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Álbum de Taylor Swift bate recorde de reproduções no Spotify


Cantora lançou ‘Midnights’ na madrugada de sexta-feira (21). O disco foi o mais tocado em um único dia na plataforma. Taylor Swift em ‘Midnights’
Reprodução/Instagram
A estrela da música Taylor Swift, 32, lançou seu décimo álbum na madrugada desta sexta-feira (21), e, em menos de 24 horas, “Midnights” tornou-se o álbum mais tocado em um único dia na plataforma Spotify.
“Taylor Swift quebrou o recorde de álbum mais tocado em um único dia na história do Spotify. Parabéns”, anunciou a plataforma em sua conta no Twitter.
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O décimo álbum de Taylor marca um retorno emotivo e gradual da cantora ao pop. “Como eu me tornei tão sortuda?”, reagiu a estrela no Twitter. “O que acabou de acontecer??!?!”
As 13 músicas do álbum contam “a história de 13 noites sem dormir espalhadas pela minha vida”, havia tuitado a cantora mais cedo. “Penso em Midnights como um trabalho conceitual, com essas 13 canções criando uma imagem completa das intensidades dessa hora mística e louca”, detalhou.
“Midnights é uma mistura de intensidade, altos e baixos e fluxos. A vida pode ser escura, estrelada, nublada, assustadora, eletrizante, quente, fria, romântica ou solitária, assim como a meia-noite”, prosseguiu Taylor.
Taylor Swift lança ‘Midnights’ nesta sexta-feira (21).
Reprodução/Instagram
No Spotify, a cantora lançou vídeos curtos para comentar as cinco coisas que tiraram seu sono e serviram de inspiração para o trabalho. O álbum é uma nova parceria com Jack Antonoff, seu produtor de longa data.
“A primeira coisa que me manteve acordada à noite e me inspirou nesse álbum foi (…) a autodepreciação”, disse Taylor. Fantasiar com vingança, imaginar o que poderia ter sido, apaixonar-se e desmoronar completam a lista.
As melodias de “Midnights” se inclinam para o electro-pop, acompanhadas de sintetizadores, afastando-se da veia indie folk de seus dois trabalhos anteriores. A produção tem entre suas faixas uma colaboração com a cantora Lana Del Rey, o dueto “Snow on The Beach”, uma reflexão sobre envelhecer e as complicações do amor.
Taylor recompensou seus fãs disponibilizando nas plataformas de streaming uma versão ampliada, intitulada “3am Edition”, que inclui sete faixas bônus.
A espera pelo álbum à meia-noite foi tanta que alguns fãs em Estados Unidos, França e Reino Unido alegaram que problemas técnicos os impediram de ouvir as tão aguardadas músicas na primeira hora de lançamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como o #BookTok se tornou um lugar para fãs de livros no TikTok


Com a hashtag, que acumula mais de 84 bilhões de visualizações, a plataforma virou formato eficaz para aumentar popularidade de obras literárias. Escritora Sarah Sprinz
Andre Pain/AFP
Da alemã Sarah Sprinz ao suíço Joël Dicker, a presença de autores no TikTok, aplicativo em tese pouco provável quando o assunto é literatura, é cada vez maior.
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A hashtag #BookTok aparece cada vez mais na rede social devido ao grande número de leitores que publicam suas resenhas.
Para alguns pode parecem estranho uma plataforma conhecida por seus vídeos curtos, com efeitos visuais ou música, incentivar a leitura, atividade que exige certo grau de concentração.
No entanto, o aplicativo virou um formato eficaz para apresentação das obras favoritas dos usuários e, em alguns casos, aumentar a popularidade dos livros.
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Por conta da crescente influência, pela primeira vez a Feira do Livro de Frankfurt, o maior evento do mundo dedicado à literatura, tornou o TikTok um de seus parceiros.
A tendência “é super importante para mim”, diz Sarah Sprinz, autora do livro best-seller “Dunbridge Academy”, ambientado em um internato da Escócia.
“Acho que contribuiu para o meu sucesso, porque vi muitos vídeos que recomendavam meus livros”, comentou a escritora em uma entrevista à AFP durante a feira.
Sprinz, de 26 anos, acredita que o TikTok oferece um canal particularmente adequado para atrair novos públicos e fomentar o prazer da leitura entre os mais jovens.
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“Impacto na venda de livros”
“Eu realmente acredito que você tem que estar em todos os canais que permitem a leitura ou façam as pessoas lerem”, diz o suíço Joël Dicker, autor do sucesso de vendas “A verdade sobre o caso Harry Quebert”.
Segundo o TikTok, aplicativo da ByteDance, com sede na China, o #BookTok acumula mais de 84 bilhões de visualizações.
A plataforma se tornou “um lugar onde os livros são recomendados e descobertos, mas também onde as críticas são compartilhadas ou a cultura dos fãs é explorada”, explica Tobias Henning, diretor do aplicativo na Alemanha, leste e oeste da Europa.
E isso “tem um impacto real nas vendas de livros no mundo”, observa Henning.
“Gosto de novos romances adultos e tento postar um ou dois vídeos por semana”, disse Sofia Reinbold, de 17 anos, à AFP. Ela visitou a Feira de Frankfurt após saber sobre o evento no aplicativo de vídeos.
“Muitas vezes recebo comentários de seguidores que leem minhas recomendações e acabam comprando os livros”, conta Reibold.
A autora Sarah Sprinz explica o fenômeno #BookTok em duas partes. A primeira por ser uma plataforma visual que permite mostrar pensamentos sobre suas leituras, já a outra, o aceleramento da tendência por conta do confinamento na pandemia.
“Muitas pessoas podem ter se sentido solitárias e isoladas”, e o TikTok as ajudou a “reconectar e encontrar hobbies comuns, como ler”, supõe Sprinz.
É claro que um livro não consegue ter sucesso apenas graças às redes.
“O TikTok e o #BookTok são uma espécie de multiplicadores e uma boa oportunidade para recomendar livros”, mas ela destaca que uma coisa é necessária acima de tudo: “O livro tem que ser bom”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jurados começam a ouvir primeiros argumentos no julgamento de Harvey Weinstein em Los Angeles


Produtor já está cumprindo pena de 23 anos pela condenação por crimes sexuais em Nova York. Na Califórnia, ele enfrenta onze acusações de estupro. Nova etapa do julgamento de Harvey Weinstein em Los Angeles
REUTERS/Andrew Kelly/File Photo
O julgamento do produtor de Hollywood Harvey Weinstein em Los Angeles entra em nova etapa. A partir desta segunda-feira (24), os jurados devem começar a ouvir os primeiros argumentos das testemunhas de acusação. As informações são da agência de notícias Reuters.
Weinstein, 70, está atualmente cumprindo uma sentença de 23 anos por crimes sexuais em Nova York. Em Los Angeles, ele enfrenta 11 acusações de estupro e agressão sexual envolvendo cinco mulheres na área de Beverly Hills e Los Angeles entre 2004 e 2013. Ele se declarou inocente. O ex-poderoso produtor se tornou o rosto das alegações do movimento #metoo, de cinco anos atrás.
Jennifer Siebel Newsom, documentarista, atriz e esposa do governador da Califórnia, Gavin Newsom, é uma das acusadoras de Weinstein no caso da Califórnia. Espera-se que Siebel Newsom testemunhe que Weinstein a agrediu sexualmente durante o que ela achava que seria uma reunião de negócios, de acordo com sua advogada, Elizabeth Fegan.
Harvey Weinstein em audiência sobre casos de abuso sexual em Los Angeles, no dia 29 de julho
Etienne Laurent/Pool via Reuters
As identidades das outras testemunhas de acusação estão sendo mantidas em segredo em documentos judiciais, que se referem a eles como “Jane Does” 1 a 5. Weinstein disse que todos os seus encontros sexuais com mulheres foram consensuais.
Uma testemunha em potencial contra Weinstein é o ator Mel Gibson, que os promotores disseram ser amigo de um dos acusadores.
Weinstein, o produtor vencedor do Oscar de “Shakespeare apaixonado” e “O Discurso do rei”, foi condenado por má conduta sexual em Nova York em fevereiro de 2020. As acusações contra ele ajudaram a alimentar o movimento #MeToo de mulheres denunciando assédio e abuso por parte de Weinstein. homens em Hollywood e além.
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Weinstein foi extraditado de Nova York para uma prisão de Los Angeles em julho de 2021. Agora com a saúde em declínio, ele estava sentado em uma cadeira de rodas durante a seleção do júri no Tribunal Superior de Los Angeles.
Em Nova York, Weinstein está apelando de sua condenação e de 23 anos de prisão. Ele pode pegar até 140 anos de prisão se for condenado por todas as 11 acusações em Los Angeles.
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Fonte: G1 Entretenimento

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15 camas pet para o seu bichinho dormir com conforto


Escolher entre tendinhas, redes ou colchões envolve considerar o espaço da casa e o bem-estar do seu animal. Camas pets
g1
Nossos bichinhos estão sempre nos fazendo companhia, então nada mais justo que encher a casa com cantinhos para eles dormirem e relaxarem junto com a gente.
Para acomodar as necessidades do seu animal de estimação, o Guia de Compras reuniu 15 sugestões de camas pet, cada uma com seu diferencial.
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Camas pets; camas fechadas
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As camas fechadas são ideais para animais de pequeno porte, como gatos, roedores e até alguns cães. Elas podem ser fofas ou firmes, mas o importante é que envolvam o animal acima e nas laterais.
Gatos e roedores costumam gostar mais deste tipo de recanto, por serem bichos que apreciam a sensação de segurança de esconderijos.
As caminhas podem ser do tipo caverna, tenda ou iglu. Existem ainda os modelos de dupla função, que podem ser dobrados para serem usados também na versão aberta.
Os produtos custavam de R$ 105 a R$ 163, em setembro, nas lojas on-line consultadas.
Cama para roedores Nocnoc
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Cama iglu Luppet
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Cama caverna TecNet
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Cama tenda Pugbox
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Cama caverna Click
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Camas pets; camas firmes
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Para os animais de grande porte, que costumam enfrentar mais problemas de articulações por serem mais pesados, as camas firmes podem ser uma opção.
Elas fornecem um maior suporte para o seu bichinho do que superfícies muito macias, porém não chegam a ser tão duras quanto o chão.
É preciso apenas tomar cuidado com a altura; cães mais velhos precisam de camas mais próximas ao piso.
As camas do tipo suspensas são feitas com textilene, um material durável feito de vinil entrelaçado. Outros modelos são estruturados com pequenos colchões, e podem vir com apoios nas laterais.
Em setembro, o preço do item mais barato era R$ 159, e o do mais caro, R$ 600.
Cama box BF Colchões
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Cama suspensa Meemo

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Cama paris Steel Furniture
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Camas pets; camas fofinhas
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Feitas para os bichinhos que adoram se aconchegar em superfícies macias, as camas fofinhas são ótimas para pets de qualquer tamanho.
Elas podem ter o centro mais fundo, com apoios nas laterais, ou ter o formato de almofadões, completamente abertas.
Os modelos consultados custavam, em setembro, desde R$ 65 até R$ 433 nas lojas on-line.
Cama redonda nuvem LD Pet
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Cama sofá Filhos e Filhotes

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Cama almofada São Benedito
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Camas pets; camas suspensas
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A proposta das camas suspensas é providenciar um espaço de descanso em lugares inusitados, assim como dar aos bichinhos a sensação de estar acima do chão.
São adoradas pelos gatos – que gostam de se acomodar em locais altos – e também podem agradar aos roedores.
Para os felinos, existem as caminhas de janela, cujo suporte é mais firme, feito por um conjunto de ventosas grudadas no vidro.
Tanto os gatos quanto os hamsters gostam das redes, que podem servir tanto como lugar de descanso como de brincadeiras.
Em setembro, as camas custavam de R$ 64 a R$ 116 nas lojas on-line consultadas.
Cama de janela para gatos Kavju

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Fonte: G1 Entretenimento

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Kayode lança ‘Flow da pele’, álbum que ecoa o lirismo ativista do rap brasileiro


♪ Felype Kayode já foi MC Joker, nome ligado ao funk de São Paulo. Como MC Joker, o artista paulistano – nascido e criado na zona leste da cidade – lançou discos como o EP Evoluz (2015) e o álbum Terremoto (2016).
Aos poucos, o cantor e compositor migrou do funk para o rap e adotou o nome artístico de Kayode. É como Kayode que o artista lança na próxima sexta-feira, 28 de outubro, o álbum Flow da pele com 18 faixas gravadas sob direção musical de Caio Paiva e um time de produtores musicais que inclui DropAllien, Nagalli, Pedro Lotto, Rodrigo Pacote e Wey, além do próprio Caio Paiva.
Antecedido pelo curta-metragem que antecipou as faixas Pedra de memória e Podcast, reveladas em roteiro que abordou temas como o abuso policial sofrido pelo povo preto, o álbum Flow da pele transita pelo trap, mas foi idealizado com a intenção de valorizar o lirismo ativista do rap brasileiro.
Com músicas como Agonia, Agradecer, Caminho pro seu ouvido, Cores, Funkness e Seu dia, o disco tem participações de Clara Lima e Victor Xamã nas faixas Fatia do céu e Parte do problema, respectivamente.
Capa do álbum ‘Flow da pele’, do rapper Kayode
Divulgação
Contracapa do álbum ‘Flow da pele’, do rapper Kayode
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Pianista Gilson Peranzzetta expõe lembranças de Barcelona no álbum autoral ‘Caderno espanhol’


Gilson Peranzzetta homenageia o pianista catalão de jazz Tete Montoliu (1933 – 1997) em música do álbum ‘Caderno espanhol’
Marcelo Castello Branco / Divulgação
♪ Pianista, compositor e arranjador carioca, Gilson Perannzzetta viveu em Barcelona, cidade da Espanha, entre 1971 e 1974 – anos antes de ganhar projeção como músico e maestro no universo da MPB a partir da segunda metade da década de 1970.
Durante o isolamento social forçado pela pandemia de covid-19, o artista atiçou as memórias afetivas desses tempos que viveu na Espanha, sobretudo no período passado em Barcelona. Essas lembranças foram o mote da criação de Caderno espanhol, álbum que Peranzzetta lança na próxima sexta-feira, 28 de outubro, em edição da Mills Records.
O pianista toca 12 temas autorais em Caderno espanhol. Os títulos de várias músicas – Barcelona, Calle San Pablo, Catedral Sagrada Família, Las ramblas e Pelas ruas de Barcelona – já explicitam a inspiração do compositor.
Gravado por Peranzzetta com o baixista Didier Fernan e o baterista Rodrigo Dias, tendo Mauro Senise (saxofone e flauta), Murilo da Rós (guitarra flamenca) e Ricardo Pontes (saxofone e flauta) como músicos convidados, o álbum Caderno espanhol tem tema batizado com o nome de Tete Montoliu (1933 – 1997), pianista catalão de jazz com quem Gilson dividiu o palco diversas vezes.
Como curiosidade do disco, há o fato de o pianista fazer vocalize no tema Algorta Bilbao.
Capa do álbum ‘Caderno espanhol’, de Gilson Peranzzetta
Marcelo Castello Branco

Fonte: G1 Entretenimento

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Regina Braga parte do samba até chegar em Itamar Assumpção no roteiro afetivo, histórico e musical de ‘São Paulo’


Dirigido por Isabel Teixeira, espetáculo celebra apaixonadamente a maior cidade do Brasil através do encadeamento de músicas e textos de diversos autores. Resenha de espetáculo musical de teatro
Título: São Paulo
Elenco: Regina Braga
Direção: Isabel Teixeira
Banda: Alfredo Castro (voz e percussão), Gustavo de Medeiros (voz e violão), Vitor Casagrande (voz, cavaquinho e bandolim) e Xeina Barros (voz e percussão)
Local: Teatro Paulo Eiró (Santo Amaro – São Paulo, SP)
Data: 22 de outubro de 2022
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Espetáculo em cartaz de 27 a 30 de outubro de 2022 no Teatro João Caetano (Vila Clementino – São Paulo, SP)
♪ SÃO PAULO – Uma das mais expressivas atriz da cena brasileira, com 55 anos de atividade profissional nos palcos e telas, Regina Braga é mineira de Belo Horizonte (MG) abrigada na cidade de São Paulo (SP) desde os anos 1960.
Até por conta dessa rota migratória, comum nas vidas de milhões de brasileiros, a biografia da artista a legitima como protagonista de São Paulo, espetáculo em que Braga segue roteiro afetivo, histórico e musical ao mapear os caminhos da maior cidade do país desde a fundação em 25 de janeiro de 1554.
Em cartaz por teatros paulistanos desde 28 de janeiro, seguindo atualmente circuito popular, São Paulo junta a atriz com banda que, na apresentação de 22 de outubro no Teatro Paulo Eiró, era formada por Alfredo Castro (voz e percussão), Gustavo de Medeiros (voz e violão), Vitor Casagrande (voz, cavaquinho e bandolim) e Xeina Barros (voz e percussão).
Sob a direção delicada da também atriz Isabel Teixeira, Regina Braga põe a voz a serviço de roteiro musical que parte do samba – precisamente do samba sintomaticamente intitulado Raiz (1979), do compositor Paulo Vanzolini (1924 – 2013), dono de cancioneiro primordialmente identificado com São Paulo – até chegar nas dissonâncias ainda modernas de Itamar Assumpção (1949 – 2003). De Itamar, a atriz aborda Persigo São Paulo (2010) em número pautado pela densidade da interpretação no clímax do espetáculo.
Sem a pretensão de se colocar em cena como cantora, Regina Braga solta a voz pequena como grande atriz que é – e, por isso mesmo, compensa a ausência de musicalidade e suingue sobressalentes com a precisão das interpretações, acertando sempre o sentido das letras de músicas como Alta noite (Arnaldo Antunes, 1993).
Entre uma música e outra, a atriz interpreta textos de diversos autores que traduziram São Paulo. São textos de nomes como o padre jesuíta José Anchieta (1534 – 1597), o poeta e escritor Mário de Andrade (1893 – 1945), o médico e escritor Drauzio Varella e o escritor Plínio Marcos (1935 – 1999), de quem Regina ficou amiga quando começou a frequentar o meio teatral paulistano, ainda como estudante de arte dramática, nos anos 1960.
Regina Braga na cena de ‘São Paulo’, espetáculo feito pela atriz com quatro músicos
Roberto Setton / Divulgação
A propósito, os relatos pessoais da atriz – no início e sobretudo no fim do espetáculo – aproximam o espectador da cena, potencializando a emoção do relato. É quando a atriz se desnuda no palco, deixando transparecer a paixão pela cidade, matéria-prima das músicas e dos textos de São Paulo.
Posicionado em mesa ao centro da cena, o quarteto de músicos toca, canta e interage com a atriz, como se essa mesa estivesse em um bar da cidade em que a trilha sonora é apresentada sem formalismos, exibicionismos e obviedades.
Uma das mais completas traduções musicais de São Paulo (SP), a obra do compositor Adoniran Barbosa (1910 – 1982) é recorrente no roteiro assinado por Regina Braga com colaborações dos músicos. Ainda assim, em vez de standards até justificáveis como Saudosa maloca (1955) e Trem das onze (1964), a atriz optou por sambas como Abrigo de vagabundos (1958) e Aguenta a mão, João (Adoniran Barbosa e Hervê Cordovil, 1971).
Tanto os sambas como as impressões pessoais da atriz humanizam o painel histórico montado através do encadeamento dos textos e músicas de espetáculo que se alimenta de todas as coisas que, em 2022, ainda acontecem no coração daquela ex-estudante mineira de teatro – deslumbrada ao descobrir que morava no mesmo pensionato de atrizes como Dina Sfat (1938 – 1989) e Isabel Ribeiro (1941 – 1990) – quando Regina Braga fala do amor por São Paulo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiz Galvão está imortalizado pela ginga das letras escritas para os Novos Baianos


Ao dançar conforme a música feita pelo grupo do qual foi fundador, o poeta deixa versos pautados pela leveza e pelo suingue, em sintonia com o som do parceiro Moraes Moreira. ♪ OBITUÁRIO – “…Nada mais bonito / Que um brasileiro pé duro / Representante da raça / Descendo num samba a ladeira da praça”.
Os versos do samba Ladeira da praça (1974) – composto por Moraes Moreira (1947 – 2020) com letra de Luiz Galvão e gravado pelos Novos Baianos no quarto álbum do grupo – exemplificam a ginga da poesia de Luiz Dias Galvão (22 de julho de 1935 – 22 de outubro de 2022).
A ginga se eterniza com a morte do compositor letrista aos 87 anos na noite de ontem, em São Paulo (SP), cidade onde Galvão estava internado desde meados de setembro para tratar de vários problemas de saúde (a família confirmou a morte na redes sociais sem divulgar a causa).
Fundador e principal letrista dos Novos Baianos, Galvão foi fundamental na história do grupo – aglutinado por ele em Salvador (BA), em 1968, com Moraes e Paulinho Boca de Cantor – e, portanto, na história da música brasileira.
Baiano de Juazeiro (BA), Galvão foi conterrâneo e amigo de João Gilberto (1931 – 2019), o bruxo que, ao bater na porta do sítio comunitário onde os compositores e músicos se reuniam em atmosfera hippie de paz e amor, apontou os caminhos para a alquimia que gerou o álbum Acabou chorare (1972), obra-prima da discografia do grupo que, além de Moraes e Paulinho Boca de Cantor, àquela altura já havia incorporado Baby do Brasil – então Baby Consuelo – e Pepeu Gomes.
Galvão foi essencial para a conexão dos Novos Baianos com João Gilberto, o responsável pela direcionamento do grupo rumo a uma brasilidade que ficara abafada na atmosfera de rock psicodélico em que foi ambientado o primeiro álbum do grupo, É ferro na boneca! (1970).
Feita a conexão definidora com João, Galvão foi o poeta também essencial que criou letras afinadas com o mix de samba e rock com toques de baião, bossa nova e choro que deu o tom do álbum Acabou chorare, título incontornável em qualquer antologia discográfica brasileira.
O poeta soube dançar conforme a música, criando letras pautadas pela leveza e pela ginga, em fina sintonia com o principal parceiro, Moraes Moreira, autor das melodias.
Sucessos na voz de Baby do Brasil, A menina dança (1972) e Tinindo trincando (1972), por exemplo, têm letras escritas com a vivacidade elétrica do canto da artista. Escrita sem formalismos, a poesia de Galvão tem musicalidade embebida do espírito de liberdade.
Não raro, as letras do compositor sugerem movimento. “Vou mostrando como sou / E vou sendo como posso / Jogando meu corpo no mundo / Andando por todos os cantos”, dizem os versos iniciais de Mistério do planeta (1972).
Dono de versos livres, leves e soltos, Galvão foi poeta letrista com jeito de corpo que, ao entrar em campo pelo Novos Baianos F.C, soube dar um drible na tristeza. O discurso musical do Novos Baianos é regido pela alegria.
“Minha carne é de Carnaval / O meu coração é igual / […] / Por isso onde quer que eu ande / Eu faço um Campo Grande”, cantou Paulinho Boca de Cantor, na letra de Swing de Campo Grande (1972), escrita por Boca com Galvão (a música é de Moraes Moreira).
Nada mais bonito, sobretudo no momento em que o poeta parte para outra dimensão, do que a ginga dos versos de Luiz Galvão, nobre representante da raça dos poetas da música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiz Galvão morre aos 87 anos; veja fotos da carreira do fundador dos Novos Baianos


Letrista do grupo estava internado desde 16 de setembro e morreu neste domingo (23) em São Paulo. Luiz Galvão, Moraes Moreira, Baby do Brasil, Paulinho Boca de Cantor e Pepeu Gomes em show dos Novos Baianos
Mila Maluhy/ Divulgação
Luiz Galvão na festa de lançamento do disco Praga de Baiano, dos Novos Baianos, em 1977
Acervo TV Globo
Luiz Galvão, fundador dos Novos Baianos
Acervo TV Globo
Baby do Brasil ao lado de Luiz Galvão
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Luiz Galvão, fundador dos Novos Baianos
Acervo TV Globo
Luiz Galvão e Baby do Brasil em show dos Novos Baianos
André Carvalho/Ag Haack

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #217 – Pitty, os 20 anos de uma carreira solo cheia de hits, que foi do hardcore ao blues


Roqueira completou 20 anos da carreira solo. Ao g1 ouviu, ela relembrou parcerias, falou da relação complicada com a fama e explicou hits como ‘Equalize’, ‘Me adora’ e ‘Máscara’.
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Pitty
Foto: Otavio de Souza /Divulgação
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

Fonte: G1 Entretenimento