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Iza anuncia separação de Sergio Santos: ‘Não somos mais um casal’


Cantora e produtor musical se casaram em dezembro de 2018. iza fez postagem em rede social. Iza e Sérgio Santos
Reprodução/Instagram
Iza usou as redes sociais para anunciar que se separou do produtor musical Sergio Santos. “Não somos mais um casal”, escreveu a cantora em texto publicado nos Stories do Instagram na tarde desta segunda-feira (10).
“A vida é feita de ciclos e vocês sabem o quanto sou honesta quando compartilho cada um deles com vocês aqui. Sempre respeito meu tempo e dessa vez não foi diferente, continuo acreditando que o mais íntimo precisa ser processado dentro da gente antes de tudo”, começou Iza.
“Então, agora e sinto pronta pra dividir com vocês que eu e Sérgio não somos mais um casal. Temos uma história linda de amor, cumplicidade e parceria, e estamos ressignificando essa relação como duas pessoas que se respeitam e se admiram, mas em novos caminhos.”
“Agradecemos o carinho que recebemos desde o início e, por isso, queríamos comunicar nossa decisão da forma certa, com o cuidado que essa história merece. Agora precisamos de espaço para entender cada etapa dessa nova fase”, finalizou Iza.
Iza e Sérgio se casaram em 2018, em uma cerimônia, no Rio de Janeiro, pouco mais de um ano após iniciarem o relacionamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Livro ‘Valsa dos cogumelos’ expõe toda as cores e nomes da cena psicodélica do Recife nos anos 1970


Pesquisador e jornalista Rogério Medeiros reconstitui, em narrativa elegante, o ‘lindo sonho delirante’ de turma que destacou Flaviola, Lula Côrtes, Robertinho de Recife e a banda Ave Sangria. Capa do livro ‘Valsa dos cogumelos – A psicodelia recifense 1968 / 1981’, de Rogério Medeiros
Arte de Pedro Alb Xavier
Resenha de livro
Título: Valsa dos cogumelos – A psicodelia recifense 1968 / 1981
Autor: Rogério Medeiros
Edição: Edição independente do autor
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♪ Muito tem se falado e escrito, neste século XXI, sobre a cena psicodélica que movimentou a cidade do Recife (PE) ao longo dos anos 1970 com bandas e cantores que – no rastro da Tropicália e da explosão da música lisérgica no universo particular da contracultura – procuraram caminhos e sons alternativos na capital de Pernambuco. Fora e até mesmo dentro das fronteiras do Recife (PE), contudo, pouco se sabe efetivamente sobre o início, a evolução e a dissolução dessa cena.
Por isso, o livro Valsa dos cogumelos – A psicodelia recifense 1968 / 1981 presta fundamental serviço à bibliografia musical do Brasil ao retratar e expor todas as cores e nomes desse movimento também rotulado eventualmente como Udigrudi.
Extraordinariamente bem escrito, em estilo romanceado que jamais tira a informação do centro da narrativa, o livro é resultado de pesquisa e entrevistas feitas pelo autor Rogério Medeiros, jornalista, pesquisador e colecionador de discos.
Com texto que concilia paixão e objetividade, o livro Valsa dos cogumelos narra a saga de turma que destacou nomes como Alceu Valença, Lula Côrtes (1949 – 2011), Robertinho de Recife, Flávio Tadeu Rangel Lira (1952 – 2021) – o Flaviola, lendário líder do Bando do Sol – e Ivson Wanderley (1953 – 2015), o Ivinho, guitarrista da banda Ave Sangria, originalmente chamada Tamarineira Village.
A propósito, a troca de nome aconteceu em 1974, sendo que Ave Sangria foi sugestão do vocalista Marco Polo, e não de cigana – lenda alimentada por alguns integrantes da banda, mas sucintamente desmentida por Rogério Medeiros no livro.
A banda Ave Sangria, uma das principais personagens da cena radiografada no livro ‘Valsa dos cogumelos’, em foto dos anos 1970
Fotógrafo não identificado / Acervo de Rafles de Oliveira
Reativada a partir de 2014, a banda Ave Sangria tem o protagonismo reiterado nas páginas de Valsa dos cogumelos. Contudo, o mérito e a riqueza do livro – batizado com o nome da música de autoria de Laílson e Lula Côrtes, gravada em 1973 no primeiro e único álbum conjunto dos artistas, Satwa – residem na habilidade com que o autor entrelaça as trajetórias de protagonistas e coadjuvantes com maestria, perfilando cena escorada na coletividade.
É quando documenta a produção de nomes como Aratanha Azul, Aristides Guimarães, Os Bambinos, Laboratório de Sons Estranhos, Marconi Notaro, Nuvem 33 e Ricardo Uchôa, entre outros artistas mais ou menos esquecidos na poeira da estrada, que Valsa dos cogumelos agrega valor.
Ao reconstituir os bastidores quase sempre complicados (pela falta de dinheiro e/ou estrutura profissional) da gestação e produção de shows e discos de repercussão apenas local, com o auxílio de reproduções de reportagens e resenhas da imprensa recifense da época, Rogério Medeiros acaba involuntariamente enfatizando o caráter heroico do movimento musical.
Com exceção de alguns cantores que se tornaram ídolos nacionais, como Alceu Valença e Zé Ramalho (artista de origem paraibana, mas com forte presença na cena recifense, a ponto de ter assinado com Lula Côrtes em 1975 o já folclórico álbum duplo Paêbirú), os nomes da cena nunca obtiveram o reconhecimento a que fazem jus por terem feito sons que ainda reverberam Brasil e mundo afora com a quebra das fronteiras pela internet. Mesmo antes da rede, os sons psicodélicos dos anos 1970 ecoaram nas mentes que deram forma ao Manguebeat na primeira metade da década de 1990.
A própria edição do livro, viabilizada através de financiamento coletivo, é ato de heroísmo do autor, extremamente feliz ao registrar para a posteridade o lindo sonho delirante de turma que começou a agitar Recife (PE) entre 1968 e 1969, plantando sementes que germinaram ao longo da década seguinte até que a força da vida e a frieza do mercado dissiparam sonhos como os de Lula Côrtes.
O artista vislumbrou o sucesso nacional ao gravar em 1981 o álbum O gosto da vida, contratado pelo produtor Marco Mazzola para a então milionária gravadora Ariola, mas viu o estrelato escapar pelas mãos quando a gravadora recifense Rozenblit – personagem recorrente na narrativa de Valsa dos cogumelos – acionou a Ariola pelo fato de o disco O gosto da vida incluir algumas músicas do álbum anterior de Lula, Rosa de sangue (1980), disco (mal) editado pela Rozenblit no ano anterior.
Enfim, são muitas as histórias dessa turma que fez história sem ter levado o devido crédito, dado a todos por Rogério Medeiros no relevante livro Valsa dos cogumelos.
Rogério Medeiros, autor do livro ‘Valsa dos cogumelos – A psicodelia recifense 1968 / 1981’
Gabriela Lucena / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Coldplay remarca shows no Brasil para março de 2023


Banda cancelou turnê, em outubro, por conta de infecção pulmonar de Chris Martin. Shows em SP passam a ser no Estádio do Morumbi com remarcação; todos os ingressos seguem válidos. Coldplay se apresenta no Rock in Rio 2022
Stephanie Rodrigues/g1
A produtora Live Nation anunciou, nesta segunda-feira (10), as novas datas da turnê do Coldplay no Brasil.
Os shows que aconteceriam em outubro foram adiados por causa de uma infecção pulmonar séria do vocalista Chris Martin.
Com a mudança das datas, o local dos shows em São Paulo deixa de ser no Allianz Parque e vai para o Estádio do Morumbi.
Veja abaixo novas datas do Coldplay no Brasil:
Rio de Janeiro, Estádio Nilton Santos Engenhão
11 de outubro de 2022 -> 25 de março de 2023 (sábado)
12 de outubro de 2022 -> 26 de março de 2023 (domingo)
São Paulo, Estádio do Morumbi (novo local)
15 de outubro de 2022 -> 10 de março de 2023 (sexta-feira)
16 de outubro de 2022 -> 11 de março de 2023 (sábado)
18 de outubro de 2022 -> 13 de março de 2023 (segunda-feira)
19 de outubro de 2022 -> 14 de março de 2023 (terça-feira)
21 de outubro de 2022 -> 17 de março de 2023 (sexta-feira)
22 de outubro de 2022 -> 18 de março de 2023 (sábado)
Todos os ingressos seguem válidos, sem necessidade de troca. O local do Rio e os setores permanecem os mesmos.
As informações sobre a localização de novos assentos de São Paulo serão enviadas diretamente por e-mail aos portadores dos ingressos, segundo o comunicado da empresa organizadora.
A turnê “Music Of The Spheres World Tour” será retomada no dia 25 de outubro.
Adiamento
Coldplay se apresenta no Rock in Rio 2022
Stephanie Rodrigues/g1
Coldplay anunciou, na terça-feira (4), o adiamento dos shows em outubro no Brasil por conta de uma infecção pulmonar séria do vocalista Chris Martin.
O grupo estava com oito apresentações agendadas no Brasil, sendo seis delas para São Paulo (15, 16, 18 e 19, 21 e 22 de outubro) e outras duas para o Rio de Janeiro (11 e 12 de outubro).
“Com profundo pesar, fomos forçados a adiar nossos próximos shows no Rio de Janeiro e em São Paulo até início de 2023. Devido a uma infecção pulmonar séria, Chris recebeu ordens médicas rigorosas para descansar pelas próximas três semanas.”
“Estamos trabalhando para ter novas datas o mais rápido possível e divulgaremos mais informações nos próximos dias”, informou o comunicado.
“Para todos no Brasil que estavam ansiosos por esses shows, sentimos muito pela decepção e inconveniente, e somos muito gratos por sua compreensão neste momento desafiador em que precisamos priorizar a saúde do Chris.”
“Por favor, guarde seus ingressos, pois eles serão válidos para as novas datas reagendadas. Elas acontecerão no início de 2023 e serão anunciadas muito em breve. No entanto, atenderemos a todas as solicitações de reembolso de ingressos – que estará disponível no ponto de venda.”
“Estamos otimistas de que Chris retornará a boas condições de saúde após o intervalo médico prescrito e esperamos retomar a turnê o mais rápido possível.”
Coldplay adia shows no Rio e em São Paulo
Reprodução/Twitter
Rock in Rio 2022
Coldplay faz show iluminado e com coro gigante nos hits
O Coldplay se apresentou no Brasil em setembro durante o Rock in Rio 2022. Segundo leitores do g1, o show do grupo foi o melhor desta edição do festival.
A banda, conhecida por performances grandiosas, mandou distribuir 100 mil pulseiras com inteligência artificial ao público e encomendou alterações no Palco Mundo, que ganhou novos refletores e canhões de luz.
A ideia era entregar um espetáculo visual cósmico, inspirado na viagem do disco “Music of the Spheres”, trabalho mais recente do grupo, lançado em 2021. Mas o céu não ajudou muito.
Leia mais sobre a apresentação do Coldplay no Rock in Rio 2022
Semana Pop conta como Coldplay influenciou sertanejos brasileiros
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sorria’ desbanca ‘A Mulher Rei’ e assume liderança da bilheteria nacional


Dez filmes mais vistos do Brasil arrecadaram R$ 14,3 milhões entre quinta (6) a domingo (9). Cena do filme ‘Sorria’
Divulgação
“Sorria” assumiu a liderança da bilheteria nacional entre quinta-feira (6) e domingo (10). O filme foi visto por 188 mil pessoas e arrecadou R$ 3,5 milhões.
“A Mulher Rei” caiu para segunda posição no terceiro final de semana em exibição. O longa estrelado por Viola Davis somou R$ 3,2 milhões e foi assistido por 161 mil pessoas.
“Aventuras de Tadeo e a Tábula de Esmeralda” completa o top 3 do último final de semana.
g1 já viu: A Mulher Rei’ é filme épico e empolgante com ótima atuação de Viola Davis
Juntos, os dez filmes mais vistos no período somaram R$ 14,3 milhões, após 731 mil pessoas irem às salas de cinema.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 6 a 9 de outubro:
“Sorria” – R$ 3,5 milhões
“A Mulher Rei” – R$ 3,2 milhões
“Aventuras de Tadeo e a Tábula de Esmeralda” – R$ 1,9 milhão
“A órfã 2 – A origem” – R$ 1,4 milhão
“Amsterdam” – R$ 1,1 milhão
“Morte Morte Morte” – R$ 952 mil
“Avatar (2009)” – R$ 623 mil
“Os Suburbanos” – R$ 618 mil
“Minions 2: A Origem de Gru” – R$ 430 mil
“Ingresso para o paraíso” – R$ 413 mil
Viola Davis diz que as atrizes negras são como as guerreiras de “A Mulher Rei”

Fonte: G1 Entretenimento

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Claudia Raia anuncia que está grávida de um menino e revela nome escolhido


‘A saga italiana continua’, brincou a atriz ao contar que ela e o marido, Jarbas Homem de Mello, já escolheram nome do bebê, mas estão em dúvida sobre grafia. Claudia raia participa do “Mais Você” e revela sexo do terceiro filho
Reprodução/Globo
Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello estão à espera de um menino. Três semanas após revelarem que a atriz está grávida do terceiro filho, eles participaram do “Mais Você” e revelaram o sexo do bebê.
“Sabe que sempre que falei um dia vou ser pai, sempre pensei que ia ser pai de um menino. Ai quando a gente soube da notícia da gravidez, eu recuei: não posso ficar desejando uma coisa, depois vem outra, tá tudo certo, Senhor, o que vier, tá certo. E aí quando a gente ficou sabendo no ultrassom, foi uma alegria muito grande”, contou Jarbas durante participação no programa, na manhã desta segunda-feira (10).
Em seguida, Claudia, que já é mãe de Enzo, de 25 anos, e Sophia, de 15, revelou qual foi sua reação ao descobrir que teria mais um menino.
“Eu tava neutra, eu tenho um menino e uma menina, os dois são incríveis.”
“Mas eu acho que é mais fácil ser homem nesse mundo. Não é fácil ser mulher. Não é fácil também educar uma mulher pra esse mundo que a gente vive.”
“O que viesse, estaria completamente aberta, mas já que veio um menino, vamos ter mais um homem legal o mundo. Vamos criar um homem incrível.”
Em seguida, Claudia e Jarbas revelaram que já escolheram o nome do bebê, mas que estão em dúvida sobre a grafia: Luca ou Lucca.
“A saga italiana continua. Enzo, Sophia e Luca”, falou Claudia.
“A gente escolheu os dois nomes, de menino e menina. Quando a gente soube que era menino, a gente decidiu entre os três que a gente tava em dúvida”, contou a atriz.
O casal se emocionou também ao ouvir a numeróloga Sônia Wáil falar sobre a personalidade do filho após estudar a escolha do nome. Sônia sugeriu que Claudia e Jarbas optem por Luca — com apenas um “C”.
“Eu tô grávido junto, porque eu tô chorando à toa”, afirmou Jarbas sem conter as lágrimas. “Tá chorando com desenho animado”, entregou Claudia.
Claudia Raia anuncia que está grávida do 3º filho aos 55 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Golpista Anna Sorokin é solta sob fiança nos EUA


Jovem se passava por herdeira de uma rica família alemã e enganou a elite de Nova York. História ficou famosa no Brasil e no mundo após ser contada na minissérie da Netflix “Inventando Anna”. Anna Sorokin durante julgamento em Nova York, em 25 de abril de 2019
Richard Drew/AP/Arquivo
Foi solta nos Estados Unidos nesta sexta-feira (07), sob fiança, a golpista Anna Sorokin, que se passava por um falsa herdeira de uma rica família alemã para enganar a alta sociedade de Nova York. A história ficou famosa no Brasil e no mundo após ser contada na minissérie da Netflix Inventando Anna.
“Anna Sorokin foi libertada da custódia do ICE [Immigration and Customs Enforcement] esta noite [sexta-feira]”, disse uma fonte da instituição à agência de notícias AFP.
Um juiz de imigração ordenou a libertação condicional de Anna na terça-feira após, o pagamento de uma fiança, que segundo a mídia foi de 10 mil dólares. Ela será monitorada por dispositivo eletrônico e poderá ser deportada dos Estados Unidos – algo que vem tentando impedir há 18 meses.
Anna Sorokin durante audiência em Nova York, em 25 de abril de 2019
TIMOTHY A. CLARY / AFP
Em 2019, Anna foi condenada a de quatro a 12 anos de prisão por fraude envolvendo 275 mil dólares. Em fevereiro de 2021, foi libertada por bom comportamento.
Pouco tempo depois, foi presa novamente por causa de um visto vencido e, desde então, estava nas instalações do serviço de imigração ICE.
As autoridades dos EUA emitiram uma ordem para sua deportação para a Alemanha, mas Anna apelou, permanecendo no centro de detenção, onde as condições são melhores do que em uma prisão americana.
Vida às custas dos outros
O nome verdadeiro de Anna Delvey é Anna Sorokin; ela tem 28 anos, nasceu na Rússia e não tem dinheiro algum
Reprodução/Instagram
Nascida na Rússia, filha de um caminhoneiro e de uma lojista, Anna Sorokin se mudou para Alemanha aos 16 anos. Depois, foi para os Estados Unidos.
Em Nova York, entre novembro de 2016 e agosto de 2017, Anna Sorokin se apresentou como uma rica herdeira alemã chamada Anna Delvey e viveu uma vida de luxo às custas de outros. Ela obteve crédito junto a bancos, viajou de graça para outros países e viveu meses em hotéis de Manhattan sem pagar a conta.
Ela alugou um jatinho para viajar para Omaha para uma conferência anual do grupo Berkshire Hathaway para ver o presidente da empresa, o investidor Warren Buffet, passou uma semana num hotel de luxo em Marrakech e jantou em restaurantes nobres com celebridades americanas, como o ator Macaulay Culkin. Toda essa vida era documentada na rede social Instagram, onde Sorokin tinha uma conta.
Em Nova York, Sorokin contava a história de que era uma herdeira vinda de uma pequena cidade alemã perto de Colônia e esperava assumir seu fundo fiduciário quando chegasse aos 25 anos para aí abrir um espaço cultural na cidade.
Sorokin foi considerada culpada de vários crimes e pode pegar até 15 anos de prisão
Timothy A. Clary/AFP
O sonho dela era abrir um centro de artes plásticas na Church Missions House, um prédio histórico na esquina da Park Avenue com a East 22nd Street. Um designer gráfico londrino estava encarregado do logotipo do centro, que já tinha nome: Anna Delvey Foundation.
Esse centro de artes plásticas nunca virou realidade. Toda a vida de Anna Delvey era uma fraude. Quando foi presa, em outubro de 2017, ela já tinha um histórico de contas não pagas e pessoas perplexas com o seu comportamento.
Uma das pessoas enganadas por Sorokin foi a jornalista Rachel Deloache Williams, editora de fotografia na revista Vanity Fair. Ela escreveu, nessa revista, sobre a sua experiência de ter ficado com a conta de 62 mil dólares de uma estada de uma semana num hotel de luxo no Marrocos. Essa passagem também é contada na série da Netflix.
No último golpe antes de seu esquema ser exposto, ele estava prestes a conseguir um empréstimo de 22 milhões de dólares.

Fonte: G1 Entretenimento

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Kanye West tem contas do Instagram e Twitter restringidas após postagens consideradas antissemitas


Artista não pode postar nem fazer comentários nas plataformas. Representantes das redes socias informaram que Ye, como é chamado agora, violou regras de conduta. Kanye West discursa em vídeo de campanha à presidência dos EUA
Reprodução/Twitter/kanyewest
O Instagram e o Twitter restringiram as contas do rapper americano Ye, como é chamado agora Kanye West, depois que ele postou comentários denunciados como antissemitas.
Ye, rapper antigamente conhecido como Kanye West, diz que não lê ‘livro algum’
Kanye West reposta foto de Bruna Marquezine após encontro na primeira fila de desfile em Londres
Uma porta-voz do Twitter disse à AFP neste domingo (9) que a conta do artista foi bloqueada devido a uma violação das regras da rede social.
E uma porta-voz da Meta, empresa matriz do Instagram, disse à AFP que o grupo removeu conteúdo – mas não especificou qual – da conta de West por violar suas regras.
Além disso, o Instagram restringiu a conta de West, o que pode impedi-lo de postar, comentar ou enviar mensagens privadas, segundo a mesma fonte.
O rapper causou um grande alvoroço nas mídias sociais desde que vestiu uma camiseta com a frase “White Lives Matter” (Vidas brancas importam) durante a Semana de Moda de Paris.
Trata-se de uma apropriação do famoso slogan “Black Lives Matter” (Vidas negras importam), emblemático durante os protestos antirracistas do verão de 2020 nos Estados Unidos, e uma alusão ao movimento.
No Instagram, West, 45, postou na sexta-feira capturas de tela de conversas com o rapper Diddy, que criticou a camisa e sua mensagem.
“Vou usar você como exemplo para mostrar aos judeus que disseram para você me ligar que ninguém pode me ameaçar ou influenciar”, escreveu Kanye West. A publicação foi excluída.
Em seguida, no Twitter, o artista disse que atacaria os judeus em um tuíte que já não é mais acessível, e a rede social disse que a mensagem violou suas regras.
O Comitê Judaico Americano (AJC) acusou West de promover “ódio aos judeus”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hanson, a banda com 15 filhos que vendeu 15 milhões de discos, explica como repensou carreira


Ao g1, Taylor Hanson fala sobre filharada, saída de gravadora e volta ao Brasil com disco criado a partir de três projetos solo. Série ‘Quando eu hitei’ tem artistas que sumiram. Quando eu hitei: Integrante do Hanson fala sobre sucessos e paternidade
O Hanson foi uma das maiores bandas de pop rock do mundo entre 1997 e 2000. Em menos de cinco anos, o trio de irmãos vendeu mais de 15 milhões de CDs. Mas foram só dois discos nesse esquema de banda gigante. Desde 2004, eles são independentes e seguem produzindo álbuns… e filhos.
Isaac, o mais velho, tem três filhos. Zac, o caçula, tem cinco. E Taylor tem sete filhos. Com 15 crianças Hanson, é de se esperar que a filharada impacte na vida e carreira da banda, que faz sete shows no Brasil a partir desta terça-feira (11).
“Acho que continuou a me dar uma perspectiva e um significado mais profundos. Isso faz com que você cresça, faz com que você veja que o mundo não é sobre você. É sobre os outros. É sobre servir, ser pai, sabe?”, diz Taylor ao g1 (veja entrevista no vídeo acima).
Na série “Quando eu hitei”, artistas do pop relembram como foi o auge e contam como estão agora. São nomes que você talvez não se lembre, mas quando ouve a música pensa “aaaah, isso tocou muito”. Leia mais textos da série e veja vídeos ao final desta reportagem.
Taylor Hanson e a esposa Natalie com cinco dos sete filhos do casal
Divulgação/Facebook do cantor
O Hanson já foi uma banda com músicas em trilhas de novela, como “Save Me”, tema do casal Camila e Edu em “Laços de Família”, em 2000. O trio tinha clipes na MTV de hits como “MMMBop” e fazia shows em estádios. A partir de 2004, viraram independentes. Até a sonoridade ficou um pouco menos pop e passaram a explorar outros estilos, como blues e country.
“Eu fico lisonjeado com essa análise”, responde Taylor. “Eu vejo que você fez sua pesquisa, você prestou atenção, sabe? Nós saímos e começamos nossa própria gravadora no terceiro álbum. E foi a decisão que sentimos que precisávamos tomar, não era sobre mudar quem éramos como banda, mas correspondia a uma evolução, porque você evolui musicalmente, mas é um reflexo de se manter fiel ao motivo pelo qual começamos.”
Taylor Hanson, vocalista e tecladista do Hanson, em 1997 e em 2022
Divulgação/Facebook da banda
A primeira vinda ao Brasil foi para divulgar o segundo álbum, justamente o disco que tinha “Save me”. “Esse álbum ‘This Time Around’ já foi lançado num declínio da indústria, porque as gravadoras estavam todas se fundindo, não eram as mesmas pessoas por lá…”, recorda.
“A gente era essa banda que teve muito sucesso. Então, ninguém queria nos deixar sair, mas a gravadora não sabia mesmo o que fazer. Eles não sabiam como lidar com o desenvolvimento de uma banda como nós, porque estávamos interessados no longo prazo e não em apenas mais um single, mas em uma carreira. Então, escolhemos esse movimento ousado de pedir para sair.”
“Penny & me”, de 2004, foi o primeiro single de “Underneath”, quando a banda deu adeus para a gravadora. Taylor diz que tudo na carreira do Hanson é “estratégico”. “Isso nos permitiu pensar em quem queremos ser daqui a 10 anos, não apenas daqui a cinco meses.”
“Podemos não estar tocando para 20 mil pessoas em todos os lugares, mas estamos tocando para milhares em lugares ao redor do mundo e são fãs de verdade.”
Mais filhos do que sucessos?
Zac, Taylor e Isaac Hanson em 1995
Divulgação/Facebook da banda
Taylor contou que sempre ouve música com os filhos e o mais velho deles, Jordan, de 19 anos, costuma viajar com ele nas turnês desde que tinha 14.
“Você sente um senso de responsabilidade, você tem uma parceira, ainda bem que você tem uma parceria com sua esposa, alguém em que você possa se apoiar. Isso te testa, mas é incrivelmente gratificante ver as pessoas que você cria. Isso definitivamente afeta a sua música e isso te encoraja, com certeza me encoraja, a tentar ser o seu melhor.”
Em 2011, o g1 fez uma reportagem com um infográfico mostrando que o Hanson tinha mais filhos do que sucessos. O placar era cinco hits contra 8 filhos e Taylor riu ao saber disso. Ele foi avisado de que era uma reportagem meio de brincadeira e falou deste placar:
“Bem, não posso mais ter filhos. Então, eu acho que isso significa que precisamos de mais hits.”
Em carreira solo, mas juntos
Zac, Taylor e Isaac Hanson em 2022
Divulgação
Lançado em maio, “Red Green Blue” é o oitavo álbum do Hanson e é quase como se fossem três projetos solo. “Basicamente, essa ideia de enfatizar três vozes únicas parecia o único projeto que tínhamos consenso para fazer.”
São três partes com cinco músicas cada. Juntas, elas formam um disco. A parte do Taylor é “Red”, a parte do Isaac é “Green” e a do Zac é “Blue”. As cinco músicas do Taylor, as canções da parte vermelha do álbum, são todas sobre términos de relação.
“Child at heart” é sobre manter a esperança mesmo quando tudo está dando errado na sua vida. Taylor canta que a gente tem que sempre ter um coração de criança. Sempre cercado por crianças, ele sabe bem do que está falando. “Eu tenho conversas muito pessoais com meus filhos, que eu vi crescendo.”
Hanson em fotos de álbuns de Natal lançados em 1997 e 2017
Reprodução
“O meu mais velho tem 19 e vê-lo se esforçar para crescer e se tornar um jovem e então lembro das coisas que eu experimentei e das amizades que eu tive. Eu senti que essa música era uma música tão natural… Era quase uma coisa que você está dizendo para si mesmo”, diz, ainda sobre “Child of heart”.
“E você também está tentando imaginar ter aquela conversa cara a cara com alguém que você gosta que diga: ‘Ei, apenas respire’. Tudo ficará bem. Você vai sair disso e não se esqueça de amar e entregar seu coração como se fosse uma criança. Não jogue fora esse espírito infantil.”
Para todo mundo, o Hanson é uma coisa só. Mesmo que seja natural pensar assim, Taylor tentou explicar o estilo de cada um deles:
“Minhas influências tendem a ser um pouco mais rítmicas e meio que vêm mais do lado gospel, do lado da Motown. Eu gosto de colocar metáfora em tudo, sou um pouco menos folk, sabe? Sou menos ‘isso aqui é o que eu estou sentindo hoje’.”
Taylor Hanson durante ensaio da banda
Reprodução/Facebook do artista
Para ele, Isaac é “direto” e cria músicas “com um sentimento country”. “São muito tradicionais. São um pouco mais envolventes de uma maneira diferente, não tão em camadas… não é tão o tipo de produção com sinos e assobios, mas soa orgânico.”
Zach, por sua vez, é descrito como “um criador visceral”. “Ele gosta de se fazer tudo rapidamente. Ele tem uma visão muito clara das coisas e ele não gosta de ‘cozinhar’ demais. E nós crescemos admirando compositores… Quero dizer, quando surgimos, eu tinha 14 anos, Zac tinha 12 e Isaac tinha 15. Então, nós percorremos um longo caminho desde então.”
“Mas até naquela época nós não estávamos nisso pela fama e nós éramos estudantes de música, compositores, artesãos como eram nossos heróis e então nós vivemos procurando maneiras de impulsionar nosso interesse pelo que estamos fazendo. Quero dizer, se ninguém mais gosta, pelo menos você gostou. Essa sempre foi a teoria.”
Hanson no Brasil
11 de outubro – Bourbon Country – Porto Alegre
12 de outubro – Live Curitiba – Curitiba
14 de outubro – Arena Eurobike – Ribeirão Preto
15 de outubro – Espaço das Américas – São Paulo
16 de outubro – Arena Sabiazinho – Uberlândia
19 de outubro – Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília
21 de outubro – Qualistage – Rio
VÍDEOS: QUANDO EU HITEI
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Fonte: G1 Entretenimento

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Reunião de Nando Reis e Pitty em show dá liga ao irmanar as músicas dos artistas com a energia do rock


Cantores apresentam no Rio de Janeiro a turnê ‘PittyNando – As suas, as minhas e as nossas’ com roteiro que entrelaça as duas obras autorais por afinidades temáticas ou por conexões rítmicas. Nando Reis e Pitty na estreia carioca do show ‘PittyNando – As suas, as minhas e as nossas’ na casa Qualistage
Barbara Furtado / Dantas Jr. / Divulgação Qualistage
Resenha de show
Título: PittyNando – As suas, as minhas e as nossas
Artistas: Nando Reis e Pitty
Local: Qualistage (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 8 de outubro de 2022
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Música composta por Pitty e apresentada há 19 anos no primeiro álbum da artista, Admirável chip novo (2003), Temporal caiu tão bem e forte na voz de Nando Reis, em número arrepiante que elevou a canção à outra dimensão (inclusive pelo gesto político do cantor no verso final “E as armas pra trás”), que bastaria esse memorável momento para justificar a ida à casa Qualistage na noite de ontem, 8 de outubro, para assistir à estreia carioca do show PittyNando – As suas, as minhas e as nossas.
Só que Nando Reis e Pitty ofereceram (muito) mais nesse primeiro grande encontro dos artistas em cena, em turnê que vem rodando o Brasil desde junho, mês em que o show teve première no festival paulista João Rock.
Temporal sobressaiu na arrebatadora apresentação que lotou pista, frisas e camarotes da casa Qualistage, mas esse nem foi o número que mais bem traduziu o espírito do show PittyNando porque, em que pesem eventuais solos, houve real e total interação entre os artistas, juntos no palco durante as duas horas de show.
E o fato é que a reunião de Nando Reis e Pitty em show deu liga, revitalizando e irmanando as respectivas obras com o entrelaçamento das músicas de ambos, ora por afinidade temática – caso da inadequação social, assunto comum entre Máscara (Pitty, 2003) e Não vou me adaptar (Arnaldo Antunes, 1985), a rigor um hit dos Titãs sem a assinatura de Nando – ora pela atração rítmica, como a que fez o link de Te conecta (Pitty, 2018) com Marvin (Patches – Ronald Dunbar e General Johnson, 1970, em versão em português de Nando Reis e Sergio Britto, 1984) na levada jamaicana que foi do mento (ritmo precursor do rocksteady) ao reggae.
Nando Reis em momento terno com Pitty na estreia carioca do show ‘PittyNando – As suas, as minhas e as nossas’
Barbara Furtado / Dantas Jr. / Divulgação Qualistage
Como o tempo tem ido depressa, Nando Reis e Pitty estão se encontrando no palco em momento de plenitude. Aos 45 anos, recém-completados na sexta-feira, 7 de outubro, a cantora e compositora baiana já contabiliza 25 anos de carreira que lhe deu visibilidade nacional a partir de 2003. Nessa estrada, o quinto e por ora último álbum solo de estúdio de Pitty, Matriz (2019), flagrou a cantora em plena forma, de chip trocado.
A caminho dos 60 anos de vida, a serem festejados em 12 de janeiro, o paulistano Nando Reis está em cena há quatro décadas e, de todos os ex-Titãs, é o que conseguiu pavimentar a carreira solo mais autossustentável por ter se mantido popular pela monumental produção autoral que gerou algumas das mais melodiosas e apaixonantes canções do universo pop, como All star (2000) e Relicário (2000), ambas com as respectivas belezas realçadas no show pelo canto de Pitty.
Embora separados por algumas gerações, Nando Reis e Pitty se irmanaram no palco do Qualistage pela energia jovial do rock, mote do som da banda que agrega três músicos já habituados a dividir a cena com a cantora – Daniel Weksler (bateria), Martin Mendonça (guitarra) e Paulo Kishimoto (lap steel e percussão) – com dois instrumentistas, Alex Veley (teclados) e Felipe Cambraia (baixo), arregimentados na banda de Nando, cujo toque do violão evocou em números como O segundo sol (Nando Reis, 1999) a essência pop folk de grande parte do cancioneiro do compositor.
Turbinada com o calor do coro do público, ouvido em praticamente todas as 26 músicas do roteiro, a energia roqueira gerou show realmente eletrizante que fez a plateia cantar sozinha o infalível refrão de Me adora (Pitty, 2009) ao fim do número.
Celebrada na música inédita PittyNando (2022), composição que abriu esse roteiro cravejado de hits e abriu também a parceria dos artistas, a reunião de Pitty e Nando Reis fluiu tão bem no palco que o show passou depressa como o tempo que escorre pelas mãos. Mas o tempo do show foi suficiente para que o público visse com clareza ali, em cada marca ou música, duas histórias relevantes que se afinaram sob a égide do rock que nunca envelhece.
Nando Reis e Pitty entrelaçam 26 músicas no roteiro do show ‘PittyNando – As suas, as minhas e as nossas’
Barbara Furtado / Dantas Jr. / Divulgação Qualistage
♪ Eis as 26 músicas do roteiro seguido por Pitty e Nando Reis em 8 de outubro de 2022 na estreia carioca do show PittyNando – As suas, as minhas e as nossas na casa Qualistage, no Rio de Janeiro (RJ):
1. PittyNando (Pitty e Nando Reis, 2022)
2. Admirável chip novo (Pitty, 2003) /
3. Do seu lado (Nando Reis, 2003)
4. Memórias (Pitty, 2005) /
5. Me diga (Nando Reis, 1995)
6. Sou dela (Nando Reis, 2006) /
7. Semana que vem (Pitty, 2003)
8. Os cegos do castelo (Nando Reis, 1997)
9. Na sua estante (Pitty, 2005)
10. All star (Nando Reis, 2000) /
11. Temporal (Pitty, 2003)
12. Por onde andei (Nando Reis, 2004) /
13. Equalize (Pitty e Peu Souza, 2003)
14. Resposta (Samuel Rosa e Nando Reis, 1998)
15. Déjà vu (Pitty e Peu Souza, 2005)
16. Te conecta (Pitty, 2018) /
17. Marvin (Patches – Ronald Dunbar e General Johnson, 1970, em versão em português de Nando Reis e Sergio Britto, 1984)
18. Luz dos olhos (Nando Reis, 1996) /
19. Teto de vidro (Pitty, 2003)
20. Relicário (Nando Reis, 2000)
21. Me adora (Pitty, 2009)
22. Máscara (Pitty, 2003) /
23. Não vou me adaptar (Arnaldo Antunes, 1985)
Bis:
24. O segundo sol (Nando Reis, 1999)
25. Mantra (Nando Reis e Arnaldo Antunes, 2004) /
26. Serpente (Pitty, 2014)

Fonte: G1 Entretenimento

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Talvez Seja Só Eu, projeto de Bruno Benzaquem, apresenta ‘Novos absurdos’ em EP que sai em 2023


Bruno Benzaquem é o mentor do projeto musical Talvez Seja Só Eu, que lança o EP ‘Novos absurdos’ em janeiro
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♪ Bruno Benzaquem caminhava de bicicleta, refletindo sobre a passagem de 2020 para 2021 e com a letra do samba-canção Eu preciso aprender a só ser (Gilberto Gil, 1973) ecoando na mente, quando começou a esboçar canção sobre o correr do tempo e o inevitável processo de envelhecimento do ser humano.
Intitulada Ano novo, a canção chega ao mundo em 2023 como parte do repertório do EP Novos absurdos, disco de Talvez Seja Só Eu, projeto musical de Benzaquem.
Gravado com produção musical orquestrada pelo baixista Jorge Ailton com o próprio Bruno Benzaquem, entre o estúdio e a casa do artista, o EP Novos absurdos sucede o single Rotina (2019) e o álbum Talvez Seja Só Eu (2021) na discografia de Benzaquem.
Com músicas que versam sobre a ansiedade e inconformidade, o disco apresenta composições autorais como Espera por mim (prevista para ser lançada em single em 22 de dezembro), O que vier (gravada com mix de serenidade e groove) e Por que você odeia tanto assim? (“Uma carta aos reacionários e preconceituosos”, na definição de Benzaquem).
Eu entendo, faixa escolhida para iniciar os trabalhos promocionais do EP, chega ao mundo digital em single programado para a próxima sexta-feira, 14 de outubro.
Já a música-título Novos absurdos – iniciada em 2018 a partir de riff composto pelo guitarrista André Santos (quando o músico ainda integrava com Benzaquem a banda A Coisa Toda) e gravada para o disco do Talvez Seja Só Eu com mix de R&B e rap – sai somente em janeiro, juntamente com o EP formatado com os músicos André Rosa na bateria, André Urso na guitarra, João Carstens no órgão e Rodrigo Parcias no violão, além da participação do baixista Jorge Ailton.
O cronograma de lançamentos fonográficos prevê que, em maio, o EP Novos absurdos gere um álbum, o segundo do Talvez Seja Só Eu.

Fonte: G1 Entretenimento