Categorias
ENTRETERIMENTO

Antônio Carlos & Jocafi reciclam lados B dos anos 1970 em EP com batida afro funk


Disco gravado pela dupla com orquestra carioca sai dois meses antes do álbum feito pelos artistas baianos com Russo Passapusso e previsto para novembro. Capa do EP ‘Afro Funk Brasil’, de Antônio Carlos & Jocafi com Orquestra Violões do Forte de Copacabana
Arte de Filipe Cartaxo
Resenha de EP
Titulo: Afro Funk Brasil
Artistas: Antônio Carlos & Jocafi com Orquestra Violões do Forte de Copacabana
Edição: Altafonte
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Enquanto aguardam o lançamento em novembro do álbum Alto da Maravilha, gravado com Russo Passapusso e com músicas inéditas, Antônio Carlos & Jocafi reciclam lados B da discografia da dupla na década de 1970 em EP assinado com a Orquestra Violões do Forte de Copacabana.
Também editado em vinil, com capa que expõe arte de Filipe Cartaxo (criador da identidade visual da BaianaSystem), o EP Afro Funk Brasil aporta nos aplicativos de música na sexta-feira, 23 de setembro, com abordagens de seis composições de autoria desses artistas baianos que, reunidos em dupla, ganharam projeção nacional nos anos 1970.
Como o título Afro Funk Brasil já sinaliza, Antônio Carlos & Jocafi reapresentam as seis músicas em gravações que combinam a batida vintage do funk da década de 1970 – nítida em Kabaluerê (1971), faixa que abre o disco – com afrobeats, especialmente pulsantes em Chamego de Iná (1971), música até então esquecida no lado B de single editado com o sucesso Desacato (1971) no lado A.
Como o samba sempre sobressaiu no cancioneiro de Antônio Carlos & Jocafi, o EP pode soar inusitado. Só que, a rigor, o suingue afro-brasileiro sempre esteve entranhado em boa parte do repertório da dupla, muito influenciada pelo som do Candomblé.
Lançado em outubro do ano passado, como primeira amostra do EP, o single Simbarerê turbinou música que já tinha sido (muito) bem gravada pela dupla em álbum de 1972.
Gravado com produção musical e arranjos de Luiz Potter, o EP injeta pressão no som de Antônio Carlos & Jocafi, evocando o balanço dos bailes blacks, como mostra a abordagem de Glorioso Santo Antônio (1973), iniciada com coro sacro que dá pista falsa do tom do registro.
Quem vem lá (1971) parte do toque da capoeira para combinar o suingue afro-funk com a batida do rock, evocada pela guitarra de Luiz Potter.
Para dar forma às seis músicas, instrumentistas como Boka Reis (percussão), Marcelo De Lamare (teclados e beat) e Wesley Lucas (bateria) se juntaram à orquestra carioca que, diferentemente do que faz supor o nome, é calcada nos sopros e na percussão.
Única música inédita dentre as seis composições do EP, Ogun Ni Lê foi gravada pela dupla com a adesão de Russo Passapusso, a quem coube batizar o disco de Afro Funk Brasil.
Ogun Ni Lê desloca o disco mais explicitamente para a Bahia preta, terra natal de Antônio Carlos & Jocafi, com a força do baticum afro-baiano, uma das matérias-primas de cancioneiro que vem se renovando a partir da recente parceria dos artistas com Passapusso, admirador da dupla.
Que venha, pois, o álbum Alto da Maravilha !
Antônio Carlos & Jocafi apresentam a música inédita ‘Ogun Ni Lê’, gravada com Russo Passapusso, no EP ‘Afro Funk Brasil’
William Thompson / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Juliette Binoche é homenageada no Festival de San Sebastián por suas quase quatro décadas de carreira


Atriz francesa se junta à lista de premiados com o Donostia, que inclui Gregory Peck, Bette Davis, Lauren Bacall, e compatriotas suas, como Catherine Deneuve, Isabelle Huppert e Marion Cotillard. Atriz Juliette Binoche recebe Prêmio Donostia honorário durante 70ª edição do Festival de San Sebastián
AP Photo/Alvaro Barrientos
Juliette Binoche, atriz multifacetada que transitou entre o cinema em francês e inglês, foi homenageada neste domingo (18) no Festival de San Sebastián com o Prêmio Donostia honorário por suas quase quatro décadas de carreira.
O prêmio ao conjunto da obra cinematográfica da atriz francesa, que começou em 1983 com “Liberty Belle” (Pascal Kané), foi entregue em uma noite de gala no Kursaal, o centro de convenções da cidade basca, no norte da Espanha.
“Muito obrigada ao festival, que acolhe filmes de que gosto e diretores que aprecio; e é que aqui nos sentimos em casa”, disse Binoche ao receber o troféu das mãos da diretora espanhola Isabel Coixet, que a dirigiu em “Ninguém quer a Noite” (2015).
Ganhadora de um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho em “O Paciente Inglês” (1996), de Anthony Minghella, além de prêmios nos festivais de Cannes, Berlim e Veneza, Binoche interpretou cerca de 75 personagens na telona.
“Nunca julgo um papel, mas o aprecio em suas contradições, em suas sombras, no que finalmente o faz humano”, disse Binoche mais cedo em coletiva de imprensa sobre sua filosofia de trabalho.
A atriz de 58 anos, que colaborou com um grande número de diretores, como Jean-Luc Godard, Krzysztof Kieslowski, Lasse Hallström e Michael Haneke, disse ter “muita sorte” de continuar conseguindo papéis interessantes.
Mas afirmou que, no passado, precisou dizer não a papéis em que era “‘a mulher de’ ou era coisificada”, um problema que as mulheres sofrem em um certo cinema impregnado de “códigos machistas”, destacou.
Em San Sebastián, Binoche atua no filme “Fuego” (Avec amour et acharnement), de Claire Denis, apresentado fora da mostra competitiva, no qual encarna uma mulher que se debate entre o amor de dois homens, interpretados por Vincent Lindon e Grégoire Colin.
Binoche se somou à lista de premiados com o Donostia, que inclui Gregory Peck, Bette Davis, Lauren Bacall, e compatriotas suas, como Catherine Deneuve, Isabelle Huppert e Marion Cotillard, no ano passado.
O outro Prêmio Donostia desta 70ª edição do Festival de San Sebastián será entregue na quarta-feira ao diretor canadense David Cronenberg.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Sandy ascende com pianista Amaro Freitas e cai no suingue com Ludmilla no fecho do EP ‘Nós, Voz, Eles 2’


Capa do single ‘Amor não testado’, de Sandy + Amaro Freitas
Divulgação
Resenha de single
Título: Amor não testado
Artistas: Sandy + Amaro Freitas
Composição: Lucas Lima e Sandy
EP: Nós, Voz, Eles 2
Edição: Letra S Promoções Artísticas / Universal Music
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Talvez instigada pelo fato de que iria gravar com o excepcional pianista Amaro Freitas, uma das maiores revelações do jazz brasileiro dos últimos tempos, Sandy compôs com Lucas Lima uma das canções mais refinadas da obra autoral da cantora e compositora paulista.
Amor não testado é uma das duas músicas inéditas que completam o EP Nós, Voz, Eles 2, sequência do álbum gregário lançado por Sandy em 2018. Tanto a melodia como a letra – escrita com versos inesperados sobre “um amor que poderia ter sido e não foi” – pairam acima da média dos compositores.
Sandy gravou Amor não testado somente com o toque preciso do piano de Amaro Freitas, músico pernambucano habituado a mixar o jazz com os ritmos da terra natal. É dueto sem uma segunda voz.
A gravação de Amor não testado se sustenta no diálogo do piano de Amaro com a voz de Sandy. É esse diálogo atento que gera o dueto. Amaro trata a balada com a sofisticação de peça erudita com um toque de piano ora delicado, ora mais denso, sempre afinado com a emoção real de canção feita fora da fôrma rígida do pop, ainda que haja refrão.
Orquestrada com a produção musical de Lucas Lima, a gravação de Amor não testado reitera o alcance da voz de Sandy. Voz suave que, quando lhe é exigida, alcança as notas altas, como na escala ascendente do verso “abreviado em mim”.
Single lançado juntamente com Voltar pra mim, single de Sandy com Ludmilla (leia resenha abaixo), Amor não testado é o ponto mais alto atingido pela artista nos encontros do EP Nós, Voz, Eles 2.
Capa do single ‘Voltar pra mim’, de Sandy + Ludmilla
Divulgação
Resenha de single
Título: Voltar pra mim
Artistas: Sandy + Ludmilla
Composição: Barbara Dias, Bibi, Guto Oliveira, Lucas Lima, Mike Tulio e Sandy
EP: Nós, Voz, Eles 2
Edição: Letra S Promoções Artísticas / Universal Music
Cotação: ★ ★ ★
♪ Diferentemente do encontro de Sandy com o pianista Amaro Freitas na gravação de Amor não testado, pautado por emoção real que sobressai entre as seis faixas do EP Nós, Voz, Eles 2, o dueto da cantora com Ludmilla resulta mais calculado e procura seguir uma fórmula pop.
A própria composição, Voltar pra mim, foi criada em um camp, sendo assinada por Sandy e Lucas Lima com outros quatro compositores (Barbara Dias, Bibi, Guto Oliveira e Mike Tulio).
Cantora e compositora associada primordialmente ao funk e ao pagode, a estrela fluminense Ludmilla entra no universo light de Sandy em gravação que cai no suingue com suavidade, harmonizando as vozes das artistas.
Sem soar especialmente marcante, Voltar pra mim é música que flui bem com o arranjo executado pelos músicos Bruno Brito (trompete e flugelhorn), Bruno Piapara (baixo e guitarra), Felipe Coelho (trombone), João Milliet (guitarra e percussão), Marinho Lima (bateria) e Weber Marely (sax), além de Lucas Lima, na percussão, nas programações e na produção musical.
Em que pese o ineditismo do encontro de Sandy com Ludmilla, o single Voltar pra mim se situa no nível mediano das outras faixas do EP Nós, Voz, Eles 2.
Faltou um algo mais, uma centelha de originalidade que diferencie o dueto em universo pop regido por colaborações produzidas em escala industrial.
Capa do EP ‘Nós, Voz, Eles 2’, de Sandy
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Academia do Oscar homenageia atriz indígena 50 anos após protesto


Em cerimônia do Oscar, em 1973, Sacheen Littlefeather foi vaiada por recusar prêmio em nome de Marlon Brando. Nunca é tarde demais para um pedido de desculpas’, afirmou atriz. Sacheen Littlefeather é homenageada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, 50 anos após ser vaiada em Oscar
Frazer Harrison/Getty Images/AFP
Quase 50 anos após ter sido vaiada por recusar um Oscar em nome de Marlon Brando, em protesto contra o tratamento de Hollywood aos nativos americanos, a atriz Sacheen Littlefeather foi homenageada no sábado (17) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.
Durante uma comovente cerimônia em Los Angeles, repleta de danças e canções nativas americanas, a Academia emitiu um pedido público de desculpas a Littlefeather, outrora celebrado por ativistas, mas condenada ao ostracismo por profissionais do cinema.
Littlefeather, que é apache e yaqui, foi vaiada na cerimônia da Academia em 1973, na primeira transmissão ao vivo para todo o mundo, quando explicou que Brando, a quem ela representava, recusava o Oscar de Melhor Ator por “O Poderoso Chefão” devido ao “tratamento reservado aos nativos americanos pela indústria cinematográfica”.
No sábado, a atriz disse que naquela ocasião ela subiu no palco “como uma mulher indígena orgulhosa, com dignidade, com coragem, com graça e com humildade”.
“Eu sabia que tinha que dizer a verdade. Algumas pessoas podiam aceitar. E outras não”, disse.
Ela também afirmou que o astro John Wayne teve que ser contido para não agredi-la fisicamente quando deixava o palco.
Mesmo como membro do Screen Actors’ Guild, o sindicato dos profissionais de cinema, a atriz teve dificuldade para encontrar trabalho em Hollywood, já que os diretores de elenco foram pressionados a deixá-la de fora das produções.
O ex-presidente da Academia David Rubin, que pediu desculpas a ela em junho, falou no sábado sobre a “carga emocional” que Littlefeather teve que suportar e o consequente “custo para (sua) própria carreira”.
O ato de reparação ocorre no momento em que a indústria cinematográfica americana enfrenta o que muitos descrevem como uma cultura de sexismo, racismo e impunidade. “A Academia e nossa indústria estão em um ponto de inflexão”, disse Rubin.
Em 2019, o ator Wes Studi, de “O Último dos Moicanos”, tornou-se o primeiro ator nativo americano a receber um Oscar, ao ser premiado com uma estatueta honorária em reconhecimento à sua carreira.
“Nunca é tarde demais para um pedido de desculpas”, disse Littlefeather à imprensa no sábado. “Nunca é tarde demais para o perdão.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘O Fantasma da Ópera’, musical há mais tempo em cartaz na Broadway, será encerrado em fevereiro de 2023


Fãs lamentaram a notícia nas redes sociais, refletindo sobre o que o musical significou para atores e público. Emilie Kouatchou em cena de “O Fantasma da Ópera”
Reprodução/Instagram
“O Fantasma da Ópera”, musical há mais tempo em cartaz na Broadway, será encerrado em 18 de fevereiro de 2023, devido a uma queda brusca na venda de ingressos, mesmo depois da reabertura dos teatros de Nova York após o lockdown da pandemia.
“O Fantasma” é um marco no mundo da Broadway, com mais de 70 prêmios e 13.733 performances desde que estreou em 1988. Apesar do seu legado, o New York Post publicou que o show está perdendo um milhão de dólares por mês.
Fãs lamentaram a notícia nas redes sociais, refletindo sobre o que o musical significou para atores e público. Em janeiro, a peça escalou Emilie Kouatchou como a primeira atriz negra norte-americana a fazer o papel principal de Christine. A decisão quebrou barreiras raciais e fez história na Broadway, mas suas performances terão vida curta.
O musical celebrará seu 35º aniversário em janeiro, com uma apresentação final na Broadway em 18 de fevereiro.
“O Fantasma da Ópera” de Andrew Lloyd Webber é baseado no romance clássico de Gaston Leroux e foi originalmente dirigido por Harold Prince. Lendas da Broadway, como Michael Crawford, que foi o primeiro a representar o Fantasma, Sarah Brightman, Judy Kaye e outros fizeram papéis principais no show.
“O Fantasma” conta a história do século 19 da aspirante a cantora de ópera Christine Daae, que é treinada pelo misterioso Fantasma a aprimorar suas habilidades vocais. No entanto, as coisas tomam um rumo sombrio quando o Fantasma escolhe Christine como sua musa, e ela se apaixona por um benfeitor das artes chamado Raoul.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Viola Davis conhece a Cidade do Samba e festeja com a Mangueira


Atriz está no Brasil para divulgar o filme ‘A Mulher Rei’. Além de acompanhar a apresentação e posar com os integrantes da escola, ela tocou tamborim e ensaiou alguns passos. Viola Davis conhece a Cidade do Samba e festeja com a Mangueira
A atriz Viola Davis caiu no samba no último domingo (18). Ela esteve na Cidade do Samba, na Zona Portuária do Rio, e conheceu os barracões das escolas. A Estação Primeira de Mangueira preparou uma recepção especial com músicos, mestre-sala e porta-bandeira e passistas.
“Foi uma honra apresentarmos a essa grande artista um pouco do maior espetáculo da Terra. Ela visitou o Barracão da Mangueira e conheceu o trabalho realizado por uma escola na criação de um desfile e, por fim, um super show da Estação Primeira e seus segmentos. Que honra!”, publicou o perfil oficial da Mangueira nas redes sociais.
Viola, uma das atrizes mais conhecidas do mundo, e vencedora do Oscar, do Emmy e do Tony, está no Brasil para divulgar seu novo filme “A Mulher Rei”.
Viola Davis visita a Mangueira na Cidade do Samba
Reprodução
A carnavalesca da escola, Annik Salmon, celebrou a visita ao barracão.
“Que honra receber Viola Davis, A Mulher Rei , na Estação Primeira de Mangueira ! Momentos que só a Mangueira e o carnaval nos proporciona”, disse Annik.
Cintya Santos, porta-bandeira da Mangueira, fez questão de posar com a atriz.
“Viola Davis no Rio de Janeiro com a maior escola de samba do planeta”, Cintya em uma rede social.
Além de acompanhar a apresentação e posar com os integrantes da escola, ela tocou tamborim e ensaiou alguns passos.
Cais do Valongo
Também no domingo (18), a atriz conheceu o Cais do Valongo, também na Zona Portuária da cidade. O local foi declarado pela Unesco como Patrimônio Histórico da Humanidade em 2017.
Encontrado durante as escavações feitas durante as obras de revitalização da região, o local era um ponto de desembarque de escravos. Toda a estrutura do cais havia sido soterrada na reforma urbanística do Rio promovida pelo prefeito Pereira Passos.
Encontro
Viola Davis se encontrou com artistas brasileiros em recepção na residência do casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo.
Reprodução/ Redes sociais
Viola Davis também se encontrou com artistas brasileiros na casa do casal de atores Taís Araújo e Lázaro Ramos. A anfitriã definiu o encontro como uma “noite linda e mais que especial”.
Zezé Motta, Léa Garcia, Dandara Mariana, Seu Jorge, Ícaro Silva, Iza, Djamila Ribeiro e Flávia Oliveira são alguns dos nomes que estiveram na recepção.
Cinema
Viola Davis fala sobre a infância na pobreza, a carreira e o treino pesado para interpretar uma guerreira no cinema
No filme “A Mulher Rei”, Viola interpreta Nanisca, a general de um exército só de mulheres, que existiu no século XIX. Guerreiras habilidosas – conhecidas como Amazonas – elas combateram colonizadores, tribos rivais e todos aqueles que tentaram escravizar seu povo e destruir suas terras. A história se passa no Reino de Daomé, onde hoje é o Benim.
Viola também concedeu uma entrevista ao Fantástico, na qual falou de carreira, de visita ao Brasil, da África e de negritude.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

MC Caverinha prepara o primeiro álbum enquanto ‘se segura’ no trap ostentação


MC Caverinha lança o single ‘Se segura’ com trap composto com beat de Yokame
Tamires Damas / Divulgação
♪ A coroa, o trono, o carro e o cofre cheio de dinheiro e joias já sinalizam na capa do single Se segura – lançado por MC Caverinha na sexta-feira, 16 de setembro – que Kauê de Queiroz Benevides Menezes segue na linha do trap ostentação.
Trap assinado por MC Caverinha com Yokame, autor do beat, Se segura se afina com o flow de singles anteriores do artista como Pantera (2022) e O preto mais caro (2022), lançados em janeiro e abril, respectivamente. O single Se segura foi mixado e masterizado por Wall Hein.
Com 14 anos, MC Caverinha apronta o primeiro álbum com letras que versam sobre dinheiro, diversão e luxo.
Nascido em 13 de março de 2008, o adolescente paulista se tornou uma das sensações do universo do hip hop desde que trocou o funk pelo trap e estourou com o single Não pisa no meu boot (2019) quando tinha apenas 11 anos. De lá para cá, o rapper já fez colaborações com nomes como Alok e Djonga.
Capa do single ‘Se segura’, de MC Caverinha
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Trupe Chá de Boldo anuncia o quinto álbum ao ecoar ‘grito de socorro’ com o single ‘Ouça onça’


Trupe Chá de Boldo aponta o quinto álbum em estúdio de São Paulo, cidade onde a banda se formou em 2006
Adelita Ahmad / Divulgação
♪ Com músicas como Bacurau e tu (2021), lançada em single ao vivo no ano passado, mas ainda sem registro de estúdio, o quinto álbum da banda paulistana Trupe Chá de Boldo começa a despontar no horizonte na próxima sexta-feira, 23 de setembro, com a edição do single Ouça onça.
Com capa que expõe arte criada por Julia Valiengo a partir de poema visual de Daniel Scandurra, o single Ouça onça apresenta música inédita de Gustavo Cabelo com o mesmo Daniel Scandurra. A faixa tem arranjo dançante orquestrado pelos 12 integrantes da banda paulistana formada em 2006.
“Ouvir a onça é ecoar a natureza que grita por socorro”, conceituam os componentes da Trupe no texto em que apresentam o single gravado por Remi Chatain no Estúdio Guevara, situado no Bixiga, bairro da cidade de São Paulo (SP).
É nesse estúdio que a Trupe apronta o quinto álbum, primeiro disco de inéditas da banda desde o EP Viva Lina (2020), lançado há dois anos com cinco músicas.
A música Ouça onça foi formatada com as vozes de Ciça Góes, Julia Valiengo, Leila Pereira, os sopros de Filipe Nader, Marcos Ferraz e Remi Chatain, o baixo de Tomás Bastos, a bateria de Pedro Gongom (também na percussão), as guitarras de Gustavo Cabelo e Gustavo Galo e as percussões de Guto Nogueira e Rafael Werblowsky.
Beto Vilares pilota o sintetizador da faixa em participação especial no single mixado por Gustavo Lenza e masterizado por Felipe Tichauer.
Capa do single ‘Ouça onça’, da Trupe Chá de Boldo
Arte de Julia Valiengo a partir de poema visual de Daniel Escandurra

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘The Fabelmans’, de Steven Spielberg, ganha prêmio principal no Festival de Toronto


Drama semi-autobiográfico baseado na infância do diretor se credenciou como um dos favoritos ao Oscar 2023. Paul Dano, Steven Spielberg e Michelle Williams na estreia de ‘The Fabelmans’ no Festival de Toronto, em 2022
Michael Loccisano/Getty Images North America/AFP
O novo filme de Steven Spielberg, “The Fabelmans”, assegurou seu lugar como um dos favoritos para ganhar o Oscar ao conquistar, neste domingo (18), o prêmio principal do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
O longa, que estreará em novembro nos cinemas, é um drama semi-autobiográfico, baseado na infância de Spielberg, que abrange o casamento conturbado dos pais, a perseguição antissemita da família e seus primeiros passos no cinema, com filmes de baixo orçamento, realizados com amigos durante a adolescência.
O diretor foi aplaudido de pé pelo público na estreia mundial do filme, no fim de semana passado, no Festival de Toronto, conhecido como TIFF.
“Como disse no palco na outra noite, sobretudo fico feliz de ter trazido este filme a Toronto”, afirmou Spielberg em nota publicada neste domingo.
“Este é o filme mais pessoal que fiz e a calorosa recepção em Toronto fez com que minha primeira visita ao TIFF fosse muito íntima e pessoal para mim e toda a minha família ‘Fabelman'”, disse.
Votado pelo público, o prêmio People’s Choice Award do maior festival de cinema da América do Norte se tornou uma das principais referências do Oscar, antecipando eventuais ganhadores do prêmio da Academia ao melhor filme, como aconteceu com “Nomadland”, em 2020.
Spielberg, considerado um dos melhores diretores vivos de Hollywood, ganhou três prêmios da Academia: de melhor filme e melhor diretor por “A lista de Schindler” (1993), e novamente de melhor diretor por “O resgate do Soldado Ryan” (1998).
Até agora, foi nomeado a 19 Oscars, e espera-se que a lista aumente na próxima noite de entrega dos prêmios, prevista para 12 de março de 2023, em Los Angeles.
Os últimos dez ganhadores dos prêmios People’s Choice em Toronto foram nomeados a melhor filme pela Academia, e três ganharam o Oscar, incluindo a surpresa de 2019, “Green Book: O Guia”.
“12 anos de escravidão” (2013), “O discurso do rei” (2010) e “Quem quer ser um Milionário?” (2008) começaram sua trajetória para a consagração no Oscar com o prêmio recebido em Toronto.
Na estreia no fim de semana passado, Spielberg disse a um público entusiasmado que havia tempos queria fazer um filme profundamente pessoal como “The Fabelmans”, mas que decidiu fazê-lo agora por “medo” da pandemia.
“Não acho que ninguém soubesse, em março ou abril de 2020, qual ia ser o estado da arte, o estado da vida no ano seguinte”, afirmou.
“Simplesmente senti que se fosse deixar algo para trás, o que era que realmente precisava resolver e desempoeirar sobre a minha mãe, o meu pai e as minhas irmãs? Não foi ‘É agora ou nunca’, mas me senti quase assim”, disse o cineasta de 75 anos.
Os outros finalistas de Toronto foram “Women Talking”, de Sarah Polley, e “Glass Onion: A Knives Out Mystery”, de Rian Johnson.
O prêmio para o melhor documentário foi para “Black Ice”, de Hubert Davis, um filme canadense sobre o racismo no mundo do hóquei profissional sobre o gelo.
Steven Spielberg e Rachel Zegler falam sobre a nova versão de ‘Amor, sublime amor’

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Post Malone cai em show e retorna ao palco após atendimento médico


Nas redes sociais, rapper explicou que esqueceu de buraco onde guarda guitarras e pediu desculpas ao público: ‘Obrigado pela paciência com meu traseiro burro’. Post Malone cai em buraco durante show nos EUA
Reprodução/Twitter
Post Malone sofreu uma dura queda em um buraco no palco de show que realizava no sábado (17), nos Estados Unidos. Machucado, o rapper precisou de ajuda de médicos para deixar o local, mas voltou a se apresentar após cerca de 15 minutos, de acordo com a revista “Hollywood Reporter”.

Fonte: G1 Entretenimento