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Zé Neto & Cristiano completam o disco ‘Tarja preta’ após nove meses e dois EPs


Capa do disco ‘Tarja preta’, da dupla Zé Neto & Cristiano
Divulgação
♪ Apresentado por Zé Preto & Cristiano em gotas homeopáticas desde 28 de janeiro, como manda a receita do mercado fonográfico, o disco Tarja preta fica disponível na íntegra a partir de hoje, 21 de outubro, após nove meses e dois EPs.
Situado na tênue fronteira entre álbum e EP por conter sete faixas, o disco se completa com a adição de duas músicas inéditas, Alimentando vontade (Edson Garcia, Felipe Marins, Flavinho do Kadet, Cristyan Ribeiro e Lucas Souza) e Número restrito (Dani Lima, Lucas Papada, Thawan Alves e Anajuh).
O disco Tarja preta foi gravado ao vivo pela dupla sertaneja sob direção musical de Dudu Oliveira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Castela, ‘boiadeira’ de 18 anos que chegou ao topo das paradas, é entrevistada pelo g1


Cantora é a voz de ‘Pipoco’, hit da nova geração que faz sertanejo com ode ao agronegócio e ‘modão’ misturado a ritmos eletrônicos. Entrevista ao vivo é às 11h30 desta terça-feira (25). Ana Castela, ‘boiadeira’ de 18 anos que chegou ao topo das paradas, é entrevistada pelo g1 Cantora é a voz de ‘Pipoco’, hit da nova geração que faz sertanejo com ode ao agronegócio e ‘modão’ misturado a ritmos eletrônicos. Entrevista ao vivo é às 11h30 desta terça-feira (25).

Fonte: G1 Entretenimento

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‘The White Lotus’ volta com 2ª temporada focando mais em relacionamentos


Hospedados em resort na Sicília, personagens lidam menos com questões ligadas ao dinheiro e mais com falhas de comunicação. Atores comentam série que retorna em 30 de outubro. Jennifer Coolidge em ‘The White Lotus’
Divulgação/HBO
Jennifer Coolidge retorna a “The White Lotus” para interpretar Tanya McQuoid na segunda temporada da série da HBO Max, criada por Mike White, e ela está pronta para que os fãs conheçam um novo lado de sua personagem. A segunda temporada estreia em 30 de outubro.
“Isso foi muito divertido para mim porque por toda a primeria temporada de ‘The White Lotus’ ela era uma mulher aflita e há rajadas de luz porque ela conheceu essa mulher incrível, Belinda, e Tanya sentiu que estava realmente sendo salva por alguém”, disse Coolidge à agência Reuters em um evento em Los Angeles. “Na segunda temporada foi divertido estar em um reino diferente, a dor acabou.”
LEIA MAIS: ‘The White Lotus’ e ‘Ted Lasso’ se destacam no Emmy
A segunda temporada é estrelada por Coolidge, juntamente com o colega que retorna Jon Gries e os recém-chegados F. Murray Abraham, Meghann Fahy, Adam DiMarco e outros. Enquanto se hospedam em um resort fictício da White Lotus, desta vez na Sicília, na Itália, e obtêm mais do que esperam.
Gries interpreta o marido de Tanya, Greg Hunt. “O tema desta vez é mais sobre relacionamentos e menos sobre abuso de dinheiro. Trata-se das maneiras pelas quais podemos abusar um do outro de maneiras muito sutis, ao nos comunicarmos mal, podemos colocar um ao outro em posições ruins.”
Equipe e elenco de ‘The White Lotus’ recebem prêmio de melhor série limitada, antologia ou filme para a TV no Emmy 2022
Patrick T. Fallon/AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ronaldo, O Fenômeno’: Globoplay estreia documentário; veja fotos do lançamento


Filme, disponível no Globoplay, tem entrevistas com ex-jogadores e narra carreira de Ronaldo. O documentário “Ronaldo, O Fenômeno” foi lançado nesta quinta-feira (21), em São Paulo. O filme, disponível no Globoplay, tem entrevistas com nomes como Zidane, Romário, Simeone, Maldini e Roberto Carlos. Veja fotos do lançamento.
Assista ao documentário ‘Ronaldo, O Fenômeno’
Ronaldo, Sônia dos Santos, mãe do ex-jogador, e Galvão Bueno posam no lançamento do documentário ‘Ronaldo, o fenômeno’
Divulgação/Globoplay
Celina Locks posa com Ronaldo em lançamento de filme
Divulgação/Globoplay
Galvão Bueno e Ronaldo posam no lançamento do filme ‘Ronaldo, o Fenômeno’
Divulgação/Globoplay
Ronaldo participa de lançamento do documentário ‘Ronaldo, o fenômeno’, do Globoplay
Divulgação/Globoplay

Fonte: G1 Entretenimento

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Fresno segue a pista do eurodance dos anos 1990 ao recriar hit de Corona com ênfase na guitarra


Fresno lança hoje single com versão do maior hit da banda italiana Corona, ‘The rhythm of the night’
Jimmy Carreiro / Divulgação
♪ Música que incendiou pistas ao longo dos anos 1990, tendo se tornado um dos maiores hits do eurodance naquela década, The rhythm of the night ganha abordagem da banda Fresno em single lançado hoje, 21 de outubro.
A intenção de Lucas Silveira foi reapresentar a composição de Francesco Bontempi, Annerley Gordon, Giorgio Spagna, Peter Glenister e Mike Gaffey – lançada em 1993 como primeiro single do álbum de estreia da banda italiana Corona – com ênfase no toque das guitarras.
As guitarras, no caso, foram pilotadas por Lucas Silveira e Gustavo Mantovani na gravação feita com produção musical orquestrada pelo próprio Lucas Silveira.
“A música soa como uma viagem na estrada com alguém que você ama, indo para uma festa legal. Tentamos manter essa vibe, apenas traduzindo isso para uma produção mais voltada para o rock”, explica Lucas Silveira, mentor da banda Fresno.
A versão do grupo Fresno para o hit The rhythm of the night integra série de abordagens de sucessos da década de 1990. Intitulada InVersions 90s, essa série foi idealizada por plataforma de streaming.
Capa do single ‘The rhythm of the night’, da banda Fres no
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Moacyr Luz alinha parcerias com instrumentistas no álbum ‘A música do músico’


Moacyr Luz posa no estúdio com os instrumentistas que tocam no álbum ‘A música do músico’
Marluci Martins / Divulgação
♪ Instrumentistas normalmente são convidados para tocar em discos. Ao conceber o álbum A música do músico, Moacyr Luz pensou nos instrumentistas como compositores, fazedores de música.
Compositor e cantor, parceiro de bambas das letras como Aldir Blanc (1946 – 2020) e Paulo César Pinheiro, Moacyr Luz passa para o outro lado da criação e se torna, ele próprio, o letrista das parcerias abertas com 11 grandes instrumentistas.
A ligação dos compositores com a cidade do Rio de Janeiro (RJ) é o elo que irmana as parcerias formadas por Luz com Alaan Monteiro, Bebe Kramer, Carlinhos 7 Cordas, Carlos Malta, Cristovão Bastos, Guinga, Hamilton de Holanda, Paulo Malaguti Pauleira, Ricardo Silveira, Rogério Caetano e Zé Paulo Becker.
Com alguns, Moa – como o anfitrião do disco é chamado carinhosamente no circuito da boemia carioca – já havia feito música, caso do bandolinista Hamilton de Holanda.
“Sempre me identifiquei com instrumentistas, sejam brasileiros ou estrangeiros. Eles fazem do som a sua palavra, e às vezes com um lirismo de alta compreensão. Ao mesmo tempo, percebi que o instrumentista não é encarado como um músico popular, que ficou definido que música instrumental é música erudita, difícil. Foi então que eu pensei na ideia de popularizar esse trabalho. Trazendo uma expressão que o povo pudesse cantar, que pudessem ouvir uma outra visão desta música”, explica Moacyr Luz.
Entre várias músicas inéditas, há temas já conhecidos como Dobrando a carioca, parceria com Guinga que deu nome ao show que reuniu os dois compositores com Jards Macalé e Zé Renato.
Outras músicas ainda são inéditas no mercado fonográfico, caso de Sagitário, parceria com Cristovão Bastos, pianista que, pela primeira vez, tem a voz ouvida em um disco.
O álbum A música do músico foi gravado com banda-base formada por Itamar Assiére (piano), Junior de Oliveira (percussão), Luiz Augusto Guimarães (percussão) e Zé Luiz Maia (baixo).
Capa do álbum ‘A música do músico’, de Moacyr Luz com convidados
Divulgação
♪ Eis as 11 músicas, com os respectivos autores, que compõem o repertório do álbum A música do músico, programado para chegar ao mundo digital na próxima sexta-feira, 28 de outubro:
1. O barato do lugar (Bebê Kramer e Moacyr Luz)
2. Peladeiros (Rogério Caetano e Moacyr Luz)
3. O elefante (Ricardo Silveira e Moacyr Luz)
4. Dobrando a carioca (Guinga e Moacyr Luz)
5. Aplauso final (Alaan Monteiro e Moacyr Luz)
6. Ladeira de Santa (Carlinhos 7 Cordas e Moacyr Luz)
7. Índia flor (Carlos Malta e Moacyr Luz)
8. Taberna e purpurina (Zé Paulo Becker e Moacyr Luz)
9. O tom da despedida (Paulo Malaguti Pauleira e Moacyr Luz)
10. Sagitário (Cristóvão Bastos e Moacyr Luz)
11. São dois irmãos (Hamilton de Holanda e Moacyr Luz)

Fonte: G1 Entretenimento

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Taylor Swift lança ‘Midnights’, seu décimo álbum de estúdio


Cantora apresentou as 13 faixas na madrugada desta sexta-feira (21). O clipe do primeiro single ‘Anti-Hero’ estreia ainda hoje. Taylor Swift lança ‘Midnights’ nesta sexta-feira (21).
Reprodução/Instagram
A cantora Taylor Swift lançou nesta sexta-feira (21), seu décimo álbum de estúdio. “Midnights” conta com treze faixas, escritas e produzidas ao lado de Jack Antonoff e ainda uma participação de Lana Del Rey em uma das músicas.
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Taylor, de 32 anos, descreve este novo trabalho “como uma colagem de intensidade, altos e baixos e refluxos”. Em seu perfil no Instagram, ela diz ser um álbum conceitual em que as treze músicas formam “uma imagem completa das intensidades daquela hora louca e misteriosa”.
“Havia outras músicas que escrevemos em nossa jornada para encontrar aquela mágica 13. Eu as chamo de faixas das 3 da manhã. Ultimamente tenho adorado a sensação de compartilhar mais do nosso processo criativo com vocês, como fazemos com as faixas do cofre [expressão que a cantora usa para falar sobre as músicas regravadas. Entenda aqui]. Então são 3 da manhã e eu estou dando a vocês agora.”
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A primeira faixa é “Lavender Haze”, um termo que Swift disse que ouviu pela primeira vez enquanto assistia à série de televisão “Mad Men” sobre estar apaixonada, enquanto ela descreveu o primeiro single do álbum “Anti-Hero” como uma de suas músicas favoritas que ela já havia escrito, em que mergulha nas suas inseguranças. O clipe desta faixa será o primeiro a estrear, ainda nesta sexta-feira (21).
Enquanto isso, “Snow On The Beach” apresenta a cantora Lana Del Rey, artista que Swift afirma admirar há muito tempo.
Swift, que ganhou 11 prêmios Grammy, liderou as paradas com seus últimos álbuns, incluindo os dois que ela lançou durante a pandemia do COVID-19, “Folclore” e “Evermore”.
Taylor Swift recebe doutorado honorário da Universidade de Nova York

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme ‘Argentina, 1985’ explica para novas gerações como foi ditadura no país e mostra ‘heróis sem capa’


Filme com Ricardo Darín tenta vaga entre finalistas do Oscar de Melhor Filme Internacional. Ao g1, Peter Lanzani e Alejandra Flechner falam do longa que estreia nesta sexta-feira (21) no streaming. Assista ao trailer do filme “Argentina, 1985”
Peter Lanzani e Alejandra Flechner têm muito a dizer sobre o tema do filme “Argentina, 1985”, exibido durante o Festival do Rio, no dia 12 de junho. O longa argentino estrelado por eles vai disputar uma das cinco vagas para concorrer ao Oscar 2023 de Melhor Filme Internacional.
A produção dirigida por Santiago Mitre mostra a história real dos promotores Julio Strassera (Ricardo Darín, de “Relatos Selvagens”) e Luis Moreno Ocampo (Lanzani). Eles chefiaram a investigação para levar militares à justiça por crimes cometidos durante a ditadura na Argentina. O filme será lançado no Amazon Prime Video no dia 21 de outubro.
Para Alejandra, que interpreta a esposa de Strassera, é importante voltar ao período histórico mostrado no filme. A atriz era adolescente na época do julgamento e afirmou que o processo foi necessário para que os argentinos soubessem o que tinha ocorrido no país.
“Algumas pessoas podiam e não queriam ver, mas outras não viram porque tudo aconteceu de uma forma muito armada, monstruosamente armada”, conta Alejandra.
Peter Lanzani e Alejandra Flechner durante coletiva de imprensa no Festival do Rio para divulgar o filme “Argentina, 1985”
Célio Silva/g1
Já Peter Lanzani, que nasceu em 1990, disse que trabalhar no filme ajudou a reafirmar conceitos e aprender coisas que não lhe ensinaram. Para ele, o roteiro foi importante para desenvolver esse aprendizado por tratar da dificuldade que os personagens passam na história.
“Por não ter vivido na minha própria pele esse período, seria muita hipocrisia da minha parte dizer que o entendo completamente, mas acho que este filme de uma forma ou de outra vem nos ensinar, nos aproximar e gerar esse compromisso”, diz Peter.
Heróis sem capa
Ricardo Darín e Peter Lanzani interpretam os protagonistas do drama “Argentina 1985”
Divulgação
Os atores também acreditam que “Argentina, 1985” é relevante não só para o Brasil, mas também para outros países latino-americanos por mostrar a punição dos militares torturadores.
Peter Lanzarini destacou o fato de que o longa fala dos excessos cometidos na ditadura e ressaltou a luta do seu personagem e o de Darín para levar justiça às vítimas. “É um filme que mostra heróis numa época de filmes de super-heróis. Mas heróis sem capas, heróis com coragem. É um filme que desperta e isso me parece muito necessário neste momento”, afirma o ator.
Alejandra Flechner concordou com o colega e lembrou que o filme dialoga fortemente com o presente. Para ela, o que aconteceu com a Argentina durante o período da ditadura não pode mais voltar a acontecer.
A atriz também ressaltou a importância de sua personagem em ser o apoio necessário para que o promotor vivido por Darín tenha coragem de continuar com sua luta contra os torturadores.
Ela também disse conheceu muitas mulheres semelhantes a que interpretou no filme. “Estamos falando de 40 anos atrás. Mas sim, claro que havia sempre Silvias, mulheres muito lutadoras, mas também capazes de abraçar, cobrir seus entes queridos e acompanhá-los em sua fragilidade. E isso não é certo?”, indaga a atriz.
Cena do filme ‘Argentina, 1985’
Divulgação
Questões familiares também foram levadas em conta por Peter Lanzani em relação a seu personagem, já que Luis Moreno Ocampo vinha de uma família militar e teve que se opor a seus parentes para conseguir fazer justiça.
Esse conflito, para o ator, foi importante para levar às novas gerações a importância da denúncia mostrada no filme.
“Parece que ele descobriu, através de suas experiências pessoais, onde o julgamento tinha que ser inserido. Mas eu acho que nunca houve qualquer dúvida sobre se ele tinha que participar ou não. Eu acho que ele fala mais dele do que qualquer outra pessoa em sua família”, disse o ator.
Trabalhar com um ‘gênio’
Os atores argentinos também não pouparam elogios a Ricardo Darín, o protagonista de “Argentina, 1985”. Peter Lanzani disse que foi uma experiência impressionante dividir a cena com uma pessoa que ele chamou de “gênio”.
Visto no cultuado “O clã”, Lanzani ressaltou que trabalhar com Darín foi uma experiência incrível. “Felizmente, levo comigo um amigo e uma pessoa com quem aprendi muito, não só profissionalmente, mas humanamente, o que, no fundo, é o mais importante”, afirma Lanzani.
Alejandra Flechner lembrou que já conhecia Darín por ter trabalhado com ele em “Samy y yo”, de 2002. Ela considera que o colega, além de um grande ator, uma pessoa bastante humilde. “Ele gostava muito dos detalhes. Para mim ele é um grande ator e uma grande pessoa, ou seja, é realmente um prazer trabalhar com ele. É lindo e não posso acrescentar muito mais do que isso.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Karina Buhr lança 1º romance e diz que ‘mercado da música sempre foi contra a maioria’


Pela primeira vez, música não é o carro-chefe do orçamento da cantora. Podcast mostra bastidores das carreiras de artistas independentes da MPB. Por quase 30 anos, Karina Buhr vive do que ganha na música, mas a pandemia fez com que os trabalhos como autora e como desenhista se equiparassem com o lado de cantora.
Foi nesse tempo difícil e sem shows que a artista baiana escreveu o primeiro romance, “Mainá”. Com o lançamento, ela otimiza os dias de shows com sessões de autógrafo no vai e vem das turnês.
“Não estou atirando para todos os lados do sentido do desespero, mas antes a música estava ali de principal, agora está tudo mais ou menos no mesmo lugar. Vamos ver o que acontece”.
Os desabafos e os bastidores de artistas que tocam e investem sozinhos nas próprias carreiras são o tema do podcast g1 ouviu abaixo.
Além do podcast, o g1 publica nesta semana uma série de entrevistas com Karina, Johnny Hooker e Luedji Luna sobre a realidade da cena dos artistas independentes na MPB.
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A carreira de Karina Buhr começou nos maracatus de Recife ainda nos anos 90. Tantos anos depois, ela ainda não conseguiu ter uma agenda estável de shows.
A meta da cantora é fazer 12 por mês, mas ela não consegue lembrar quantas vezes chegou nesse número. Ou se chegou alguma vez na vida.
Na pandemia, ela acompanhou de perto a situação crítica pela qual músicos e mestres de coco de roda e de maracatu passaram sem apresentações. Tanto que nem se sente bem em “reclamar”: “Foi difícil para mim, mas para muita gente foi pior”.
Karina Buhr terminou de escrever o livro ‘Maina’ na pandemia
Reprodução/Instagram/Karina Buhr; Duda Portella
Mas a dificuldade deles não é a mesma de qualquer artista? Não. A música pop do Brasil e do mundo só funciona a partir de algum investimento. Tradicionalmente, as gravadoras faziam este papel. Hoje este aporte vem também de escritórios, como no sertanejo.
“O mercado sempre foi contra a maioria, só que está mais predatório, porque e, principalmente, com a pandemia quem trabalha com isso não pôde realmente fazer o seu ofício”.
“Quando passa a ser só o digital aí acabou para a maioria, porque realmente só consegue sobreviver nesse modelo quem está no mainstream. Precisa-se entender como é que vai ser daqui para frente, porque em tese teria lugar para todo mundo, cada um no seu lugar”.
‘Garanta o meu’
Karina Buhr
Reprodução/Instagram/Karina Buhr
Da mesma forma que Johnny Hooker desabafou sobre a baixa procura pelas suas músicas novas, Karina fez um post sobre a venda de ingressos para um show no Sesc Guarulhos, em São Paulo.
O tom era de brincadeira, mas o pedido era real. Faltava muito ingresso para ser vendido ainda.
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“Não quis fazer aquele negócio de ‘tá quase acabando’, porque era o contrário. Mas é isso às vezes lota, às vezes não lota. A vida da gente é essa”, justifica.
“A gente vai indo e com muito tempo parada também tem isso, né? Quando você está na televisão, no TikTok é outra coisa”.
Questionada sobre o número máximo de shows que já fez em um mês, Karina diz que é muito instável e que sempre foi irregular assim.
“Nunca tive uma agenda assim de agência daquele orgulho. Vejo a galera do sertanejo… Gente com 30, 27 shows por mês, eu queria 10, sabe?”
“Talvez em turnê tenha rolado, mas pode ser que amanhã eu te mande mensagem falando que não rolou nunca. É uma coisa que realmente me incomoda, gostaria de ter frequência, é maravilhoso”.
É por isso que ela gosta da ideia de fazer 12 shows por mês, três por semana: “Seria lindo para mim, para banda, para equipe”.
Primeiro romance
Karina Buhr lança romance ‘Mainá’
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Karina Buhr já tinha lançado “Desperdiçando rima”, livro de poemas em 2015, mas entrou no campo do romance com “Mainá”.
Ela conta que sempre teve por perto “mil caderninhos” e a história da criança vidente está na sua cabeça desde a adolescência.
Ter feito uma oficina de escrita criativa também foi uma das motivações para o livro sair agora.
“Durante a pandemia, comecei a escrever mais e coisas mais longas diariamente. Antes, era mais solto por isso começou a vir essa ideia do livro”.
O livro foi escrito como um roteiro de peça de teatro, arte também muito próxima de Karina. Ela participou do Teatro Oficina, de Zé Celso Martinez, no começo dos anos 2000.
“Mesmo sendo é um romance, vejo tudo como uma peça e quero montar assim que der.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Show de Gil no Rio tem gritos em prol de Lula e de ‘ministro’ para o cantor

Manifestação aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no “Festival Música em Movimento”, nesta quinta-feira (20). Show de Gil no Rio tem gritos em prol de Lula e de ‘ministro’ para o cantor
A dez dias do segundo turno para as eleições presidenciais, o clima político tomou conta do “Festival Música em Movimento”, nesta quinta-feira (20) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os gritos em prol do candidato Lula ecoaram durante o show de Gilberto Gil, que se apresentou ao lado dos filhos Bem e José, do grupo “Os Gilsons”.
Após os gritos de “Olê, olê, olê, olá. Lula, Lula!”, Gil falou:

“Tem que ir votar. É o nosso atestado de bem querer para essa nação”.
Na sequência, a plateia devolveu com gritos de “ministro, ministro” para o cantor, que já fi ministro da Cultura do governo Lula entre os anos de 2003 a 2008.

Fonte: G1 Entretenimento