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Morre Jean-Luc Godard: 9 curiosidades sobre o homem que reinventou o cinema 


Ao longo de uma prolífica carreira de mais de meio século, Jean-Luc Godard provocou, desconcertou, encantou e inspirou. Godard no set de filmagem de ‘O Demônio das Onze Horas’
Getty Images via BBC
Jean-Luc Godard, que morreu nesta terça-feira (13) aos 91 anos, foi um dos diretores mais influentes da história do cinema.
O cineasta franco-suíço ganhou fama no final dos anos 1950 como uma dos protagonistas do movimento francês conhecido como Nouvelle Vague, dirigindo dezenas de filmes em uma carreira que durou mais de meio século.
A seguir, confira nove curiosidades sobre Godard:
1. Ele mudou o cinema com uma garota e uma arma
Tudo o que você precisa para fazer um filme, escreveu Godard certa vez, é uma “garota e uma arma”. Ele provou isso durante sua estreia em 1960, com “Acossado”.
A garota, Patricia, está envolvida com um criminoso, Michel, que está fugindo por ter atirado em um policial. Ela o trai, e a polícia o mata na rua.
“Acossado” lembra um drama policial, mas como em muitas de suas obras, o enredo era apenas uma moldura para Godard explorar a cultura, experimentar a imagem e analisar o próprio cinema.
Teve um impacto instantâneo, sendo aclamado e gerando um enorme lucro sobre seu parco orçamento.
Quase 60 anos depois, é amplamente reconhecido como um clássico — e sua força ainda surpreende.
2. Ele rompeu com a convenção
Um dos elementos mais radicais de “Acossado” foi o uso proeminente da técnica de edição conhecida como jump cut.
A produção cinematográfica antes e depois da estreia de Godard favorece em grande parte a edição suave para dar a ilusão de tempo contínuo.
Em contrapartida, em “Acossado”, Godard cortava a cena bruscamente, fazendo o tempo parecer saltar para a frente.
‘Jump-cuts’ em ‘Acossado’: Godard fazia cortes dentro das cenas, fazendo com que a imagem saltasse para a frente no tempo e no espaço
BREATHLESS via BBC
É desconcertante, como Godard certamente pretendia que fosse. No mínimo, prende a atenção do espectador, mas também foi interpretado como reflexo do tédio de Michel ou como uma tentativa de Godard de forçar seu público a refletir sobre a natureza do cinema.
Ao longo de sua carreira, Godard brincaria com a gramática da produção cinematográfica.
3. Ele reescreveu o roteiro
Tiveram outras inovações. “Acossado” foi filmado em locações, usando câmeras portáteis de mão, com Godard escrevendo o roteiro no dia e fornecendo as falas aos atores enquanto gravavam.
Esta foi outra ruptura com a tradição, diante dos filmes caros liderados por estúdios que dependiam de roteiros bem amarrados, grandes equipes e storyboards.
A técnica usada por Godard dá a Acossado uma grande espontaneidade e uma sensação de documentário.
Ele a usaria em muitos de seus filmes, enfurecendo as estrelas que chegavam ao set de filmagem ainda sem saber quais seriam suas falas.
Godard concebeu novas formas de fazer cinema, mas eram uma dor de cabeça para os outros envolvidos
Getty Images via BBC
Godard e seus contemporâneos da Nouvelle Vague viam os verdadeiros grandes filmes como aqueles carimbados com a visão do diretor — e que melhor maneira de controlar um filme se você está de fato criando à medida que acontece.
4. Ele era um grande cinéfilo
Godard pode ter sido um iconoclasta, mas veio de um lugar de profundo conhecimento e afeição pelo cinema.
Antes de se tornar diretor, ele era um ávido cinéfilo — às vezes, assistia ao mesmo filme várias vezes no mesmo dia nos clubes que ele e outras figuras da Nouvelle Vague frequentavam.
Como outras figuras da época, ele foi primeiro crítico, desenvolvendo suas ideias sobre o que ele achava que deveria ser o cinema que ele foi capaz de realizar na prática.
Seus filmes estão repletos de referências a outras obras e, mesmo quando ele buscava fazer o cinema avançar, ele não conseguia deixar de olhar para trás.
5. Ele continuou inovando
“Acossado” por si só teria garantido seu lugar na história do cinema, mas sua carreira foi prolífica. O site IMDB lista mais de 100 obras, entre curtas, documentários, séries de TV e mais de 40 longa-metragens.
A década de 1960 testemunhou seus trabalhos mais celebrados e amplamente assistidos — desde “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), que ele chamou de “musical neorrealista”, até a ficção científica distópica “Alphaville” (1965) e a comédia de humor ácido “Week-end à Francesa” (1967), em que Emily Bronte é incendiada.
Depois de “Week-end à Francesa”, ele abraçou o radicalismo político, fazendo uma série de filmes com temas marxistas que culminou com “Tudo Vai Bem” (1972).
Godard e Brigitte Bardot (à direita), que foi a protagonista de ‘O Desprezo’, filme de 1963
Getty Images via BBC
Nas décadas que se seguiram, ele recontou o nascimento virginal, provocando uma reclamação do então Papa João Paulo 2º (“Eu Vos Saúdo, Maria”), tentou e falhou em recrutar Richard Nixon como ator (“Rei Lear”) e lançou uma história pessoal épica do cinema (“História(s) do cinema”). Em 2014, já na casa dos 80 anos, lançou um filme experimental em 3D estrelado por seu cachorro Roxy (“Adeus à Linguagem”).
6. Ele botou o público para trabalhar
Não há como fugir disso — os filmes de Godard vão do desafiador ao quase incompreensível.
Ele teve sucesso comercial, mas trabalhos posteriores tiveram lançamentos limitados, apesar da adoração da crítica.
Godard era um leitor voraz, além de apaixonado pelo cinema — e o peso das referências pode ser desconcertante. Com apenas 70 minutos de duração, “Adeus à Linguagem”, por exemplo, está repleto referências ao pintor abstrato Nicolas de Staël, ao autor modernista americano William Faulkner e ao matemático Laurent Schwartz.
Também está em cena uma das influências mais importantes de Godard, o dramaturgo alemão Bertolt Brecht.
Brecht queria que seu público permanecesse criticamente engajado em sua obra e, por isso, empregou vários métodos para desestabilizá-lo e lembrá-lo de que está assistindo a algo artificial.
Vários dos filmes de Godard usam artifícios brechtianos, como “A Chinesa” (1967), que inclui legendas lúgubres e atores quebrando a chamada “quarta parede”, com Godard deixando até a claquete no início das cenas.
7. Ele se colocou em sua arte
Em muitas de suas obras, o protagonista pode ser visto como um representante do próprio Godard.
Em “O Desprezo” (1963), Michel Piccoli interpreta um dramaturgo francês encarregado de retrabalhar uma adaptação cinematográfica de Ulisses.
O filme explora as tensões entre mercantilismo e criatividade e retrata um casamento em ruínas, inspirado na relação de Godard com Anna Karina, a estrela de vários de seus filmes.
Godard com Anne Wiazemsky, sua ex-mulher e estrela de vários de seus filmes
Getty Images via BBC
Os personagens no filme são muitas vezes um porta-voz para ele próprio, mas em anos posteriores ele se tornou um elemento dos seus filmes.
Em 1995, lançou o autobiográfico “JLG/JLG – Autorretrato de Dezembro”, e seus ensaios apresentam sua própria voz, mais recentemente “Imagem e Palavra” (2018).
Uma resenha do crítico americano Roger Ebert sobre Godard o descreveu em 1969 como “profundamente dentro de seu próprio universo”, uma boa explicação de por que os filmes de Godard podem ser tão distintos e tão frustrantes.
8. Ele podia ser um ‘merda’ às vezes
Não injustificadamente Godard tinha a reputação de ser difícil tanto pessoal quanto profissionalmente.
Seus dois casamentos, primeiro com Anna Karina e depois com Anne Wiazemsky, foram tempestuosos, algo que transbordou em seus filmes.
Irritado com a edição feita pelo produtor Iain Quarrier de seu documentário dos Rolling Stones, “Sympathy for the Devil” (1968), Godard deu um soco na cara dele quando o filme foi exibido em Londres.
Houve uma briga extraordinária com seu amigo, outro grande diretor da Nouvelle Vague, François Truffaut.
Em 1973, Godard escreveu para Truffaut atacando seu último filme, “A Noite Americana”, e pedindo financiamento para dar uma resposta. Truffaut escreveu uma resposta furiosa, acusando Godard de se comportar “como um merda” e listando anos de má conduta de Godard. Sem surpresa, Truffaut se recusou a pagar pelo filme de Godard. O relacionamento da dupla nunca se recuperou.
As filmagens de ‘Sympathy For the Devil’, também conhecido como ‘One Plus One’
Getty Images via BBC
Mas a colaboração também foi uma parte importante de sua carreira.
Seus primeiros filmes não seriam os mesmos sem Karina ou Wiazemsky, tampouco sem Jean-Paul Belmondo
Ele estabeleceu uma estreita parceria com o pensador de esquerda Jean-Pierre Gorin e o diretor de fotografia Raoul Coutard, que disse: “Ele pode ser um merda… mas é um gênio”.
Desde a década de 1970, sua colaboradora mais importante era sua parceira de vida, a cineasta suíça Anne-Marie Miéville.
9. Mas ele também foi uma inspiração
As indústrias cinematográficas de todo o mundo viveram suas próprias Nouvelle Vagues. A Nouvelle Vague americana nos deu obras como “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Bala”, “Chinatown” e “Tubarão”.
O trabalho de Godard — seja pessoal, experimental, político ou todos os três — teve um impacto enorme.
O diretor americano Quentin Tarantino chamou sua produtora de A Band Apart, uma referência ao filme de Godard Bando à Parte (1963). O diretor italiano Bernardo Bertolucci incluiu uma homenagem a ele em seu filme “Os Sonhadores”.
A influência de Godard pode ser vista na ambiguidade entre documentário e ficção do diretor iraniano Abbas Kiarostami ou na obra tematicamente e formalmente provocativa do dinamarquês Lars Von Trier.
Quatro filmes de Godard fizeram parte da lista dos 50 melhores filmes de todos os tempos da revista de cinema britânica Sight and Sound — “Acossado”, “O Desprezo”, “O Demônio das Onze Horas” e “História(s) do cinema”.
*Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62889030

Fonte: G1 Entretenimento

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Jean-Luc Godard recorreu ao suicídio assistido, diz jornal; ‘Ele não estava doente, estava simplesmente exausto’


Segundo o Libération, fontes próximas ao cineasta franco-suíço informaram que ele recorreu à prática legalizada na Suíça. Diretor de ‘Acossado’ (1960) e ‘O desprezo’ (1963) rompeu paradigmas ao cinema mundial e influenciou produções cinematográficas ao longo das décadas posteriores. Quem foi Jean-Luc Godard
Segundo o jornal Libération, Jean-Luc Godard morreu por suicídio assistido. O cineasta franco-suíço morreu nesta terça-feira (13), aos 91 anos.
De acordo com a publicação, uma fonte da família de Godard afirmou que “Ele não estava doente, estava simplesmente exausto”. “Foi uma decisão dele e é importante que se saiba”, completou a fonte do jornal.
Ainda segundo o Libération, uma segunda pessoa próxima ao cineasta confirmou a informação. A família ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.
O suicídio assistido é legalizado na Suíça, desde que o paciente não tenha ajuda de terceiros no momento da morte.
Mais cedo, em um comunicado, Anne-Marie Miéville, mulher de Godar, afirmou que o cineasta “morreu pacificamente em casa, cercado por entes queridos”, em Rolle, àss margens do Lago de Genebra.
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Jean-Luc Godard posa para foto durante cerimônia de premiação do ‘Grand Prix Design’, em Zurique, Suíça, em 30 de novembro de 2010
Christian Hartmann/Reuters/Arquivo
Godard é um dos fundadores da Nouvelle Vague, um dos movimentos mais importantes do cinema mundial, criado na França no fim dos anos 1950 e que levou novos paradigmas de estética às produções cinematográficas do mundo inteiro.
Cortes bruscos, câmera em mãos e diálogos existenciais são algumas das características que definem a estética do movimento, que influenciou diretores ao longo das décadas seguintes.
O aclamado diretor realizou mais de 40 longas-metragens ao longo de 70 anos de carreira, além de curtas-metragens, documentários experimentais, ensaios cinematográficos e vídeos de música.
Genial, criativo, polêmico, irrequieto e prolífico são alguns dos adjetivos atribuídos ao cineasta.
O presidente francês, Emmanuel Macron, se pronunciou sobre a morte do cineasta, a quem chamou de “gênio” e “iconoclasta”.
“Jean Luc-Godard foi o mais iconoclasta dos cineastas da Nouvelle Vague. Ele inventou uma arte decididamente moderna e intensamente livre. Perdemos um tesouro nacional e um gênio”, declarou.
Jean-Luc Godard fuma charuto durante entrevista no festival de Cannes em 1982.
Jean-Jacques Levy/ Associated Press
PERFIL: Quem foi Jean-Luc Godard vanguardista que rompeu com linearidade e os padrões de Hollywood
REPERCUSSÃO: Veja quem já se pronunciou sobre a morte de Godard
Obras
Godard iniciou sua carreira como crítico de cinema. Depois, passou a fazer filmes e documentários experimentais.
Entre suas obras de maior destaque estão “Acossado” (1960) e “O desprezo” (1963), estrelado por Brigitte Bardot. Godard também é responsável por filmes como “Viver a Vida” (1962), “Alphaville” e “O Demônio das Onze Horas”, ambos de 1965, “Week-End à Francesa” (1967), “Carmen” (1983), “Eu Vos Saúdo Maria” (1985) e “Adeus à Linguagem” (2014).
Grande parte dos títulos adotava um novo estilo de filmagem, redefinindo as normas de câmera – mais portáteis e com mais movimento -, som e narrativa, além de cortes e diálogos existenciais.
Suas produções também causaram controvérsia em setores tradicionais, com a igreja católica. O longa “Je Vous Salue, Marie” (1985) foi rejeitado pelo então papa João Paulo II e chegou a ser proibido no Brasil na época, sob alegação de que a história era uma ofensa às crenças católicas.
O filme conta duas histórias paralelas. Uma é sobre José (Theirry Rode) e Maria (Myriem Roussel), um casal contemporâneo. José é taxista, Maria trabalha em um posto de gasolina. Um anjo anuncia a Maria que ela está grávida, o marido a acusa de traição, e ambos têm o desafio de aceitar a gravidez e os planos divinos. Na segunda história, um grupo estuda sobre a origem da vida, analisando algumas teorias. O professor de ciências tem um caso com uma aluna, com quem mantem discussões filosóficas. Godard utiliza as imagens e a narrativa para abordar a espiritualidade moderna e a relação entre corpo e espírito.
Em 2014, Godard ganhou o prêmio do júri do Festival de Cannes por “Adeus à Linguagem”. Em 2018, concorreu pela Palma de Ouro em Cannes com “Imagem e Palavra”, uma reflexão sobre o cinema e o mundo.
Além de vários Ursos em Berlim e Leões em Veneza, ele recebeu homenagens pelo conjunto de sua obra em premiações como o César, o Oscar e em Cannes.
Em março de 2021, ao completar 90 anos, Godard anunciou planos de se aposentar. Mas antes, declarou que faria mais dois filmes. “Estou finalizando a minha vida no cinema — sim, minha vida de cineasta — com mais dois roteiros. Depois disso, eu direi: ‘Adeus, cinema!'”, declarou.
Nascido em Paris em 1930, Jean-Luc Godard era de uma família franco-suíça, filho de um médico e neto de um dos fundadores do banco francês Paribas.
O diretor Jean-Luc Godard
AFP
Citações em músicas brasileiras
As influências de Godard também chegaram à música brasileira, com menção ao cineasta na icônica “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana.
“Eduardo e Mônica trocaram telefone, depois telefonaram e decidiram se encontrar. O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver um filme do Godard”.
O cineasta também é citado na faixa “Selvagem”, dos Paralamas do Sucesso.
“O governo apresenta suas armas // Discurso reticente, novidade inconsistente // E a liberdade cai por terra aos pés de um filme de Godard”.
Skank, Engenheiros do Havaí e Cachorro Grande foram outras bandas nacionais que já citaram o diretor em suas canções.
Veja também:
ASSISTA: Jean-Luc Godard é o tema da coluna de Nelson Motta
Jean Luc Godard é o tema da coluna de Nelson Motta
Veja abaixo por que “Cidadão Kane”, de Orson Welles, é considerado por muitos o melhor filme da história:
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Eduardo e Mônica’, ‘Selvagem’ e mais: veja quando Godard foi citado na música brasileira


Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e Skank foram algumas das bandas que fizeram referência ao aclamado cineasta francês em suas canções. Jean-Luc Godard morreu nesta terça-feira (13), aos 91 anos. Jean-Luc Godard posa para foto durante cerimônia de premiação do ‘Grand Prix Design’, em Zurique, Suíça, em 30 de novembro de 2010
Gaetan Bally/Keystone via AP/Arquivo
“O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver o filme do Godard”.
O trecho da música “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana, é uma das várias citações ao cineasta francês na música brasileira.
Jean-Luc Godard morreu nesta terça-feira (13), aos 91 anos. O aclamado cineasta foi referência para inúmeros diretores ao longo de décadas, mas também serviu de inspirações para artistas nacionais.
Relembre músicas brasileiras com citações a Jean-Luc Godard:
“Eduardo e Mônica” (Legião Urbana)
Legião Urbana usa o nome do diretor para falar sobre as diferenças entre Eduardo e Mônica (que não foram suficientes para separar o casal).
“Eduardo e Mônica trocaram telefone // Depois telefonaram e decidiram se encontrar // O Eduardo sugeriu uma lanchonete // Mas a Mônica queria ver o filme do Godard”
“Selvagem” (Paralamas do Sucesso)
Paralamas do Sucesso usaram o nome do diretor como referência na faixa “Selvagem”. A faixa foi lançada em 1986, logo após o filme do diretor “Eu Te Saúdo, Maria” ser proibido no Brasil, sob alegação de que a história era uma ofensa às crenças católicas.
“O governo apresenta suas armas // Discurso reticente, novidade inconsistente // E a liberdade cai por terra // Aos pés de um filme de Godard”
“Cinema Novo” (Gilberto Gil)
Ao falar sobre o Cinema Novo na faixa lançada em 1993, Caetano Veloso e Gilberto Gil usa muitas referências das telonas para as rimas de suas canções. Em uma das citações, usam a palavra “Acossado”, citando, assim, um dos maiores clássicos de Godard, lançado em 1960.
“E o filme disse: “Eu quero ser Poema” // Ou mais: “Quero ser filme e filme-filme” // “Acossado” no “Limite” da “Garganta do Diabo” // Voltar à Atlântida e ultrapassar “O Eclipse” // Matar o ovo e ver a Vera Cruz”
“Sam” (Skank)
Skank usou o nome do cineasta para os versos de “Sam”, música que integra o álbum “Calango”, lançado em 1994.
“Cineclube á tarde, filme de Godard e Bergman // Nunca mais vou esquecer // Te conheci na vida, te conheci num fim de ano // Aonde você vai, Sam? // Vou ali, depois te amo”
“Carecas do Jamaica” (Engenheiros do Havaí)
Em 1989, a banda Engenheiros da Jamaica gravou a faixa “Carecas do Jamaica”, também citando o diretor. Nei Lisboa, um dos compositores da música junto a Augusto Licks, também gravou a canção.
“Vinde a mim as criancinhas do nordeste // Que eu ensino a fome a receber cachê // Deixa estar, Godard, que a estrela do oriente nos enreda nessa rede de TV”.
“Cinema” (Cachorro Grande)
Cachorro Grande fez referência ao cineasta ao falar sobre as diferenças nas preferências de duas pessoas sobre filmes na música “Cinema”.
“Então você acha normal chorar nos filmes de natal? // Que quando passam na Tv e E você não queria ver? // Daí você botou Godard Só pra me incomodar // Você não gosta dos filmes que eu mostrei pra você // E eu não gosto dos filmes que você vê”
“Anselmo” (Luisa mandou um beijo)
Em 2014, a banda carioca Luisa mandou um beijo lançou a faixa “Anselmo”, fazendo referência a Godard e outros cineastas.
“Peça ajuda ao Glauber e convide a Lygia para almoçar numa terça-feira e lhe contar os seus lamúrios de burguesa. Jean-Luc Godard desfez o mar e Buñuel também foi Deus.”
Quem foi Jean-Luc Godard

Fonte: G1 Entretenimento

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Fim da era dos corgis: Bluebell e Beth são os novos pets reais


As duas cadelas foram resgatadas por uma instituição e levadas para o palácio por Camilla. Rei Charles III e a rainha consorte Camilla posam com seus cachorros Beth e Bluebell, quando ainda eram duque e duquesa
Reprodução/Clarence House
O Palácio de Buckingham terá novos pets frequentando seus corredores. Os cães da raça Jack Russell Terrier adotados pela rainha consorte Camilla e o rei Charles III ficarão na residência oficial da rainha consorte e do rei.
Os tradicionais corgis da rainha Elizabeth II ficarão com o príncipe Andrew e sua ex-mulher Sarah, confirmou a BBC.
Bluebell (esq.) e Beth (dir.), pets oficiais do rei Charles III e da rainha consorte Camilla
Reprodução/Clarence House
Agora Bluebell e Beth serão os pets oficiais do reinado.
Elas foram adotadas pelo casal real quando ainda eram parte de um centro de resgate chamado Battersea, o qual Camilla ajuda há um bom tempo.
Rainha consorte, Camilla, segurando a cadelinha Beth durante evento da Battersea enquanto ela morte uma bandeira
Steve Parsons/PA via AP
“A Bluebell foi encontrada vagando pela floresta, sem cabelo, coberta de feridas, praticamente morta. O cabelo já cresceu e ela é muito dócil”, disse Camilla à Rádio BBC 5.
A organização já existe há mais de 160 anos e diz ter resgatado mais de 3 milhões de animais, que receberam novos lares.
Camilla segurando sua cadela Beth durante evento da Battersea em dezembro de 2020
Steve Parsons/PA via AP
A rainha consorte também colobora com a instituição Medical Detection Dogs, que treina cães para ajudar pessoas com necessidades, desde dificuldade de locomoção até problemas psicológicos.
Rainha consorte, Camilla, enquanto ainda era duquesa, em evento da Medical Detection Dogs
Reprodução/Clarence House
Beth
Beth, pet do Rei Charles III e da rainha consorte Camilla
Reprodução/Clarence House
Bluebell
Bluebell, pet do rei Charles III e da rainha consorte Camilla
Reprodução/Clarence House
Jack Russell Terrier
A raça, tipicamente inglesa, já foi escolhida por Charles quando ele era mais jovem. Na década de 1990, ele teve um Jack Russell Terrier chamado Tiger, que morreu em 2002.

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja a repercussão da morte do cineasta francês Jean Luc-Godard


Segundo jornal francês “Liberation”, cineasta morreu aos 91 anos. Diretor de “Acossado” (1960) e “O desprezo” (1963) rompeu paradigmas ao cinema mundial e influenciou produções cinematográficas ao longo das décadas posteriores. O diretor Jean-Luc Godard
AFP
O cineasta francês Jean Luc-Godard, considerado o pioneiro da Nouvelle Vague, morreu nesta terça-feira (13) aos 91 anos.
Ele realizou mais de 40 longa-metragens ao longo de 70 anos de carreira, além de curta-metragens, documentários experimentais, ensaios cinematográficos e vídeos de música.
Entre suas obras de maior destaque estão “Acossado” (1960) e “O desprezo” (1963). Godard também é responsável por filmes como “Viver a Vida” (1962), “Week-End à Francesa” (1967), “Carmen” (1983), “Eu Vos Saúdo Maria” (1985) e “Adeus à Linguagem” (2014).
Veja a repercussão da morte:
Emmanuel Macron
Presidente francês Emmanuel Macron lamenta morte do cineasta Godard
Reprodução/Twitter
O presidente francês, Emmanuel Macron, se pronunciou sobre a morte do cineasta, quem chamou de “gênio” e “iconoclasta”.
“Jean Luc-Godard foi um iconoclasta. Perdemos um tesouro nacional e um gênio”, declarou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem foi o cineasta Jean-Luc Godard

O premiado diretor francês morreu nesta terça-feira e foi um dos precursores da Nouvelle Vague, movimento que criou uma nova linguagem para o cinema autoral na década de 1960. Jean-Luc Godard, morto nesta terça-feira (13) aos 91 anos, foi um cineasta franco-suíço que esteve entre os criadores do movimento de vanguarda cinematográfica Nouvelle vague (“Nova onda”, em tradução literal), que ousou ao criar com uma nova estética na linguagem do cinema na década de 1960.
Ao lado de nomes como François Truffaut, Alan Resnais, Claude Chabrol e Agnès Varda, Godard foi precursor na escola que buscava quebrar a linearidade no modo de se filmar, com forte influência dos movimentos estudantis do conturbado maio de 1968. Críticos do cinema tradicional de sua época, este grupo de cineastas fugia dos padrões de Hollywood em defesa da experimentação.
Godard seguiu carreira como premiado diretor de cinema até os últimos anos de sua vida, tendo em seu currículo clássicos como Acossado (1960), “Viver a Vida” (1962), “Week-End à Francesa” (1967), “Carmen” (1983), “Eu Vos Saúdo Maria” (1985) e “Adeus à Linguagem” (2014).
Ao longo de quase 70 anos de carreira, o cineasta produziu mais de 40 longas-metragens, numerosos curtas, documentários experimentais, ensaios cinematográficos e vídeos de música.
Veja vídeo sobre Godard na coluna de Nelson Motta, no Jornal da Globo, em 2021:
Jean Luc Godard é o tema da coluna de Nelson Motta

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Jean-Luc Godard

O cineasta Jean Luc-Godard morreu nesta terça-feira (13).
Esta notícia está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chris Martin curte ‘Roda de Ska’ na Praia de Ipanema: ‘Fiquei pensando de onde o conhecia’


No domingo (11), o vocalista do Coldplay, headliner do dia anterior do Rock in Rio, assistia à apresentação ao lado do empresário da banda, Phil Harvey, em um quiosque em Ipanema. Músicos relembram momento em que descobriram que o artista estava ali. Após o Rock in Rio, Chris Martin curte ‘Roda de Ska’ na Praia de Ipanema
No domingo (12), a segunda vez que a “Roda de Ska” se apresentava no Rio de Janeiro, em um dia nublado em um quiosque da Praia de Ipanema. Na plateia, com os pés descalços, de moletom e toca, estava Chris Martin, vocalista do Coldplay, headliner do dia anterior do Rock in Rio.
O projeto reúne três grupos de ska – estilo musical jamaicano parecido com o reggae, mas mais animado. A intenção é fazer como uma roda de samba, sentar ao redor de uma mesa e beber cerveja. Eles chegaram a cogitar remarcar a apresentação por causa do tempo chuvoso.
Feira do Rio Antigo, Beco do Rato, São Januário: conheça os programas cariocas das estrelas internacionais do Rock in Rio
Phil Harvey e Chris Martin em quiosque em Ipanema no domingo (11)
Arquivo pessoal
Léo Villa Verde, de 45 anos, da banda Los Benicios Faltosos, estava no ukulele quando viu chegar o rosto familiar, mas não reconheceu o cantor.
“Não pensei imediatamente: ‘É o Chris Martin’. Eu estava tocando e fiquei pensando de onde o conhecia. Se era dali mesmo da roda, se ele era de alguma outra banda, amigo de amigo, e não associei”, relembra sobre descobrir que “o carinha do gorro era um dos músicos mais conhecidos do mundo”.
Junto de Chris Martin, estava o empresário Phil Harvey, idealizador das turnês do Coldplay. Até serem reconhecidos, eles estavam dançando, rindo e aplaudindo.
Foi então que começou um burburinho ao redor do grupo. O baixista Paulo Monnerat, de 38 anos, dos grupos Don Robalo e Jamelão Sound System, estava cantando ‘A Praieira’, de Chico Science e Nação Zumbi.
“Foi engraçadíssimo”, descreve. “No meio da letra, o rapaz veio no meu ouvido e contou: ‘Olha, tem um maluco do Coldplay que está na roda do pessoal, está curtindo o som de vocês’. E eu, no meio da música: ‘É mesmo? Jura?’”.
No vídeo, é possível escutar Paulo falando ao microfone: “Sério?”. Paulo conta que decidiu fazer uma piada em inglês, dizendo como seria o nome “A Praieira” no idioma.
O baixista diz que parte do repertório era de bandas inglesas, o que deve ter chamado a atenção do cantor.
Richard Barros, de 38 anos, trombonista da banda Don Robaldo, estava de costas para Chris. Ele brinca que viu a movimentação “estranha” e escutou o colega dizer algo em inglês.
“Quando a gente acabou de tocar, alguém me falou ‘O Chris Martin estava atrás de você’. Eu olhei e ele já tinha saído um pouco correndo, porque parecia que as pessoas já estavam reconhecendo”, diz.
Nem mesmo a esposa de Léo, fã do Coldplay, reconheceu o ídolo.
“Ela só acreditou que o cara a 1 metro dela era ele (Chris Martin) quando eu mostrei a foto. Ela está querendo me bater até agora”, brinca.
“Coldplay é uma das maiores bandas da atualidade, foi uma honra incrível saber que chegaram perto pra ouvir nosso som”, define Richard.
Um dos vídeos mostra Chris Martin viralizou no fã-clube do Coldplay. Nele, a roda cantava “Ska”, dos Paralamas do Sucesso – e o grupo repostou. Com a repercussão, um pouco mais de 24 horas, o projeto já saltou de 200 para mais de 700 seguidores no Instagram.
‘Roda de ska’ no Arpoador
Manuella Neiva/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Emmy 2022: ‘The White Lotus’, ‘Ted Lasso’ e ‘Succession’ são grandes vencedores


Série confirmaram favoritismo em noite com poucas surpresas. Jason Sudeikis agradece seu prêmio como melhor ator em ‘Ted Lasso’ no Emmy 2022
Mario Anzuoni/Reuters
“The White Lotus”, “Ted Lasso” e “Succession” foram as três grandes vencedoras do Emmy 2022 nesta segunda-feira (12). O principal prêmio da televisão americana aconteceu em Los Angeles.
FOTOS: Veja imagens da premiação
Michael Keaton foi o primeiro vencedor da noite, como melhor ator em série limitada, antologia ou filme para TV por “Dopesick”.
Lee Jung-jae, de “Round 6”, se tornou o primeiro homem asiático a ganhar um Emmy de melhor ator em drama.
Os programas que poderiam concorrer ao Emmy deste ano tiveram que estrear entre junho de 2021 e maio de 2022.
Veja abaixo os vencedores da noite (em negrito) atualizados em tempo real:
Série de drama
“Better Call Saul”
“Euphoria”
“Ozark”
“Ruptura”
“Round 6”
“Stranger Things”
“Succession”
“Yellowjackets”
Série de comédia
“Abbott Elementary”
“Barry”
“Curb Your Enthusiasm”
“Hacks”
“The Marvelous Mrs. Maisel”
“Only Murders in the Building”
“Ted Lasso”
“What We Do in the Shadows”
Série limitada, antologia ou filme para TV
“Dopesick”
“The Dropout”
“Inventando Anna”
“Pam & Tommy”
“The White Lotus”
Lee Jung-jae agradece pelo prêmio de melhor ator em série de drama por ‘Round 6’ no Emmy 2022
Patrick T. Fallon/AFP
Ator em série de drama
Jason Bateman, “Ozark”
Brian Cox, “Succession”
Lee Jung-jae, “Round 6”
Bob Odenkirk, “Better Call Saul”
Adam Scott, “Ruptura”
Jeremy Strong, “Succession”
Roteiro em série de drama
Thomas Schnauz – “Beter Call Saul”
Chris Mundy – “Ozark”
Dan Erickson – “Ruptura”
Hwang Dong-hyuk – “Round 6”
Jesse Armstrong – “Succession”
Jonathan Lisco, Ashley Lyle e Bart Nickerson – “Yellowjackets”
Ashley Lyle e Bart Nickerson – “Yellowjackets”
Direção em série de comédia
Hiro Murai – “Atlanta”
Bill Hader – “Barry”
Lucia Aniello – “Hacks”
Cherien Dabis – “Only Murders in the Building”
Jamie Babbit – “Only Murders in the Building”
MJ Delaney – “Ted Lasso”
Mary Lou Belli – “The Ms. Pat Show”
Atriz de série de comédia
Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel”
Quinta Brunson – “Abbott Elementary”
Kaley Cuoco – “A Comissária de Bordo”
Elle Fanning – “The Great”
Issa Rae – “Insecure”
Jean Smart – “Hacks”
Zendaya leva Emmy de melhor atriz em série de drama
Patrick T. Fallon/AFP
Atriz em série de drama
Jodie Comer – “Killing Eve: Dupla obsessão”
Laura Linney – “Ozark”
Melanie Lynskey – “Yellowjackets”
Sandra Oh – “Killing Eve: Dupla obsessão”
Reese Witherspoon – “The Morning Show”
Zendaya – “Euphoria”
Hwang Dong-hyuk recebe o Emmy 2022 de melhor diretor em série de drama por ‘Round 6′
Patrick T. Fallon/AFP
Direção em série de drama
Jason Bateman – “Ozark”
Ben Stiller – “Ruptura”
Hwang Dong-hyuk – “Round 6”
Mark Mylod – “Succession”
Cathy Yan – “Succession”
Lorene Scafaria – “Succession”
Karyn Kusama – “Yellowjackets”
Roteiro em série de comédia
Quinta Brunson – “Abbott Elementary”
Duffy Boudreau – “Barry”
Alec Berg e Bill Hader – “Barry”
Paul W. Downs, Jen Statsky, e Lucia Aniello – “Hacks’
Steve Martin and John Hoffman – “Only Murders in the Building”
Jane Becker – “Ted Lasso”
Sarah Naftalis – “What We Do in the Shadows”
Stefani Robinson – “What We Do in the Shadows”
Jason Sudeikis agradece seu prêmio como melhor ator em ‘Ted Lasso’ no Emmy 2022
Mario Anzuoni/Reuters
Ator de comédia
Donald Glover – “Atlanta”
Bill Hader – “Barry”
Nicholas Hoult – “The Great”
Steve Martin – “Only Murders in the Building”
Martin Short – “Only Murders in the Building”
Jason Sudeikis – “Ted Lasso”
Roteiro de especial de variedades
“Ali Wong: Don Wong”
“Jerrod Carmichael: Rothaniel”
“Nicole Byer: BBW (Big Beautiful Weirdo)”
“Norm Macdonald: Nothing Special”
“The Daily Show With Trevor Noah Presents: Jordan Klepper Fingers the Globe: Hungary for Democracy”
Mike White leva dois prêmios Emmy nas categorias direção e roteiro em série limitada, antologia ou filme para TV
Patrick T. Fallon/AFP
Roteiro em série limitada, antologia ou filme para TV
Danny Strong – “Dopesick”
Sarah Burgess – “Impeachment: American Crime Story”
Molly Smith Metzler – “Maid”
Patrick Somerville – “Station Eleven”
Mike White – “The White Lotus”
Elizabeth Meriwether – “The Dropout”
Direção em série limitada, antologia ou filme para TV
Danny Strong – “Dopesick”
John Wells – “Maid”
Hiro Murai – “Station Eleven”
Michael Showalter – “The Dropout”
Francesca Gregorini – “The Dropout”
Mike White – “The White Lotus”
Programa de competição
“The Amazing Race”
“Lizzo’s Watch Out For the Big Girls”
“Nailed It!”
“RuPaul’s Drag Race”
“Top Chef”
“The Voice”
Amanda Seyfried levou Emmy de atriz de série limitada, antologia ou filme para TV
Patrick T. Fallon/AFP
Atriz de série limitada, antologia ou filme para TV
Toni Collette – “A Escada”
Julia Garner – “Inventando Anna”
Lily James – “Pam & Tommy”
Sarah Paulson – “American Crime Story: Impeachment”
Margaret Qualley – “Maid”
Amanda Seyfried – “The Dropout”
Atriz coadjuvante de série limitada, antologia ou filme para TV
Connie Britton – “The White Lotus”
Jennifer Coolidge – “The White Lotus”
Alexandra Daddario – “The White Lotus”
Kaitlyn Dever – “Dopesick”
Natasha Rothwell – “The White Lotus”
Sydney Sweeney – “The White Lotus”
Mare Winningham – “Dopesick”
Talk show de variedades
“The Daily Show”
“Jimmy Kimmel Live!”
“Last Week Tonight”
“Late Night With Seth Meyers”
“The Late Show With Stephen Colbert”
Série de esquetes
“A Black Lady Sketch Show”
“Saturday Night Live”
Ator Coadjuvante em Série de Comédia
Anthony Carrigan – “Barry”
Brett Goldstein – “Ted Lasso”
Toheeb Jimoh – “Ted Lasso”
Nick Mohammed – “Ted Lasso”
Tony Shalhoub – “The Marvelous Mrs. Maisel”
Tyler James Williams – “Abbott Elementary”
Henry Winkler – “Barry”
Bowen Yang – “Saturday Night Live”
Sheryl Lee Ralph vence Emmy 2022
Mario Anzuoni/Reuters
Atriz Coadjuvante em Série de Comédia
Alex Borstein, – “The Marvelous Mrs. Maisel”
Hannah Einbinder – “Hacks”
Janelle James – “Abbott Elementary”
Kate McKinnon – “Saturday Night Live”
Sarah Niles – “Ted Lasso”
Sheryl Lee Ralph – “Abbott Elementary”
Juno Temple – “Ted Lasso”
Hannah Waddingham – “Ted Lasso”
Julia Garner leva Emmy 2022na categoria de atriz coadjuvante de série de drama
Patrick T. Fallon/AFP
Atriz coadjuvante de série de drama
Patricia Arquette – “Ruptura”
Julia Garner – “Ozark”
Jung Ho-yeon – “Round 6”
Christina Ricci – “Yellowjackets”
Rhea Seehorn – “Better Call Saul”
J. Smith-Cameron – “Succession”
Sarah Snook – “Succession”
Sydney Sweeney – “Euphoria”
Matthew Macfadyen leva Emmy na categoria de ator coadjuvante de série de drama
Patrick T. Fallon/AFP
Ator coadjuvante de série de drama
Nicholas Braun – “Succession”
Billy Crudup – “The Morning Show”
Kieran Culkin – “Succession”
Park Hae-soo – “Round 6”
Matthew Macfadyen – “Succession”
John Turturro – “Ruptura”
Christopher Walken – “Ruptura”
Oh Yeong-su – “Round 6”
Ator coadjuvante de série limitada, antologia ou filme para TV
Murray Bartlett – “The White Lotus”
Jake Lacy – “The White Lotus”
Will Poulter – “Dopesick”
Seth Rogen – “Pam & Tommy”
Peter Sarsgaard – “Dopesick”
Michael Stuhlbarg – “Dopesick”
Steve Zahn – “The White Lotus”
Michael Keaton no Emmy 2022
Kevin Winter/Getty Images/AFP
Ator de série limitada, antologia ou filme para TV
Colin Firth – “A Escada”
Andrew Garfield – “Em Nome do Céu”
Oscar Isaac – “Cenas de um casamento”
Michael Keaton – “Dopesick”
Himesh Patel – “Station Eleven”
Sebastian Stan – “Pam & Tommy”
G1 15 anos: As 15 séries que mais se destacaram na TV

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Lee Jung-jae, de ‘Round 6’, se torna o primeiro homem asiático a ganhar um Emmy de melhor ator em drama


Ele concorria Jason Bateman, Brian Cox, Bob Odenkirk, Adam Scotte e Jeremy Strong. A premiação aconteceu nesta segunda-feira (12). Lee Jung-jae agradece pelo prêmio de melhor ator em série de drama por ‘Round 6’ no Emmy 2022
Patrick T. Fallon/AFP
O ator Lee Jung-jae, de “Round 6”, se tornou o primeiro homem asiático a ganhar um Emmy como melhor ator em série de drama nesta segunda-feira (12).
Ele levou o prêmio por melhor ator de série de drama e concorria com Jason Bateman (“Ozark”), Brian Cox (“Succession”), Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), Adam Scott (“Ruptura”) e Jeremy Strong (“Succession”).
Na série, Lee interpreta um pai solteiro viciado em apostas, que participa do jogo repleto de desafios mentais e psicológicos na esperança de ganhar um grande prêmio em dinheiro.
A produção também levou o prêmio de melhor direção de série drama, com Hwang Dong-hyuk.

Fonte: G1 Entretenimento