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Rock in Rio 2022: Banda ‘Tria Arás’ de Divinópolis se apresenta no último dia do evento


Grupo foi vencedor do concurso da Gerdau ‘Me leva pro Rio’, que selecionou três bandas para se apresentar no espaço da empresa neste domingo (11). banda Tria Arás de Divinópolis, se apresenta no Rock in Rio neste domingo
Gerdau/Divulgação
A banda de Divinópolis Tria Arás estreia neste domingo (11) em um dos maiores festivais musicais do mundo: o Rock in Rio 2022. O grupo formado por Lucas Morais (voz e violão), Moisés Leite (voz, viola e guitarra), Carlos Henrique (guitarra), Leandro Rangel (baixo) e Vinícius Arriel (voz e bateria) subirá ao palco às 16h, no último dia de festival.
A banda vai tocar no festival porque foi a escolhida entre mais de 300 grupos musicais no Brasil em um concurso feito pela Gerdau em agosto. Entre mais de 300 bandas no Brasil, a Tria Arás foi uma das três escolhidas e levará a música vendedora do concurso “Ipe Amar Elo” – um trabalho inédito do grupo.
Rock in Rio: banda de Divinópolis se prepara para apresentação no fim de semana
Tria Arás
A banda surgiu no período de faculdade dos integrantes que se reuniram para compor com inspiração de variadas vivências, experiências e estilos, unindo instrumentos e aspectos da cultura mineira a um ritmo novo. Com estilo regional mineiro eles trabalham com referências folk e indie.
Música vencedora do concurso
A música selecionada no concurso se chama “Ipê Amar Elo”, foi lançada no dia 19 de agosto e recebeu um clipe inédito no dia 2 de setembro. Ipê Amar Elo é seu sexto single e a data do lançamento inaugura junto à natureza a floração dos ipês amarelos.
Concurso
Foram 312 bandas inscritas de cidades onde a Gerdau produz aço no Brasil incluindo Divinópolis. A iniciativa teve a cantora Ivete Sangalo como embaixadora e parceria.
A avaliação das três vencedoras, realizada pela comissão julgadora, levou em conta critérios como performance e interpretação; arranjo e composição; e, também, o cumprimento das regras do concurso.
Participaram do concurso musical bandas independentes com até cinco integrantes em que pelo menos um dos músicos fosse das cidades onde há a empresa Gerdau.
“Da mesma forma como essas cidades onde temos nossas operações nos acolheram, hoje, retribuímos dando palco para produções culturais locais que carregam toda a diversidade e a pluralidade da música brasileira, como parte dos investimentos da Gerdau na promoção da cultura. Acreditamos que a oportunidade de levá-los para o maior festival de música e entretenimento do mundo, será um grande impulsionador para suas carreiras”, explicou o líder global de Comunicação e Marca da Gerdau, Pedro Torres.
A Gerdau é uma das parceiras do Rock in Rio Brasil 2022 e responsável pela nova cenografia do Palco Mundo, o maior ícone do evento. A estrutura foi construída com 200 toneladas de aço Gerdau, 100% reciclável.
VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-oeste de Minas

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Graças a Deus a parada foi muito além da minha expectativa’, diz PK, após lotar show no Rock in Rio


Rapper se apresentou com Don Juan. Espaço Favela ficou pequeno para tanta gente. Rapper PK conta como foi lotar o Espaço Favela do Rock in Rio
O Espaço Favela do Rock in Rio ficou pequeno diante do show, no último dia 3, de PK. O rapper carioca e o colega paulista Don Juan lotaram o entorno do palco destinado aos crias.
“Foi uma satisfação muito grande! Antes teve aquela ansiedade toda por participar dos maiores festivais do mundo”, contou PK, em entrevista ao Globo Comunidade deste domingo (11).
“Graças a Deus a parada foi muito além da minha expectativa. Foi uma realização mesmo, uma felicidade, indescritível mesmo”, emendou.
Rapper PK no Rock in Rio
Reprodução/TV Globo
PK disse que, enquanto se apresentava, viu passar um filme de tudo que viveu. “Todas as noites que eu passei escrevendo, tudo o que eu vi acontecer, para gerar essa inspiração para compor”, detalhou.
O rapper também explicou o que significa a sua “mente milionária”. “É tudo aquilo que a gente tem como sonho, que a gente viveu e vive, e que nada no mundo pode comprar. É nossa mente que não para nunca, nosso bem mais precioso.”
Espaço Favela é o palco da diversidade no Rock in Rio
PK contou ainda que gosta muito de compor. “Eu entrei na música por conta das batalhas de MC, por conta de rima. Então, a todo momento, por onde eu estou andando, minha cabeça está rimando”, afirmou.
O artista encerrou a entrevista dando um conselho aos crias que estão começando.
“Não ouvir opinião, tanto negativa quanto positiva. Não vou ser extremista assim: é não se apegar às opiniões. É você acreditar em você mesmo.”
O rapper carioca PK
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza diz que ‘quis quebrar tabu’ com tradução inusitada para ‘girl power’ em show de CeeLo Green


Quando questionada pelo cantor ‘como se diz ‘girl power’ em português?’, a brasileira optou por responder ‘A gente é foda pra caralho’. Luísa Sonza canta “It’s A Man’s Man’s Man’s World” com CeeLo Green
Luísa Sonza fez um breve vídeo para explicar sua tradução diferenciada e inusitada para “girl power” durante show de CeeLo Green, no Rock in Rio.
A cantora fez sua terceira participação no evento, na noite deste sábado (10).
Depois de um dueto interpretando “It’s a Man’s Man’s Man’s World”, de James Brown, o cantor inglês perguntou para Luisa: “Como se diz “girl power” (poder feminino) em português?”. (Assista no vídeo acima).
Mas a brasileira dispensou qualquer tradução formal e respondeu: “A gente é foda pra caralho”.
Após a apresentação, a cantora fez um vídeo falando sobre a escolha da fala.
“Gente, vocês estão me zoando, mas vocês que não entenderam. Eu não ia falar mulheres empoderadas, achei meio brega”, afirmou Luisa, antes de repetir a breve conversa do palco.
“Quis ‘hypar’, entendeu. Quis quebrar um tabu ali”, completou a cantora.
Luísa Sonza cantou pela 3ª vez neste Rock in Rio 2022; ela foi convidada de CeeLo Green neste sábado (10)
Marcos Serra Lima/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Após encontro por acaso, fã de Dua Lipa conta que conseguiu ingresso do Rock in Rio na sorte: ‘Ainda nem paguei’


O vendedor desempregado Gabriel Victor contou ao g1 que está sem dormir desde quinta-feira (8), quando descobriu que iria ao show de sua artista favorita, a cantora britânica Dua Lipa. Por acaso, Gabriel cruzou com ela no caminho de casa no sábado (10). Dua Lipa passeia pelo Rio de Janeiro, um dia antes da sua apresentação no Rock in Rio 2022
Reprodução/Instagram/Gabriel Victor
A vida do carioca Gabriel Victor, de 25 anos, entrou em um ritmo acelerado desde a última quinta-feira (8), quando ele descobriu, por acaso, que iria ao show de sua artista favorita, a cantora britânica Dua Lipa, no Rock in Rio desse ano.
Desde então, ele disse que ainda não dormiu de tanta emoção. Não é pra menos, além de conseguir um ingresso inesperado, Gabriel ainda encontrou com Dua Lipa, literalmente, na porta de casa, quando a artista visitou a Escadaria Selarón, entre os bairros de Santa Teresa e Lapa, ponto turístico vizinho do sortudo fã.
Ingresso na sorte
Sem trabalhar desde quando perdeu o emprego de vendedor em uma loja, Gabriel já não tinha mais esperança de curtir essa edição do festival.
“Até essa semana, eu não tinha expectativa nenhuma de ir no show dela. Fiz até um tweet matracando um dos patrocinadores do Rock in Rio pedindo um ingresso”, lembrou o jovem.
Contudo, a sorte sorriu para ele. Quer dizer, não foi apenas o destino que trabalhou a seu favor. Na verdade, a presença de Gabriel no Rock in Rio também está, literalmente, na conta de um grande amigo.
Gabriel contou ao g1 que recebeu a ligação do amigo avisando que uma pessoa estava vendendo um ingresso para os shows de domingo e que ele emprestaria o dinheiro para garantir a entrada. Além disso, Gabriel poderia pagar essa conta em suaves prestações.
“Um dos meus amigos que moram comigo me emprestou o dinheiro e eu ainda vou pagar em duas parcelas. Ele trabalha no shopping e me disse que uma cliente apareceu na loja vendendo um ingresso para domingo. Ele me ligou na mesma hora. Nem acreditei e eu ainda nem paguei (o ingresso)”, contou Gabriel.
Look único e encontro inesperado
Depois de contar com a sorte e com o bolso do amigo generoso, Gabriel percebeu que teria que arrumar uma roupa a altura para o show de Dua Lipa.
“Eu to com muita expectativa, me envolve muito o show Dua Lipa. Ela é única. Não sei nem o que esperar”, comentou o fã.
Sem dinheiro para comprar uma roupa nova, Gabriel decidiu que iria customizar peças que ele já tinha no armário. Mas para completar o look, ele decidiu ir até o Saara, no Centro do Rio, no sábado (10), onde comprou alguns adereços para o traje.
Gabriel pretende customizar seu visual para o show de domingo
Arquivo pessoal
Ele só não poderia imaginar que o fim do seu passeio coincidiria com o início do rolé da própria Dua Lipa. Gabriel não entendeu nada quando viu uma movimentação diferente ao chegar na rua de sua casa.
“Eu vi um carro e um monte de segurança. Abriram a porta e do nada tava lá a Dua Lipa na minha frente”, conta vibrando o fã.
“É tudo uma grande história. É muito louco. Eu não ia para o Rock in Rio, consegui o ingresso e só por isso tive que sair no sábado pra comprar as coisas. E ai na volta eu encontro ela. Muito louco”, conta ainda sem acreditar.
E a véspera do maior show de sua vida pode ser mais uma noite sem dormir direito. Isso porque Gabriel espera terminar de confeccionar seu look nessa madrugada de domingo.
“Desde que eu voltei da rua com as coisas, eu to travado. Eu encontrei com ela, fiz os vídeos, postei, liguei para os amigos para contar, o número de pessoas no meu Instagram ta aumentando. É tudo muito louco. Mas eu travei na roupa. Ainda não fiz o que eu queria. Mas eu vou terminar, nem que seja de madrugada”, disse.
“Eu to falando agora, mas ainda to tremendo por tudo que aconteceu. Parando para pensar, todas essas loucuras, é muita coincidência. Incrível”, completou Gabriel.
O vendedor desempregado Gabriel Victor contou ao g1 que está sem dormir desde quinta-feira (8), quando descobriu que iria ao show de sua artista favorita, a cantora britânica Dua Lipa.
Reprodução redes sociais
Questionado se poderia contar ao g1 sobre o seu visual único para o show de domingo, Gabriel disse que é segredo. O fã sortudo está preparando uma sessão de postagens no TikTok para revelar o novo modelo aos seguidores.
“Eu fiz a blusa, já tenho a calça e a customização que eu to fazendo é na bota. Mas vou revelar tudo amanhã”, anunciou.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #211 – DJ Marshmello, quem é o homem por trás do balde, que tocou no Rock in Rio?


DJ americano conversou com g1 sem a famosa máscara. Ele contou quantos capacetes tem, falou de hobbies e da relação com música brasileira. Vem aí feat com Anitta?
Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Priscilla Alcantara faz show no Rock in Rio neste domingo; entenda ‘transição’ dela do gospel ao pop


”Sou crente, mas também sou gente’, disse ao g1 cantora paulista de 25 anos. Disco dela tem pop eletrônico e letras sobre ‘romance, término, celebração e curtição’. Priscilla Alcantara lançou cinco álbuns em 12 anos de carreira voltada ao gospel. Ou ao “pop cristão”, como ela sempre costumava retificar.
Desde o final de 2021, o pop cristão virou apenas pop para cantora paulista de 25 anos. Ela se apresenta no Palco Supernova do Rock in Rio neste domingo (11) – veja a programação completa.
Saiba mais sobre a “transição” dela do gospel ao pop no podcast g1 ouviu, no vídeo e no texto abaixo:
Priscilla Alcantara fala sobre sua ‘transição’ da música gospel para o pop
Priscilla foi apresentadora do programa “Bom Dia e Cia” por oito anos e vem desconstruindo a imagem de ex-estrela mirim voz de canções religiosas. Lucas Silveira, da Fresno, é o encarregado de ajudá-la no que ela chama de “transição”.
No pacote, “Boyzinho” chama atenção: é um pop eletrônico com certa quentura nos versos. “Compor sobre romance, sobre término, sobre celebração e curtição sempre foi algo que esteve comigo, porque é parte da experiência humana. Eu sou crente, mas eu também sou gente”, explica Priscilla ao g1.
Em 2019, G1 acompanhou rotina de Priscilla Alcantara
Em 2020, ela falou de live com covers de RBD e Spice Girls
A cantora Priscilla Alcantara
Divulgação/Rodolfo Magalhães
Priscilla conta ainda que, nos últimos quatro anos, vinha conversando sobre essa mudança com os fãs.
“Venho desmistificando alguns tabus que a gente da Igreja sempre carregou, por conta da religião.”
Para ela, a “grande mágica” de escrever e lançar músicas é escrever algo que faça sentido na vida de alguém que ela nunca viu na vida.
“De forma alguma nesta mudança de gênero musical, eu vou me mudar ou me transformar em algo que altera a minha identidade”, garante ela.
“Só vai alterar o tipo de temática que as pessoas vão me ouvir cantando e que é uma coisa que eu sempre conversei sobre isso com meu público. Eu não queria fazer essa transição como uma ruptura, algo que de repente decidi mudar.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Macy Gray vai levar hit ‘I try’ ao Rock in Rio: ‘Não esperava ser um sucesso’


Ao g1, cantora fala sobre controvérsias, paixão por Prince e relação com álcool: ‘Você envelhece e aprende seus limites’. Ela canta no Rock in Rio neste domingo (11). É natural ter uma dose de apreensão antes de uma entrevista com Macy Gray. Nos anos 2000, ela ficou conhecida por usar óculos escuros e cochilar durante as conversas com jornalistas. “Mas pode ficar tranquilo que eu não vou dormir enquanto você fala comigo”, diz ela ao g1, rindo.
Desde 1999, quando estourou com a balada soul “I try”, Macy é uma das vozes mais originais do pop americano. Aos 54 anos, contabiliza 25 milhões de álbuns vendidos em uma carreira cheia de controvérsias. A mais recente foi em junho passado, quando disse que mulheres trans não deveriam ser chamadas de mulheres “só porque fizeram uma cirurgia”. Ela se desculpou depois.
Ao g1, a cantora explicou sua paixão por Prince e a dificuldade de fazer uma cover de uma das músicas preferidas do cantor. “Tentei cantar e foi um desastre”, relembra, rindo de novo.
Ela falou ainda da pressão após o sucesso de “I try”, com uma tentativa em vão de repetir um hit que chegou ao topo da parada nos Estados Unidos:
“Eu pensava que no máximo uns hippies iriam gostar de mim. Não esperava ser um sucesso.”
Macy é atração do Rock in Rio no dia 11 de setembro, após tocar em São Paulo (veja a programação do segundo fim de semana do festival no vídeo abaixo).
Agenda Rock In Rio: Dua Lipa, Coldplay e tudo que vai rolar na segunda semana do festival
g1 – O que esperar dos shows?
Macy Gray – Ah, eles vão ser incríveis. Em todos os meus shows, as pessoas ficam gritando e dançando. Todo mundo fica suado. Gosto de sair por aí, de fazer as pessoas felizes. Gosto de sair com as pessoas e fazê-las se sentirem melhor.
g1 – O que a parceria com a [banda] California Jet Club traz para a sua música?
Macy Gray – Esses caras são tipo uns nerds, sabe? Foi ótimo para mim, porque fui me forçado a pensar fora do que eu normalmente faço, que é o que eu queria. Eles mudam as coisas: acordes, arranjos. Eu realmente acho que são obcecados por coisas assim. Então, foi só uma maneira de ser mais profunda, musicalmente falando… Eu não sei se é realmente mais profundo, mas deixou tudo mais estimulante. Definitivamente, é uma vibe diferente e estou animada para que todos ouçam.
g1 – O que você faz para continuar cantando bem, o que tem que fazer para se manter em forma?
Macy Gray – Como qualquer outra coisa, quanto mais você faz, melhor você fica. Então, eu ando pela minha casa cantando músicas o dia todo, só para manter minha voz acordada. E eu tenho um treinador, que me ensina principalmente a não perder a voz. Além de tudo isso, tem o álcool, sabe? [Risos] Não sei. Eu tenho muita sorte, sou abençoada mesmo. Eu tenho ótimas cordas vocais, cordas vocais de uma supermulher, e elas nunca me decepcionaram.
Macy Gray canta no dia 11 de setembro no Rock in Rio
Divulgação
g1 – Quando soube que eu iria te entrevistar fiquei um pouco apreensivo, porque sei que você costumava usar óculos escuros e tirar uma soneca durante algumas entrevistas. E uma vez você disse em uma entrevista que você era uma vampira. Mas hoje você está de bom humor… você tem curtido mais dar entrevista?
Macy Gray – [Risos] Como você sabe disso? Não, não… foi realmente um acidente. Foi há muito tempo e eu estava na Alemanha, estávamos em turnê e eu estava em uma farra quatro dias seguidos. E então eu estava ali sentada em uma salinha, sabe? E daí este jornalista na minha frente. Eu estava usando óculos escuros e ele ficava me fazendo perguntas. Eu acabei cochilando, mas não fiz isso de propósito, nada disso, e ele continuou fazendo perguntas. Claro, eu estava apenas sentada lá com meus óculos de sol.
Então, acabou se espalhando essa história de que eu era uma pessoa misteriosa e que normalmente não conversava direito com pessoas comuns. Pareceu que fosse algo profundo e, na verdade, eu estava só com sono. Eu não queria dormir. Mas pode ficar tranquilo que eu não vou dormir enquanto você fala comigo. [Risos]
g1 – Ah, que bom… [Risos] Eu adorei sua versão de ‘I Believe (When I Fall in Love It Will Be Forever)’, é uma música tão linda. Como você escolhe o que vai regravar?
Macy Gray – Principalmente pelas letras. Eu olho para as letras e se eu posso sentir uma emoção por meio delas, se eu posso colocar meu coração no que as letras estão dizendo, se eu posso me relacionar com elas, aí eu gravo.
g1 – Mas você já tentou cantar uma música que você se identificava, mas de alguma forma ela não funcionou com a sua voz?
Macy Gray – Claro! Ontem à noite, eu fiz um show em Los Angeles. Tem este evento, chama-se “Black Movie Night”, no Hollywood Bowl. São tipo 10 mil pessoas e eles passam filmes em um telão, ao som de uma orquestra. E eles têm convidado artistas como eu para cantar. Então, cantamos as músicas de uma trilha sonora, enquanto eles mostram os clipes. É uma noite extraordinária. Então, eles estavam tocando o disco “Purple Rain” e queriam que eu cantasse “Let’s Go Crazy”. Tentei cantar e foi um desastre. [Risos] Então, acabei cantando “Take Me with U”, mas foi muito estressante tentar fazer um cover de Prince, porque acho que as pessoas já fizeram isso. Mas é realmente difícil pegar o que ele fez e tentar fazer soar melhor. Isso é meio maluquice.
g1 – ‘Nothing compares… to Prince’.
Macy Gray – Não mesmo, de jeito nenhum…
Macy Gray ficou conhecida a partir de 1999 com o hit ‘I try’
Divulgação
g1 – Falando do começo da sua carreira… Como foi a pressão para lançar uma música parecida com ‘I try’? Como você conseguiu escapar dessa pressão e continuar fazendo o que quisesse?
Macy Gray – Bom, quando eu estava começando, eu sempre me considerei uma artista underground. Eu pensei que teria um pouco de fama e faria bons discos que seriam comprados por pessoas da comunidade artística, pessoas como eu. Eu pensava que no máximo uns hippies iriam gostar de mim. Não esperava ser um sucesso e ser conhecida em todo o mundo.
Então, sim, meio que mudou para onde eu deveria ir, o que eu deveria fazer. Senti que tinha que continuar repetindo isso. Mas depois entendi que aquilo não era tão natural para mim. Não era isso que eu pensava que ia ser, o que me propunha a fazer. Eu meio que me redescobri, aceitei o motivo pelo qual estou aqui. Hoje, eu apenas faço minha música. Eu apenas faço as melhores músicas que posso fazer, e tenho sorte que as pessoas ainda ouvem minhas coisas, sabe?
g1 – Eu me lembro de ser um jovem fã de música pop no começo dos anos 2000, quando ouvi sua voz pela primeira vez, cantando “I try”. Eu queria ouvir outras das suas músicas, ler mais notícias sobre sua carreira, mas eu só encontrava notícias polêmicas sobre você e sua vida pessoal. Como você se concentrou na música e não na fama, no dinheiro e em tudo o que isso pode trazer?
Macy Gray – Ah, isso é impossível. Uma vez que você tenha um nome estabelecido, você não pode simplesmente desaparecer ou ignorar a fama, porque as pessoas não se esquecem de você e não esquecem o que você diz e o que você faz. É assim mesmo e você não quer que os outros se esqueçam das suas músicas também. Então, não entendo essas pessoas que dizem “oh, eu realmente não me preocupo com minha fama”. Eles são tão cheios de merda, porque você não pode só sair andando por aí. O melhor é usar toda essa projeção e tentar ajudar as pessoas. Você deve usar essa atenção que dão para você como uma plataforma, tentar tornar o mundo um lugar melhor.
g1 – E você tem algum arrependimento?
Macy Gray – Um zilhão. Mas você está falando de que tipo de arrependimento?
g1 – Algum arrependimento relacionado ao que você fez na carreira, como cantora, como uma pessoa pública…
Macy Gray – Sim, há algumas decisões que eu gostaria de ter tomado que seriam diferentes, é claro. Há coisas que você diz, coisas que você gostaria de poder voltar atrás, mas você não pode. Então, quer dizer, todos nós temos coisas que gostaríamos de ter feito de forma diferente, mas por que se arrepender delas? Arrependimento é perda de tempo, porque não há nada que você possa fazer sobre isso. Eu posso chegar para você e dizer “Olha, você tem um pé grande” e depois eu diria “me desculpa”. Mas você nunca vai esquecer o que eu disse. Então, você meio que tem que cometer erros e tentar ser inteligente o suficiente para aprender com eles e fazer melhor da próxima vez.
g1 – E falando de novo sobre o Prince… Você se lembra da primeira vez que ouviu? E como você se sentiu?
Macy Gray – Sim, ele provavelmente é minha influência número um. Eu me lembro bem da primeira vez que ouvi. O primeiro disco que comprei com meu próprio dinheiro foi “Purple Rain” e o primeiro show que fui, que meus pais não me levaram, foi um do Prince. E eu pude encontrá-lo bem depois e conversei com ele por duas ou três horas. Ele é uma grande influência na minha carreira, com certeza.
g1 – Você me disse que gosta de beber quando está cantando. Como a bebida pode te ajudar a entrar no clima sem atrapalhar sua performance?
Macy Gray – Ah, isso tem a ver com envelhecer. Você envelhece e aprende seus limites. Antes de subir no palco, eu tenho de limpar a minha cabeça. Eu tenho que estar em outro planeta e ficar falando comigo mesma. Eu tenho que me olhar no espelho por uns 20 minutos. Para fazer tudo isso, claro que uma dose de álcool ajuda bastante. Mas cada pessoa é diferente uma da outra e todo mundo tem seu jeito de ter força para subir no palco, quando todo mundo está olhando para você esperando que você dê a eles o que eles vieram buscar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lexa diz que show no Rock in Rio terá quase 30 bailarinos e banda completa: ‘Vou estar em casa’


Cantora é atração do Espaço Favela no Rock in Rio neste domingo. ‘Eu quero me sentir livre, sou harmônica, toco instrumentos… Venho do funk, mas é um show pop’ ela adianta. Lexa é a atração principal do Espaço Favela do Rock in Rio neste domingo (11). Ela lançou no fim de agosto o EP “Magnéticah”, com quatro músicas de pegada bem pop que estarão no Rock in Rio.
Ao g1, a funkeira adianta como será o show, formado por blocos de músicas antigas, hits e novidades. Ela também falou sobre a invasão do agro na cultura pop (“Pantanal”, “Pipoco”, visual agrogirl) e exaltou a parceria com Pabllo Vittar.
PROGRAMAÇÃO: Veja o line-up do Rock in Rio
Agenda Rock In Rio: Dua Lipa, Coldplay e tudo que vai rolar na segunda semana do festival
g1 – O que você pode adiantar do show do Rock in Rio?
Lexa – Vai ter um bloco de músicas antigas, que meus fãs não escutam há muito tempo, e um bloco de grandes sucessos. E o bloco do novo EP. Vamos ter também elementos de dança diferentes… Serão quase 30 bailarinos no palco. A banda é a minha banda de sempre, com baixo, guitarra, bateria e teclado.
g1 – É normal popstars não terem banda, geralmente cantam com no máximo um baterista, às vezes só com alguém soltando as bases com um MPC [Music Production Center, aparelho para mixagem de sons]. Por que você faz questão de ter banda? Dá uma quentura?
Lexa – Sim, mas não é só uma quentura. Eu quero me sentir livre, sou harmônica, toco instrumentos… Venho do funk, mas é um show pop.
EM 2015: Lexa se diz funkeira feminista e ‘bem resolvida’
Às vezes, quero cantar música de outro artistas decidindo na hora. Com a banda é mais maleável. E tem toda a qualidade que os músicos entregam. O som tem muito mais peso.
g1 – Concordo demais. O show vai ter participações?
Lexa – Não vai ter participações. Quer dizer, até agora não vai ter.
Lexa no clipe de ‘Cavalgada’, feat com Pabllo Vittar
Divulgação
g1 – Então, não vai ter Pabllo?
Lexa – Eu acredito que não. A Pabllo vai estar trabalhando, está com muito evento fora do Brasil. Então, a agenda está complicada…
g1 – Falando da Pabllo, como foi gravar com ela?
Lexa – Sensacional, leve… É fácil trabalhar com gente profissional, então foi uma delícia. Nós somos muito amigas e eu via uma necessidade de a gente fazer algo juntas. Além de gostar eu sou fã da Pabllo e quero fazer algo com ela, queria trabalhar. Foi uma reunião doce e gostosa. Eu enviei uma outra música para ela, mas ela disse que queria uma mais dançante e aí ela gostou dessa [“Cavalgada”].
g1 – Qual era a outra música?
Lexa – Era “Tsunami”, que está no EP também. Pensei em uma estética bem pop para todo o EP, mas “Cavalgada” é mais dançante, tem mais coreografia.
Capa do EP ‘Magnéticah’, de Lexa
Ernna Cost/Divulgação
g1 – Como diz aqui na Globo, o agro é pop. Ainda mais agora com ‘Pipoco’, ‘Pantanal’, agronejo… A sua ideia era entrar nesse universo?
Lexa – [Risos] Era total. A gente já tinha pensado nisso, já tinha várias ideias prontas. Eu vi que a Beyonce postou fotos com um cavalo, tem a novela mais bombada no momento, tudo está conversando. Os fãs queriam um clipe externo e a letra é sugestiva… Fizemos uma parte na pegada e a parte da Pabllo tem um gingadinho para ela. Tem as nossas raízes, mas ficou harmônico. Dá para entender a parte de cada uma e a parte que junta as vozes.
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g1 – Os sertanejos estavam cada vez mais pegando elementos do funk, do pop. É natural que tenha esse movimento contrário agora?
Lexa – O bom de ser artista é poder inovar o tempo inteiro, usar todos os elementos e ritmos. A gente tem essa pegada do visual sertanejo dentro do funk. Eu acho que é por isso que os feats começaram a dar tão certo. Quando une duas forças, dois trabalhos diferentes, isso unifica e dá muito certo. É uma ideia de unir um visual agrogirl com pop, e funk. Abrir o leque e sair da casinha é muito gostoso.
Lexa e Pabllo no clipe de ‘Cavalgada’
Divulgação
g1 – Como foi sua pausa nas redes e por que decidiu fazer isso?
Lexa – A minha pausa foi estratégica. Eu precisava focar nos meus projetos e as pessoas sentem falta de você nas redes. Quando volta, sua audiência é maior. Sou formada em marketing e utilizei os conhecimentos dentro desse meu projeto. Eu nunca tinha ficado dois dias sem postar nas redes sociais. Eu também precisava de energia para o meu trabalho. Quando eu voltei, a audiência estava quatro vezes maior. Eu ganhei 100 mil seguidores em um dia.
g1 – Você está em um dia do Rock in Rio que só tem mulheres em todos os palcos. Isso mostra que está tendo uma evolução, com mais diversidade? Antes, infelizmente era impensável termos um dia assim e era normal ter vários dias só com atrações homens…
Lexa – Isso é maravilhoso. Mulher é força. A palavra que mais se encaixa com mulher e potência. Então, eses é um dia de potência e eu sou headliner do meu palco. Sinto essa representatividad, essa força. É uma resposta de tudo o que vim criando nesses anos de carreira.
g1 – O que significa para você estar no Espaço Favela?
Lexa – O que significa para mim? Significa estar no lugar de onde eu vim. Tem uma importância ser head do palco favela. Eu vou mostrar minha essência, vou mostrar o baile funk, com pop, com banda, o funk de um jeitinho diferente. Quero mostrar isso na minha casa. Vou estar em casa.
g1 – A gente vive hoje essa era do streaming e do TikTok, e eu fico impressionado com a quantidade de dados que a gente tem. Dá para ver um hit surgindo, uma música flopando, um hit subindo e caindo. Você acompanha charts, gráficos? Como você ao mesmo tempo se baseia nisso e não se limita a isso para fazer música?
Lexa – Eu acompanho muito, porque é meu trabalho. Eu acredito em “Cavalgada”, sei dar força da Pabllo… da minha força. Eu não miro exclusivamente nisso, tem uma estética, um planejamento por trás. O TikTok é gigante e dita muito a tendência, claro. Você vê o que está indo bem nas plataformas [de streaming] e a lista é igual à do TikTok. Eu acompanho tudo, mas não vivo só para isso. A coreografia é mais popzona, de dança mesmo. Não é coreografia de TikTok. Mas acredito nessa música, porque ela é uma potência.
Dua Lipa fecha o dia 11 de setembro do Rock in Rio:
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Dua Lipa

Fonte: G1 Entretenimento

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Último dia do Rock in Rio deve ter chuva fraca o dia inteiro, na cidade


Depois do calorão do sábado (10), a temperatura máxima não deve passar dos 22°C, neste domingo (11). Não há previsão de temporal. O tempo começou a fechar, no sábado (10), trazendo chuva para o último dia do Rock in Rio 2022
Marco Serra Lima/ g1 Rio
Depois do calorão, vem a chuva. Uma frente fria que passa pelo Rio de Janeiro deixa o domingo (11) chuvoso e provoca queda de temperatura. O sol não deve aparecer durante o dia, mas também não há previsão de temporal para este último dia do Rock in Rio 2022.
De acordo com o Climatempo, os termômetros devem ficar entre 16°C – minima prevista para a madrugada – e 22°C. O domingo deve ser de chuva de fraca praticamente o dia inteiro, principalmente até o final da manhã.
A partir da tarde, podem ocorrer pancadas fracas isoladas, com rajadas de vento de fracas a moderadas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: cidade tem previsão de chuva neste domingo, último dia do festival


Segundo o Climatempo, a temperatura pode variar entre 16ºC e 22ºC ao longo do dia. Domingo (11) vai ser de chuva no Rio
Marcos Serra Lima / g1
O Rio de Janeiro tem previsão de chuva neste domingo (11), data do último dia de Rock in Rio 2022, na Zona Oeste da cidade.
Segundo o Climatempo, o tempo fica nublado e há previsão de chuva para todo o dia. A temperatura deve variar entre 16ºC e 22ºC ao longo do dia.
Veja fotos do 6º dia de Rock in Rio 2022
Público no Rock in Rio 2022 se prepara para a chuva
Marcos Serra Lima/g1
Confira a previsão para os dias seguintes:
Segunda-feira (12)
Sol com muitas nuvens durante o dia. Períodos de nublado, com chuva a qualquer hora. A temperatura fica entre 15ºC e 26ºC.
Terça-feira (13)
Sol com muitas nuvens e pancadas de chuva à tarde. À noite a chuva deve parar. A temperatura fica entre 16ºC e 30ºC.

Fonte: G1 Entretenimento