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Quem é Nora Felder, responsável por trazer Kate Bush de volta ao topo


Coordenadora musical de ‘Stranger Things’ trouxe um Emmy para a produção. ‘Running up that hill’, de 1985, voltou para o topo das paradas este ano com a série. Nora Felder
Amy Sussman/Getty Images North America/AFP
Uma das mais populares da plataforma Netflix, a série “Stranger Things” é também um laboratório que revive antigos sucessos do pop, graças às artes ocultas de sua coordenadora musical, Nora Felder. Ela, que trouxe um prêmio Emmy para a produção, diz que mais pessoas ouvem suas palestras agora.
Kate Bush, a enigmática cantora que volta ao topo das paradas após mais de 40 anos graças à série ‘Stranger Things’
A história de ‘Running up that hill’
Seu caso mais conhecido foi a retomada do fenômeno “Running up that hill”, sucesso de 1985 da cantora britânica Kate Bush, que voltou para o topo das paradas em 2022.
A cantora Kate Bush que voltou às paradas em 2022 com ‘Running up that hill’, de 1985
Divulgação
No dia 30 de maio, após a estreia dos primeiros episódios da quarta temporada da produção na Netflix, a composição de Kate Bush subiu no ranking de músicas ouvidas no Spotify, líder das plataformas musicais.
Os downloads da música “aumentaram em 8.700% em todo mundo”, informou o Spotify.
Outras canções da cantora britânica voltaram à popularidade, com um aumento “de 1.600%” das obras baixadas.
Nora Felder é a mestre de cerimônias responsável por esse fenômeno, algo que requer mais sagacidade do que parece.
Joseph Quinn e Jamie Campbell Bower falam sobre ‘Stranger things’
“É incrível! Sabíamos que seria especial, porque já usamos ‘Should I stay or should I go’ do The Clash na primeira temporada, e houve uma decolagem nos downloads”, explicou Felder à AFP, em uma entrevista por telefone.
“Mas não imaginávamos que tomaria essa dimensão para Kate Bush”, acrescenta ela.
Recrutada por Phil Ramone
Felder trabalhou primeiro como programadora, em um clube de Nova York. Logo depois disso, foi recrutada pelo produtor Phil Ramone para gravar artistas como Paul Simon, Sinéad O’Connor, Cyndi Lauper e Iggy Pop.
“As pessoas acham que basta colocar qualquer música boa”, afirma Felder.
“Na realidade, coordenamos todos os aspectos que envolvem a música de um projeto. Seja a parte criativa, seja a negociação dos direitos de uma canção, ou a escolha de compositores, músicos…”, detalha essa californiana, que já trabalhou na trilha sonora das séries “Californication” e “Ray Donovan”.
Após chegar aos 50 anos, Felder se instalou em Los Angeles, epicentro da indústria cinematográfica.
A produtora tinha conhecimento de que Kate Bush era “muito seletiva” com a utilização de seu repertório.
Kate Bush conta que o interesse renovado pela sua música é “muito emocionante”
AFP via BBC
“Levei muito tempo para entrar em contato com seus representantes, explicar o que representava (a música) para a história, para os personagens”, relembra ela.
O que Felder não sabia, durante as negociações, era que Kate Bush assistia e era fã da série.
“Quando recebemos sua aprovação foi um grande alívio, pois essa canção contempla todas as exigências da série”, acrescenta.
Flores do Metallica
Ao contrário de “Running up that hill”, que já havia feito sucesso há quatro décadas atrás, a canção do grupo Metallica “Master of puppets” embarcou no efeito multiplicador após sua aparição em “Stranger Things”. A obra subiu nas paradas das plataformas musicais como nunca antes.
Show do Metallica no Lollapalooza teve repertório clássico e faixas do novo álbum, ‘Hardwired to self-destruct’
Marcelo Brandt/G1
“Esta canção combina muito com o personagem de Eddie, de que todo mundo gosta. Alguns rejeitam o metal como quem rejeita um livro sem abri-lo. Mas, graças a Eddie, os espectadores abriram o livro e amaram essa música do Metallica”, contempla Felder.
Na série da Netflix, Eddie Munson aparece na quarta temporada como um jovem “metaleiro” rebelde, guitarrista de uma pequena banda e querido por quem o conhece de perto.
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Em gratidão pelo sucesso de sua canção, o Metallica mandou flores e uma edição de colecionador do “Master of puppets” (título do álbum, de 1986) para a coordenadora musical, quando ela foi indicada ao Emmy.
“Agora eles me seguem nas redes sociais e, quando eu percebi, eu disse: ‘ah, mas é o Metallica!'”, diz Felder, que reconhece: “No que diz respeito à música, continuo sendo uma criança”.
Veja entrevista com os irmãos Duffer, os criadores de ‘Stranger things’

Fonte: G1 Entretenimento

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Pixies volta ao Brasil com 8º álbum e guitarrista pede que ‘pessoas aceitem’ novidades da banda


Grupo lançou ‘Doggerel’ e toca no Rio nesta terça-feira (11), e em SP na quarta (12). ‘Não conseguimos voltar no tempo. Se pudéssemos, eu preferia parecer quando tinha 28’, diz ao g1. Guitarrista do Pixies promete tocar lançamentos sem esquecer dos grandes hits
A carreira dos Pixies é aquela montanha-russa: a banda foi uma das mais influentes no fim dos anos 80 e início dos anos 90, com quatro discos bem-sucedidos, e uma fileira de sucessos, como “Debaser”, “Where is my mind” e “Here comes your man”.
Desavenças entre os integrantes levaram ao fim da banda em 1993, e onze anos mais tarde, parecia que tudo estava bem de novo, com o anúncio do retorno. Mas não foi bem assim. Um disco novo demorou quase dez anos para chegar, só rolou em 2013, e não foi bem aceito pela crítica. Além disso, coincidiu com a saída da carismática baixista Kim Deal.
O ano é 2022, e em um momento mais estável, com a baixista Paz Lenchantin oficialmente escalada, a banda lançou seu oitavo disco, “Doggerel”, o quarto desde seu retorno, em 2004. O trabalho reapresenta um rock bem-feito e confortável para ouvir, não traz grandes surpresas e mantém a evolução que engatou com “Head Carrier” (2016) e “Beneath the eyrie” (2019).
“Espero que as pessoas aceitem, porque é um bom álbum”, diz Joey Santiago, guitarrista da banda, ao g1. “Outras bandas voltam com discos, e existe uma ideia preconcebida que não será tão bom.”
Pixies vem ao Brasil para tocar no Popload Festival em outubro
Divulgação/Travis Shinn
Os Pixies estavam no meio da turnê do disco “Beneath the Eyrie”, com shows na Austrália, quando a pandemia começou. Cada um foi para o seu canto e só se reuniram de novo há alguns meses para a gravação. “Para mim foi um passo em direção à normalidade. Por que bandas gravam discos? Porque eles vão sair em turnê. Para mim, eu senti esperança.”
A banda se apresenta no Rio, no dia 11 de outubro, em São Paulo, no dia 12 de outubro, no Popload Festival.
g1 – “Doggerel” é o oitavo disco dos Pixies, e sendo uma banda com tamanha história, quais são as expectativas com esse trabalho?
Joey Santiago – Expectativas. O que eu espero é que as pessoas aceitem. Eu percebi, nós sabemos, ou eu sei, que esta é uma banda, que fez ótimos discos nos anos 80 e 90 e blablablá. Tem um monte de bandas por aí que fizeram o que a gente fez. Voltaram com um álbum e, sabe, existe uma ideia preconcebida de que não será tão bom. Que a gente deveria seguir com a fórmula.
Mas a gente nunca fez isso, na verdade. Quero dizer, o som ainda está lá, mas de “Come on pilgrim”, “Surfer Rosa”, “Doolittle”, “Bossanova” até “Trompe le monde”, todos eles progrediram de forma diferente. Não fizemos “Doolittle” de novo. Nunca fizemos “Surfer Rosa” de novo. E não vamos fazer isso de novo. Este é um novo álbum e sim, a gente cresceu, porque não conseguimos voltar no tempo. Se pudéssemos, acredite, eu preferia parecer quando tinha 28. Então, minha esperança é que as pessoas aceitem, porque é um bom disco.
Joey Santiago, Black Francis, David Lovering (fundo) e Kim Deal
Divulgação/4AD
g1 – Existe pressão do público ou da crítica, de soar mais como os Pixies de antigamente? Como lida com isso?
Joey Santiago – A gente não liga. Honestamente, a gente não liga, porque lá no fundo, dentro de nós, a gente sabe a verdade, de que é um bom disco. E se qualquer coisa, eles vão bater e depois vão se retratar. Talvez em dez anos eles vão lá e ‘oh, desculpa, nós cometemos um erro naquele disco lá’. É um bom disco, sabe? Então, não nos importamos.
g1 – Vocês gravaram “Doggerel” já neste período de fim da pandemia. Como foi tomar a decisão de se reunirem para fazer um trabalho novo?
Joey Santiago – Para mim, o propósito era: nós vamos voltar e fazer alguma coisa. Para mim, era um passo em direção à normalidade. Por que uma banda grava um disco? Porque ela vai sair em turnê. É o ciclo de uma banda: banda grava, banda faz turnê. Para mim, eu senti esperança.
g1 – Os Pixies estavam em turnê quando a pandemia foi anunciada. Como foi este momento para vocês?
Joey Santiago – Inicialmente, eu amei. Quer dizer, não a pandemia, mas não ter de fazer qualquer coisa por um tempo. Eu queria fazer a turnê, mas tinha que aceitar. Então, qual é o lado bom aqui? Eu posso ficar mais um tempo com as crianças, eu descansei, eu adotei um gato neste processo da Covid. E depois de um tempo, a gente começou a cancelar todos os shows por causa das variantes, e eu meio que ‘a gente talvez pode nunca mais voltar’. O sentimento era esse, desgraça e melancolia. Toquei um pouco de violão. Mas eu não peguei no violão até cerca de oito meses atrás.
g1 – Vocês se reuniram em uma casa isolada para a produção do disco. O produtor Tom Dalgetty estava com vocês de novo. Como foram as discussões para fazer este novo trabalho? Como foi o processo?
Joey Santiago – Foi ótimo. Estávamos em uma casa muito bonita, todo mundo da banda e o Tom. Então, antes de a gente gravar, íamos para a sala de estar, olhávamos a neve. Foi a primeira vez que teve uma tempestade de neve. [Tinha] Janelas grandes. Dave [Lovering, o baterista] estava no kit [de bateria] e eu estava com o violão, todo mundo estava acústico. A Paz [Lenchantin, baixista] estava no baixo acústico. E estávamos nos divertindo. Jogando a música por aí, passando um para o outro, para ver o que acontecia. E isso foi divertido. Depois, a gente subiu e gravou. Esses momentos uniram a gente. Podíamos brincar com as músicas, eu fingia que estava fazendo alguma coisa bem estúpida, esse tipo de coisa. Foi um momento legal. Relaxante.
Joey Santiago, do Pixies, no palco do Lollapalooza 2014, em São Paulo
Flavio Moraes/G1
g1 – Com o resultado, parece mesmo que estavam se divertindo. Nas informações sobre o disco, a banda indicou que tem um aspecto mais sombrio, mas soou vívido também, um som mais pop.
Joey Santiago – O processo que a gente fez era ter uma linha guia que era uma faixa rítmica acústica e soar mais aberto. É a fórmula que a gente tinha de todo o jeito desde o começo. Muitas das nossas músicas eram com o violão. Where is my mind era uma delas, Nimrod’s Son, por mais dura que soasse, tinha a levada acústica.
g1 – Como vocês queriam que esse disco soasse?
Joey Santiago – A gente não tinha ideia se ia soar sombrio. Não tínhamos ideia se soaria sombrio ou feliz, ou coisa assim. Apenas saiu. Poderíamos muito bem ter feito um disco de reggae, se tivéssemos afim.
g1 – Como está hoje o clima dentro da banda?
Joey Santiago – Está ótimo. Estamos ótimos. Viajamos por onze semanas na última turnê e foi excelente. Então, isso vai funcionar por muito tempo. Isso é o que eu sinto. A gente se sente bem.
g1 – E o que a gente pode esperar dos shows aqui no Brasil?
Joey Santiago – A gente vai tocar algumas dessas músicas que saíram. Eu quero tocar essa “Dregs of the wine” porque eu quero ver como se traduz ao vivo. Ok, então, o que vamos fazer: vamos tocar algumas dessas novas músicas, mas obviamente vamos tocar as músicas do passado. Não podemos decepcionar. A gente sabe o que o público quer. A gente sabe o que eles quererem “Here comes your man” e todas essas coisas.
Pixies
Tom Oxley/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sortudo por ter fãs do Brasil’, diz Isaac sobre expectativa de show do Hanson em Ribeirão Preto, SP


Banda norte-americana formada pelos irmãos Isaac, Taylor e Zac se apresenta na cidade nesta sexta-feira (14) com a turnê “Red Green Blue”. Isaac Hanson fala sobre a expectativa para show em Ribeirão Preto, SP
Formada pelos irmãos Isaac, Taylor e Zac, a banda de pop rock norte-americana Hanson se apresenta em Ribeirão Preto (SP) nesta sexta-feira (14) com a turnê “Red Green Blue”.
Comemorando os 30 anos de carreira da banda, o trio se prepara para desembarcar pela primeira vez na cidade, que é o terceiro destino dos irmãos no Brasil. Em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo, Isaac Hanson falou sobre a expectativa para o show.
O guitarrista e vocalista se diz feliz pelo contato com fãs brasileiros em mais um show que promete ficar marcado na memória e nos corações dos irmãos.
“A gente se sente muito sortudo por ter fãs do Brasil. Sempre toca nosso coração quando a gente tem a chance de viajar e se apresentar para pessoas como vocês”, diz.
Zac, Taylor e Isaac Hanson em 2022
Divulgação
Red Green Blue
A turnê “Red Green Blue” apresenta ao público uma nova forma de enxergar o trabalho desenvolvido pela banda. Isso porque a produção é separada em três terços, cada um produzido por um dos irmãos.
De acordo com Isaac, o álbum permite que os fãs conheçam tanto ele, quanto os irmãos, de forma mais profunda.
“O Taylor escreveu e produziu a parte vermelha do álbum e fez os vocais das canções. Eu escrevi, produzi e fiz os vocais da parte verde. O Zac ficou com a parte azul. Eu penso que isso traz um novo jeito dos fãs olharem para a banda e também para as pessoas que estão curiosas e não ouvem as nossas músicas há muito tempo. Definitivamente traz algo único para elas mergulharem”, diz.
Zac, Taylor e Isaac Hanson em 1995
Divulgação/Facebook da banda
Ainda de acordo com Isaac, o show da turnê deve reunir os últimos sucessos e as músicas que marcaram a carreira da banda, como “MMMBop”, “Save Me”, “Where’s The Love” e “I Will Come To You”.
O músico diz que o trio quer oferecer aos fãs uma experiência nova a cada apresentação, isso significa que o repertório apresentado ao longo da turnê se adapta de acordo com o lugar.
“O que é interessante é que o show em São Paulo vai ser diferente do show do Rio. Nós fazemos shows diferentes, sempre estamos mudando. A principal coisa que a gente tem feito é tocar as músicas do nosso novo disco “Red Green Blue” e, claro, a gente continua tocando as principais músicas da nossa carreira.”
Como adquirir ingressos para o show?
A banda se apresenta nesta sexta-feira (14), a partir das 20h, na Arena Eurobike. O endereço é Avenida Costabile Romano, s/n°, bairro Ribeirânia. A classificação etária é 16 anos.
Para o show, há ingressos para três setores: arquibancada, área premium e camarotes. Os ingressos estão disponíveis pela internet, com cobrança de taxa, e na bilheteria do estádio, sem taxa.
Arquibancada: R$ 200 + R$ 40 de taxa (inteira) e R$ 100 + R$ 20 de taxa (meia-entrada);
Área Premium: R$ 300 + R$ 60 de taxa (inteira) e R$ 150 + R$ 30 de taxa (meia-entrada);
Camarotes: R$ 500 + R$ 100 de taxa (apenas inteira).
Arena Eurobike em Ribeirão Preto (SP)
Reprodução/EPTV
Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca
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Fonte: G1 Entretenimento

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Boni, ex-executivo da TV Globo, é internado nos EUA após sofrer infarto durante voo


Avião, que havia decolado de Nova York com destino ao Rio, teve de fazer pouso forçado em Orlando, onde o paciente passou por cirurgia; previsão de alta é para esta terça-feira (11). Incidente ocorreu na madrugada de quarta-feira (5) passada. José Bonifácio Oliveira Sobrinho, o Boni, participou da primeira reunião dos conselheiros da Prefeitura de São Paulo
TV Globo/Reprodução
O ex-executivo da TV Globo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, de 86 anos, foi internado na semana passada, nos Estados Unidos, depois de ter sofrido um infarto durante um voo entre Nova York e o Rio. A informação é da direção da TV Vanguarda, afiliada da emissora no interior de São Paulo da qual ele é sócio.
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De acordo com a rede, o incidente ocorreu na madrugada de quarta-feira (5), e o avião teve de fazer um pouso forçado em Orlando, onde mora um dos filhos de Boni. Lá, o diretor passou por uma cirurgia cardíaca. A previsão é que ele tenha alta nesta terça-feira (11).
Boni ocupou diversos cargos de direção na Globo entre 1967 e 1997 e é conhecido por ter criado, junto de Walter Clark (1936-1997), o padrão de qualidade pelo qual a empresa se tornou conhecida. Também foi o responsável por implantar a grade de programação da emissora. Mais tarde, entre 1998 e 2001, atuou como consultor da TV Globo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Julgamento de Harvey Weinstein por agressão sexual começa em Los Angeles


Ex-produtor de Hollywood cumpre atualmente uma sentença de 23 anos de prisão em Nova York, após ser condenado no estado por outra série de agressões sexuais. Harvey Weinstein em tribunal de Los Angeles em 4 de outubro de 2022
Etienne Laurent/Pool/AFP
Começou em Los Angeles nesta segunda-feira (10) a seleção do júri para o julgamento do ex-produtor de cinema Harvey Weinstein, no qual espera-se que cinco supostas vítimas de agressão sexual testemunhem.
Weinstein cumpre atualmente uma sentença de 23 anos de prisão em Nova York, após ser condenado nesta cidade por uma série de agressões sexuais.
O ex-produtor de 70 anos agora enfrenta 11 outras acusações, incluindo estupro e sexo oral forçado contra mulheres em hotéis em Beverly Hills e Los Angeles entre 2004 e 2013. O julgamento deve durar cerca de dois meses.
Em caso de condenação, o magnata do cinema -que se declarou inocente de todas as acusações- poderia ser sentenciado a mais 140 anos atrás das grades.
Uma multidão de jornalistas se aglomerou nesta segunda-feira em frente à corte do centro de Los Angeles, onde o outrora poderoso produtor de Hollywood foi obrigado a comparecer.
As acusações de assédio e abuso sexual contra Weinstein se tornaram públicas em outubro de 2017. Sua condenação em Nova York em 2020 foi um marco para o movimento #MeToo.
Em junho, Weinstein foi derrotado na tentativa de reverter estas condenações para crimes sexuais. Também foi acusado, separadamente, por promotores britânicos de um ataque ao pudor contra uma mulher em Londres em 1996.
No total, cerca de 90 mulheres, incluindo atrizes como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow e Salma Hayek, acusaram Weinstein de agressão ou assédio sexual.
Vítimas famosas
O jornal “Los Angeles Times” citou nesta segunda-feira Mark Werksman, advogado de Weinstein, que revelou que famosos testemunharão no julgamento.
“O público reconhecerá algumas dessas vítimas. Algumas dessas mulheres podem ser vistas em filmes, em campanhas de publicidade, tiveram sucesso como atrizes e modelos”, declarou o advogado ao jornal.
O “Los Angeles Times” afirma que uma das cinco demandantes, chamadas de “Jane Doe” para terem os verdadeiros nomes preservados, seria Jennifer Siebel Newson, esposa do governador da Califórnia, Gavin Newsom.
“Como muitas outras mulheres, minha cliente foi agredida sexualmente por Harvey Weinstein durante uma suposta reunião de negócios que acabou sendo uma cilada”, declarou ao jornal a advogada de Siebel Newson, Elizabeth Fegan.
“Ela pretende testemunhar neste julgamento para encontrar alguma medida de justiça para as sobreviventes e como parte do trabalho de sua vida para melhorar a vida das mulheres.”
Newson descreveu o comportamento de Weinstein em um texto publicado em 2017, mas não deu detalhes sobre as supostas agressões.
Weinstein afirma que todos os encontros sexuais foram consentidos. Seu advogado disse aos jornalistas que as acusações apresentadas em Los Angeles “são de muitos anos atrás” e não podem “ser corroboradas por evidência forense” ou “testemunhos críveis”.
Enquanto isso, o filme “Ela Disse” estreia no Festival de Cinema de Nova York. A produção aborda a investigação jornalística de 2017 sobre Weinstein que resultou na queda de seu império cinematográfico.
Antes de ser alvo dessas denúncias, Harvey e seu irmão Bob Weinstein estavam entre os produtores mais poderosos de Hollywood.
Juntos fundaram a Miramax Films, uma empresa de produção e distribuição criada em 1979 e cujo nome é uma homenagem à mãe Miriam e ao pai Max. A empresa foi adquirida pela Disney em 1993.
Entre os sucessos produzidos pela Miramax está “Shakespeare Apaixonado”, de 1998, pelo qual Weinstein ganhou um Oscar de melhor filme. Ao longo dos anos, suas produções receberam mais de 300 indicações ao maior prêmio do cinema e 81 estatuetas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Suricato ambienta álbum ‘Marshmallow flor de sal’ na atmosfera sonora dos anos 1980


♪ A banda Suricato aposta na atmosfera da new wave, marco da sonoridade sintetizada dos anos 1980, no quinto álbum de estúdio, Marshmallow flor de sal.
Gravado com produção musical e arranjos orquestrados por Alexandre Kassin com Rodrigo Suricato, mentor da banda carioca, o disco sai em 21 de outubro com repertório composto por dez músicas inéditas assinadas por Rodrigo com parceiros diversos como Bibi, Cassiano Andrade, Markus Thomas e Victor Pozas.
A banda Suricato é formada atualmente por Rodrigo Suricato (voz, guitarra e violões) com Carol Mathias (teclados, baixo e voz), Diogo Gameiro (bateria) e Martha V (teclados e voz).
♪ Eis, na disposição das faixas no disco, as dez músicas que compõem o repertório do álbum Marshmallow flor de sal :
1. Foi? (Rodrigo Suricato e Cassiano Andrade)
2. Lua de saudade (Rodrigo Suricato e Cassiano Andrade)
3. Cada vez mais louco (Rodrigo Suricato e Bibi)
4. Do fim do mundo (Rodrigo Suricato e Markus Thomas)
5. Tudo é um só (Rodrigo Suricato e Victor Pozas)
6. Vênus (Rodrigo Suricato e Martha V)
7. Do infinito a tudo que se vê (Rodrigo Suricato e Bibi)
8. A vida é inédita (Rodrigo Suricato e M.Profeta)
9. Começar de novo (Rodrigo Suricato)
10. Para um novo amor (Rodrigo Suricato e Victor Pozas)

Fonte: G1 Entretenimento

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Rex Orange County é acusado de abuso sexual na Inglaterra


Em tribunal, cantor de 24 anos declarou ser inocente das acusações. Mulher afirma ter sido abusada por ele em seis ocasiões diferentes. Rex Orange County se apresenta no ‘The Ellen DeGeneres Show’
Reprodução/YouTube/EllenDeGeneresShow
O cantor Rex Orange County foi acusado formalmente de abuso sexual na Inglaterra. Ele compareceu nesta segunda-feira (10) em tribunal em Londres e se declarou inocente, segundo a revista “Variety”.
Quem é Rex Orange County: cantor junta soul, jazz, hip hop e ‘pop de quarto’
Ele é acusado de abusar de uma mulher em seis ocasiões diferentes ao longo de dois dias seguidos em junho. Três delas na casa do cantor de 24 anos.
Após negar as acusações, ele foi liberado ao pagar fiança. O julgamento do caso ganhou a data provisória de 3 de janeiro de 2023.
Rex, cujo nome verdadeiro é Alexander James O’Connor, chegou ao quinto lugar dos mais vendidos do Reino Unido com seu terceiro disco, “Pony”.
“Alex está chocado com as alegações, que ele nega, e está ansioso por limpar seu nome no tribunal”, afirmou um representante do cantor à revista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Rita canta sambas de Gilberto Gil, João Bosco e Jorge Aragão ao gravar show em São Paulo


Maria Rita na gravação ao vivo do show ‘Samba de Maria’ na casa Natura Musical, na cidade de São Paulo (SP)
Divulgação
♪ Apresentado por Maria Rita pelo Brasil desde 2015, o show Samba de Maria ganha enfim registro audiovisual, sete anos após a estreia. A gravação ao vivo do show aconteceu na sexta-feira e no sábado, 7 e 8 de outubro, em apresentações da cantora e compositora na casa Natura Musical, na cidade de São Paulo.
Além das músicas recentes do EP Desse jeito (2022), lançado em 19 de agosto, Maria Rita deu voz a sambas de compositores como Arlindo Cruz, Gilberto Gil, Gonzaguinha (1945 – 1991), João Bosco & Aldir Blanc (1946 – 2020), Jorge Aragão em roteiro que transitou pelo repertório de Elis Regina (1945 – 1982) totalizou 34 músicas em 24 números.
♪ Eis o roteiro seguido por Maria Rita na gravação do show Samba de Maria em 7 e 8 de outubro de 2022, em São Paulo (SP):
1. Sorriso aberto (Guaracy Sant’anna, o Guará, 1988)
2. Bola pra frente (Xande de Pilares e Gilson Bernini, 2014) /
3. Num corpo só (Arlindo Cruz e Picolé, 2007)
4. Maltratar não é direito (Arlindo Cruz e Franco, 2007)
5. E eu? (Fred Camacho, Fabrício Fontes e Cassiano Andrade, 2022)
6. Tendência (Dona Ivone Lara e Jorge Aragão, 1981) /
7. Lucidez (Jorge Aragão e Cleber Augusto, 1991) /
8. Eu e você sempre (Jorge Aragão e Flávio Cardoso, 2000)
9. Coração em desalinho (Monarco e Alcino Correia, o Ratinho, 1986)
10. Tradição (Geraldo Filmem 1993) /
11. Simplesmente Elis – A fábula de uma voz na transversal do tempo (Zeca do Cavaco, Zé Carlinhos e Ronaldo FQD – Vai-Vai, Carnaval de 2015)
12. Amor até o fim (Gilberto Gil, 1966) /
13. Ladeira da preguiça (Gilberto Gil, 1973)
14. O mestre-sala dos mares (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)
15. O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979) /
16. O show tem que continuar (Sombrinha, Arlindo Cruz e Luiz Carlos da Vila, 1988)
17. Saco cheio (Dona Fia e Marcos Antônio, 1981)
18. Corpitcho (Luiz Cláudio Picolé e Ronaldo Barcellos, 2007)
19. Cara valente (Marcelo Camelo, 2003)
20. Reza pra agradecer (Nego Álvaro e Vinicius Feyjão, 2017) /
21. É d’Oxum (Gerônimo e Vevé Calazans, 1985)
22. Oyá (Canto de oração) (Carica e Prateado, 1992)
23. Desse jeito (Fred Camacho e Luiz Antonio Simas, 2022) /
24. Canto das três raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1976)
25. Canção da erê dela (Maria Rita, Pretinho da Serrinha e Rachell Luz, 2022)
26. Por vezes (Maria Rita, Magnu Souzá e Maurílio Oliveira, 2022)
27. De bem com a vida (Xande de Pilares e Gilson Bernini, 2022)
28. Saudade louca (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Franco, 1989)
29. Água de chuva no mar (Carlos Caetano, Gerson Gomes e Wanderley Monteiro, 1999)
30. Tá perdoado (Arlindo Cruz e Franco, 2007)
31. Samba de Arerê (Xande de Pilares, Arlindo Cruz e Mauro Júnior, 1999)
32. É (Gonzaguinha, 1988) /
33. O homem falou (Gonzaguinha, 1985) /
34. Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978)

Fonte: G1 Entretenimento

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Modelo brasileira Juliana Nalú assume namoro com Kanye West


Casal foi fotografado saindo de restaurante e romance foi confirmado por assessoria da modelo. Ela conheceu Kanye em festa de Kendall Jenner e já posou para grife de Kim Kardashian. Juliana Nalú, modelo brasileira que assumiu romance com Kanye West
Reprodução/Instagram/Juliana Nalú
O rapper americano Kanye West está namorando a modelo brasileira Juliana Nalú, confirmou a assessoria de imprensa dela nesta segunda-feira (10).
Os dois se conheceram em uma festa organizada pela modelo Kendall Jenner, em Los Angeles (EUA), no início deste ano. Kendall é irmã de Kim Kardashian, ex-mulher de Kanye.
“Em determinado momento, o Kanye me abordou sorrindo e disse: ‘Adorei seu look, amei muito!’. Agradeci e me apresentei e, na mesma hora, ele chamou a assistente, pedindo para que ela pegasse meu contato pois ele tinha interesse em fazer futuros trabalhos comigo na moda”, contou Juliana na época.
Depois do primeiro encontro, a brasileira foi fotografada em campanhas da Yeezy, grife criada pelo rapper em colaboração com a Adidas. Em agosto desse ano, ela também posou para a Skims, linha de lingeries criada por Kim.
Juliana tem sido citada pela imprensa americana como possível affair de Kanye desde que foi fotografada deixando um restaurante em Santa Monica, na Califórnia (EUA), ao lado do músico no sábado (8).
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A foto foi compartilhada pela modelo nas redes sociais nesta segunda, acompanhada de um coração. O flagra aconteceu em meio à onda de críticas contra o rapper, que teve as contas do Twitter e do Instagram restringidas por publicar comentários denunciados como antissemitas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Djonga se inspira em ‘Dom Quixote’ ao criar capa e narrativa do álbum ‘O dono do lugar’


Capa do álbum ‘O dono do lugar’, de Djonga
Coniiin
♪ Revelada por Djonga nesta segunda-feira, 10 de outubro, a capa do sexto álbum do rapper mineiro, O dono do lugar, tem imagem que alude a uma das passagens mais marcantes da narrativa épica do livro Dom Quixote (1605), obra-prima do escritor espanhol Miguel de Cervantes (1547 – 1616).
Na foto da capa do álbum O dono do lugar, clicada por Coniiin, Djonga personifica o cavaleiro andante que enfrenta moinhos de vento.
Na foto, o artista está prestes a lançar coquetel molotov contra os moinhos, com o detalhe de que os moinhos da imagem são os originais da obra literária de Cervantes e estão localizados em Consuegra, nos arredores de Toledo – Espanha, região onde nasceu tanto o autor quanto o cavaleiro andante.
Para retratar a investida de Djonga contra os moinhos de Consuegra, enquanto duas “escudeiras” tentam conter o rapper, o artista levou a equipe do selo fonográfico A Quadrilha – fundado em 2020 por Djonga – até o local, com a intenção de imprimir a essência da obra, refletida no discurso apresentado no álbum O dono do lugar.
“O dono do lugar (é) uma experiência musical sobre minha luta contra os moinhos de vento, contra inimigos maiores que eu, ou que não existem, uma reflexão sobre indústria da música, masculinidade preta… sobre como as pretas que me cercam me seguram, sobre como meus filhos me salvam… um disco que diz mais do que isso tudo, porque sou um geminiano impetuoso demais para seguir o protocolo”, diz Djonga, conceituando o álbum programado para ser lançado na quinta-feira, 13 de outubro, com distribuição digital feita via ONErpm.

Fonte: G1 Entretenimento