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Luan Santana faz feat estranho com Ricky Martin em versão de hit de 1995


Luan Santana (à direita) faz feat com Ricky Martin no single ‘Estranho’, lançado na noite de hoje, quinta-feira, 11 de junho
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♫ NOTÍCIA
♬ É estranho e soa… estranho. Mas o fato é que “Estranho” – single lançado na noite de hoje, quinta-feira, 11 de junho, com gravação feita por Luan Santana com Ricky Martin – junta o cantor brasileiro com o artista porto-riquenho em feat inédito orquestrado pela gravadora Sony Music para promover Luan e reforçar a conexão de Martin com o Brasil através de versão em português de música apresentada na voz do astro latino há 31 anos.
“Estranho” reapresenta para o público brasileiro a balada “Te extraño, Te olvido, Te amo”, composta em espanhol por Carlos Lara e lançada por Ricky Martin em 14 de agosto de 1995 como primeiro single do então ainda inédito terceiro álbum solo de estúdio do artista, “A medio vivir”, editado em setembro daquele ano.
Nessa versão em português sintomaticamente intitulada “Estranho”, a canção ganha toque sertanejo na gravação feita com produção musical de Lucas Santos e o toque do acordeom de Vitor Castro.
O feat inédito de Luan Santana e Ricky Martin gerou clipe inédito, filmado em show feito por Luan na cidade do Rio de Janeiro (RJ) durante a turnê “Registro histórico”.
Capa do single ‘Estranho’, de Luan Santana com Ricky Martin
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ariana Grande critica uso da sua música por governo Trump em campanha pró-ICE: ‘Desumano’


Ariana Grande, indicada a melhor atriz coadjuvante em filme, chega ao Globo de Ouro 2026
Jordan Strauss/Invision/AP
A cantora e atriz Ariana Grande pediu nesta quinta-feira (11) que a Casa Branca não utilizasse sua música para promover conteúdo político. Ela classificou um vídeo publicado pelo governo de Donald Trump como “bárbaro, desumano e hediondo”.
O comentário surgiu depois que a Casa Branca compartilhou um vídeo no TikTok no início desta semana destacando sua política de imigração. O vídeo, que mostra agentes federais do ICE prendendo e algemando pessoas, apresenta a música “Bye”, de 2024.
“Por favor, nunca usem minha música em relação a esse absurdo bárbaro, desumano e hediondo”, escreveu Ariana em um comentário publicado no vídeo da Casa Branca no TikTok.
Em resposta à cantora, a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, disse: “Vamos dizer isso mais uma vez: o que é realmente bárbaro, desumano e hediondo são os imigrantes ilegais criminosos que feriram e assassinaram cidadãos americanos inocentes”.
Agora no g1
A relação de Ariana Grande com o governo Trump
Ariana Grande, cantora e atriz indicada ao Oscar, criticou o governo Trump no ano passado após compartilhar uma publicação no Instagram perguntando às pessoas que votaram em Trump se suas vidas haviam melhorado desde que ele retornou ao cargo.
Trump, agora em seu segundo mandato não consecutivo, tem uma presença ativa nas redes sociais. Membros de sua equipe de comunicação frequentemente postam vídeos curtos com músicas populares para ilustrar os esforços do presidente em cumprir suas promessas de campanha.
Alguns dos vídeos apresentaram músicas de sucesso enquanto exibiam imagens da repressão à imigração promovida por Trump, operações militares dos EUA contra o Irã e a prisão do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tati Machado anuncia gravidez: ‘O amor encontrou mais um jeito de florescer’


Tati Machado e o marido, Bruno Monteiro
Reprodução/Instagram
A apresentadora Tati Machado anunciou nesta quinta-feira (11) que está grávida.
Em vídeo publicado nas suas redes sociais, ela aparece ao lado do seu marido, Bruno Monteiro, celebrando o momento ao som de “Deus de Obras Completas”, música da cantora gospel Kemilly Santos.
“O amor encontrou mais um jeito de florescer ❤️”, escreveu a apresentadora na publicação.
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Em dezembro de 2024, Tati anunciou sua primeira gravidez, durante sua participação no programa “Mais Você”.
Ana Maria Braga contou que recebeu a visita de Tati em sua casa. Na ocasião, foi presenteada com o body de bebê com as palavras “Exxxquece, vovó”.
Em maio de 2025, a apresentadora e o marido publicaram um texto nas redes sociais explicando que perderam o bebê na reta final da gestação. Tati estava com 33 semanas de gestação.
“Infelizmente, foi constatada a parada dos batimentos cardíacos do bebê, por causas que ainda estão sendo investigadas. Diante da situação, Tati precisou passar pelo trabalho de parto, um processo cercado de amor, coragem e profunda dor.”
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo 2026: quando a Anitta se apresenta?


Anitta divide o canto da música ‘Goals’ com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa
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A Copa do Mundo 2026 começa oficialmente nesta quinta-feira (11). Este Mundial entra para a história como o primeiro disputado em três países-sede — Estados Unidos, México e Canadá — e com três cerimônias de abertura.
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A primeira delas aconteceu nesta quinta (11) no Estádio Azteca, na Cidade do México. Se apresentaram Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla. Além deles, Shakira e Burna Boy interpretaram a música oficial do torneio.
Quando a Anitta se apresenta?
Já a brasileira Anitta é uma das atrações da última cerimônia de abertura, realizada nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (12), no SoFi Stadium, em Los Angeles. O evento começa cerca de 90 minutos antes da partida entre Estados Unidos e Paraguai, marcada para as 22h (horário de Brasília).
Além da brasileira, o show contará com apresentações de Katy Perry, Lisa (BLACKPINK), Rema e Future. No Canadá, a cerimônia de abertura acontece mais cedo, às 14h30, em Toronto, com shows de Alanis Morissette e Michael Bublé, antes do duelo entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.
As três cerimônias de abertura da Copa são produzidas pelo italiano Marco Balich, responsável pela abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026.
Shakira também está confirmada no show do intervalo da final da Copa do Mundo, ao lado de Madonna e da banda sul-coreana BTS, em um formato inspirado no Super Bowl.
Novas regras, recorde de seleções, Shakira e Anitta: confira as novidades da Copa do Mundo

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, Maná, J Balvin e mais estrelas da música participam de festa de abertura da Copa do Mundo 2026


Shakira e Burna Boy na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
REUTERS/Kai Pfaffenbach
Shakira, Maná, J Balvin e mais estrelas da música participaram de festa de abertura da Copa do Mundo 2026.
A primeira das três cerimônias que abrem o evento esportivo aconteceu nesta quinta-feira (11), na Cidade do México, antes do início da partida entre México e África do Sul.
No centro do gramado do Estádio Azteca estava a taça da Copa do Mundo, inflada em tamanho gigante, com um mini-palco onde os artistas se apresentavam.
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A banda mexicana Maná iniciou os trabalhos, para loucura do público local. Na sequência, Dani Ocean fez seu show com a participação de 40 representantes do balé folclórico do México.
Depois foi a vez da atriz e cantora Belinda mostrar seu trabalho. “Dirigindo” um carro de papel, J Balvin se apresentou rapidamente e logo deu espaço para Shakira.
A estrela da tarde encerrou a festa de abertura com a música oficial da competição, “Dai Dai”, junto com o nigeriano Burna Boy.
Cerimônia de abertura da Copa no México
Reuters/Eloisa Sanchez
A cantora mexicana Belinda na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
AP Photo/Natacha Pisarenko
Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
AP Photo/Ricardo Mazalan
LEIA TAMBÉM: Com Anitta e Shakira, como serão as três cerimônias de abertura da Copa — e os detalhes dos jogos do maior Mundial da história
A festa no Canadá e nos EUA
Na sexta-feira (12), é a vez dos Estados Unidos e do Canadá darem boas-vindas à Copa.
Em solo canadense, a cerimônia acontece no Estádio de Toronto também a partir das 14h30 (horário de Brasília), antes da partida entre Canadá x Bósnia e Herzegovina.
O hino canadense será ouvido na voz de Alanis Morissette, enquanto o bósnio será interpretado por Aleksandar Gajić. O ator e humorista canadense Will Arnett será o mestre de cerimônia.
Outros artistas confirmados são: os canadenses Michael Bublé, Alessia Cara, Jessie Reyez, William Prince e Nora Fatehi, além da palestina Elyanna, do francês Vegedream e do DJ bengali Sanjoy.
Já nos EUA, a festa acontece no Estádio de Los Angeles a partir das 20h30 de sexta (horário de Brasília), antes da partida entre EUA e Paraguai, homenageando a “energia criativa” da capital americana do entretenimento. Jason Sudeikis, famoso pelo papel do técnico na série “Ted Lasso”, falará aos torcedores.
A dupla country Dan + Shay cantará o hino americano, e o grupo Purahei Soul, o paraguaio.
Participam ainda os cantores americanos Katy Perry e Future. Também haverá uma apresentação que juntará a brasileira Anitta, a tailandesa LISA e o nigeriano Rema. O trio lançou a música “Goals”, parte do álbum musical da Fifa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Uma noite no reino de Belo


Belo apresenta o show ‘Belo in concert’ na casa Vivo Rio na noite de ontem, quarta-feira, 10 de junho
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Enquanto artistas, jornalistas e profissionais da música brasileira se reuniam no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na noite de ontem, 10 de junho, por conta da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, eu parti para a casa Vivo Rio, situada perto do centenário teatro carioca, na mesma área central da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
O motivo da dissidência era ver um show de Belo pela primeira vez em quase 40 anos de exercício contínuo de jornalismo musical. Não, nunca tinha visto um show de Belo, embora goste do cantor paulistano e reconheça a grande influência da voz de Belo em muitos vocalistas de grupos de pagode da atualidade.
Com toques de soul e R&B na voz, Belo de certa forma inaugurou na década de 1990, no posto de vocalista do grupo Soweto, uma escola de canto do samba, especificamente do pagode romântico, termo criado para classificar a música que identifica Marcelo Pires Vieira no universo pop brasileiro.
Admiro também a capacidade de Belo de ter renascido artisticamente e dado a volta por cima. O cantor errou, pagou caro pelo erro, reconquistou o público e ainda abriu novas frentes de trabalho. Paralelamente à carreira de cantor, Belo se tornou ator. Acabou de fazer a primeira novela, “Três Graças”, conquistando o público, a crítica e colegas como Marcos Palmeira. Um feito e tanto, celebrado pelo artista no palco da casa Vivo Rio no meio do show “Belo in concert”.
Além da voz cheia de sentimento, Belo tem carisma e sabe manter o público na mão quando está em cena
Rodrigo Goffredo
Alocado em mesa situada à beira do palco, testemunhei o que já imaginava. Além da voz, Belo tem estrela, charme, o tal do carisma e, ainda por cima, imprime sentimento ao canto. Por tudo isso, o astro do pagode teve o público na mão assim que apareceu no palco da casa Vivo Rio à frente de imponente cenário virtual – com 40 minutos de atraso! – e cantou “Perfume”.
E tome pagode romântico! Todos cantados em coro pelo público. Admito que tenho restrições ao repertório de Belo. Acho repetitivo na forma e na temática. Mas, pelo que vi ontem, o problema é somente meu. O público de Belo ama pagodes como “Desse jeito é ruim pra mim” e “Preciso te amar”.
E o cantor, ciente de que tinha o público como súdito, reinou soberano, jogou charme, interagiu com as quatro bailarinas e até tirou onda com o fato de recentemente ter sido criticado ao cantar o “Hino Nacional Brasileiro” com Alcione. “Vocês querem ouvir o hino?”, perguntou ao público para, logo depois, maroto, dizer que se referia ao “hino do pagode”, título que o cantor confere à música “Reinventar”.
Felizmente, para mim, “Belo in concert” é show em que o cantor também dá voz a sucessos alheios, como um crooner.
Como crooner, Belo incursionou bastante pelo universo do pop popular dos anos 1980, cantando hits de Fábio Jr. (“Quando gira o mundo” e “Caça e caçador”), Guilherme Arantes (“Um dia, um adeus”, balada ouvida em número minimalista, quase a capella, somente com alguns acordes de teclados), Ritchie (“Transas”) e Roupa Nova (“A viagem”), entre outros nomes.
Rolou até “Explode coração”, um Gonzaguinha (1945 – 1991) consagrado por Maria Bethânia em 1978, quando Belo era apenas um menino de quatro anos na periferia da cidade de São Paulo (SP). Mas Belo sempre voltava para o próprio repertório. Porque o público queria mesmo é ouvir Belo cantando músicas de Belo e do Soweto.
Após uma noite no reino de Belo, posso dizer que entendo o sucesso longevo do cantor. Belo tem estrela, tem voz, tem aquele indefinível algo mais e, no mais, como ele mesmo canta na frenética versão pagodeira de “Amor perfeito”, o que passou… passou…
Belo canta sucessos de Fábio Jr. e Roupa Nova entre pagodes românticos do próprio repertório no show ‘Belo in concert’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Chifre’ da ex com o melhor amigo: Ana Vilela revela história de ‘Trem Bala’ quase 10 anos após hit


Imagens do clipe de ‘Trem Bala’, da cantora Ana Vilela.
Divulgação
🎵 “E assim ter amigos contigo em todas as situações…”
A cantora Ana Vilela surpreendeu os fãs na manhã desta quinta-feira (11) ao revelar no X (antigo Twitter) a história de bastidores que deu origem ao sucesso “Trem Bala”.
De forma bem-humorada, a artista de 28 anos explicou que a inspiração para a letra surgiu em um momento de vulnerabilidade após descobrir que havia sido traída pela ex-namorada com o seu melhor amigo.
O desabafo na rede social, claro, rapidamente viralizou:
“Tenho que agradecer à minha ex-namorada, que me chifrou com meu melhor amigo numa festa e me fez entrar na maior depressão, o que me levou a uma conversa linda com meu avô, onde eu me inspirei para escrever uma música que, 10 anos depois, me deixa moldar minha vida em volta do horário de 104 partidas de futebol por 2 meses”, publicou a cantora.
Ana Vilela conta história por trás da música ‘Trem Bala’
Redes sociais
Surpresa entre os fãs
Cantora Ana Vilela
Divulgação
Nos comentários da publicação, seguidores demonstraram choque com a revelação, já que a imagem pública da canção sempre esteve ligada ao otimismo e à espiritualidade.
Ao ser questionada sobre os detalhes do episódio, Ana Vilela respondeu que a dúvida sobre a composição é frequente e indicou que pretende se aprofundar no assunto no futuro. “Todo mundo sempre me pergunta isso. Prometo que ainda vou contar tudo algum dia”, afirmou na rede social.
Música faz sucesso até hoje
“Trem Bala” foi lançada oficialmente em 2017 e se transformou em um dos maiores sucessos daquele ano.
Quase uma década após o lançamento, os números da faixa continuam expressivos: no YouTube, o clipe oficial e as reproduções da música acumulam cerca de 300 milhões de visualizações.
Já no Spotify, a versão original ultrapassa a marca de 100 milhões de plays.
Ao longo dos anos, o hit ganhou uma série de releituras oficiais, que incluem versões acústicas, regravações para especiais de Dia das Mães e até um remix eletrônico assinado pelo DJ Vintage Culture.
Até hoje, a faixa permanece relevante nas redes sociais, sendo frequentemente utilizada como áudio de fundo para vídeos e trends motivacionais no TikTok e no Instagram.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 10 anos, estilista de passarela mais jovem do mundo divide o tempo entre escola e passarelas


Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake
Aos quatro anos, Max Alexander disse aos pais que seria costureiro. Aos 10 anos, ele já apresentava uma coleção na Semana de Moda de Paris.
Alexander é o estilista de passarela mais jovem do mundo, segundo o Guinness Book of World Records. Ele criou peças para a Denver Fashion Week em 2023, aos sete anos, e apresentou uma coleção feminina com 15 looks no Palais Garnier, em Paris, em março. Neste fim de semana, ele participará da estreia de um documentário sobre sua vida no Festival de Tribeca, em Nova York.
Alexander disse que não consegue identificar exatamente o que o levou a seguir a carreira de estilista em uma idade tão jovem. Ele afirmou que gosta de criar moda porque pode expressar sua criatividade de várias maneiras.
“Você pode usar qualquer tecido, qualquer material”, declarou ele em uma entrevista em seu estúdio, na casa dele em Los Angeles. “Você pode fazer um vestido com picles. Você pode fazer um vestido com colheres. Você pode fazer um vestido com cabides. É, tipo, loucura.”
Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake
O jovem estilista disse que se inspira no ambiente ao seu redor e sempre busca materiais sustentáveis.
“Como sacos de grãos de café”, declarou ele. “Minha mãe adora café, então pensei: por que não fazer um vestido com sacos de grãos de café?”
“Depois de 10 anos, você pode colocá-los no solo e eles se biodegradam”, acrescentou. “Isso ajuda nosso planeta também.”
Alexander descreveu seu desfile em Paris e sua passagem pela passarela sob aplausos como “muito divertido”.
“Não foi assustador para mim. Eu pensei: ‘Ah, todas essas pessoas me apreciam e eu devo ficar feliz’”, disse ele.
Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake
Os designs de Alexander para vestidos, pijamas, camisetas, moletons e muito mais são vendidos em um site com o mesmo nome. Há coleções para homens, mulheres e crianças.
Na ocasião da entrevista, ele estava criando uma roupa para usar ao assistir ao musical da Broadway “Hamilton” em Nova York.
Alexander explicou seu processo de criação em etapas que chamou de “o ciclo do vestido”.
Entre escolher tecidos, drapejar manequins e descobrir como trabalhar com modelos, Alexander tem as preocupações normais de alguém que acabou de terminar a quarta série. Por exemplo, tanto o recreio quanto o intervalo para o almoço serão mais curtos na quinta série.
“Parece mais difícil”, disse ele. “Acho que é pior porque só temos recreios de 10 minutos, mas antes tínhamos de 25, o que é meio triste.”
Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake

Fonte: G1 Entretenimento

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João Gomes, Luedji Luna e Djavan estão entre os vencedores do 33º Prêmio da Música Brasileira; veja lista


Débora Bloch e Alice Wegmann comandam a 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira
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João Gomes foi o grande vencedor da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, levando a melhor em três categorias: Melhor Artista e Melhor Lançamento na categoria Canção Popular, e Melhor Lançamento na categoria Projeto Especial, com “Dominguinho”, projeto conjunto com Mestrinho e Jota.Pe. O cantor, que realizou um show em Aracaju na data, não esteve presente no evento.
A premiação aconteceu na noite desta quarta-feira (10), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e contou com Débora Bloch e Alice Wegmann como apresentadoras da cerimônia.
Luedji Luna,Djavan, Chitãozinho e Xororó e BK também estão entre os vencedores da premiação. este ano, o Prêmio da Música Brasileira fez uma homenagem ao cantor Cazuza.
Seu Jorge, Ney Matogrosso, Chico Chico, Ludmilla, Lazzo Matumbi, BNegão, Luedji Luna, Maneva, Marina Sena, Zizi Possi, Luísa Sonza e Simone interpretaram hits do artista ao longo da cerimônia.
33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira
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Veja lista completa dos vencedores da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira:
Axé – Melhor Artista
Daniela Mercury
Ivete Sangalo
Margareth Menezes
Olodum (VENCEDOR)
Timbalada
Axé – Melhor Lançamento
Daniela Mercury – Cirandaia (Produzido por Daniela Mercury, Juliano Valle, Gabriel Mercury) (VENCEDORA)
Ivete Sangalo – O verão bateu em minha porta (Produzido por Radamés Venâncio)
Margareth Menezes – Ramalhete de flor (Produzido por Tito Oliveira, Margareth Menezes, Manoel EL Xiri)
Olodum, BaianaSystem – Ginga Olodum (Produzido por Lucas Di Fiori, Pugah, Seko Bass, Titoxossi)
Timbalada – Fervo na cidade (Produzido por Denny Denan, Reudes Nogueira)
Canção Popular – Melhor Artista
João Gomes (VENCEDOR)
Joelma
Lucy Alves
Peninha
Simone Mendes
Canção Popular – Melhor Lançamento
Felipe Cordeiro, Otto, Duda Brack – Vem, Love (Produzido por Cuper, Felipe Cordeiro)
João Gomes – Pé de Serrita (Produzido por João Gomes, Daniel Mendes, Mestrinho) (VENCEDOR)
Joelma – Lua dos apaixonados (Ao Vivo) (Produzido por: Diego Ramos)
Mariana Volker, Maria Gadu – Não quero te querer (Produzido por Mariana Volker, Mayra Corrêa)
Simone Mendes – Cantando sua História 2 (Ao Vivo) (Produzido por: Eduardo Pepato)
Eletrônico – Melhor Lançamento
Africanoise – Cabaça (Produzido por: Africanoise) (VENCEDOR)
Afterclapp, Furmiga Dub – Rabecada (Produzido por Afterclapp, Furmiga Dub)
BADSISTA – Cuteboyz (Produzido por Entropia)
DJ Memê – Saudade (Produzido por DJ Memê)
Zopelar – Just Like Heaven EP (Produzido por Zopelar)
Língua Estrangeira – Melhor Lançamento
Francisca Barreto – Habana (Produzido por: Victor Kroner, Francisca Barreto)
Guga Stroeter – Guga Stroeter e Orquestra HB apresentam: Elas cantam Chet (br) (Produzido por Guga Stroeter)
Indiana Nomma, André Pinto – Mercedes Sosa: A voz dos sem voz – Volume II (Produzido por Indiana Nomma)
João Fênix, Virginia Rodrigues – Alfonsina y El Mar (Produzido por Jorge Helder)
Silvia Machete – Rhonda’s Boots & Legs (Live) (Produzido por Lalo Brusco) (VENCEDORA)
Erudito – Melhor Lançamento
Gabriele Leite – Gunûncho (Produzido por Erika Ribeiro) (VENCEDORA)
Guido Sant’Anna, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Thierry Fischer – Mendelssohn & Tchaikovsky: Violin Concertos (Produzido por Ulrich Schneider)
Orquestra Ouro Preto – Villa-Lobos, Piazzolla & Mehmari: Orchestral Works (Produzido por Maestro Rodrigo Toffolo)
Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – Abertura Brasil 2014 (Ao Vivo) (Produzido por Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira)
Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – Sinfonia em Sol Menor (Ao Vivo) (Produzido por Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira)
Projeto Especial – Melhor Lançamento
Caetano Veloso, Maria Bethânia – Caetano & Bethânia Ao Vivo (Produzido por Lucas Nunes)
Inezita Barroso – Relicário: Inezita Barroso (Ao Vivo no Sesc 1978) (Produzido por Selo Sesc)
Elas cantam Donato (Produzido por Regina Oreiro)
João Gomes, Mestrinho, Jota.Pe – Dominguinho (Produzido por Daniel Mendes, João Gomes, Jota.Pê, Mestrinho) (VENCEDOR)
Ney Matogrosso – Homem com H (Produzido por Amabis)
Funk – Melhor Artista
Deize Tigrona (VENCEDOR)
Enme
Mac Júlia
MC Kevin o Chris
O Kannalha
Funk – Melhor Lançamento
Deize Tigrona – NÓS É FIRME, NÃO É CREME (Produzido por Mahal Pita, KD SOUNDSYSTEM, DJ Chernobyl)
KING Saints – Músicas Para Marolar (Produzido por Pharfa, DMAX, Neno, Maux, Mulú, PB Campos, Papatinho, Five, DetonaCry, TH4i, Los Brasileiros)
PEDRO SAMPAIO, Mc Meno K, Melody – JETSKI (Produzido por PEDRO SAMPAIO, Pedro Breder)
Rico Dalasam – Dilema (Produzido por Pedro Lima, Pedro Lucas Ferraz, Rico Dalasam)
Totonho e os Cabra – Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato (Produzido por André Abujamra, Renato Oliveira, Marcelo Macedo, Furmiga Dub, Rica Amabis) (VENCEDOR)
Instrumental – Melhor Artista
Alessandro Penezzi
Antônio Adolfo
Hamilton de Holanda (VENCEDOR)
João Camarero
Rogério Caetano
Instrumental – Melhor Lançamento
Alessandro Penezzi – Sonhos (Produzido por Alessandro Penezzi, Heloiza Manoel da Silva)
Andrea Ernest Dias, Aline Gonçalves, Eduardo Neves, Carlos Malta – Obra viva de Hermeto Pascoal – Vol. 1: flautas (Produzido por Bernardo Ramos)
Antonio Adolfo – Carnaval – The songs were so beautiful (Produzido por Antonio Adolfo)
Hamilton de Holanda – Hamilton de Holanda Trio – Live in NYC (Produzido por Hamilton de Holanda, Marcos Portinari)
João Camarero – Baden (Produzido por Alexandre Fontanetti) (VENCEDOR)
MPB – Melhor Artista
Djavan (VENCEDOR)
Dori Caymmi
Marisa Monte
Mateus Aleluia
Mônica Salmaso
MPB – Melhor Lançamento
Djavan – Improviso (Produzido por Djavan) (VENCEDOR)
Dori Caymmi – Utopia (Produzido por Jorge Helder)
Mateus Aleluia – Mateus Aleluia (Produzido por Mateus Aleluia, Tadeu Mascarenhas, Tenille Bezerra)
Monica Salmaso – Minha Casa (Produzido por Mônica Salmaso, Teco Cardoso)
Zé Ibarra – AFIM (Produzido por Zé Ibarra, Lucas Nunes)
Pop – Melhor Artista
BaianaSystem
Lenine
Luedji Luna (VENCEDORA)
Marina Sena
Os Garotin
Pop – Melhor Lançamento
BaianaSystem – O Mundo Dá Voltas (Produzido por Daniel Ganjaman)
Lenine – Eita (Produzido por Bruno Giorgi)
Lia de Itamaracá, Daúde – Pelo Olhos do mar (Produzido por Marcus Preto, Pupillo)
Luedji Luna – Antes Que A Terra Acabe (Produzido por Fejuca, Kato Change, Zudizilla, Lucas Cirillo, Duda Raup, Iuri Rio Branco, Toty S’amed, Luedji Luna) (VENCEDORA)
Luedji Luna – Um Mar Pra Cada Um (Produzido por Zudizilla, Duda Raupp, Lucas Romero, Curumin, Kato Change, Luedji Luna)
Raízes – Melhor Artista
Dona Onete
Geraldo Azevedo
João Gomes
Mestrinho (VENCEDOR)
Orquestra Malassombro
Raízes – Melhor Lançamento
Boi da Macuca, Henrique Albino – Frevo da Macuca (Produzido por Henrique Albino)
Dona Onete – Quatro Contas (Produzido por Marcos Sarrazin)
Mestrinho – Macaco Sessions: Mestrinho (Ao Vivo) (Produzido por Mestrinho, Daniel Mendes)
Orquestra Malassombro – Recife, Início, Meio e Fim (Produzido por Rafael Marques) (VENCEDOR)
Santanna O Cantador – Santanna “O Cantador” Canta Petrúcio Amorim (Produzido por José Milton)
Rap / Trap – Melhor Artista
Baco Exu do Blues
BK (VENCEDOR)
Don L
Emicida
Negra Li
Rap / Trap – Melhor Lançamento
Baco Exu do Blues – Hasos (Produzido por Marcelo Delamare, Marcos Maurício, Dactes, JLZ)
BK – Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer (Produzido por BK, MEC Life ENT, Theo Zagrae, Victor Senedesi, Gabriel Andrade)
Don L – CARO Vapor II –Qqual a forma de pagamento? (Produzido por Don L, Iuri Rio Branco, Nave) (VENCEDOR)
Emicida – Emicida Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores (Produzido por Emicida, Damien Seth, Fejuca)
FBC – Assaltos e batidas (Produzido por Coyote Beatz, Pepito, DJ Cost, Nathan Morais)
Reggae – Melhor Artista
Alma Djem
Maneva (VENCEDOR)
Maskavo
Ponto de Equilíbrio
Sintonize
Reggae – Melhor Lançamento
Alma Djem – Acústico Alma Djem (Ao Vivo) (Produzido por Sarpa)
Bia Ferreira, Little Lion Sound – O Seu Silêncio (Produzido por Little Lion Sound, Irie Yute) (VENCEDORA)
Capilé, Chico César – Saci (Produzido por Fernando Nunes)
Maskavo – Além-Mar (Produzido por Maskavo, Alexandre Campos)
Sintonize – Original Brasileiro (Produzido por Rafael Senegal)
Revelação
Fitti (VENCEDOR)
Joaquim
Orquestra Malassombro
Pedro Emílio
Zaynara
Projeto Audiovisual
Ajuliacosta – O que a Julia vai ser? (Dirigido por Fernanda Correrua)
Baco Exu do Blues, Zeca Veloso – Que eu sofra (Dirigido por Og Cruz)
Gaby Amarantos – Rock Doido (Dirigido por Guilherme Takshy, Naré, Gaby Amarantos) (VENCEDOR)
Lenine – Eita (Dirigido por Lenine, Kabé Pinheiro, Laís Branco)
Luedji Luna, Seu Jorge, Arthur Verocai –Apocalipse (Dirigido por Barbara Magri, Lucas Teixeira, Pedro Moura)
Rock – Melhor Artista
Black Pantera (VENCEDOR)
Fresno
Mateus Fazeno Rock
Selvagens à Procura de Lei
Terno Rei
Rock – Melhor Lançamento
Black Pantera – Seleção Natural (Produzido por Rafael Ramos)
Selvagens à Procura de Lei – Y (Produzido por Gabriel Aragão, Matheus Brasil)
Supercombo – Caranguejo (Parte 1) (Produzido por Supercombo, Victor de Souza (Jotta))
Terno Rei – Nenhuma Estrela (Produzido por Gustavo Schirmer) (VENCEDOR)
Vivendo do Ócio – Hasta La Bahia (Produzido por André T)
Samba – Melhor Artista
Alcione (VENCEDOR)
Jorge Aragão
Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
Péricles
Xande de Pilares
Samba – Melhor Lançamento
Alcione – Alcione (Produzido por Alexandre Menezes)
Moacyr Luz e Samba do Trabalhador – 20 Anos (Produzido por Leandro Pereira)
Péricles – Pagode do Pericão (Ao Vivo Em São Paulo) (Produzido por Izaías Marcelo) (VENCEDOR)
Xande de Pilares – Nos Braços do Povo, Vol. 1 (Ao Vivo) (Produzido por João Carlos Filho)
Xande de Pilares, Neguinho Da Beija Flor – Empretecendo (Produzido por Xande de Pilares, Luciano Broa)
Sertanejo – Melhor Artista
Ana Castela
Bruna Viola
Chitãozinho & Xororó (VENCEDOR)
Lauana Prado
Yasmin Santos
Sertanejo – Melhor Lançamento
Ana Castela – Let’s Go Rodeo (Produzido por Ender Thomas, Antony Albert Guajardo “Zsurround”, Eduardo Godoy)
Bruna Viola – Improvável (Live) (Produzido por Flávio Guimarães)
Chitãozinho & Xororó – Meninos de Roça (Produzido por Cláudio Paladini) (VENCEDOR)
Lauana Prado – Raiz BH (Ao Vivo) (Produzido por Lauana Prado, William Santos)
Yasmin Santos – Eu, Yasmin Santos (Ao Vivo) (Produzido por Gabriel Pascoal)

Fonte: G1 Entretenimento

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33º Prêmio da Música Brasileira acerta ao laurear Djavan, Gaby Amarantos, João Gomes, Luedji Luna e Daniela Mercury


Djavan e Gaby Amarantos posam com os respectivos troféus conquistados no 33º Prêmio da Música Brasileira
Reprodução Instagram Djavan e Gaby Amarantos / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ É cada vez mais inglória a tarefa de eleger melhores lançamentos fonográficos e artistas em um cada vez mais volátil mercado musical que a cada semana despeja milhares de álbuns, EPs e singles nos players digitais.
Diante desse quadro desanimador pela impossibilidade de ouvir e avaliar tudo e todos, o júri da 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira – um conjunto heterogêneo de jornalistas, artistas e profissionais atuantes na indústria fonográfica do qual o colunista e crítico musical do g1 faz parte há alguns anos – chegou a um resultado satisfatório.
Em geral, os artistas premiados na cerimônia realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na noite de ontem, 10 de junho, de fato sobressaíram nas respectivas categorias a que concorriam.
Quem há de negar que, no segmento da axé music, Daniela Mercury mereceu o troféu de Melhor Lançamento por “Cirandaia” (2025), álbum que reiterou a relevância da artista baiana no universo da música afro-brasileira? Ainda no segmento, premiar o Olodum como Melhor Artista foi como atestar a importância fundamental e perene desse grupo afro no universo cultural de Salvador (BA).
Da mesma forma, o júri somente fez justiça ao apontar Gaby Amarantos como a vencedora na categoria Projeto audiovisual por “Rock doido”, antológico álbum-filme que elevou o status da artista paraense no universo pop por captar a energia festiva das aparelhagens realizadas em Belém (PA).
Na categoria MPB, Djavan foi duplamente vencedor como Melhor Artista e Melhor Lançamento pelo álbum “Improviso”, lançado em novembro. Se o álbum não se impõe entre os mais coesos da discografia do cantor, o troféu de Melhor Artista de MPB se afina com o momento em que Djavan arrasta multidões para arenas e estádios com o show da turnê em que celebra 50 anos de sucesso de obra tão sofisticada e ao mesmo tempo tão popular.
Acontece com Djavan o que já vinha acontecendo com Alcione, celebrada nos últimos anos como entidade do samba. Daí o troféu de Melhor Artista para a Marrom na categoria, ainda que o último álbum da cantora, “Alcione” (2025), seja um dos menos relevantes da obra da maranhense. Mas cabe ressaltar que, na área do samba, o júri foi bastante injusto ao sequer indicar Mosquito (pelo álbum “Quinhão”) e a dupla Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta (pelo álbum “Bicudos dois”). Ambos lançaram discos excelentes.
Na categoria Rock, o grupo mineiro Black Pantera mereceu o prêmio de Melhor Artista pelo conjunto da obra ativista que vem furando bolhas no mundo da música.
No segmento sertanejo, o júri foi conservador ao laurear a dupla Chitãozinho & Xororó com dois prêmios, o de Artista e o de Lançamento. É certo que os irmãos vivem bom momento e merecem ser louvados pelo longevidade e coerência observada nos 56 anos de carreira, mas Ana Castela é o nome que de fato mais movimenta o agropop. Merecia ter levado ao menos um prêmio.
Da mesma forma, Lenine foi injustiçado. Concorria a três troféus com o álbum e filme “Eita” (2025), mas saiu de mãos vazias. No caso, o erro talvez tenha sido enquadrar “Eita” na genérica categoria Pop – segmento em que a dupla vitória da cantora e compositora Luedji Luna foi legítima e merecida – e não no segmento da MPB, mais adequado para o disco e filme de Lenine. Se assim tivesse sido, “Eita” poderia ter sido laureado como o melhor álbum de MPB.
Na categoria Instrumental, houve dupla justiça. Ainda que seja vencedor recorrente na categoria, Hamilton de Holanda vive momento luminoso como instrumentista e mereceu o troféu de Melhor Artista. Da mesma forma, o violonista João Camarero brilhou com o EP em que revisita o repertório do antecessor Baden Powell (1937 – 2000).
Se o cantor Fitti foi de fato uma Revelação da música brasileira, pelo performático show em que interpreta o repertório de Ney Matogrosso, o trio João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho foi mesmo o arquiteto do projeto mais especial de 2025 com o álbum e a turnê “Dominguinho”. E aqui cabe ressaltar que o forrozeiro João Gomes foi o duplo vencedor da sempre indefinida categoria Canção Popular. Já a violonista Gabriele Leite era nome certo na categoria Erudito pelo virtuosismo exponencial observado no segundo álbum da instrumentista, “Gununcho”.
E justiça também foi feita na categoria Rap com BK levando o prêmio de Melhor Artista e o Don L sendo laureado com o troféu de Melhor Lançamento pelo aclamado álbum “Caro vapor II – Qual a forma de pagamento?”.
Enfim, houve ausências? Claro que sim, e elas são inevitáveis diante do intenso volume de lançamentos. Houve injustiças na hora de premiar os indicados? Uma ou outra. Contudo, é justo, é muito justo, é justíssimo apontar o alto índice de acertos na distribuição dos troféus da 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira.
Péricles (Melhor Lançamento) e Alcione (Melhor Artista) são os vencedores da categoria Samba no 33º Prêmio da Música Brasileira
Divulgação
♪ Eis a lista de vencedores do 33º Prêmio da Música Brasileira em ano pontuado por show em homenagem a Cazuza (1958 – 1990) com elenco que incluiu Chico Chico, Ludmilla, Luedji Luna, Marina Sena, Ney Matogrosso, Seu Jorge, Simone e Zizi Possi, entre outros nomes:
♪ AXÉ
MELHOR ARTISTA – Olodum
MELHOR LANÇAMENTO – Daniela Mercury – Cirandaia (Produzido por: Daniela Mercury, Juliano Valle, Gabriel Mercury)
♪ CANÇÃO POPULAR
MELHOR ARTISTA – João Gomes
MELHOR LANÇAMENTO – João Gomes – Pé de Serrita (Produzido por: João Gomes, Daniel Mendes, Mestrinho)
♪ ELETRÔNICO
MELHOR LANÇAMENTO – Africanoise – Cabaça (Produzido por: Africanoise)
♪ LÍNGUA ESTRANGEIRA
MELHOR LANÇAMENTO – Silvia Machete – Rhonda’s Boots & Legs (Live) (Produzido por: Lalo Brusco)
♪ ERUDITO
MELHOR LANÇAMENTO – Gabriele Leite – Gunûncho (Produzido por: Erika Ribeiro)
♪ PROJETO ESPECIAL
MELHOR LANÇAMENTO – João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho – Dominguinho (Produzido por: Daniel Mendes, João Gomes, Jota.Pê, Mestrinho)
♪ FUNK
MELHOR ARTISTA – Deize Tigrona
MELHOR LANÇAMENTO – Totonho e os Cabra – Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato (Produzido por: André Abujamra, Renato Oliveira, Marcelo Macedo, Furmiga Dub, Rica Amabis)
♪ INSTRUMENTAL
MELHOR ARTISTA – Hamilton de Holanda
MELHOR LANÇAMENTO – João Camarero – Baden (Produzido por: Alexandre Fontanetti)
♪ MPB
MELHOR ARTISTA – Djavan
MELHOR LANÇAMENTO – Djavan – Improviso (Produzido por: Djavan)
♪ POP
MELHOR ARTISTA – Luedji Luna
MELHOR LANÇAMENTO – Luedji Luna – Antes que a terra acabe (Produzido por: Fejuca, Kato Change, Zudizilla, Lucas Cirillo, Duda Raup, Iuri Rio Branco, Toty S’amed, Luedji Luna)
♪ RAÍZES
MELHOR ARTISTA – Mestrinho
MELHOR LANÇAMENTO – Orquestra Malassombro – Recife, Início, Meio e Fim (Produzido por: Rafael Marques)
♪ RAP / TRAP
MELHOR ARTISTA – BK
MELHOR LANÇAMENTO – Don L – CARO Vapor II – qual a forma de pagamento? (Produzido por: Don L, Iuri Rio Branco, Nave)
♪ REGGAE
MELHOR ARTISTA – Maneva
MELHOR LANÇAMENTO – Bia Ferreira, Little Lion Sound – O seu silêncio (Produzido por: Little Lion Sound, Irie Yute)
♪ REVELAÇÃO
Fitti
♪ PROJETO AUDIOVISUAL
Gaby Amarantos – Rock doido (Dirigido por: Guilherme Takshy, Naré, Gaby Amarantos)
♪ ROCK
MELHOR ARTISTA – Black Pantera
MELHOR LANÇAMENTO – Terno Rei – Nenhuma eEstrela (Produzido por: Gustavo Schirmer)
♪ SAMBA
MELHOR ARTISTA – Alcione
MELHOR LANÇAMENTO – Péricles – Pagode do Pericão (Ao Vivo Em São Paulo) (Produzido por: Izaías Marcelo)
♪ SERTANEJO
MELHOR ARTISTA – Chitãozinho & Xororó
MELHOR LANÇAMENTO – Chitãozinho & Xororó – Meninos de roça (Produzido por: Cláudio Paladini)

Fonte: G1 Entretenimento