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Globo e TelevisaUnivision anunciam parceria de distribuição e coprodução de conteúdos


Na primeira ação, séries da TelevisaUnivision ‘La Mujer del Diablo’ e ‘Travesuras de la Niña Mala’ vão entrar no Globoplay no Brasil, e novela ‘Todas as flores’ entra no Vix+ no resto das Américas. Sophie Charlotte em ‘Todas as flores’
Globo/Estevam Avellar
A Globo e a TelevisaUnivision anunciaram uma parceria para distribuição e coprodução de conteúdo para levar seus produtos para novos mercados do mundo. O acordo entre as duas empresas de mídia envolve, incialmente, três produções de ficção.
O Globoplay vai exibir com exclusividade no Brasil a série recém-lançada “La Mujer del Diablo” (A Mulher do Diabo) e a ainda inédita “Travesuras de la Niña Mala” (Travessuras da Menina Má), produtos da ViX+, serviço de streaming da TelevisaUnivision.
Já a ViX+ vai exibir no resto das Américas a novela “Todas As Flores”, que no Brasil é exclusiva da Globoplay.
“Todas As Flores” é uma produção original Globoplay, e estreia nesta quarta-feira (19) no serviço de streaming no Brasil.
“Tanto o Globoplay como a ViX+ têm a ambição de mostrar que players regionais são atores importantes no cenário do streaming e que a sua relevância irá aumentar ao longo dos anos. Unindo forças, a Globo e TelevisaUnivision vão fomentar o alcance e a popularidades desses conteúdos, que já têm um potencial alto, e reforçar as suas ofertas de conteúdo”, comenta Erick Brêtas, Diretor de Produtos Digitais e Canais Pagos da Globo, em comunicado. “Acreditamos que esse é apenas o primeiro passo para uma parceria de longo prazo entre as duas empresas”.
“São duas empresas internacionalmente reconhecidas pela alta qualidade de suas produções e responsáveis por séries, novelas e filmes icônicos e muito queridos por seus públicos”, diz Pierluigi Gazzolo, Presidente e Chief Transformation Officer da TelevisaUnivision. “É uma ótima oportunidade de levar esses conteúdos para nossas enormes audiências, que estão acostumadas com o storytelling e com a produção de qualidade tanto da Globo como da TelevisaUnivision”, complementa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Família de George Floyd processa Kanye West em R$ 1,3 bilhão


Para familiares de norte-americano assassinado pela polícia em 2020, cantor declarou “falsidades maliciosas” para lucrar com morte de Floyd. Família de George Floyd processa Kanye West em R$ 1,3 bilhão
Reprodução/Twitter/kanyewest
A família do norte-americano George Floyd está processando o cantor Kanye West em US$ 250 milhões (R$ 1,3 bilhão) após uma participação recente do rapper no podcast “Drink Champs”.
Em maio de 2020, Floyd morreu depois que o policial Derek Chauvin o sufocou ajoelhando-se em seu pescoço por quase nove minutos. O assassinato foi registrado em um vídeo que, além de provocar protestos em massa em todo o mundo contra a violência policial, levou à condenação dos oficiais envolvidos no crime.
Desde a ocasião, algumas pessoas alegam falsamente que Floyd, que tinha algumas drogas em seu sistema, na verdade morreu de uma overdose não relacionada às ações de Chauvin. West disse durante o episódio do podcast, que já foi deletado: “Eles bateram nele com o fentanil, se você olhar, o joelho do cara não estava nem no pescoço assim”.
Em um comunicado à imprensa que discute o processo movido por Roxie Washington, mãe de Gianna Floyd, filha do norte-americano assassinado, os advogados disseram que West fez “falsas declarações sobre a morte de George Floyd para promover suas marcas e aumentar o valor e a receita de marketing para si mesmo, seus parceiros de negócios e associados”.
A declaração também diz que West declarou “falsidades maliciosas” sobre Floyd para lucrar com sua morte e o trauma da família.

Fonte: G1 Entretenimento

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Junior comenta apoio de Chitãozinho a Bolsonaro: ‘Toda família tem um tiozão do Zap’


‘Sou contra o governo atual e escolho um caminho diferente do que vi nos últimos 4 anos’, afirmou ainda o cantor em post. Chitãozinho participou de encontro com Jair Bolsonaro nesta segunda. Junior durante show da turnê ‘Nossa História’ em São Paulo, em 2019
Fábio Tito/G1
O cantor Junior comentou o apoio de Chitãozinho a Bolsonaro através de um post na tarde desta terça-feira (18).
O cantor que faz dupla com Xororó estava no grupo de sertanejos que se reuniu com o presidente no Palácio da Alvorada nesta segunda-feira (17).
“Novos estudos apontam: Toda família tem um tiozão do Zap”.
Além de Chitãozinho, os cantores Gusttavo Lima, Leonardo, Zezé Di Camargo (da dupla com Luciano), Fernando (da dupla com Sorocaba), George Henrique (da dupla com Rodrigo) e Sula Miranda também compareceram ao Palácio da Alvorada.
Xororó, o pai de Sandy e Júnior, não estava no encontro.
Junior se manifesta sobre eleições no Instagram e brinca que ‘toda família tem um tiozão do zap’.
Reprodução/Instagram/junior_oficial
‘Escolho caminho diferente’
Antes de soltar a indireta para o tio nos Stories, o músico e produtor também publicou um texto sobre a escolha de voto nessas eleições.
“Votar é um ato de muita responsabilidade, porque não se vota pensando em si mesmo somente, mas coletivamente. E para isso é preciso mais consciência, mais aprofundamento na realidade de todos”, afirmou ele.
“Por ter, pessoalmente, feito cada vez mais essa busca, sou contra o governo atual e escolho um caminho diferente do que vi nos últimos 4 anos. E faço isso, mesmo em um cenário de escolha muito distante do que enxergo como ideal, mas consciente de que é preciso mudar”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Daniel Craig recebe a mesma condecoração que James Bond


Ator foi nomeado membro da Ordem de São Miguel e São Jorge. A princesa Anne, irmã do rei Charles III, entregou a rara honraria. Princesa Anne e Daniel Craig
Reprodução/Twitter
O ator britânico Daniel Craig, que interpretou James Bond nos cinemas durante 15 anos, recebeu nesta terça-feira (18) a mesma condecoração que o agente 007, das mãos da princesa Anne, irmã do rei Charles III.
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Craig, que interpretou Bond em cinco filmes, de “Casino Royale” (2006) a “Sem Tempo para Morrer” (2021), foi nomeado membro da Ordem de São Miguel e São Jorge, uma rara honra que o escritor Ian Fleming havia concedido na ficção ao seu famoso agente secreto.
“Estávamos te esperando”, tuitou a conta oficial da família real britânica, citando uma famosa frase da franquia de filmes. Junto a ela, uma fotografia mostrava um sorridente Craig se curvando à princesa Anne, durante uma cerimônia realizada no Castelo de Windsor, cerca de 40 km a leste de Londres.
Daniel Craig recebe condecoração da Família Real britânica
Reprodução/Instagram
O ator de 54 anos recebeu esta condecoração “em reconhecimento à sua contribuição excepcional ao cinema e ao teatro”.
O mais famoso dos “agentes ao serviço de Sua Majestade, criado por Fleming em um primeiro romance de 1953, Bond tem um relacionamento de longa data com a família real.
Em 2012, por ocasião das Olimpíadas de Londres, a rainha Elizabeth II, então com 86 anos, gravou um vídeo bem-humorado com Craig. O ator, caracterizado como 007, ia procurá-la no Palácio de Buckingham para simular que saltavam juntos de paraquedas de um helicóptero sobre o estádio olímpico.
No ano passado, para a estreia de “Sem Tempo para Morrer”, o último filme de Craig como o agente secreto, a Marinha Real fez dele um comandante honorário, o mesmo posto de seu personagem.
Permanece um mistério que ator será o próximo a interpretar James Bond, personagem que estreou nas telonas em 1962 pelo escocês Sean Connery, seguido por Roger Moore, Timothy Dalton e Pierce Brosnan.
Quem é quem na Família Real Britânica

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Creed 3’ ganha trailer com Michael B. Jordan e Jonathan Majors

Filme estreia em março de 2023. Assista ao trailer de ‘Creed 3’
O filme “Creed 3” ganhou, nesta terça-feira (18), o primeiro trailer com Michael B. Jordan. Assista acima.
No trailer, é possível ver o embate entre os personagens de Jordan, filho de Apollo Creed, o maior adversário de Rocky Balboa, com Jonathan Majors, que interpreta Damian Anderson.
A sequência estreia nos cinemas e no IMAX em março de 2023.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ezra Miller alega inocência em acusação de roubo nos Estados Unidos


Ator foi indiciado de invadir e roubar itens de uma casa em Vermont em maio. Se condenado, ele pode pegar pena de 1 a 26 anos de prisão. Ezra Miller, o The Flash dos cinemas, na pré-estreia de ‘Liga da Justiça’ em Los Angeles
Mario Anzuoni/Reuters
Ezra Miller, astro de “The Flash”, se declarou inocente da acusação de roubo em um tribunal em Vermont nesta segunda-feira (17). Ele é acusado de invadir e roubar garrafas de bebidas alcóolicas de uma casa desocupada.
Ezra Miller diz que sofre problemas de saúde mental e começou tratamento
Segundo a revista “Variety”, o ator apareceu virtualmente no Tribunal Superior de Bennington com a sua advogada. O ator é acusado de invadir uma residência em Stamford, em Vermont, no dia 1º de maio, enquanto os proprietários não estavam presentes. Com as investigações, a polícia descobriu que “várias garrafas” de bebidas alcóolicas tinham desaparecido. Depois de coletar depoimentos e revisar imagens das câmeras de segurança, a polícia acusou o ator pelo crime de roubo.
Ainda de acordo com a publicação, se for condenado, a pena pode variar de 1 a 26 anos de prisão.
“Ezra Miller esta manhã se declarou inocente de uma acusação de roubo e uma acusação de pequeno furto no Tribunal Superior de Vermont e aceitou as condições impostas pelo tribunal de não entrar em contato ou entrar na casa dos moradores. Ezra gostaria de agradecer o amor e o apoio que receberam de sua família e amigos, que continuam sendo uma presença vital em sua saúde mental”, disse a advogada de Miller, Lisa B. Shelkrot.
Este processo é mais um problema recente enfrentado pelo ator, que protagoniza o filme “The Flash”, com estreia prevista para junho de 2023.
Entre março e abril, Miller foi preso duas vezes em menos de um mês no Havaí. Primeiro, por conduta imprópria em um bar. Depois, foi detido após jogar cadeira e acertar a testa de uma mulher.
O ator também é acusado de ter enforcado uma mulher na Islândia e de assediar uma outra mulher na casa dela na Alemanha.
Tudo isso causou dúvidas sobre o futuro do filme do herói da DC, mas o presidente-executivo da Warner Bros Discovery, David Zaslav, assegurou que a produção faz parte dos planos da empresa.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘The Crown’: a polêmica cena sobre suposto plano de Charles para fazer Elizabeth 2ª abdicar


O ex-premiê britânico John Major descreveu cena que ainda irá ao ar como ‘bobagens maliciosas’. A Netflix defendeu ‘The Crown’ como uma ‘dramatização fictícia’. O ator Jonny Lee Miller vai interpretar o ex-premiê britânico John Major na próxima temporada de ‘The Crown’
Divulgação/Netflix
O ex-premiê britânico John Major criticou, em entrevista ao jornal inglês The Mail on Sunday, uma cena da próxima temporada da série The Crown que retrata um suposto plano para fazer a rainha Elizabeth 2ª abdicar do trono em favor do filho Charles.
Segundo Major, a sequência que será exibida na quinta temporada, com estreia marcada para novembro na Netflix, é “um amontoado de bobagens maliciosas”.
A cena inclui uma suposta conversa entre o ex-primeiro-ministro e o então príncipe Charles na década de 1990 sobre a possibilidade da rainha, que morreu em setembro último, de abrir mão do trono.
A plataforma de streaming defendeu The Crown afirmando que é uma “dramatização fictícia”.
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A assessoria de Major divulgou uma nota ao jornal afirmando que essa discussão nunca existiu.
“Sir John não cooperou de forma alguma com The Crown. Nem nunca foi consultado por eles para checar a veracidade de partes do roteiro desta ou de qualquer outra série.”
“Como você deve saber, as discussões entre o monarca e o primeiro-ministro são inteiramente privadas e — para Sir John — sempre permanecerão assim. Mas nenhuma das cenas descritas é fiel à realidade de qualquer forma. Elas são ficção, pura e simplesmente.”
‘Dramatização ficcional’
Uma porta-voz de The Crown defendeu a série dizendo que ela “sempre foi apresentada como um drama baseado em eventos históricos”.
“A quinta temporada é uma dramatização ficcional, imaginando o que poderia ter acontecido a portas fechadas durante uma década significativa para a família real — um tempo que já foi bem analisado documentado por jornalistas, biógrafos e historiadores.”
John Major, em foto de 2021, descreveu a cena retratada na série como ‘bobagens maliciosas’
BBC
A próxima temporada vai focar no tumultuado início dos anos 1990, quando ruiu o casamento entre Charles e a princesa Diana.
Malcom Rifkind, secretário das Relações Exteriores do gabinete de Major, também criticou a cena em entrevista ao The Mail on Sunday: “Patética e absurda”.
O apresentador Jonathan Dimbleby, amigo do rei Charles, disse que “The Crown tem vários absurdos, mas essa passa dos limites”.
Os novos episódios chegam à plataforma no dia 9 de novembro e vão mostrar o então príncipe Charles, interpretado por Dominic West (The Wire), precisando interromper um feriado com Diana para uma reunião secreta com Major (papel de Jonny Lee Miller, que fez Trainspotting) em sua residência particular em 1991.
Imelda Staunton é a mais uma atriz a assumir o papel de Elizabeth 2ª, seguindo os passos de Claire Foy e Olivia Colman.
Algumas personalidades defenderam a interpretação ficcional dos eventos em The Crown.
De acordo com o jornal The Times, Robert Harris, autor de livros que romantizam a história, afirmou que tem “uma espécie de visão herética em que The Crown só ajudou a família real em alguns aspectos”.
Em um festival literário, ele declarou que “ninguém entende essas coisas de forma literal, não é? Não tenho certeza de que isso aconteça”.
O príncipe Harry também falou sobre as situações mostradas na série.
Em entrevista ao apresentador James Corden no ano passado Harry afirmou que “a série não finge que é um noticiário. É ficção. É vagamente baseada na verdade. Claro, não é estritamente preciso, claro que não, mas dá uma ideia aproximada sobre o estilo de vida [de um membro da realeza], as pressões de colocar o dever e o serviço acima da família e tudo mais que pode vir disso.”
A Netflix afirmou anteriormente que não colocará uma advertência aos espectadores de The Crown de que algumas cenas são fictícias.
Em 2020, o então secretário de Cultura Oliver Dowden fez esse pedido e a plataforma respondeu que a série sempre foi anunciada como um drama.
“De forma que não temos planos e não vemos necessidade de adicionar um aviso”, afirmou.
No entanto, uma frase no início na página da série na Netflix diz: “Baseada em eventos históricos, esta série dramatiza a história da rainha Elizabeth 2ª e os eventos políticos e pessoais que moldaram seu reinado”.
Dowden, por sua vez, declarou que os espectadores mais jovens “podem confundir ficção com verdade” ao assistirem à quarta temporada, que retrata o fim do casamento entre o então príncipe e princesa de Gales.
As filmagens da sexta temporada de The Crown foram suspensas brevemente como sinal de respeito após a morte da rainha. Também foram interrompidas no dia do funeral.
Mas alguns setores no Reino Unido criticam o lançamento da quinta temporada dois meses após a morte de Elizabeth.
A apresentadora do programa Loose Women, do canal ITV, Brenda Edwards, estava entre os que defenderam o adiamento da reestreia como uma demonstração de respeito.
Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63293457

Fonte: G1 Entretenimento

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‘MeToo libertou voz das mulheres’, diz atriz americana Alyssa Milano


Tweet da atriz viralizou há 5 anos e criou movimento no qual centenas de atrizes denunciaram assédios e agressões sexuais na indústria de Hollywood. A atriz Alyssa Milano, em festa após o Globo de Ouro em 2019
Matt Sayles/Invision/AP
Cinco anos depois de acender a chama do movimento MeToo, a atriz americana Alyssa Milano diz que se sente orgulhosa de ver as mulheres se recusarem a “ser silenciadas”.
“Muita coisa mudou”, afirmou, em entrevista à AFP, lembrando seu famoso tuíte de 15 de outubro de 2017, quando pediu às mulheres que compartilhassem seus traumas de assédio sexual sob a hashtag #MeToo.
A atriz, de 49 anos, que se tornou popular com programas como “Who’s the Boss?” e “Charmed”, admitiu que foi vítima de uma agressão sexual durante uma filmagem na década de 1990.
“O mais evidente é que nos recusamos a ser silenciados e unimos nossas vozes”, explicou ela em Cannes, onde participou do festival de programas de televisão Mipcom.
Milano considerou positivas as novas leis nos Estados Unidos contra a discriminação de gênero e o assédio, assim como a criação de “coordenadores de intimidade” para ensaiar cenas de conteúdo sexual nos filmes.
“Para mim, não fazia sentido o fato de que, se houvesse um animal no ‘set’, fosse obrigatória a presença de um representante da Humane Society (organização de proteção aos animais), enquanto os atores têm de enfrentar situações de vulnerabilidade, não apenas as cenas de amor”, disse Alyssa.
Para ela, a recente decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que devolveu aos estados o poder sobre o direito ao aborto, é uma reação a esses movimentos pela emancipação das mulheres.
“Igualdade e equidade são aterrorizantes para muitos homens brancos no poder”, denunciou.
“Tirar nossa autonomia é o caso mais extremo das tentativas de impedir nossa evolução e crescimento”, explicou.
Alyssa Milano disse confiar muito nas novas gerações.
“Tenho grandes esperanças”, afirmou, referindo-se às novas gerações “que não se contentam apenas em aprender que as meninas podem fazer as mesmas coisas que os meninos, mas que também vivem isso realmente”.
LEIA TAMBÉM:
A verdadeira origem da hashtag ‘Me Too’, usada no Twitter por mulheres que sofreram violência sexual

Fonte: G1 Entretenimento

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Shehan Karunatilaka, escritor do Sri Lanka, vence Booker Prize 2022


Cerimônia de premiação aconteceu nesta segunda-feira (17). Autor foi condecorado pelo romance ‘The Seven Moons of Maali Almeida’. Shehan Karunatilaka e a rainha Camilla no Booker Prize 2022
Toby Melville/Reuters
O escritor do Sri Lanka Shehan Karunatilaka ganhou o Booker Prize nesta segunda-feira (17) por seu segundo romance “The Seven Moons of Maali Almeida”, sobre um fotógrafo de guerra morto em uma missão de vida após a morte.
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Karunatilaka recebeu um troféu da rainha consorte Camilla na primeira cerimônia presencial do prêmio literário em língua inglesa desde 2019. Ele também recebe um prêmio de 50 mil libras (US$ 57 mil dólares, cerca de R$ 300 mil).
Situada em 1990 no Sri Lanka durante a guerra civil do país, a história de Karunatilaka segue o fotógrafo de guerra gay Maali Almeida, que acorda morto.
O tempo é essencial para Maali, que tem “sete luas” para alcançar seus entes queridos e guiá-los para fotos escondidas que ele tirou retratando a brutalidade do conflito em seu país.
“Minha esperança para ‘Seven Moons’ é que em um futuro não muito distante… seja lido em um Sri Lanka que entendeu que essas ideias de corrupção, racismo e nepotismo não funcionaram e nunca funcionarão”, disse Karunatilaka em discurso.
“Espero que seja lido em um Sri Lanka que aprenda com suas histórias e que ‘Seven Moons’ esteja na seção de fantasia da livraria e… não seja confundido com realismo ou sátira política.”
A lista de finalistas deste ano dos candidatos ao Booker Prize incluiu “Treacle Walker” do autor britânico Alan Garner, “Glory” da autora zimbabuana NoViolet Bulawayo, “Small Things Like These” da escritora irlandesa Claire Keegan, “The Trees” do autor norte-americano Percival Everett e “Oh William!” da autora norte-americana Elizabeth Strout.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Pabllo Vittar revela a capa do single ‘A meia noite’, gravado com Gloria Groove


♪ A meia noite é o nome da música gravada por Pabllo Vittar como Gloria Groove – e não Junte-se a nós, como as legendas de vídeos-teasers anteriores tinham dado a entender.
Na madrugada de hoje, 18 de outubro, Vittar revelou a capa do single A meia noite, segunda amostra do quinto álbum de estúdio da artista maranhense (o primeiro foi o single Descontrolada, gravado com MC Carol e lançado em setembro).
O single A meia noite aporta nos aplicativos de música às 23 horas e 59 minutos de quinta-feira, 20 de outubro. Já o clipe da música entra em rotação às 12h do dia seguinte.
A meia noite é o primeiro single conjunto de Pabllo Vittar e Gloria Groove, as duas drag queens cantoras de maior projeção no universo pop brasileiro. Contudo, há quatro anos, Vittar e Groove foram convidadas de single de Aretuza Lovi, Joga bunda (2018).

Fonte: G1 Entretenimento