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Dua Lipa visita Escadaria Selarón antes de se apresentar no Rock in Rio


Cantora faz show no último dia de festival, neste domingo (11). Durante o passeio, ela tirou fotos com os fãs que a acompanharam na caminhada. Dua Lipa passeia pelo Rio de Janeiro, um dia antes da sua apresentação no Rock in Rio 2022
Reprodução/Instagram/Gabriel Victor
A cantora Dua Lipa deu um passeio pelo Rio de Janeiro na tarde deste sábado (10). Ela se apresenta no Rock in Rio, neste domingo (11), último dia de festival.
Imagens nas redes sociais mostram ela caminhando pela Escadaria Selarón, entre os bairros de Santa Teresa e Lapa. Nos registros, a artista aparece acompanhada por seguranças e para para tirar fotos com o pequeno público que se reuniu para acompanhá-la.
“Tô me tremendo todo”, diz Gabriel Victor, fã da cantora que cruzou com ela no caminho e fez. Ele tinha saído de casa justamente para comprar o look para o show da artista no domingo.
Dua Lipa visita Escadaria Selarón no Rio de Janeiro
Reprodução/Instagram/Gabriel Victor
“Foi muito doido, eu tô me tremendo ainda. Eu tava no Saara, tinha ido comprar coisas pro meu look de amanhã, pra ver Dua Lipa, e quando cheguei na rua, lembrei que tinha esquecido de comprar uma coisa”, conta.
“Aí, quando eu voltei, simplesmente virei a esquina e ela saiu do carro. O carro parou, os seguranças saíram e fiquei tipo ‘quem tá nesse carro?’ E era ela. E eu só tremia, não conseguia falar nada”, comentou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2022: veja fotos de famosos no 6º dia do festival


Artistas e celebridades foram à Cidade do Rock neste sábado (10). Bel Kutner no 6º dia de Rock In Rio.
Rogério Fidalgo / AgNews
Max Viana, filho de Djavan, no Rock In Rio.
Rogério Fidalgo / AgNews
Fernanda Rodrigues e a filha Luíza no Rock In Rio.
Rogério Fidalgo / AgNews
Lucas Rangel e o namorado Lucas Bley no Rock In Rio.
Leo Franco / AgNews

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan promete show com hits e energia no Rock in Rio: ‘Povo quer dançar e eu também’

Ao receber pedido para dar uma ‘palhinha’ antes da apresentação no Palco Mundo, o cantor convida repórter: ‘Quer cantar lá?’. Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Djavan
O cantor Djavan prometeu um show com seus maiores hits da carreira e muita energia neste sábado (10). Ele abre as apresentações do Palco Mundo no sexto dia de Rock in Rio em 2022.
“É um show baseado em músicas conhecidas porque o povo quer de dançar e cantar. E eu também. Tem alguns hits, tem uma música e meia do disco novo, que é uma coisa bacana que eu queria mostrar para esse público enorme. ‘Num mundo de paz’, por exemplo, que é uma música emblemática, que a gente fez para afastar toda essa confusão, a tristeza e o obscurantismo. Vou fazer isso com hits da minha carreira inteira várias fases da minha vida vão estar presentes”, disse o músico.
Ao ser perguntado sobre o segredo para ter tanta energia durante o show, Djavan afirmou que é contagiado pelo poder da música.
“É a música. Quando a gente está no palco, nada mais existe e o corpo corresponde. O corpo tem esse chip, essa ligação com a música que eu não consigo não me mexer. O povo gosta, eu gosto e é o que vai ser aqui”.
Antes de terminar a entrevista, a reportagem pediu para ele continuar um trecho da música “Te Devoro”. Djavan completou o verso e fez um convite ao repórter.
Repórter: “Vou fazer uma última pergunta e eu acho que você vai saber continuar: Teus sinais…”
Djavan: “Me confundem da cabeça aos pés, mas por dentro eu te devoro. Quer cantar lá [no Palco Mundo]?”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2022: destaques de sábado 10/9

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2022: Veja fotos do 6º dia


Coldplay, Camila Cabello, Bastille e Djavan se apresenta, no Palco Mundo, neste sábado (10). Penúltimo dia de festival ainda tem Bala Desejo, Maria Rita, Gilsons com Jorge Aragão, CeeLo Green, entre outras atrações. Público chega para sexto dia de shows no Rock in Rio 2022
Graça Paes / AgNews
Público chega para sexto dia de shows no Rock in Rio 2022
Graça Paes / AgNews
Público chega para sexto dia de shows no Rock in Rio 2022
Graça Paes / AgNews

Fonte: G1 Entretenimento

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Fã que subiu ao palco do Green Day diz que banda a salvou de depressão: ‘Música deles me motivava’


Bárbara Mattos tem 23 anos, é professora de inglês e, ao g1, contou que chegou à Cidade do Rock ás 6h e não fez xixi o dia inteiro. ‘Bebi um gole de água por show.’ Fã do Green Day sobe no palco e se emociona com o vocalista
Bárbara Mattos, 23 anos, chegou às 6h na Cidade do Rock e não fez xixi o dia inteiro. O objetivo era ficar na grade do show do Green Day e assistir aos ídolos de pertinho. Mas o esforço rendeu muito mais: ela foi chamada ao palco e ainda cantou um trechinho de “Know your enemy”.
“Eu tô em choque ainda, parece que não aconteceu”, disse Bárbara em entrevista ao g1, neste sábado (10).
“Quando estava subindo as escadas, meu coração tava disparado, tava realizando meu maior sonho. Quando abracei o Billie eu disse: ‘You saved my life’ [‘Vocês salvaram minha vida’]. A partir dali, comecei a cantar histericamente, não sabia se pulava, se chorava ou o que. Fiz o que meu corpo queria fazer naquele momento”, afirmou.
Ela ainda explicou o motivo de ter dito para Billie que a banda salvou sua vida.
Bárbara Mattos antes de subir ao palco no show do Green Day no Rock in Rio
Arquivo Pessoal
“Eu tenho alguns traumas de infância e nunca soube lidar bem com essas coisas, mas quando conheci a banda vi um motivo pra acreditar”, afirmou.
“Quando me vi em depressão há alguns anos atrás, era a música deles que me motivava. Em 2017 fui no show deles e pra mim foi um divisor de águas, comecei a enxergar a vida de outra maneira, pra melhor.”
“A partir disso tem toda inspiração de vida que tá diretamente ligado à minha conexão com música e literatura, que foi um dos motivos pelo qual eu comecei a fazer Letras na UFRJ.”
Atualmente, Bárbara, além de estudante, é professora de inglês. Por isso, se divertiu com os comentários sobre sua pronúncia no idioma enquanto cantava com a banda no palco. “Levo numa boa”, disse.
“Sinceramente, na hora eu entrei em desespero. Eu queria gritar, sair correndo, abraçar os outros integrantes, correr e cantar tudo ao mesmo tempo. Acho que só entrei em desespero e acabei não cantando direito.”
“Olha, no vídeo, eu mal entendo o que eu falo. Mas eu sei a letra, então tá tudo certo”, diz, aos risos.
Kit sobrevivência para a grade
Para passar tantas horas em frente à grade aguardando o show – Green Day foi a última banda a se apresentar no festival nesta sexta-feira (9) –, Bárbara conta que quase não bebeu água e nem foi ao banheiro o dia inteiro. Mas usou um absorvente, por precaução.
“O sentimento de estar ali no show da sua banda favorita não te permite lembrar disso. Então, usei, mas não fiz xixi, segurei numa boa.”
“Quem vai pra grade tem que tá pronto pro perrengue, porque não é fácil.”
Ela conta que ela e os amigos levaram biscoitos e salgados para encarar as horas de espera. “A água que eu bebia um gole por show”, disse.
Bárbara Mattos aguardando a hora do show do Green Day. Era dela também a bandeira na qual Billie Joe se enrolou durante show
Arquivo Pessoal
Mas a maior dificuldade para ela foi o calor que fez na Cidade do Rock.
“O perrengue de grade é o calor e o tempo que você fica em pé. Mas na hora do show todas as dores somem.”
Planos de tatuagem
Antes do show, Bárbara tinha o plano de pedir para Billie autografar seu braço para fazer uma tatuagem. Na hora de subir ao palco, esqueceu a caneta.
Mas ela, que ganhou duas palhetas da produção, planeja fazer uma terceira homenagem à banda na pele (ela já tem outras duas).
“Possivelmente vou tatuar alguma coisa agora. Talvez a palheta. Tô entrando no processo de entender o que aconteceu ainda.”
Bárbara Mattos mostra palheta que ganhou da produção do Green Day
Arquivo Pessoal

Fonte: G1 Entretenimento

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Elizabeth 2ª: filmes e séries para asstir sobre a rainha


Saiba mais sobre Elizabeth 2ª por meio de filmes e séries que revelam detalhes de sua vida. A rainha Elizabeth 2ª chegou ao trono no início da era da mídia de massa. Sua coroação em 1953 foi o primeiro evento televisivo nacional, e quase todos os passos que ela deu em público foram filmados.
Como era o mundo na época que a rainha Elizabeth II assumiu o trono
Quanto a seus momentos privados, várias atrizes tentaram retratar o que pode ter acontecido a portas fechadas.
Na lista abaixo, alguns elaborados retratos ficcionais que ajudaram a moldar as percepções do público. E alguns documentários, não disponíveis atualmente em plataformas no Brasil, que jogaram luz sobre a vida dela.
The Crown (série da Netflix, 2016-presente)

NETFLIX
Não se pode escrever sobre a rainha sem mencionar The Crown, uma série da Netflix que retrata o reino da monarca desde sua ascensão até o início dos anos 2000.
Claire Foy e Olivia Colman tiveram os papéis principais nas quatro temporadas até agora. Imelda Staunton assume na quinta, que deve ser lançada em novembro e se passa nos anos 1990.
A série se parece às vezes com uma novela, acentuando os supostos dramas e conflitos tanto entre a família real quanto entre a monarca e os primeiros-ministros, embora sua precisão histórica tenha sido bastante criticada.
A rainha (Globoplay, 2006)

GETTY IMAGES/BBC
Helen Mirren ganhou um Oscar de melhor atriz por seu papel no filme A rainha, de 2006.
O filme se passa logo após a morte da princesa Diana, em 1997, retratando um dos momentos mais desafiadores para a monarca, quando ela foi vista como distante e lenta para responder à comoção nacional.
Mirren revelou neste ano que ela escreveu à rainha antes da filmagem para dizer: “Nós estamos investigando um momento muito difícil na sua vida. Espero que não seja muito doloroso para você.”
A atriz disse à revista Radio Times: “Não cosigo lembrar como eu disse. Eu só disse que na minha pesquisa eu desenvolvi um respeito crescente por ela.”
A atriz também havia dito anteriormente que não sabia se a rainha havia assistido ao filme, mas “eu tive a sensação de que ele havia sido visto e que havia sido apreciado”.
Como ela teve essa sensação não está claro, já que o retrato não é sempre lisonjeiro – incluindo quanto à família mais ampla – e que Mirren acrescentou: “Nunca ouvi isso diretamente, e nunca ouvirei.”
A Noite da Realeza (Amazon Prime Video, 2015)
Esse filme de 2015 teve a atriz canadense Sarah Gadon no papel da princesa Elizabeth quando ela tinha 19 anos e saiu à rua à paisana com sua irmã Margaret durante a celebração do Dia da Vitória, no final da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 1945.
É um relato charmoso e leve da noite de liberdade anônima das princessas, uma leitura livre mas baseada em eventos reais de quando as irmãs realmente se juntaram à multidão fora do Palácio de Buckingham.
No entanto, parece improvável que Elizabeth tenha realmente encontrado um aviador arrojado em um ônibus de dois andares antes de rodar pela cidade com ele e levá-lo de volta ao palácio para o café da manhã com sua mãe e seu pai – mas os realizadores do filme decidiram que também poderiam usar licença artística ao preencher as lacunas sobre a vida da rainha.
A vida da rainha também foi objeto de muitos documentários, dos quais selecionamos alguns abaixo (não disponíveis até o momento em plataformas de distribuição no Brasil):
A Tribute To Her Majesty The Queen (documentário da BBC, 2022)
Ao citar memórias dos filhos da própria rainha, esse documentário de 90 minutos se destaca de outros filmes factuais sobre a vida e o tempo da monarca.
Com tão poucas oportunidades de ver momentos verdadeiros íntimos da família real, o afeto óbvio e genuíno com que eles falam nos dão insights sobre a relação deles com sua mãe quando eram uma família.
O então príncipe Charles, como era conhecido na época da filmagem, recorda uma memória antiga de quando tinha só três anos. “Nunca vou esquecer quando éramos pequenos, eu tomava um banho e ela estava praticando usar a coroa antes do coroamento”, ele diz. “Todos aqueles momentos maravilhosos, eu nunca vou esquecer.”
Em outro trecho, a narradora Kirsty Young conta a história dos lados privado e público do reino de Elizabeth 2ª com seu estilo caloroso e assertivo.
Her Majesty the Queen (documentário do Channel 4, 2022)
O apresentador veterano Jon Snow abre este especial com uma hora de duranção com uma conexão bem pessoal, orgulhosamente mostrando uma foto borrada em branco e preto que mostra ele e seus irmãos encontrando a rainha cinco anos após seu coroamento, quando ele tinha dez anos.
A memória principal dele é que o encontro envolveu a pintura do banheiro no térreo antes da visita, caso alguém da realeza precisasse usá-lo (ele não o fizeram). Ele não lembra muito do resto, “exceto que ela era baixa, saia plissada, chapéu, não falava muito”. Ele acrescenta: “Príncipe Phillip – ele falava muito, mas eu não entendia boa parte.”
Snow apimenta o programa com mais memórias, tanto dele quanto de outros, como sua vizinha, uma ex-assistente da realeza.
Ele equilibra esses momentos pessoais usando seu rigor jornalístico para também contar a história oficial, reexaminando os principais episódios das sete décadas da rainha no trono, da sua coroação às controvérsias dos anos 1990.
The Queen’s Coronation in Colour (documentário, 2018)
O começo do reino da rainha pode hoje pertencer a um passado distante. A cobertura em cores da coroação e algumas gravações de cenas mais relaxadas dos bastidores do evento foram encomendadas pela própria rainha e ajudam a trazer vida àquela ocasião.
Há entrevistas com alguns participantes, como as damas de honra que tiveram de impedir uma delas de desmaiar durante a cerimônia. Nós ouvimos como o arcebispo de Canterbury depois ajudou a animá-la ao lhe dar um gole de conhaque na sacristia.
O programa, apresentado por Alexander Armstrong, também inclui excelentes gravações amadoras de alegres e às vezes excêntricas festas de rua que aconteceram no Reino Unido naquele dia.
Elizabeth R – A Year in the Life of the Queen (documentário da BBC, 1992)
Se você gostaria de bisbilhotar por trás da cortina de veludo, os realizadores desse documentário tiveram uma rara autorização para acompanhar a rainha pro um ano entre 1990 e 1991.
O documentário captura momentos privados e encontros nas várias residencias reais e dutante viagens. É particularmente refrescante vê-la atuando e conversando naturalmente — seja brincando com Nelson Mandela ou rebatendo uma leve bronca que ela recebeu de um residente de uma casa de repouso em Yorkshire.
Também há uma gravação da própria monarca, em tons bem menos formais do que os que nos habituamos a ouvir em seus discursos.
E talvez o mais perto que a rainha chegou de perder a linha diante da câmera é uma cena fugaz de mãe e filha — do tipo que qualquer família conhece — quando a rainha-mãe a provoca equanto assistem à tradicional corrida de cavalos Epsom Derby.
De resto, não há muitos escândalos reais à mostra, e se você quer drama é melhor assistir a The Crown. Esse documentário foi filmado antes do “annus horribilis” de 1992, então captura a calmaria antes da tempestade.
Elizabeth: A Portrait In Parts (documentário, 2022)
Mais irreverente e vívido que muitos documentários reais — enquanto se mantém respeitoso — este filme de 90 minutos aglutina o arquivo da rainha com a cultura a seu redor, avançando e recuando no tempo ao longo de seus 70 anos de reinado.
Lançado em seu jubileu de platina neste ano, foi o último trabalho do diretor Roger Michell, de Notting Hill e The Duke, antes de ele morrer há um ano.
Seu estilo, usando imagens editadas para compilar capítulos temáticos soltos, em vez de contar uma história cronológica, dá uma sensação de frescor e ajuda a quebrar um pouco da pompa e formalidade que cercavam a monarca.
Elizabeth: Our Queen (Channel 5, 2018)
Para um relato mais abrangente de sua vida, acompanhando os altos e baixos de seu status único na nação, essa série de sete horas e meia e quatro partes deve ser satisfatória.
Ela usa a fórmula familiar do documentário em TV com imagens de arquivo combinadas com comentários de historiadores, políticos e membros do círculo real.
Embora possa ter havido novas revelações, a série oferece uma jornada aprofundada e nostálgica.
– Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62823646

Fonte: G1 Entretenimento

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Camila Cabello deixa mensagem para fãs em chegada ao Brasil: ‘Te amo forever’


Cantora se apresenta no Palco Mundo do Rock in Rio na noite deste sábado (10). Camila Cabello deixa mensagem para fãs em chegada ao Brasil: ‘Te amo forever’
Reprodução/Instagram
Camila Cabello é uma das estrelas do Rock in Rio deste sábado (10). A cantora, que se apresenta no Palco Mundo já está no Brasil e, no Twitter, fez uma postagem aos fãs, declarando seu amor.
“Vocês fazem eu me sentir muito amada”, escreveu a cantora, que ainda usou um “eu te amo” antes de completar com um “forever (pra sempre)”.
Camila ainda incluiu os emojis de carinha de choro e de uma bandeira do Brasil no post.
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Rock in Rio tem Coldplay, Camila Cabello e Djavan em sábado de pop e MPB; veja como será o 6º dia
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Camila Cabello

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone Mazzer retoma potência da discografia ao vociferar contra padrões no single ‘Deixa ela falar’


Gravação é a primeira amostra de álbum que sai em 30 de setembro com produção do duo Ant-Art e músicas de Bernardo Vilhena, Duda Brack, Eduardo Dussek, Iara Rennó e Jards Macalé. Simone Mazzer lança o single ‘Deixa ela falar’ em 16 de setembro
Gabriela Perez / Divulgação
Resenha de single
Título: Deixa ela falar
Artista: Simone Mazzer
Composição: Lydia Del Picchia e Luiz Rocha
Álbum: Deixa ela falar
Edição: Biscoito Fino
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Cantora e atriz paranaense conhecida pela potência da voz, amplificada pela dramaticidade depurada no trabalho realizado com a Armazem Companhia de Teatro ao longo de 20 anos, Simone Mazzer lança o quarto álbum, Deixa ela falar, em 30 de setembro, em edição da gravadora Biscoito Fino.
No disco, gravado com produção musical e arranjos do duo carioca Ant-Art, a artista aborda parcerias de Eduardo Dussek com Luiz Carlos Góes (1944 – 2014) e de Jards Macalé com José Carlos Capinan entre músicas inéditas de Bernardo Vilhena, Duda Brack e Iara Rennó.
A julgar pelo single com a música-título Deixa ela falar, programado para entrar em rotação em 16 de dezembro, Mazzer retoma nesse quarto álbum a intensidade, a potência e o vigor que brotaram nos dois primeiros álbuns da discografia solo da artista, Férias em videotape (2015) e Simone Mazzer & Cotonete (2017), mas que pareceram diluídos no disco posterior Grupo Semente e Simone Mazzer cantam e tocam Nelson Cavaquinho (2020).
Deixa ela falar é composição de Lydia Del Picchia e Luiz Rocha apresentada na voz de Lydia no espetáculo de teatro Outros (2019), do Grupo Galpão.
A letra de Deixa ela falar é grito contra a tirania da sociedade machista que dita padrões para as mulheres. Integrantes do Ant-Art, Antonio Fischer-Band (baixo, teclados, synth e vocal) e Arthur Martau (bateria, guitarra e vocais) produziram uma gravação ruidosa, ambientada em atmosfera de indie rock.
Entre versos falados (em sintaxe distinta da prosódia do rap) e cantados, Simone Mazzer vocifera contra os padrões, quebrando regras e demolindo preconceitos, em sintonia com o fato de ser, ela mesma, aos 54 anos, “mulher gorda, artista, morando na zona norte do Rio de Janeiro”, como a cantora se apresenta no texto de divulgação de Deixa ela falar, single mixado por Lucas Ariel.
Ainda de acordo com a artista, o álbum Deixa ela falar tem a quebra de padrões como fio condutor do repertório. Outros gritos serão dados com o disco e, se eles tiverem a potência mostrada no single Deixa falar, esses gritos ecoarão forte por um Brasil que precisa muito ouvi-los.
Capa do single ‘Deixa ela falar’, de Simone Mazzer
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Vitão se une com Pabllo Vittar em remix de ‘S de saudade’ que gera single e clipe


Capa do single ‘S de saudade – Remix’, de Vitão com Pabllo Vittar
Divulgação
♪ Composição de Vitão em parceria com Breno Casagrande, Jorge Vercillo e Rafinha RSQ, S de saudade é reciclada pelo cantor em remix que junta Vitão com Pabllo Vittar.
Lançado em single posto em rotação na sexta-feira, 9 de setembro, o remix de S de saudade gera clipe filmado pelos artistas em parque de diversões da cidade de São Paulo (SP) sob direção de Marcel Woo e Tchinaman.
Música que dialoga com a sofrência do pagode romântico, S de saudade faz parte do EP autoral Mais uma vez, lançado por Vitão em julho com produção musical de Rafinha RSQ, parceiro do cantor e compositor paulistano na criação dos arranjos e na composição da maior parte das músicas do disco.

Fonte: G1 Entretenimento