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20 hits em 20 anos: ‘Ai se eu te pego’ nasceu de cantada e virou hit internacional


De cantada para guia turístico a hit internacional. A trajetória de “Ai se eu te pago”, um dos maiores hits da música brasileira, passou pelas batidas do funk e do forró, ganhou coreografias em balada na Bahia e nos campos de futebol, foi traduzida para outros idiomas e ainda teve passagem pela justiça.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Michel Teló encerra a Expo Cordeiro 2025
Divulgação
Foi na voz de Michel Teló que “Ai Se Eu Te Pego” bateu recorde de visualizações no YouTube, foi parar nas paradas musicais de diversos países e virou dancinha de Cristiano Ronaldo comemorando gol. Mas antes desse estouro fenomenal, a música teve um longo caminho.
O primeiro passo já dava indícios do potencial internacional. Durante uma viagem para a Disney, um grupo de amigas criou a frase com cara de cantada e que virou o refrão da música. Isso ainda em 2006, quando Teló nem sonhava com essa faixa e ainda integrava o Grupo Tradição.
Dois anos depois, algumas dessas meninas viajaram para Porto Seguro, na Bahia, e chamaram a atenção da cantora Sharon Acioly com aquele mesmo refrão e uma dancinha, que foi parar no palco da balada. Depois disso, Sharon adaptou a música para um funk e a chamou de “Funk do Nossa”. A cantora jogou o vídeo com a música e a dancinha no YouTube. Mas o sucesso ainda não estava ali.
O empresário Antônio Dyggs viu o vídeo, completou a letra e transformou a música em um forró que foi gravado primeiro pelos “Meninos de Seu Zeh”, que era um grupo empresariado por Dyggs.
Depois disso, o grupo Cangaia de Jegue ouviu a música e gravou. E foi essa versão que chegou aos ouvidos de Teló. O sertanejo foi atrás da liberação da Sharon Acioly e gravou sua conhecida versão, que virou até um “If I catch you”.
Com o hit bombando pelo mundo, a história voltou lá para o comecinho. Isso porque as meninas do passeio da Disney foram atrás de seus direitos como compositoras e, hoje, elas aparecem como coautoras da faixa.
Leia também: Michel Teló mistura sertanejo e rock em nova fase da carreira: ‘Não tem obrigação de gostar’
Michel Teló posa para fotos antes de ser entrevistado no programa ‘g1 Ouviu’, no estúdio do g1 em São Paulo. Imagem foi feita com técnica de múltipla exposição
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Muito emocionante’: Fernanda Torres comenta elogio de Jennifer Lopez ao filme ‘Ainda Estou Aqui’


Jennifer Lopez e Fernanda Torres, protagonista de ‘Ainda Estou Aqui’
AFP e Divulgação
A atriz Fernanda Torres respondeu ao comentário da cantora Jennifer Lopez ao filme “Ainda Estou Aqui”. “Isso é muito, muito emocionante”, disse Torres em entrevista à revista “Variety”.
A musa latina disse em um podcast que o longa a ajudou durante o processo de separação do ator Ben Affleck.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dos gramados para as barbearias: os cortes de cabelo que marcaram a história das Copas do Mundo


Cortes de cabelo que marcaram a história das Copas do Mundo
Para o terror das barbearias mundo à fora, mais uma copa do mundo vem aí, o lugar onde diferentes culturas, tradições, estilos e claro, cabelos… se encontram.
Do clássico Cascão de Ronaldo aos cachos inconfundíveis de Valderrama, o maior torneio de seleções do planeta também serviu como vitrine para alguns dos penteados mais marcantes da história do esporte.
Alguns nasceram da superstição, outros da moda ou da personalidade dos jogadores. Todos, porém, conseguiram algo raro: sobreviver ao tempo e serem lembrados tanto quanto muitos gols e títulos.
A chegada de mais uma Copa do Mundo também marca o retorno de uma tradição fora das quatro linhas: os cortes de cabelo que logo viram tendência entre a garotada. Desta vez, Neymar foi um dos primeiros a revelar o novo visual para o torneio.
O camisa 10 resgatou um penteado semelhante ao que usava em 2018, quando atuava pelo PSG. Assim como naquele período, ele também apostou em fios mais claros e voltou a exibir o cabelo loiro.
Por isso, o g1 relembra alguns dos cabelos mais icônicos da história das Copas do Mundo.
Bobby Charlton (1970)
Bobby Charlton durante a Copa do Mundo de 1970
AFP
Um dos principais nomes da Inglaterra campeã do mundo em 1966, Bobby Charlton também ficou marcado pelo famoso comb-over.
O penteado, que consistia em deixar uma longa mecha atravessando a cabeça para esconder a calvície, virou uma de suas marcas registradas. Anos depois, o próprio ex-jogador admitiu que talvez não tenha sido sua melhor escolha estética.
Os cachos dourados de Carlos Valderrama (1990)
Carlos Valderrama em uma partida entre Colômbia e Emirados Árabes Unidos durante a Copa do Mundo de 1990
AFP
Poucos jogadores foram tão facilmente reconhecíveis quanto Carlos Valderrama, maestro da seleção colombiana, ele chamou atenção pelos enormes cachos loiros que se tornaram sua assinatura visual
O penteado ajudou a transformar o meio-campista em um dos rostos mais icônicos do futebol dos anos 1990.
Roberto Baggio e seu “Rabo de Cavalo Divino “(1994)
Roberto Baggio em uma partida entre Itália e Espanha pela Copa do Mundo de 1994
Timothy A. CLARY / AFP
O italiano Roberto Baggio chegou à Copa de 1994 exibindo o penteado que ficou conhecido como “O Rabo de Cavalo Divino “, a combinação de mullet e trança virou febre entre torcedores e ajudou a consolidar sua imagem como uma das grandes estrelas do torneio.
Apesar de ser lembrado pelo pênalti perdido na final contra o Brasil, o visual sobreviveu como um símbolo da moda da década.
As tranças de Taribo West (1998)
O zagueiro nigeriano Taribo West, ao chegar com seus companheiros de equipe, em 12 de junho, na estação de Nantes, oeste da França.
FRANK PERRY / AFP
O defensor nigeriano Taribo West transformou o cabelo em uma extensão do uniforme, na Copa de 1998, apareceu com tranças verdes que combinavam com as cores da seleção da Nigéria. Ao longo da carreira, manteve a tradição de adaptar as cores do penteado aos clubes que defendia.
O ‘loiro pivete’ da Romênia em 1998
Tunísia e Romênia pela copa do mundo de 1998
AFP
Nem sempre um cabelo marcante pertence a apenas um jogador, na Copa da França, a seleção da Romênia surpreendeu ao aparecer com praticamente todo o elenco exibindo cabelos descoloridos, aqui no Brasil conhecido como ‘Loiro Pivete’.
A ideia era fortalecer o espírito de grupo e criar uma identidade visual para a equipe, o resultado foi um dos visuais coletivos mais lembrados da história dos Mundiais.
David Beckham e seu moicano (2002)
David Beckham no treinamento da seleção inglesa para a Copa do Mundo de 2002
AFP
David Beckham já era um fenômeno de popularidade quando apareceu na Copa de 2002 usando um moicano, o penteado rapidamente virou tendência e foi copiado por jovens em diversos países.
Mais do que uma escolha estética, o visual ajudou a consolidar Beckham como um dos maiores ícones de estilo da história do futebol.
O ‘Cascão’ de Ronaldo Fenômeno (2002)
Ronaldo Fenômeno comemorando gol contra a Turquia na Copa do Mundo de 2022
AFP
Nenhum corte de cabelo em Copa do Mundo gerou tanta repercussão quanto o de Ronaldo em 2002, atacante brasileiro raspou praticamente toda a cabeça e deixou apenas uma faixa de cabelo na parte da frente.
Anos depois, revelou que o objetivo era desviar a atenção da imprensa sobre uma lesão, a estratégia funcionou: o Brasil foi campeão, Ronaldo marcou dois gols na final e o corte entrou para a história.
Seja lá o que José Luis Perlaza quis fazer com o cabelo em 2006
O defensor José Luis Perlaza da seleção equatoriana no banco durante a Copa do Mundo de 2006
AFP
Se Ronaldo foi ousado, o equatoriano José Luis Perlaza elevou a ideia a outro nível… o defensor apareceu na Copa de 2006 com uma combinação pouco convencional: fios mais longos na parte da frente, cabeça praticamente raspada e cabelo comprido na nuca. O resultado foi um dos visuais mais extravagantes já vistos em um Mundial.
A única trança de Rodrigo Palacio (2014)
Rodrigo Palacio durante a Copa do Mundo de 2014
AFP
A famosa trança fina na nuca de Rodrigo Palacio não nasceu por motivos estéticos, o atacante argentino acreditava que o penteado lhe dava sorte e se recusou a cortá-la.
Em entrevistas, chegou a explicar a superstição de forma simples: “Quando as coisas estão dando certo, não há motivo para mudar.”
Neymar e seu topete excêntrico em 2018
Neymar na partida de Brasil e Suíça pela fase de grupos da Copa do Mundo de 2018
AFP
Conhecido por mudar constantemente o visual, Neymar escolheu para a Copa de 2018 um topete descolorido que rapidamente virou assunto dentro e fora dos gramados.
O penteado dividiu opiniões e gerou memes nas redes sociais, entre as brincadeiras mais famosas esteve a do ex-jogador francês Eric Cantona, que publicou uma foto com macarrão na cabeça acompanhada da legenda: “Estilo Neymar”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo 2026: quem participará do show de abertura antes de México e África do Sul?


Imagem de drone do Estádio Azteca, na Cidade do México, na véspera da abertura da Copa do Mundo de 2026
Luis Cortes/Reuters
A Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11), às 16h, com a partida entre os donos da casa, México, e a seleção da África do Sul.
Antes de a bola rolar no Estádio Azteca, o mundo vai acompanhar uma série de apresentações no show de abertura da competição.
Por se tratar de uma Copa do Mundo disputada em três locais (México, Canadá e Estados Unidos), a Fifa decidiu fazer uma festa para cada país-sede.
México e África do Sul se enfrentam na estreia da Copa do Mundo
No caso da apresentação desta quinta-feira, o início da festa de abertura está marcado para às 14h30 (horário de Brasília). A Fifa promete uma cerimônia colorida, baseada na arte do papel picado mexicano.
Segundo a BBC, o mexicano Alejandro Fernández cantará o hino dos donos da casa, enquanto a sul-africana Tyla entoará o de seu país. A atriz mexicana Salma Hayek dará as boas-vindas ao público.
No palco, ainda se apresentam as mexicanas Lila Downs e Belinda, além das bandas nacionais Los Ángeles Azules e Maná. Também cantam na cerimônia o venezuelano Danny Ocean e os colombianos J Balvin e Ryan Castro.
A estrela colombiana Shakira e o nigeriano Burna Boy apresentam “Dai Dai”, a música oficial da Copa do Mundo da Fifa 2026.
A festa no Canadá e nos EUA
Anitta divide o canto da música ‘Goals’ com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa
Divulgação
Na sexta-feira (12), é a vez dos Estados Unidos e do Canadá darem boas-vindas à Copa.
Em solo canadense, a cerimônia acontece no Estádio de Toronto também a partir das 14h30 (horário de Brasília), antes da partida entre Canadá x Bósnia e Herzegovina.
O hino canadense será ouvido na voz de Alanis Morissette, enquanto o bósnio será interpretado por Aleksandar Gajić. O ator e humorista canadense Will Arnett será o mestre de cerimônia.
Outros artistas confirmados são: os canadenses Michael Bublé, Alessia Cara, Jessie Reyez, William Prince e Nora Fatehi, além da palestina Elyanna, do francês Vegedream e do DJ bengali Sanjoy.
Já nos EUA, a festa acontece no Estádio de Los Angeles a partir das 20h30 de sexta (horário de Brasília), antes da partida entre EUA e Paraguai, homenageando a “energia criativa” da capital americana do entretenimento. Jason Sudeikis, famoso pelo papel do técnico na série “Ted Lasso”, falará aos torcedores.
A dupla country Dan + Shay cantará o hino americano, e o grupo Purahei Soul, o paraguaio.
Participam ainda os cantores americanos Katy Perry e Future. Também haverá uma apresentação que juntará a brasileira Anitta, a tailandesa LISA e o nigeriano Rema. O trio lançou a música “Goals”, parte do álbum musical da Fifa.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Eu & você na Toscana’ traz comédia romântica divertida, mas sem grandes novidades; g1 já viu


Halle Bailey e Regé-Jean Page estrelam a comédia romântica ‘Eu & você na Toscana’
Divulgação
‘Eu & você na Toscana’, filme que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (11), é uma produção bem honesta. Não pretende mostrar uma história muito complexa, traz quase todos os elementos característicos de uma comédia romântica básica e tem o único objetivo de fazer o público se divertir do início ao fim. Felizmente, é o que acontece para a alegria dos fãs do gênero.
O filme conta com belíssimas locações, uma fotografia caprichada, um bom elenco e situações que já foram vistas antes em outras realizações, mas que ainda assim funcionam.
Só não espere nenhuma grande originalidade durante as quase duas horas de duração. Pelo menos, vale como bom (e inofensivo) entretenimento.
A trama é centrada em Anna (Halle Bailey, de “A Pequena Sereia”), uma jovem que deixou de lado seu sonho de se tornar uma chef de cozinha após a morte da mãe e que vive de trabalhos temporários como cuidar de casas de pessoas ricas em Nova York.
Numa noite, ela conhece num bar o italiano Matteo (Lorenzo de Moor), que, após alguns drinks, lhe conta detalhes sobre uma propriedade que tem na região italiana da Toscana e que está vazia.
Assista ao trailer do filme “Eu & você na Toscana”
Acreditando que Matteo a convidou para conhecer o lugar, Anna resolve viajar para a Itália para ver a propriedade com seus próprios olhos e realizar um desejo de sua mãe. O que ela não contava é que, ao chegar lá, uma série de confusões fizesse a família do rapaz acreditar que ela estava noiva dele.
Sem condições para desfazer o mal-entendido, Anna vê a sua situação se complicar ainda mais depois que conhece Michael (Regé-Jean Page, da série “Bridgerton”), primo de Matteo, e se encanta por ele. Pra piorar, Matteo reaparece na Toscana, o que a deixa numa sinuca romântica.
Sandra Bullock vai à Itália
“Eu & você na Toscana” tem um enredo divertido, mas nada inovador. Quem curte comédias românticas vai notar que sua história já foi contada em outros longas do gênero.
Um bom exemplo disso é “Enquanto você dormia” (1995), que ajudou a tornar Sandra Bullock uma das estrelas deste tipo de filme. Nele, a personagem de Bullock era confundida pela família de um homem que estava em coma após sofrer um acidente com sua noiva e acabava se envolvendo com o irmão dele.
Anna (Halle Bailey) fica entre Michael (Regé-Jean Page) e Matteo (Lorenzo de Moor) em ‘Eu & você na Toscana’
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Mesmo com essa grande semelhança, o roteiro escrito pelo casal Ryan e Kristin Engle até que funciona direitinho durante boa parte do tempo, com bons diálogos e situações que divertem, apesar do excesso de clichês.
Os roteiristas só erram na construção da protagonista, que comete atos um pouco irresponsáveis, como usar coisas de seus clientes sem pedir permissão ou invadir lugares aos quais não foi convidada. Embora seja mostrada como uma boa moça, a personagem tem esse desvio de conduta que, mesmo tratado de forma leve, pode incomodar o espectador.
Assim como o roteiro, a direção de Kat Corio (de “Case comigo”) é competente, mas sem maiores brilhos. A cineasta (que faz uma ponta como uma passageira de um grupo de turistas indiscretos) conduz a trama sem maiores sobressaltos.
Mas, pelo menos, consegue criar um bom clima romântico entre os protagonistas, diverte ao mostrar os costumes dos habitantes da região (incluindo uma curiosa corrida de rolar barris) e aproveita bem as belíssimas locações, tanto em Nova York quanto na Toscana.
Com o auxílio do diretor de fotografia Danny Ruhlmann (de “Todos menos você”, com Sydney Sweeney), Corio reforça a beleza da região italiana onde foram realizadas as filmagens, o que deixa o público encantado com o que é mostrado na telona.
Anna (Halle Bailey) e Michael (Regé-Jean Page) trocam olhares em ‘Eu & você na Toscana’
Divulgação
Química de vinho com massa
Mesmo com tantos elementos batidos, “Eu & você na Toscana” se torna um filme bem agradável de se ver principalmente pela ótima escolha de seu casal principal.
Halle Bailey, que já tinha se mostrado o maior acerto do live action de “A Pequena Sereia”, conquista a todos com seu imbatível carisma e senso de humor. A atriz parece bastante à vontade ao estrelar uma comédia romântica e nem mesmo as falhas de sua personagem prejudicam sua atuação, que faz com que o público acompanhe sua jornada sem jamais perder o interesse.
Regé-Jean Page comprova aqui seu talento para interpretar galãs românticos de forma convincente, assim como foi quando estrelou a primeira temporada de “Bridgerton”. O ator consegue construir uma boa química com Bailey, o que faz com que o casal cative com o crescente envolvimento entre os dois a cada cena.
Halle Bailey e Regé-Jean Page estrelam a comédia romântica ‘Eu & você na Toscana’
Divulgação
Do restante do elenco, apenas Aziza Scott como Claire, a melhor amiga de Anna, se destaca com seu jeito divertido e um pouco histérico, além de Marco Calvani como Lorenzo, um motorista que vira o confidente da protagonista durante sua estadia na Itália, que também se mostra ser bom de humor. Os outros atores estão corretos em seus papéis, mas nada mais do que isso.
“Eu & você na Toscana” vale como bom passatempo, especialmente para os românticos de plantão. Não vai mudar a vida de ninguém, mas pelo menos vai deixar um gosto de satisfação quando acabar a projeção. Como tomar um bom vinho ou comer uma bela massa.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Bella Longuinho detalha agressão de ex e diz que foi vítima de mata-leão: ‘Segunda chance pode custar a vida’


Bella Longuinho relata agressão do namorado e anuncia fim do relacionamento
A influenciadora Bella Longuinho deu mais detalhes sobre a agressão que disse ter sofrido do ex-namorado no último fim de semana.
Em um novo pronunciamento nas redes sociais publicado nesta quarta-feira (10), ela contou que foi vítima de um mata-leão enquanto estava em uma casa noturna.
“Nós estávamos numa festa e um fã veio pedir para tirar uma foto comigo. Na cabeça do meu ex-namorado, ele achou que o fã passou a mão na minha bunda. E, mesmo que estivesse, ele não tinha o direito de fazer o que fez comigo”, explicou.
“Ele veio, me enforcou e depois me deu um mata-leão. Começou a gritar comigo, dizendo que eu não iria tirar aquela foto.”
Bella Longuinho foca seu conteúdo em beleza e moda nas redes sociais
Reprodução / Redes sociais
A influenciadora ainda explicou que irá tomar medidas legais e alertou outras mulheres os riscos de uma relação abusiva.
“Gente, quando estamos namorando e apaixonadas, ficamos cegas. Então, acredito que houve, sim, sinais de agressividade e tudo mais, mas ele nunca me tinha tocado antes. Estou muito feliz por ter tido a coragem de cortar esse mal pela raiz.”
“Não existe segunda chance, gente, porque a segunda chance pode custar a vossa vida. Então, não deem uma segunda chance para a violência, pois não vale a pena.”
Em outro vídeo publicado nas redes sociais, Bella detalhou o episódio, em que disse ter sido agredida pelo namorado no último fim de semana.
“Eu fui agredida pelo meu namorado em uma festa, em público. Nunca me senti tão humilhada”, desabafou a influenciadora.
Bella explicou ainda que o agora ex-namorado chegou a pedir desculpas, mas que ela não o perdoou. Em um alerta direcionado a outras mulheres, ela enfatizou:
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Bella Longuinho viraliza com antes e depois da transição: ‘Não é um bicho de sete cabeças’
Quem é Bella Longuinho
Bella Longuinho é uma influenciadora digital e criadora de conteúdo nascida em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais. Conhecida pelo público principalmente no TikTok, ela reúne milhões de seguidores nas redes sociais, onde compartilha vídeos sobre rotina, beleza, estilo de vida e vida pessoal.
A influencer viveu a infância em uma cidade de cerca de 42 mil habitantes, segundo o IBGE. Hoje mora em São Paulo (SP). Ela descreve a infância no interior como um período marcante.
“Minha infância foi uma delícia em Santa Rita. Acho até sagrado ter crescido no interior. Era muito seguro, eu brincava na rua, estudava em escola particular, nunca tive problema de preconceito. Tenho as melhores lembranças”, contou.
Aos 24 anos, Bella começou a produzir conteúdo durante a pandemia de Covid‑19, em 2020. No início, chamava atenção com vídeos de humor e conteúdos ligados ao universo fitness, quando ainda utilizava o nome Zé Longuinho.
O crescimento veio em 2021, quando viralizou com vídeos de dança nas redes sociais. Desde então, consolidou sua presença digital e passou a ampliar o alcance com conteúdos mais pessoais.
Transição de Bella Longuinho, influenciadora de Santa Rita do Sapucaí, volta a viralizar
Reprodução/Instagram
Transição de gênero
A influenciadora ganhou ainda mais destaque a partir de 2024 e 2025, ao compartilhar publicamente sua transição de gênero. Nas redes, Bella passou a mostrar diferentes etapas do processo, incluindo mudanças físicas e cirurgias.
Entre os procedimentos, estão feminização facial, implantes e uma cirurgia de redesignação sexual realizada na Tailândia, país conhecido por esse tipo de intervenção.
A forma aberta como relata a própria experiência ajudou a ampliar a repercussão do conteúdo. Vídeos mostrando o “antes e depois” da transição costumam viralizar, acumulando milhões de visualizações e comentários.
Bella Longuinho, influenciadora de MG, viraliza com antes e depois da transição de gênero
Redes sociais
No TikTok, principal plataforma da influenciadora, Bella soma cerca de 4 milhões de seguidores e mais de 120 milhões de curtidas.
Os vídeos publicados misturam diferentes temas, como rotina diária, transformações de visual, dancinhas, dicas de beleza e reflexões sobre identidade e autoestima. Parte do conteúdo também aborda sua vivência como mulher trans e o processo de autoconhecimento.
Além do TikTok, ela mantém presença ativa no Instagram, onde continua compartilhando detalhes da vida pessoal e interagindo com seguidores.
Isabella Longuinho, conhecida como Bella, tem 23 anos e é de Santa Rita do Sapucaí (MG)
Reprodução / Redes sociais
Trajetória
Bella deixou o curso de Direito após perceber que poderia viver da internet, com o crescimento do público e das oportunidades profissionais nas redes sociais.
Ela costuma destacar o apoio da família ao longo da transição e afirma que usa seu alcance para mostrar que cada processo é único.
Hoje, a influenciadora é considerada um dos nomes em ascensão entre criadores de conteúdo brasileiros, especialmente por unir entretenimento e relatos pessoais que mobilizam o público nas redes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jennifer Lopez diz que ‘Ainda Estou Aqui’ a ajudou durante divórcio com Ben Affleck: ‘Mudou minha vida’


Jennifer Lopez e Fernanda Torres, protagonista de ‘Ainda Estou Aqui’
AFP e Divulgação
A atriz e cantora Jennifer Lopez se emocionou ao lembrar da importância do filme brasileiro “Ainda Estou Aqui” para ela.
Durante entrevista divulgada nesta terça-feira (9) ao podcast “Films To Be Buried With”, comandado pelo ator Brett Goldstein, conhecido pela série “Ted Lasso”, ela comentou que o filme protagonizado por Fernanda Torres e vencedor do Oscar em 2025 “mudou sua vida”.
Lopez faz referência ao período em que enfrentava um processo de separação com o ator Ben Aflleck, em 2024, após dois anos de casamento.
Agora no g1
“Eu estava passando por um divórcio e passando muito sobre meus filhos e o que você faz quando algo assim acontece na sua vida. Eu e meu pai assistimos ao filme e eu não sabia nada sobre ele”, contou.
A atriz explicou que o drama do filme, que conta a relação de Eunice Paiva com os filhos após o sequestro e morte do então deputado Rubens Paiva durante a ditadura militar (1964-1985), mexeu muito com ela.
“Isso curou parte de mim que precisava ser curada para seguir em frente com essa parte da minha vida e desses tipos de relacionamentos na minha vida. Esse filme mudou minha vida e me ajudou a crescer e a me curar.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Com Anitta e Shakira, como serão as três cerimônias de abertura da Copa — e os detalhes dos jogos do maior Mundial da história


Shakira e Anitta no Todo Mundo no Rio
TV Globo
A bola finalmente vai rolar, mas antes disso haverá festa. A Copa do Mundo 2026 terá início nesta quinta-feira (11), com o jogo entre México e África do Sul, no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México.
É o pontapé inicial da 23ª edição do Mundial, que será realizado pela primeira vez em três países: além do México, nos Estados Unidos e no Canadá.
A competição segue até dia 19 de julho, reunindo o número recorde de 48 seleções (16 a mais que no Catar, em 2022) Serão 104 partidas ao todo.
Veja todos os detalhes da cerimonia de abertura e o que é preciso saber para acompanhar a Copa:
Três aberturas, com Shakira, Anitta e Alanis Morissette
Agora no g1
Como a Copa 2026 acontecerá em três países, haverá três cerimônias de abertura.
A primeira será na Cidade do México a partir das 14h30 desta quinta-feira (horário de Brasília), 90 minutos antes do início da partida entre México e África do Sul, às 16h.
A Fifa promete uma cerimônia colorida, baseada na arte do papel picado mexicano.
O cantor mexicano Alejandro Fernández cantará o hino dos donos da casa, enquanto a sul-africana Tyla entoará o de seu país. A atriz mexicana Salma Hayek dará as boas-vindas ao público.
No palco, ainda se apresentam as mexicanas Lila Downs e Belinda, além das bandas nacionais Los Ángeles Azules e Maná. Também cantam na cerimônia o venezuelano Danny Ocean e os colombianos J Balvin e Ryan Castro.
A estrela colombiana Shakira e o nigeriano Burna Boy apresentam “Dai Dai”, a música oficial da Copa do Mundo da Fifa 2026.
Na sexta-feira (12), é a vez dos Estados Unidos e do Canadá darem boas-vindas à Copa.
Em solo canadense, a cerimônia acontece no Estádio de Toronto a partir das 14h30 (horário de Brasília), antes da partida entre Canadá x Bósnia e Herzegovina.
O hino canadense será ouvido na voz de Alanis Morissette, enquanto o bósnio será interpretado por Aleksandar Gajić. O ator e humorista canadense Will Arnett será o mestre de cerimônia.
Outros artistas confirmados são: os canadenses Michael Bublé, Alessia Cara, Jessie Reyez, William Prince e Nora Fatehi, além da palestina Elyanna, do francês Vegedream e do DJ bengali Sanjoy.
Já nos EUA, a festa acontece no Estádio de Los Angeles a partir das 20h30 de sexta (horário de Brasília), antes da partida entre EUA e Paraguai, homenageando a “energia criativa” da capital americana do entretenimento. Jason Sudeikis, famoso pelo papel do técnico na série “Ted Lasso”, falará aos torcedores.
A dupla country Dan + Shay cantará o hino americano, e o grupo Purahei Soul, o paraguaio.
Participam ainda os cantores americanos Katy Perry e Future. Também haverá uma apresentação que juntará a brasileira Anitta, a tailandesa LISA e o nigeriano Rema. O trio lançou a música “Goals”, parte do álbum musical da Fifa.
Quais são os 12 grupos?
A Copa do Mundo deste ano terá um novo formato, com 12 grupos de quatro equipes cada.
Os dois primeiros classificados de cada grupo passarão para a fase eliminatória, ao lado dos oito melhores terceiros colocados.
Os três primeiros critérios de classificação dos melhores terceiros lugares serão o número de pontos, melhor saldo de gols e maior número de gols marcados.
Quando serão os jogos?
O torneio será disputado entre 11 de junho e 19 de julho. Ou seja, a Copa terá uma duração recorde de 39 dias — mais que os 29 dias do Catar em 2022 e os 32 das Copas da Rússia em 2018 e do Brasil, em 2014.
Ao todo, a fase de grupos terá 72 jogos em 17 dias, do jogo inicial até o sábado, 27 de junho.
As fases eliminatórias serão disputadas nas seguintes datas:
segunda fase, ou 16 avos de final, entre 28 de junho e 3 de julho;
oitavas de final, entre 4 e 7 de julho;
quartas de final, entre 9 e 11 de julho; e
semifinais, em 14 e 15 de julho.
A decisão do terceiro lugar ocorrerá no dia 18 de julho em Miami, no Estado americano da Flórida. E o novo campeão será conhecido no Estádio MetLife de Nova Jersey, também nos Estados Unidos, no domingo, dia 19 de julho.
O Brasil está no grupo C e os jogos da seleção na fase de grupos serão os seguintes (os horários são de Brasília):
Brasil x Marrocos: sábado, 13 de junho, às 19 horas, em Nova Jersey.
Brasil x Haiti: sexta-feira, 19 de junho, às 21h30, na Filadélfia.
Brasil x Escócia: quarta-feira, 24 de junho, às 19 horas, em Miami.
Quais são as sedes?
Pela primeira vez, a Copa do Mundo será celebrada em 16 cidades de três países: 11 nos Estados Unidos, três no México e duas no Canadá.
Como a Fifa restringe os nomes comerciais pré-existentes dos estádios, eles serão identificados pelo nome de cada cidade-sede durante o Mundial.
No México, a abertura do torneio terá lugar no Estádio Cidade do México, que fará história ao ser o primeiro a receber três edições da Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Haverá também jogos nas cidades mexicanas de Guadalajara e Monterrey.
O Canadá terá duas sedes: Toronto e Vancouver.
E os Estados Unidos formam a sede majoritária do torneio, com jogos em Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova York/Nova Jersey, Filadélfia, São Francisco/Santa Clara e Seattle.
Os horários dos jogos
Como as partidas serão disputadas em quatro fusos horários e em sedes separadas por até 4,5 mil quilômetros, haverá um total de 13 horários de início de partidas diferentes.
Os torcedores do continente americano terão comodidade relativamente maior para acompanhar o Mundial. Todas as partidas serão realizadas com início a partir das 13 horas e término até meia-noite, pelo fuso horário das suas respectivas sedes.
Mas, no horário brasileiro, as últimas partidas de alguns dias poderão terminar depois das 4h da madrugada.
Nos outros continentes, os horários são distintos.
Na Europa, por exemplo, a maioria dos jogos ocorrerá entre as 18 horas e as 5h da manhã do dia seguinte. E, na Ásia oriental e na Oceania, as pessoas acompanharão as partidas principalmente de madrugada e pela manhã.
Quem são os jogadores convocados do Brasil?
Goleiros: Alisson (Liverpool); Ederson (Fenerbahçe); Weverton (Grêmio)
Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al Ahli), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG), Wesley (Roma).
Meio-campo: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al Ittihad), Lucas Paquetá (Flamengo).
Atacantes: Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vini Jr (Real Madrid).
Quem são os favoritos?
Por Ciaran Varley, da BBC Sport
A seleção da Espanha, campeã europeia, é a favorita para levar a Copa do Mundo de 2026. Sua campanha nas eliminatórias foi praticamente impecável.
O plantel espanhol está repleto de talentos, com jogadores como Pedri, Fabián Ruiz, Martín Zubimendi, Rodri (vencedor do prêmio Bola de Ouro de 2024) e Lamine Yamal, um dos melhores jogadores do mundo da nova geração.
Um pouco atrás da Espanha, está a Inglaterra, vice-campeã das duas últimas Eurocopas. Espera-se que a atual geração de jogadores ingleses possa aspirar ao título.
A equipe inglesa, do técnico alemão Thomas Tuchel, classificou-se para o Mundial vencendo todos os jogos, sem levar nenhum gol. Ela conta com um plantel repleto de grandes nomes, como Jude Bellingham e Harry Kane.
A França também está entre os favoritos. A seleção de Didier Deschamps conta com uma poderosa linha de ataque, com destaque para Michael Olise, Kylian Mbappé e Ousmane Dembele, atual vencedor da Bola de Ouro.
Os vice-campeões de 2022 terminaram invictos as eliminatórias europeias.
A Argentina, atual campeã do mundo, venceu as eliminatórias sul-americanas com larga vantagem, terminando nove pontos acima do segundo classificado, o Equador.
Depois de vencerem a Copa América por duas vezes seguidas (2021 e 2024) e o último Mundial no Catar, os argentinos vêm para a Copa 2026 com muita força.
E, mesmo com sua campanha decepcionante nas eliminatórias, terminando em quinto lugar na América do Sul, com seis derrotas em 18 jogos e sem ganhar um Mundial há 24 anos, quem pode em sã consciência descartar o Brasil?
Outras seleções para acompanhar
Por Michael Emons, da BBC Sport
A Noruega não participa de uma Copa do Mundo desde 1998, na França. E nunca passou das oitavas de final.
Mas o time de Erling Haaland, do Manchester City (autor de 16 gols nas eliminatórias), pode ser uma surpresa.
Sua trajetória nas eliminatórias europeias foi impecável. Os noruegueses venceram os oito jogos disputados, incluindo duas vitórias sobre a Itália, tetracampeã do mundo — dentro e fora de casa.
A Noruega disputa o grupo I da Copa do Mundo, contra a França, Senegal e Iraque.
O Marrocos foi outra equipe que venceu todas as suas partidas nas eliminatórias. O país ocupa atualmente o oitavo posto no ranking da Fifa.
Os marroquinos chegaram à final da Copa Africana de Nações deste ano. E, mesmo perdendo para o Senegal por 1×0, acabaram levando o título de forma controversa.
É provável que o Marrocos se classifique para a segunda fase, disputando o grupo C, que tem ainda o Brasil, Escócia e Haiti.
Já o Egito de Mohamed Salah também espera se classificar no grupo G, contra a Bélgica, Irã e Nova Zelândia.
O Japão tem hoje a seleção mais forte da Ásia. Os japoneses passaram com facilidade pelas eliminatórias, levando apenas três gols em 16 jogos.
No final de março, a seleção japonesa venceu pela primeira vez a Inglaterra, por 1×0. O jogo amistoso foi disputado no Estádio de Wembley, em Londres.
O Japão está no grupo F, com a Holanda, Tunísia e Suécia.
A Colômbia confia que irá fazer um bom papel na Copa, após sua boa campanha nas eliminatórias sul-americanas.
A seleção colombiana venceu o Brasil e a Argentina, terminando em terceiro lugar. A Colômbia disputa o grupo K, com Portugal, Uzbequistão e República Democrática do Congo.
E sobre os anfitriões? Bem, o Canadá, na sua terceira participação em Copas do Mundo, poderia ser uma surpresa.
É verdade que a seleção canadense perdeu seus seis jogos anteriores ao Mundial, mas seu grupo B parece favorável, com o Catar, Suíça e Bósnia e Herzegovina.
Os debutantes do Mundial
Quatro países farão a sua estreia na Copa do Mundo.
A pequena Curaçao passará a ser o menor país a participar do Mundial. A ilha caribenha tem apenas 150 mil habitantes e uma superfície de 444 km².
Curaçao está no grupo E, com a Alemanha, Costa do Marfim e Equador.
Com menos de 525 mil habitantes, Cabo Verde é o terceiro menor país a se classificar para o Mundial. Ele fica atrás apenas de Curaçao e da Islândia, que disputou a Copa de 2018, na Rússia.
O arquipélago composto por 10 ilhas no oceano Atlântico enfrentará a Espanha, Uruguai e Arábia Saudita, no grupo H da Copa 2026.
Os dois outros estreantes vêm do continente asiático.
O Uzbequistão foi semifinalista da Copa da Ásia em 2011.
O país pôs fim à sua longa fila de espera pela classificação sob a direção do técnico Fabio Cannavaro. Como jogador, ele foi campeão mundial pela seleção italiana em 2006, na Alemanha.
Os Lobos Brancos contam com jogadores como o zagueiro Abdukodir Khusanov, do Manchester City, e o ex-atacante da Roma Eldor Shomurodov.
Os uzbeques esperam causar sensação no grupo K, que também inclui Portugal, Colômbia e a República Democrática do Congo.
Já a Jordânia terminou a terceira fase das eliminatórias asiáticas atrás da Coreia do Sul, com quatro vitórias e quatro empates em 10 partidas.
Os jordanianos ocupam o 64° lugar do ranking da Fifa e apresentam progressão constante. Eles chegaram à final da Copa da Ásia de 2023, quando foram derrotados pelos anfitriões, o Catar.
A Argentina, Argélia e Áustria estão à espera da Jordânia no grupo J.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chegada de Lô Borges ao fim do caminho com álbum póstumo ‘A estrada’ soa coerente com a trajetória do artista


Lô Borges (1952 – 2025) tem o álbum póstumo ‘A estrada’ lançado hoje, quarta-feira, 10 de junho
Flávio Charchar / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: A estrada
Artista: Lô Borges
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Em 2023, quando Lô Borges e Márcio Borges idealizaram o álbum “A estrada” como o ponto final da parceria projetada na década de 1970 com standards como “Tudo que você podia ser” (1972) e “Um girassol da cor de seu cabelo” (1972), os irmãos mineiros certamente jamais imaginaram que o disco representaria de fato o fim em todos os sentidos.
Salomão Borges Filho (10 de janeiro de 1952 – 2 de novembro de 2025) partiu inesperadamente no ano passado, aos 73 anos, mas teve tempo de aprontar o álbum “A estrada”, lançado hoje, quarta-feira, 10 de junho, sem a presença física do cantor, compositor e multi-instrumentista imortalizado na música brasileira como Lô Borges. Ou simplesmente Lô.
Como já sinalizara o single “Campo Alegre KM 500 mil”, lançado em 29 de maio como inapropriada primeira amostra do disco editado pela gravadora Deck, o álbum “A estrada” oferece uma entressafra de canções autorais do artista, mas com belos momentos e com músicas que soam incrivelmente premonitórias entre as dez faixas.
“Finalmente eu cheguei / Onde quero estar / Completei o prometido / Cumpri a missão / E vou em paz ”, reflete Lô em versos da canção “Última parada”.
Sim, além de atestar o cumprimento da missão do artista, o álbum “A estrada” mostra que Lô Borges chegou com dignidade e coerência ao fim do caminho, sem querer impressionar ou inventar moda (embora tenha até uma moda de viola na safra…).
Há grandes lampejos de inspiração ao longo do repertório. Das 10 músicas, “Pousada” é a que sobressai de cara na abertura do álbum com melodia que se insinua sedutora com o DNA típico de Lô.
Contudo, a interiorana “Chegada” – faixa de arquitetura sertaneja alocada estrategicamente ao fim do álbum – também se destaca pela beleza e por soar inusitada na discografia do artista. Primeiramente pelo fato de tangenciar o formato tradicional de moda de viola do cancioneiro caipira do Brasil rural, com Tavinho Moura tocando viola de dez cordas e terçando vozes com Lô no canto dos versos escritos pelo próprio Lô Borges, letrista bissexto.
“Eu nasci naquela rua e nela vivi / Depois disso veio a estrada / E nela segui / São seis horas da manhã / O sol já nasceu / Aprendendo a respirar / No nosso planeta / Blue” / A canção chegou na frente / E então eu nasci/ São seis horas da manhã / Janeiro choveu / Vou seguindo aquela estrada / E nela estou / São lembranças da chegada no nosso planeta / Blue”, entoam Lô e Tavinho, como dois cantadores do sertão.
Boa parte das canções vem envolta em atmosfera folk, como “Sem saída”, outro destaque do álbum gravado em Belo Horizonte (MG) em 2025 com produção musical orquestrada por Lô com os músicos Henrique Matheus (guitarra) e Thiago Corrêa (baixo e teclados). “Sem saída” tem evocação instrumental de “Here comes the sun” (John Lennon e Paul McCartney, 1969), porque Lô foi um eterno garoto amantes dos Beatles, e carrega a boa sensação de déjà vu na obra do artista.
“Sem saída” é uma das músicas que falam literal e metaforicamente de estrada, dando sentido conceitual a álbum sobre caminhos físicos e existenciais, como já revelam os títulos de músicas como “Travessia do deserto”, “18 rodas” e “Um velho sentado na beira da estrada”.
Com os toques da percussão de Marcos Suzano e da bateria de Robinson Matos, o álbum “A estrada” é o terceiro álbum da discografia de Lô Borges calcado na parceria do artista com o irmão Márcio Borges. Só que, diferentemente dos antecessores “Harmonia” (2007) e “Muito além do fim” (2021), “A estrada” representa de fato o fim. Um fim atingido com a integridade e a nobreza que caracterizaram Salomão Borges Filho na caminhada pela estrada da vida, sempre com devoção à música que regeu a existência do artista.
Capa do álbum ‘A estrada’, de Lô Borges
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘X-Men’ revela diagnóstico de câncer de mama: ‘Super raro’


O ator Tyler Mane
Reprodução/Instagram
O ator Tyler Mane, presente no elenco do primeiro filme “X-Men” (2000), revelou em postagem no Instagram que está com câncer de mama.
No vídeo publicado nas suas redes sociais, Tyler explicou que já começou a fisioterapia para tratar a doença, que é considerada rara entre homens.
“Um em cada 755 homens será diagnosticado com câncer de mama durante a vida. E, se você detectar cedo, é algo super tratável”, disse.
Agora no g1
Ele ainda reforçou que apenas 1% dos casos de câncer de mama são em homens e que sua esposa acabou ajudando no diagnóstico.
“Para ser honesto, minha primeira reação foi guardar segredo. Mas descobri que os homens costumam ser diagnosticados em estágios mais avançados porque não se fala disso. Na verdade, meus médicos descartaram essa possibilidade e só consegui fazer o exame no início porque minha esposa insistiu”, concluiu.
Além de “X-Men”, Tyler está no elenco de “Deadpool & Wolverine”. Nos dois longas ele interpreta o personagem Dente-de-Sabre.

Fonte: G1 Entretenimento