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Glenn Close e Ridley Scott, que nunca ganharam um Oscar, vão receber prêmios honorários


Glenn Close no Oscar 2021
Chris Pizzello/Pool via Reuters
Glenn Close e Ridley Scott, duas lendas do cinema que nunca venceram um Oscar, vão receber prêmios honorários da Academia cinematográfica dos Estados Unidos. o anúncio foi feito pela organização nesta quarta-feira (10).
A atriz americana de 79 anos, conhecida por trabalhos como “Atração fatal” (1987) e “101 dálmatas” (1996), foi indicada oito vezes. A mais recente delas foi como coadjuvante em “Era uma vez um sonho” (2021).
Já o cineasta britânico de 88 anos, diretor de clássicos como “Thelma & Louise” (1991) e “Gladiador” (2000) concorreu quatro vezes. Na última delas, esteve entre os produtores de “Perdido em Marte” (2015), indicado a melhor filme (ele também dirigiu a obra).
Além da dupla, a Academia também vai homenagear com um prêmio o primeiro animador da Disney, Floyd Norman, que participou do desenvolvimento de animações clássicas do estúdio, como “A bela adormecida” (1959) e “Robin Hood” (1973).
A cerimônia acontece em 15 de novembro, em Los Angeles.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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iPhone ou sardinha? Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes


Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes
Reprodução/Instagram
Um vídeo publicado pela influenciadora brasileira Luana Barbour vem repercutindo nas redes sociais após mostrar a abertura de um produto que, à primeira vista, parecia um lançamento de tecnologia. A embalagem sofisticada, semelhante às usadas por grandes empresas do setor, levou muitos usuários a acreditar que se tratava de um novo dispositivo eletrônico. A surpresa veio quando o conteúdo foi revelado: uma lata de peixe enlatado.
Na gravação, publicada no último sábado (5), Luana aparece abrindo a caixa enquanto tenta descobrir o que há dentro.
“Chegou para mim essa semana esse novo produto da David Protein. Eu não sei o que é, estou abrindo com vocês”, diz ela.
Ao retirar a embalagem, a influenciadora conclui:
“Eu acho que é algum peixe. Muito bom, gente. Isso aqui é proteína pura”.
Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes
Reprodução/TV Globo
O contraste entre a apresentação do produto e o item em si gerou milhares de comentários e reações na internet. Muitos internautas compararam o produto a uma simples lata de sardinha ou atum encontrada em supermercados.
“Eu já tinha até curtido achando que era uma esquete muito bem feita”, escreveu uma usuária.
“Embalaram a sardinha numa caixa de iPhone”, comentou outra.
Outros demonstraram surpresa com a reação da influenciadora diante do produto.
“Não estou entendendo se é piada ou se está falando sério”, escreveu uma usuária.
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O que é o produto?
Apesar das comparações com sardinha, o item lançado pela David Protein é um bacalhau enlatado chamado “Cod 2”. Segundo a empresa, cada lata contém 18 gramas de proteína e apenas 70 calorias, com apenas dois ingredientes: bacalhau do Atlântico e sal.
O produto é vendido em pacotes com quatro unidades por US$ 39 nos Estados Unidos. De acordo com a fabricante, o peixe é capturado nas águas do Atlântico Norte, na Groenlândia, e processado na Dinamarca.
Vídeo de influenciadora mostrando peixe enlatado em embalagem premium viraliza nas redes
Reprodução/TV Globo
Estratégia de marketing
A David Protein é uma marca americana conhecida por suas barras proteicas. Segundo a empresa, o bacalhau enlatado foi lançado como uma edição especial alinhada à sua proposta de oferecer alimentos com alto teor de proteína e baixo número de calorias.
O que mais chamou atenção, porém, foi a forma como o produto foi apresentado. O lançamento foi divulgado em uma embalagem que lembra as utilizadas por empresas de tecnologia, além de adotar uma comunicação inspirada nas apresentações de novos dispositivos eletrônicos.
Nas redes sociais, usuários interpretaram a iniciativa como uma estratégia para reforçar o posicionamento da marca. A embalagem diferenciada e o formato de “unboxing” ajudaram a impulsionar a repercussão do produto, que acabou ultrapassando o universo fitness e virou assunto entre internautas.
Bacalhau enlatado é apresentado em caixa que lembra embalagens de produtos de tecnologia e chamou atenção de internautas
Reprodução/Redes Sociais

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny se encontra com o Papa Leão XIV em Madri, mas deveria ter tirado mais fotos


Papa Leão XIV (à esquerda) e cantor Bad Bunny.
Yara Nardi/Mike Blake//Reuters
O Papa Leão XIV teve um breve encontro privado com o cantor porto-riquenho Bad Bunny no estádio Bernabéu, em Madri, na noite de segunda-feira (8), enquanto ambos estavam em turnê pela Espanha.
A informação foi confirmada pelo Vaticano na terça (9). A Santa Sé afirmou que não deve divulgar fotos do encontro.
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Segundo um comunicado do Vaticano, o papa encontrou o astro do reggaeton —cujo álbum “Debí Tirar Más Fotos” (“Eu Deveria Ter Tirado Mais Fotos”) venceu o prêmio de Álbum do Ano no Grammy deste ano— acompanhado de sua família e outras pessoas. Ele lhes dirigiu uma breve saudação antes de deixar o estádio, acrescentou a nota.
Leão XIV, que irritou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no início deste ano ao criticar a guerra no Irã, está em uma viagem de uma semana pela Espanha. Em sua passagem pelo país europeu, o pontífice voltou a alertar que a escalada de conflitos levou o mundo a uma “crise profunda”.
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Coincidentemente, provocar a ira de Trump é algo que o papa e Bad Bunny — têm em comum.
O cantor tem sido vocal em suas críticas às políticas rígidas anti-imigração de Trump e se alçou como opositor do presidente norte-americano após uma apresentação histórica no show do intervalo do Super Bowl em fevereiro, em que cantou reggaeton em espanhol no evento mais importante do esporte dos Estados Unidos. Trump classificou a apresentação como “absolutamente terrível” e “uma afronta à grandeza dos EUA”.
Bad Bunny também apoiou a ex-vice-presidente Kamala Harris, do Partido Democrata, na eleição presidencial de 2024.
O pontífice fará uma missa na frente da basílica da Sagrada Família na tarde desta quarta (10), para marcar a inauguração da icônica igreja projetada pelo arquiteto Antoni Gaudí.

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum que uniu Clara Nunes a Paulo César Pinheiro, ‘Canto das três raças’ faz 50 anos como trilha do Brasil mestiço


Capa do álbum ‘Canto das três raças’ (1976), de Clara Nunes
Reprodução
♫ MEMÓRIA – DISCOS DE 1976
♬ Analisado em perspectiva na discografia de Clara Nunes, 50 anos após o lançamento, o álbum “Canto das três raças” se impõe como divisor de águas na trajetória fonográfica da cantora mineira. Àquela altura, em 1976, a mineira Clara Francisca Gonçalves (12 de agosto de 1942 – 2 de abril de 1983) já estava convertida ao samba há cinco anos e já havia se imposto como um dos maiores nomes do gênero e uma das maiores cantoras da música brasileira pela voz luminosa, de emissão clara.
Contudo, o álbum gravado entre julho e agosto de 1976 – e editado em LP de capa dupla pela gravadora EMI-Odeon com luxuosa arte gráfica – expandiu o canto de Clara. A artista queria ser percebida como uma cantora de música brasileira, sem o rótulo de sambista, ainda que sempre tivesse o samba como norte e base do repertório.
Para que Clara atingisse o objetivo, foi fundamental a união da artista com o compositor e produtor musical Paulo César Pinheiro. “Canto das três raças” é o álbum que marca o início da parceria da cantora com Pinheiro, com quem Clara se casou em julho de 1975 após iniciar relacionamento em 1974.
Descontada a fase irregular e inexpressiva da década de 1960, a discografia de Clara Nunes pode ser dividida entre os álbuns produzidos por Adelzon Alves e os discos feitos com Paulo César Pinheiro.
Arquiteto da imagem de sambista adotada por Clara a partir de 1971, com direito a um figurino estilizado de baiana, Adelzon deu forma aos álbuns lançados pela cantora em 1971, 1972, 1973 e 1974. Foram quatro discos de consolidação da imagem e da voz da cantora no universo do samba.
Desfeita a conexão com Adelzon, Clara Nunes lançou álbum de transição em 1975, “Claridade”, arranjado e produzido pelo violonista Hélio Delmiro (1947 – 2025) – nome indicado pelo próprio Paulo César Pinheiro e creditado como produtor executivo na ficha técnica original do LP – em parceria com Renato Correa, este creditado como diretor de produção.
Foi somente em “Canto das três raças” que Pinheiro assumiu a direção artística da discografia da cantora em vínculo que durou até a morte precoce de Clara, aos 40 anos, em abril de 1983, vítima de complicações decorrentes de operação de varizes.
Neste álbum, o décimo da artista, Clara Nunes gravou dez músicas formatadas em estúdio sob direção musical de Lindolpho Gaya (1921 – 1987), maestro também responsável pelos arranjos e regências do disco, função que dividiu com Orlando Silveira (1925 – 1993), Francis Hime – que orquestrou a regravação de “Basta um dia” (Chico Buarque), música da trilha sonora da peça “Gota d’água” (1975) – e Nelson Martins dos Santos (1927 – 1996), o maestro conhecido no meio artístico como Nelsinho.
Como em todos os discos lançados por Clara Nunes a partir de 1971, o repertório do álbum “Canto das três raças” é irretocável. A começar pelo memorável samba que deu nome ao disco, uma das músicas mais conhecidas e revisitadas do repertório de Clara. Trata-se do segundo grande sucesso da parceria de Paulo César Pinheiro com o compositor Mauro Duarte (1930 – 1989), projetada dois anos antes com a gravação, pela mesma Clara Nunes, do lírico samba “Menino Deus”, um dos sucessos do álbum “Alvorecer” (1974).
Além de assinar com Pinheiro a música-título do álbum “Canto das três raças”, faixa que sintetizou as intenções da cantora e do produtor de fazer do canto de Clara uma tradução da amplitude musical do Brasil mestiço, Mauro Duarte – mineiro que se mudou para o Rio de Janeiro (RJ) na infância – é o único compositor do segundo hit radiofônico do disco, “Lama”.
“Lama” é samba que Duarte ofereceu a Ataulfo Alves (1909 – 1969) – por ironia o autor do primeiro samba gravado por Clara com sucesso, “Você passa eu acho graça” (1968) – e que Ataulfo recusou por temer que todo mundo pensasse que o samba de tom moralista era dele, Ataulfo, e não do então iniciante Mauro Duarte.
“Lama” é a segunda faixa do disco, que segue com um baião de sotaque interiorano, “Alvoroço no sertão” (Aldair Soares e Raimundo Evangelista, 1954), ouvido por Clara na infância vivida no interior de Minas Gerais, como conta Paulo César Pinheiro nas notas que escreveu para cada uma das dez músicas do álbum.
Acordeonista e maestro paulista, recorrente nas fichas técnicas dos álbuns de Clara orquestrados pelo maestro Gaya, Orlando Silveira fez o arranjo de base de “Alvoroço no sertão” com músicos que tocavam com Jackson do Pandeiro (1919 – 1982).
Compositor de “Juízo final” (1973), um dos grandes sucessos do álbum “Claridade” (1975), Nelson Cavaquinho aparece duplamente no repertório de “Canto das três raças”. Dele, Clara deu voz a um então inédito samba de resignação esperançosa – “Tenha paciência”, parceria de Nelson com Guilherme de Brito (1922 – 2006) – e a uma também inédita marcha-rancho, “Risos e lágrimas”, parceria do bamba com Rubem Brandão e José Ribeiro de Souza.
Entre uma e outra composição de Nelson Cavaquinho, Clara Nunes gravou valsa de Vinicius de Moraes (1913 – 1980), “Ai quem me dera”, tema embebido em lirismo melancólico lançado originalmente na trilha sonora da novela “Fogo sobre terra” (1974). O piano e o arranjo da faixa são de Francis Hime. Contudo, é o sopro da flauta de Celso Woltzenlogel que sublinha o tom tristonho da valsa, uma das poucas composições em que Vinicius de Moraes assina música e letra.
Entre o jongo e o tema de capoeira, ritmo evocado pelo berimbau percutido pelo ritmista Alfredo do Vidigal, “Fuzuê” marca o terceiro encontro de Clara Nunes com os compositores Romildo Bastos e Toninho Nascimento, dupla que já havia fornecido dois grandes sucessos para a cantora, “Conto de areia” (1974) e “Deusa dos orixás” (1975).
Na sequência do álbum “Canto das três raças”, outra dupla de compositores assume o disco após “Fuzuê”. É quando Clara abre o pano do passado com a lembrança de “Meu sofrer”, samba da dupla Bide e Marçal, formada pelos pioneiros Alcebíades Barcelos (1902 – 1975) – o Bide – e Armando Vieira Marçal (1902 – 1947). O samba “Meu sofrer” tinha sido lançado em 1948 pelo cantor Carlos Galhardo (1913 – 1985), voz da era do rádio.
Completa o repertório do álbum mais um samba, “Retrato falado”, este da parceria de Eduardo Gudin com Paulo César Pinheiro, autor da letra escrita sobre a melodia enviada por Gudin no fim de 1975.
Escorado no sucesso da música-título e de “Lama”, o álbum “Canto das três raças” vendeu bem – cerca de 300 mil cópias na época – e preparou o terreno para grandes álbuns que vieram na sequência, todos produzidos por Paulo César Pinheiro com repertórios do mesmo alto nível, com menções honrosas para “As forças da natureza” (1977), “Brasil mestiço” (1980) e “Nação” (1982), derradeiro álbum da discografia de Clara Nunes, imortal cantora do Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lisa, do Blackpink, mostra ensaio de ‘Goals’ para a Copa do Mundo


Lisa, do Blackpink, mostra ensaio de ‘Goals’ para Copa do Mundo
Lisa, integrante do Blackpink, compartilhou um vídeo nas redes sociais mostrando os ensaios para a performance de “Goals”, uma das músicas oficiais da Copa do Mundo.
A faixa é uma colaboração entre a artista, Anitta e o astro nigeriano Rema. A produção é assinada pelos brasileiros Tropkillaz, além de Cirkut, Pink Slip e Bava.
Anitta, Lisa e Rema serão uma das atrações da cerimônia de abertura, que acontece em Los Angeles (EUA), no dia 12 de junho.
Lisa, do Blackpink, mostra ensaio de ‘Goals’ para a Copa do Mundo
Reprodução/Tiktok
Copa já reúne músicas de Shakira e outros artistas
Além de “Goals”, o álbum oficial da Copa do Mundo terá faixas como “Dai Dai”, de Shakira com Burna Boy, e “Lighter”, de Jelly Roll e Carín León.
“Dai Dai” ganhou um clipe gravado no Maracanã, com participação do grupo de dança Dance Maré.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘100 dias’, filme de Carlos Saldanha sobre travessia de Amyr Klink no Atlântico, ganha 1º trailer; ASSISTA

Assista ao trailer de ‘100 dias’
O filme brasileiro “100 dias”, sobre a travessia do Oceano Atlântico realizada por Amyr Klink em um barco a remo, ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (10). Assista ao vídeo acima.
Dirigida por Carlos Saldanha (“A Era do Gelo”), a obra conta com Filipe Bragança (“Coração acelerado”) no papel do navegador.
O roteiro escrito por Elena Soarez e Thais Tavares, dupla que trabalhou junta em “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, conta a história da aventura de 1984 do brasileiro, que saiu do país africano da Namíbia com um barco projetado por ele mesmo e chegou a Salvador, na Bahia, 100 dias depois.
A estreia está prevista nos cinemas brasileiros para o dia 29 de outubro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Milhares de pessoas assinam petição no Japão contra o uso de personagens de anime por Trump

Quase 20.000 pessoas assinaram uma petição online no Japão para protestar contra o uso que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a Casa Branca fazem de personagens de mangá e anime nas redes sociais.
No caso mais recente, um vídeo publicado no sábado na plataforma Truth Social pelo republicano mostra Trump como o ninja Naruto Uzumaki, da popular série “Naruto”, o que provocou uma reação indignada entre os fãs.
Outra publicação feita pela Casa Branca em março parecia misturar imagens de ataques militares dos Estados Unidos contra o Irã com trechos de filmes e programas conhecidos, entre eles a série de mangá e anime “Yu-Gi-Oh!”.
A petição foi criada em março, mas foi reaberta na terça-feira após o novo vídeo de “Naruto”.
A iniciativa é apresentada como um esforço “urgente” para expressar as preocupações dos fãs dos gêneros asiáticos de animação aos detentores dos direitos, afirmaram os organizadores.
“Durante muitos anos, estas obras inspiraram o público de todo o mundo ao transmitir valores como coragem, amizade e perseverança”, afirma o documento.
“Por isso, muitos fãs ficam preocupados quando as imagens das obras parecem ser utilizadas em contextos políticos ou militares que podem divergir das intenções dos criadores originais ou dos detentores dos direitos”, acrescenta.
stu/aph/mjw/arm/mvl/fp

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho do cineasta Rob Reiner, acusado de matar os pais, reivindica fundos da família


O diretor Rob Reiner, sua esposa Michele Singer e seu filho Nick Reiner em evento de lançamento da Teen Vogue, em 2013
Michael Buckner / Getty Images via AFP
Nick Reiner, filho do diretor de cinema americano Rob Reiner, acusado de matar os pais, pediu acesso a um fundo fiduciário familiar de 1,5 milhão de dólares (7,76 milhões de reais) para pagar sua defesa, segundo documentos judiciais.
Reiner, de 32 anos, enfrenta duas acusações de homicídio em primeiro grau pelo duplo assassinato de seu pai e sua mãe, que abalou Hollywood.
Os corpos de Rob Reiner, de 78 anos, e da fotógrafa Michele Singer Reiner, de 70, foram encontrados sem vida na casa do casal, em um bairro nobre de Los Angeles, em dezembro.
Um pedido de 136 páginas apresentado em Los Angeles afirma que Nick Reiner deveria ter começado a receber, há dois anos, o fundo fiduciário criado por seus pais e que, como não teve acesso a esses recursos, também não pôde pagar os altos honorários dos advogados que o representaram após sua prisão.
“Nick amava seus pais e está devastado com suas mortes”, diz a petição apresentada nesta segunda-feira. “Mas os fatos sobre o que aconteceu e o que não aconteceu com eles não estão em questão neste litígio sobre o fundo fiduciário”, acrescenta o documento.
Reiner foi inicialmente representado pelo advogado de celebridades Alan Jackson, que deixou o caso pouco tempo depois.
O fundo fiduciário faz parte de um plano patrimonial dos Reiner para seus três filhos, estabelecido em 1993.
De acordo com a petição, Nick deveria receber metade do dinheiro do fundo em seu nome ao completar 30 anos, e a outra metade cinco anos depois. Seus advogados alegam que as distribuições são obrigatórias e incondicionais.
Reiner, que tem histórico de dependência química, declarou-se inocente das acusações de homicídio. Ele segue preso e seu caso deve voltar a ser analisado em setembro. Ele pode ser condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional e até à pena de morte.

Fonte: G1 Entretenimento

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MP pede prisão do cantor francês Patrick Bruel por acusações de abusos sexuais

Promotores franceses pediram nesta quarta-feira (10) o indiciamento e a prisão preventiva do popular cantor e ator Patrick Bruel, após dois dias de detenção para interrogá-lo sobre várias acusações de estupro e abusos sexuais.
“O procurador da República solicitou a abertura de uma investigação judicial contra ele e seu indiciamento por atos de estupro, tentativas de estupro, agressões sexuais e assédio sexual relativos a nove vítimas, cometidos entre 2010 e 2019”, indicou o Ministério Público em um comunicado.
O cantor de 67 anos, que durante décadas foi um dos mais famosos da França, com milhões de discos vendidos, foi detido na segunda-feira em Paris, segundo o Ministério Público de Nanterre.
O MP também informou ter incluído no processo denúncias por estupro, tentativa de estupro, agressão sexual e assédio sexual de outras 13 vítimas, ocorridas entre setembro de 1992 e setembro de 2008, mas que podem ter prescrito.
Sob pressão das revelações de novos casos, Patrick Bruel, que nega todas as acusações, cancelou a maior parte de sua próxima turnê na França e no exterior, que deveria começar em junho.
dho-mlf/dbh/pc/fp

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Bella Longuinho, influencer mineira que viralizou ao compartilhar transição de gênero nas redes sociais

Bella Longuinho, que terminou o relacionamento e relatou nesta terça-feira (9) ter sido agredida pelo namorado, é uma influenciadora digital e criadora de conteúdo nascida em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais. Conhecida pelo público principalmente no TikTok, ela reúne milhões de seguidores nas redes sociais, onde compartilha vídeos sobre rotina, beleza, estilo de vida e sua trajetória pessoal.
Aos 24 anos, Bella começou a produzir conteúdo durante a pandemia de Covid‑19, em 2020. No início, chamava atenção com vídeos de humor e conteúdos ligados ao universo fitness, quando ainda utilizava o nome Zé Longuinho.
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O crescimento veio em 2021, quando viralizou com vídeos de dança nas redes sociais. Desde então, consolidou sua presença digital e passou a ampliar o alcance com conteúdos mais pessoais.
Transição de gênero
A influenciadora ganhou ainda mais destaque a partir de 2024 e 2025, ao compartilhar publicamente sua transição de gênero. Nas redes, Bella passou a mostrar diferentes etapas do processo, incluindo hormonização, mudanças físicas e cirurgias.
Entre os procedimentos, estão feminização facial, implantes e uma cirurgia de redesignação sexual realizada na Tailândia, país conhecido por esse tipo de intervenção.
A forma aberta como relata a própria experiência ajudou a ampliar a repercussão do conteúdo. Vídeos mostrando o “antes e depois” da transição costumam viralizar, acumulando milhões de visualizações e comentários.
Redes sociais
No TikTok, principal plataforma da influenciadora, Bella soma cerca de 4 milhões de seguidores e mais de 120 milhões de curtidas.
Os vídeos publicados misturam diferentes temas, como rotina diária, transformações de visual, dancinhas, dicas de beleza e reflexões sobre identidade e autoestima. Parte do conteúdo também aborda sua vivência como mulher trans e o processo de autoconhecimento.
Além do TikTok, ela mantém presença ativa no Instagram, onde continua compartilhando detalhes da vida pessoal e interagindo com seguidores.
Trajetória
Bella deixou o curso de Direito após perceber que poderia viver da internet, com o crescimento do público e das oportunidades profissionais nas redes sociais.
Ela costuma destacar o apoio da família ao longo da transição e afirma que usa seu alcance para mostrar que cada processo é único.
Hoje, a influenciadora é considerada um dos nomes em ascensão entre criadores de conteúdo brasileiros, especialmente por unir entretenimento e relatos pessoais que mobilizam o público nas redes.
Agressão de namorado
Em vídeo publicado nas redes sociais, Bella detalhou o episódio, em que disse ter sido agredida pelo namorado no último fim de semana.
“Eu fui agredida pelo meu namorado em uma festa, em público. Nunca me senti tão humilhada”, desabafou a influenciadora.
Bella explicou ainda que o agora ex-namorado chegou a pedir desculpas, mas que ela não o perdoou. Em um alerta direcionado a outras mulheres, ela enfatizou:
“Não aceitem nenhum tipo de violência e não aceitem nenhum pedido de desculpa. Isso vai acontecer de novo”.

Fonte: G1 Entretenimento