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Paula Fernandes forma trio com Israel & Rodolffo em faixa do primeiro EP do álbum ’11:11′


Capa do disco ’11:11 EP 1′, de Paula Fernandes
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♪ Paula Fernandes lança amanhã, 22 de setembro, o primeiro dos três EPs que compõem o álbum audiovisual 11:11, gravado ao vivo pela cantora e compositora mineira em março, em haras situado no interior do estado de São Paulo, com produção musical de Ricardo Lopes.
O primeiro EP do álbum 11:11 traz as músicas Bloqueia meu zap, Gasolina e Tá tudo bem, saindo com foco nesta última faixa, gravada pela artista com a dupla Israel & Rodolffo. Outras músicas, como A flor e Dois enredos, serão apresentadas nos EPs seguintes.
O álbum 11:11 representa mais uma tentativa de Paula Fernandes de se atualizar no mercado fonográfico com outra sonoridades e com conexões com artistas de gerações mais jovens. Além da dupla Israel & Rodolffo, Paula Fernandes gravou músicas com a cantora Launa Prado (No mesmo olhar) e Tierry (FDP).
Artista projetada no universo sertanejo a partir de 2008, Paula alcançou pico de popularidade em 2011, embora já estivesse em cena desde os anos 1990, década em que cantava outro estilo de música.
11:11 é o primeiro álbum de Paula Fernandes desde Origens (2019), disco ao vivo lançado há três anos. O novo álbum gera turnê nacional com show também intitulado 11:11.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2023 abre venda de ingressos para público geral


Evento acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 24, 25 e 26 de março de 2023. Ingressos disponíveis, por enquanto, são para pacotes dos três dias de festival. Lollapalooza 2022 reuniu 302 mil pessoas no Autódromo de Interlagos durante os três dias de festival
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O Lollapalooza 2023 abriu a venda de ingressos para público geral nesta quarta-feira (21). Na última semana, a pré-venda foi exclusiva para clientes Bradesco.
O Lollapalooza 2023 acontece nos dias 24, 25 e 26 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Por enquanto, o Lolla Day, válido para apenas um dos dias de festival, ainda não está disponível.
Os ingressos que estão à venda são válidos para pacotes de três dias de festival e podem ser:
Lolla Pass: (de R$ 1.284 até R$ 3.024 – valores referentes ao segundo lote, com taxa de conveniência inclusa) – Ingresso clássico e que dá acesso aos 03 dias de festival (sexta, sábado e domingo).
Lolla Comfort Pass: (de R$ 2.316 até R$ 5.448 – valores referentes ao segundo lote, com taxa de conveniência inclusa) – Ingresso pra quem busca conforto durante os 3 dias de festival. Dá acesso ao festival e a área exclusiva Lolla Comfort by next com pontos de descanso, bares e cashback para alimentos, bebida e mercadorias
Lolla Lounge Pass: (de R$ 3.880 até R$ 5.344 – valores referentes ao primeiro lote, com taxa de conveniência inclusa) – para quem busca experiência premium durante os três dias de festival. Com open bar e food, traslado de ida e volta e mais benefícios.
Em 2022, evento reuniu 302 mil pessoas ao longo dos três dias de festival. Miley Cyrus, Doja Cat, Strokes, Marina e Idles foram algumas das estrelas internacionais do evento. Marina Sena, Gloria Groove, Jão, Pabllo Vittar e Matuê estão entre os artistas brasileiros que se destacaram na programação.
Lollapalooza 2023: BTS, Blackpink, Rihanna são os preferidos dos leitores do g1 para próxima edição
TUDO QUE ROLOU: Veja o que deu certo e errado no Lolla 2022
Lollapalooza Brasil anuncia as datas do festival em 2023: 24, 25 e 26 de março

Fonte: G1 Entretenimento

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Ferrugem traz Iza para o pagode com o single inédito ‘Me perdoa’


Ferrugem lança o single ‘Me perdoa’, gravado com Iza e programado para sexta-feira, 23 de setembro
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♪ Encerrado o ciclo do álbum Ferrugem em casa – Ao vivo 2, completado com a edição em 11 de fevereiro da segunda parte do registro audiovisual de show, Ferrugem parte para outro projeto fonográfico.
O cantor de pagode inicia os trabalhos promocionais de mais um disco. E o start é dado na companhia de Iza, com quem Ferrugem canta o pagode Me perdoa – música inédita composta pelo artista com BG (Brunno Gabryel) e Thiaguinho – em gravação que chega ao mundo digital em single agendado para sexta-feira, 23 de setembro.
Ferrugem já tinha dado pista desse feat. inédito ao usar camisa com referência a Iza no show que apresentou no Rock in Rio 2022 no Espaço Favela.
Capa do single ‘Me perdoa’, de Ferrugem com Iza
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Illy tenta sair da caixa no tom pop tropical do álbum ‘O que me cabe’


Cantora acerta quando investe na leveza em disco feito com 13 produtores que dão forma a repertório valorizado por canções de Adriana Calcanhotto, Caetano Veloso, Chico César e Jarbas Bittencourt. Capa do álbum ‘O que me cabe’, de Illy
Flora Negri com arte de Fernanda Queiroz e Fred Dietzsch
Resenha de álbum
Título: O que me cabe
Artista: Illy
Edição: Alá Comunicação e Cultura
Cotação: ★ ★ ★
♪ Dois anos após diluir densidades e sentidos do repertório de Elis Regina (1945 – 1982) no segundo álbum, Te adorando pelo avesso (2020), Illy lança O que me cabe (2022), terceiro álbum de discografia iniciada há seis anos com o EP Enquanto você não chega (2016).
Mesmo que nem sempre atinja a altitude do álbum de estreia Voo longe (2018) ao longo das 13 faixas formatadas por produtores musicais distintos (em time composto por Alexandre Kassin, Ana Frango Elétrico, Cezar Mendes, Gabriel Loddo, Guilherme Lírio, Guto Wirtti, Iuri Rio Branco, Marcelo Costa, Marcelo de Lamare, Marlon Sette, Moreno Veloso, Paulo Mutti e Pepê Monnerat), O que me cabe apaga a má impressão do álbum anterior e, diferentemente da maioria dos discos, vai soando mais sedutor à medida que avança.
Embora resida atualmente na cidade de São Paulo (SP), Illy nasceu e foi criada na Cidade Baixa, em Salvador (BA). A origem da cantora vem à tona na baianidade tropical que banha o samba-rock O conteúdo (Caetano Veloso, 1974), faixa em que o produtor Marlon Sette persegue o suingue de Jorge Ben Jor, mencionado na letra de Caetano.
É do mar da Bahia que emerge no colo de Yemanjá, com a devida serenidade, Acalanto pra Martim (Guina Santos, 2022), saudação de Illy ao filho que deu à luz em dezembro de 2019. A produção musical de Moreno Veloso na faixa é uma das mais bem acabadas do disco, fazendo do acalanto um dos pontos mais altos do repertório.
A faixa representa pico de beleza que se afina com a lembrança de Cabimento (Arnaldo Antunes e Paulo Tatit, 2004), canção cuja letra poetiza a dimensão das pessoas e das coisas no mundo em mutação. “Hoje eu caibo nesse mesmo corpo que já coube / Na minha mãe”, reflete Illy, inserindo a voz do filho Martim na faixa muito bem produzida por Marcelo Costa com Guto Wirtti em acerto que nem sempre se repete ao longo do disco.
Illy lança o terceiro álbum, ‘O que me cabe’, com 13 faixas, sendo que sete já haviam sido apresentadas em singles
Flora Negri / Divulgação
A propósito, o álbum O que me cabe por vezes deixa a sensação de pecar pelo excesso de produção. É como se no íntimo cada produtor convidado quisesse mostrar mais serviço do que o outro.
Da lavra fina de Adriana Calcanhotto, a canção-título O que me cabe se encaixa mais na moldura acústica da versão alocada como faixa-bônus – produzida por Cezar Mendes e Marcelo Costa com a adição da voz da própria Calcanhotto – do que na pegada de arrocha light da versão original produzida por Guilherme Lírio.
Com capa que expõe Illy em foto de Flora Negri, enquadrada na arte criada por Fernanda Queiroz e Fred Dietzsch, o álbum O que me cabe chegou ao mundo digital na sexta-feira, 16 de setembro, com nada menos do que sete das 13 faixas já apresentadas em singles.
Entre elas, há joias como Você só quer me comer (Jarbas Bittencourt, 2021) – irreverente estilização dos códigos da canção popular rotulada como brega, feita por Illy em faixa fluente formatada por Marlon Sette e Pepe Monnerat – e o reggae Réveillon (Chico César, 2021), de simplicidade envolvente, devidamente entendida pelo produtor Paulo Mutti.
O canto suave de Illy é mais vocacionado para dar voz à leveza good vibe de Réveillon – de versos como “Um dia assim de sol / Vivido com você / É o que me faz viver / Olhando o lado bom / Curtindo A Cor do Som / Regando a flor do ser / Sentindo florescer / O dom que tem o sim / Traz o melhor de mim” – do que para verbalizar as inquietações de Por dentro (Gustavo Caribé, J. Velloso e Mirella Medeiros), faixa de angústias abafadas tanto pelo canto da artista quanto pelo arranjo do produtor musical Iuri Rio Branco.
Por isso mesmo, o produtor Kassin poderia ter deixado a voz da cantora mais límpida na gravação da canção Ninguém manda no meu coração (Ed Wilson e Ronaldo Bastos, 2021).
Dentre as faixas até então inéditas, há Pra você não ir (Ray Gouveia), faixa produzida por Gabriel Loddo e apresentada como rock, embora na verdade soe como balada nas vozes de Illy e do convidado Erasmo Carlos.
Dentro de mim (Ana Frango Elétrico e Hilda Monteiro de Barros) abre o disco e o joga direto na pista, tentando fazer a festa ao evocar com beats sintéticos o balanço pop tropical de Rita Lee na fase com Roberto de Carvalho, influência da obra de Ana Frango Elétrico, produtora da faixa de ambiência eletrônica.
Música mais fraca do repertório, Nunca errou (Illy e Jorge Velloso) tem o mérito de passar a visão direta da falsidade entranhada nos elogios feitos em redes sociais, tema da letra cantada por Illy em tons sombrios.
Marcelo de Lamare assina a produção musical dessa faixa de O que me cabe, álbum em que Illy procura estar em sintonia com as demandas do mercado – e não por acaso Marina Sena é compositora e convidada de Quente e colorido (2021), pop tropical já lançado em single – sem sair totalmente do quadrado em que se inseriu no belo álbum de estreia Voo longe, ainda o cartão-de-visitas mais adequado para quem conhecer a voz e o som da nova baiana.
Illy explicita a origem baiana nas imagens promocionais do álbum ‘O que me cabe’
Flora Negri / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiza chora ao homenagear Maurílio em gravação de primeiro DVD solo após morte de parceiro


Cantora gravou primeiro projeto solo na noite desta terça-feira (20), em Brasília. ‘Tudo isso aqui me lembra muito o Maurílio’, afirmou Luiza após registrar faixa com voz do antigo parceiro. Luiza Martins chora ao homenagear Maurílio em gravação de primeiro DVD solo após morte de parceiro
Reprodução/Instagram
Luiza, ex-dupla de Maurílio, chorou bastante durante a homenagem que fez, no palco, ao ex-parceiro, morto em dezembro de 2021.
O momento de emoção aconteceu durante a gravação do primeiro DVD solo da cantora, em Brasília, na noite desta terça-feira (20).
Assim que começam os primeiros acordes da faixa, que traz a voz gravada de Maurílio, Luiza não segura as lágrimas. Ao final da gravação da faixa completa, Luiza segue emocionada.
“Essa é uma pequena homenagem a uma pessoa que foi tão grandiosa. Foi estratégia colocar essa música no final, porque eu não ia conseguir me conter. Tudo isso aqui me lembra muito o Maurílio. O que prevalece em mim hoje é a gratidão por ter vivido anos da minha vida cantando ao lado de um cara como ele”, afirmou Luiza.
A cantora ainda agradeceu à mãe do cantor, presente na gravação. “Queria te agradecer por você ter dado a vida ao cara que foi um dos amores da minha vida.”
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Projeto solo
Ao longo de toda a produção do primeiro projeto solo, Luiza fez várias alterações, envolvendo datas, locais e até convidados especiais.
Na última semana, por exemplo, a cantora, que já havia anunciado a participação de Dom Vittor e Gustavo entre os convidados, explicou que a dupla não estaria mais no projeto.
“Amores. Por questões pessoais, a participação de Dom Vittor e Gustavo no meu DVD foi cancelada. Tá tudo bem entre nós. Não precisam se preocupar, mais pra frente nosso feat sai. Todos nós nos amamos muito e amamos vocês também.”
O cantor Murilo Huff e a dupla Matheus & Kauan mantiveram a participação.
Horas antes da filmagem, Luiza afirmou que “pra esse DVD acontecer, eu tive que matar uns 200 leões ao longo do caminho”.
“Tô feliz, pronta, realizada, e muito emotiva”, escreveu ela no Twitter. “Pra esse DVD acontecer, eu tive que matar uns 200 leões ao longo do caminho. Mas ele veio lindo, gigante, poderoso, especial. Deus nos acompanhe no dia de hoje. Obrigada por todas as mensagens lindas! Amo vocês.”
Luiza grava primeiro DVD solo após morte de Maurílio
Reprodução/Instagram
Processo contra empresário
O DVD foi o primeiro fora de seu antigo escritório. Luiza tem ao menos dois processos na Justiça de Goiás contra o empresário e a empresa que agenciavam a carreira dela e de sua ex-dupla, Maurílio.
Em um dos processos, Luiza entrou com uma ação para oficializar o cancelamento do contrato com a Workshow Produções Artísticas, que tem sede em Goiânia, e para pedir que a empresa e o empresário deixem de usar imagens e informações dela, seja sozinha ou com Maurílio.
No outro, a cantora diz que recebia R$ 2,5 mil por mês e pede que o empresário preste contas de contratos que passam de mais de R$ 7 milhões. Ela também pede que o empresário apresente os comprovantes de despesas e investimentos da dupla, que teriam passado de R$ 13 milhões.
Luiza, ex-dupla de Maurílio: entenda a disputa judicial envolvendo cantora, empresa e empresário
Confira os cinco hits da dupla Luiza e Maurílio

Fonte: G1 Entretenimento

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Ary Fontoura relembra parceria com Mariana Ximenes em ‘Chocolate com Pimenta’: ‘Não a conhecia. Foi amor à primeira vista’


Ator ainda relembrou desafio de atuar em dois projetos ao mesmo durante exibição original da novela, que ganhará uma edição especial a partir de 26 de setembro. Ary Fontoura com Mariana Ximenes em gravação de “Chocolate com Pimenta”
TV Globo / Palito Haliasz
Escrita por Walcyr Carrasco, “Chocolate com Pimenta” volta para a TV na próxima semana. Exibida originalmente em 2003/2004, a novela terá uma edição especial exibida a partir de 26 de setembro, após o “Jornal Hoje”, na Globo.
Ary Fontoura, intérprete de Ludovico na trama, disse que ficou muito feliz com a reprise e acredita que ela fará grande sucesso nesse retorno.
“É uma novela muito bem escrita pelo Walcyr Carrasco, tem um elenco muito legal, uma história muito bonita, e caiu no gosto do público – merece ser revista, com certeza”, afirma o ator em conversa com a Comunicação da Globo.
Ary ainda relembrou que encarou um grande desafio ao gravar a novela. Isso porque o ator já estava no ar como o Coronel Teodorico, de “O Sítio do Pica-pau Amarelo”, e precisou se desdobrar nas gravações e interpretações.
“Eu fazia o Coronel Teodorico, que era completamente o oposto do personagem que o Walcyr Carrasco me oferecia. Em um momento eu não quis aceitar, mas me disseram que seriam apenas duas semanas de gravação – acabou sendo um pouquinho mais – e que daria para conciliar com o outro trabalho”, recorda.
Ary ainda afirmou que, embora tenha sido uma breve participação, gostou bastante do projeto.
“Eu gostei demais de fazer este personagem, sobretudo por estar novamente sob a direção do Jorge Fernando, um diretor que eu sempre prezei muito, com trabalhos memoráveis, merece inclusive participar desse sucesso; de onde ele está, com certeza estará nos aplaudindo.”
O ator e diretor Jorge Fernando morreu em outubro de 2019, aos 64 anos.
Ary Fontoura em cena como Ludovico, de “Chocolate com Pimenta”
TV Globo / João Miguel Júnior
Parceria com Mariana Ximenes
Ary ainda falou sobre a parceria com Mariana Ximenes em cena. O ator contou que não conhecia a atriz. “Foi a primeira vez que a vi; foi amor à primeira vista”, disse.
“Um amor que continua até agora, somos excelentes amigos. Ela estava praticamente no princípio do seu trabalho dentro da Globo. Talvez a minha experiência tenha ajudado um pouquinho. Sobretudo, a amizade que nós fizemos.”
“Mariana é uma pessoa muito doce, muito boa atriz, uma excelente pessoa, facílima de contracenar, eu adorei trabalhar com ela e acho que foi uma das grandes parcerias dentro desse trabalho, sem dúvida”, elogia.
Ary ainda cita a morte de seu personagem, gravada em Buenos Aires, na Argentina, como a cena que mais o marcou na novela.
“Quando ele morre, havia todo um clima em torno do trabalho e eu dei muito de mim naquele momento, conseguindo realizar uma cena boa. Ficou marcada na minha lembrança entre as inúmeras novelas que eu fiz.”
Ary Fontoura em cena como Ludovico, de “Chocolate com Pimenta”
Divulgação/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Maiara e Maraisa homenageiam Marília Mendonça após indicação ao Grammy Latino: ‘A vida é tão curta. Se jogue’


Irmãs fizeram postagens emocionantes nas redes sociais após álbum ‘Patroas 35%’ ser indicado na categoria de Melhor Álbum de Música Sertaneja na premiação. Marília Mendonça e Maiara e Marais em foto para o projeto As Patroas
Reprodução/Instagram
Maiara e Maraisa usaram as redes sociais para prestar homenagens a Marília Mendonça após o trio ser indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Música Sertaneja com o projeto “Patroas 35%”.
A lista de indicados ao Grammy Latino 2022 foi anunciada nesta terça-feira (20) e Marília recebeu uma indicação póstuma pelo álbum lançado em parceria com a dupla dias antes de sua morte, em novembro de 2021.
“A vida é tão curta… Se jogue… Aproveite cada minuto… De risada… Faça um filho… Tenha amigos… Melhores amigos… Viva intensamente… Agradeça… Leve a vida com leveza… Perdoe rápido… Não seja escravo do dinheiro… Veja o outro lado… Ame… Seja feliz”, escreveu Maiara.
Para ilustrar, a cantora sertaneja usou uma foto em que mostra as mãos das três artistas unidas.
A mesma imagem foi usada pela irmã. Maraisa, que pouco antes já havia falado sobre a emoção da indicação, seguiu com as homenagens a Marília.
A artista escreveu um texto e também o leu, bastante emocionada, ao compartilhar imagens do trio em um vídeo.
“É um grande desafio tentar traduzir em algumas frases sentimentos tão complexos! As emoções parecem ter gosto, o doce das conquistas vive em meio ao amargo da ausência. Juntas dividimos sofás, quartos, músicas, sonhos, sorrisos e lágrimas.”
“Essa indicação é uma conquista coletiva, mesmo 35% sendo uma conta que nunca fecharia em 100%. Isso jamais foi um erro, isso é uma lição, é enxergar beleza nas imperfeições.”
“É sorrir chorando, pedir agradecendo, é viver todos os dias morrendo de saudade demais, Marília.”
“Onde estivermos você sempre estará. A nossa luta é para que esse lugar seja o topo”, escreveu Maraisa, que ainda incluiu um vídeo das três artistas no início da carreira.
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Mais cedo, a cantora já havia afirmado que pretende participar da festa da premiação do Grammy Latino, que acontece em 17 de novembro.
“Farei o impossível para estar presente porque, ano passado eu não tinha as mínimas condições para participar. Quero muito estar lá representando toda essa galera que deu o sangue por esse trabalho, e a todos vocês que fizeram esse álbum ficar no topo. Agradeço a Deus por essa oportunidade e por permitir que eu chegasse onde eu sempre sonhei.”
Em 2021, o trio já havia sido indicado na mesma categoria (Melhor Álbum de Música Sertaneja) com a primeira parte do projeto “Patroas”.
Em entrevista ao g1, Marília, Maiara e Maraísa falaram sobre a surpresa da indicação na época pelo disco, já que o foco de trabalho já era integralmente para o “Patroas 35%”. (Assista no vídeo abaixo).
“As palavras têm poder pras patroas, porque tudo que a gente fala, acontece. Há uns três meses, se você for no meu Twitter lá, eu tava pegando o Grammy e brincando com o Grammy da Marília, porque ela já ganhou um, e brincando: ‘Esse álbum aqui das Patroas vai dar o Grammy pra gente, vai vir amiga'”, afirmou Maiara.
“Porque é nesse aqui que a gente tem trabalhado com foco muito em cima, aquele outro veio de uma forma muito natural. Você pergunta se a gente imaginava isso lá atrás… A gente não imaginava dez minutos antes”, completou Marília.
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Marília Mendonça e Maiara e Maraisa levam projeto “As Patroas” para a estrada
Grammy Latino 2022
O anúncio dos indicados ao Grammy Latino 2022 aconteceu na manhã desta terça-feira (20).O hit “Envolver”, de Anitta, foi indicado a uma das principais categorias.
Ao todo, a premiação conta com 53 categorias e o anúncio dos vencedores acontece em 17 de novembro.
Além de ser indicado na categoria Gravação do Ano, “Envolver” também aparece na lista de concorrentes de Melhor Performance de Reggaeton.
Jão, Luisa Sonza e Ludmilla foram alguns dos indicados a categorias exclusivas para gravações em português.
Marília Mendonça recebeu indicação póstuma com o álbum “Patroas 35%”, em parceria com a dupla Maiara & Maraisa, na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja.
Chitãozinho & Xororó, Gabeu, Lauana Prado e Matheus & Kauan completam a lista de indicados nesta categoria.

Fonte: G1 Entretenimento

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Após pandemia, musical de Alanis Morissette ganha nova vida com turnê nos EUA


Espetáculo teve 15 indicações ao Tony e ganhou duas categorias, antes de ser interrompido por causa da pandemia da Covid-19. Musical ‘Jagged Little Pill’ recebe 15 indicações ao Tony Awards
Reprodução/Instagram
O musical de Alanis Morissette, “Jagged Little Pill”, recebeu 15 indicações ao Tony e ganhou duas delas, para melhor livro e melhor atriz, depois de estrear na Broadway para a temporada 2019-2020 antes de ser forçado a fechar em 2021 por conta da pandemia de Covid-19.
Embora o espetáculo tenha tido que fechar as cortinas para novos públicos em Nova York, ele recebe agora uma outra oportunidade, com uma nova turnê pelos Estados Unidos e com a estreia no circuito do West End, em Londres.
“Foi devastador, o momento da Covid”, disse Morissette à Reuters antes da noite de estreia no Pantages Theatre, em Hollywood. “Mas, ao mesmo tempo, todo o planeta estava sujeito à mudança trazida pela Covid, então estávamos na piscina com todos.”
Alanis Morissette
Mario Anzuoni/Reuters
O musical apresenta todas as faixas do clássico álbum de 1995 de Morissette com o mesmo nome, e se concentra nas complexas lutas da família Healy, incluindo vício em opioides, identidade de gênero, abuso sexual e muito mais.
“Havia diferentes perspectivas e incentivos em torno de qual enredo, qual narrativa seguir”, disse Morissette. “Lembro-me de ter uma conversa com (o escritor) Diablo Cody e houve uma certa reticência em torno da parte do abuso sexual e lembro de pensar que sou uma mulher, posso confirmar isso, tenho experiências diferentes que fazem com que eu possa falar diretamente sobre isso e acho que isso acalmou o medo deles a ponto de avançarmos para onde a história está agora.”
Assistir ao espetáculo de Morissette também é uma oportunidade de se conectar com o público de maneiras inesperadas. Pode parecer estranho ouvir as palavras que ela escreveu com base em suas próprias experiências ressoarem com os outros, disse ela.
“Quando escrevo, é tudo sobre mim e depois que compartilho, não é mais meu. Pode ser feito personalizado. Pode ser deslocado.”
“Jagged Little Pill” está em cartaz no Pantages Theatre em Los Angeles, antes de fazer uma turnê pelos Estados Unidos. O show estreia no West End de Londres em novembro.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Mulher Rei’ é filme épico empolgante com ótima atuação de Viola Davis; g1 já viu


Filme dirigido por Gina Prince-Bythewood mostra exército feminino que defendia reino africano há séculos. Lashana Lynch, de ‘Capitã Marvel’ e John Boyega, de ‘Star Wars’ estão no elenco. Quem vê as primeiras imagens de “A Mulher Rei”, filme que estreia nesta quinta-feira (22), logo lembra das Dora Milaje, exército de guerreiras que se destacaram em “Pantera Negra”. Elas se parecem bastante com as Agojie, a guarda real de Daomé deste novo longa. Mas as comparações entre essa produção e o grande sucesso da Marvel Studios param por aí.
O filme oferece, além de ótimas cenas de ação, uma história épica e poderosa (ainda que pouco conhecida), construída de forma empolgante na parte técnica. O elenco é impecável, com Viola Davis à frente, mais uma vez em ótima atuação.
Assista ao trailer do filme “A Mulher Rei”
Ambientada em 1823, a trama mostra como vivia e agia as Agojie, comandadas pela general Nanisca (Davis) para proteger o reino de Daomé (atualmente Benin), na África Ocidental, de grupos rivais e de ameaças estrangeiras, principalmente de traficantes de escravos.
Formado apenas por mulheres, o grupo impressionava por sua força e disciplina para lutar contra adversários e sempre recebia novas recrutas.
Uma delas é Nawi (Thuso Mbedu), abandonada pelo pai após se recusar a se casar com os pretendentes que lhe ofereceram. Disposta a mostrar o seu valor, ela se esforça durante o árduo treinamento e acaba fazendo amizade com Izogie (Lashana Lynch, de “Capitã Marvel”), tenente encarregada de treinar as novatas. Aos poucos, a jovem passa a chamar a atenção de Nanisca, que a vê como um ótimo reforço para as Agojie.
Além de liderar as bravas guerreira, Nanisca é conselheira do Rei Ghezo (John Boyega, o Finn da mais recente trilogia de “Star Wars”) com questões envolvendo a proteção de seu povo. Ainda mais depois da chegada do brasileiro Santo Ferreira (Hero Fiennes Tiffin, de “After”) junto do amigo Malik (Jordan Bolger, “O Livro de Boba Fett”), cujos interesses podem causar graves problemas para as Agojie e os habitantes de Daomé.
Força e honra
Nanisca (Viola Davis, ao centro) lidera as Agojie numa cena de “A Mulher Rei”
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“A Mulher Rei” prende a atenção do início ao fim graças ao ritmo intenso e bem coordenado pela diretora Gina Prince-Bythewood, que realiza excelentes cenas de luta que empolgam o público. Além disso, a cineasta ganha pontos nas sequências de treinamento das novas integrantes das Agojie, assim como mostra os motivos que levaram as guerreiras a serem temidas e respeitadas, sempre sem perder o foco.
Mas o filme não se resume à ação. Há espaço para desenvolver bem suas protagonistas, tornando-as tridimensionais, com seus conflitos e temores. Um bom exemplo é como Nanisca é apresentada não só como uma grande guerreira e líder, mas uma mulher que tem cicatrizes não só pelo corpo, mas em sua mente, depois anos de tantas batalhas e sofrimentos, o que a aproxima do espectador.
Nanisca (Viola Davis) lidera um ataque de seu exército em “A Mulher Rei”
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Isso é um mérito do roteiro escrito por Dana Stevens (de “Cidade dos Anjos”), que torna as histórias de Nanisca, de Nawi e Izogie como o principal tripé emocional do filme. Assim, o longa cria uma cumplicidade do público com as personagens e é difícil não se identificar com as suas jornadas, ainda mais numa época em que as mulheres buscam por mais reconhecimento na sociedade.
Outro ponto positivo do texto está no fato de que ele chega a lidar com situações que, mal aplicadas (como o relacionamento que surge entre dois personagens) poderia cair na pieguice. Mas felizmente, a boa cumplicidade entre o roteiro (com liberdades em relação a fatos históricos) e a direção impedem que isso aconteça, tornando o filme ainda mais interessante.
Izogie (Lashana Lynch) e Nawi (Thuso Mbedu) criam uma parceria em “A Mulher Rei”
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Poder feminino
Isso sem falar que a escolha do elenco de “A Mulher Rei” não poderia ser mais certeira. Viola Davis mostra mais uma vez porque é uma das mais talentosas de Hollywood. A vencedora do Oscar de Coadjuvante por “Um limite entre nós” entrega mais uma atuação intensa e cativante como Nanisca. Ela domina nos momentos mais dramáticos e impressiona nas cenas de luta.
Quem também se destaca é Lashana Lynch como Izogie. A Nomi de “007 – Sem tempo para morrer” conquista o público com seu carisma e sua força, além de fazer ótima dupla com a sul-africana Thuso Mbedu, excelente como a jovem e impetuosa Nawi.
Nanisca (Viola Davis) é o braço direito do Rei Ghezo (John Boyega) em “A Mulher Rei”
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As duas criam uma relação convincente de mestra e aluna e são responsáveis por alguns dos melhores momentos do filme. Outra que chama a atenção é Sheila Atim como Amenza, a segunda no comando e confidente de confiança de Nanisca, além de ser a líder religiosa do reino.
Entre os homens, John Boyega consegue dar ao Rei Ghezo um ar respeitável e que busca o melhor possível para seus súditos. Já Hero Fiennes Tiffin causa uma certa estranheza quando tem que falar português, mas não dá para esperar muito nesse caso, já que é difícil para atores estrangeiros soar como brasileiros (além de ter a desculpa de que o personagem passou um tempo na Europa). Assim como Jordan Bolger, que causa simpatia pelo seu Malik.
Viola Davis interpreta Nanisca, a líder de uma guarda real feminina em “A Mulher Rei”
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Com uma fotografia exuberante, uma bela reconstituição de época e bons figurinos, além de uma trilha sonora incrível assinada por Terence Blanchard (mais conhecido pelas músicas dos filmes de Spike Lee, como “Infiltrado na Klan” e “Destacamento Blood”), “A Mulher Rei” (que tem uma cena pós-créditos) é o épico que faltava aparecer nos cinemas deste ano. Vale conhecer essa fascinante história que foi pouco divulgada e que merece ser mais bem conhecida pelo grande público.

Fonte: G1 Entretenimento

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Planet Hemp mixa rock e rap para pregar reflexão e resistência em ‘Distopia’, single com Criolo


Capa do single ‘Distopia’, da banda Planet Hemp
Arte de Sometimes Always
Resenha de single
Título: Distopia
Artista: Planet Hemp com Criolo
Composição: BNegão, Marcelo D2 e Nave
Edição: Som Livre
Cotação: ★ ★ ★ ½
♪ Banda carioca que sempre se pautou pela ideologia combatente, desde que emergiu em meados dos anos 1990, Planet Hemp não foge à luta no primeiro single inédito em 22 anos.
Primeira amostra do álbum de músicas inéditas previsto para outubro, o single Distopia entrou em rotação às 20h de hoje, 20 de setembro, em single e em clipe roteirizado com 12 cenas gravadas na cidade natal do grupo, o Rio de Janeiro (RJ), sob direção de Marcelo D2.
Na letra, que cita Magrelinha (Luiz Melodia, 1973) com a reprodução dos versos “Super homem / Super mosca / Super carioca / Super eu”, o quinteto se junta a Criolo para retratar um Brasil fora da ordem – em que “pobre defende rico; empregado, o patrão” sob as bençãos de “juízes super heróis” – e propor reflexão e resistência para diluir a distopia do país.
Politizado, o discurso é feito ao som de mix enérgico de rock e rap. Um dos produtores musicais da gravação, Nave aparece creditado como autor da composição em parceria com BNegão e Marcelo D2, dois integrantes do grupo, cuja formação atual também inclui Formigão (baixo), Nobru (guitarra) e Pedro Garcia (baixo).
A faixa tem força, ainda que esteja longe de soar bombástica, como se esperava de um primeiro single da ex-quadrilha da fumaça em mais de 20 anos.
Além de Nave, a produção musical do single Distopia foi orquestrada pelo Tropkillaz (duo paulistano que ajudou Criolo a dar forma ao último álbum do rapper), por Os Fita – grupo carioca de música eletrônica – e pelo próprio Planet Hemp.
Enfim, a banda volta ao disco e apresenta boas armas para seguir na luta. Que venha o álbum de músicas inéditas!
Criolo (à esquerda) com a banda Planet Hemp na gravação do clipe da música ‘Distopia’
Bel Gandolfo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento