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Now United anuncia despedida de Any Gabrielly com show em São Paulo no dia 19 de novembro


Grupo disse que começará a procurar um novo membro brasileiro que substituirá Any. Informações detalhadas de como acontecerá a procura serão divulgadas em breve. O Now United começa turnê mundial pelo Brasil
Divulgação/Poladian
O Now United anunciou a despedida de Any Gabrielly, integrante brasileira do grupo de pop com jovens de vários países, com show em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 19 de novembro.
O grupo também disse que começará a procurar um novo membro brasileiro que substituirá Any. Informações detalhadas de como acontecerá a procura serão divulgadas em breve.
Neste ano, o Now United já se apresentou por seis cidades brasileiras, em março. Esses shows marcaram estreia no palco dos novos membros do grupo: Savannah, da Austrália; Mélanie, da Costa do Marfim; Alex, da Espanha; e Nour, do Líbano.
Mundinho Now United: a receita do pop global
“Eu me senti parte do Now United, parte da família bem rapidamente”, disse a cantora ao g1, quando foi anunciada no grupo e citou influências como Billie Eilish e ukelele. “Os fãs brasileiros são incríveis e eu amo ver os comentários, eles são tão carinhosos, sempre postando fotos, buscando novidades. Os fã-clubes no Brasil vão além.”
Os 5 passinhos de Kyle Hanagami no Now United
O som do grupo é cheio de fórmulas já testadas. Das mais de 30 músicas, quase todas são pop eletrônicos com batidas marcadas e mensagens positivas (curta a vida, ame todos, vamos nos unir). As raras baladas incluem “Stand Together”, de Matt Rowe, autor de “2 become 1”, das Spice Girls.
Outro exemplo de como o Now United funciona como uma linha de montagem é a criação de coreografias. Na era do TikTok, conceber a dança é fundamental.
O chefe deste departamento é Kyle Hanagami, que já trabalhou com Blackpink, BTS, Britney Spears e Jennifer Lopez. O processo tem um “falso Now United” antes – um time de dublês que testam as danças antes dos ídolos. Entenda as coreografias no vídeo acima.
Now United em São Paulo
Data: 19 de novembro, sábado
Local: Allianz Parque / São Paulo
Abertura Portões: 16h
Horário do Show: 20h
Classificação Etária: 14 anos ou de 5 a 13 anos acompanhados pelos pais ou representantes legais
Venda geral – 27 de setembro de 2022, às 10h
Bilheteria Oficial: Sympla
Ingressos: De R$175 a R$ 600

Fonte: G1 Entretenimento

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Prêmio Bibi Ferreira consagra estrelas travestis pela primeira vez em sua história


‘A gente não quer mais continuar sendo as primeiras, a gente quer muitas’, afirmou Marina Mathey, premiada como Melhor Atriz Coadjuvante em Musicais por seu trabalho em ‘Brenda Lee e o Palácio das Princesas’. Verónica Valenttino, do mesmo espetáculo, foi premiada como Revelação em Musicais. Marina Mathey e Verónica Valenttino são as primeiras atrizes travestis a vencer o Prêmio Bibi Ferreira
Reprodução
A 9ª edição do Prêmio Bibi Ferreira fez história, consagrando estrelas travestis pela primeira vez em sua história. O anúncio dos vencedores de todas as categorias do prêmio aconteceu na noite desta quarta-feira (21), no Teatro Santander, em São Paulo.
Marina Mathey concorria em duas categorias por seu trabalho no musical “Brenda Lee e o Palácio das Princesas” e levou o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante em Musicais.
A atriz se emocionou no palco durante seu discurso. “Obrigada às minhas irmãs por fazerem esse projeto ao meu lado. Esse prêmio é nosso. Obrigada a todas as minhas transcestrais, que abriram caminho pra poder estar aqui hoje sendo a primeira travesti a ganhar um prêmio no Bibi Ferreira”, afirmou Marina.
“E ser a primeira é um troféu, mas também é uma denúncia e um chamado pra reflexão. A gente não quer mais continuar sendo as primeiras, a gente quer muitas. Muitas e cada vez mais. E é pra isso que a gente está fazendo esse espetáculo”, seguiu a atriz.
Marina também concorreu na categoria Revelação em Musicais, que foi vencida por Verónica Valenttino.
“Que loucura! Mas é isso! Por todas as nossas! Nós somos… aliás! Eu profetizo que nós éramos esses corpos que eram mortos. Hoje estamos vivas, estamos adentrando esses espaços”, afirmou Verónica.
“E é por todas as minhas trancestrais, por Brenda Lee, obrigada núcleo, obrigada Zé, obrigada Fernanda, obrigada minhas irmãs por estarem comigo, esse prêmio é nosso.”
“E eu quero terminar com uma frase que ficou eternizada na boca de Bibi Ferreira, quando disse: ‘eles pensam que a maré vai e nunca volta. Até agora eles comandavam meu destino e eu fui. Fui recuando, recolhendo fúrias. Hoje eu sou onda solta! E tão forte quanto eles imaginam fraca. Quando virem invertida a correnteza, quero saber como resistem à surpresa. Quero ver como reagem à ressaca'”.
Assim como Marina, Verónica foi ovacionada pela plateia que esteve no teatro.
Veja lista de vencedores da 9ª edição do Prêmio Bibi Ferreira:
MELHOR PEÇA DE TEATRO
Brilho Eterno – Solo Entretenimento, Palco 7 Produções, Rega Início Produções e Reynaldo Gianecchini (VENCEDOR)
​A Flor Do Meu Bem Querer – OPUS Entretenimento
Misery – WB Entretenimento
Tectônicas – Brancalyone Produções Artísticas e SESI-SP
Terremotos – Tozi Produções e SESI-SP
MELHOR ATRIZ EM PEÇA DE TEATRO
Marisa Orth – Barbara (VENCEDOR)
Claudia Missura – Benditas Mulheres
Lilia Cabral – A Lista
Mel Lisboa – Misery
Paloma Bernardi – Terremotos
MELHOR ATOR EM PEÇA DE TEATRO
Eduardo Martini – Simplesmente Clô (VENCEDOR)
André Garolli – Tectônicas
Luiz Amorim – O Vendedor de Sonhos
Marcelo Airoldi – Misery
Reynaldo Gianecchini – Brilho Eterno
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA DE TEATRO
Renata Brás – Brilho Eterno (VENCEDOR)
Giulia Bertolli – A Lista
Grace Gianoukas – Procuro o homem da minha vida, marido já tive
Regina Maria Remencius – Terremotos
Totia Meireles – Procuro o homem da minha vida, marido já tive
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA DE TEATRO
​Luiz Guilherme – Terremotos (VENCEDOR)
Giovani Tozi – Terremotos
Marcelo Ullmann – A Pane
Nilton Bicudo – A Flor Do Meu Bem Querer
Oswaldo Mendes – A Pane
MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA DE TEATRO
Marco Antônio Pâmio – Terremotos (VENCEDOR)
Bruno Guida – Barbara
Eric Lenate – Misery
Jorge Farjalla – Brilho Eterno
Mika Lins – Pós – F
MELHOR CENOGRAFIA EM PEÇA DE TEATRO
Duda Arruk – Terremotos (VENCEDOR)
Eric Lenate – Misery
Marcelo Lazzaratto – Tectônicas
Rogério Falcão – Brilho Eterno
Zezinho Santos e Turíbio Santos – A Mentira
MELHOR FIGURINO EM PEÇA DE TEATRO
​Fábio Namatame – “Terremotos” e “Teatro pra quem não gosta” (VENCEDOR)
MELHOR DRAMATURGIA EM PEÇA DE TEATRO
Samir Yazbek – Tectônicas (VENCEDOR)
Célia Forte – Benditas Mulheres
Gustavo Pinheiro – A Lista
Juca de Oliveira – A Flor do Meu Bem Querer
MELHOR DESENHO DE LUZ EM PEÇA DE TEATRO
​Cesar Pivetti – Brilho Eterno (VENCEDOR)
Wagner Antônio – Terremotos
Wagner Freire – Tectônicas
MELHOR MUSICAL
​A Família Addams – T4F Entretenimento (VENCEDOR)
Brenda Lee e o Palácio das Princesas – Núcleo Experimental
Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate – Instituto Artium de Cultura
Chicago – IMM e Egg Entretenimento
Conserto Para Dois, O Musical – Raia Produções
Donna Summer Musical – Atual Produções e Bárbaro!
Sweeney Todd – Del Claro Produções e Firma de Teatro
MELHOR MUSICAL BRASILEIRO
​Conserto Para Dois, O Musical – Raia Produções (VENCEDOR)
Bom Dia Sem Companhia – Encanto Artístico e Enxame Produções Culturais
Brenda Lee e o Palácio das Princesas – Núcleo Experimental
Nautopia – Eureka Entretenimento, Pulsar Ideias e H Produções
Tatuagem – Movicena Produções e Cia. da Revista
MELHOR ATRIZ EM MUSICAIS
Andrezza Massei – Sweeney Todd (VENCEDOR)
Carol Costa – Chicago
Cláudia Raia – Conserto Para Dois, O Musical
Karin Hils – Donna Summer Musical
Marisa Orth – A Família Addams
Verónica Valenttino – Brenda Lee e o Palácio das Princesas
MELHOR ATOR EM MUSICAIS
Jarbas Homem De Mello – Conserto para Dois, O Musical (VENCEDOR)
Marcel Octavio – Assassinato para Dois
Murilo Rosa – Barnum – O Rei do Show
Rodrigo Lombardi – Sweeney Todd
Velson D’Souza – Silvio Santos Vem Aí!
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAIS
Marina Mathey – Brenda Lee e o Palácio das Princesas (VENCEDOR)
Giulia Nadruz – Barnum – O Rei do Show
Kiara Sasso – Barnum – O Rei do Show
Lilian Valeska – Chicago
Pamela Rossini – A Família Addams
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAIS
André Torquato – Tatuagem (VENCEDOR)
Fred Silveira – A Família Addams
Gui Leal – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate
Lucas Cândido – Chicago
Rodrigo Miallaret – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate
REVELAÇÃO EM MUSICAIS
Verónica Valenttino – Brenda Lee e o Palácio das Princesas (VENCEDOR)
Cleomácio Inácio – Tatuagem
Dennis Pinheiro – Sweeney Todd
Diva Menner – Barnum – O Rei do Show
Marina Mathey – Brenda Lee e o Palácio das Princesas
MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAIS
Zé Henrique de Paula – Sweeney Todd (VENCEDOR)
Federico Bellone – A Família Addams
John Stefaniuk – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate
Kleber Montanheiro – Tatuagem
Miguel Falabella – Donna Summer Musical
MELHOR DIREÇÃO MUSICAL EM MUSICAIS
Thiago Rodrigues – A Família Addams (VENCEDOR)
Daniel Rocha – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate
Marcelo Caldi – A Hora de Estrela ou O Canto de Macabéa
Marco França – Tatuagem
Thiago Gimenes – Barnum – O Rei do Show
MELHOR ARRANJO ORIGINAL EM MUSICAIS
Marco França – Tatuagem (VENCEDOR)
Carlos Bauzys – Donna Summer Musical
Marco França – Morte e Vida Severina
MELHOR COREOGRAFIA EM MUSICAIS
Bárbara Guerra – Donna Summer Musical (VENCEDOR)
Gabriel Malo – Cabaré dos Bichos
Katia Barros – Conserto para Dois
MELHOR CENOGRAFIA EM MUSICAIS
Federico Bellone – A Família Addams (VENCEDOR)
Rogério Falcão – Barnum – O Rei do Show
Zezinho Santos e Turíbio Santos – Donna Summer Musical
MELHOR FIGURINO EM MUSICAIS
João Pimenta – Sweeney Todd ​(VENCEDOR)
Fabio Namatame – A Família Addams
Theo Cochrane – Donna Summer Musical
MELHOR VISAGISMO EM MUSICAIS
Eliseu Cabral e Feliciano San Roman – A Família Addams (VENCEDOR)
Dhiego Durso e Feliciano San Roman – Sweeney Todd
Dicko Lorenzo – Conserto para Dois, O Musical
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL EM MUSICAIS
Fernanda Maia – Brenda Lee e o Palácio das Princesas (VENCEDOR)
Anna Toledo – Conserto para Dois, O Musical
Daniel Salve – Nautopia
MELHOR LETRA E MÚSICA EM MUSICAIS
Daniel Salve – Nautopia (VENCEDOR)
Anna Toledo , Thiago Gimenes e Tony Lucchesi – Conserto para Dois, O Musical
Elton Towersey e Vitor Rocha – Bom dia Sem Companhia
MELHOR VERSÃO EM MUSICAIS
Mariana Elisabetsky e Victor Mühletahler – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate (VENCEDOR)
Fernanda Maia – Sweeney Todd
Rafael Oliveira – Naked Boys Singing
MELHOR DESENHO DE LUZ EM MUSICAIS
Caetano Vilela – Donna Summer Musical (VENCEDOR)
Mike Robertson – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate
Valerio Tiberi e Emanuele Aglati – A Família Addams
MELHOR DESENHO DE SOM EM MUSICAIS
Gastón Briski – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate (VENCEDOR)
Marcelo Claret – Morte e Vida Severina
Tocko Michelazzo – Barnum – O Rei do Show

Fonte: G1 Entretenimento

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Curta ‘Deixa ela tocar’ foca o virtuosismo nem sempre reconhecido das mulheres instrumentistas


As percussionistas Larissa Umaytá (à esquerda) e Lisa Carvalho são personagens do curta ‘Deixa ela tocar’, de Carol Crispim
Clara Sthel / Montagem g1
Resenha de curta-metragem
Título: Deixa ela tocar
Direção e roteiro: Carol Crispim
Produção: Groove Lab com apoio da UBC
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ “No Maranhão, só os homens podiam tocar pandeiro. […] Eu lembro que, criança, eu ficava ali, na fogueira, querendo tocar. E aí os homens, que eram bem mais velhos na época, olhavam para mim e falavam assim: ‘menina não toca. menina dança’ ”.
O depoimento da percussionista Larissa Umaytá dá o tom engajado, por vezes de denúncia, que pauta o roteiro de Deixa ela tocar, curta-metragem de Carol Crispim que descortina bastidores machistas do meio musical, revelando o preconceito sofrido por mulheres instrumentistas em sociedade ainda extremamente patriarcal, como ressalta a violonista Carol Penesi, uma das instrumentistas entrevistadas para o filme roteirizado e dirigido por Crispim, integrante do departamento de A&R da União Brasileira de Compositores (UBC).
“Deixa ela é tocar é um filme sobre existir e resistir como mulher instrumentista no mercado da música”, conceitua Carol Crispim, que idealizou o curta de sete minutos e meio com base em relatório divulgado em março pela UBC com a informação de que somente 7% do mercado de músicos acompanhantes são ocupados por mulheres musicistas.
A pianista Maíra Freitas dá depoimento e toca no filme ‘Deixa ela tocar’, de Carol Crispim
Clara Sthel / Divulgação
Instrumentistas como a percussionista Lisa Carvalho, a pianista Maíra Freitas e a baixista Marfa Kourakina corroboram com depoimentos no filme que a discriminação ainda existe e que o discurso de igualdade e poder feminino ainda precisa ser posto efetivamente em prática quando se trata de admitir mulheres na banda. “Eu tenho que provar que sou boa, que sei tocar”, revela Maíra.
Com estreia programada para às 18h30m de hoje, 22 de setembro, em sessão gratuita no Memorial Municipal Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro (RJ), o curta também estará disponível nos canais da UBC no Instagram e no YouTube.
Em que pese o pioneirismo da pianista e maestrina carioca Chiquinha Gonzaga (1847 – 1935), saudada no filme ao lado de outras desbravadoras como a violonista Rosinha de Valença (1941 – 2004), o curta-metragem de Carol Crispim toca em assunto pertinente porque há muito território a ser conquistado por mulheres que se destacam na arte de manusear um instrumento com virtuosismo e sensibilidade.
Imagem do cartaz do filme ‘Deixa ela tocar’, de Carol Crispim
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira fala pela 1ª vez sobre acusações de fraude fiscal: ‘São falsas. Não devo nada a eles’


Cantora colombiana disse que vive a fase ‘mais sombria da vida’. Além do processo, ela se separou do jogador Piqué, convive com doença do pai e luta pela custódia dos filhos. Cantora Shakira se apresenta no Madison Square Garden em Nova York em agosto de 2018
Greg Allen/Invision/AP
Shakira prometeu combater o que ela alegou serem acusações “falsas” das autoridades espanholas de que ela fraudou 14,5 milhões de euros em impostos. Foram os primeiros comentários públicos da cantora colombiana sobre um caso que pode levá-la à prisão por até oito anos.
Shakira, de 45 anos, enfrenta julgamento na Espanha pela acusação de não pagar impostos entre 2012 e 2014, período em que ela disse que levava uma “vida nômade” por causa de seu trabalho.
“Tenho que lutar pelo que acredito, porque são acusações falsas”, disse a cantora à revista americana “Elle”. “Eu não devo nada a eles.”
O documento do promotor afirma que Shakira passou mais da metade de cada ano na Espanha entre 2012 e 2014, e em maio de 2012 comprou uma casa para a família em Barcelona. Em julho do ano passado, um juiz espanhol disse ter encontrado “evidências suficientes” para que Shakira fosse julgada. Um segundo juiz rejeitou seu recurso contra a decisão em maio.
Shakira, que em julho recusou um acordo com o promotor para encerrar o caso, diz que as autoridades só vieram atrás dela “de olho no prêmio” quando descobriram que ela estava namorando o jogador de futebol espanhol, Gerard Piqué, do Barcelona.
Shakira acrescentou que já havia pago o que o fisco espanhol disse que devia antes de entrar com uma ação judicial.
Ela disse estar confiante de que se comportou de forma correta e transparente desde o início, sugerindo que as autoridades espanholas “recorreram a uma campanha lasciva na imprensa” para prejudicar sua reputação.
A combinação de sua recente separação de Piqué, uma batalha pela custódia de seus dois filhos, a doença de seu pai e “brigas em diferentes frentes” significa que ela está enfrentando “provavelmente a fase mais sombria da minha vida”, disse a cantora.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Fernandes diz que acidente de carro foi ‘grande aprendizado’: ‘Uma virada de página e um grande portal’


Há quase um mês, carro em que a cantora sertaneja estava com o namorado, Rony Cecconello, capotou. Durante participação no ‘Encontro’, Paula disse que ‘está ótima’. Paula Fernandes no programa “Encontro”
Reprodução/Globo
Quase um mês após sofrer um acidente de carro, Paula Fernandes participou do programa “Encontro”, nesta quinta-feira (22), e disse que ela e o noivo, Rony Cecconello, estão bem.
Na noite de 27 de agosto, um carro desgovernado bateu na traseira do veículo no qual o casal estava. Com o impacto, o carro de Paula capotou na rodovia Castello Branco.
“Estou ótima, maravilhosa. Estamos bem. Graças a Deus, nós realmente renascemos naquele dia.”
“Eu vi a notícia quando você deu, eu assisti. Mas é muito bom poder estar aqui, imagina, depois de tudo o que passei, que a gente passou, a gente poder agora vivenciar a vida de maneira diferente.”
“Porque, pra mim, foi um grande aprendizado. Foi uma virada de página e um grande portal”, afirmou a cantora, que está lançando o álbum “11:11”.
Patrícia Poeta perguntou se, após o acidente, Paula está mais plena do que nunca. A cantora concordou e completou:
“Mais feliz, mais leve, quero viver intensamente cada momento, então esse momento aqui, esse nosso encontro, está realmente sendo muito especial.”
A cantora afirmou ainda que, após o susto, passou a enxergar a vida de outra forma.
“As coisas pequenas se tornam menores ainda. E a gente potencializa a questão do amor, a dedicação àquilo que é importante, a gente procura priorizar. Afinal de contas, o que é importante pra nossa vida.”
Leia também:
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Após acidente, Paula Fernandes celebra aniversário de 38 anos com festa à fantasia: ‘Play na comemoração da vida’
Paula Fernandes capota carro em SP

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mosca’ de Raul Seixas pousa no caldeirão fervente do primeiro single inédito da BaianaSystem com Tropkillaz


Primeira amostra do EP ‘Killazsystem’, a gravação resulta potente e também traz o cantor angolano Dog Murras e o rapper Vandal, justificando a união da banda com o duo de música eletrônica. Seko Bass (à esquerda), Laudz, Roberto Barreto, Zegon e Russo Passapusso no estúdio na gravação do single ‘A mosca’
Filipe Cartaxo / Divulgação
Resenha de single
Título: A mosca
Artistas: BaianaSystem e Tropkillaz com Dog Murras e Vandal
Composição: Dog Murras, Russo Passapusso, Sekobass e Vandal com sample de Mosca na sopa (Raul Seixas, 1973)
EP: Killazsystem
Edição: Máquina de Louco / Altafonte
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Nome referencial na história do rock da Bahia, Raul Seixas (1945 – 1989) conectou Elvis Presley (1935 – 1977) a Luiz Gonzaga (1912 – 1989) em antológico primeiro álbum solo, Krig-ha, Bandolo! (1973), que incorporou a batida do Candomblé na música Mosca na sopa (Raul Seixas, 1973).
Na letra de Raul, a sopa era a metáfora para o regime militar e a mosca personificava o próprio Raul, inoportuno aos ouvidos dos algozes da ditadura.
Decorridos 49 anos, o Brasil é um caldeirão fervente e a voz de Raul volta a pousar nesse sopão através do sample da gravação de 1973, utilizada pela banda BaianaSystem e pelo duo Tropkillaz em A mosca, single que anuncia hoje, 22 de setembro, o EP do projeto fonográfico intitulado Killasystem.
A potente usina sonora baiana já tinha se unido ao duo paulistano de música eletrônica formado pelos DJs e produtores Laudz e Zegon nos remixes das músicas Saci (Russo Passapusso, Roberto Barreto e Seko Bass, 2019) e Cabeça de papel (Russo Passapusso e Seko Bass, 2019).
Capa do single ‘A mosca’, da BaianaSystem e Tropkillaz com Dog Murras e Vandal
Arte de Filipe Cartaxo
Contudo, o single A mosca é a primeira música inédita resultante dessa “fusão sonora amplificada”, como o projeto Killazsystem é apresentado com propriedade, a julgar por esse virulento single inicial gravado na pressão por Seko Bass (programações, samples, beat, efeitos e baixo), Roberto Barreto (guitarra baiana), Tropkillaz (programações, efeitos e edição), Junix 11 (guitarra), João Meirelles (synth modular) e Ícaro Sá (percussão) com as vozes quentes de Russo Passapusso, do cantor angolano Dog Murras e do rapper baiano Vandal.
A fusão da banda com o duo se mostrou sem o peso esperado nos remixes. Desta vez, a mistura deu liga. Há no single A mosca um vigor incendiário, uma quentura que condiz com letra que cita nominalmente Glauber Rocha (1939 – 1981) e um dos filmes mais cultuados do cineasta baiano, Deus e o diabo na terra do sol (1964), e que inclui versos como “A mão que assina a sentença da desgraça / É pior que a bala que assassina a esperança / Nesse apartheid tudo vira arruaça / Pobre desgraça / Rico insegurança / Mosca insurgente / Gente demente / Viver urgente porque / A fome não mente / A dor intensifica quando a gente se exprime / Nossa revolta não tem bala que reprime”.
E o fato é que A mosca chega com força para incomodar o putrefato status quo com a união do batidão da BaianaSystem, as programações do Tropkillaz, o canto de Dog Murras e o rap indignado de Vandal. A mosca pousa com consciência, a tempo de evitar que esse sopão chamado Brasil apodreça de vez na terra do sol.
Arte criada por Filipe Cartaxo para promover o single ‘A mosca’, do projeto ‘Killazsystem’
Arte de Filipe Cartaxo

Fonte: G1 Entretenimento

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Baia ecoa sentimentos da pandemia no cancioneiro do álbum ‘Eternamente ligado a você’


Programado para 7 de outubro, o disco também reflete no repertório autoral a mudança do artista para os Estados Unidos em 2017. Baia posa com a capa do 11º álbum, ‘Eternamente ligado a você’, programado para 7 de outubro
Divulgação
♪ Em 2017, Baia saiu do Brasil com a família e foi morar nos Estados Unidos, precisamente em Miami (EUA). A viagem existencial e intercontinental do artista inspirou algumas músicas autorais do 11º álbum do cantor, compositor e músico, Eternamente ligado a você, programado para ser lançado em 7 de outubro via Virgin.
Composições autorais como On and about e Daniel (Na cova do sorriso) – feita por Baia para o filho caçula, já naturalizado cidadão norte-americano – estão conectadas com a travessia deste baiano sem fronteiras.
Nascido Maurício Simão de Moraes em Salvador (BA), em abril de 1973, Baia viveu um tempo no Recife (PE) antes de ganhar alma musical carioca ao se fixar na cidade do Rio de Janeiro (RJ) a partir de 1985. Foi no Rio que o artista entrou em cena em 1992, como líder da banda carioca Baia e RockBoys.
Decorridos 30 anos da entrada em cena, Baia retorna ao mercado fonográfico com o primeiro álbum desde Baia bossa Dylan (2019), disco em que abordou o cancioneiro do compositor norte-americano Bob Dylan em clima de bossa nova.
Precedido pelos singles I believe sim (2021) e Um gato nesse mundo cão (2022), o álbum Eternamente ligado a você alinha oito músicas autorais compostas por Baia em Miami (EUA) e formatadas com produção musical e arranjos de Caesar Barbosa entre estúdios de Portugal e do Rio de Janeiro (RJ).
O repertório do disco inclui parcerias de Baia com Gabriel Moura, casos de Não amasse meu pão, Entre o silêncio e o som – música inspirada pelo período em que o artista teve que trabalhar em aplicativo de transportes para sustentar a família na pandemia – e da canção-título Eternamente ligado a você.
Parceria de Baia com Michel Mariano, Meu velho amigo também ecoa sentimentos do período pandêmico ao se referir às perdas de amigos do artista.
A banda-base do álbum Eternamente ligado a você é formada por Caesar Barbosa (guitarra e programação), Carlos Sales (bateria), Fabrizio Iorio (teclados) e Wlad (baixo), além do próprio Mauricio Baia no violão e na voz.
Capa do álbum ‘Eternamente ligado a você’, de Baia
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #70: as aventuras dos labradores do Caopanheirolabra


Neste episódio, Giuliana Girardi conversa com Ciça, tutora dos cachorros do Caopanheirolabra, que compartilha nas redes sociais a rotina da dupla de labradores adestrados. Ciça, Mika e Toddynho são figurinhas carimbadas da Praia de Ipanema. Quem frequenta o local certamente já viu a ex-atleta de polo aquático saltando no mar, direto das pedras do Arpoador, com os labradores. Neste episódio de ‘Bichos na Escuta’, Giuliana Girardi conversa com Cecília Canetti, sobre a sua rotina de atividades físicas com os pets. Tudo compartilhado nas redes sociais do perfil Caopanheirolabra.
Eu sempre fui surfista, apaixonada por praia, por água, por mar. Tenho espírito de labrador, acredito. Eu adorei mais o fato de ele ter adorado isso também, de ver ele na prancha tão feliz.
Os cachorros Caopanheirolabra na praia, no Rio de Janeiro.
Reprodução/ Redes sociais.
Especialista em comportamento animal, Rita Ericson explica sobre o vínculo que os tutores criam com os animais, muitas vezes estabelecido pelo olhar.
“A linguagem corporal do cão vale mais do que mil palavras e latidos.”
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Processo de socialização — por Golden Frederico
Lola, a cachorrinha companheira da cantora Simone
Eu, meus pets e as crianças — com Camila Fremder
Quem salva quem? — com João Vicente de Castro
Thaynara OG, a maior defensora da ‘instituição poodle encardido’
Xuxa, a Rainha dos Bichinhos
Bichos na Escuta #63: as cachorrinhas de Luísa Sonza
Popi e Corn, as gatas unidas pelo nome — com Carol Barcellos
‘Sempre fui cachorreiro, agora sou gateiro também’ — com Frejat
Malcom Salsicha, o cão artista
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O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Viola Davis compara atrizes negras com as guerreiras de ‘A Mulher Rei’: ‘Usam as próprias mãos para criar mudança’


Em entrevista ao g1 durante passagem pelo Brasil, atriz falou sobre seu novo filme, no qual interpreta a líder de um grupo de guerreiras mulheres. Viola Davis diz que as atrizes negras são como as guerreiras de “A Mulher Rei”
Para Viola Davis, ganhadora dos principais prêmios do cinema, da TV e do teatro americanos, atrizes negras precisam agir como as guerreiras que protagonizam seu novo filme, “A Mulher Rei”.
“Elas estão usando as próprias mãos para criar a mudança que elas querem ver. Todas têm projetos que estão produzindo, estrelando. Eu vejo guerreiras. Esse é o espírito guerreiro que eu vejo”, afirma a atriz em entrevista ao g1, durante passagem pelo Brasil para divulgar a obra. Assista ao vídeo acima.
Ambientada no século 19, o filme que estreia nesta quinta-feira (22) mostra como viviam e agiam o grupo de guerreiras mulheres conhecidas como Agojie.
Comandadas pela general Nanisca (Davis), elas protegiam o reino de Daomé (atualmente Benin), na África Ocidental, de grupos rivais e de ameaças estrangeiras, principalmente de traficantes de escravos.
Viola Davis e Thuso Mbedu numa cena de “A Mulher Rei”
Divulgação
Com direção, roteiro e produção de mulheres, Davis afirma que o filme de Gina Prince-Bythewood (“The old guard”) foi uma oportunidade “fantástica”.
“Sabe, tem algo sobre estar no meio das mulheres onde você não tem que trabalhar tanto para tentar definir quem você é (…) Há um tipo de sentimento diferente de sentimento num set quando você tem poder feminino”, diz a atriz, ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por seu trabalho em “Um limite entre nós” (2016) e o Emmy de melhor atriz por “How to Get Away With Murder”.
Após encenar grandes cenas de ação aos 57 anos, ela conta que manteve um pouco do ritmo das gravações até agora. Tanto que, desde o final das filmagens, ela ainda malha com a atriz Thuso Mbedu, que interpreta a recruta Mawi, e com Prince-Bythewood.
Viola Davis ao lado do marido, Julius Tennon, que também é produtor de “A Mulher Rei”
Célio Silva
As três fazem exercícios na casa de Viola. “Levantamos pesos, é uma loucura, reclamamos com Gabriela Mclain, a treinadora, a mesma treinadora do filme”, conta Davis.
Ela também diz que a química entre as atrizes que interpretaram as demais guerreiras, como Lashana Lynch (de “007 – Sem tempo para morrer”) e Sheila Atim, já estava lá quando começaram as filmagens. “Foi uma extensão dos relacionamentos que nós já tínhamos fora das câmeras.”
Viola também acredita que “A Mulher Rei” é um filme que tem representatividade e que já está ressoando entre o público que já o assistiu em outros países (o filme, aliás, estreou no topo da bilheteria dos Estados Unidos, com arrecadação de mais de US$ 19 milhões no primeiro final de semana).
Para ela, isso acontece porque parece ser algo certo. “O mundo tem mulheres negras nele, que não são vulneráveis, que são fortes, que têm uma voz (…) E nós finalmente podemos nos ver numa tela numa arena global”, diz a atriz.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jackson Antunes carrega ‘A cruz do muladeiro’ como narrador de single do duo Música de Interior


Imagem de Jackson Antunes no clipe de animação do single ‘A cruz do muladeiro’, do duo Música de Interior
Reprodução / Vídeo
♪ Mais conhecido como ator de novelas da TV Globo, o mineiro Jackson Antunes é também cantor e compositor associado à música de raiz ruralista. Por isso mesmo, o artista é o convidado do Música de Interior – duo paulista formado por Aniela Rovani (voz) e Rafael Cardoso (viola caipira, violão e voz) – na gravação da música A cruz do muladeiro.
Terceiro single do EP Pés na terra, disco previsto para ser lançado pela dupla em 2023, A cruz do muladeiro desembarca nos aplicativos de música em 30 de setembro pela gravadora Galeão com capa assinada por Paulo Coruja e, uma semana depois, em 7 de outubro, ganha clipe filmado em animação.
Composição de Rafael Cardoso em parceria com Edmilson Zambaldi, A cruz do muladeiro pode ser caracterizada como toada histórica.
A letra conta causo pesquisado pelos autores, abordando lenda perpetuada no Espírito Santo no universo dos tropeiros e muladeiros, como são chamados aqueles que conduzem o transporte e o comércio de animais e bens de consumo produzidos em áreas rurais.
Aniela Rovani e Rafael Cardoso formam o duo Música de Interior
Ronnie Souza / Divulgação
Na gravação, feita com produção musical orquestrada pelo duo Música de Interior com Enoque Rodoldo, Jackson Antunes narra a parte declamada da música.
Normalmente, a toada histórica é composta por texto narrado ao qual se segue melodia cantada. No single A cruz do muladeiro, as partes narrada e cantada se alternam ao longo dos três minutos e 40 segundos da gravação.
O single A cruz do muladeiro sucede os singles Velha viola (Rafael Cardoso e Gilson Clemente, 2022) e Minha herança (Rafael Cardoso e José Zanini, 2022), lançados em março e junho, respectivamente.
Capa do single ‘A cruz do muladeiro’, do duo Música de Interior com Jackson Antunes
Arte de Paulo Coruja

Fonte: G1 Entretenimento