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Quem é Bella Longuinho, influencer mineira que viralizou ao compartilhar transição de gênero nas redes sociais

Bella Longuinho, que terminou o relacionamento e relatou nesta terça-feira (9) ter sido agredida pelo namorado, é uma influenciadora digital e criadora de conteúdo nascida em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais. Conhecida pelo público principalmente no TikTok, ela reúne milhões de seguidores nas redes sociais, onde compartilha vídeos sobre rotina, beleza, estilo de vida e sua trajetória pessoal.
Aos 24 anos, Bella começou a produzir conteúdo durante a pandemia de Covid‑19, em 2020. No início, chamava atenção com vídeos de humor e conteúdos ligados ao universo fitness, quando ainda utilizava o nome Zé Longuinho.
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O crescimento veio em 2021, quando viralizou com vídeos de dança nas redes sociais. Desde então, consolidou sua presença digital e passou a ampliar o alcance com conteúdos mais pessoais.
Transição de gênero
A influenciadora ganhou ainda mais destaque a partir de 2024 e 2025, ao compartilhar publicamente sua transição de gênero. Nas redes, Bella passou a mostrar diferentes etapas do processo, incluindo hormonização, mudanças físicas e cirurgias.
Entre os procedimentos, estão feminização facial, implantes e uma cirurgia de redesignação sexual realizada na Tailândia, país conhecido por esse tipo de intervenção.
A forma aberta como relata a própria experiência ajudou a ampliar a repercussão do conteúdo. Vídeos mostrando o “antes e depois” da transição costumam viralizar, acumulando milhões de visualizações e comentários.
Redes sociais
No TikTok, principal plataforma da influenciadora, Bella soma cerca de 4 milhões de seguidores e mais de 120 milhões de curtidas.
Os vídeos publicados misturam diferentes temas, como rotina diária, transformações de visual, dancinhas, dicas de beleza e reflexões sobre identidade e autoestima. Parte do conteúdo também aborda sua vivência como mulher trans e o processo de autoconhecimento.
Além do TikTok, ela mantém presença ativa no Instagram, onde continua compartilhando detalhes da vida pessoal e interagindo com seguidores.
Trajetória
Bella deixou o curso de Direito após perceber que poderia viver da internet, com o crescimento do público e das oportunidades profissionais nas redes sociais.
Ela costuma destacar o apoio da família ao longo da transição e afirma que usa seu alcance para mostrar que cada processo é único.
Hoje, a influenciadora é considerada um dos nomes em ascensão entre criadores de conteúdo brasileiros, especialmente por unir entretenimento e relatos pessoais que mobilizam o público nas redes.
Agressão de namorado
Em vídeo publicado nas redes sociais, Bella detalhou o episódio, em que disse ter sido agredida pelo namorado no último fim de semana.
“Eu fui agredida pelo meu namorado em uma festa, em público. Nunca me senti tão humilhada”, desabafou a influenciadora.
Bella explicou ainda que o agora ex-namorado chegou a pedir desculpas, mas que ela não o perdoou. Em um alerta direcionado a outras mulheres, ela enfatizou:
“Não aceitem nenhum tipo de violência e não aceitem nenhum pedido de desculpa. Isso vai acontecer de novo”.

Fonte: G1 Entretenimento

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De volta ao país após 20 anos, Robbie Williams quer ‘viver o Brasil de verdade’ pela primeira vez


O cantor Robbie Williams
Jason Hetherington/Divulgação
Robbie Williams voltará ao Brasil para um show único em São Paulo no dia 13 de outubro, no Allianz Parque. E o cantor viverá a experiência de estar no país “como se fosse a primeira vez”.
Isso porque o popstar veio ao Brasil pela primeira vez duas décadas 20 anos. Mais precisamente para um show na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, no dia 18 de outubro de 2006.
Em entrevista ao g1, ao lembrar da sua vista, ele descreve uma passagem sem nenhum momento marcante.
“Eu não vivenciei nada além do hotel e uma viagem de avião”, resume.
Agora no g1
Naquele momento, Robbie Williams vinha ao Brasil com a turnê “Close Encounters”, que misturava seus principais sucessos com alguns singles do seu trabalho mais recente, “Intensive Care”.
Uma das grandes estrelas do mundo da música, Williams vivia tempos sombrios em 2006. Problemas psicológicos e relação tóxica com álcool e com drogas eram temas centrais na sua vida fora dos palcos.
“Foi uma época muito estranha para mim. Eu era o personagem principal de um filme que todo o mundo estava assistindo. O personagem principal, nesse caso, tinha problemas de saúde mental, medo, uma ansiedade muito alta, e problemas de dependência”, explica.
“Tentar compreender o que estava acontecendo com a minha vida naquela época específica era aterrorizante. E divertido. E também um pouco traumático.”
Aliás, boa parte desses problemas estão presentes na ótima cinebiografia “Better Man” (2024), onde o personagem principal (sim, Robbie Williams) é interpretado por um macaco.
Agora, aos 52 anos, vivendo uma fase “pai de família” onde a música ocupa um espaço de trabalho formal, mas com maior liberdade, o cantor volta ao Brasil querendo viver a experiência de conhecer melhor o nosso povo.
Bairrista, com direito a tatuagem em homenagem a Stoke-On-Trent, pequena cidade de cerca de 250 mil habitantes no Oeste da Inglaterra, ele diz que fazer sucesso em outro continente é “como fazer sucesso em Marte”.
E, ao responder sobre o que mais tem curiosidade de experienciar no Brasil, ele foge dos clichês caipirinha, samba e futebol (esporte que ele é fã) com uma frase meio clichê.
“O Brasil é um país místico para o resto do planeta, existe um sentimento especial pelo brasileiro, pelo seu povo, que não é comum. Vocês acertaram muito no branding”, conta.
“Quero vivenciar as pessoas, como é a sensação de ser brasileiro, a sensação de curtir os brasileiros em geral. Estou ansioso por isso.”
Robbie Williams, o troll
Em 16 de janeiro de 2026, pegando o mundo de surpresa, Robbie Williams lançou “Britpop”. O nome chama a atenção pela referência ao movimento musical histórico entre os britânicos dos anos 1990, principalmente pelas bandas Oasis e Blur.
Mas, na verdade, Robbie Williams estava só trollando uma galera com o nome.
“Eu escolhi esse nome porque eu sou britânico e porque faço música pop”, disse ao g1, fechando a cara e ficando em silêncio por cerca de 10 segundos antes de seguir com a resposta.
“Eu também quis fazer uma zoeira, porque eu não fazia parte do movimento britpop lá nos anos 1990. E, naquela época, ninguém queria ser envolvido com esse movimento. Então, aproveitei pra zoar uma galera que acredita que eu não posso estar associado a algo como o britpop hoje”.
O cantor tem um ponto. Lá nos anos 1990, ele e seu grupo, o “Take That”, estavam mais para uma boyband de pop eletrônico.
Em “Britpop”, Robbie Williams se jogou de vez e se aproximou do rock dos seus “colegas”, os irmãos Gallagher, que no ano passado deram as mãos e viajaram pelo mundo em turnê com o Oasis.
O álbum rendeu um grande recorde ao cantor: ele se tornou o primeiro artista a emplacar 16 álbuns no topo das paradas do Reino Unido. O recorde anterior era dos Beatles.
E o que ele sente ao ouvir que superou os Beatles?
“Sinto muitas coisas. Uma delas é vergonha. Eles são os Beatles e eu sou o Robbie de Stoke-on-Trent. Mas também, eu consigo respirar aliviado porque nada de ruim aconteceu no caminho. São 16 álbuns número um. O que acontece se você ficar em segundo lugar? Eu não quero descobrir.”
Williams conta que o novo trabalho lhe deu uma oportunidade musical de trabalhar com referências que ele gostaria de ter usado lá nos anos 1990 – mas não conseguiu aproveitar nenhuma delas com o Take That.
“Eu estava numa boyband com meus 16 anos. Ao meu redor, a galera estava fazendo música com guitarra, o oposto do que acontecia comigo. Se eu pego algo emprestado daquela época, é apenas a lembrança do que gostava musicalmente.”
Falando na década de 1990, o cantor repete frequentemente em entrevistas que aquela época foi um último grande período de inovação cultural, incluindo na música.
Ao falar sobre sua visão da década passada, ele inicia a resposta mencionando a falta de atenção das pessoas atualmente.
“Nos anos 90, havia tempo para respirar. Algo acontecia, nós aceitávamos e depois vivíamos com aquilo. E hoje em dia, algo acontece e, um segundo depois, outra coisa acontece. Agora tudo é baseado em dopamina de um segundo para o outro. Não sei se essa era a sua pergunta, mas essa é a minha resposta”.
A pergunta era sobre isso, mas a resposta tem um ponto “escondido”. E que ele decide não abordar na entrevista.
Robbie e a esposa, Ayda Field, são ativistas por restrições do governo do Reino Unido com relação ao uso de redes sociais por crianças.
A campanha “raise the age” (ou aumente a idade, na tradução literal) pede para que as autoridades locais cobrem as plataformas para um novo limite de idade de acesso às redes – passando para 16 anos. O casal tem quatro filhos entre 12 e seis anos e, obviamente, é diretamente afetado por um dos principais problemas tecnológicos do século XXI.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bella Longuinho relata agressão do namorado e anuncia fim do relacionamento


Bella Longuinho relata agressão do namorado e anuncia fim do relacionamento
A influenciadora Bella Longuinho anunciou o término de seu relacionamento após relatar ter sido agredida pelo namorado em uma boate. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (9), Bella detalhou o episódio, que teria ocorrido no último fim de semana.
“Eu fui agredida pelo meu namorado em uma festa, em público. Nunca me senti tão humilhada”, desabafou a influenciadora.
Bella explicou ainda que o agora ex-namorado chegou a pedir desculpas, mas que ela não o perdoou. Em um alerta direcionado a outras mulheres, ela enfatizou: “Não aceitem nenhum tipo de violência e não aceitem nenhum pedido de desculpa. Isso vai acontecer de novo”.
Horas antes da declaração pública da influenciadora, um usuário das redes sociais já havia relatado ter presenciado a agressão. Segundo a publicação, ele teria registrado um boletim de ocorrência para denunciar o caso à polícia.
Quem é a influenciadora?
Isabella Longuinho, conhecida como Bella, tem 23 anos e é de Santa Rita do Sapucaí (MG)
Reprodução / Redes sociais
Isabella Longuinho nasceu em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, cidade de cerca de 42 mil habitantes, segundo o IBGE. Hoje mora em São Paulo (SP). Ela descreve a infância no interior como um período marcante.
“Minha infância foi uma delícia em Santa Rita. Acho até sagrado ter crescido no interior. Era muito seguro, eu brincava na rua, estudava em escola particular, nunca tive problema de preconceito. Tenho as melhores lembranças”, contou.
No Sul de Minas, Bella cursou o ensino médio na tradicional ETE e fez dois anos de Direito em Pouso Alegre (MG). A pandemia, no entanto, mudou seus planos. Foi quando a câmera virou ferramenta de expressão.
“Comecei a gravar vídeos no TikTok em 2020, fui crescendo, ganhando dinheiro. Quando percebi que dava para viver da internet, saí da faculdade”, explicou.
O primeiro grande estouro veio em 2021, quando dançou de sunga na neve da Suíça ao som de ‘No Chão Novinha’, de Anitta, ainda sob a persona humorística de Zé Longuinho.
Em 2023, mudou-se para São Paulo para investir na carreira. A virada mais profunda, porém, aconteceu em agosto de 2024, quando, após um longo processo terapêutico, Bella se entendeu como mulher trans. Ela iniciou a hormonização em outubro e anunciou publicamente a transição em janeiro deste ano.
O motivo da espera? Ela precisava de um tempo para se entender e ter certeza de suas decisões.
“Primeiro eu precisava de um momento mais eu comigo mesma, sabe? Eu ainda tinha muitas coisas para resolver como Zé Longuinho, que é o meu antigo eu. Eu não me importo de falar meu nome antigo, pra mim não tem problema nenhum. Eu tenho um carinho assim por quem eu fui e tudo mais. Eu sou tipo fã do meu antigo eu”.
A revelação para os familiares aconteceu junto com o anúncio público. “Minha mãe ficou desesperada quando viu. Não por preconceito, isso eles já tinham superado, mas por medo da cirurgia”.
Como foi a transição cirúrgica
Bella documentou todo o processo nas redes sociais. Em fevereiro de 2025, fez a feminização facial. Em junho, colocou próteses de silicone. E em outubro viajou para a Tailândia — país considerado referência mundial no procedimento — para realizar a cirurgia de redesignação sexual.
“Eu me senti mais segura de fazer lá. Eles fazem esse procedimento todos os dias. Aqui no Brasil, o médico faz a cada dois, três meses”, explicou.
Ela permaneceu um mês no país: sete dias internada e outros 21 dias no chamado “hotel-hospital”. O período sozinha do outro lado do mundo se tornou uma das fases mais marcantes da transição.
A influenciadora Bella Longuinho fez cirurgia de redesignação sexual na Tailândia
Reprodução / Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Ronaldinho Gaúcho escala Léo Foguete e Natanzinho Lima para representar o Brasil na seleção do álbum ‘Camisa 10’


Capas do álbum ‘Camisa 10’, lançado hoje, terça-feira, 9 de junho, por Ronaldinho Gaúcho pela gravadora aberta pelo ex-jogador em Miami (EUA)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Ex-jogador de futebol que volta e meia atacou de cantor, já tendo feito feats com Pique Novo e Lukinhas em singles aleatórios, Ronaldinho Gaúcho entra em campo como magnata da indústria da música.
Ronaldinho é o capitão de “Camisa 10”, álbum lançado hoje, terça-feira, 9 de junho, como primeiro empreendimento da gravadora Tu Musica, recentemente aberta em Miami (EUA) por Ronaldinho em sociedade com os empresários Allan Jesus, Roni Maltz Bin e Roberto de Assis, com foco na música da América Latina.
Com 29 faixas que totalizam uma hora e 20 minutos de música, o álbum “Camisa 10” agrega 44 artistas de 18 países em seleção liderada pelo rapper jamaicano Sean Paul, nome associado ao reggae e ao dancehall.
O escrete nacional está pouco representado no álbum, mas Ronaldinho Gaúcho convocou os cantores Léo Foguete e Natanzinho Lima para a seleção brasileira de “Camisa 10”. Ambos atuam com força no circuito nordestino, sobretudo no segmento do forró.
Convidado de Ronaldinho na faixa “Golaço”, Foguete é cantor e compositor pernambucano de 22 anos que disparou no mercado em 2025 com três gravações entre as mais ouvidas no Brasil ao longo do ano passado.
Natazinho Lima é cantor e compositor sergipano de 23 anos que alcançou pico de popularidade em 2024 com mix de brega com arrocha e píseiro. No álbum “Camisa 10”, Natanzinho ocupa uma posição na música “Até quando?”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan cancela show em Angola devido ao ‘contexto sanitário’ no continente africano

O cantor Djavan anunciou nesta terça-feira (9) o cancelamento do seu show em Angola. Segundo comunicado, o motivo foi o ‘contexto sanitário’ no continente africano.
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Teresa Cristina dá ‘Notícia boa’ com Cézar Mendes entre as oito músicas autorais do álbum ‘Tudo que eu tenho’


Teresa Cristina lança em 19 de junho o single ‘Quando a onda passar’, primeira amostra do álbum inteiramente autoral ‘Tudo que eu tenho’
Nana Moraes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Deixo a maré levar / Que a onda vai trazer / Uma notícia boa / O que não deve ser / Não pode acontecer / É ilusão à toa”. Esses versos resignados são da letra de “Notícia boa”, parceria de Teresa Cristina com o compositor e violonista baiano Cézar Mendes.
“Notícia boa” é uma das oito músicas inéditas que compõem o repertório do primeiro álbum inteiramente autoral de Teresa Cristina. O álbum se chama “Tudo que eu tenho” e tem lançamento programado para 24 de julho, após a Copa do Mundo.
No disco, gravado com produção musical e arranjos de Pretinho da Serrinha, a cantora e compositora carioca apresenta músicas feitas com parceiros conterrâneos como Marisa Monte e Moacyr Luz, com quem Teresa assina “Yabá”.
O repertório do álbum “Tudo que eu tenho” também traz músicas compostas por Teresa Cristina com os niteroienses Bruno Barreto – cantor, compositor e percussionista que integra o Grupo Semente, com o qual a cantora despontou em 1998 no circuito de show da Lapa, bairro do centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – e Mingo Silva.
O primeiro single do álbum “Tudo que eu tenho” está agendado para 19 de junho. Com capa que expõe arte criada por Emilio Rangel a partir de foto de Nana Moraes, o single “Quando a onda passar” é samba cujo título dialoga com a metáfora marítima da letra de “Notícia boa”. “Quando a onda passar” é samba composto por Teresa Cristina em parceria com Mosquito e Xande de Pilares.
O álbum “Tudo que eu tenho” chegará ao mercado fonográfico com distribuição da Altafonte, quebrando a sequência de songbooks dedicados pela cantora aos repertórios dos compositores Cartola (1908 – 1980), Noel Rosa (1910 – 1937) e Zeca Pagodinho.
Desde 2007, ano em que lançou o álbum “Delicada”, Teresa Cristina não apresenta um álbum gravado em estúdio com músicas autorais, sendo que “Tudo que eu tenho” é – como já ressaltado – o primeiro gravado somente com músicas da lavra da artista.
Em 19 de setembro, dois meses após a edição do álbum “Tudo que eu tenho”, a cantora inicia turnê que passa por Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) com apresentações no Largo da Tieta, no Teatro Riachuelo Rio e na Casa Natura Musical, respectivamente.
Teresa Cristina canta ‘Yabá’, parceria com Moacyr Luz, no álbum ‘Tudo que eu tenho’
Nana Moraes / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Richarlison rebate críticas ao nome do filho e dispara: ‘Ele não vai precisar trabalhar’


Richarlison ao lado de seu filho, Richarlison Jr.
Redes sociais
Richarlison causou polêmica nas redes sociais após rebater críticas por ter dado seu nome para o primeiro filho, Richarlison Jr.
O atacante do Tottenham Hotspur, clube da Premier League da Inglaterra, gerou debate ao afirmar que a criança não passará por dificuldades financeiras ao longo da vida.
Entenda o que aconteceu
Agora no g1
A discussão começou após uma seguidora do Instagram questionar a escolha do atleta. “Imagina tu chamar Richarlison, viver a vida inteira com as consequências desse nome. Aí, tem um filho, tem a chance de fazer diferente e põe o nome de Richarlison Jr.?”, escreveu.
Na publicação, o jogador não escondeu a irritação e disparou:
“Vai caçar serviço, Monike com k. OBS: o Rick Jr. não vai precisar trabalhar”, garantiu ele.
Print da interação entre jogador Richarlison e seguidora nas redes sociais.
Redes sociais
Festa de um ano com tema de Copa
Richarlison Jr. é fruto do relacionamento do atleta com a influenciadora Amanda Araújo.
O casal, que está junto desde maio de 2024, antecipou as celebrações e comemorou o aniversário do herdeiro no último fim de semana. O tema escolhido para a comemoração foi Copa do Mundo.
O jogador, que vestiu a camisa 9 do Brasil no Catar, em 2022, acabou ficando de fora da convocação final da Seleção Brasileira para o Mundial deste ano.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Em ‘Dia D’, Spielberg busca encanto de clássicos alienígenas como ‘E.T.’ e ‘Contatos imediatos’; g1 já viu


Quando o maior diretor de todos os tempos volta a seu tema favorito, alienígenas, convém prestar atenção. Em “Dia D”, Steven Spielberg evoca o encanto que injetou em clássicos como “Contatos imediatos do terceiro grau” (1977) e “E.T. O extraterrestre” (1982) – com resultados variados.
O primeiro blockbuster do cineasta desde 2018 estreia no Brasil nesta quinta-feira (10) com a inocência otimista e pitadas de teorias da conspiração que marcam alguns de seus melhores filmes.
Como na maioria da obra do veterano, estão lá uma aventura desnorteante contrastada com a calma para a elucidação do mistério, o fascínio pelo desconhecido, a pureza de um olhar quase infantil e grandes atuações de excelentes atores.
No caso, de Emily Blunt (“O diabo veste Prada 2”), Josh O’Connor (“Rivais”) e Colin Firth (“O discurso do rei”).
Infelizmente, é difícil precisar se algo se perdeu nas décadas desde os clássicos que claramente inspiram “Dia D” ou se falta a Spielberg o interesse genuíno por uma inovação – pelo menos uma que vá além da mera técnica.
Os avanços tecnológicos alcançados nesses quase 50 anos que o separam de “Contatos imediatos” são inegáveis. Assim como é praticamente impossível ignorar que, ao final da nova história, entre os inúmeros sentimentos provocados está o de uma leve frustração.
Pelo menos para quem está acostumado a esperar sempre o melhor do diretor.
Assista ao trailer de ‘Dia D’
Uma trama elegante para tempos menos civilizados
Como sempre, Spielberg imagina um mundo onde extraterrestres são reais e onde sua existência é escondida por uma organização com motivações escusas.
No roteiro que o cineasta assina com David Koepp, com quem trabalhou em “Jurassic Park” (1993) e “Guerra dos mundos” (2005), os protagonistas são um grupo de pessoas determinado a acabar com esse segredo e uma mulher (Blunt), presa no fogo cruzado.
É uma trama elegante para tempos menos civilizados. O otimismo e a inocência insistentes do diretor que dominam a narrativa soam quase anacrônicas entre tantas superproduções cínicas e cheias de explosões.
Sempre mais interessado no lado humano de seus conflitos, dá gosto ver a destreza com que o diretor costura os fios entre protagonistas, organização nefasta e a natureza verdadeira dos alienígenas.
Em suas mãos, as quase duas horas e meia de duração não têm espaço para gorduras desnecessárias. Cada momento transmite uma sensação. Cada olhar conta uma história em poucos segundos.
Tudo com o auxílio sempre presente da trilha de John Williams – mais um que pode ser chamado de maior de todos os tempos em sua própria categoria. Talvez falte a “Dia D” um tema marcante como suas duas principais inspirações, mas cada nota é tão responsável pelos sentimentos instigados quanto o cineasta em si.
Delaney Anne Cuthbert em cena de ‘Dia D’
Divulgação
O capítulo que não foi
Difícil cravar, no entanto, que o filme se junte aos clássicos maiores da carreira de Spielberg. Talvez por olhar demais para o passado, e até recriar bem demais grande parte de seu charme, o filme se esqueça de construir algo novo.
Não há nada de errado em reverenciar grandes exemplos – mas é preciso cuidado no caso de autorreferências. Não que a obra soe arrogante. Ela apenas, por vezes, parece satisfeita demais consigo mesma, como em pontas deixadas caprichosamente soltas no final.
É possível perdoar um certo sentimentalismo, em especial nas mãos de quem sabe como ninguém como usá-lo. O perdão é sempre mais fácil com o coração quentinho.
Mas, quando o maior de todos os tempos volta a seu gênero preferido, o mundo tende a esperar um novo capítulo, e não apenas uma visita a tempos mais simples – por melhor que ela seja.

Arte/g1
Emily Blunt e Josh O’Connor em cena de ‘Dia D’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Em contraponto aos EUA, México ‘abre as portas’ para a Copa do Mundo e à diversidade


Em contraponto aos EUA, México “abre as portas” para a Copa do Mundo
Enquanto os Estados Unidos enfrentam críticas por restrições e dificuldades relatadas por visitantes que chegam ao país durante a Copa do Mundo, o México aposta em uma mensagem de acolhimento para turistas e torcedores.
Com o slogan “Coração Grande”, o país busca reforçar uma imagem de hospitalidade e diversidade. Segundo a diretora de Turismo da Cidade do México, Jenny Serur, o objetivo é transmitir uma mensagem de inclusão aos visitantes.
“Dizemos ao mundo: aqui não há classismo, não há racismo, não há discriminação”, afirmou. “cada país tem sua própria maneira de pensar, mas no México, todas e todos são bem vindos”, continua.
O México espera receber cerca de 5 milhões de turistas durante o torneio, que marca a terceira vez que o país sedia uma Copa do Mundo.
Vista geral do Estádio Azteca, na Cidade do México, durante o jogo entre México e Uruguai pelo Mundial Sub-17 de 2011
John Sibley/Action Images/Reuters
Após organizar o Mundial de 1970, quando ainda era visto como uma nação em desenvolvimento, e o de 1986, realizado um ano depois de um terremoto devastador, o país agora quer se apresentar como uma nação global e tecnológica.
Para isso, o governo investiu bilhões de reais em infraestrutura, com foco principalmente em mobilidade urbana. Aeroportos, estradas e estádios passaram por obras de modernização para receber os visitantes, o que soma R$ 41 bilhões em investimentos.
As autoridades orientam os torcedores a utilizarem o transporte público para chegar aos 13 jogos que serão disputados no país. Na Cidade do México, conhecida pelos congestionamentos, o sistema de transporte é apontado como alternativa para reduzir o tempo de deslocamento.
Em um trajeto entre o centro da capital e o Estádio Azteca, por exemplo, a combinação entre metrô e trem de alta velocidade permite completar o percurso em cerca de 40 minutos, metade do tempo estimado para o mesmo caminho de carro. A viagem custa o equivalente a aproximadamente R$ 2,30.
Palco da cerimônia de abertura do Mundial, o Azteca se tornará o primeiro estádio do mundo a sediar três aberturas de Copa do Mundo. A arena já recebeu as finais de 1970 e 1986 e receberá, além da abertura, mais quatro partidas nesta edição do torneio.
As cidades de Guadalajara e Monterrey também passaram por intervenções urbanas e projetos de modernização para receber a competição.
Responsável pela gestão dos três estádios mexicanos utilizados na Copa, um profissional brasileiro destacou a emoção de trabalhar no Azteca. “Toda vez que eu entro aqui, eu me arrepio”, disse Daniel Robles.
Com obras concluídas e a expectativa de milhões de visitantes, o México afirma estar pronto para receber o mundo de portas abertas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rod Melim rebobina o repertório do álbum solo ‘Inimaginável’ em registro acústico audiovisual feito em estúdio


Rod Melim lança álbum acústico amanhã, 10 de junho, com duas músicas novas no repertório autoral
Brunini / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Como a ordem vigente no mercado fonográfico é criar produtos de forma incessante, Rod Melim rebobina o repertório do primeiro álbum solo, “Inimaginável” (2025), em registro acústico de voz e violão.
O álbum “Inimaginável acústico” tem lançamento agendado para as 12h de amanhã, quarta-feira, 10 de junho, com a gravação ao vivo do show intimista captado no estúdio Toca do Bandido, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Além de regravar o repertório do álbum “Inimaginável” somente com o toque do violão de Dudu Castilhol, irmão do produtor musical Rafael Castilhol, o cantor revisita uma música do repertório do trio Melim, “Transmissão de pensamento” (2018), e apresenta duas músicas inéditas.
As novidades são “Mágica”– faixa escolhida para promover a versão acústica do álbum “Inimaginável” – e “Como se o amanhã não fosse chegar”, parceria de Rod com Gabriel Geraissati e Lucas Pierro apresentada em 14 de maio como primeiro single do álbum “Inimaginável acústico”.
Capa do álbum ‘Inimaginável acústico’, de Rod Melim
Brunini

Fonte: G1 Entretenimento