos de Claudio Nucci, Gal Costa e KLB ao álbum ‘Playlist brasileira 1’


Luiz Caldas relança o álbum ‘Playlist brasileira 1’ com três faixas adicionais, um ano após a edição original do disco
André Fofano / Divulgação
♪ Em 29 de outubro de 2021, Luiz Caldas lançou o álbum Playlist brasileira 1, com regravações de 12 sucessos nacionais, em seleção que incluiu Pingos de amor (Paulo Diniz e Odibar, 1971), Sangue latino (João Ricardo e Paulinho Mendonça, 1973), A lua e eu (Cassiano e Paulo Zdanowski, 1975), Espanhola (Flávio Venturini e Guarabyra, 1977), O que é que há (Sérgio Sá e Fábio Jr., 1982), Reluz (Marcos Sabino, 1982) e A força do amor (Cleberson Horsth e Ronaldo Bastos, 1987), entre outras músicas.
Decorrido um ano do lançamento, o disco Playlist brasileira 1 ganha três faixas em edição caracterizada como “deluxe” pela gravadora Deck e programada para chegar amanhã, 28 de outubro, ao mundo digital.
O repertório adicional do álbum Playlist brasileira 1 é formado pelas músicas Quero quero (Claudio Nucci e Marcos Assumpção, 1980), Chuva de prata (Ed Wilson e Ronaldo Bastos, 1984) e A dor desse amor (A puro dolor, Omar Alfanno em versão em português de Piska, 2000), sucessos de Claudio Nucci, Gal Costa e KLB, respectivamente.
Capa do álbum ‘Playlist brasileira 1’, de Luiz Caldas
André Fofano

Fonte: G1 Entretenimento

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Arthur Nestrovski deixa a direção artística da Osesp ao encerrar ‘ciclo pessoal’


♪ Substituto do maestro John Neschling na direção artística da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), tendo assumido o cargo em 2010 em momento de insatisfação dos músicos, o compositor, violonista e escritor gaúcho Arthur Nestrovski está deixando a direção artística da Osesp em decisão anunciada na tarde de hoje, 27 de outubro de 2022, com leitura de carta na Sala São Paulo.
Nestrovski sai do cargo – encerrando o que caracteriza como “fim de ciclo pessoal” – após 13 anos na função, deixando alinhavada a temporada artística da Osesp para 2023.
“Um dos aprendizados que levo é justamente reconhecer a hora em que cabe à instituição renovar as reservas de energia para tocar um projeto como este. E também, do ponto de vista pessoal, a hora de voltar a projetos próprios e a uma vida com outras demandas, agora sem a infinita carga de dedicação à Osesp”, justificou Nestrovski na carta.
A partir de 2024, a agenda da Osesp passa a ser responsabilidade de Thierry Fischer, maestro suíço que, desde 2020, já exerce a função de regente titular da orquestra.

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Geraldo e Francis Rosa abarcam Guito e Ricardo Vignini na rota interiorana do álbum ‘O poeta e o violeiro’


Zé Geraldo (à esquerda) e Francis Rosa cantam e tocam músicas no álbum ‘O poeta e o violeiro’
Totem Estúdio – Daniel Pereira / Divulgação
♪ Cantor, compositor e ator projetado em escala nacional neste ano de 2022, ao interpretar o peão violeiro Tibério no remake da novela Pantanal (Globo), o mineiro Guito participa do álbum O poeta e o violeiro (Sol do Meio Dia / InGrooves), gravado pelo conterrâneo Zé Geraldo com o paulista Francis Rosa e lançado na última sexta-feira, 21 de outubro. Guito é o compositor, em parceria com Asger Lound Johnsen, de Quero te ouvir cantar, faixa na qual também canta e toca serrote.
Violeiro virtuoso, Ricardo Vignini também figura no time de convidados do disco, tocando viola dobro na gravação de Sempre bate uma saudade (João Ormond e Paulo Simões), música caracterizada como blues chamamé tocado na viola, com mix de sentimentos do rasqueado da região pantaneira e do blues das estradas norte-americanas.
O álbum O poeta e violeiro abre com a música homônima de Zé Geraldo e Francis Rosa, lançada em single em 24 de junho e introduzida na voz de Xangai, cantador baiano que declama os versos “Era uma vez um poeta nascido em solo mineiro / Caminhando pela vida, cruzou com um violeiro / Um completou o outro feito a casa e o terreiro / Plantando e colhendo amor / Saíram do interior pra correr o mundo inteiro”.
Como se fossem autobiográficos, esses versos indicam a rota inicialmente roceira seguida por Zé Geraldo e Francis Rosa nesse disco lançado em edição digital, em LP e CD, com capa que expõe o poeta e o violeiro no traço esculpido em cartão pelo ilustrador Marcus Cláudio.
Detalhe: por questão de espaço, a edição em LP do álbum O poeta e o violeiro vem com música a menos, Cantador (Guga Borba), faixa situada na fronteira entre a roça e a cidade, a viola e a guitarra, a música rural e o rock, assim como o som de Zé Geraldo, que já havia gravado com Francis Rosa em 2016 o álbum ao vivo Cantos e versos, lançado em 2018.
Entre duas músicas de autoria de Zé Geraldo (Meio matuto e Moradinha) e duas da lavra de Francis Rosa (Lembranças da roça e Meu cão amigo), o álbum O poeta e o violeiro traz música de Juraildes da Cruz, Boa Vista.
Ao todo, o disco O poeta e o violeiro traz 11 faixas gravadas entre 2018 e 2022 com produção musical orquestrada por Francis Rosa.
Capa do álbum ‘O poeta e o violeiro’, de Zé Geraldo & Francis Rosa
Ilustração de Marcus Cláudio

Fonte: G1 Entretenimento

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Jack Johnson anuncia shows no Brasil em 2023


Cantor havaiano está em turnê com o álbum ‘Meet the Moonlight’ e toca em São Paulo, Belo Horizonte e Rio em janeiro. Jack Johnson vai fazer três shows no Brasil em janeiro de 2023. O cantor havaiano está em turnê com o álbum “Meet the Moonlight”, lançado em junho.
São Paulo – 18 de janeiro – Espaço Unimed
Rio de Janeiro – 20 de janeiro – Qualistage
Belo Horizonte – 22 de janeiro – Festival de Verão de BH

Os ingressos serão vendidos a partir da próxima terça-feira (1º) em pré-venda. O público em geral vai podre comprar a partir de quinta-feira (3).
Os valores vão de R$ 197 a R$ 665 em São Paulo e de R$ 132 a R$ 525 no Rio. Veja serviço completo abaixo.
O cantor e compositor carioca Rogê foi escalado para abrir os shows em São Paulo e no Rio.
Ambos com vibe praiana, os artistas se conheceram nos bastidores de um show e devem lançar dois singles na próxima sexta-feira (28). São eles: “Sunsets For Somebody Else” e “Big Sur (Brasil Versions)”.
‘Meet the Moonlight’
Jack Johnson vive no Havaí e diz que ensina filhos a terem ‘gratidão’ pela vida
Divulgação
O cantor “Upside Down”, “Times Like These” e “Better Together” apostou em uma linha reflexiva no oitavo álbum de estúdio. Um pouco por conta da pandemia, mas também por conta da maturidade.
Quantas vezes você parou e olhou para o céu na última semana? Ou no último mês? Jack Johnson propõe ações simples como essa em “Meet the Moonlight”.
“Sempre tento escrever da perspectiva que é verdadeira para mim e isso tem mudado de acordo com o tempo. O meu primeiro disco é muito sobre viver em uma casa com seis pessoas, logo após a faculdade”, explica ao g1 em junho.
“Os álbuns seguintes são sobre trazer uma nova vida ao mundo, ter filhos, formar uma família. Não quero dizer que estou velho, mas tenho filhos que estão tocando música comigo na sala de casa, sabe?”, completa.
“Calm Down” e “Open Mind” são exemplos claros de como Johnson quer viver o hoje e construir um futuro melhor com o seu folk suave de sempre.
Com todo esse espírito paz e amor, Johnson não está preocupado se vai emplacar outro hit nas paradas. Aliás, essa nunca foi uma meta.
Desde o começo da carreira, o objetivo é mais simples: “Apenas espero que seja o álbum favorito de uma ou duas pessoas, isso já é legal demais”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ao festejar Alcione na 30ª edição, Prêmio da Música Brasileira reforça a presença feminina na celebração


É preciso homenagear mais as compositoras, muito pouco lembradas na história da premiação criada em 1987 e retomada em 2022, após dois anos de hiato por conta da pandemia. Alcione ganha homenagem do Prêmio da Música Brasileira em cerimônia prevista para abril de 2023 em São Paulo
Divulgação
♪ ANÁLISE – A celebração da obra de Alcione na 30ª edição do Prêmio da Música Brasileira – prevista para acontecer em abril de 2023, na cidade de São Paulo (SP) – é importante sob o prisma musical e também adquire relevância dentro do campo social.
Do ponto de vista musical, a escolha se justifica plenamente pelo fato de a cantora maranhense ser uma das maiores vozes do Brasil e de estar festejando 50 anos de carreira fonográfica em 2022 com comemorações que serão coroadas justamente com a homenagem recebida na premiação criada pelo empresário José Maurício Machline em 1987.
Em âmbito social, a escolha de Alcione tem peso porque reforça a presença feminina na história do Prêmio da Música Brasileira, diminuindo a diferença entre homenagens a homens e mulheres.
Já contando com a edição que irá celebrar Alcione, cantoras e/ou compositoras foram homenageadas em 10 das 30 edições do PMB. Já os homens foram celebrados em 19 das 30 edições, sendo que uma edição, a de 2014, homenageou o samba, gênero musical ao qual Alcione é associada.
Ou seja, ainda falta muito para que haja real equiparação entre homens e mulheres nas homenagens do Prêmio da Música Brasileira e para que também haja visibilidade entre mulheres trans, mais presentes com mais força no universo pop nos últimos cinco anos.
E cabe ressaltar que, das 10 mulheres homenageadas na história da premiação, somente três – Maysa (1936 – 1977), Dona Ivone Lara (1922 – 2018) e Rita Lee – são reconhecidas e percebidas como compositoras, sendo que as demais são identificadas primordialmente como cantoras, ainda que algumas dessas cantoras (como Gal Costa, Maria Bethânia e a própria Alcione) tenham feito músicas eventuais ao longo das carreiras.
Em bom português: é preciso homenagear compositoras nas futuras edições! Adriana Calcanhotto, Joyce Moreno, Marina Lima e Vanessa da Mata – para citar somente quatro exemplos de cantoras que são também essencialmente compositoras – construíram obras de assinaturas fundamentais na música brasileira e não costumam ser lembradas em premiações por esse viés autoral.
Como o Prêmio da Música Brasileira tem se mostrado atento às mudanças do mundo e do mercado musical (como sinalizaram as já anunciadas mudanças de nomenclaturas de algumas categorias), cabe atentar também para a valorização da mulher como compositora e instrumentista, e não somente como cantora.
No mais, viva Alcione, cantora que faz jus a todos os prêmios e celebrações!
Logo do Prêmio da Música Brasileira
Reprodução / Facebook Prêmio da Música Brasileira
♪ Eis, em ordem cronológica, os artistas homenageados nas 30 edições do Prêmio da Música Brasileira:
1ª edição – 1988 – Vinicius de Moraes (1913 – 1980)
2ª edição – 1989 – Dorival Caymmi (1914 – 2008)
3ª edição – 1990 – Maysa (1936 – 1977)
4ª edição – 1991 – Elizeth Cardoso (1920 – 1990)
5ª edição – 1992 – Luiz Gonzaga (1912 – 1989)
6ª edição – 1993 – Angela Maria (1929 – 2018) e Cauby Peixoto (1931 – 2016)
7ª edição – 1994 – Gilberto Gil
8ª edição – 1995 – Elis Regina (1945 – 1982)
9ª edição – 1996 – Milton Nascimento
10ª edição – 1997 – Rita Lee
11ª edição – 1998 – Jackson do Pandeiro (1919 – 1982)
12ª edição – 1999 – Não houve homenageado
13ª edição – 2002 – Gal Costa
14ª edição – 2003 – Ary Barroso (1903 – 1964)
15ª edição – 2004 – Lulu Santos
16ª edição –2005 – Baden Powell (1937 – 2000)
17ª edição – 2006 – Jair Rodrigues (1939 – 2014)
18ª edição – 2007 – Zé Kétti (1921 – 1999)
19ª edição – 2008 – Dominguinhos (1941 – 2013)
20ª edição – 2009 – Clara Nunes (1942 – 1983)
21ª edição – 2010 – Dona Ivone Lara (1922 – 2018)
22ª edição – 2011 – Noel Rosa (1910 – 1937)
23ª edição –2012 – João Bosco
24ª edição – 2013 – Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994)
25ª edição – 2014 – O samba
26ª edição – 2015 – Maria Bethânia
27ª edição –2016 – Gonzaguinha (1945 – 1991)
28ª edição – 2017 – Ney Matogrosso
29ª edição – 2018 – Luiz Melodia (1951 – 2017)
30ª edição – 2023 – Alcione

Fonte: G1 Entretenimento

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Armie Hammer é processado por dívida bancária de mais de R$ 350 mil


Ator de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ foi ‘banido’ de Hollywood após acusações de violência, abuso sexual e até canibalismo. Semana Pop explica acusações e os bastidores da ruína de Armie Hammer
O ator Armie Hammer está sendo processado por uma empresa de cartão de crédito no valor de US$ 67 mil (cerca de R$ 357 mil, na conversão direta), de acordo com o site TMZ.
Armie Hammer deixa elenco de filme após ser acusado de enviar mensagens polêmicas
A ruína de um galã: 10 fatos para entender a cronologia do escândalo de Armie Hammer
Armie já tinha uma carreira consolidada em Hollywood, com filmes como “A Rede Social”, se tornou galã do momento encarar um dos protagonistas de “Me chame pelo seu nome”, mas viu sua carreira ruir após denúncias de violência, agressão sexual e até canibalismo.
Timothée Chalamet e Armie Hammer em ‘Me chame pelo seu nome’
Divulgação
Segundo a publicação, a American Express está processando o artista por cobranças não pagas e/ou adiantamentos em dinheiro, além de transferências de saldo.
Ainda de acordo com o TMZ, a AmEx diz que foi feita a cobrança no passado, mas que Hammer não quitou a dívida e por isso, estão levando o caso para o tribunal.
O TMZ diz que não ficou claro quando a dívida foi feita. Segundo a publicação, trata-se de uma conta conjunta do ator com a ex-mulher, Elizabeth Chambers. Uma fonte ligada ao caso informou que a questão será resolvida assim que o divórcio for finalizado.
Cena da série ‘House of Hammer’, sobre o escândalo envolvendo o ator Armie Hammer
Divulgação
Em julho de 2022, depois de ser “banido” de Hollywood, ainda que não oficialmente, veículos da imprensa norte-americana noticiaram que ele estava trabalhando em um resort nas Ilhas Cayman. A revista “Variety” diz que confirmou a informação com uma fonte segura, que não quis se identificar. O hotel negou.
No último mês, Armie voltou às manchetes não só por causa dos rumores sobre o novo emprego, mas também graças ao lançamento de uma série de três episódios sobre as acusações contra ele. “House of Hammer” explora o pano de fundo da história: a família Hammer.
Antes de se tornar astro do cinema, Armie já vivia uma vida de luxo, em uma família de magnatas do petróleo. Mas uma tia do ator revela, ao longo dos episódios, que a fortuna dos ancestrais foi construída à base de chantagens e suborno.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quanto Kanye West vai deixar de ganhar por patrocínios perdidos após fala antissemita


Estima-se que o artista perdeu US$ 1,5 bilhão depois que a Adidas encerrou contrato com ele. Kanye West
Reuters/via BBC
O rapper americano Kanye West, agora conhecido como Ye, não está mais na lista de bilionários da revista Forbes.
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A publicação estima que o artista perdeu US$ 1,5 bilhão do seu patrimônio líquido depois que a Adidas encerrou seu contrato com ele por “não tolerar antissemitismo e qualquer outro tipo de discurso de ódio”.
A decisão da empresa foi tomada 17 dias depois de o rapper ter postado comentários antissemitas nas redes sociais.
No início do mês, o Instagram e o Twitter baniram a conta do rapper após classificar comentários seus como antissemitas.
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Kanye teve sua conta no Instagram suspensa depois de acusar o rapper Diddy — que havia criticado Kanye por usar uma camiseta ‘White Lives Matter’ — de ser controlado por judeus.
West respondeu à sua suspensão do Instagram pelo Twitter, dizendo que iria adotar “‘death con 3’ em relação aos judeus”, uma referência ao termo Defcon (estado de alerta usado pelas Forças Armadas americanas), o que rendeu a ele a expulsão do Twitter.
Ambas as plataformas removeram as postagens do rapper — e disseram que ele violou as políticas de discurso de ódio.
Em 15 de outubro, durante participação no podcast americano Drink Champs, Ye defendeu sua postagem: “O povo judeu é dono da voz negra… seja por meio de nós assinando com uma gravadora ou tendo um empresário judeu. A mídia judaica me bloqueou”.
O Drink Champs pediu desculpas por veicular as opiniões de Kanye e removeu o episódio.
Adidas
Em comunicado divulgado na terça-feira (25/10), a Adidas classificou as postagens do rapper americano como inaceitáveis:
“A Adidas não tolera antissemitismo e qualquer outro tipo de discurso de ódio. Os comentários e atitudes recentes de Ye foram inaceitáveis, odiosos e perigosos, e violam os valores da empresa de diversidade e inclusão, respeito mútuo e justiça”, escreveu a companhia, que já havia informado no início deste mês que estava reavaliando sua parceria com a marca Yeezy, de West.
O rapper, que foi diagnosticado com transtorno bipolar, já havia causado polêmica durante a Paris Fashion Week ao usar uma camiseta estampada com os dizeres “White Lives Matter”.
A Liga Antidifamação (entidade que combate o avanço do antissemitismo) classificou a frase como “discurso de ódio” e a atribuiu a supremacistas brancos, que começaram a usá-la em 2015 em resposta ao movimento Black Lives Matter.
De acordo com a Forbes, a fortuna estimada de Ye caiu de US$ 2 bilhões para US$ 400 milhões com o fim do contrato com a Adidas — e ele saiu da lista de bilionários da revista.
O rapper sempre questionou, no entanto, os números publicados na imprensa sobre sua fortuna, alegando que era muito mais rico.
A Adidas afirmou, por sua vez, que perderá US$ 251 milhões ao encerrar o contrato. E informou que vai retirar imediatamente os produtos com a marca do rapper do mercado.
A companhia havia dito anteriormente que a parceria com a marca Yeezy foi uma das mais bem-sucedidas da história da empresa.
E afirmou à BBC que havia tomado a decisão no início do mês de reavaliar a parceria com Ye depois de “repetidos esforços para resolver privadamente a situação” de ser acusada pelo rapper de “roubar” seus designs.
Ye havia acusado publicamente a Adidas em um post agora apagado do Instagram.
Outras perdas financeiras
Mas o fim do contrato com a Adidas não é a única perda que ele acumula: o banco JP Morgan e a varejista de roupas Gap anunciaram nos últimos meses que estavam encerrando seu relacionamento com o rapper.
O artista acusou a Gap de não honrar os termos de seu contrato, inclusive por não abrir lojas independentes para sua grife de moda Yeezy.
A Gap informou em comunicado na terça-feira que vai retirar os produtos da coleção Yeezy Gap de suas lojas e que fechou o site YeezyGap.com.
“Antissemitismo, racismo e ódio de qualquer forma são imperdoáveis ​​e não tolerados… Estamos em parceria com organizações que combatem o ódio e a discriminação”, disse a Gap em sua conta no Instagram @yeezyxgap.
A grife de luxo Balenciaga e a agência de talentos Creative Artists Agency também cortaram relacionamento com Ye no início de outubro.
Já a produtora de cinema e televisão MRC disse na segunda-feira que não exibirá seu documentário recém-concluído sobre o rapper.
“Kanye é produtor e sampler de música. Na semana passada, ele sampleou e remixou uma música clássica que está nas paradas há mais de 3 mil anos — a mentira de que os judeus são maus e conspiram para controlar o mundo para seu próprio ganho… Como líderes desta empresa (um judeu, um muçulmano e um cristão), nos sentimos no dever de dizer a todos vocês que este é um uso pernicioso e terrível de falsa lógica”, escreveu a MRC.
O jogador de futebol americano Aaron Donald e a estrela do basquete Jaylen Brown também rescindiram seus contratos com a agência de marketing esportivo de Kanye West, Donda Sports, após seus comentários antissemitas.
Na segunda-feira, Brown chegou a dizer que planejava ficar com a Donda, mas voltou atrás no dia seguinte.
– Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-63410504

Fonte: G1 Entretenimento