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Banda carioca 77 Rotações lança o single ‘Vai pra Cuba’ enquanto prepara álbum de estúdio para 2023


Capa do single ‘Vai pra Cuba’, da banda 77 Rotações
Arte de Letícia Semeraro
♪ Banda formada em 2018 em Marechal Hermes, bairro do subúrbio carioca, 77 Rotações lança o single Vai pra Cuba em 22 de setembro enquanto prepara o primeiro álbum de estúdio para 2023.
No single, André Minimoe (baixo), Caio Coelho (bateria) e Fellipe Pires (voz e violão) apresentam música composta por Pires com letra de Gabriel Burga. “Cuidado com a rua cheia / Ouve o mito que te enrola / Olha a fila, quanta gente / Sem tempo pra ir embora”, canta Fellipe Pires, dando voz aos versos politizados de Vai pra Cuba.
Com capa que expõe arte criada por Letícia Semeraro, o single Vai pra Cuba foi formatado entre o Estúdio Pardal e Toca do Bandido com produção musical dividida entre Ricardo Pardal, Rodrigo Romão e o próprio Fellipe Pires.
Já o primeiro álbum de estúdio da banda, intitulado Como reza de Bethânia, tem lançamento previsto para 2023 e, além de músicas inéditas, reapresenta em versões de estúdio músicas como Again e Dois planetas, já disponíveis no álbum Como reza de Bethânia – Ao vivo no Beco das Garrafas (2019), lançado há três anos.
A banda 77 Rotações foi criada com a intenção de fazer som calcado na mistura de gêneros musicais brasileiros – como samba, baião e maracatu – com rock e ritmos latino-americanos.
Cabe ressaltar que a banda é também um coletivo – também chamado 77 Rotações – cuja formação incorpora, além dos integrantes do trio, Anderson Souza, Gabriel Murga, Letícia Semeraro e Rodrigo Romão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Demi Lovato anuncia que fará sua última turnê: ‘Não posso mais fazer isso’; cantora deletou post pouco depois


Cantora fez desabafo nas redes sociais antes de se apresentar no Chile. Turnê americana de ‘Holy Fvck’ tem início em 22 de setembro, na Califórnia, e conta com datas agendadas até novembro. Demi Lovato se apresenta na terceira noite do Rock in Rio 2022
Agnews
Demi Lovato usou as redes sociais para anunciar que fará sua última turnê.
Em um breve desabafo publicado no Instagram, que em seguida foi deletado da rede social, a cantora afirmou que estava doente e mal conseguia sair da cama.
“Estou doente pra caramba e não consigo sair da cama. Não posso mais fazer isso. Esta próxima turnê será minha última. Eu amo e agradeço vocês”, escreveu a cantora.
Por já ter iniciado a turnê “Holy Fvck” e feito alguns shows na América Latina, o fato de Demi citar “próxima turnê” gerou dúvidas, mas alguns veículos internacionais garantiram que se trata dos shows de “Holy Fvck”.
Demi já fez algumas apresentações da “Holy Fvck” na América Latina, incluindo o Brasil, mas inicia a temporada americana na próxima semana, na Califórnia. Demi tem ao menos 25 apresentações agendas pelos Estados Unidos até novembro.
Após os posts deletados, Demi voltou a dizer que estava doente. Ela afirmou que estava sem voz e que, para o show que faria no Chile da noite desta terça-feira (13), precisaria da ajuda do público.
“Vou precisar que vocês me ajudem cantando. Então cantem alto pra mim, bebês.”
“Eu mal tenho voz, então vou apontar bastante o microfone para o público nesta noite. Por favor, cantem por mim.”
Pouco depois, a cantora agradeceu aos fãs por atenderem ao pedido. “Eu amo vocês mais do que podem imaginar.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Nando Reis recicla hit do Skank em single ao vivo com o parceiro Samuel Rosa


♪ Oitavo álbum de estúdio do Skank, Estandarte (2008) legou dois grandes sucessos para a banda mineira, ambos compostos pelo vocalista e guitarrista Samuel Rosa em parceria com Nando Reis.
Um foi Ainda gosto dela, doce canção pop gravada pelo quarteto com Negra Li. O outro foi Sutilmente, canção reciclada por Nando com o parceiro Samuel Rosa em single lançado ontem, 13 de setembro, com gravação ao vivo captada em show apresentado em São Paulo (SP) em outubro de 2019.
“Sutilmente é uma das pérolas da minha parceria com Samuel. Começou de maneira nada usual – eu mandei a letra primeiro; de um modo geral, escrevo sobre as melodias – e foi concluída em dois tempos. Assim que recebeu a letra, Samuel imediatamente a musicou e me ligou dizendo que faltava um refrão. Num primeiro momento, discordei mas acabei escrevendo. E Samuel estava certíssimo: o refrão leva as pessoas ao delírio”, relata Nando Reis sobre a gestação da música, um dos maiores sucessos radiofônicos de 2009.
O single Sutilmente é o sétimo título da série Nando hits, com a qual Reis rebobina sucessos do cancioneiro em registros colaborativos que já incluem duetos do cantor com Arnaldo Antunes, Jão, Péricles e Pitty, entre outros nomes.
A série de singles inspira o show também intitulado Nando hits e apresentado em turnê com a qual Nando Reis vem percorrendo o Brasil desde dezembro de 2021.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jean-Luc Godard: relatório médico cita ‘múltiplas patologias incapacitantes’; cineasta recorreu a suicídio assistido


Informação foi confirmada à agência AFP por um representante legal da família. Cineasta franco-suíço morreu nesta terça-feira (13), aos 91 anos. Entenda o que é suicídio assistido
Jean-Luc Godard recorreu à assistência legal da Suíça para suicídio assistido após ser acometido por “múltiplas patologias incapacitantes, segundo os termos de relatório médico”. A informação foi dada por Patrick Jeanneret, representante legal da família do cineasta, à agência AFP.
O comunicado confirma a informação do jornal francês Libération, que nesta terça-feira (13), afirmou que o cineasta franco-suíço morreu por suicídio assistido, nesta terça-feira (13), aos 91 anos.
Uma fonte da família de Godard afirmou ao jornal que “Ele não estava doente, estava simplesmente exausto”. “Foi uma decisão dele e é importante que se saiba”.
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Ainda segundo o Libération, uma segunda pessoa próxima ao cineasta confirmou a informação.
Mais cedo, em um comunicado, Anne-Marie Miéville, mulher de Godard, afirmou que o cineasta “morreu pacificamente em casa, cercado por entes queridos”, em Rolle, às margens do Lago de Genebra.
O suicídio assistido é legalizado na Suíça, desde que o paciente não tenha ajuda de terceiros no momento da morte.
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‘Eduardo e Mônica’, ‘Selvagem’ e mais: veja quando Godard foi citado na música brasileira
Godard posa na cerimônia de premiação do ‘Grand Prix Design’, em Zurique, Suíça, em 30 de novembro de 2010
Christian Hartmann/Reuters/Arquivo
Godard e a Nouvelle Vague
Godard é um dos fundadores da Nouvelle Vague, um dos movimentos mais importantes do cinema mundial, criado na França no fim dos anos 1950 e que levou novos paradigmas de estética às produções cinematográficas do mundo inteiro.
Cortes bruscos, câmera em mãos e diálogos existenciais são algumas das características que definem a estética do movimento, que influenciou diretores ao longo das décadas seguintes.
O aclamado diretor realizou mais de 40 longas-metragens ao longo de 70 anos de carreira, além de curtas-metragens, documentários experimentais, ensaios cinematográficos e vídeos de música.
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REPERCUSSÃO: Veja quem já se pronunciou sobre a morte de Godard
Genial, criativo, polêmico, irrequieto e prolífico são alguns dos adjetivos atribuídos ao cineasta.
O presidente francês, Emmanuel Macron, se pronunciou sobre a morte do cineasta, a quem chamou de “gênio” e “iconoclasta”.
“Jean Luc-Godard foi o mais iconoclasta dos cineastas da Nouvelle Vague. Ele inventou uma arte decididamente moderna e intensamente livre. Perdemos um tesouro nacional e um gênio”, declarou.
Jean-Luc Godard fuma charuto durante entrevista no festival de Cannes em 1982.
Jean-Jacques Levy/ Associated Press
Obras de Godard
Godard iniciou sua carreira como crítico de cinema. Depois, passou a fazer filmes e documentários experimentais.
Entre suas obras de maior destaque estão “Acossado” (1960) e “O desprezo” (1963), estrelado por Brigitte Bardot.
Godard também fez os filmes como “Viver a Vida” (1962), “Alphaville” e “O Demônio das Onze Horas”, ambos de 1965, “Week-End à Francesa” (1967), “Carmen” (1983), “Eu Vos Saúdo Maria” (1985) e “Adeus à Linguagem” (2014).
Quem foi Jean-Luc Godard
Grande parte dos títulos adotava um novo estilo de filmagem, redefinindo as normas de câmera – mais portáteis e com mais movimento -, som e narrativa, além de cortes e diálogos existenciais.
Suas produções também causaram controvérsia em setores tradicionais, com a igreja católica. O longa “Je Vous Salue, Marie” (1985) foi rejeitado pelo então papa João Paulo II e chegou a ser proibido no Brasil na época, sob alegação de que a história era uma ofensa às crenças católicas.
O filme conta duas histórias paralelas. Uma é sobre José (Theirry Rode) e Maria (Myriem Roussel), um casal contemporâneo. José é taxista, Maria trabalha em um posto de gasolina. Um anjo anuncia a Maria que ela está grávida, o marido a acusa de traição, e ambos têm o desafio de aceitar a gravidez e os planos divinos. Na segunda história, um grupo estuda sobre a origem da vida, analisando algumas teorias. O professor de ciências tem um caso com uma aluna, com quem mantem discussões filosóficas. Godard utiliza as imagens e a narrativa para abordar a espiritualidade moderna e a relação entre corpo e espírito.
Em 2014, Godard ganhou o prêmio do júri do Festival de Cannes por “Adeus à Linguagem”. Em 2018, concorreu pela Palma de Ouro em Cannes com “Imagem e Palavra”, uma reflexão sobre o cinema e o mundo.
Além de vários Ursos em Berlim e Leões em Veneza, ele recebeu homenagens pelo conjunto de sua obra em premiações como o César, o Oscar e em Cannes.
Relembre os principais filmes de Godard
Aposentadoria
Em março de 2021, ao completar 90 anos, Godard anunciou planos de se aposentar. Mas antes, declarou que faria mais dois filmes.
“Estou finalizando a minha vida no cinema — sim, minha vida de cineasta — com mais dois roteiros. Depois disso, eu direi: ‘Adeus, cinema!'”, declarou.
Nascido em Paris em 1930, Jean-Luc Godard era de uma família franco-suíça, filho de um médico e neto de um dos fundadores do banco francês Paribas.
O diretor Jean-Luc Godard
AFP
Citações em músicas brasileiras
As influências de Godard também chegaram à música brasileira, com menção ao cineasta na icônica “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana.
“Eduardo e Mônica trocaram telefone, depois telefonaram e decidiram se encontrar. O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver um filme do Godard”.
O cineasta também é citado na faixa “Selvagem”, dos Paralamas do Sucesso.
ASSISTA: Jean-Luc Godard é o tema da coluna de Nelson Motta( veja vídeo mais abaixo)
“O governo apresenta suas armas // Discurso reticente, novidade inconsistente // E a liberdade cai por terra aos pés de um filme de Godard”.
Skank, Engenheiros do Havaí e Cachorro Grande foram outras bandas nacionais que já citaram o diretor em suas canções.
Jean Luc Godard é o tema da coluna de Nelson Motta
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Fonte: G1 Entretenimento

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Audiência de transmissão do Emmys cai para o menor nível de todos os tempos


Premiação da televisão norte-americana aconteceu nesta segunda-feira (12). ‘Ted Lasso’ e ‘Succession’ foram dois grandes vencedores da noite. Equipe e elenco de ‘Succession’ recebe prêmio de melhor série de drama no Emmy 2022
Kevin Winter/Getty Images North America/AFP
A audiência da televisão norte-americana deste ano para a estrelada cerimônia anual de premiação do Emmy caiu cerca de 24%, para 5,9 milhões de pessoas, em comparação com o ano de 2021, informou a emissora NBC nesta terça-feira (13), marcando uma baixa histórica, de acordo com a publicação do setor “Variety”.
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A NBC combinou a audiência de seu serviço de streaming Peacock e sua transmissão de TV em rede para calcular o total de visualizações. Tanto a NBC quanto a Peacock são unidades da Comcast Corp.
A audiência de todas as badaladas cerimônias de premiação tem caído nos últimos anos. A alta mais recente da transmissão da premiação foi em 2013, quando cerca de 17,7 milhões de pessoas assistiram à cerimônia do Emmy.
O Emmy, o maior prêmio da televisão, foi entregue em uma segunda-feira (12) este ano, em vez do típico domingo, para evitar conflitos com a programação da NFL na NBC.
A premiação contou com vários vencedores repetidos do ano passado, entre eles “Succession” como melhor drama e “Ted Lasso” como melhor comédia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Irene Papas, estrela de ‘Zorba, o Grego’, morre aos 93 anos


Ela era uma das atrizes gregas mais conhecidas no exterior. A causa da morte não foi divulgada. Irene Papas no filme ‘Ifigênia’, de 1977
Reprodução/IMDb
A atriz grega Irene Papas, reconhecida por sua participação em filmes consagrados como “Os Canhões de Navarone” e “Zorba, o Grego”, morreu aos 93 anos, anunciou o ministério da Cultura de seu país.
Irene Papas “personificava a beleza grega na tela e nos palcos”, afirmou em um comunicado a ministra da Cultura, Lina Mendoni.
De acordo com a agência estatal ANA, Irene Papas morreu na manhã desta quarta-feira (14).
A causa da morte não foi divulgada, mas o estado de saúde da atriz já estava frágil há vários anos.
Ela era uma das atrizes gregas mais conhecidas no exterior, ao lado de Melina Mercouri, e participou de quase 60 filmes durante a carreira de seis décadas.
Trabalhou ao lado de astros como Richard Burton, Kirk Douglas, James Cagney e Jon Voigt.
Irene Papas recebeu vários prêmios, incluindo o de melhor atriz em 1961 no Festival de Berlim por “Antígona” e um Leão de Ouro em Veneza em 2009 pelo conjunto de sua carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ramsey Lewis, mestre do jazz, morre aos 87 anos


Músico gravou quase 80 álbuns, ganhou três prêmios Grammy e recebeu o maior prêmio do Fundo Nacional para as Artes dos Estados Unidos. Ramsey Lewis
Bryan Bedder/Getty Images North America/AFP
Ramsey Lewis, famoso pianista de jazz que fez uma fusão pop na década de 1960 que o transformou em um inesperado autor de sucessos, morreu na segunda-feira (12) aos 87 anos.
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A esposa do músico, vencedor de três Grammy, informou que ele morreu “em paz em sua casa em Chicago”.
O artista, nascido em 27 de maio de 1935, aprendeu música na igreja, onde o pai, fã de jazz, era diretor do coral.
Em 1956 Lewis lançou o álbum de estreia com seu trio, que incluía o baixista Eldee Young e o percussionista Redd Holt.
Os três se tornaram famosos nos círculos de jazz. Em 1965, Lewis virou uma sensação do dia para a noite com o inesperado sucesso “The ‘In’ Crowd’, uma versão instrumental da popular canção de Dobie Gray para a Motown.
A canção entrou para a lista de sucessos da Billboard, algo raro para uma música de jazz em uma época dominada pelo rock, pop e R&B.
Dois singles do trio tiveram sucessos similares, versões de “Hang on Sloopy” do McCoys e “A Hard Day’s Night” dos The Beatles.
Lewis gravou quase 80 álbuns e recebeu o maior prêmio do Fundo Nacional para as Artes dos Estados Unidos em 2007.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Raia ergue ponte com Chico Chico em single autoral


Paula Raia – cantora cujo nome artístico é Raya – e Chico Chico na gravação da música ‘Pontes’
Divulgação
♪ Paula Raia, cantora e compositora carioca que se apresenta artisticamente com o nome de Raya, volta ao disco três meses após a edição do álbum Tô, lançado em junho com repertório autoral. A artista apresenta música inédita de lavra própria, Pontes, em gravação feita em dueto com Chico Chico.
O lançamento do single Pontes está agendado para 23 de setembro. Felipe Rodarte assina a produção musical da gravação, feita com os violões de Victor Ribeiro, parceiro de Raya na formatação do álbum Tô.
Pontes é apresentada como música que versa sobre a “quebra de muros separatistas” para aproximar as pessoas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Viper lança ‘Timeless’, música-título do sétimo álbum de estúdio da banda paulistana de metal


♪ Timeless é o título do primeiro álbum de estúdio da banda Viper em 15 anos. O sucessor de All my life (2007) tem lançamento previsto para o fim deste ano de 2022.
Com as gravações iniciadas no primeiro trimestre de 2021, o álbum Timeless é o primeiro do grupo paulistano de heavy metal com a formação composta por Leandro Caçoilo (voz), Felipe Machado (guitarra), Kiko Shred (guitarra), Pit Passarell (baixo e vocal e Guilherme Martin (bateria).
A música-título Timeless é composição de autoria do guitarrista Felipe Machado. Lançada em single hoje, 13 de setembro, a faixa Timeless é caracterizada como volta do Viper “às origens do power metal” e chega ao mundo após os singles Freedom of speech e Under the sun.
Gravado com produção musical de Maurício Cersosimo, Timeless é o sétimo álbum de estúdio da banda Viper.
Capa do single ‘Timeless’, da banda Viper
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Em câmera lenta’, de Renato Tapajós, ganha nova edição 45 anos após lançamento do original


Livro sobre luta armada foi escrito durante prisão do autor na ditadura militar e apreendido pouco depois do lançamento, em 1977. Capa de ‘Em câmera lenta’, de Renato Tapajós
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“Em câmera lenta”, escrito por Renato Tapajós durante o período em que esteve preso pela ditadura militar, ganhou nova edição pela editora Carambaia. Com lançamento da versão digital na última quarta-feira (7), a edição impressa em capa dura está prevista para o dia 20.
O romance sobre a luta armada, que narra as atividades clandestinas do grupo do qual o narrador faz parte, foi escrito pelo autor na prisão e levado para fora por seus pais em pequenos pacotes, escondidos embaixo de suas línguas.
Publicada em 1977, três anos depois de sua liberdade, a obra foi apreendida pelos militares por ser considerado subversivo. Ele chegou a receber uma nova edição em 1979, e só volta a ser publicado agora.
Nascido em Belém (PA) em 1943, Tapajós mudou-se para São Paulo nos anos 1960 e se envolveu com a resistência à ditadura. Cineasta, lançou documentários como o “Em nome da segurança nacional” (1984), “O rosto no espelho” (2009) e “A esquerda em transe” (2018).

Fonte: G1 Entretenimento