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Arthur Aguiar fala sobre término com Maíra Cardi: ‘Seremos pra sempre uma família’


Ator e influenciadora se casaram em 2017 e acumularam idas e vindas nos 5 anos de relacionamento. Eles são pais de Sophia, de 3 anos. Arthur Aguiar fala sobre término com Maíra Cardi: ‘Seremos pra sempre uma família’
Reprodução/Instagram/Arthur Aguiar
Arthur Aguiar se manifestou, nesta sexta-feira (7), após o post de Maíra Cardi que sinalizou mais um término no casamento dos dois.
“Independente de estarmos juntos ou não no momento, seremos pra sempre uma família. Como eu disse ontem, a última palavra vem de Deus!”, escreveu o ator e cantor.
Aguiar e Cardi se casaram em dezembro de 2017 e acumularam idas e vindas nos últimos 5 anos.
Na quinta (6), Maíra fez um post com uma foto quando ainda estava grávida da única filha do casal, Sophia.
“Fim da nossa caminhada juntos, mas o começo de um novo caminho melhor para ambos”.
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Relembre relacionamento
Mayra Cardi repreendeu Arthur Aguiar após ator comer pão no BBB 22
Reprodução
Arthur Aguiar e Maíra Cardi se casaram depois de cinco meses de namoro, em dezembro de 2017, e acumularam idas e vindas nos últimos 5 anos.
O nascimento da filha aconteceu em outubro de 2018.
A influenciadora anunciou, em maio de 2020, que o casamento tinha acabado com um término amigável, mas depois compartilhou um vídeo falando sobre o relacionamento e as traições do ator.
Eles se reconciliaram em abril de 2021, mas terminaram, novamente, apenas oito dias após anunciar que estavam juntos novamente.
“Amo ele ainda, como sempre amei. Muitos de vocês me julgaram […] Eu quis lutar pela minha família”, disse Maíra, aos prantos, em vídeo publicado à época.
O casal voltou a se relacionar em outubro de 2021, voltaram a morar juntos em dezembro e seguiram casados até outubro deste ano.
Na participação de Arthur no BBB, Maíra teve papel decisivo na mobilização da torcida e polêmicas. A influenciadora, que tem um programa de emagrecimento, agitou a internet ao criticar o marido por comer pão dentro da casa.
A postura foi criticada na internet por nutricionistas e até por Daniel Cady, marido de Ivete Sangalo. O nutricionista afirmou que Maíra fazia “terrorismo nutricional”.
Mayra Cardi repreende Arthur Aguiar após ator comer pão no BBB 22

Fonte: G1 Entretenimento

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Gusttavo Lima apresenta sete músicas no EP ao vivo ‘Buteco Goiânia’


Gusttavo Lima lança disco gravado em Goiânia em 3 de setembro, dia do 33º aniversário do artista mineiro
Divulgação
♪ Em 3 de setembro, dia em que completou 33 anos, Gusttavo Lima fez o registro audiovisual de show apresentado no estacionamento do Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO), meca do universo sertanejo. A gravação ao vivo gerou o EP Buteco Goiânia (Balada Music / Sony Music), posto em rotação na noite de ontem, 6 de outubro, com sete músicas.
Emoldurado por cenário composto por 1,6 mil metros de LED e diante de público formado por milhares de seguidores do artista, o cantor mineiro deu voz às músicas Sorte no copo pra mim (Philipe Pancadinha, Renato Sousa, Ana Juh e Lucas Papada), Cara da derrota (Vinni Miranda, Waléria Leão, Rafael Quadros e Blener Maycom), Vítima (Denner Ferrari, Leandro Rojas e Fred Liel), Três frases (Vinni Miranda, Waléria Leão, Gui Prado, Júnior Silva e Denner Ferrari), Nunca mais largo você (Samuel Deolli, Felipe Viana, Gabriel Pascoal, Leo Souzza e Klebin), Saudade fudida (Elan Rubio, Marcello Henrique, Marco Esteves e Vinicius Poeta) e Ex dos meus sonhos (Eliabe Quexim, Lucas Papada, Felipe Viana, Lucas Souza, Matheus Dipadua e Thales Gui).
O EP Buteco Goiânia sucede os singles Termina comigo antes (2022), Não pega ninguém ainda (2022 e Fala mal de mim (2022) na discografia lançada por Gusttavo Lima ao longo desse ano.
Capa do EP ‘Buteco Goiânia’, de Gusttavo Lima
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Alceu Valença faz jus ao Prêmio UBC pelo conjunto de obra que se mantém coerente e vivaz


Compositor recebe o troféu em cerimônia programada para dezembro sob direção musical de Zé Ricardo. Alceu Valença é o artista homenageado na sexta edição do Prêmio do Compositor Brasileiro, entregue pela UBC desde 2017
Leo Aversa / Divulgação
♪ ANÁLISE – Instituição de gestão de direitos autorais que reúne os maiores criadores da música do país (em time que inclui os octogenários Caetano Veloso, Gilberto Gil e Milton Nascimento), a União Brasileira de Compositores (UBC) também completa 80 anos em 2022 e surpreende positivamente ao escolher Alceu Valença como o artista homenageado na 6ª edição do Prêmio do Compositor Brasileiro, informalmente conhecido como Prêmio UBC e em voga desde 2017.
Aos 76 anos, completados em 1º de julho, Alceu de Paiva Valença é um dos maiores nomes da música do Brasil. Pernambucano de São Bento do Una (PE), cidade do sertão nordestino onde, criança, absorveu o canto dos aboiadores, emboladores, repentistas e violeiros, Alceu é artista de sintaxe original que faz jus ao prêmio que receberá em 8 de dezembro em cerimônia na sede da UBC, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Na premiação, músicas do compositor serão apresentadas nas vozes de dez nomes de diferentes gerações, sob direção musical de Zé Ricardo. O elenco ainda está sendo mantido sob sigilo.
Perpetuado em farta discografia iniciada há 50 anos com o álbum Alceu Valença e Geraldo Azevedo (1972), o cancioneiro de Alceu Valença vem percorrendo senhora estrada cuja rota abarca a alternativa cena psicodélica do Recife (PE) nos anos 1970, década em que o artista ganhou projeção nacional ao eletrificar com a batida do rock os gêneros musicais nordestinos – sobretudo o frevo, o coco, o baião e a toada – e ao temperar o som resultante desse mix potente com a influência moura presente na nação nordestina.
Com as raízes fincadas no sertão nordestino, mas com as antenas ligadas no mundo, a música de Alceu é elétrica e vivaz – como o criador habitualmente verborrágico – e também se mostra embebida em poesia.
Em cena desde 1968, Alceu Valença se projetou em meados dos anos 1970, ganhando visibilidade no festival Abertura (TV Globo, 1975), mas somente fez real sucesso no Brasil a partir de 1980, ano em que o coco Coração bobo bateu forte nas paradas nacionais.
Desde então, o cantor se manteve em evidência e, mesmo já longe das paradas, continua lotando shows Brasil adentro com plateias que combinam público jovem com seguidores de primeira hora. Talvez porque, na embolada do tempo, a música de Alceu Valença permaneça viçosa, com o brilho de outrora.
Com 311 composições registradas na UBC, o artista merece o prêmio pelo conjunto coerente dessa obra de caráter monumental.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pantanal’ termina nesta sexta; elenco se emociona em despedida


‘A gente colocou tudo o que a gente tinha nessa novela’, disse Juliano Cazarré no ‘Encontro’ nesta sexta (7). Veja mais depoimentos. Elenco de ‘Pantanal’ participou do ‘Encontro’ nesta sexta (7), dia que o último capítulo da novela vai ser exibido
Reprodução/TV Globo
Para celebrar o último capítulo de “Pantanal”, o elenco da novela participou do programa “Encontro com Patrícia Poeta” nesta sexta-feira (7).
Na despedida, Juliano Cazarré e Silvero Pereira se emocionaram ao falar do trabalho em conjunto.
“Estava vendo o Guito tocar agora. Um ano atrás tava conhecendo o Guito e foi uma aventura. A gente colocou tudo o que a gente tinha nessa novela”, disse Cazarré, emocionado.
“Confesso que ainda não caiu a ficha para mim, esse último capítulo de hoje ainda não está na minha cabeça ‘termina hoje’. São essas coisas que o Ju falou dos encontros que tivemos nessa novela, dos afetos que a gente construiu”, acrescentou Pereira.
“As gravações acabaram, mas o amor segue para sempre”, continuou Pereira. O remake de “Pantanal” termina nesta sexta-feira (7).
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Veja o que mais o elenco de “Pantanal” falou na despedida das gravações da novela, que dará lugar a “Travessia”.
Emoção marca despedida de elenco de “Pantanal”
Globo/Paulo Belote
José Loreto (Tadeu)
“A pressão do público e da imprensa a gente sentiu bem no início, antes de começar a gravar. Mas quando nos juntamos todos no Pantanal, elenco, equipe, direção, isso deu leveza para as coisas e o sucesso foi consequência dessa união. E logo foi embora essa expectativa ou qualquer medo da comparação.”
“Gravando essas últimas cenas, eu sinto que podia ter mais um ano de gravação (risos). O trabalho foi muito cansativo, árduo, eu brinco que foi um perrengue ‘chic’.”
“Passamos três meses no Pantanal, deixando as famílias aqui. Foi intenso, quando voltamos para o Rio de Janeiro, gravamos muito. Foi muito puxado, cansativo, mas todo dia vindo com sorrisão na cara. Em ‘Pantanal’ tudo dá certo. Até quando tinha tudo para dar errado, deu certo.”
“Eu vou sentir muita falta, saudade, do elenco que a gente se encontra uma vez por semana pelo menos fora do trabalho. E isso é especial, não é sempre que acontece esse entrosamento geral. Essa novela foi um acerto, a obra certa, no momento certo, falar de natureza, desse Brasil profundo, dessa conexão cheia de histórias boas, um clássico… ‘Pantanal’ é um marco para mim, de cabo a rabo. Desde a primeira vez que Papinha (Rogério Gomes) me ligou até agora, o último dia de gravação. As emoções que eu tive enquanto personagem, as vivencias, eu esqueci um pouco do Zé. Foi maravilhoso.”
Última semana de Pantanal: Fantástico visita os bastidores e encontra uma equipe unida, já morrendo de saudade da novela
Bella Campos (Muda)
“Como eu não era nascida na primeira versão da novela, embora conhecesse, não tinha a dimensão do que essa obra representava no Brasil. Mas já nas primeiras semanas de gravação eu fui entendendo melhor essa obra que fala sobre esse Brasil que está oculto para muitas pessoas, mas que a gente gosta de ver, de acessar.”
“Eu me surpreendi nesse sentido, porque eu sabia que tinha sido um grande sucesso, mas não como aconteceu exatamente. Quando vi o primeiro capítulo entendi a grandiosidade de Pantanal. E comecei a entender o que conquistou o público tão fortemente 30 anos atrás, e que felizmente a gente conseguiu conquistar de novo agora. Para mim, foi uma grata surpresa, uma grata descoberta.”
“O texto, a qualidade dos personagens, o fato de todos os personagens terem algo relevante a contar é um diferencial. E foi lindo ver a generosidade do público com a gente. Nós nos sentimos todos parte da mesma família, a família Leôncio. Eu percebo isso quando as pessoas vêm me falar da novela e eu acho que é por isso, porque é uma trama acolhedora. Eu vejo que as pessoas têm essa sensação de pertencimento à cozinha da Filó, às rodas de viola. De alguma forma, parecia que o público estava sempre ali com a gente e isso foi muito gostoso.”
“E, além disso, todo o elenco estava muito entrosado. Tivemos esse presente que foi poder conviver juntos no Pantanal e trazer isso para os Estúdios Globo. A conexão da gente era tão forte que transpassamos isso para o público, que construiu essa história com a gente.”
“Neste momento, de fim de gravação, o sentimento é de alívio porque quando essa novela começou eu não sabia se eu ia conseguir. Mas foi. Nasceu a Muda. Eu tinha muito medo porque era uma estreia nesse projeto gigantesco, com uma memória afetiva muito forte no público.”
“Foi uma grande responsabilidade. E agora é um alívio. Outro sentimento que carrego nesse momento é gratidão, por esse presente e me sentir honrada de fazer parte dessa história. E saudade, muita saudade. Sentimento de coração quentinho e dever cumprido. O que fica desse projeto é a importância da generosidade. Eu acho que ‘Pantanal’ só foi esse sucesso porque existia muita generosidade entre todos, elenco, equipe, direção, comunicação, camareiras, caracterização… Em ‘Pantanal’ existiu muita troca e a gente mostra que a união faz a força.”
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Guito (Tibério)
“Quando cheguei senti uma humildade unanime por parte do elenco sabendo que remake é remake, não havia a pretensão de ser o mesmo sucesso da primeira versão. Acho que todos estavam muito com essa ideia de fazer diferente.”
“Usamos muitos recursos que hoje a tecnologia tem a nosso favor, e procuramos ficar o mais descontraídos possível. Criamos um clima gostoso entre elenco, equipe, direção e acho que isso transpareceu para a tela. O sentimento agora é que o coração está doendo. Está parecendo formatura do terceiro ano, quando a gente começa a assinar as camisas. Mas também dá um alívio de dever cumprido, de ter entregado uma boa história, bonita.”
“Não dá para comparar as duas versões, o mundo mudou, os tempos são outros. Mas acho que, como daquela vez, conseguimos contar uma boa história.”
“O que fica de ‘Pantanal’ em mim é a amizade. Com cada um do elenco, da direção, da equipe técnica, essa proximidade que a gente desenvolveu é algo que vai permanecer para o resto da vida. Foi realmente diferenciado.”
Tibério ( Guito ) e Muda ( Bella Campos )
Globo/Fábio Rocha
Camila Morgado (Irma)
“Em ‘Pantanal’, como já existia a primeira versão, a gente não sabia ao certo como iria contar essa história, sabendo que a primeira vez tinha sido um grande sucesso. E como uma história de 30 anos atrás se torna nova para os dias de hoje. A gente ter começado a gravar pelo Pantanal fez com que a gente se habituasse, tivesse propriedade para contar essa história, então foi um processo muito leve e divertido.”
“Meu primeiro trabalho na Globo foi ‘A Casa das Sete Mulheres’ e depois fiz muitos trabalhos aqui dentro. O que aconteceu em ‘Pantanal’, que é muito legal e muito raro é que equipe e elenco se dá muito bem, a gente se gosta, a gente quer estar junto, a gente se pertence, todo mundo se sente pertencido. Isso é raro, a gente conta nos dedos os trabalhos que ficam em um lugar muito especial. E Pantanal fica. Todo mundo é amigo, se gosta de verdade, isso é o que fica.”
“No mais, dentro de mim fica o Pantanal, o lugar, o lugar que eu não tinha ideia de como era bonito, rico e que se a gente não mudar a nossa cabeça, pode não ter mais aquele lugar tão lindo como ele é.”
Dira Paes (Filó)
“Antes de fazer Pantanal fui espectadora. Eu não só tinha uma expectativa muito grande, como eu me imaginava lá naquela época fazendo Pantanal. Então quando eu recebi o convite, eu já senti uma emoção única e verdadeira. E isso já me encheu de potência, como se eu tivesse certeza de que seria uma boa novela. Mas eu não imaginava o quão ela ia ser abraçada pelo público e isso é surpreendente.”
“Foi uma unanimidade e é tão raro viver isso. O sentimento que carrego hoje é de agradecimento à essa equipe e elenco incrível que fez a novela. Essa parceria com o Marquinhos Palmeira, que é uma pessoa tão importante na minha vida profissional. Eu tenho muito a agradecer por ele estar no meu caminho, espero cruzar com ele muito mais vezes na minha vida. E entender que viver os momentos especiais não é o cotidiano das pessoas.”
“É preciso valorizar quando isso acontece e eu estou vivendo intensamente esse momento. Eu me apaixonei pelo Pantanal, o local. E eu acho que sou meio pantaneira também. Eu tenho que admitir que eu sou uma mulher que poderia ter nascido no Pantanal.”
“Eu acho que tenho uma cara pantaneira. Eu poderia muito bem dizer que sou de lá, então eu diria que hoje eu sou Pantanal. Também, além de amazônica.”
Casamentos marcam a última semana de ‘Pantanal’ – Zefa (Paula Barbosa), Tadeu (José Loreto), Filó (Dira Paes), José Leôncio (Marcos Palmeira), Irma (Camila Morgado) e José Lucas (Irandhir Santos)
Globo/Estevam Avellar
Aline Borges (Zuleica)
“Chegar numa obra que já era um sucesso tem um lugar de conforto, mas também uma certa tensão porque a minha personagem era a Zuleica, segunda esposa do Tenório, quando a primeira era a Maria Bruaca, que já era amada no Brasil inteiro.”
“Cheguei a receber mensagens de pessoas desejando mal à família, mas também recebi mensagens positivas porque a Zuleica é uma pessoa do bem, generosa, que não ia soltar a mão dessa outra mulher, e isso fez com que o público nos acolhesse.”
“Agora, nesse meu último dia de gravação, como já estou envolvida num próximo trabalho, isso está desviando um pouco o foco da dor da despedida. Quando a gente ama muito uma coisa, faz um trabalho fora da curva como esse, é difícil se despedir.”
“Quem está aqui vivendo esses bastidores, essas gravações, as emoções, e o quanto isso potencializou nossa alma artística, essa obra que mexe tanto com o público, sabe que isso é muito poderoso. Hoje, me maquiando em casa, quando me olhei no espelho e lembrei que seria o último dia de gravação, me atravessou uma vontade de chorar. Não de tristeza. De alegria, de gratidão, de ter a oportunidade de viver um encontro como esse. Hoje eu vim me preparando para chorar, deixar a emoção extravasar e com um sentimento de gratidão gigante.”
“Levo daqui tanta coisa comigo… O valor da troca, principalmente. Essa troca genuína que tivemos aqui potencializa o trabalho de todo mundo. O resultado só é grandioso quando a gente realmente tem um encontro onde todo mundo fala a mesma língua, onde todo mundo coloca o amor e a paixão pelo ofício pela frente. Pantanal é um grande coletivo de pessoas muito apaixonadas pelo ofício.”
Alanis Guillen (Juma)
“‘Pantanal’ está ainda modificando muito a minha vida a cada dia. É tanta coisa que se vive, tanta transformação, interna, externa, e eu sinto que ainda é cedo para digerir tudo isso. Sei que quando eu finalizar o trabalho vou ter tempo de elaborar e digerir.”
“De cara, já posso dizer que foi um processo muito importante no campo de pesquisa como atriz. A Juma me permitiu desbravar o estudo de uma personagem, de uma história, de um jeito intenso e muito interessante. Essa experiência foi realmente muito engrandecedora.”
Alanis Guillen, no último dia de gravação de Pantanal
Globo/Paulo Belote
Irandhir Santos (Joventino/ José Lucas de Nada)
“A primeira coisa que senti quando recebi o convite foi uma sensação forte, uma pressão de tocar em algo tão bem feito e tão bem guardado na nossa memória. Logo em seguida, surgiu a vontade de fazer algo novo em relação a uma história já muito bem contada, e a questão da homenagem.”
“Criar em cima de algo que já rolou e não perder nunca de vista a homenagem foram meus dois guias para superar um pouco essa expectativa. Devido ao mergulho ter sido tão profundo e bonito, eu sempre tenho um pouco de dificuldade quando chega perto de concluir. Porque você gosta do que está fazendo, se diverte, tem prazer na história que está contando, e concluir isso, encerrar esse ciclo é sempre difícil para mim.”
“Na última semana, tem elementos que dão essa ajuda. Você entra no cenário e ele está 40% desarmado, você encontra colegas que já terminaram de gravar… Isso me ajuda a ir encerrando o ciclo aos poucos.”
“‘Pantanal’ me deixa a certeza de que é sempre possível contar uma boa história e emocionar as pessoas. Temos muitas histórias assim.”
“O Benedito é um farol nisso, seu texto. Ele que vai nesse tão falado Brasil profundo, ele realmente toca na alma dos espectadores. E você vê essa resposta no público.”
Jesuita Barbosa (Jove)
“Eu tinha uma ideia de que seria um projeto grande, com um resultado bom. E tinha muitas esperanças quando apareceu o convite. Eu acho que a gente já sente um pouco que vai ser um projeto bom, bem feito, com qualidade, organização para gravar.”
“Eu acho que a pressão, diretamente, eu não senti. Eu senti que eu tinha de me organizar bem para fazer. A sensação é de que nós, do elenco e equipe, nos tornamos amigos, uma família. Acho que tem muito da casa do José Leôncio nesse sentimento, uma sede familiar. Isso aconteceu nos bastidores, tem uma família de pessoas que eu gosto e todo mundo sente a mesma coisa.”
“De ‘Pantanal’ em mim fica muita ternura, atenção e cuidado com o outro.”
Marcos Palmeira (José Leôncio)
“Eu acho que todo mundo tinha um pouco essa responsabilidade de fazer o melhor que podia. Tínhamos um texto maravilhoso nas mãos e liberdade da direção. E acho que essa novela é muito fruto dessa equipe, eu vejo esse sucesso muito bem dividido. Um texto maravilhoso, uma equipe que bancou essa novela, técnicos de som, de luz, camareiros, maquiadores, o set era muito especial e isso nos deu muita segurança para que durante um ano a gente continuasse com o mesmo astral.”
“Isso saiu da telinha, foi para a casa das pessoas. Eu sinto que o dever está cumprido e fico muito honrado por ter vivido esse momento único.”
“Na minha idade, lembrar do tempo, da outra novela, representar esse papel que fez tanto sucesso com Claudio Marzo, um grande amigo… Tudo isso é especial.”
“A gente pode acreditar na dramaturgia de verdade, não ter medo de contar a história, de dar tempo a ela, sair um pouco desse universo digital. É uma novela analógica, se você pensar, o tempo, a história, a dinâmica de vai e volta. A gente tem de acreditar na dramaturgia. Um texto bom é muito difícil que não dê certo. Alguns sucessos me surpreendem mais, esse não me surpreendeu. O que me surpreendeu foi a dimensão que tomou.”
José Leôncio (Marcos Palmeira), Tadeu (José Loreto), José Lucas de Nada (Irandhir Santos) e Jove (Jesuita Barbosa): juntos na despedida de “Pantanal”
Globo/Estevam Avellar
Thommy Schiavo (João Zoinho)
“Quando eu soube que teria o remake, liguei para o Papinha (Rogério Gomes) e falei que queria muito fazer porque amo o meio rural. E aí, em junho de 2021, ele me ligou e me chamou para viajar para o Pantanal com a equipe. Naquele momento, ainda não sabia se estaria na primeira ou segunda fase. Conversamos, ele falou: como você entende de comitiva, vai ajudando a galera. Vai se defendendo nas comitivas da primeira fase, ficando nos bastidores, que na segunda você entra.”
“E na segunda fase, além de estar no elenco, também fiquei com essa ajuda nos bastidores. Fomos construindo isso juntos porque a ideia é que todos passassem intimidade mesmo com aquele manejo e ajudei nisso. O sentimento é de dever cumprido.”
“Ficamos um ano juntos, começa a dar aquela saudade. Mas tudo tem começo, meio e fim. Acho que conseguimos transmitir a mensagem da novela e estou muito feliz.”
“Tudo dessa novela fica em mim, o aprendizado que tive, essa troca com os peões, com os atores, com a direção, com a equipe inteira. Fica a experiência, o aprendizado de mais uma novela.”
Juliano Cazarré (Alcides)
“Eu fiquei muito feliz quando soube que a novela ia ter uma nova versão e eu mesmo me ofereci para estar no elenco. Costumo ter mais esperança do que expectativa. Eu tinha esperança de que ia dar certo. E estou muito feliz agora, tendo percorrido essa estrada toda, de ver que deu certo, que a novela caiu no gosto do público, e que a gente conseguiu fazer um bom trabalho.”
“Estou feliz de ter participado disso. Eu sinto muito orgulho de ter participado, de ter feito parte dessa novela, de ter feito parte dessa aventura. Estou feliz que o público gostou da novela e no meu caso especificamente do Alcides, um personagem que teve uma boa recepção e que tem uma história linda dentro da trama, de redenção, um cara que se modifica ao longo do tempo.”
“E ao mesmo tempo sinto um grande alivio de ter entregado, de estar chegando no final, entregando tudo o que a gente se propôs a fazer. Passamos pelas viagens ao Pantanal, quando foi difícil ficar longe da família. Nos últimos meses, gravando muito. Então, estou grato, orgulhoso, feliz e aliviado.”
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“‘Pantanal’ me deixa grandes amizades. O Guito, o Thommy, que eu conheci nessa novela. Zé Loreto, que já é meu amigo, mas que foi muito bom reencontrar. Marquinhos Palmeira e Bel Teixeira, pessoas que eu já conhecia, mas que a gente teve a chance de se reaproximar muito.”
“Amizades na direção, na equipe técnica. E essa novela foi um grande teste para mim. Eu estava num momento complicado da vida pessoal. Eu e minha esposa tivemos uma filha que precisou ficar em São Paulo. Hoje estamos gravando aqui as últimas cenas e ela passou pela terceira cirurgia. Deu tudo certo, graças a Deus.”
“Foi uma novela que exigiu muito de mim no sentido emocional. É uma experiência que vai ficar marcada na minha vida, uma novela que eu jamais vou esquecer e dentro da minha carreira eu acho que ela é um ponto de inflexão.”
“A chance de mostrar um trabalho maduro, de muitas emoções, um personagem de altos e baixos. Uma novela que vou guardar com carinho no meu coração.”
Isabel Teixeira (Maria Bruaca)
“No início das gravações não sofri com a expectativa criada pelo público e pela imprensa. Eu levo tudo isso como um trabalho. Não sinto essa pressão porque eu me sinto como uma trabalhadora, uma funcionária que funciona para as artes, como diz meu pai. Então, a pressão pode existir, mas quando você veste a camisa, você vai trabalhar e vai continuar trabalhando se for um fracasso. E também se for um sucesso. Então, que o dia de trabalho seja bom. Que a relação que você tem com as pessoas seja boa. Eu acredito nisso desde sempre.”
“Hoje, com o fim das gravações, o sentimento que está presente é de muito agradecimento por um aprendizado que não dá para valorizar, no sentido de colocar valor, porque foi um grande aprendizado num curto espaço de tempo. Parece que eu vivi 10 anos em um, no sentido de adquirir conhecimento e aprendizado na prática. E foi uma delícia mergulhar nisso.”
“Uma revelação da importância do público na dramaturgia, porque eu acho que esse sucesso todo se faz por essa resposta. Eu comecei a novela acreditando muito nessa escrita coletiva e sempre falei que essa personagem foi criada pelo Benedito, com a mão da Ângela, agora do Bruno, do figurino, da caracterização, minha, com o elemento do público, que escreve junto a novela.”
“Eu me senti participando do país, de uma certa maneira. Sempre pensando nessa grandiosidade continental do nosso país. E quando eu me dei conta de que muita gente estava assistindo, comecei a fazer a conta de quantas pessoas assistiram e quantas sessões de uma peça de teatro eu teria que fazer para alcançar esse público… E aí fui me dando conta desse alcance e desse poder do público… É o público que manda, a gente trabalha para ele e ele responde.”
“Em ‘Pantanal’ ele respondeu com esse novo instrumento, que são as redes sociais, que literalmente escreve junto. Eu saio com isso e com amigos novos, para a vida, acho que foi muito quente, humanamente quente, todas essas relações. Isso vai fazer parte da minha vida para sempre.”
“O que de ‘Pantanal’ ficou em mim: o Pantanal mesmo, o local, essa natureza; a segunda natureza, que é o audiovisual e a teledramaturgia, com toda sua técnica; as pessoas, os atores, as atrizes e a equipe técnica; e ela, a Maria Bruaca. Eu já vivi muito isso, de você conviver com uma personagem muito tempo e de repente ela termina. É um fim de ciclo, um aprendizado você fazer isso. Acho bonito a gente ter essas lições de partir.”
“A MaryBru fica, mas eu sei que agora tem esse desapego, não tem choro nem vela. Eu tirei a roupa e acabou. Mas, ao contrário do teatro, não tem repetição. Vai fazer “puf” hoje, mas está registrado.”
“E hoje tem uma plataforma que eu posso ver qualquer capítulo a qualquer hora. Então é um outro tipo de desapego.”
Alcides (Juliano Cazarré) e Maria Bruaca (Isabel Teixeira): gravação de últimas cenas de “Pantanal”
Globo/Estevam Avellar

Fonte: G1 Entretenimento

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Coolio: filhos vão ganhar pingentes feitos com as cinzas do rapper


Cada um deles deve receber o item com um colar. O rapper, conhecido pela música ‘Gangsta’s Paradise’, morreu no dia 28 de setembro, aos 59 anos. Coolio em show no Riot Fest, em setembro de 2022, em Chicago
Rob Grabowski/Invision/AP
As cinzas do rapper Coolio, que morreu no fim de setembro, aos 59 anos, serão transformadas em pingentes. De acordo com o site TMZ, ele foi cremado e, com isso, sete filhos do cantor tiveram a ideia fazer o enfeite.
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Ainda segundo o TMZ, um representante do rapper disse que cada um dos seus filhos receberá o pingente com um colar. Alguns membros próximos da família também devem receber o item. Cada um deles vai escolher a inscrição para as joias.
O restante das cinzas deve ficar em uma urna, assim que a distribuição dos colares for feita.
Quem foi Coolio
Nascido Artis Leon Ivey Jr. e criado na cidade de Compton, nos Estados Unidos, Coolio vendeu ao longo da carreira cerca de 17 milhões de discos, de acordo com a biografia em seu site.
Após se tornar conhecido na cena do rap em Los Angeles nos anos 1980, ele atingiu o maior sucesso em 1995 quando lançou a canção “Gangsta’s Paradise” como parte da trilha sonora do filme “Mentes Perigosas”, estrelado por Michelle Pfeiffer.
Pela música, gravada com o rapper L. V., ele também ganhou o único Grammy de sua careira, em 1996.
Pouco depois, ele ainda realizou seu primeiro e último show no Brasil ao se apresentar no Rio de Janeiro em maio de 1997.
Rapper Coolio morre aos 59 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Jody Miller, estrela do country, morre aos 80 anos


Cantora country vencedora do Grammy morreu em decorrência de complicações relacionadas à doença de Parkinson. Jody Miller
Reuters
A cantora country vencedora do Grammy, Jody Miller, morreu aos 80 anos, nesta quinta-feira (6), em decorrência de complicações relacionadas à doença de Parkinson. Segundo a agência de notícias Reuters, a artista morreu em Blanchard, Oklahoma, nos Estados Unidos.
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Nascido na cidade de Phoenix, Arizona, em 1941, Miller assinou contrato com a Capitol Records em 1962 e lançou o álbum folk de estreia “Wednesday’s Child is Full of Woe” um ano depois.
Seu hit crossover pop-country de 1965, “Queen of the House”, alcançou o 5º lugar nos singles do Hot Country e o 12º nas paradas Hot 100 da Billboard. A música também rendeu a ela um Grammy de Melhor Performance Vocal de Country.
Sua faixa de protesto adolescente “Home of the Brave”, também lançada em 1965, foi seu single mais vendido nos EUA, apesar de ter sido banido por algumas estações de rádio, de acordo com o comunicado.
“O talento de Jody Miller não pode ser exagerado. Ela tinha essa habilidade inata, dada por Deus, de interpretar e se comunicar com os mais belos tons e inflexão”, disse a representante de longa data de Miller, Jennifer McMullen, no comunicado.
“Ela fez parecer e soar tão fácil que às vezes leva um momento para perceber a grandeza do que você está ouvindo. Mas ela era tão autêntica e excepcional em sua própria vida quanto no palco e no disco.”
Miller começou a gravar com a Epic Records na década de 1970 em Nashville, Tennessee, e marcou uma série de entradas nas paradas do Hot Country, incluindo as músicas “He’s So Fine”, “Baby I’m Yours” e “There’s a Party Goin’ On”.
Ela se aposentou no início dos anos 1980 e mais tarde começou um ministério de música gospel no início dos anos 1990.
Miller mais tarde se apresentou com sua filha Robin e seus netos como Jody Miller e Three Generations, lançando a música “Where My Picture Hangs On the Wall” em 2018.

Fonte: G1 Entretenimento

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Nasce Aurora, primeira filha de Bruno de Luca e Sthéfany Vidal


O anúncio do nascimento foi feito nos perfis de Instagram do casal, nesta quinta-feira (6). Bruno de Luca e Stéfany Vidal
Reprodução/Instagram
Nasceu nesta quinta-feira (6) Aurora, a filha do apresentador e ator Bruno de Luca com Stéfany Vidal. O anúncio do nascimento foi feito pelas redes sociais do casal.
Na legenda da foto do Instagram, de Luca escreveu: “Bem-vinda Aurora! A maior emoção da minha vida.” A foto foi compartilhada no perfil de Stéfany.
Bruno de Luca e Stéfany Vidal
Reprodução/Instagram
Momentos antes, de Luca tinha publicado um vídeo em que aparece ao lado de Stéfany dançando ao som de “Vem neném”. Ele também mostrou nos stories o momento de chegada na maternidade.
O casal se conheceu em 2017, durante o evento do filme “Os Parças”, mas o relacionamento só começou em 2020. Eles ficaram noivos em maio do ano passado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja fotos do show do Helloween em Ribeirão Preto; FOTOS


Debaixo de chuva, banda de power metal passou pela Arena Eurobike na noite de quinta-feira (6) com a turnê United Forces e acelerou guitarras e vocais. Um dos principais nomes do metal, Michael Kiske, do Helloween, em noite de rock em Ribeirão Preto, SP
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No gargarejo, fã do Helloween pede guitarra a guitarrista da banda durante show em Ribeirão Preto, SP
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A bateria de Daniel Loeble, do Helloween, decorada com uma abóbora em Ribeirão Preto, SP
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Fãs do Helloween se espremem na grade de frente para o palco em Ribeirão Preto, SP
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A banda de power metal Helloween em sua primeira passagem por Ribeirão Preto, SP
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Fãs do Helloween em noite de power metal na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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O vocalista do Helloween, Andi Deris, no show da turnê United Forces em Ribeirão Preto, SP
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Público toma chuva de papel picado no show do Helloween na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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A chuva, esperada para o dia todo, só caiu na noite de quinta-feira (6) durante o show do Helloween em Ribeirão Preto, SP
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O guitarrista Sascha Gerstner, do Helloween, no palco da Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Pequena fã toma se protege com capa de chuva para ver o Helloween na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Kai Hansen, guitarrista do Helloween, no palco da Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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O guitarrista Sascha Gerstner, do Helloween, no palco da Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Kai Hansen, guitarrista do Helloween, no palco da Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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O vocalista do Helloween, Andi Deris, sente a vibração dos fãs no show da turnê United Forces em Ribeirão Preto, SP
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O baixista Markus Grosskopf, um dos fundadores do Helloween, dita o tom em show na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Michael Kiske, vocalista do Helloween, solta a voz em Ribeirão Preto, SP, para dar forma a hits consagrados do power metal
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Michael Kiske, vocalista do Helloween, solta a voz em Ribeirão Preto, SP, para dar forma a hits consagrados do power metal
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O baixista do Helloween, Markus Grosskopf, entrega tudo no palco em Ribeirão Preto, SP
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Sascha Gerstner e Kai Hansen se juntam para acelerar as guitarras em show do Helloween em Ribeirão Preto, SP
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Um dos mais celebrados vocalistas do metal, Andi Deris, vibra com fãs do Helloween em Ribeirão Preto, SP
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Michael Kiske canta hits do power metal do Helloween durante show inédito em Ribeirão Preto, SP
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Andi Deris, do Helloween, em show na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Michael Weikath, guitarrista do Helloween, em show na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Mesmo com chuva, fãs se apertam na grade para curtir o show do Helloween em Ribeirão Preto, SP
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Michael Weikath, guitarrista do Helloween, em show na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Andi Deris, do Helloween, sorri para fãs resistentes por causa da chuva na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Kai Hansen e Michael Weikath, guitarristas do Helloween, no palco da Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Andi Deris, vocalista do Helloween, faz caras e bocas com sucessos da banda de power metal na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Fãs vibram com hits do metal do Helloween na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Andi Deris, vocalista do Helloween, com a turnê United Forces em Ribeirão Preto, SP
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Chuva não dá trégua durante show do Helloween na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Kai Hansen e Michael Kiske, do Helloween, em show na Arena Eurobike em Ribeirão Preto, SP
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Fãs do power metal do Helloween se protegem com capa enquanto a chuva não dá trégua no show em Ribeirão Preto, SP
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Fonte: G1 Entretenimento

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Como ser o único investidor da carreira leva cantores independentes ao cansaço e esgotamento


Johnny Hooker, Luedji Luna e Karina Buhr comentam bastidores no podcast g1 ouviu. Eles tocam a carreira reinvestindo o que ganham enquanto outros artistas têm investimentos milionários. Oportunidade e investimento. Os artistas independentes da música brasileira fazem verdadeiros milagres para produzir shows e álbuns tão consistentes basicamente com um único investidor: eles mesmos.
Mas uma hora bate o cansaço de ter forças para desenvolver uma carreira, fazer músicas, clipes, e ainda ser o único responsável por bancar sozinhos tudo da carreira — e por tantos anos.
O podcast g1 ouviu entrevistou Johnny Hooker, Luedji Luna e Karina Buhr, que contam os bastidores nada glamurosos de quem vive de música independente no Brasil. Ouça abaixo:
As carreiras são consistentes, os públicos são fiéis, mas rola uma dificuldade, muitas vezes frustrante, de furar a bolha da “MPB alternativa” e chegar ao mainstream.
Mas a dificuldade deles não é a mesma de qualquer artista? Não. A música pop do Brasil e do mundo só funciona a partir de algum investimento. Tradicionalmente, as gravadoras faziam este papel. Hoje este aporte vem também de escritórios, como no sertanejo.
Não que o lugar de maior visibilidade da cadeia da música não tenha seus problemas ou desafios, mas dá para afirmar com alguma segurança que dinheiro não é o primeiro deles.
Os fatores apontados pelos artistas variam: falta um investimento massivo como o que outros gêneros recebem, como o funk e o sertanejo, falta interesse de marcas para patrocinar projetos desses artistas, faltam subsídios governamentais focados na cadeia produtiva da música.
Apesar disso, os três cantores ouvidos pelo g1 ressaltam que conseguem viver bem com os shows que vendem, com o que é pago de direito autoral ou até com outras formas de trabalho, ainda que dentro do campo da cultura.
‘A gente faz tudo com R$ 2,50 e compete com caminhões de R$ 5 milhões’
Johnny Hooker durante show no Parque da Independência, no Ipiranga, em comemoração ao Bicentenário da Independência do Brasil
Fábio Tito/g1
O pernambucano Johnny Hooker precisou fazer um desabafo nas redes sociais para mostrar que tinha lançado música nova, “Cuba”.
“Não há mais demanda pelo meu trabalho. Se é que houve um esboço de alguma algum dia. É preciso saber a hora de se retirar”, ele chegou a escrever no Twitter ao ver que o single tinha apenas 13 mil plays.
O tom de frustração e cansaço também se repetiu na entrevista ao g1, quando o cantor de 35 anos explicou como se organiza na carreira. É tudo autogerido por ele e, principalmente, reinvestido.
Cada trabalho que entra é uma chance de colocar dinheiro na carreira e é assim que acontece desde 2015, no lançamento do primeiro álbum, “Eu vou fazer uma macumba para te amarrar, maldito”.
“Você vai tentando fazer com seu trabalho chegue em mais pessoas, mas chega um momento no Brasil que você percebe que não adianta, porque o dinheiro que você tem para investir não é o suficiente para fazer sair da bolha”, diz.
“Não importa o quanto você trabalhe, quantas coisas lindas e importantes você lance, o legado que você está construindo…”.
Capa do álbum ‘Orgia’, de Johnny Hooker
Divulgação
Para Hooker, a volta da pandemia foi ainda pior para o midstream, espaço dos artistas que são conhecidos por determinado grupo ou número de pessoas, mas que ainda não chegaram ao nível de ser um nome amplamente conhecido nacionalmente.
“A nossa música pop tem tanto potencial quanto as músicas que estão tocando na rádio, quanto as músicas que estão no Top 50 do Spotify. O que falta para a gente é oportunidade”, defende.
“A gente faz tudo com R$ 2,50 competindo com caminhões de R$ 5 milhões de reais por lançamento, mas sofre as mesmas pressões de quem tem R$ 5 milhões de reais no caminho. Eles querem que o nosso carro velhinho entregue a mesma potência do jatinho deles, mas não dá, precisa de investimento”.
‘Minha cachaça é música, gosto de estar no estúdio’
Luedji Luna no Mita Festival 2022
Divulgação/Ariel

Luedji Luna parafraseia “Um Corpo No Mundo”, música que dá título ao álbum de estreia, para dizer que é “extremamente cansativo você ser a ‘sua própria embarcação”.
“Às vezes você quer ter um motor ali empurrando seu barquinho, você quer ter alguém ali para que reme com você. É cansativo você ser a sua única investidora sempre”.
Na sequência, enumera todos os custos recentes que teve para realizar uma turnê internacional, como visto, passagem, preço do dólar…
“Estou nos festivais, tenho público, tenho seguidores, mas que não chega a um milhão, meus shows dão sold out, minha carreira é respeitada pela crítica. Isso não é o suficiente para eu ter esse motor?”.
Ela foi indicada ao Grammy Latino com o álbum “Bom Mesmo é Estar Debaixo D’água” e cantou na premiação em Las Vegas no ano passado. Até o final do ano, deve sair com uma edição deluxe do disco, com 10 músicas inéditas.
A cantora baiana que estourou com “Banho de Folhas” em 2017 até pode estar no Instagram “dando close”, como ela mesma diz, mas não se engane. O lugar que Luedji quer estar é no estúdio, produzindo música ou cantando em cima do palco.
Além da falta de investimento externo, Luedji também percebe que o sucesso na internet é um grande balizador do que vira sucesso ou não.
Luedji Luna e Liniker se apresentam no palco Sunset neste domingo (11)
Stephanie Rodrigues/g1
“Além de ser artista, de criar, de gravar, além de fazer show, além de se cansar, ter saúde, você ainda tem que estar ali se expondo 24 horas para você ter engajamento e assim ter seguidor. A internet é a grande régua para determinar quem tem valor aqui não tem, isso é um ponto”.
“Acho que é inegável o fato de ser mulher e preta isso dentro da estrutura de um país como o Brasil. Então tudo atravessa também essa questão racial”.
‘O mercado sempre foi contra a maioria’
Karina Buhr
Priscilla Buhr / Divulgação
A carreira de Karina Buhr começou nos maracatus de Recife ainda nos anos 90. Quase 30 anos depois, ela ainda não conseguiu ter uma agenda estável de shows.
A meta é fazer 12 por mês, mas ela não consegue lembrar quantas vezes chegou nesse número.
Na pandemia, Karina acompanhou de perto a situação crítica pela qual músicos e mestres de coco de roda e de maracatu passaram sem apresentações. Tanto que nem se sente bem em “reclamar”: “Foi difícil para mim, mas para muita gente foi pior”.
“O mercado sempre foi contra a maioria, só que está mais predatório, porque e, principalmente, com a pandemia quem trabalha com isso não pôde realmente fazer o seu ofício”.
Karina Buhr terminou de escrever o livro ‘Maina’ na pandemia
Reprodução/Instagram/Karina Buhr; Duda Portella

“Quando passa a ser só o digital aí acabou para a maioria, né? Porque realmente só consegue sobreviver nesse modelo quem está no mainstream. Precisa-se entender como é que vai ser daqui para frente, porque em tese teria lugar para todo mundo, cada um no seu lugar”.
Foi nesse mesmo período de incertezas que a música deixou de ser a protagonista do orçamento da artista que nasceu em Salvador, mas foi criada em Recife e hoje vive em São Paulo.
Ela faz ilustrações, escreve colunas, compõe para trilhas de cinema e acredita que essa visão mais aberta deve permanecer no pós-pandemia. Na pandemia também escreveu “Mainá”, seu primeiro romance.
“Eu fazia música de principal, mas estava ali desenhando, escrevendo e agora está tudo mais ou menos no mesmo lugar. É isso, vamos ver, não sei se alguém sabe direito [o que vai acontecer ]”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Kali Uchis cresceu em uma festa… até que cansou: Cantora conta como adolescência baladeira inspirou música nova


Filha de dono de boates, ela passou a juventude indo de uma festa para a outra, mas enjoou rápido: ‘Quando eu já era legalmente autorizada a beber, não bebia mais’. Leia entrevista ao g1. Kali Uchis
Divulgação
A vida era uma festa para a jovem Kali Uchis. Filha de pais colombianos, nascida nos Estados Unidos, a cantora do hit “Telepatía” cresceu indo de uma balada para outra entre a América do Sul e a do Norte.
Seu pai era dono de casas noturnas da Colômbia, onde ela passou parte da infância e da adolescência. Nessa época, também ia com frequência a Miami (EUA) para visitar o irmão, que trabalhava em um albergue. Ele estava sempre levando turistas a festas, e Kali ia junto.
Até que ela cansou. “Acho que deixei de ir a festas mais cedo do que outras meninas da minha idade”, conta, em entrevista ao g1.
“Circulava nesses ambientes desde muito nova. E sinto que cansei muito rápido. Quando eu já era legalmente autorizada a beber, eu já não bebia mais”, brinca. “Hoje não sou mais festeira.”
Mas os tempos de baladeira lhe renderam boas recordações. O espírito da juventude de Kali, embalada por house music latina, é uma das principais inspirações de sua nova música, “No Hay Ley”, lançada em setembro.
Capa do single ‘No Hay Ley’, de Kali Uchis
Divulgação
“A cultura dos clubes faz parte da minha vida e a house music embalou muitos dos meus verões. Me lembro de me divertir muito ouvindo”, explica. “Eu sempre quis lançar uma música que fizesse parte desse mundo, mas do meu jeito.”
“No Hay Ley” tem batida dançante e letra romântica, que clama pela liberdade de amar. O clipe acompanha a cantora desfilando em looks de alta costura pelas ruas de Paris.
Bilíngue
Primeira faixa solo em dois anos, a música é o passo inicial de uma nova leva de lançamentos de Kali, depois dos álbuns “Isolation” (2018), focado em soul e R&B, e “Sin Miedo (del Amor y Otros Demonios)” (2020), mais carregado em ritmos latinos, do reggaeton ao bolero.
O último teve as parte das gravações feitas pela cantora isolada no estúdio, em meio aos primeiros meses da pandemia de Covid-19. Depois de emplacar o disco como uma das trilhas da quarentena, ela não parou de trabalhar.
“No isolamento tentei ser o mais criativa possível. Eu escrevia o dia todo. Escrevia histórias, canções… Acho que foi assim que eu consegui me manter firme mentalmente”, lembra.
O resultado foram dois novos álbuns, já prontos, mas ainda sem data de lançamento. O primeiro, predominantemente em espanhol, é mais dançante e inclui a faixa já divulgada. O segundo, em inglês, tem mais experimentalismo, segundo Kali.
“Inclui um monte de gêneros diferentes e é uma espécie de volta às minhas raízes. Tem muito de música soul e jazz, é mais acústico.”
Ela também se juntou ao renomado produtor vencedor do Grammy James Blake no projeto Sprite Spotlight para lançar conteúdos musicais inéditos a partir desta sexta-feira (7).
Com a retomada do circuito de shows, está nos planos da cantora vir ao Brasil para mostrar as novidades.
Kali, que nunca se apresentou por aqui, estava na programação do Lollapalooza 2020, adiado por causa da pandemia. Mas, em 2022, quando o festival finalmente aconteceu, acabou ficando de fora.
Ela desconversa sobre uma eventual participação na edição do ano que vem — “não posso confirmar, nem negar” –, mas afirma estar empolgada com a possibilidade.
“Minha família sempre me disse que o Brasil é muito parecido com a Colômbia, que eu tenho que ir. Ouço isso desde antes de me tornar artista”, conta.
Há outros motivos que unem a cantora ao Brasil. Ainda na adolescência, ela conheceu a Bossa Nova e… a banda Bonde do Rolê (o nome do meio de Kali é Marina e, por isso, ela adorava cantarolar a música “Marina Gasolina”, lançada pelo trio brasileiro em 2006).
“A música é uma coisa espiritual, capaz de mudar a forma como você se sente. Eu posso estar afim de uma música para limpar a casa, para fazer meu autocuidado, para dançar… Sinto que definitivamente há muita música brasileira para tudo isso.”
E há Anitta, que hoje “representa o Brasil para o mundo”, na opinião de Kali. As duas costumam trocar mensagens. Recentemente, a brasileira enviou uma música para a colega. Ela não menciona planos de parceria, mas se declara: “Eu a amo e sempre apoio outras latinas que estão trabalhando duro para fazer as coisas porque, definitivamente, não é fácil.”

Fonte: G1 Entretenimento