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Filha de Mano Brown, Domenica Dias denuncia racismo e agressão no Rock in Rio


Em uma publicação no Instagram, a atriz diz que estava ao lado do namorado, o ator Danilo Mesquita, quando foi agredida. Danilo Mesquita e Domenica Dias no último dia de Rock in Rio 2022
Webert Belicio/Agnews
A atriz Domenica Dias, filha de Mano Brown, publicou em seu perfil do Instagram, na quarta-feira (14), um relato em que diz ter sido agredida por um casal no Palco Sunset, durante o Rock in Rio. De acordo com a publicação, a agressão teria causado uma discussão com outras pessoas na plateia, que foi gravada e circula nas redes sociais.
Na publicação, Domenica diz que estava na plateia do palco Sunset com seu namorado, o também ator Danilo Mesquita, quando um “casal, visivelmente alterado, se instalou na nossa frente”, diz na postagem.
“No exato instante em que subiram ao palco outras cinco cantoras pretas, a mulher, fingindo que estava dançando, me empurrou, pisou nos meus pés e se jogou em cima de mim de forma proposital. Mesmo com a insistência nas agressões, somente tentei desviar dela em todas as vezes.”
Postagem de Domenica desta quarta-feira
Reprodução/Instagram
Ela diz que, para evitar qualquer confronto, Mesquita a abraçou com o objetivo de fazer uma barreira, para que os esbarrões não voltassem a acontecer. Neste momento, a mulher teria virado e perguntado “por que estavam tocando nela.”
“Respondemos que estávamos no nosso canto, que era ela quem estava me machucando e que não queríamos confusão. Neste momento, o homem que a acompanhava, covardemente, deu um soco no rosto do Danilo. De forma instintiva, eu tentei reagir à agressão e fui atingida no olho. Em seguida, o casal, covardemente, sumiu no meio da multidão.”
Segundo Domenica, o vídeo gravado e que circula nas redes sociais, em que ela e Danilo discutem com uma outra mulher aconteceu no momento depois da agressão, e com outras pessoas da plateia.
“O vídeo que está circulando na internet foi gravado após evasão do casal agressor. Estávamos indignados com o ataque de motivação racista, que fica explícito pelo fato de eu ser uma das únicas pessoas pretas naquele contexto no meio de um espetáculo que visava enaltecer o trabalho e obra de mulheres pretas.”
Postagem de Domenica desta quarta-feira (14)
Reprodução/Instagram
Ela diz que a mulher que aparece gritando com Danilo não tem nada a ver com a agressão anterior, mas que teria “esbravejado” que os dois teriam sido responsáveis pela confusão. A reclamação teria aumentado a indignação e a sensação de injustiça que sentiam naquele momento.
“Junto a outras pessoas que viram a covardia que passamos, explicamos, exaltados e com razão, a ela e às outras pessoas ao redor que nós é que fomos as vítimas da situação, sobretudo eu.”
“Nesse contexto, me pergunto o porquê a nossa reação gerou, nessa mulher, mais comoção do que a própria agressão que sofremos. Depois de todo constrangimento, aborrecimento e agressões sofridas, decidimos ir embora.”
Os atores Danilo Mesquita e Domenica Dias
Reprodução/Instagram
Domenica completa o relato dizendo ser importante explicar e falar sobre as agressões físicas e morais, e que não é aceitável em um momento em que se celebra as mulheres pretas no palco, outra é agredida na plateia.
“É inadmissível que, no momento mágico em que mulheres pretas ocupam um palco dedicado, especialmente, a elas no show de outra cantora preta para que possam mostrar sua arte e brilhar, outra mulher preta sofra agressões gratuitas a poucos metros do palco e ainda seja obrigada a ouvir recriminação por ter se defendido de atitude racista, quando deveria estar sendo amparada pela agressão sofrida.”
Postagem de Domenica Dias desta quarta-feira (14)
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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“Estou vivendo tudo que sonhei”: g1 conversou com Marina Sena, uma das atrações do Festival Timbre em Uberlândia


Artista mineira revelou os bastidores da apresentação no Rock in Rio e contou o que o público pode esperar para o show na cidade, neste sábado (17). Marina Sena no Mita Festival
Divulgação
Por trás de uma das músicas mais ouvidas no país em 2021 está a mineira Marina Sena. A artista, de 25 anos, viu sua carreira decolar de Taiobeiras, no Norte do estado, e pousar no palco de grandes festivais, como Lollapalooza e, mais recentemente, no Rock in Rio. Agora, a cantora desembarca em Uberlândia e se apresenta pela primeira vez no Timbre, evento que reúne grandes nomes da música neste fim de semana no Teatro Municipal.
O nome, que já é comum para os fãs da música pop, já que na última edição do Prêmio Multishow Marina levou por votação popular o troféu em três das quatro indicações, canta ao lado de artistas já consolidados, como Pitty e Zeca Baleiro. A diferença é que a jovem viu o palco aumentar de tamanho e, principalmente, de público muito rápido.
“Tudo que eu sonhei, realmente está acontecendo, e de um jeito muito maior, isso é incrível. Eu vivi um ano lindo já com o meu primeiro lançamento. Agora já fica aquela pressão do que vem por aí”, conta Marina em entrevista ao g1 Triângulo.
Marina conversou sobre carreira e apresentação no Timbre por chamada de vídeo com produtor do g1 Triângulo
g1
O álbum “De Primeira”, lançado em agosto do ano passado, marcou o início da carreira solo da artista que já fez parte das bandas “A Outra Banda da Lua” e “Rosa Neon”. Com a última, já esteve em Uberlândia e dessa vez pretende conhecer melhor ainda a cidade, e garante que “tudo está acontecendo para um reencontro incrível”:
“Eu acho que vai ser lindo, já fui muito bem recebida quando fui à Uberlândia com Rosa Neon, a gente nem imaginava que tinha esse público em Uberlândia. Agora vou de novo e vou entender melhor ainda quem é meu público, gosto de ver quem são as pessoas que me escutam. O público de Uberlândia pode esperar um troca incrível”, adianta a cantora.
No Timbre, Marina levará as músicas do seu primeiro – e único até agora – álbum lançado, além das gravações feitas em parceria com outros artistas, como Glória Groove e Poesia Acústica. Acompanhada dos bailarinos, que fazem parte do espetáculo, a cantora ainda incluiu no setlist regravações de sucessos de outros artistas que são referência para ela, como a cantora americana Madonna.
Marina Sena canta ‘Por Supuesto’
Claro que o g1 quis saber se assim como fez no Rock in Rio, terá tempo de curtir alguma apresentação do Festival Timbre. “Difícil responder, quase todas. Mas quero muito ver Potyguara”, revelou Marina, fazendo referência a Potyguara Bardo, que também é uma das atrações do evento que recebe ainda Jovem Dionísio, Maneva, Costa Gold e outros artistas.
Do pop em Minas ao Rock in Rio
Além da cidade natal, Marina Sena já morou em Montes Claros, também no Norte do estado, e até pouco tempo na capital Belo Horizonte. Com a ascensão meteórica da carreira, a cantora se mudou para São Paulo, mas revela que já sente falta das terras mineiras:
“Eu sinto falta dos botecos, né? Isso realmente, eu sinto muita falta, porque é uma coisa da cultura do mineiro mesmo. O boteco no fim de tarde. Lá em Montes Claros, quando dava cinco horas da tarde eu já pensava: preciso tomar uma cerveja que seja”, brinca Marina.
A mesa do bar em Minas deu lugar aos palcos do mundo. No início deste mês, a artista se apresentou em um dos festivais mais cobiçados pelo público e pelos artistas: o Rock in Rio. Marina Sena foi convidada para participar do show da cantora Luísa Sonza no Palco Sunset.
Luísa Sonza recebe Marina Sena no Palco Sunset do Rock in Rio
Marcos Serra Lima/g1
“Nossa o Rock in Rio foi bem louco, quando eu subi a escadinha com a Luiza, que eu cheguei lá em cima do palco, meu olho encheu de água […] É muito doido, eu fiquei bem impactada. Não dava pra ver a última pessoa”, relembrou o momento.
Agora, além dos shows, Marina se dedica em pensar com a equipe como suprir as expectativas para os próximos passos na carreira, e adiantou que ainda tem lançamento este ano: um single com direito a clipe que já está sendo produzido.
Festival Timbre
O evento chega à marca de 10 anos e, em 2022, traz para Uberlândia mais de 20 atrações da música independente nacional. Na sexta (16), os shows acontecem na área interna do Teatro Municipal. Já no sábado (17), as apresentações são na parte externa, e os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial do evento.
VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #69: processo de socialização — por Golden Frederico


Neste episódio, Giuliana Girardi conversa com a Marcela e o Moreno, os tutores do Frederico, o cãozinho famoso na internet pela fofura e vídeos engraçados. Ele é o Golden Frederico, mas também o Fredão, Beiça, Cocuruto, Tesouro… Ele aparece nas redes sociais fazendo SPA, pulando na piscina, vestido de cachorro playboy, andando de lancha, e o dia a dia do Fred é visto por nada mais, nada menos do que 3 milhões de seguidores nas redes sociais.
Neste episódio de ‘Bichos na Escuta’, a apresentadora Giuliana Girardi conversa com a Marcela e o Moreno, os tutores do cãozinho famoso na internet pela fofura e vídeos engraçados. Rita Ericson, veterinária consultora do podcast, também participa do bate-papo e dá dicas para os ouvintes.
Golden Frederico é famoso nas redes sociais.
Reprodução/ Redes sociais.
Thiago e Marcela registram a rotina do Fred e abastecem as redes com esses conteúdos que trazem muitas dicas de como educar o cão para ele ir à restaurantes, bares, hotéis, shoppings.
Para eu ter esse cachorro tranquilo que ele é hoje, foi um trabalho de formiguinha todos esses anos. Não adianta achar que o cachorro vem pronto”
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
Lola, a cachorrinha companheira da cantora Simone
Eu, meus pets e as crianças — com Camila Fremder
Quem salva quem? — com João Vicente de Castro
Thaynara OG, a maior defensora da ‘instituição poodle encardido’
Xuxa, a Rainha dos Bichinhos
Bichos na Escuta #63: as cachorrinhas de Luísa Sonza
Popi e Corn, as gatas unidas pelo nome — com Carol Barcellos
‘Sempre fui cachorreiro, agora sou gateiro também’ — com Frejat
Malcom Salsicha, o cão artista
Conheça Maria Rita, a cachorra de Marcela Ceribelli que rouba a cena
Kiki — a lhama de estimação que faz sucesso nas redes sociais
Conheça Ruby Fofa, a cadela que faz entregas com seu tutor
A história de Farofa, o cachorro que pega o ‘busão’ para a escola
A cachorra que viaja o mundo em uma kombi
O gatil que ajuda detentos na ressocialização
Conheça Pretinha, a cadela tricolor que comemora os gols do Fluminense
Ouça história de empresário do mercado pet que já morou nas ruas de São Paulo
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Sá cai ‘nos braços da batucada’ com Áurea Martins na gravação de show de samba no Rio


Roberta Sá faz o registro audiovisual do show ‘SambaSá’ em 24 de setembro em apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro
Pedro Butcher / Divulgação
♪ Áurea Martins é convidada de Roberta Sá na gravação ao vivo do show SambaSá, programada para 24 de setembro em apresentação no Circo Voador (RJ).
Com a cantora carioca, a anfitriã fará dueto no samba Nos braços da batucada (2005), composto por Arlindo Cruz com Babi e Junior Dom – nome artístico do compositor Roberto Campos Jr. – e lançado há 17 anos na voz de Juliana Diniz, tendo sido regravado por Arlindo no álbum Sambista perfeito (2007).
No registro audiovisual do show, Roberta Sá apresentará músicas recém-lançadas em singles pela artista – casos de Luz da minha vida (Toninho Geraes e Chico Alves, 2020) e de Nossos planos (Fred Camacho, Carlos Caetano e Leandro Fab, 2022) – entre sucessos como Disritmia (Martinho da Vila, 1974), Ilha de maré (Walmir Lima e Lupa, 1977), Mutirão de amor (Jorge Aragão, Sombrinha e Zeca Pagodinho, 1983), Coração em desalinho (Monarco e Alcino Correia, 1986), Maneiras (Silvio da Silva, 1987), Domingo (Alexandre Pires e Fernando Pires, 1993) e Fala baixinho (Aurélio Goncalves Nunes, Claudemir da Silva e Edinei Moreira da Silva, 2012).
O roteiro prevê tributo à sambista carioca Jovelina Pérola Negra (1944 – 1998), celebrada com o canto de Sorriso aberto (Guaracy Sant’anna, o Guará, 1988) e No mesmo manto (Beto Correia e Lúcio Curvello, 1991).
Sob a direção artística de Pedro Seiler, Roberta gravará o show SambaSá com os músicos Alaan Monteiro (cavaquinho e direção musical), André Manhães (bateria), Bruno Gama (percussão), Gabriel de Aquino (violão), Jéssica Araújo (surdo, tantã, pandeiro, tamborim e efeitos), João Rafael (baixo) e Thiaguinho Castro (pandeiro, congas, caixa, repique de anel, tamborim e efeitos), além de Camila Monteiro no vocal.

Fonte: G1 Entretenimento

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R. Kelly é condenado por abuso sexual de menores e pornografia infantil


Cantor também já foi condenado por comandar um esquema ilegal envolvendo empresários, seguranças e outras pessoas que recrutavam mulheres e meninas para ele fazer sexo e produzir pornografia. Imagem de 6 de junho de 2019 mostra R. Kelly chegando a tribunal de Chicago
E. Jason Wambsgans/Chicago Tribune via AP/Arquivo
O cantor R. Kelly foi condenado nesta quarta-feira (14) por uma corte federal dos EUA em Chicago por produzir vídeos com material pornográfico infantil e abusar sexualmente de menores. A sentença
Ele já havia sido condenado a 30 anos por outros crimes sexuais, e a nova sentença vai aumentar o tempo de prisão – o período ainda não foi definido.
A principal prova da nova condenação era um vídeo que mostrava o cantor urinando em uma garota de 14 anos. A vítima foi uma das testemunhas.
Foram apresentados dois outros vídeos de R. Kelly abusando de mulheres menores de idade. Outras mulheres também testemunharam contra o cantor e relataram abusos sexuais quando eram menores.
O cantor não foi ao tribunal nesta quarta, mas sua advogada Jennifer Bonjean, disse que ele era uma ‘”vítima de extorsão e exploração financeira”.
Condenação anterior
Ele foi condenado em junho de 2022 a 30 anos de prisão por chefiar durante décadas uma rede de exploração sexual de mulheres e adolescentes.
A juíza Ann Donnelly proferiu a sentença em uma corte federal de Nova York, nos Estados Unidos, quase um ano depois de Kelly, de 55 anos, ter sido condenado por um júri no estado. Ele respondia a acusações de extorsão e uma série de outros crimes.
Ainda na sessão desta quarta, foram ouvidos os depoimentos de diversos acusadores, que detalharam as maneiras como foram vítimas do cantor.
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Kelly, que já foi um dos mais populares do R&B nos Estados Unidos pode receber mais décadas à sua sentença, caso seja condenado em outro julgamento federal em Chicago por pornografia infantil e obstrução, previsto para o dia 15 de agosto.
Ele ainda enfrenta acusações estaduais em Illinois e Minnesota.
Ele já tinha evitado uma condenação em 2008, quando foi considerado inocente de 14 crimes em julgamento sobre pornografia infantil.
Desenho ilustra R. Kelly no tribunal para ouvir sua sentença em 2022
Elizabeth Williams/AP Photo
Nascido Robert Sylvester Kelly, o cantor enfrentava uma acusação de crime organizado e oito violações da Lei Mann, que proíbe o transporte de pessoas através dos limites estaduais para fazer sexo. Ele negava todas as acusações.
Procuradores federais acusavam o cantor de comandar um séquito de empresários, seguranças e outros que recrutavam mulheres e meninas para ele fazer sexo e abusar, além de produzir pornografia, inclusive infantil.
R. Kelly chega em audiência para responder sobre acusações de abuso sexual em Chicago, em maio de 2019
Nuccio Dinuzzo/Getty Images North America/AFP
Entre as acusações pela qual foi condenado, estavam a de que Kelly subornou um funcionário do governo que deu a permissão para que ele se casasse com a cantora Aaliyah (1979-2001) em 1994, quando ela tinha apenas 15 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Abajur de arma de Claudia Leitte custa R$ 11,5 mil e foi criado por Philippe Starck como obra ‘política’


Cantora foi criticada após postar vídeo em que luminária aparece em cima de uma Bíblia. Designer francês lançou a peça em 2005: ‘Por que móveis não mostram que tudo é escolha política?’, diz ele. Abajur da coleção Gun, criado pelo designer francês Philippe Starck em 2005
Reprodução/Flos
O abajur em formato de arma, mostrado por Claudia Leitte nas redes sociais, é uma peça de decoração de luxo.
O objeto é assinado pelo designer francês Philippe Starck, famoso pela criação de móveis e projetos interiores. Na loja oficial do autor, ele é vendido por US$ 2.235 (mais de R$ 11,5 mil).
Claudia Leitte publica vídeo de abajur com formato de arma em Instagram e gera polêmicas
Na noite desta terça-feira (13), Claudia foi criticada por seguidores ao postar em seu perfil no Instagram um vídeo em que o abajur aparece em cima de uma Bíblia (assista acima).
Após a repercussão, ela deletou o vídeo e compartilhou um texto afirmando que sua publicação não teve conotação política. “O abajur que aparece no vídeo é uma peça de arte criada por um designer francês, que ganhei de presente há mais de 10 anos”, disse.
Citando um trecho do Novo Testamento, a artista explicou que o objeto faz sentido para ela: “Usamos as armas poderosas de Deus, e não as armas do mundo”.
O abajur de alumínio fundido faz parte da Coleção Gun, criada pelo designer francês em 2005. Há outras peças representando diferentes tipos de armas, que custam até US$ 5.240 (mais de R$ 27 mil).
O designer francês Philippe Starck segurando peça da Coleção Gun
Divulgação
Ao descrever as obras em sua loja on-line, Starck diz que teve inspiração política. “Por que os móveis não mostram que tudo é uma escolha política?”, questiona. “O ouro das armas representa o conluio entre dinheiro e guerra.”
Na época do lançamento da coleção, o designer anunciou que 20% do lucro obtido com a venda das peças seria doado à Frères des Hommes, organização dedicada à redução da pobreza.
Além de criar peças de mobília, Starck é conhecido por trabalhar em projetos arquitetônicos — no Brasil, ele assina, por exemplo, o Hotel Fasano do Rio de Janeiro. Nos últimos anos, também se envolveu na criação de inovações tecnológicas, como casas autossuficientes em energia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Brasileiro toca bateria em show do The Killers, em Miami, após pedido em cartaz: ‘Foi sensacional’


Manuel Tarantino foi com a mulher, Carolina, na apresentação, com um cartaz em que pedia para ocupar a posição de baterista em uma das músicas. Manuel Tarantino em show do The Killers
Carolina Lenz Cesar/Reprodução/Intagram
O economista brasileiro Manuel Tarantino, de 44 anos, subiu ao palco e tocou bateria com o The Killers, durante a apresentação do grupo nesta terça-feira (13), em Miami, nos Estados Unidos.
Ele estava na plateia, e Brandon Flowers, o vocalista da banda, o convocou para subir depois de ver o pedido que fazia em seu cartaz. “Foi sensacional”, diz em conversa com o g1.
A banda americana, que se apresenta em São Paulo no dia 12 de novembro, costuma puxar uma pessoa da plateia para participar da música “For reasons unknown”. Na última passagem pelo Brasil, no Lollapalooza em 2018, a sortuda foi a baterista Dedé Teicher.
Tarantino conta que foi ao show com a sua mulher, Carolina, já com o foco de tocar bateria na faixa. “É uma banda que significa muito para a gente, fomos em algumas apresentações ao longo dos anos e eu sabia que eles chamavam pessoas da plateia para participar dessa música.”
The Killers foram atração principal do último dia de Lollapalooza Brasil 2018
Marcelo Brandt/G1
O show da terça-feira cairia no dia do aniversário de Carolina, que completou 39 anos. “Eu falei: ‘vou tocar bateria no seu aniversário’.” Os dois começaram a trabalhar nas estratégias para que isso acontecesse.
Tarantino se considera baterista amador, e chegou a ensaiar a música algumas vezes, de ouvido mesmo. “A gente se mudou do Texas para a Flórida há pouco mais de dois meses e eu tive que vender a bateria, então, treinei só com as baquetas.”
Carolina, designer gráfica, foi a responsável por fazer o cartaz que levariam à apresentação, com a mensagem em inglês em que pedia para tocar bateria com a justificativa de ser o seu aniversário.
Cartaz com pedido para tocar bateria
Arquivo pessoal
Na hora do show, eles se posicionaram bem próximo do palco, para que a banda pudesse ver o cartaz. “A gente tinha algumas incertezas, não dava para saber se eles iam tocar mesmo a música”, conta. “Costuma ser a 15ª ou 18ª música do show. Eu fiquei com o cartaz e uma hora o vocalista viu e acenou.”
Decisão nas mãos do público
Mas ainda não estava garantido que Tarantino subiria ao palco. Ele conta que quando os primeiros acordes da faixa começaram, Flowers foi para o outro lado do palco: tinha uma pessoa com um cartaz pedindo para tocar bateria também.
Manuel e Carolina no show do The Killers
Arquivo pessoal
Flowers informou sobre a concorrência e decidiu jogar para a plateia decidir. “Ele perguntou de onde o cara era e ele respondeu que vinha da Venezuela”, conta. E foi aplaudido pelo público. “Quando ele me perguntou e eu falei que era do Brasil, o estádio veio abaixo!”
“A sensação é indescritível, foi muito emocionante”, falou sobre ter subido ao palco para assumir as baquetas. “Eles gostaram, todo mundo gostou”, diz. Carolina registrou os momentos do marido no palco.
“Ela ficou super emocionada. Quando eu estava subindo no palco, ela colocou a mão no meu coração, que estava disparado, e disse: ‘já deu certo’. Ela chorou bastante”, conta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luva de Pedreiro: relembre melhores momentos do influenciador

Fonte: G1 Entretenimento

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Sertanejos merecem estar no Rock in Rio 2024 para diluir preconceito contra o gênero


Luan Santana é nome citado por Roberto Medina no primeiro aceno do empresário para o universo sertanejo
Divulgação
♪ ANÁLISE – Criador do festival Rock in Rio, o empresário Roberto Medina começa a acenar para o universo sertanejo após ter se rendido ao funk em queda de braço que durou anos e que, do outro lado, teve a contribuição fundamental de Anitta para provar que o batidão merecia um espaço nobre no festival.
Medina tem dito em entrevistas que cogita incluir algum nome sertanejo no line-up do Rock in Rio 2024, citando o nome do cantor Luan Santana entre as possibilidades.
Já passa da hora! Como o Brasil é um país majoritariamente movido pela paixão pela música sertaneja, somente o preconceito explica o fato de o gênero ainda permanecer ausente do maior festival do país. Até porque os grandes astros sertanejos fazem shows com acabamento pop simular ao das apresentações de estrelas de outros gêneros, como Luísa Sonza e Ludmilla, atrações da edição deste ano de 2022.
Medina não citou Luan Santana por acaso. Embora tenha vindo do universo sertanejo, o cantor fez o crossover para o pop sem renegar as origens. O aparato técnico dos shows de Luan – para ficar somente no exemplo dado por Medina – atesta o enquadramento da música dita sertaneja no modelo pop da indústria.
Sem falar que atualmente o que se rotula como música sertaneja nada mais é do que um som essencialmente pop, miscigenado, padronizado, que incorpora tanto canções de alma sentimental sertaneja quanto ritmos latinos como bachata e reggaeton.
Inserir a música sertaneja na programação do Rock in Rio 2024 seria referendar a preferência popular e ampliar o eixo estético de festival que, ao vir ao mundo em 1985, já abriu o leque rítmico da programação, indo além do rock que lhe dá nome. Se Alok toca no festival, por que não Luan Santana ou mesmo João Gomes, astro recente do piseiro?
Goste-se ou não da música desses artistas, marginalizados por certa parcela das elites culturais, eles arrastam multidões e, por isso mesmo, merecem estar no Rock in Rio. Até para quebrar uma barreira cultural e social que, a julgar pelas declarações de Roberto Medina, está prestes a ser derrubada.
Abaixo o preconceito contra qualquer tipo de música!

Fonte: G1 Entretenimento

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Almodóvar abandona projeto de seu primeiro longa em inglês, que será estrelado e produzido por Cate Blanchett


‘Foi uma decisão muito dolorosa’, disse o cineasta espanhol em entrevista ao Deadline. ‘Estava muito entusiasmado, mas lamentavelmente não me sinto capaz de fazer este filme’, acrescentou. O diretor Pedro Almodovar no Oscar 2020
REUTERS/Eric Gaillard
O cineasta espanhol Pedro Almodóvar abandonou o projeto do que seria seu primeiro longa-metragem em inglês como diretor, a adaptação do livro de contos “A Manual for Cleaning Women” (“Manual da Faxineira”, no Brasil) protagonizado por Cate Blanchett.
O filme, que tem Blanchett também como produtora, será produzido sem o diretor, informou seu irmão Agustín.
“Pedro Almodóvar abandona o projeto ‘A Manual for Cleaning Women’, que seguirá com Cate Blanchett”, tuitou Agustín Almodovar, que administra com o irmão a produtora ‘El Deseo’.
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A notícia já havia sido antecipada pelo site Deadline Hollywood, que afirmou que Almodóvar concluiu que “não estava preparado para comandar um projeto tão grande em inglês”.
“Foi uma decisão muito dolorosa”, disse Alomodóvar ao Deadline, antes de informar que a produção do filme busca um novo diretor.
“Sonhava há muito tempo trabalhar com Cate. [A produtora] Dirty Films foi muito generosa comigo o tempo todo e estava muito entusiasmado, mas lamentavelmente não me sinto capaz de fazer este filme”, acrescentou.
O projeto é a adaptação do livro de contos da americana Lucia Berlin, do qual Cate Blanchett, atriz australiana de 53 anos e duas vezes vencedora do Oscar, é produtora com sua empresa Dirty Films.
Almodóvar, diretor de 72 anos e vencedor de dois Oscar pelos filmes “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999) e Fale Com Ela” (2002), já dirigiu um curta-metragem em inglês, “The Human Voice”, com Tilda Swinton como protagonista, mas o projeto que abandou seria seu primeiro longa-metragem neste idioma.
O cineasta acaba de concluir outro curta em inglês, “Strange Way of Life” com Ethan Hawke e Pedro Pascal, seu primeiro faroeste.
Presidente do júri, a atriz australiana-americana Cate Blanchett posa para fotógrafos durante a 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza, na Itália
Joel C Ryan/Invision/AP

Fonte: G1 Entretenimento