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Obra de Caetano Veloso inspira ensaios do livro ‘Objeto não identificado’


Capa do livro ‘Objeto não identificado – Caetano Veloso 80 anos – Ensaios’, organizado por Pedro Duarte
Divulgação
♪ Último dos sete livros editados por conta dos 80 anos de Caetano Veloso, festejados em 7 de agosto, Objeto não identificado apresenta onze ensaios inspirados pela obra do artista.
Organizado pelo filósofo Pedro Duarte, autor do texto introdutório Caetano Veloso, este objeto não identificado, o livro reúne ensaios de Acauam Oliveira, Fred Coelho, Guilherme Wisnik, James Martins, José Miguel Wisnik, Maria Rita Kehl, Paulo Henriques Britto, Priscila Gomes Correra, Santuza Cambria Naves (1953 – 2012) e Vadim Niktin.
Também relacionados na contracapa do livro lançado pela editora Bazar do Tempo, os nomes de Gilberto Gil, Jorge Mautner, Maria Bethânia e Moreno Veloso podem fazer o leitor supor que também há ensaios deles em Objeto não identificado. Contudo, os quatro forneceram apenas depoimentos sobre Caetano para o livro, com destaques para os de Gil e Moreno.
Dos ensaios, O Brasil no coco de Caetano – Afinal, de que seria o Brasil (e a MPB), oportunidade? é o que tem o caráter mais atual porque, no texto, Acauam Oliveira analisa o artista a partir do recente álbum Meu coco (2021), lançado no ano passado.
Os enfoques da obra de Caetano são diversos. José Miguel Wisnik evoca, em Oração ao tempo, outros aniversários de Caetano para enfatizar que as canções do compositor são também ensaios e que, a despeito do niilismo melancólico recente, há uma responsabilidade de afirmação expressa no ofertório e na parceria com os filhos do artista.
Maria Rita Kehl discorre sobre O desejo nas canções de Caetano Veloso à luz psicanálise. Fred Coelho contextualiza a contribuição do compositor dentro da “linha evolutiva” da música popular do Brasil. Já Paulo Henriques Britto e Santuza Cambria Naves (1953 – 2012) interpretam Caetano Veloso a partir da análise de uma mesma música, O quereres (1984).

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Parece que vivi 10 anos em um’, diz Isabel Teixeira na reta final de ‘Pantanal’; veja mais depoimentos do elenco em despedida


Últimos capítulos da novela vão ao ar nesta semana. Elenco finalizou filmagens da trama em 30 de setembro. Elenco de “Pantanal” durante gravação de últimas cenas da novela
Globo/Estevam Avellar
Alanis Guillen, Isabel Teixeira, Jesuita Barbosa, Juliano Cazarré e todas as estrelas do elenco de “Pantanal” se despediram da novela na última semana. As últimas filmagens da trama aconteceram em 30 de setembro. E o último capítulo do remake vai ao ar neste sábado (8).
Mesmo na reta final, Alanis Guillen, a Juma, afirmou que “‘Pantanal’ ainda está modificando muito a minha vida a cada dia”.
Já Isabel Teixeira disse que “parece que eu vivi 10 anos em um, no sentido de adquirir conhecimento e aprendizado na prática”.
Juliano Cazarré comentou que sente muito orgulho em ter feito parte do projeto. “Estou muito feliz agora, tendo percorrido essa estrada toda, de ver que deu certo, que a novela caiu no gosto do público, e que a gente conseguiu fazer um bom trabalho.”
Veja o que mais o elenco de “Pantanal” falou na despedida das gravações da novela, que dará lugar a “Travessia”.
Emoção marca despedida de elenco de “Pantanal”
Globo/Paulo Belote
José Loreto (Tadeu)
“A pressão do público e da imprensa a gente sentiu bem no início, antes de começar a gravar. Mas quando nos juntamos todos no Pantanal, elenco, equipe, direção, isso deu leveza para as coisas e o sucesso foi consequência dessa união. E logo foi embora essa expectativa ou qualquer medo da comparação.”
“Gravando essas últimas cenas, eu sinto que podia ter mais um ano de gravação (risos). O trabalho foi muito cansativo, árduo, eu brinco que foi um perrengue ‘chic’.”
“Passamos três meses no Pantanal, deixando as famílias aqui. Foi intenso, quando voltamos para o Rio de Janeiro, gravamos muito. Foi muito puxado, cansativo, mas todo dia vindo com sorrisão na cara. Em ‘Pantanal’ tudo dá certo. Até quando tinha tudo para dar errado, deu certo.”
“Eu vou sentir muita falta, saudade, do elenco que a gente se encontra uma vez por semana pelo menos fora do trabalho. E isso é especial, não é sempre que acontece esse entrosamento geral. Essa novela foi um acerto, a obra certa, no momento certo, falar de natureza, desse Brasil profundo, dessa conexão cheia de histórias boas, um clássico… ‘Pantanal’ é um marco para mim, de cabo a rabo. Desde a primeira vez que Papinha (Rogério Gomes) me ligou até agora, o último dia de gravação. As emoções que eu tive enquanto personagem, as vivencias, eu esqueci um pouco do Zé. Foi maravilhoso.”
Bella Campos (Muda)
“Como eu não era nascida na primeira versão da novela, embora conhecesse, não tinha a dimensão do que essa obra representava no Brasil. Mas já nas primeiras semanas de gravação eu fui entendendo melhor essa obra que fala sobre esse Brasil que está oculto para muitas pessoas, mas que a gente gosta de ver, de acessar.”
“Eu me surpreendi nesse sentido, porque eu sabia que tinha sido um grande sucesso, mas não como aconteceu exatamente. Quando vi o primeiro capítulo entendi a grandiosidade de Pantanal. E comecei a entender o que conquistou o público tão fortemente 30 anos atrás, e que felizmente a gente conseguiu conquistar de novo agora. Para mim, foi uma grata surpresa, uma grata descoberta.”
“O texto, a qualidade dos personagens, o fato de todos os personagens terem algo relevante a contar é um diferencial. E foi lindo ver a generosidade do público com a gente. Nós nos sentimos todos parte da mesma família, a família Leôncio. Eu percebo isso quando as pessoas vêm me falar da novela e eu acho que é por isso, porque é uma trama acolhedora. Eu vejo que as pessoas têm essa sensação de pertencimento à cozinha da Filó, às rodas de viola. De alguma forma, parecia que o público estava sempre ali com a gente e isso foi muito gostoso.”
“E, além disso, todo o elenco estava muito entrosado. Tivemos esse presente que foi poder conviver juntos no Pantanal e trazer isso para os Estúdios Globo. A conexão da gente era tão forte que transpassamos isso para o público, que construiu essa história com a gente.”
“Neste momento, de fim de gravação, o sentimento é de alívio porque quando essa novela começou eu não sabia se eu ia conseguir. Mas foi. Nasceu a Muda. Eu tinha muito medo porque era uma estreia nesse projeto gigantesco, com uma memória afetiva muito forte no público.”
“Foi uma grande responsabilidade. E agora é um alívio. Outro sentimento que carrego nesse momento é gratidão, por esse presente e me sentir honrada de fazer parte dessa história. E saudade, muita saudade. Sentimento de coração quentinho e dever cumprido. O que fica desse projeto é a importância da generosidade. Eu acho que ‘Pantanal’ só foi esse sucesso porque existia muita generosidade entre todos, elenco, equipe, direção, comunicação, camareiras, caracterização… Em ‘Pantanal’ existiu muita troca e a gente mostra que a união faz a força.”
Leia também: Bella Campos, atriz de ‘Pantanal’, revela ter sido mordida na perna por um jacaré
Guito (Tibério)
“Quando cheguei senti uma humildade unanime por parte do elenco sabendo que remake é remake, não havia a pretensão de ser o mesmo sucesso da primeira versão. Acho que todos estavam muito com essa ideia de fazer diferente.”
“Usamos muitos recursos que hoje a tecnologia tem a nosso favor, e procuramos ficar o mais descontraídos possível. Criamos um clima gostoso entre elenco, equipe, direção e acho que isso transpareceu para a tela. O sentimento agora é que o coração está doendo. Está parecendo formatura do terceiro ano, quando a gente começa a assinar as camisas. Mas também dá um alívio de dever cumprido, de ter entregado uma boa história, bonita.”
“Não dá para comparar as duas versões, o mundo mudou, os tempos são outros. Mas acho que, como daquela vez, conseguimos contar uma boa história.”
“O que fica de ‘Pantanal’ em mim é a amizade. Com cada um do elenco, da direção, da equipe técnica, essa proximidade que a gente desenvolveu é algo que vai permanecer para o resto da vida. Foi realmente diferenciado.”
Tibério ( Guito ) e Muda ( Bella Campos )
Globo/Fábio Rocha
Camila Morgado (Irma)
“Em ‘Pantanal’, como já existia a primeira versão, a gente não sabia ao certo como iria contar essa história, sabendo que a primeira vez tinha sido um grande sucesso. E como uma história de 30 anos atrás se torna nova para os dias de hoje. A gente ter começado a gravar pelo Pantanal fez com que a gente se habituasse, tivesse propriedade para contar essa história, então foi um processo muito leve e divertido.”
“Meu primeiro trabalho na Globo foi ‘A Casa das Sete Mulheres’ e depois fiz muitos trabalhos aqui dentro. O que aconteceu em ‘Pantanal’, que é muito legal e muito raro é que equipe e elenco se dá muito bem, a gente se gosta, a gente quer estar junto, a gente se pertence, todo mundo se sente pertencido. Isso é raro, a gente conta nos dedos os trabalhos que ficam em um lugar muito especial. E Pantanal fica. Todo mundo é amigo, se gosta de verdade, isso é o que fica.”
“No mais, dentro de mim fica o Pantanal, o lugar, o lugar que eu não tinha ideia de como era bonito, rico e que se a gente não mudar a nossa cabeça, pode não ter mais aquele lugar tão lindo como ele é.”
Dira Paes (Filó)
“Antes de fazer Pantanal fui espectadora. Eu não só tinha uma expectativa muito grande, como eu me imaginava lá naquela época fazendo Pantanal. Então quando eu recebi o convite, eu já senti uma emoção única e verdadeira. E isso já me encheu de potência, como se eu tivesse certeza de que seria uma boa novela. Mas eu não imaginava o quão ela ia ser abraçada pelo público e isso é surpreendente.”
“Foi uma unanimidade e é tão raro viver isso. O sentimento que carrego hoje é de agradecimento à essa equipe e elenco incrível que fez a novela. Essa parceria com o Marquinhos Palmeira, que é uma pessoa tão importante na minha vida profissional. Eu tenho muito a agradecer por ele estar no meu caminho, espero cruzar com ele muito mais vezes na minha vida. E entender que viver os momentos especiais não é o cotidiano das pessoas.”
“É preciso valorizar quando isso acontece e eu estou vivendo intensamente esse momento. Eu me apaixonei pelo Pantanal, o local. E eu acho que sou meio pantaneira também. Eu tenho que admitir que eu sou uma mulher que poderia ter nascido no Pantanal.”
“Eu acho que tenho uma cara pantaneira. Eu poderia muito bem dizer que sou de lá, então eu diria que hoje eu sou Pantanal. Também, além de amazônica.”
Casamentos marcam a última semana de ‘Pantanal’ – Zefa (Paula Barbosa), Tadeu (José Loreto), Filó (Dira Paes), José Leôncio (Marcos Palmeira), Irma (Camila Morgado) e José Lucas (Irandhir Santos)
Globo/Estevam Avellar
Aline Borges (Zuleica)
“Chegar numa obra que já era um sucesso tem um lugar de conforto, mas também uma certa tensão porque a minha personagem era a Zuleica, segunda esposa do Tenório, quando a primeira era a Maria Bruaca, que já era amada no Brasil inteiro.”
“Cheguei a receber mensagens de pessoas desejando mal à família, mas também recebi mensagens positivas porque a Zuleica é uma pessoa do bem, generosa, que não ia soltar a mão dessa outra mulher, e isso fez com que o público nos acolhesse.”
“Agora, nesse meu último dia de gravação, como já estou envolvida num próximo trabalho, isso está desviando um pouco o foco da dor da despedida. Quando a gente ama muito uma coisa, faz um trabalho fora da curva como esse, é difícil se despedir.”
“Quem está aqui vivendo esses bastidores, essas gravações, as emoções, e o quanto isso potencializou nossa alma artística, essa obra que mexe tanto com o público, sabe que isso é muito poderoso. Hoje, me maquiando em casa, quando me olhei no espelho e lembrei que seria o último dia de gravação, me atravessou uma vontade de chorar. Não de tristeza. De alegria, de gratidão, de ter a oportunidade de viver um encontro como esse. Hoje eu vim me preparando para chorar, deixar a emoção extravasar e com um sentimento de gratidão gigante.”
“Levo daqui tanta coisa comigo… O valor da troca, principalmente. Essa troca genuína que tivemos aqui potencializa o trabalho de todo mundo. O resultado só é grandioso quando a gente realmente tem um encontro onde todo mundo fala a mesma língua, onde todo mundo coloca o amor e a paixão pelo ofício pela frente. Pantanal é um grande coletivo de pessoas muito apaixonadas pelo ofício.”
Alanis Guillen (Juma)
“‘Pantanal’ está ainda modificando muito a minha vida a cada dia. É tanta coisa que se vive, tanta transformação, interna, externa, e eu sinto que ainda é cedo para digerir tudo isso. Sei que quando eu finalizar o trabalho vou ter tempo de elaborar e digerir.”
“De cara, já posso dizer que foi um processo muito importante no campo de pesquisa como atriz. A Juma me permitiu desbravar o estudo de uma personagem, de uma história, de um jeito intenso e muito interessante. Essa experiência foi realmente muito engrandecedora.”
Alanis Guillen, no último dia de gravação de Pantanal
Globo/Paulo Belote
Irandhir Santos (Joventino/ José Lucas de Nada)
“A primeira coisa que senti quando recebi o convite foi uma sensação forte, uma pressão de tocar em algo tão bem feito e tão bem guardado na nossa memória. Logo em seguida, surgiu a vontade de fazer algo novo em relação a uma história já muito bem contada, e a questão da homenagem.”
“Criar em cima de algo que já rolou e não perder nunca de vista a homenagem foram meus dois guias para superar um pouco essa expectativa. Devido ao mergulho ter sido tão profundo e bonito, eu sempre tenho um pouco de dificuldade quando chega perto de concluir. Porque você gosta do que está fazendo, se diverte, tem prazer na história que está contando, e concluir isso, encerrar esse ciclo é sempre difícil para mim.”
“Na última semana, tem elementos que dão essa ajuda. Você entra no cenário e ele está 40% desarmado, você encontra colegas que já terminaram de gravar… Isso me ajuda a ir encerrando o ciclo aos poucos.”
“‘Pantanal’ me deixa a certeza de que é sempre possível contar uma boa história e emocionar as pessoas. Temos muitas histórias assim.”
“O Benedito é um farol nisso, seu texto. Ele que vai nesse tão falado Brasil profundo, ele realmente toca na alma dos espectadores. E você vê essa resposta no público.”
Jesuita Barbosa (Jove)
“Eu tinha uma ideia de que seria um projeto grande, com um resultado bom. E tinha muitas esperanças quando apareceu o convite. Eu acho que a gente já sente um pouco que vai ser um projeto bom, bem feito, com qualidade, organização para gravar.”
“Eu acho que a pressão, diretamente, eu não senti. Eu senti que eu tinha de me organizar bem para fazer. A sensação é de que nós, do elenco e equipe, nos tornamos amigos, uma família. Acho que tem muito da casa do José Leôncio nesse sentimento, uma sede familiar. Isso aconteceu nos bastidores, tem uma família de pessoas que eu gosto e todo mundo sente a mesma coisa.”
“De ‘Pantanal’ em mim fica muita ternura, atenção e cuidado com o outro.”
Marcos Palmeira (José Leôncio)
“Eu acho que todo mundo tinha um pouco essa responsabilidade de fazer o melhor que podia. Tínhamos um texto maravilhoso nas mãos e liberdade da direção. E acho que essa novela é muito fruto dessa equipe, eu vejo esse sucesso muito bem dividido. Um texto maravilhoso, uma equipe que bancou essa novela, técnicos de som, de luz, camareiros, maquiadores, o set era muito especial e isso nos deu muita segurança para que durante um ano a gente continuasse com o mesmo astral.”
“Isso saiu da telinha, foi para a casa das pessoas. Eu sinto que o dever está cumprido e fico muito honrado por ter vivido esse momento único.”
“Na minha idade, lembrar do tempo, da outra novela, representar esse papel que fez tanto sucesso com Claudio Marzo, um grande amigo… Tudo isso é especial.”
“A gente pode acreditar na dramaturgia de verdade, não ter medo de contar a história, de dar tempo a ela, sair um pouco desse universo digital. É uma novela analógica, se você pensar, o tempo, a história, a dinâmica de vai e volta. A gente tem de acreditar na dramaturgia. Um texto bom é muito difícil que não dê certo. Alguns sucessos me surpreendem mais, esse não me surpreendeu. O que me surpreendeu foi a dimensão que tomou.”
José Leôncio (Marcos Palmeira), Tadeu (José Loreto), José Lucas de Nada (Irandhir Santos) e Jove (Jesuita Barbosa): juntos na despedida de “Pantanal”
Globo/Estevam Avellar
Thommy Schiavo (João Zoinho)
“Quando eu soube que teria o remake, liguei para o Papinha (Rogério Gomes) e falei que queria muito fazer porque amo o meio rural. E aí, em junho de 2021, ele me ligou e me chamou para viajar para o Pantanal com a equipe. Naquele momento, ainda não sabia se estaria na primeira ou segunda fase. Conversamos, ele falou: como você entende de comitiva, vai ajudando a galera. Vai se defendendo nas comitivas da primeira fase, ficando nos bastidores, que na segunda você entra.”
“E na segunda fase, além de estar no elenco, também fiquei com essa ajuda nos bastidores. Fomos construindo isso juntos porque a ideia é que todos passassem intimidade mesmo com aquele manejo e ajudei nisso. O sentimento é de dever cumprido.”
“Ficamos um ano juntos, começa a dar aquela saudade. Mas tudo tem começo, meio e fim. Acho que conseguimos transmitir a mensagem da novela e estou muito feliz.”
“Tudo dessa novela fica em mim, o aprendizado que tive, essa troca com os peões, com os atores, com a direção, com a equipe inteira. Fica a experiência, o aprendizado de mais uma novela.”
Juliano Cazarré (Alcides)
“Eu fiquei muito feliz quando soube que a novela ia ter uma nova versão e eu mesmo me ofereci para estar no elenco. Costumo ter mais esperança do que expectativa. Eu tinha esperança de que ia dar certo. E estou muito feliz agora, tendo percorrido essa estrada toda, de ver que deu certo, que a novela caiu no gosto do público, e que a gente conseguiu fazer um bom trabalho.”
“Estou feliz de ter participado disso. Eu sinto muito orgulho de ter participado, de ter feito parte dessa novela, de ter feito parte dessa aventura. Estou feliz que o público gostou da novela e no meu caso especificamente do Alcides, um personagem que teve uma boa recepção e que tem uma história linda dentro da trama, de redenção, um cara que se modifica ao longo do tempo.”
“E ao mesmo tempo sinto um grande alivio de ter entregado, de estar chegando no final, entregando tudo o que a gente se propôs a fazer. Passamos pelas viagens ao Pantanal, quando foi difícil ficar longe da família. Nos últimos meses, gravando muito. Então, estou grato, orgulhoso, feliz e aliviado.”
Leia também: Juliano Cazarré anuncia nascimento da filha e cita cirurgia no coração logo após parto
“‘Pantanal’ me deixa grandes amizades. O Guito, o Thommy, que eu conheci nessa novela. Zé Loreto, que já é meu amigo, mas que foi muito bom reencontrar. Marquinhos Palmeira e Bel Teixeira, pessoas que eu já conhecia, mas que a gente teve a chance de se reaproximar muito.”
“Amizades na direção, na equipe técnica. E essa novela foi um grande teste para mim. Eu estava num momento complicado da vida pessoal. Eu e minha esposa tivemos uma filha que precisou ficar em São Paulo. Hoje estamos gravando aqui as últimas cenas e ela passou pela terceira cirurgia. Deu tudo certo, graças a Deus.”
“Foi uma novela que exigiu muito de mim no sentido emocional. É uma experiência que vai ficar marcada na minha vida, uma novela que eu jamais vou esquecer e dentro da minha carreira eu acho que ela é um ponto de inflexão.”
“A chance de mostrar um trabalho maduro, de muitas emoções, um personagem de altos e baixos. Uma novela que vou guardar com carinho no meu coração.”
Isabel Teixeira (Maria Bruaca)
“No início das gravações não sofri com a expectativa criada pelo público e pela imprensa. Eu levo tudo isso como um trabalho. Não sinto essa pressão porque eu me sinto como uma trabalhadora, uma funcionária que funciona para as artes, como diz meu pai. Então, a pressão pode existir, mas quando você veste a camisa, você vai trabalhar e vai continuar trabalhando se for um fracasso. E também se for um sucesso. Então, que o dia de trabalho seja bom. Que a relação que você tem com as pessoas seja boa. Eu acredito nisso desde sempre.”
“Hoje, com o fim das gravações, o sentimento que está presente é de muito agradecimento por um aprendizado que não dá para valorizar, no sentido de colocar valor, porque foi um grande aprendizado num curto espaço de tempo. Parece que eu vivi 10 anos em um, no sentido de adquirir conhecimento e aprendizado na prática. E foi uma delícia mergulhar nisso.”
“Uma revelação da importância do público na dramaturgia, porque eu acho que esse sucesso todo se faz por essa resposta. Eu comecei a novela acreditando muito nessa escrita coletiva e sempre falei que essa personagem foi criada pelo Benedito, com a mão da Ângela, agora do Bruno, do figurino, da caracterização, minha, com o elemento do público, que escreve junto a novela.”
“Eu me senti participando do país, de uma certa maneira. Sempre pensando nessa grandiosidade continental do nosso país. E quando eu me dei conta de que muita gente estava assistindo, comecei a fazer a conta de quantas pessoas assistiram e quantas sessões de uma peça de teatro eu teria que fazer para alcançar esse público… E aí fui me dando conta desse alcance e desse poder do público… É o público que manda, a gente trabalha para ele e ele responde.”
“Em ‘Pantanal’ ele respondeu com esse novo instrumento, que são as redes sociais, que literalmente escreve junto. Eu saio com isso e com amigos novos, para a vida, acho que foi muito quente, humanamente quente, todas essas relações. Isso vai fazer parte da minha vida para sempre.”
“O que de ‘Pantanal’ ficou em mim: o Pantanal mesmo, o local, essa natureza; a segunda natureza, que é o audiovisual e a teledramaturgia, com toda sua técnica; as pessoas, os atores, as atrizes e a equipe técnica; e ela, a Maria Bruaca. Eu já vivi muito isso, de você conviver com uma personagem muito tempo e de repente ela termina. É um fim de ciclo, um aprendizado você fazer isso. Acho bonito a gente ter essas lições de partir.”
“A MaryBru fica, mas eu sei que agora tem esse desapego, não tem choro nem vela. Eu tirei a roupa e acabou. Mas, ao contrário do teatro, não tem repetição. Vai fazer “puf” hoje, mas está registrado.”
“E hoje tem uma plataforma que eu posso ver qualquer capítulo a qualquer hora. Então é um outro tipo de desapego.”
Alcides (Juliano Cazarré) e Maria Bruaca (Isabel Teixeira): gravação de últimas cenas de “Pantanal”
Globo/Estevam Avellar

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Mulher Rei’ segue na liderança da bilheteria nacional


Top3 dos filmes mais vistos no final de semana conta ainda com dois longas de terror: ‘Sorria’ e ‘A órfã 2 – A origem’. Viola Davis e Thuso Mbedu numa cena de “A Mulher Rei”
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“A Mulher Rei” segue na liderança da bilheteria nacional em seu segundo final de semana em exibição. O longa estrelado por Viola Davis que chegou aos cinemas na última semana, somou R$ 3,4 milhões e foi assistido por 169 mil pessoas.
Os dados são da ComScore e referentes ao período entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro.
g1 já viu: A Mulher Rei’ é filme épico e empolgante com ótima atuação de Viola Davis
O Top3 dos filmes mais vistos contou ainda com dois longas de terror. O estreante “Sorria” ficou com a segunda colocação (R$ 3,12 milhões), seguido de “A órfã 2 – A origem” (R$ 2,1 milhões).
Juntos, os dez filmes mais vistos no período somaram R$ 13,46 milhões, representando uma queda de arrecadação de 24,7% em relação à semana anterior. O top10 levou 671,8 mil pessoas às salas de cinema.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro:
“A Mulher Rei” – R$ 3,4 milhões
“Sorria” – R$ 3,1 milhões
“A órfã 2 – A origem” – R$ 2,1 milhões
“Avatar (2009)” – R$ 1,6 milhão
“A Queda” – R$ 845 mil
“Não se preocupe, Querida” – R$ 730 mil
“Ingresso para o paraíso” – R$ 697 mil
“Minions 2: A Origem de Gru” – R$ 513 mil
“Acampamento Intergaláctico– R$ 115 mil
“O Lendário cão guerreiro” – R$ 114 mil
Viola Davis diz que as atrizes negras são como as guerreiras de “A Mulher Rei”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pantera Negra: Wakanda para sempre’ ganha trailer; ASSISTA


Continuação do filme de 2018 está previsto para ser lançado em 11 de novembro. “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” ganha trailer
“Black Panther: Wakanda Forever”, continuação de “Pantera Negra” (2018), teve seu primeiro trailer divulgado na manhã desta segunda-feira (3).
Um primeiro teaser do longa foi apresentado durante o painel da Marvel na Comic-Con de San Diego, em julho. Mas o novo vídeo traz imagens do novo traje de Pantera Negra. Assista ao vídeo acima.
Além disso, o trailer traz novas imagens do que parece ser uma batalha entre os reinos de Wakanda e Atlântida. O filme tem estreia prevista nos Estados Unidos para 11 de novembro.
Depois da morte de Chadwick Boseman, em 2020, a Disney afirmou que não vai escalar outro ator para interpretar T’Challa, e vai focar no reino fictício de Wakanda e nos outros personagens apresentados no primeiro filme.
O filme conta com o retorno de Danai Gurira, Daniel Kaluuya, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Florence Kasumba e Angela Bassett no elenco e do diretor Ryan Coogler. E conta também com a participação do ator mexicano Tenoch Huerta como Namor, o mutante submarino dos quadrinhos da Marvel.
Imagem de ‘Pantera Negra: Wakanda para sempre’
Reprodução/YouTube

Fonte: G1 Entretenimento

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Kim Kardashian faz acordo e pagará US$ US$ 1,26 milhão após acusações de promoção indevida de criptomoeda


Empresária não teria deixado claro que havia sido paga para promover moeda em uma postagem em suas redes sociais. Kim Kardashian foi uma das diversas celebridades que questionaram as mudanças no Instagram
Getty Images via BBC
Kim Kardashian fechou um acordo com a Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado americano, anunciou, na manhã desta segunda-feira (3), e pagará US$ 1,26 milhão (R$ 6,5 milhões) após acusações de promoção indevida de criptomoeda.
Segundo o jornal The New York Times, o advogado de Kim Kardashian informou que sua cliente está “satisfeita por ter resolvido o caso com a SEC” e que o acordo permita que ela siga em frente com seus negócios.
De acordo com um processo aberto contra a empresária em 7 de janeiro, Kardashian não deixar claro que ela havia recebido US$ 250 mil (R$ 1,3 milhão) para promover a criptomoeda da EthereumMax.
A ação aberta no tribunal federal de Los Angeles afirmava que celebridades — incluindo Kim Kardashisn — divulgaram tokens vendidos pela empresa EthereumMax, ou EMAX, para impulsionar seu preço e obter lucro “às custas de seus seguidores e investidores”.
A empresária havia promovido a moeda como um produto para bom investimento em sua página oficial no Instagram em junho de 2021
“Vocês gostam de criptomoedas?” escreveu ela na publicação, seguido pelo aviso “este não é um conselho financeiro”, mas que ela queria compartilhar “o que meus amigos acabaram de me dizer” sobre os tokens EthereumMax.
Ela incluiu a hashtag #AD para mostrar que a postagem era um anúncio pago, disse o processo.
Na época, a empresária foi criticada pelo chefe da Financial Conduct Authority (FDA), o órgão regulador financeiro do Reino Unido. Charles Randell disse que Kardashian “pediu a seus 250 milhões de seguidores que especulassem uma criptomoeda” ao promover um anúncio para a empresa.
Randell chamou a moeda de “um token digital especulativo criado um mês antes por desenvolvedores desconhecidos”. Ele ainda acusou influenciadores digitais de alimentar “ilusões de riqueza rápida”.
“Influenciadores das redes sociais são rotineiramente pagos por golpistas para ajudá-los a bombar e descartar novos tokens por causa da pura especulação. Alguns influenciadores promovem moedas que simplesmente não existem”, disse ele.
Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz indígena que recusou Oscar em nome de Marlon Brando morre aos 75 anos


Sacheen Littlefeather foi homenageada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas há duas semanas. Na ocasião, a instituição pediu desculpas públicas pelo tratamento que ela recebeu na cerimônia há quase 50 anos. Sacheen Littlefeather é homenageada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, 50 anos após ser vaiada em Oscar
Frazer Harrison/Getty Images/AFP
Sacheen Littlefeather, a ativista e atriz nativa americana que foi vaiada em 1973 ao recusar um Oscar em nome de Marlon Brando, morreu aos 75 anos, informou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas no domingo (2).
No Twitter, a Academia recordou uma frase de Littlefeather: “Quando eu me for, sempre lembrem que cada vez que você defende sua verdade, você manterá minha voz e as vozes de nossas nações e povos”.
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Há duas semanas, a Academia organizou uma cerimônia em seu novo museu de Los Angeles para prestar homenagem a Littlefeather e pedir desculpas públicas pelo tratamento que ela recebeu na cerimônia do Oscar há quase 50 anos.
Littlefeather, que era apache e yaqui, foi vaiada na cerimônia da Academia em 1973, na primeira transmissão ao vivo para todo o mundo, quando explicou que Brando, a quem ela representava, recusava o Oscar de melhor ator por “O Poderoso Chefão” devido ao “tratamento reservado aos nativos americanos pela indústria cinematográfica”.
Brando pediu à atriz que rejeitasse o prêmio em seu nome como gesto de protesto.
Leia mais: O pedido de desculpas da Academia de Hollywood a atriz indígena após 50 anos de discurso por Marlon Brando em Oscar
Durante a homenagem no dia 17 de setembro, a atriz afirmou que naquela ocasião ela subiu no palco “como uma mulher indígena orgulhosa, com dignidade, com coragem, com graça e com humildade”.
“Eu sabia que tinha que dizer a verdade. Algumas pessoas podiam aceitar. E outras não”, disse.
Ela também afirmou que o astro John Wayne teve que ser contido para não agredi-la fisicamente quando deixava o palco.
Littlefeather, membro do Screen Actors’ Guild, o sindicato dos profissionais de cinema, teve dificuldade para encontrar trabalho em Hollywood, já que os diretores de elenco foram pressionados a deixá-la de fora das produções.
Atriz e ativista dos povos nativos norte-americanos Sacheen Littlefeather na 45ª cerimônia do Oscar
Reprodução/Oscar

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta diz que nação está ‘dividida’ e ‘triste e adoecida’ com resultado do 1º turno das eleições


Segundo a cantora, ninguém sai vencedor em um país que ficou dividido. Anitta chega ao MTV Video Music Awards no Prudential Center, em Newark, Nova Jersey, em 28 de agosto de 2022
Evan Agostini/Invision/AP
A cantora Anitta demonstrou tristeza pelo resultado do primeiro turno das eleições para o próximo presidente do Brasil, em uma postagem no Twitter na noite de domingo (2).
“É muito triste o que estamos vivendo hoje”, escreveu a cantora. “Independente do resultado das eleições, ninguém sairia vencedor.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Lia de Itamaracá canta ‘Maracatu atômico’ no disco em que Celso Sim traduz Jorge Mautner para crianças


Denise Assumpção e Tulipa Ruiz também participam do álbum programado para 28 de outubro. Celso Sim com Denise Assumpção (ao centro) e Lia de Itamaracá na gravação do álbum ‘O herói & a anja’
Alexandre Nunis / Divulgação Selo Sesc
♪ Voz associada às cirandas praieiras de Pernambuco, Lia de Itamaracá mergulha na pisada do Maracatu atômico (1973) – a mais conhecida música da parceria de Jorge Mautner com Nelson Jacobina (1953 – 2012) – no disco em que Celso Sim traduz a obra dos compositores para o universo das “crianças de todas as idades”.
Intitulado O herói & a anja, o álbum tem lançamento programado para 28 de outubro pelo Selo Sesc, inicialmente em edição digital, mas com edição em CD prevista para o fim do ano.
Além de Lia de Itamaracá, Celso Sim aborda o cancioneiro de Mautner e Jacobina com adesões de Denise Assumpção e Tulipa Ruiz. Denise participa do registro de Labirinto (1997), música até então gravada somente por Gilberto Gil. Já Tulipa é a convidada de Herói das estrelas (1974), faixa eleita para ser antecipada em single programado para sexta-feira, 7 de outubro.
No disco gravado com produção musical de Jonas Sá, responsável pela criação dos arranjos ao lado do irmão Pedro Sá, Celso Sim reúne 10 músicas da parceria de Mautner com Jacobina, além de O relógio quebrou (1974), única música assinada somente por Mautner.
O repertório do álbum O herói & a anja inclui Lágrimas negras (1974), Salto no escuro (1974), Um milhão de pequenos raios (1974), Mil e uma noites de Bagdá (1976), Namoro de bicicleta (1971), Samba japonês (1981) e Tataraneto do inseto (1985), além das músicas já mencionadas.
Capa do álbum ‘O herói & a anja’, de Celso Sim
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Amargura do cancioneiro de Lupicínio Rodrigues volta à cena no musical ‘Vingança’ no Rio de Janeiro


Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974) no traço de Elifas Andreato (1946 – 2022)
Desenho de Elifas Andreato / Reprodução de capa de disco
♪ A amargura atemporal do cancioneiro do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues (16 de de setembro de 1914 – 26 de agosto de 1974) é o combustível que move a dramaturgia de Vingança – O musical, espetáculo de teatro que aporta na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em nova montagem, nove anos após a estreia em São Paulo (SP), ao qual se seguiu turnê por São José dos Campos (SP) e Porto Alegre (RS).
Sob direção de André Dias e sob direção musical de Guilherme Terra, os atores Anna Toledo, Danilo de Moura, Jonathas Joba, Lola Fanucchi, Maria Bia e Sérgio Rufino dão vozes às músicas mais conhecidas do compositor, um dos mestres do samba-canção nos anos 1940 e 1950, décadas áureas desse gênero musical embebido em sofrência.
Nervos de aço (1947), Vingança (1951), Nunca (1952) e Ela disse-me assim (1959) são alguns standards de Lupicínio Rodrigues que reaparecem em cena no roteiro do musical na temporada carioca que estreia na próxima sexta-feira, 7 de outubro, no Teatro XP Investimentos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberto Carlos canta o sucesso sertanejo ‘Evidências’ na trilha sonora da novela ‘Travessia’


♪ Um dos maiores sucessos do cancioneiro sertanejo, a música Evidências (José Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989) ganha a voz de Roberto Carlos em gravação incluída na trilha sonora de Travessia, novela que a Globo estreia em 10 de outubro, no horário das 21h, substituindo Pantanal.
Travessia é novela escrita por Gloria Perez, amiga do cantor e compositor. Cabe lembrar que Roberto é nome recorrente nas trilhas sonoras das tramas de Perez, tendo estado presente, por exemplo, na seleção musical das novelas América (Globo, 2005), Salve Jorge (Globo, 2012 / 2013) e A força do querer (Globo, 2017) com gravações inéditas.

Fonte: G1 Entretenimento