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Kevin Spacey nega acusação de abuso sexual em julgamento civil


Anthony Rapp processou o ator em novembro de 2020 e está pedindo US$ 40 milhões em danos por agressão e causa intencional de sofrimento emocional. Kevin Spacey nega acusação de abuso sexual em tribunal
Eduardo Munoz/Reuters
Kevin Spacey negou nesta segunda-feira em depoimento as acusações feitas em um processo civil pelo também ator Anthony Rapp, que alega que o vencedor do Oscar fez uma investida sexual indesejada contra ele em 1986, quando Rapp tinha 14 anos.
Anthony Rapp testemunha contra Kevin Spacey em julgamento por abuso sexual
Rapp, agora com 50 anos, testemunhou no início deste mês que Spacey, na época com 26 anos e atuando na Broadway, subiu em cima dele embriagado em uma festa em seu apartamento em Manhattan.
Rapp, que estava no início de sua própria carreira na Broadway, disse que foi capaz de escapar, mas afirmou que a experiência o marcou.
Ilustração de Kevin Spacey no tribunal no dia 17 de outubro de 2022
Jane Rosenberg/Reuters
O advogado de Spacey perguntou a ele na segunda-feira sobre a sugestão de Rapp durante o julgamento de que Spacey era uma “fraude” por não se assumir homossexual antes.
“Chamar alguém de fraude é, na minha opinião, dizer que você acha que eles estão vivendo uma mentira”, disse o homem de 63 anos. “Eu não estava vivendo uma mentira. Eu apenas relutava em falar sobre minha vida pessoal”, disse Spacey.
O juiz distrital dos EUA Lewis Kaplan rejeitou na segunda-feira a queixa de sofrimento emocional de Rapp, mas permitiu que a alegação de agressão continuasse.
A alegação será avaliada por um júri depois que Spacey apresentar sua parte e ambos os lados apresentarem argumentos finais.
Na semana passada, o advogado de Spacey desafiou a memória de Rapp durante o interrogatório, questionando-o por que ele disse que o encontro ocorreu em um quarto se Spacey morava em um estúdio na época.
Kevin Spacey mostra o desenho de seu estúdio na época do ocorrido, durante sessão no tribunal no dia 17 de outubro de 2022
Jane Rosenberg/Reuters
Rapp, que estrelou o musical da Broadway “Rent”, processou Spacey em novembro de 2020 e está pedindo US$ 40 milhões (cerca de R$ 210 milhões na conversão direta) em danos por agressão e causa intencional de sofrimento emocional.
Spacey ganhou o Oscar de melhor ator por “Beleza Americana” e melhor ator coadjuvante em “Os Suspeitos”, mas sua carreira praticamente terminou depois que mais de 20 homens o acusaram ter um comportamento sexual inapropriado.
A Netflix cortou o ator de sua série de drama político “House of Cards” e Christopher Plummer o substituiu no papel de J. Paul Getty em “Todo o Dinheiro do Mundo” semanas antes do lançamento programado do filme em 2017.
Spacey enfrentará um julgamento criminal em Londres no ano que vem depois de se declarar inocente de cinco acusações de crimes sexuais por supostas agressões entre 2005 e 2013.
Semana Pop explica acusações e os bastidores da ruína de Armie Hammer

Fonte: G1 Entretenimento

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Duo Santoro apresenta onze inéditas obras de autores brasileiros no álbum ‘O compositor é vivo!’


Violoncelistas cariocas montam no disco um painel nacional da produção contemporânea de música erudita. Duo Santoro, formado pelos violoncelistas cariocas Paulo Santoro e Ricardo Santoro, lança o terceiro álbum em 25 de outubro
Guarim de Lorena / Divulgação
♪ Com o lançamento em 25 de outubro do terceiro álbum, O compositor é vivo!, o Duo Santoro dá continuidade à proposta de construir discografia pautada pela difusão de obras de autores brasileiros, sobretudo os contemporâneos.
Se os álbuns anteriores Bem brasileiros (2013) e Paisagens cariocas (2017) priorizaram temas de autores nascidos e/ou fixados no Rio de Janeiro, sobretudo o segundo, o disco atual O compositor é vivo! monta painel de abrangência nacional da produção de música erudita através da apresentação de onze peças inéditas criadas para ao duo de violoncelistas formado pelos irmãos gêmeos cariocas Paulo Santoro e Ricardo Santoro.
Alocadas no início do álbum, As asas são sempre leves e De bem com a vida são temas do compositor paraense Luiz Pardal. Se o compositor mineiro Eli Joory evoca em Janeiro no Rio os tempos em que morou na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o também mineiro Alexandre Schubert – radicado no Rio – usou as casas das cidades históricas do estado natal como fonte de inspiração para a construção de Casario de Minas.
Já o maranhense Joaquim Santos compôs Galope e romance com ecos do sertão nordestino brasileiro. Rapsódia em duo – escrita por Chico Chagas, compositor acreano de nascimento e capixaba por opção – transita por vários temas entre referências eruditas e populares, remetendo no titulo a Rhapsody in blue (George Gershwin, 1924).
Escrita em três movimentos (Cor de canela, Air e Marrequinha) pelo compositor e maestro sul-mato-grossense Eduardo Martinelli, a Mini suíte Mestre Pantaneiro é baseada em melodias de Agripino Magalhães (1920 – 2020), mestre pantaneiro da viola de cocho.
Natural de Mato Grosso do Sul, Cyro Delvizio realça sonoridades nativas na criação de Passacaglia em ritmo de Guarânia. Passacaglia é estilo de composição musical baseado na repetição de um tema no baixo e em variações sobre esse mesmo tema na melodia principal. Guarânia é gênero paraguaio influente na música folclórica do Mato Grosso do Sul.
Composta pela maestrina e compositora paraense Cibelle J. Donza, Olho d’água alterna momentos vigorosos e líricos, evocando danças e lundus através de efeitos típico da linguagem do violoncelo. Retrato de Dona Melancolia e Dona Solidão no alpendre da velha casa é tema composto por Antonio Celso Ribeiro com inspiração nas imagens vivenciadas na infância em Pouso Alegre (MG) – hoje o compositor mineiro é radicado em Vitória (ES).
Natural de Garibaldi (RS), o gaúcho Ricardo Mazzini Bordini encerra a viagem sonora do disco com O esvoaçar das tranças ao bulício saltitante das meninas, sugerindo conversa alegre e divertida entre os dois violoncelos.
Embora inéditas em disco, as onze peças do álbum O compositor é vivo! já foram apresentadas pelo duo na turnê que transitou por cinco cidades do Brasil entre os meses de abril e junho deste ano de 2022.

Fonte: G1 Entretenimento

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Icona Pop, 10 anos depois… cantoras do hit ‘I love it’ falam de nova fase mamães festeiras


Caroline Hjelt e Aino Jawo seguem lançando músicas tão festivas quanto maior hit: ‘Conforme você envelhece, você celebra coisas diferentes’. Série ‘Quando eu hitei’ tem artistas que sumiram. Quando eu hitei: Icona Pop fala sobre festas, baladas, bebês e ‘Girls’
No final dos anos 2000, duas cantoras e DJs suecas de vinte e poucos anos se juntaram com um objetivo claro: fazer uma trilha para todo mundo se divertir. Inclusive elas. O maior hit da dupla Icona Pop veio em 2012: “I love it”, primeiro lugar na parada britânica e top 10 em mais de 20 países, incluindo Estados Unidos.
Dez anos depois, Caroline Hjelt (34 anos) e Aino Jawo (36) seguem tocando e lançando músicas. “Quando começamos tudo era baseado em puro sentimento, emoção, amizade e energia e isso ainda é algo que não mudou”, conta Caroline ao g1 (veja entrevista no vídeo acima).
Na série “Quando eu hitei”, artistas do pop relembram como foi o auge e contam como estão agora. São nomes que você talvez não se lembre, mas quando ouve a música pensa “aaaah, isso tocou muito”. Leia mais textos da série e veja vídeos ao final desta reportagem.
Aino Jawo e Caroline Hjelt, do Icona Pop, posam grávidas
Divulgação/Facebook da banda
O que mudou foi o tamanho da família Icona Pop. Caroline tem uma filha de um ano e Aino tem um filho de cinco. Ou seja, as festas antes eram em boates e agora elas têm festinhas com docinhos, bolo da “Patrulha Canina”, decoração da “Ladybug”. Mas elas ainda são baladeiras.
“Eu e Caroline ainda gostamos de festa”, garante Aino. “Não queremos esconder isso e acho que faz parte de um estilo de vida, mas é claro que você encontra coisas que são mais importantes do que festas. Você se diverte por outros motivos, talvez não porque seu coração está partido, mas talvez porque você ama dance music.”
Caroline concorda que elas hoje fazem “outro tipo de festa”. “Você definitivamente tem outras prioridades, mas eu sinto que nunca conversamos tanto sobre sair e festejar, por termos bebês.”
“Conforme você envelhece, você celebra coisas diferentes. É até bom não ficar sempre deprimida… Estamos em uma boa fase. Então, é muito bom dançar e celebrar a vida com os amigos.”
O duo sueco Icona Pop
Divulgação/Warner Music
Não foi tão fácil assim falar com elas. A entrevista com o g1 teve que ser adiada duas vezes, minutos antes de acontecer, por causa de emergências com a filha de Caroline. Não foi nada sério, a neném está bem… Além de remarcações corriqueiras, como a maternidade afeta a carreira e a vida?
“Você sabe quando as pessoas sempre diziam que você deveria tentar dormir o máximo que pudesse agora, porque quando você tiver um bebê, você não será capaz de dormir e blablablá… Eles sempre nos dizem as coisas negativas sobre ter um bebê, mas é a coisa mais legal que já aconteceu na minha vida”, atesta Caroline.
“Você meio que tem que se ver em segunda perspectiva, o que eu acho que é uma coisa muito saudável, especialmente para um artista. Você é como um bebê grande e agora você meio que não está no pedestal. Você tem que se rebaixar.”
“É tão difícil de descrever, mas eu sinto que estou tão perto dos meus sentimentos e não tenho tempo para qualquer besteira. Então, se precisamos fazer as coisas, nós fazemos e você quer chegar em casa para o seu bebê.”
Quando elas não se importavam…
Aino Jawo e Caroline Hjelt, da dupla Icona Pop, no começo da carreira e em foto após a fama
Reprodução/Facebook das artistas
A ideia de “I love it” era fazer uma música bem rasgada, quase punk dançante. “Estávamos no estúdio, tudo certo… e o Patrick Berger tocou uma faixa que nós gostamos”, recorda Aino. Patrick é mais conhecido pelo trabalho com outra cantora sueca, Robyn, com quem compôs músicas como “Dancing On My Own”.
“Patrick é louco, no bom sentido. Ele é selvagem, você pode ver que ele vem do punk e é isso que nós amamos nele. Normalmente, quando você entra no estúdio, as pessoas tendem a trabalhar apenas no Logic [software de áudio] ou outro desses ‘programas de produtores’. Patrick pode tocar todos os instrumentos e então ele gosta de misturar os instrumentos. Tudo soa muito, muito diferente do som captado originalmente.”
Quando o produtor apresentou “I love it” a elas, as duas se apaixonaram na hora pela primeira versão, bem diferente. Basicamente, era outra faixa. Tem um vídeo da Charli XCX, a principal compositora da música, mostrando essa versão inicial de 2011 (ouça no vídeo do topo).
“A gente disse que queria experimentar um pouco. E assim que fizemos os vocais, gravamos juntas como sempre fazemos, mas uma vez que fizemos os vocais, sentimos que a produção precisava ser um pouco mais punk e áspera, porque estava bem polida”, lembra Aino.
Icona Pop e Charli XCX, que cantam juntas ‘I love it’
Reprodução/Rede social das cantoras
Charli XCX nasceu em 1992, mas Caroline e Aino são dos anos 80. Mesmo assim, consideram-se uma “bitch dos anos 90”, como cantam na música. “A gente não diz que nasceu nos anos 90, nos tornamos humanas nos anos 90. Todas as músicas dos anos 90, o R&B, todas essas coisas que você conhece, as músicas dançantes dos anos 90”, explica Aino.
“Quando eu penso em quando eu era criança, é disso que eu me lembro. Não dos anos 80. Não tenho nada a ver com os anos oitenta, até porque éramos bebês. Toda nossa inspiração veio dos anos 90. Somos ‘bitches’ dos anos 90! E você é também é uma ‘bitch’ dos anos 90 também… você sabe disso”, provoca Caroline apontando para o repórter do g1, rindo.
Toda “bitch” dos anos 90 que se preze via a série “Girls”, estrelada e escrita por Lena Duhnan, na HBO. Foi a partir de uma cena em com “I love it”, em 2013, um ano após a música ser lançada, que o Icona Pop estourou de vez (veja a cena no vídeo do topo).
“Foi um grande momento para nós e para a música, porque ouvimos alguns rumores que a música estaria em ‘Girls’, mas não sabíamos que elas iriam tipo cantar e que seria uma cena tão épica. Eu me lembro que estávamos na Suécia e começamos a ver muitos tuítes e gente falando nas redes sociais sobre isso. Então foi aí que percebemos tipo ‘Oh uau!’.”
Pop melancólico sueco
O duo sueco Icona Pop
Divulgação/Warner Music
De Abba, Roxette e Ace of Base até Icona Pop, a Suécia tem tradição de fazer uma música pop meio melancólica, com temas além dos temas básicos alegria e amor. Como é crescer em um país com essa tradição?
“É algo sobre o qual você não pensa direito quando está crescendo, porque você está aqui e vive aqui. Mas uma vez que você começa a viajar e começa a escrever música em outros lugares, é aí que você percebe que ‘Oh, a Suécia é bem dark!'”, constata Caroline.
Elas também reconhecem nos sons suecos “um monte de melodias que são tão antigas e tradicionais”. “É como música viking”, diz Aino, rindo e imitando um viking marchando. “Às vezes, ela soa como o pop atual sueco. Eu adoro esse mix de pop ensolarado, mas com uma profundidade que só existe na Suécia.”
O duo sueco Icona Pop
Divulgação/Warner Music
Para Hjelt, o melhor tipo de música “é aquele que você pode dançar e chorar ao mesmo tempo”. “As melhores músicas são aquelas que quando você está feliz, você fica mais feliz. E se você está triste, então você pode chorar… você pode encontrar conforto nisso e você pode ficar ainda mais triste, porque às vezes quando você está triste, você só quer ficar ainda mais triste.”
LEIA MAIS: Faca no pescoço, neonazista, depressão: como Ace of Base fez todo mundo dançar, mas viveu caos nos bastidores?
O Icona Pop abriu shows de vários artistas do pop, como One Direction, Katy Perry e Miley Cyrus. “Foi tão divertido, principalmente a turnê da Miley Cyrus nos Estados Unidos, que foi algo louco. Era como um ‘match’ perfeito… eu sinto tanta falta”, comenta Caroline.
“É até meio difícil falar sobre isso, porque eu sinto que só quero pular em um ônibus de turnê e sair tocando. Eu nunca mais vou reclamar sobre segurança pedindo crachá ou acordar de manhã cedo tipo sem dormir. Eu quero fazer tudo isso de novo, por favor. Eu só quero sair em uma turnê de novo.”
Aino Jawo e Caroline Hjelt, da dupla Icona Pop, em novembro de 2014, em São Paulo
Celso Tavares/g1
Elas também lembram com carinho do Brasil, onde tocaram em 2014. Depois dessa vinda, seguiram lançando músicas, algumas com uma pegada diferente, um pouco menos frenéticas como “Emergency”, um electro swing de 2015. Outras trouxeram de volta a vibe carpe diem de “I love it”, ao mesmo tempo dançante e reflexiva, como “Feels in my Body”, de 2020.
‘Vocês poderiam tirar o salto alto?’
Em mais de dez anos de carreira, o machismo esgotou a paciência das duas. Uma vez, um executivo da música pediu que elas passassem a usar saltos não tão altos em eventos. Ele queria que elas não corressem o risco de ficarem bem mais altas do que os homens convidados. Pois é.
“Usamos saltos altos cada vez mais altos, quanto mais alto melhor”, diz Caroline. “A gente só foi escalando ano após ano. Acho que para nós tem sido assim: se alguém nos diz que não podemos fazer algo, é quase como um gatilho, porque ficamos tipo… ‘não devemos usar salto alto porque um homem pode se sentir desconfortável sendo mais baixo do que nós?’. Essa é a coisa mais estúpida que eu já ouvi. Por que devemos mudar?”
Caroline Hjelt e Aino Jawo formam a dupla sueca Icona Pop
Divulgação/Warner Music
“Eu fico chocada, às vezes”, resume Aino. “Coisas assim não existem mais ao nosso redor, porque acho estabelecemos uma marca que as pessoas sabem o que defendemos. Mas eu me lembro de quando estávamos fazendo shows e as pessoas sempre nos perguntavam se realmente tocávamos. Só porque nós éramos garotas… Tipo como se tudo no show fosse apenas uma grande faixa e a gente mal estivesse apertando os botões.”
“Há um monte de coisas que você percebe agora que as pessoas não perguntam aos caras, mas sempre nos perguntavam. Queriam saber se a gente brigava! É legal ser tipo pioneiras, espero que o que fizemos talvez tenha ajudado outras garotas. Como qualquer outra pessoa, garotas podem tocar instrumentos eletrônicos. Isso é óbvio, qualquer idiota entende hoje, mas não era óbvio uns 10 anos atrás. Então, espero que a gente tenha feito algo de bom.”
O duo sueco Icona Pop
Divulgação/Warner Music
VÍDEOS: QUANDO EU HITEI
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Fonte: G1 Entretenimento

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Cantores gospel criticam Bolsonaro e ‘falso pânico moral’ de igrejas em rap ‘Messias’; ouça


Leonardo Gonçalves, Kleber Lucas e Clovis lançaram parceria nesta segunda-feira (17). Leonardo Gonçalves foi o quarto entrevistado do programa Promessas
Celso Tavares/G1
Os cantores gospel Leonardo Gonçalves, Kleber Lucas e Clovis lançaram nesta segunda-feira (17) a música “Messias”, na qual criticam o presidente Jair Bolsonaro (PL), que concorre à reeleição, e algumas igrejas que promovem “falso pânico moral”.
“E tudo isso por causa de política/Por causa de um falso pânico moral/Promovido pelos donos de igreja/Que tiveram o perdão de uma dívida/De R$ 1, 4 bilhões/Decretado pelo presidente da República/Alguém aliás, que com quase 700 mil mortos/Não foi capaz de uma palavra de solidariedade/Um mínimo de empatia”, declama uma hora um dos artistas no rap.
Ao longo da letra, o trio canta sobre como alguns membros de igrejas têm sido hostilizados por discordarem de posições políticas. “Evangelho não é questão de esquerda ou direita”, diz a música.
Escute abaixo:
Promessas no G1 – veja entrevista com o cantor gospel Leonardo Golçalves

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ghostbusters: Spirits Unleashed’ é game assimétrico divertido e nostálgico; g1 jogou


Em disputa online, jogadores podem controlar caçadores de fantasmas ou assombrar locais e pessoas como os próprios espíritos. Poucas adaptações de clássicos dos cinemas conseguem reproduzir, ou pelo menos simular, de maneira tão precisa as sensações dos originais quanto o game “Ghostbusters: Spirits Unleashed”.
Baseado na franquia dos “Caça-Fantasmas”, o jogo de ação é divertido e nostálgico na dose certa – o que evoca lembranças dos originais dos anos 1980, assim como alguns de seus defeitos.
Com foco na competição assimétrica online, “Spirits Unleashed” coloca uma equipe de quatro jogadores para capturarem um espírito maligno controlado por uma quinta pessoa, antes que ela assombre totalmente um local.
Há também, no entanto, a opção de jogar acompanhado de inteligência artificial.
O novo jogo da IllFonic, uma desenvolvedora com experiência no gênero com “Predator: Hunting Grounds”, é lançado nesta terça-feira (18) para PlayStation 4 e 5, Xbox Series X/S e Xbox One e computadores com partidas entre usuários de diferentes plataformas.
Assista ao trailer de ‘Ghostbusters: Spirits Unleashed’
Quem você vai chamar?
É difícil estabelecer qual dos dois lados é o mais divertido. Cada um certamente tem seus atrativos.
O maior incentivo para assumir o comando de um caça-fantasma é, óbvio, a sensação de vestir o macacão puído e controlar o lançador de partículas.
Além de diálogos espertinhos, que contam com vozes de atores originais como Dan Aykroyd e Ernie Hudson, e uma história que dá sequência direta à trama de “Ghostbusters – Mais Além” (2021), o sentimento é construído pela dose certa de complexidade nas mecânicas dos caçadores.
Sim, apontar e disparar um feixe de energia é muito satisfatório, mas exige controle e perícia do jogador. Ainda mais porque laçar o espírito é apenas o começo.
O desafio é mesmo arrastá-lo até a armadilha, que também deve ser lançada considerando a posição do objetivo. Demore demais e o fantasma escapa, a mochila de prótons esquenta, a ligação se rompe ou o adversário arruma maneira de te cobrir de ectoplasma – algo muito menos divertido do que parece.
Em pouco tempo, a grande desvantagem de um contra quatro rapidamente desaparece e fica claro que, sem trabalho em equipe, o desastre é iminente.
Em ‘Ghostbusters: Spirits Unleashed’, o jogador pode controlar um caça-fantasmas ou…
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Algo estranho na vizinhança
Não é como se os espíritos não fossem divertidos, é claro. Eles, aliás, oferecem tantas possibilidades aos jogadores que devem ser as primeiras opções da maioria.
No controle de um dos cinco fantasmas disponíveis (eles são liberados aos poucos, de acordo com a evolução de experiência do usuário), o público tem um bom número de opções para assombrar um dos mapas do jogo, como um museu ou uma antiga prisão abandonada.
É possível atacar os caçadores e cobri-los com ectoplasma, incapacitar seus equipamentos e resistir às suas tentativas de captura, mas o divertido mesmo é possuir objetos inanimados e voar com eles por aí, assustando a população desavisada (personagens não controláveis que, depois de um certo nível de medo, foge do local e te aproxima da vitória).
…ou um espírito maligno
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Força na experiência
A IllFonic mostra que aprendeu muito com “Predator: Hunting Grounds”, de 2020. Além de oferecer maior equilíbrio entre os dois lados da moeda assimétrica, e dar maior opções de personalização especialmente para as equipes “humanas”, a implantação de personagens controlados por inteligência artificial (chamados de bots) são uma novidade muito bem-vinda.
Afinal, qualquer um que tenha jogado o game do Predador em seu lançamento tem calafrios ao lembrar das longas esperas para encontrar uma partida e do desespero quando um dos companheiros de equipe invariavelmente desaparecia (seja por problema de conexão ou por abandono covarde mesmo).
Sem os bots, seria bem difícil conseguir fazer esta resenha, aliás, antes do lançamento. Durante os testes, poucas vezes foram encontradas sessões totalmente preenchidas.
Mas a inteligência artificial de “Spirits Unleashed” ainda não deve fazer ninguém temer uma revolução das máquinas, no entanto.
‘Ghostbusters: Spirits Unleashed’ oferece diversos equipamentos
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Por diversas vezes foi possível ver um dos bots parados, com a cara para o nada, provavelmente pensando na morte da bezerra elétrica. Ponto muito importante que merece a atenção da IllFonic.
Já os mapas presentes são interessantes em sua maioria, mas seriam favorecidos por um pouco mais de espaço e variedade. Claro, a empresa deve continuar a lançar regiões novas com o tempo, mas, por ora, os espaços oferecidos são os grandes responsáveis por um pequeno cansaço gerado pela repetição.
Sustentado por um material original rico e mecânicas que fazem os jogadores se sentirem nos filmes, “Spirits Unleashed” deve ter um ótimo começo. Ainda há arestas a serem aparadas, mas o gênero tem a grande vantagem de poder contar com o tempo.
Em ‘Ghostbusters: Spirits Unleashed’, os espíritos têm diversos recursos para enfrentar os caçadores
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Prêmio Multishow acontece nesta terça com shows de Luísa Sonza, Iza e Ludmilla e mais


Glória Groove, Marcos Mion e Linn da Quebrada comandam cerimônia a partir de 22h no Multishow. Anitta e Groove lideram lista de indicados; veja quem concorre. Linn da Quebrada, Marcos Mion e Glória Groove comandam Prêmio Multishow 2022
Divulgação/Juan Ribeiro
O Prêmio Multishow 2022 acontece nesta terça-feira (18), com shows de Luísa Sonza, Iza e Ludmilla e de mais de uma dezena de artistas.
A cerimônia será apresentada, a partir de 22h, por Glória Groove, Marcos Mion e Linn da Quebrada pela primeira vez.
Antes, haverá um pré-show a partir de 21h15 na TV e os bastidores serão transmitidos ao vivo desde às 19h45 no YouTube do canal.
Anitta e Glória Groove lideram a lista de indicações com oito categorias cada uma.
Na sequência, aparecem Ludmilla e Jão, com seis indicações cada. A banda Jovem Dionísio, do hit “Acorda Pedrinho”, também se destacou ao ser lembrada cinco vezes. Os três artistas vão cantar no prêmio.
Prêmio Multishow 2022 divulga lista de indicados; Anitta e Glória Groove lideram
Valerie Macon / AFP; Rodolfo Magalhães/Divulgação
Além das categorias com votação do público, outras três são técnicas e escolhidas pelo júri especializado. São elas: Instrumentista do Ano, Capa do Ano e Produtor Musical do Ano.
Algumas mudanças vão acontecer na premiação deste ano. Cantor e Cantora do Ano se unem na categoria Artista do Ano, e o número de indicados por categoria passa de cinco para oito.
O movimento é resultado da criação de um comitê de diversidade, que busca a transformação em “diferentes frentes”, segundo nota divulgada pela assessoria.
O Prêmio foi fortemente criticado por Ludmilla no ano passado, quando ela não foi indicada à categoria Cantora do Ano. Na época, a organização propôs que ela contribuísse para mudanças.
Veja, abaixo, a lista completa de indicados ao Prêmio Multishow 2022:
Música do ano:
Acorda Pedrinho – Jovem Dionísio
Desenrola Bate Joga de Ladin (Part. DJ Biel do Furduncinho) – L7nnon, Os Hawaianos e DJ Bel da CDD
Envolver – Anitta
Fé – IZA
Maldivas – Ludmilla
Malvadão 3 – Xamã, Gustah e Neo Beats
Vampiro – Matuê, WIU e Teto
Vermelho – Gloria Groove
‘Envolver’, de Anitta, se torna a música mais ouvida do planeta no Spotify

Grupo do Ano:
Jovem Dionísio
Afrocidade
Bala Desejo
Black Pantera
Gilsons
Grupo Menos é Mais
Lagum
Raça Negra
Dupla do Ano:
Anavitória
Diego & Victor Hugo
Henrique & Juliano
Jorge & Mateus
Maiara & Maraisa
Matheus & Kauan
Tasha & Tracie
YOÙN

Álbum do Ano:
Lady Leste – Gloria Groove
LUME – Filipe Ret
Numanice #2 – Ludmilla
Pirata – Jão
Pra Gente Acordar – Gilsons
QVVJFA? – Baco Exu do Blues
Sobre Viver – Criolo
Versions of Me – Anitta

Revelação do Ano:
Ana Castela
Bala Desejo
Jovem Dionísio
Mari Fernandes
Nattanzinho
Rachel Reis
Tasha & Tracie
Urias

Artista do Ano:
Anitta
Gloria Groove
Gusttavo Lima
Jão
João Gomes
L7nnon
Ludmilla
Luísa Sonza
Voz do Ano:
Anitta
Gloria Groove
IZA
Jão
Liniker
Ludmilla
Luísa Sonza
Marisa Monte

Show do Ano:
Alexandre Pires e Seu Jorge
Caetano Veloso
Djonga
Emicida
Jão
Ludmilla
Marisa Monte
Thiaguinho

Hit do Ano:
Acorda Pedrinho – Jovem Dionísio
Dançarina – Pedro Sampaio e MC Pedrinho
Desenrola Bate Joga de Ladin (Part. DJ Biel do Furduncinho) – L7nnon, Os Hawaianos e DJ
Envolver – Anitta
Idiota – Jão
Maldivas – Ludmilla
Malvadão 3 – Xamã, Gustah e Neo Beats
Vermelho – Gloria Groove
Clipe TVZ do Ano:
A Queda – Gloria Groove
Acorda Pedrinho – Jovem Dionísio
Boys Don’t Cry – Anitta
Cachorrinhas – Luísa Sonza
Envolver – Anitta
Fé – IZA
Idiota – Jão
Vermelho – Gloria Groove
CATEGORIAS TÉCNICAS
Instrumentista do ano:
Amaro Freitas
Castilhol
Hamilton de Holanda
Jonathan Ferr
Kiko Dinucci
Mateus Asato
Pretinho da Serrinha
Silvanny Sivuca
Capa do Ano:
Fé – Iza
Fúria – Urias
Lady Leste – Gloria Groove
LUME – Filipe Ret
Portas – Marisa Monte
QVVJFA? – Baco Exu do Blues
Urucum – Karol Conka
Versions of Me – Anitta
Produtor Musical do Ano:
Eduardo Pepato
Pablo Bispo
Papatinho
Prateado
Pupillo
Rafinha RSQ
Ruxell no Beat
Vhoor

Fonte: G1 Entretenimento

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Isabella Taviani experimenta a leveza ao retomar discografia com o single ‘Repito’


Isabella Taviani lança o inédito single autoral ‘Repito’ na sexta-feira, 21 de outubro, dois anos após o álbum ‘A máquina do tempo’
Jonatas Casaba / Divulgação
♪ Lançado em janeiro de 2020, o oitavo álbum de Isabela Taviani, A máquina do tempo, teve o curso promocional emperrado pelo isolamento social forçado pela pandemia.
A cantora e compositora carioca ia estrear o show em março daquele ano de 2020, mês em que os palcos foram fechados. Após sucessivos adiamentos, o show chegou enfim à cena em março deste ano de 2022 como o fechamento de ciclo que nem chegou a ser iniciado.
Por isso, a edição do inédito single autoral Repito na sexta-feira, 21 de outubro, simboliza de fato uma retomada para a artista.
Em Repito, a cantora – de voz habituada a arder na fogueira das paixões – experimenta certa leveza em sonoridade retrô que ecoa os anos 1990 na gravação feita no estúdio Nave33 com produção musical e arranjo de Juliano Cortuah, músico também responsável pelos toques de baixo, guitarra, percussão e programações do single.
Além de cantar, Taviani toca violão de nylon no registro de Repito, canção também formatada com os teclados de Rafael Pereira e a bateria de Renan Martins.
O single Repito é a primeira de série de gravações avulsas que Taviani lançará até 2023, ano em que a artista sairá em turnê pelo Brasil com show comemorativo dos 20 anos de lançamento do primeiro álbum, Isabella Taviani, editado em 2003.
Capa do single ‘Repito’, de Isabella Taviani
Jonatas Casaba / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Wanda Sá canta Garoto, Maysa, Sérgio Ricardo e Altamiro Carrilho no álbum ‘Bossa sempre nova’


Wanda Sá regrava os sambas-canção ‘Duas contas’ e ‘Ouça’ no álbum ‘Bossa sempre nova’
Divulgação
♪ O título do álbum que Wanda Sá lança em 4 de novembro, Bossa sempre nova, alude ao universo ao qual à cantora de origem paulistana e alma musical carioca ficou associada desde que lançou o disco Wanda vagamente em 1964.
No álbum Bossa sempre nova, a cantora dá voz a músicas selecionadas na memória afetiva da artista. É o caso do samba-canção Ouça (Maysa, 1957) e também de O nosso olhar (Sérgio Ricardo, 1959).
Gravado no estúdio da gravadora Biscoito Fino, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com produção musical e arranjos do violonista e guitarrista Nelson Faria, o álbum Bossa sempre nova também traz no repertório o samba-canção Tu e eu (Altamiro Carrilho e Armando Nunes, 1957), música conhecida por Wanda Sá na gravação original lançada há 65 anos pela cantora Sylvia Telles (1935 – 1966) em dueto com Lúcio Alves (1927 – 1993).
Requintado samba-canção de autoria do violonista e compositor Aníbal Augusto Sardinha (28 de junho 1915 – 3 de maio 1955), o Garoto, Duas contas (1951) ganha o toque latino do beguine na gravação escolhida para anunciar o álbum Bossa sempre nova em single que chega ao mundo digital na sexta-feira, 21 de outubro.
Wanda Sá e Nelson Faria, violonista, arranjador e produtor musical do álbum ‘Bossa sempre nova’
Nana Moraes / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja a repercussão da morte do artista plástico Angelo Venosa


Um dos maiores escultores do Brasil, Venosa nasceu em São Paulo e construiu sua carreira no Rio de Janeiro a partir de 1974. “Um dos mais importantes artistas da escultura contemporânea brasileira”, disse o MAM, em nota. Angelo Venosa
Reprodução/TV Globo
Nomes importantes da cultura brasileira lamentaram a morte do artista plástico Angelo Venosa nesta segunda-feira (17).
Relembre obras em FOTOS
Instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio estão entre as que lamentaram a morte. Em um post no Instagram, o MAM lembrou a trajetória de Angelo e que uma obra dele pode ser vista na área externa da instituição.
“Angelo Venosa é um dos mais importantes artistas da escultura contemporânea brasileira. Sua obra reflete ousadas pesquisas em torno de métodos e materialidades que ocupavam espaços internos e externos, os grandes vãos dos museus ou, mesmo, o espaço público”, disse o museu, em um post.
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A galeria Nara Roesler, que representou Venosa por 10 anos, também fez um post nas redes sociais.
“A Nara Roesler teve a grande sorte de representar e acompanhar de perto o trabalho de Venosa durante mais de dez anos. Desde 2021, as equipes da galeria trabalham em dois projetos que deverão sair à luz pública no futuro próximo, infelizmente com caráter póstumo, mas também como homenagem ao artista inigualável: uma mostra dos seus mais recentes experimentos com desenho tecnologicamente assistidos e o lançamento de uma monografia definitiva de sua produção. Compartilhamos a dor incomensurável pela perda de um artista fundamental para o Brasil e transmitimos a nossa solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Angelo Venosa”, diz um trecho do texto.
Também em redes sociais, outros curadores, jornalistas e críticos de arte também lembraram o artista.
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Angelo morreu aos 68 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de problemas causados pela Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença que ataca o sistema nervoso, enfraquece os músculos e afeta as funções físicas.
Desde 2019, o artista passou a conviver com os sintomas da ELA e no último sábado (15) foi internado em um hospital particular do Rio de Janeiro.
Trajetória
Natural da cidade de São Paulo, Venosa é considerado um dos maiores escultores do Brasil, com quase 40 anos de carreira. O artista tinha como característica criar peças usando madeira, tecido, fibra de vidro e outros materiais (veja imagens de suas obras abaixo).
Exposição no Rio reúne novas obras de Angelo Venosa, um dos maiores escultures do país
Algumas esculturas do artista ocupam espaços na paisagem de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Na Praia do Leme, na Zona Sul do Rio, por exemplo, uma obra foi batizada pelos cariocas como “A baleia”. Em uma entrevista em 2021, o artista falou sobre o projeto (assista acima).
“A baleia não é uma representação de baleia, está de ser longe disso, é só uma estrutura, guarda alguma coisa orgânica? Guarda. É um esqueleto? Num sentido muito genérico. Mas ganhou um apelido de baleia, porque as pessoas precisam embrulhar aquilo para conseguir digerir. É um movimento muito afetivo”, dizia Angelo Venosa.
Obras inovadoras
Angelo Venosa ganhou notoriedade ao produzir obras tridimensionais que misturavam materiais vindos da natureza com o universo industrial. Antes de se mudar para o Rio de Janeiro em 1974, o artista frequentou a Escola Brasil, em São Paulo, espaço experimental de ensino de arte em 1973.
Ele se mudou para o Rio de Janeiro, no ano seguinte, quando começou a estudar desenho industrial na ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial).
Paço Imperial, no Rio, reúne obras de artistas plásticos
O reconhecimento no mundo da arte aconteceu nos anos 80, quando Venosa integrou o que ficou conhecido posteriormente como a Geração 80. O movimento marcou a retomada da pintura, mas ele se difere do grupo por ter optado pela escultura.
Em 2007, Venosa defendeu a dissertação de mestrado “Da Opacidade”, na pós-graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ.
As obras no país
Há obras expostas no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e na Pinacoteca de São Paulo.
É possível também ver obras do artista plástico na Praia de Copacabana e Museu do Açude, no Rio, em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, e no Parque José Ermírio de Moraes, em Curitiba.
A última exposição do artista estreou no Rio de Janeiro em abril de 2021, com obras feitas durante a pandemia. Ele já estava mais recluso em casa antes deste período por conta do diagnóstico de ELA.

Fonte: G1 Entretenimento

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Angelo Venosa morre aos 68 anos; relembre obras em FOTOS


Um dos maiores escultores do Brasil, Venosa nasceu em São Paulo e construiu sua carreira no Rio de Janeiro a partir de 1974. Desde 2019, o artista passou a conviver com os sintomas da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). ‘Anjo’, de Angelo Venosa
Divulgação/Carbono Galeria
‘Sem título’, de Angelo Venosa
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Exposição de Angelo Venosa no MAC-USP
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Obras da exposição ‘giusè’, de Angelo Venosa, na galeria Nara Roesler
Divulgação/Galeria Nara Roesler
Obras da exposição ‘quasi’, de Angelo Venosa, na galeria Nara Roesler
Divulgação/Nara Roesler
Obras da exposição ‘giusè’, de Angelo Venosa, na galeria Nara Roesler
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Obras da exposição ‘quasi’, de Angelo Venosa, na galeria Nara Roesler
Divulgação/Galeria Nara Roesler
Obras da exposição ‘quasi’, de Angelo Venosa, na galeria Nara Roesler
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Obra de Angelo Venosa
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‘Sem título’, de Angelo Venosa
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‘Sem título’, de Angelo Venosa
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‘Sem título’, de Angelo Venosa
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‘Sem título’, de Angelo Venosa
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