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Pianista Antonio Guerra forma trio com Cassius Theperson e Guto Wirtti no álbum instrumental ‘Rabo de arraia’


Cassius Theperson (à esquerda), Antonio Guerra e Guto Wirtti formam o trio do álbum instrumental ‘Rabo de arraia’
Divulgação
♪ Rabo de arraia é o nome dado a golpe de capoeira em que o capoeirista inverte o eixo ao esticar a perna para atingir o coração do outro jogador. Por analogia, Rabo de arraia é o nome escolhido pelo pianista Antonio Guerra para batizar o primeiro álbum do trio que formou com o baterista Cassius Theperson e o baixista Guto Wirtti.
“Buscamos olhar o mundo sob outro eixo, como na capoeira, onde o cruzamento entre linguagens e estilos musicais se dá com uma liberdade de criança, através da intuição e da sonoridade do piano, baixo e bateria. Rabo de arraia apresenta um Brasil, terra de múltiplas raízes, expressado na tradição, na diversidade dos ritmos populares e, como inovação, com referências do jazz, do soul, da música clássica e até do oriente, para olharmos novamente para dentro”, teoriza o pianista ao conceituar o álbum do Antonio Guerra Trio.
Na prática, o ouvinte vai escutar dez temas instrumentais de autoria de Guerra – Cadente, Indonésia, Brigas de amor, Baile de Yuresko, Lágrimas de ouro, Rabo de arraia, Olinda, Sorte grande, Arara azul e Angela Pralini (já lançado em single) – tocados com a liberdade do improviso jazzístico.
Os temas serão apresentados paulatinamente nos aplicativos de música enquanto o álbum Rabo de arraia estará disponível para compra no site oficial de Antonio Guerra.
Capa do álbum ‘Rabo de arraia’, de Antonio Guerra Trio
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Violência, abuso e canibalismo: As acusações e os bastidores da ruína de galã que encantou Hollywood

Armie Hammer, protagonista de ‘Me chame pelo seu nome’ (2017), foi de promessa do cinema a nome proibido em filmes. Semana Pop conta como ele perdeu tudo na carreira; assista. Semana Pop explica acusações e os bastidores da ruína de Armie Hammer
Como um ator que foi a grande promessa do cinema conseguiu, em poucos anos, ter o nome proibido nos filmes? A história de Armie Hammer, que protagonizou o drama vencedor do Oscar “Me chame pelo seu nome” (2017), envolve sexo, violência, acusações de abuso e até de canibalismo. E o pano de fundo desse escândalo, que acaba de ser revelado, é igualmente obscuro. O Semana Pop deste sábado (24) conta como Hammer perdeu tudo em Hollywood.
Veja todas as edições do programa
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Marcinho, voz do funk melody, lança single com Lourena e prepara gravação ao vivo de show para 2023


MC Marcinho lança o single ‘Quero te levar’ com Lourena enquanto arquiteta registro audiovisual de show para celebrar 30 anos de carreira
Divulgação
♪ O lançamento do inédito single Quero te levar, gravado por MC Marcinho com Lourena, puxa o fio de história de música e superação que já contabiliza três décadas. Em 1995, ano em que o funk melody já extrapolava o circuito dos bailes e entrava em rotação nos programas de TV no embalo do sucesso de Latino com a gravação de Me leva (1994), as portas começaram a se abrir para Marcio André Nepomuceno Garcia.
Cantor e compositor fluminense nascido em Duque de Caxias (RJ), MC Marcinho – nome adotado pelo artista quando, ainda adolescente, começou a cantar entre 1993 e 1994 – teve abertas as portas dos bailes e da fama com a inclusão do Rap do solitário nas coletâneas Furacão 2000 e Rap Brasil 3, ambas produzidas e lançadas naquele ano de 1995.
Na sequência, o artista lançou dois álbuns – Porque te amo (1997) e Sempre solitário (1998), sendo o primeiro gravado e assinado com a cantora Cacau e o segundo produzido pelo DJ Marlboro – que o consolidaram como uma das principais vozes da vertente mais romântica do funk, em reinado dividido com a dupla Claudinho & Buchecha.
Sucessos autorais como Princesa – música de 1997 que entrou no álbum Sempre solitário (1998) e que seria regravada com repercussão por Alice Caymmi no álbum Rainha dos raios (2014) – e Glamurosa (1998) contribuíram para manter MC Marcinho sob os holofotes.
Contudo, série de graves problemas de saúde e a perda de espaço do funk melody nos bailes e no mercado fonográfico a partir dos anos 2000 atrapalharam a trajetória do artista. Ainda assim, MC Marcinho tem continuado em cena, lançando singles e eventuais álbuns.
Em rotação desde ontem, 23 de setembro, com produção musical de CMK, o single Quero te levar já é o terceiro do artista neste ano de 2022. Já foram editados Desce travando e Salve favela (gravado com Babu Santana).
Outros singles virão na sequência e, para o primeiro semestre de 2023, MC Marcinho prepara registro audiovisual de show com convidados para celebrar os 30 anos de trajetória artística acidentada por circunstâncias da vida, mas vitoriosa.
Capa do single ‘Quero te levar’, de MC Marcinho com Lourena
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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A arte feita por robôs vai substituir a dos humanos? g1 explica

Nos EUA, homem ganhou concurso de arte com desenho feito por inteligência artificial. Vídeo explica por que algoritmos estão preocupando o meio artístico e como eles já estão presentes na cultura que consumimos; assista Hoje não é preciso saber desenhar para criar qualquer imagem que venha à cabeça. Existem ferramentas digitais que “desenham” por inteligência artificial, a partir de uma descrição rápida em texto. Nos Estados Unidos, um homem chegou a ganhar um concurso de arte com uma pintura digital feita desse jeito. É justo isso? Muita gente diz que não.
No vídeo abaixo, o g1 explica por que algoritmos estão preocupando profissionais do meio artístico e como a inteligência artificial já está presente, não só nos desenhos, mas também em músicas e filmes que consumimos.
A arte feita por robôs vai substituir a dos humanos?
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Fonte: G1 Entretenimento

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Morre atriz Louise Fletcher, ganhadora de um Oscar

Louise Fletcher, a atriz americana que ganhou um Oscar em 1976 por seu papel como a enfermeira Ratched em “Um Estranho no Ninho”, faleceu no sul da França – informou a imprensa americana na sexta-feira (23).
A atriz, de 88 anos, morreu em sua casa e deixa dois filhos, detalharam a Variety e o Deadline, citando seus representantes.
Embora fosse mais conhecida por sua interpretação da malvada enfermeira, Fletcher teve uma carreira de atriz que durou mais de seis décadas, com inúmeras aparições em programas de televisão.
Teve um papel na série de televisão “Star Trek: Deep Space Nine” e ganhou indicações ao Emmy por suas atuações em “Picket Fences” e “Joan of Arcadia” em 1996 e 2004, respectivamente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Triz mantém elevação mental no repertório autoral de álbum que inclui Criolo


Triz lança o primeiro álbum com dez músicas autorais e a participação de Criolo na faixa ’23 graus’
Flora Negri / Divulgação
♪ Como já sinaliza o desenho feito por Beatriz Castanho para a capa do primeiro álbum de Triz, o artista – cantor e compositor paulistano de 23 anos que se apresenta como rapper não-binário – acredita na força da flor vencendo o canhão.
Nascido e criado em Pedreira, bairro da periferia da cidade de São Paulo (SP), Triz Rutzats apresenta dez músicas autorais nesse primeiro álbum, lançado ontem, 23 de setembro, via Ori Records.
O álbum Triz chega ao mundo cinco anos após o artista ter ganhado projeção com o clipe da música Elevação mental (2017), composição em que Triz versa sobre pautas do universo LGBTQIAP+.
Musicalmente, o universo rítmico do disco gravita em torno de gêneros como rap, trap, funk e dancehall. O rapper Criolo é parceiro e convidado de Triz em 23 graus.
Capa do álbum ‘Triz’, do artista paulistano Triz
Desenho de Beatriz Castanho com design de Ricardo Fernandes
A produção musical do álbum Triz foi orquestrada por Caê Rolfsen e Pedro Santiago, sendo que a faixa Melhor style foi formatada com a colaboração de Iuri Rio Branco.
Chá de Sampa, Sem limite, Sigo só, Só pancadão e Tamo vivão são músicas que mantêm a elevação mental de Triz na composição do disco, cujo repertório traz registro inédito de Fundão da Sul (2021), canção composta e gravada originalmente para a trilha sonora do filme A jaula (2021), do cineasta João Wainer.
O álbum Triz foi gravado no estúdio da gravadora Ori Records, na cidade de São Paulo (SP), com banda formada pelos músicos Bruno Prado (percussão), Décio 7 (bateria) e Paulo Kishimoto (teclados e synths), além dos produtores musicais Caê Rolfsen (programações, synths e guitarras) e Pedro Santiago (baixo e synth).

Fonte: G1 Entretenimento

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Dazaranha quer ir além das fronteiras do sul com o álbum dos 30 anos da banda catarinense de reggae e rock


Banda Dazaranha estreia na gravadora Midas Music com álbum gravado com participação de Vitor Kley em ‘Deixa acontecer’
Toia de Oliveira / Divulgação
♪ Cunhada por Humberto Gessinger em música e título do primeiro álbum da banda gaúcha Engenheiros do Hawaii para situar artistas do sul do Brasil que residem distantes do eixo Rio-São Paulo, polo ditador de tendências culturais, a expressão longe demais das capitais se afina com a trajetória da Dazaranha.
Formada em agosto de 1992, em Florianópolis (SP), a banda catarinense de reggae e pop rock completa 30 anos de vida em 2022 sem ter ficado conhecida além das fronteiras do sul do país.
Com o lançamento do álbum Dazaranha 30 anos, agendado para 29 de setembro, Moriel Costa (voz e guitarra), Chico Martins (voz e guitarra), Fernando Sulzbacher (violino), Adauto Charnesky (baixo), Gerry Costa (percussão), JC Basañez (bateria) e Dinho Stormowski (guitarra) alimentam a esperança de mudar esse status quo.
É que a banda assinou contrato com a Midas Music, gravadora paulistana do produtor musical Rick Bonadio, agente do sucesso do cantor gaúcho Vitor Kley, para citar somente um exemplo. Kley, a propósito, participa do álbum Dazaranha 30 anos, se juntando ao grupo na gravação da música Deixa acontecer (Chico Martins, Moriel Costa, Rodrigo Koala e Jéf).
Gravado no estúdio Midas Music com produção musical de Rodrigo Castanho e Júnior Lanne, sob direção artística de Fernando Prado e do próprio Bonadio, o álbum Dazaranha 30 anos alinha dez músicas da lavra dos integrantes da banda cujo nome alude à comunidade do Canto das Aranhas, situada na Praia do Moçambique, em Florianópolis (SC).
Capa do álbum ‘Dazaranha 30 anos’, da banda Dazaranha
Divulgação
♪ Eis, na ordem do disco, as dez músicas que compõem o repertório autoral do álbum Dazaranha 30 anos :
1. Vai saber (Chico Martins e Rodrigo Koala)
2. Saiu da vida torta (Chico Martins)
3. Curandeiro (Moriel Costa)
4. Deixa acontecer (Chico Martins, Moriel Costa, Rodrigo Koala e Jéf) – com Vitor Kley
5. Navegador (Mariel Costa)
6. Flutuar (Chico Martins e Moriel Costa)
7. Insônia (Moriel Costa)
8. Viver e seguir (Chico Martins)
9. Rede fantasma (Moriel Costa e Guy Marcovaldi)
10. Como o céu e o mar (Chico Martins)

Fonte: G1 Entretenimento

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Justiça aceita denúncia contra ator José Dumont, preso por armazenar pornografia infantil


Ator foi preso em flagrante no último dia 15. Ele também é investigado por abusos contra um menino de 12 anos. Ator José Dumont deve passar por audiência de custódia nesta sexta (16)
A juíza Gisele Guida de Faria, da 1ª Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente (Veca), aceitou nesta sexta-feira (23) a denúncia do Ministério Público (MP) contra o ator José Dumont – preso em flagrante por adquirir, possuir e armazenar em seu computador e em seu telefone celular, fotografias e vídeos contendo cenas de pornografia envolvendo crianças e adolescentes de diversas idades.
Dumont foi preso em flagrante no último dia 15, e teve a prisão convertida em preventiva após passar por audiência de custódia.
O ator está sendo investigado também por supostamente ter cometido abusos contra um menino de 12 anos.
Na sexta (16), a Justiça do Rio converteu em preventiva a prisão do ator. Em sua decisão, o juiz Antonio Luiz Da Fonsêca Lucchese determinou ainda:
a expedição de mandado de prisão contra o acusado;
a revogação da fiança arbitrada pela autoridade policial;
a realização de atendimento médico para verificação da saúde do ator;
a decretação do sigilo do caso.
A denúncia partiu de vizinhos. Segundo a investigação, câmeras de segurança do condomínio onde ele mora flagraram o ator cometendo abusos contra um adolescente de 12 anos, como beijos e carícias.
A polícia informou que ele se aproximou do menino há um ano, ao oferecer ajuda financeira e presentes.
Ao cumprir o mandado de busca e apreensão na casa do ator, os policiais encontraram vídeos e fotos contendo pornografia infantil no celular pessoal e no computador. A Justiça também tinha autorizado a quebra de sigilo de dados.
José Dumont foi preso em flagrante. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, armazenar imagens de sexo envolvendo crianças é crime.
O ator foi levado para Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav).
A defesa de José Dumont não se pronunciou.
Violência e abuso sexual infantil: veja os sinais e saiba como proteger as crianças
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Carreira de sucesso
Nascido em Bananeiras, na Paraíba, em agosto de 1950, José Dumont começou a carreira no teatro e participou de mais de 40 filmes, como “O Homem que Virou Suco”, “A Hora da Estrela” e “Dois Filhos de Francisco”.
Foi premiado como o melhor ator em vários festivais, como o de Gramado, em 1981.
José Dumont em ‘Morte e Vida Severina’
Acervo Grupo Globo
Na Globo, estreou na década de 1970, em programas como “Caso Verdade” e o seriado “Carga Pesada”. Protagonizou o especial “Morte e Vida Severina”, que ganhou o Emmy Internacional.
Na emissora, fez mais de 15 novelas e séries. Atualmente, gravava participação em uma produção do Globoplay.
José Dumont trabalhou na extinta TV Manchete.
Na Record, onde ficou quase por uma década, participou de séries, como “Milagres de Jesus”, e novelas, como “Caminhos do Coração” e “Mutantes”.
Afastado de novela
A Globo divulgou a seguinte nota: “O ator José Dumont estava contratado como obra certa especificamente para a novela “Todas as Flores”, a ser exibida no Globoplay. Diante dos fatos noticiados, a Globo tomou a decisão de retirá-lo da novela. A suspeição de pedofilia é grave. Nenhum comportamento abusivo e criminoso é tolerado pela empresa, ainda que ocorra na vida pessoal dos contratados e de terceiros que com ela tenham qualquer relação”.
Violência e abuso sexual infantil: saiba como denunciar
Ator José Dumont é preso por armazenar imagens de pornografia infantil
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Fonte: G1 Entretenimento

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Barões da Pisadinha fazem ‘Coração vagabundo’ bater no terceiro EP do álbum ‘Resenha preferida’


Os Barões da Pisadinha apresentam mais três músicas do álbum gravado ao vivo em abril
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♪ Carro-chefe de Domingo (1967), álbum lançado há 55 anos por Caetano Veloso com Gal Costa, a canção Coração vagabundo ganha música homônima. Coração vagabundo também é o nome da composição de autoria de Anderson Valente, Luan Andrade, Romim Mata e Xuxinha que integra o repertório do EP 3 do atual álbum da dupla Os Barões da Pisadinha, Resenha preferida, gravado ao vivo em abril com produção musical de Felipe Barão.
Posto em rotação na noite de ontem, 22 de setembro, o EP – a rigor, um single triplo – também apresenta as músicas Tik tok (Gabriel BK, Hiago Nobre, Jack Pallas e Lucas Macena) e Se não for tua boquinha (Romim Mata, Thallyson Lima, Tinho WT e Walber Cassio), com foco nesta última faixa.
Com a edição do terceiro EP, Felipe Barão e Rodrigo Barão apresentam nove das 12 faixas do álbum Resenha preferida.
Entre as músicas já lançadas nos dois EPs anteriores, há Me tira do piseiro (Lucas Pavani, Breno Lima, Patrick Ferreira, Gabriel BK e Filipe Pinheiro, 2022), Love terremoto (Gabriel BK, Breno Lima, Daniel dos Versos, Filipe Pinheiro e Patrick Ferreira, 2022), Ex-quecido (Breno Lima, Felipe Pimenta, Junyor Silva, Patrick Ferreira e Victor Rodrigues, 2022) e Sentada sigilosa (Thallyson Lima, Tinho WT e Walber Cassio, 2022).
Capa de ‘Resenha preferida – EP 3’, da dupla Os Barões da Pisadinha
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Sá inclui sambas inéditos de Nego Alvaro e Wanderley Monteiro na gravação de show no Rio


Roberta Sá posa no Circo Voador, onde faz o registro audiovisual do show ‘SambaSá’ na noite de sábado, 24 de setembro
Miriam Roia / Divulgação
♪ Quando subir ao palco do Circo Voador por volta das 23h30m de sábado, 24 de setembro, Roberta Sá começará a apresentar um roteiro de músicas mais ou menos conhecidas na gravação audiovisual do show SambaSá no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde a atração nasceu em dezembro de 2021, inicialmente no formato de roda de samba.
Contudo, entre tantos sucessos, haverá dois sambas inéditos em disco, Antes tarde e Sem avisar. Antes tarde é samba de autoria de Nego Alvaro e Marcos Maia apresentado em julho de 2021 por Alvaro, com o título de Antes tarde do que nunca, em vídeo postado em rede social. Sem avisar é samba da lavra de Wanderley Monteiro, compositor revelado nos anos 1990.
♪ Eis o roteiro da gravação ao vivo do show SambaSá, tal como divulgado nas redes sociais de Roberta Sá:
1. A roda
2. Alguém me avisou (Ivone Lara, 1980)
3. Alô fevereiro (Sidney Miller,1971)
4. Água da minha sede (Dudu Nobre e Roque Ferreira, 2000)
5. Luz da minha vida (Toninho Geraes e Chico Alves, 2020)
6. Ah, se eu vou (Lula Queiroga, 2001)
7. Interessa? (Carvalhinho, 1951)
8. Sem avisar (Wanderley Monteiro, 2022)
9. Amanhã é sábado (Martinho da Vila, 2015)
10. Samba de um minuto (Rodrigo Maranhão, 2004)
11. Me erra (Adriana Calcanhotto, 2015)
12. Nos braços da batucada (Arlindo Cruz, Junior Dom e Babi, 2005) – com Áurea Martins
13. Maneiras (Silvio da Silva, 1987)
14. Nossos planos (Fred Camacho, Carlos Caetano e Leandro Fab, 2022)
15. Não tá nem aí (Moisés Santiago, Carlos Caetano e Flavinho Silva, 2003)
16. No mesmo manto (Beto Correia e Lúcio Curvello, 1991)
17. Antes tarde (Nego Alvaro e Marcos Maia, 2021)
18. Colabora (Serginho Meriti, 2011)
19. Chega (Rafael dos Santos e Leandro Fregonesi, 2011)
20. Trilha do amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2012)
21. Fala baixinho (Aurélio Goncalves Nunes, Claudemir da Silva e Edinei Moreira da Silva, 2012)
22. Domingo (Alexandre Pires e Fernando Pires, 1993)
23. Samba de Arerê (Xande de Pilares, Arlindo Cruz e Mauro Júnior, 1999)
24. Sorriso aberto (Guaracy Sant’anna, o Guará, 1988)

Fonte: G1 Entretenimento