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Ator de ‘Riverdale’ que assassinou a própria mãe é condenado a prisão perpétua no Canadá


Ryan Grantham foi ouvido nesta semana em audiência que vai determinar pena por ter matado a mãe em 2020. Ator Ryan Grantham em cena de Riverdale
Reprodução
Ryan Grantham, ator de “Riverdale” e “Supernatural” que assassinou a própria mãe em 2020, foi condenado à prisão perpétua nesta quarta-feira (21) no Canadá.
O jovem de 23 anos se declarou culpado em junho por assassinato em segundo grau e confessou que planejava matar o primeiro-ministro do país, Justin Trudeau.
Segundo o jornal “New York Times”, Grantham se tornará elegível para liberdade condicional em 14 anos.
O ator de 24 anos matou a mãe com um tiro no dia 31 de março de 2020. Barbara Waite, de 64 anos, foi atingida na nuca enquanto tocava piano dentro de casa.
No dia seguinte, Grantham cobriu o corpo da mãe com um lençol e saiu de casa com a intenção de matar o político.
A informação foi revelada no primeiro dia de audiência de condenação do ator nesta semana.
Saiba quem é o ator de “Riverdale” que matou a própria mãe
Ele também confessou que após o assassinato da mãe surtou, escreveu em seu diário, gravou um vídeo ao lado do corpo, saiu para pegar dinheiro, voltou para casa, testou a construção de coquetéis molotov e assistiu TV por duas horas e meia.
No dia seguinte, ele saiu de casa com o objetivo de fazer outra vítima: Trudeau. Além de falar para os policiais, o ator também escreveu a intenção em um diário.
No meio do caminho, no entanto, Grantham mudou de ideia e se entregou à polícia. Ele pode ser condenado à prisão perpétua. A audiência será retomada na próxima semana.
Carreira na TV
Ryan Grantham em cena de ‘Considering Love and Other Magic’
Divulgação
Grantham começou a atuar na televisão e no cinema aos nove anos. “Riverdale”, “Supernatural” e “iZombie” são as séries de maior destaque da carreira do ator.
Ele também atuou nos filmes “O Caminho do Mal”, “Considering Love and Other Magic”, “Becoming Redwood” e no primeiro longa da franquia “Diário de um Banana”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pabllo Vittar se joga na pista em single turbinado com a voz e o funk de MC Carol


Pabllo Vittar e MC Carol na capa do single ‘Tá descontrolada’
Gabriel Renné / Divulgação
♪ “Tá descontrolada / Tá descontrolada / Se acabou a pilha / Põe de volta na tomada”, brada MC Carol, uma das vozes mais potentes do funk, no batidão do refrão que turbina o single Tá descontrolada, primeira amostra do quinto álbum de estúdio de Pabllo Vittar, ainda em fase inicial de produção.
Em rotação desde as 21h de ontem, 22 de setembro, com capa que expõe as artistas em fotos de Gabriel Renné, o single Tá descontrolada joga Pabllo Vittar na pista do pop eletrônico com a participação luxuosa de Carolina de Oliveira Lourenço, a MC fluminense revelada nos anos 2010 no circuito dos bailes funks e projetada com o álbum Bandida (2016).
O clipe da música inédita entrou em rotação ao meio-dia de hoje, 23 de setembro.
Capa do single ‘Tá descontrolada’, de Pabllo Vittar com MC Carol
Gabriel Renné / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário examina legado do ator negro Sidney Poitier: ‘Era um guerreiro da causa racial’


Novo documentário da Apple TV+ é produzido por Oprah Winfrey e tem entrevistas com estrelas que vão de Denzel Washington e Morgan Feeman a Barbra Streisand e Robert Redford. Sidney Poitier chega à 86ª Cerimônia do Oscar, em 2014
REUTERS/Adrees Latif/File Photo
O falecido ator americano Sidney Poitier estava no auge de sua carreira em Hollywood, quando foi acusado por ativistas e intelectuais negros de interpretar papéis estereotipados para o público branco, quando o movimento pelos direitos civis explodia nos Estados Unidos na década de 1960.
Sidney Poitier, primeiro negro a vencer o Oscar de Melhor Ator, morre aos 94 anos
“Sidney”, o novo documentário da Apple TV+ produzido por Oprah Winfrey e com entrevistas com estrelas que vão de Denzel Washington e Morgan Feeman a Barbra Streisand e Robert Redford, busca mostrar que estavam errados.
“A realidade é que, desde a invenção do cinema, houve imagens degradantes dos negros, e Sidney Poitier, sozinho, destruiu essas imagens, filme após filme”, disse à AFP Reginald Hudlin, diretor do documentário que vai ao ar nesta sexta-feira (23).
“Ele era um guerreiro da causa racial. Sem ele, eu não estaria aqui, não teríamos Oprah Winfrey, nem Barack Obama”, acrescentou.
Sidney Poitier e Katharine Houghton em ‘Adivinhe quem veio para jantar?’
Divulgação
Esta é uma das várias discussões em “Sidney”, que apresenta entrevistas de Poitier a Oprah anos antes de sua morte, em 6 de janeiro de 2022, aos 94 anos.
A produção aborda um tema que pode ser espinhoso: a relação extraconjugal de Poitier durante seu primeiro casamento, com Juanita Hardy, uma das entrevistadas do documentário, assim como as três filhas do ator.
“Quando me sentei pela primeira vez com a família sobre a possibilidade de fazer este filme, perguntei se havia algo vetado. Mencionei esse tema, especificamente, como exemplo”, disse Hudlin. “Elas me disseram: ‘Não, não, não, queremos contar toda verdade'”, completou.
A produção também corta momentos aterrorizantes da violência racista sofrida por Poitier.
Em 1964, ele e o ator Harry Belafonte foram perseguidos no Mississippi por membros armados do grupo supremacista branco Ku Klux Klan, enquanto levavam dinheiro para um movimento de direitos de voto.
Outro encontro com o KKK e um policial branco que perseguiu Poitier com uma arma quando adolescente é narrado como uma experiência marcante em sua pioneira carreira e em seu ativismo, com frequência esquecido.
“Isso é o que é impressionante. Ele nunca sucumbiu à amargura, nem permitiu que acabassem com ele”, comentou Hudlin. “Continuava transformando isso em força, em mais determinação e em mais vontade”, acrescentou.
Sem precedentes
Em agosto de 2009, o então presidente Barack Obama concede medalha presidencial ao ator Sidney Poitier
Jewel SAMAD / AFP
Talvez a parte mais contestada do legado de Poitier sejam as de que ele era “muito amável”, ou “obediente”, para o público branco e Hollywood.
O documentário traz à tona um artigo publicado em 1967 pelo jornal The New York Times, com a manchete “Por que a América branca ama tanto Sidney Poitier?”. O texto acusava o ator de “interpretar basicamente o mesmo papel, o herói antisséptico de uma única dimensão”.
O texto falava de uma “Síndrome Sidney Poitier”. “Um bom homem em um mundo totalmente branco, sem esposa, namorada, ou mulher, para amar ou beijar, ajudando um homem branco a resolver os problemas de um homem branco”.
Apenas três anos antes, Poitier havia se tornado o primeiro ator negro a ganhar um Oscar por “Uma voz nas sombras”. No filme, interpretou um trabalhador nômade que ajuda uma comunidade de freiras, com as quais acaba estabelecendo um vínculo.
Outros papéis, como o mendigo que ele interpreta em “Porgy and Bess”, foram vistos como racistas pelos críticos.
Segundo Hudlin, os ataques “eram uma consequência inevitável do trabalho que ele estava fazendo”, e Poitier, “que sabia que chegaria mais longe”, estava mais interessado em humanizar a experiência negra.
“Sidney” também ressalta a natureza revolucionária do beijo de Poitier na atriz branca Katharine Houghton em “Adivinhe quem vem para jantar?”, e o momento em que ele dá um tapa em um aristocrata sulista branco em “No calor da noite”.
“Não havia precedentes para quem ele era e para o que estava fazendo”, destacou Hudlin.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marilyn renasce com Ana de Armas em ‘Blonde’, filme que retrata de forma crua a ascensão da atriz


‘Independentemente de como o filme será recebido, Marilyn mudou minha vida’, disse atriz. Filme estreia na Netflix na próxima quarta-feira (28).
Assista ao trailer de ‘Blonde’
“Blonde”, a biografia de Marilyn Monroe, interpretada pela atriz cubana Ana de Armas, estreia nesta quarta-feira (28).
A atuação da atriz de 34 anos chamou atenção no Festival de Cinema de Veneza no início de setembro, mas ela não foi premiada no evento.
Baseado em um romance da escritora americana Joyce Carol Oates, o filme tem duração de 2h45 e retrata de forma crua a ascensão ao estrelato e principalmente os problemas de saúde mental da estrela de Hollywood, que morreu aos 36 anos.
Ana de Armas no filme ‘Blonde’ e Marilyn Monroe
Divulgação
O filme é dirigido por Andrew Dominik, conhecido por filmes como “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford” (2007) e “O Homem da Máfia” (2012).
Muitos tiveram suas vidas mudadas pela loira platinada, um ser frágil em uma Hollywood misógina. O então presidente John Fitzgerald Kennedy é retratado como um predador sexual. No filme, força Marilyn a fazer sexo oral nele enquanto está ao telefone.
Os maridos de Norma Jean (nome verdadeiro da atriz) a maltratavam ou desprezavam, de acordo com o relato de Carol Oates. O astro do beisebol Joe DiMaggio é interpretado por Bobby Carnavale, enquanto o papel do dramaturgo Arthur Miller cabe a Adrien Brody.
‘Mudou minha vida’
Ana de Armas interpreta Marilyn Monroe no filme ‘Blonde’
Divulgação/Netflix
“Independentemente de como o filme será recebido, Marilyn mudou minha vida”, confessou Ana de Armas em Veneza.
“Eu me senti cheia de tristeza sabendo tudo o que aconteceu com ela, também como mulher, e não lutei contra esses sentimentos, não queria me proteger disso”, explicou atriz.
O filme evoca a infância destroçada de Marilyn, filha de uma mãe solteira com problemas psiquiátricos, a ausência do pai e, mais tarde, a maternidade que nunca se concretizou para a atriz.
Classificado como impróprio para menores de 17 anos nos Estados Unidos, o filme pode ser visto pelos quase 220 milhões de assinantes da Netflix e não será exibido nos cinemas.
“Blonde” é mais um passo na notável carreira de Ana de Armas, uma jovem que nasceu na Cuba comunista de Fidel Castro, começou a fazer teatro, foi para Madri aos 18 anos e depois, em 2006, seguiu para os Estados Unidos, onde já teve papéis importantes, como a amante holográfica de Ryan Gosling na segunda parte de “Blade Runner” (“Blade Runner 2049”).
Ana De Armas como Marilyn Monroe em ‘Blonde’
Reprodução/Netflix
Armas passou meses se preparando para o papel e, embora tenha recebido algumas críticas por seu sotaque, sua atuação foi amplamente elogiada em Veneza.
Em busca de maior realismo, o filme foi rodado na mesma casa onde Norma Jean cresceu, antes de passar alguns anos no orfanato, e na casa onde foi encontrada morta. O filme não esclarece o mistério sobre a morte, que foi oficialmente provocada pela ingestão de barbitúricos.
“Suas cinzas estão espalhadas por toda Los Angeles”, disse o diretor Andre Dominik, que trabalhou no filme por 10 anos antes de a Netflix concordar em financiar o projeto. “Blonde” alterna preto e branco com cores e tem uma trilha sonora poderosa, graças aos músicos Warren Ellis e Nick Cave, entre outros.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Carolina lança música inédita, feita com Bruno Caliman, no show em que canta Cássia Eller


Dueto virtual das artistas na balada ‘Por enquanto’ encerra roteiro que inclui composições de Janis Joplin, Nando Reis, Renato Russo e Rita Lee. Ana Carolina no Espaço Unimed, em São Paulo, na estreia nacional do show em que canta o repertório de Cássia Eller
DJ Zé Pedro / Acervo pessoal
♪ Ana Carolina canta o repertório de Cássia Eller (10 de dezembro de 1962 – 29 de dezembro de 2001) sem esquecer – e sem deixar o séquito da artista mineira esquecer – que ela própria, Ana, é compositora que construiu discografia escorada na obra autoral de tons passionais.
Na estreia nacional da turnê do show Ana canta Cássia – Estranho seria se eu não me apaixonasse por você na cidade de São Paulo (SP) na noite de ontem, 22 de setembro, a artista incluiu música inédita – Coisa minha, coisa tua, composta em parceria com Bruno Caliman – no roteiro pontuado pela voz de Cássia, ouvida em off cinco vezes ao longo da apresentação, cujo bis reuniu os quatro maiores sucessos da própria Ana.
Com roteiro pautado pelas músicas mais conhecidas da artista carioca (diferentemente do fez supor o anagrama que anunciou o show nas redes sociais de Ana Carolina com trechos de letras de músicas cantadas por Cássia), o show se encerrou com dueto virtual das cantoras na balada Por enquanto (Renato Russo, 1985), lançada pela banda Legião Urbana e amplificada por Cássia em 1990 no primeiro disco da cantora.
Sob direção de Jorge Farjalla, emoldurada por cenário que evocou em alguns números as rosas que enfeitaram em 2001 a gravação do álbum e DVD Acústico MTV Cássia Eller, Ana Carolina deu voz a 30 músicas no palco do Espaço Unimed, incluindo a citação de Bem-me-quer (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980) antes de Todas as mulheres do mundo (Rita Lee, 1993).
Dentre a seleção do repertório de Cássia, com previsível e justificável recorrência de canções de autoria do compositor Nando Reis entre músicas de Renato Russo (1960 – 1996) e Rita Lee, Maluca (Luís Capucho, 1993) – música gravada pela cantora no álbum Com você… Meu mundo ficaria completo (1999) – se revelou uma das surpresas do roteiro ao lado de Aprendiz de feiticeiro (Itamar Assumpção, 1999), de Mercedez benz (Janis Joplin, Michael McClure e Bob Neuwirth, 1971) e de Milagreiro (Djavan, 2001), composição gravada por Cássia em disco de Djavan.
O show Ana canta Cássia – Estranho seria se eu não me apaixonasse por você celebra os 60 anos que Cássia Eller poderia completar em 10 de dezembro se não tivesse saído de cena tão cedo.
Ana Carolina em cena no palco do Espaço Unimed na estreia nacional do show ‘Ana canta Cássia’
DJ Zé Pedro / Acervo pessoal
♪ Eis as 30 músicas do roteiro seguido por Ana Carolina em 22 de setembro de 2022 na estreia nacional da turnê do show Ana canta Cássia – Estranho seria se eu não me apaixonasse por você no Espaço Unimed, na cidade de São Paulo (SP):
1. Malandragem (Roberto Frejat e Cazuza, 1994)
2. E.C.T. (Marisa Monte, Nando Reis e Carlinhos Brown, 1994)
3. O segundo sol (Nando Reis, 1999)
4. All star (Nando Reis, 2000)
5. Relicário (Nando Reis, 2000)
❁ Voz de Cássia Eller em off
6. Gatas extraordinárias (Caetano Veloso, 1999)
7. Maluca (Luís Capucho, 1993)
8. Milagreiro (Djavan, 2001)
9. Nós (Tião Carvalho, 1988)
❁ Voz de Cássia Eller em off
10. Partido alto (Chico Buarque, 1972)
11. Vá morar com o diabo (Riachão, 2000)
12. Não deixe o samba morrer (Edson Conceição e Aloísio Silva, 1975)
13. Na cadência do samba (Ataulfo Alves e Paulo Gesta, 1962)
❁ Voz de Cássia Eller em off
14. Aprendiz de feiticeiro (Itamar Assumpção, 1999) /
15. Coroné Antonio Bento (João do Vale e Luiz Wanderley, 1970) /
16. Quando a maré encher (Fábio Trummer, Roger Man e Bernardo Chopinho, 2000)
♬ Duelo de pandeiros
17. Coisa minha, coisa tua (Ana Carolina e Bruno Caliman, 2022)
18. 1º de julho (Renato Russo, 1994)
❁ Voz de Cássia Eller em off
19. Meu mundo ficaria completo (com você) (Nando Reis, 1999)
20. Bem-me-quer (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980) / – citação
21. Todas as mulheres do mundo (Rita Lee, 1993)
❁ Voz de Cássia Eller em off
22. Mercedez benz (Janis Joplin, Michael McClure e Bob Neuwirth, 1971) /
23. Eu queria ser Cássia Eller (Péricles Cavalcanti, 1999)
24. Top top (Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, 1971)
25. Luz dos olhos (Nando Reis, 1996)
26. Por enquanto (Renato Russo, 1985)
Bis:
27. Garganta (Antonio Villeroy, 1999)
28. É isso aí (The blower’s daughter) (Damien Rice, 2002, em versão em português de Ana Carolina, 2005)
29. Quem de nós dois (La mia storia tra le dita) (Gianluca Grignani e Massimo Luca, 1994, em versão em português de Ana Carolina e Dudu Falcão, 2001)
30. Elevador (Ana Carolina, 2003)
Ana Carolina toca violão no show em que canta o repertório de Cássia Eller sem esquecer a obra autoral
DJ Zé Pedro / Acervo pessoal

Fonte: G1 Entretenimento

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Escritora britânica Hilary Mantel morre aos 70 anos


Causa da morte não foi informada. A autora ficou conhecida pela trilogia histórica ‘Wolf Hall’. Hilary Mantel
Luke MacGregor/Arquivo/Reuters
Hilary Mantel, a escritora britânica conhecida por sua premiada trilogia histórica “Wolf Hall”, morreu na quinta-feira (22), aos 70 anos. A informação foi confirmada por sua editora no Twitter na sexta-feira (23). A causa da morte não foi revelada.
Mantel ganhou duas vezes o Man Booker Prize, um dos mais importantes do Reino Unido, por “Wolf Hall”, em 2009, e pela continuação “Tragam os corpos”, em 2012.
“Estamos com o coração partido com a morte de nossa amada autora, Dama Hilary Mantel, e nossos pensamentos estão com seus amigos e familiares, especialmente seu marido, Gerald. Esta é uma perda devastadora e só podemos agradecer que ela nos deixou com um corpo de trabalho tão magnífico”, diz o comunicado da editora 4th Estate Books.
A trilogia histórica aborda a vida de Thomas Cromwell, da ascensão surpreendente das ruas de Londres para a corte de Henrique 8º, como primeiro-ministro. O último livro da série, “O espelho e a luz”, foi publicado em março de 2020, e ganhou o Prêmio Walter Scott de Ficção Histórica, que Hilary também ganhou com “Wolf Hall”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Giovanna Antonelli volta como delegada Helô em ‘Travessia’, 10 anos após sucesso da personagem em ‘Salve Jorge’


‘Não somos mais as mesmas pessoas, mas a história que a Gloria resolveu contar é deles, então temos que resgatá-los também’, afirma atriz sobre volta em nova trama escrita por Glória Perez. Giovanna Antonelli: A delegada Helô de “Salve Jorge” retorna, após 10 anos, em “Travessia”
Globo/Raphael Dias / João Miguel Júnior
Dez anos após o sucesso dos personagens Helô e Stênio, de “Salve Jorge”, a delegada e o advogado estarão de volta. Desta vez, estarão na novela “Travessia”, que assim como “Salve Jorge”, é escrita por Glória Perez.
Na nova novela das 21h, que estreia em 10 de outubro, Glória dá continuidade na história da dupla, que começou a contar em 2012, e mostra como os dois estão após a passagem dos anos.
Giovanna Antonelli e Alexandre Nero, que interpretam Helô e Stênio, falaram sobre o retorno da dupla para a TV. Na nova fase, eles estão separados novamente. A dupla havia se casado pela segunda vez no capítulo final de “Salve Jorge”.
“Não somos mais as mesmas pessoas, mas a história que a Gloria resolveu contar é deles, então temos que resgatá-los também”, afirmou a atriz durante entrevista coletiva sobre a novela. “Helô ganha uma nova camada que é a investigação dos crimes digitais. Ela é uma mulher que me representa, em quem eu acredito, e tem inspiração em muitas delegadas do Brasil.”
Giovanna Antonelli e Alexandre Nero em ‘Salve Jorge’
Divulgação/Globo/João Cotta
Alexandre Nero também celebrou o retorno dos personagens. “A felicidade não funciona o tempo inteiro em novela, precisa de conflito. Por isso a escolha de trazer esses personagens em um outro momento foi muito inteligente. A semente é a mesma, tem a relação de gato e rato, humor e drama, afeto e carinho. Mas a passagem de tempo é inevitável”, diz o ator, deixando claro que a nova separação do casal não foi decisão de seu personagem.
“Stenio é um homem sagaz, um advogado competente e sedutor, que agora vai transitar por diferentes cenários. Ainda assim, esse homem tem um outro lado: não foi ele quem pediu o divórcio.”
“Ele era uma pessoa leve, mas agora tem a carga de dez anos a mais, chegam os dramas dos 45, 50 anos. Ele parece mais solitário.”
Investigação sobre deepfake
Helô será a delegada responsável por investigar a deepfake que transforma a maranhense Brisa (Lucy Alves), protagonista da novela, em uma suposta criminosa.
Helô ganhará uma nova dupla na delegacia: a investigadora Yone (Yohama Eshima). É ela quem vai ajudar a desvendar os segredos da “dark web” ao público.
“O tema é novo e assustador, principalmente para alguém como eu, que nunca teve contato com isso. Eu tenho falado com policiais que trabalham com esse tipo de crime (digital) e tenho visto a gravidade dos problemas que eles trazem. Minha personagem, junto com a Helô, traz um alerta para as famílias brasileiras. É importantíssimo falar sobre esse assunto”, explica Yohama.

Fonte: G1 Entretenimento

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Em ‘Os Anéis de Poder’, Ismael Cruz Córdova enfrentou racismo e aprendeu capoeira para dar vida a elfo negro


‘Sem ruptura não há mudança’, diz ator porto-riquenho de 35 anos em entrevista ao g1. Racistas não gostaram da escalação do primeiro negro e latino a interpretar um elfo da obra de Tolkien. Ismael Cruz Córdova fala sobre racismo e capoeira em ‘Os Anéis de Poder’
Aos 35 anos de idade, o ator porto-riquenho Ismael Cruz Córdova não está acostumado à fama e à atenção que resulta de estrelar uma série do tamanho da bilionária “Os Anéis de Poder”.
Como o primeiro negro e latino a interpretar um elfo em uma obra baseada em “O Senhor dos Anéis”, no entanto, ele já estava muito preparado para a reação racista quando seu rosto foi anunciado.
“A vida me preparou para isso. Porque não é a primeira vez que eu vivo qualquer tipo de preconceito ou racismo, que é o que essas pessoas fizeram”, diz Córdova em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima.
Quando a primeira foto do ator como o elfo silvestre Arondir, um personagem original da série, foi divulgada em fevereiro, críticas preconceituosas nas redes sociais diziam que era um absurdo uma pessoa negra interpretar alguém da raça de imortais.
‘Os Anéis de Poder’ estreia como aposta bilionária em criadores e elenco desconhecidos
Veja uma linha do tempo com principais acontecimentos do mundo de Tolkien
Conheça as diferentes raças da série e o grupo de mensagens que gerou discórdia
Ismael Cruz Córdova na primeira imagem como Arondir, de ‘Os Anéis de Poder’
Matt Grace/Prime Video
Comentários parecidos se dirigiam também às atrizes Sophia Nomvete, intérprete da anã Disa, e Cynthia Addai-Robinson, que dá vida à rainha Míriel. Muitos usavam os premiados filmes de Peter Jackson como exemplo.
Ironicamente, eles não levaram em consideração a opinião de alguém como Simon Tolkien. Neto do autor dos livros, J. R. R. Tolkien, certa vez ele falou em uma entrevista a uma rádio que seu avô sabia como ninguém como os elfos deveriam parecer “e com certeza não é com o Orlando Bloom”.
Simon, aliás, trabalhou como consultor da série do Prime Video, que lança seu quinto episódio nesta sexta-feira (23).
“Por mais que seja um grupo pequeno, ele é representativo de coisas que acontecem no mundo. Então, minimizá-lo é um desserviço. No entanto, dar poder a ele é um desserviço ainda maior”, afirma Córdova.
“Sem ruptura não há mudança. E acho que criamos algo bem no coração de Tolkien. E, tirando essas pessoas, há tanto amor, tanta abertura. Quando a série for lançada, todo mundo em todo tipo de cultura vai encontrar um lugar na Terra-média, ou muitos lugares. E é nisso que estamos focando.”
Nazanin Boniadi e Ismael Cruz Cordova em cena de ‘Os Anéis de Poder’
Divulgação/Prime Video
Paranauê, Arondir
O personagem do ator, inclusive, vive um romance interracial pouco aprovado na trama. Arondir é um soldado raso, afastado dos membros de realeza que apareceram nas duas trilogias de Jackson, mas mesmo assim uma possível relação com uma mulher humana não é bem vista por ambas as raças.
Mas talvez por causa dessa ligação que ele assume o papel de protetor dos povos da região sul da Terra-média, uma área onde um inimigo antigo parece estar prestes a voltar em breve.
Como o único elfo restante após ataques furtivos de orques, Arondir ainda vai estrelar muitas cenas de ação. Nelas, o público brasileiro mais atento pode reconhecer movimentos familiares.
“Ele é um elfo silvestre. Ele está entre as árvores e a natureza. E temos a capoeira angola que é mais baixa, perto do chão, e tem esse aspecto de movimento quase animal. Fez muito sentido para mim”, afirma ele, “100%” responsável pela ideia.
“Acima disso, eu queria trazer algo que fosse da diáspora africana, parte da nossa herança cultural, para esse novo personagem. Então, tudo funcionou muito.”
Ismael Cruz Córdova em cena de ‘Os Anéis de Poder’
Ben Rothstein/Prime Video
De ‘Vila Sésamo’ a Tolkien
“Os Anéis de Poder” é definitivamente o trabalho mais popular do ator, que cresceu em um pequeno povoado nas montanhas do território não incorporado dos EUA, mas que trabalha em Hollywood desde 2011.
Desde então, ele fez participações de alguns episódios em séries como “The Good Wife” e “Ray Donovan”, mas nada a ponto de receber muita atenção.
Tanto que a única menção ao ator no g1 antes de seu projeto atual foi como o “terceiro personagem de língua espanhola” de “Vila Sésamo”.
O ator porto-riquenho Ismael Cruz Córdova, que vai interpretar Mando, o terceiro personagem de língua espanhola de ‘Vila Sésamo’, posa ao lado de Rosita e Elmo, personagens do programa
Gil Vaknin/AP
Em “Os Anéis de Poder”, ele divide espaço com personagens clássicos de Tolkien, como Galadriel (Morfydd Clark) e Elrond (Robert Aramayo), mas seu Arondir é totalmente inédito – algo que Córdova apreciou.
“Eu tenho um personagem que parece que eu estou fazendo teatro. Porque eu cheguei com ideias e as pessoas falaram ‘ok, vamos tentar isso’. Eu cheguei com toda uma sugestão sobre seu movimento, por exemplo. Como ele se moveria, como lutaria”, diz ele.
“O quadro estava em branco, mas é, estamos guiando uma nova geração, então acho que todos tivemos um pouco de espaço nisso.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Cultura: o que dizem os planos de governo dos candidatos à Presidência


Recriação do Ministério da Cultura, fortalecimento de leis de incentivo e descentralização estão entre as propostas para o setor, um dos que mais sofreu com a pandemia. Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Lula e Simone Tebet
Reprodução/Reprodução/Estadão Conteúdo/Futura Press/Estadão
A cultura foi um dos setores mais afetados pela pandemia de Covid-19: um estudo divulgado pelo IBGE em dezembro de 2021 mostrou que em 2020 o número de trabalhadores na área caiu 11,2%, uma queda maior do que a da economia geral, que reduziu 8,7%. Foram mais de 600 mil vagas perdidas na área. Além disso, de acordo com a pesquisa, os investimentos federais em cultura foram os menores em 12 anos.
Neste cenário, o g1 destacou o que os planos de governo dos quatro candidatos à Presidência mais bem colocados nas pesquisas propõem para o setor.
Entre as promessas estão a recriação do Ministério da Cultura – extinto em 2019 pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, e substituído pela Secretaria Nacional de Cultura, hoje subordinada à pasta do Ministério do Turismo –, o fortalecimento de leis de incentivo, como a Rouanet e a Aldir Blanc, e a implantação e consolidação do Sistema Nacional de Cultura, programa de gestão e orientação de políticas públicas para o setor.
Confira a seguir detalhes de cada proposta. A ordem é a mesma em que os candidatos aparecem na última pesquisa de intenção de votos.
Lula (PT)
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à presidência pelo PT, discursa nesta sexta-feira (29) em convenção nacional do PSB.
Reprodução/Redes Sociais
O programa de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, coloca a cultura como estratégia para o processo da “reconstrução democrática do país e retomada do desenvolvimento sustentável”. Para isso, o candidato defende o fortalecimento das instituições culturais e a recomposição do financiamento e do investimento em políticas culturais.
A proposta fala em criar condições para qualificação, ampliação e criação de políticas públicas para a cultura;
Defende a implantação do Sistema Nacional de Cultura e adotar a política de descentralização dos recursos;
Potencializar processos criativos e fortalecer a memória e diversidade cultural, ao valorizar a arte e a cultura popular e periférica;
Garantir a liberdade artística.
O plano não explica quais projetos vão ser criados para atingir essas metas.
Saiba mais sobre o plano de governo de Lula
Jair Bolsonaro (PL)
O presidente Jair Bolsonaro em imagem de 7 de julho, no Palácio do Planalto
Adriano Machado/Reuters
No plano de governo do presidente Jair Bolsonaro, a proposta é “ampliar e fortalecer a política nacional de cultura nacional.” De acordo com o projeto apresentado, a perspectiva do presidente é de que os investimentos no setor cheguem a R$ 30 bilhões:
Perspectiva de triplicar o investimento na proteção dos patrimônios culturais do Brasil. O programa, no entanto, não explica como essa verba seria triplicada;
O projeto indica o fortalecimento dos valores culturais e da gestão de políticas públicas para a cultura, seguindo as metas do Plano Nacional de Cultura (PNC), instituído em 2010 e que foi prorrogado pelo presidente Bolsonaro até 2024;
Estabelecer redes institucionais com a União, os estados e municípios e articulações com empresas do setor privado e organizações da sociedade civil;
Priorizar e consolidar o Sistema Nacional de Cultura, parte do PNC, que orienta e promove o desenvolvimento de políticas públicas para a cultura.
Saiba mais sobre o plano de governo de Jair Bolsonaro
Ciro Gomes (PDT)
Candidato a Presidência da República pelo PDT Ciro Gomes, participou no final da tarde desta quinta-feira (04) da Convenção Estadual do Partido no Palácio do Trabalhador, no bairro da Liberdade, centro da cidade de São Paulo.
SUAMY BEYDOUN/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Em seu programa, o candidato PDT, Ciro Gomes, defende a reafirmação da identidade nacional por meio da cultura. De acordo com seu programa, o investimento será na democratização do acesso à cultura e sua expansão. Entre as suas propostas estão:
Recriação do Ministério da Cultura;
Regulamentação dos serviços de streaming como forma de garantir o investimento em produções locais e a visibilidade destes conteúdos nas plataformas;
Criação da Internet do Povo, programa que vai financiar ​​a compra de smartphones em 36 vezes sem juros para os mais vulneráveis. Não há informação no programa sobre como se daria o financiamento do projeto;
A promessa é de que este projeto também ofereça cursos gratuitos de capacitação em informática e formação em games;
Criação de espaços de fomento, desenvolvimento e interação, além de incentivos a manifestações culturais que promovam inclusão social e culturas periféricas de rua, como dança, slams e grafite.
A Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, é citada em outra parte do programa, ao mostrar projetos para populações discriminadas. No programa, Ciro diz que vai destinar parte determinada do fomento para a população negra, como medida para ajudar a eliminar a discriminação e garantir direitos de todos.
Saiba mais sobre o plano de governo de Ciro Gomes
Simone Tebet (MDB)
O MDB formalizou a candidatura de Simone Tebet à Presidência
Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Simone Tebet, do MDB, diz em seu plano de governo que a cultura deve ser tratada com atenção e por isso deve voltar a ser um ministério, para que seja possível articular estratégias de desenvolvimento e fortalecimento da economia criativa. Na lista de compromissos assumidos no plano de governo estão:
Recriação do Ministério da Cultura;
Fortalecimento de leis de incentivo à Cultura, como a Lei Rouanet, Lei Aldir Blanc e Lei do Audiovisual;
Expansão de espaços públicos como as bibliotecas, com foco na inclusão digital;
Criação de programas de inclusão digital ao redor de bibliotecas e escolas;
Assegurar que pessoas com deficiência possam ter acesso a bens culturais em formatos acessíveis;
Com a coordenação do Ministério da Cultura, vai apoiar e promover o turismo com o objetivo de atrair visitantes e eventos para o país, em especial, aumentar o número de visitas aos museus e parques.
Saiba mais sobre o plano de governo de Simone Tebet
Veja também os planos de governo dos outros candidatos à Presidência, em ordem alfabética:
Constituinte Eymael (DC)
Felipe D’Avila (Novo)
Léo Péricles (UP)
Pablo Marçal (Pros)
Roberto Jefferson (PTB)
Sofia Manzano (PCB)
Soraya Thronicke (União Brasil)
Vera (PSTU)

Fonte: G1 Entretenimento

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Luan Santana divide ‘Troféu de infidelidade’ com Matogrosso & Mathias


Single é amostra do álbum ‘Zona rural 2’, gravado pela dupla sertaneja em maio com participações de Tierry e de Jorge & Mateus. ♪ Em dezembro de 2019, quando reuniu familiares e amigos para cantoria gravada e lançada em disco, Luan Santana incluiu no repertório afetivo a música Memória (Cida Moraes, Fátima Leão e Matogrosso, 1988), sucesso de Matogrosso & Mathias, dupla sertaneja de origem paulista que entrou em cena nos anos 1970, tendo gravado o primeiro disco em 1976.
Por isso mesmo, soa natural o fato de o cantor dividir com Matogrosso & Mathias a gravação da música Troféu de infidelidade, em registro audiovisual de show da dupla. A composição Troféu de infidelidade é de autoria de Cristhyan Ribeiro e Philipe Pancadinha.
Atualmente na terceira formação, com João Batista Bernardo (o Matogrosso original) e Rafael Belchior (desde 2009 no posto de Mathias, ocupado originalmente por Anísio Roberto de Carvalho e por Rafael Belchior a partir de 2006), a dupla Matogrosso & Mathias lança amanhã, 23 de setembro, o single Troféu de infidelidade como amostra do ainda inédito álbum Zona rural 2, gravado ao vivo em 24 de maio de 2022 em show apresentado no município paulista de Sertãozinho (SP).
Além de Luan Santana, a dupla Matogrosso & Mathias recebeu no palco, como convidados da gravação ao vivo, o cantor Tierry e as duplas Jorge & Mateus e Fernando & Sorocaba. A produção musical do álbum Zona rural 2 é assinada por Marco Gatto.
Capa do single ‘Troféu de infidelidade’, de Matogrosso & Mathias com participação de Luan Santana
Flaney Gonzallez

Fonte: G1 Entretenimento