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Dua Lipa brinca com fã que levou lua cenográfica de seu show para casa


Durante show em São Paulo, alguns objetos cenográficos foram lançados ao público. Cantora se divertiu com post que viralizou de fã levando lua embora. ‘Ótima lembrancinha de show pra levar pra casa’. Dua Lipa brinca com fã que levou lua cenográfica de seu show para casa
Reprodução/Instagram
Dua Lipa brincou, nas redes sociais, com fã que levou uma das luas cenográficas de seu show para casa. Durante apresentação em São Paulo, os objetos cenográficos foram lançados ao público.
Logo após, viralizou um post mostrando uma das pessoas que esteve na apresentação carregando uma das luas na saída do show.
“Eu acho que essa lua agora tem um lar muito feliz. Ótima lembrancinha de show para levar para casa com você”, escreveu a cantora, que ainda incluiu emojis de risadas ao post no Instagram.
Dua Lipa se apresentou em São Paulo na noite desta quinta-feira (8) e transformou seu show em festa para dançar.
A cantora é atração principal do Palco Mundo do Rock in Rio, no domingo (11), dia de encerramento do festival.
Dua Lipa dança e canta durante apresentação no Distrito Anhembi, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Dua Lipa

Fonte: G1 Entretenimento

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Bandolinista Afonso Machado relata memórias do Galo Preto em livro sobre grupo carioca de choro


Capa do livro ‘Memórias do Galo Preto’, de Afonso Machado
Arte de Mario Cafiero
♪ Seguidores do Galo Preto desde que o grupo carioca de choro entrou em cena em 11 de julho de 1975, ainda sem nome, identificarão de imediato a imagem estampada na capa do livro Memórias do Galo Preto (2022), recém-lançado pela editora Outras Letras.
Trata-se da imagem criada pelo artista visual Mario Cafiero para a capa do primeiro álbum do conjunto de música instrumental, Galo Preto, lançado em 1978.
Escrito pelo bandolinista, arranjador e compositor carioca Afonso Machado, fundador do Galo Preto, o livro é composto por quatro grandes tópicos de títulos autoexplicativos – Memórias, Fotos, Discografia e Partituras – que documentam a trajetória e a obra desse conjunto que começou a se agrupar nos saraus promovidos pelo violonista amador Raul Machado, pai de Afonso, jovem da zona sul carioca que, desafiando o império da música norte-americana nas rádios naquela época, se interessou pelo choro ao ouvir Jacob do Bandolim (1918 – 1969).
A partir da semente espalhada pelo Doutor Raul (como Afonso se refere ao pai no livro), Machado fundou o Galo Preto com os músicos Alexandre Paiva (cavaquinho), Camilo Attie (pandeiro), José Maria Braga (flauta), José Maria Braga (flauta), Luis Otávio Braga (violão de sete cordas), Mauro Rocha (violão) e Reynaldo Santos (caixeta e afoxé).
A criação do grupo se insere dentro de movimento de renovação do choro que gerou conjuntos como Os Carioquinhas no Rio de Janeiro, na segunda metade da década de 1970.
No livro Memórias do Galo Preto, Afonso Machado faz relato sucinto – com texto de escrita simples, pautada pela objetividade – da caminhada desse grupo que, num primeiro momento, teve o caminho profissional cruzado com o de Cartola (1908 – 1980) e, mais tarde, com o de Elton Medeiros (1930 – 2019).
Afonso Machado puxa o fio da memória – respaldada no livro pelas reproduções parciais ou integrais de reportagens e críticas de discos e shows do grupo – e discorre sobre cada álbum do Galo Preto, entre um causo e outro sobre a convivência dos músicos nos bastidores.
Sem dar nomes, Afonso conta que havia o integrante do Galo Preto que roncava demais, o que comia demais – a ponto de armazenar guloseimas em quarto de hotel – e o que bebia demais. Contudo, a música é a matéria-prima desse livro de valor documental sobre o Galo Preto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Membros do Måneskin são cercados por fãs após show em São Paulo e distribuem fotos em chegada em hotel


Damiano David, vocalista do grupo italiano, usava uma camisa do Brasil. Na quinta-feira (8), banda se apresentou no festival no Palco Mundo. Membros do Måneskin são cercados por fãs após show em São Paulo e distribuem fotos em chegada em hotel
Araujo/Agnews
Damiano David, Victoria De Angelis, Ethan Torchio e Thomas Raggi, integrantes da banda Måneskin, foram cercados por fãs durante chegada em hotel, em São Paulo.
O grupo tinha acabado de se apresentar no Espaço Unimed, na capital paulista, quando foi recepcionado por um grande grupo.
Simpáticos, eles conversaram com os fãs e atenderam aos pedidos de autógrafos e selfies. Damiano usava uma camisa do Brasil após o show.
A apresentação em São Paulo aconteceu logo após o show do Rock in Rio.
A banda italiana tocou logo antes do Guns N’ Roses no Palco Mundo, na noite de quinta-feira (8), em show com cinco músicas no idioma nativo deles, mas com as músicas em inglês se destacando.
Audaciosos, tocaram “Love of my life”, do Queen. “Vamos ser mortos por isso, mas eu não me importo”, disse o vocalista Damiano David ao fazer a homenagem, brincando.
O Måneskin trouxe da Itália pose, peso e credenciais para ser a nova aposta do combalido estilo que batiza o festival. O quarteto chegou ao primeiro lugar global do Spotify, após ser revelado no programa “X Factor” e vencer o Eurovision, famoso festival de canções da Europa.
Leia mais: Como Måneskin virou maior aposta do rock e foi escolhida para tocar antes do Guns no Rock in Rio
Membros do Måneskin são cercados por fãs após show em São Paulo e distribuem fotos em chegada em hotel
Araujo/Agnews
Membros do Måneskin são cercados por fãs após show em São Paulo e distribuem fotos em chegada em hotel
Araujo/Agnews
Membros do Måneskin são cercados por fãs após show em São Paulo e distribuem fotos em chegada em hotel
Araujo/Agnews
Membros do Måneskin são cercados por fãs após show em São Paulo e distribuem fotos em chegada em hotel
Araujo/Agnews
Membros do Måneskin são cercados por fãs após show em São Paulo e distribuem fotos em chegada em hotel
Araujo/Agnews
Måneskin faz show com várias covers e muita animação no Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Tré Cool, baterista do Green Day, curte samba no Rio antes de apresentação no Rock in Rio


Músico esteve no Beco do Rato na noite de quinta-feira (8). ‘Noites brasileiras’, escreveu ele no Instagram, ao compartilhar algumas imagens. Tré Cool, baterista do Green Day, curte samba no Rio antes de apresentação no Rock in Rio
Reprodução/Instagram
Antes do show do Green Day, que fechou as apresentações do Palco Mundo do Rock in Rio nesta sexta-feira (9), Tré Cool, baterista da banda, curtiu um samba, no Rio de Janeiro.
O músico esteve no bar Beco do Rato, na noite de quinta-feira (8). Além de curtir o som, ele também se juntou à roda de samba e se arriscou no tamborim.
Tré Cool compartilhou algumas imagens do evento e escreveu: “Noites brasileiras”. O Beco do Rato também postou no Instagram algumas imagens do artista na roda de samba.
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Green Day no Rock in Rio
Com vinte minutos o Green Day já tinha feito de longe o melhor show do Rock in Rio até agora: Billie Joe endiabrado, uma fã no palco cantado “Know your enemy”, outro casal de fãs ficando noivos e a maior multidão que já conseguiram reunir em frente ao Palco Mundo em 2022.
O vocalista e guitarrista de 50 anos de idade e 20 de disposição conseguiu segurar esse clima durante quase duas horas no show de encerramento desta sexta-feira (9). Foi uma apresentação arrasadora que o público merecia após um dia de shows irregulares. (Leia mais sobre como foi a apresentação do Green Day no Rock in Rio).
Green Day se apresenta no Palco Mundo do Rock in Rio
Stephanie Rodrigues/g1
Green Day conquista público do Rock in Rio com sucessos e muita energia

Fonte: G1 Entretenimento

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Débora Motta cai no samba de Fátima Guedes em EP dedicado ao cancioneiro da compositora


Capa do single ‘Perfil’, de Débora Motta com Fátima Guedes
Divulgação
♪ Cantora e jornalista nascida em Manaus (MG), mas residente na cidade do Rio de Janeiro (RJ) desde os 18 anos, Débora Motta faz aula de canto com Fátima Guedes. O contato nas aulas a motivou a gravar disco dedicado ao cancioneiro da artista carioca, mestra na arte da composição. Ainda inédito, o EP O mundo no teu perfil reúne seis músicas da compositora.
A gravação de Flor de ir embora (1990) – canção lançada há 32 anos na voz de Maria Bethânia e revivida por Débora em ritmo de xote – foi o single que anunciou o EP em 5 de agosto. O segundo single, Perfil, desembarca nos aplicativos de música na próxima sexta-feira, 16 de setembro.
Trata-se de samba inédito em disco – como a maior parte do repertório do EP – e cantado por Débora Motta em dueto com a própria Fátima Guedes em gravação feita em dezembro de 2021 no estúdio Ômega Brasil, em Niterói (RJ), com produção musical de Felipe Tauil (bateria, percussão e arranjo) e Junior Castanheira (baixo).
Rubinho Jacob tocou violão e participou da criação do arranjo. Fátima Guedes orquestrou a direção de voz da gravação, mixada em Portugal.
Em sintonia com o momento do Brasil, a letra do samba Perfil versa sobre a sensação de estranhamento e decepção com pessoas próximas que, de repente, revelam um lado sombrio.
“Vivemos em tempos de retrocessos, em que a sociedade está dividida e preconceitos que já deveriam ter sido superados estão ressurgindo. Esse samba fala desse sentimento, quando percebemos que aquela pessoa querida mostra uma face nunca antes imaginada”, caracteriza Fátima Guedes.
A letra do samba contém o verso que intitula o EP O mundo no teu perfil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fãs mostram kit sobrevivência para o Rock in Rio: comida, água, lubrificante e fralda


Frequentadores revelaram táticas para aguentar ficar na grade, enfrentar o calor e até evitar assaduras durante o festival. Elivelton Pires, de Varginha, em Minas Gerais: coberta e comidinhas
Laura Rocha/g1
Não basta ir ao festival, tem que ter tática. Foi isso que o g1 ouviu ao ir atrás das melhoras dicas para curtir o Rock in Rio sem passar perrengue e atingir todos os objetivos: desde ficar de boas na grade e ter a melhor visão do show preferido, até não passar fome, não ter problemas com o sol ou assaduras.
Veja o que vai no kit sobrevivência dos fãs do Rock in Rio!
Kit soninho
Sem hospedagem, o mineiro Elivelton Pires, de 26 anos, chegou ao Rock in Rio direto da rodoviária, com o namorado Felipe Braz. Como acharam os preços dos hoteis caros, o casal resolvei ir direto para o festival. Na bolsa, eles levaram biscoitos, água, toalha, roupas, desodorante e cobertor para dar aquela cochilada entre um show e outro.
Kit antiassaduras
Já a fotógrafa Andressa Zanchin, de 23 anos, que é de Cascavel, no Paraná, tentou táticas para fungir de um problema que a persegue: assaduras. É que devido ao suor e o atrito nas pernas, ela costuma ter assaduras nas coxas. A solução? Usar lubrificante. Ideia que, segundo ela, dá supercerto.
Além do lubrificante, a bolsa de Andressa tem salgadinhos, garrafa de água, leque para se abanar contra o calor e analgésicos.
Nada de dor: fotógrafa vai de lubrificantes e analgésicos para evitar problemas
Laura Roca/g1
Nada de xixi
Ao lado das amigas, Gabriella Bezerra, de 23 anos, mostrou que, além de comida e água, carregava fraldas na mochila.
A tática é pra garantir o melhor lugar na grade, sem ter que sair nem para ir ao banheiro e foi testada nos shows de Post Malone, Justin Bieber e Green Day. O único ajuste foi colocar mais fralda na bolsa para o caso dela beber muita água por causa do calorão que faz na cidade.
“Vim no dia do Post Malone e do Justin Bieber. Nos dois eu usei fralda. Aguentou um pouquinho para a pouca quantidade de água que bebi”, avalia.
Gabriella Bezerra e sua fralda: nada de sair para fazer xixi
Laura Rocha/g1
Kit madrugador
O paulista André Soares, de 30 anos, passou a noite da quinta-feira (8) para sexta (9) do lado de fora da Cidade do Rock, onde tinha ido para assistir ao show do Guns N’ Roses.
Para enfrentar a maratona de dormir e acordar na fila, ele levou marmita, roupas para trocar, carregador portátil para celular, escova de dentes e até papel higiênico. Tudo para chegar cheiroso e limpinho ao festival.
André Soares: roupas, papel higiênico e marmita fazem parte do kit madrugador
Laura Rocha/g1
Kit maratonista
O analista Thiago Rodrigues, de 35 anos, e a professora Erika Ceschin, 31, fazem a linha maratonista de festival e assistiram a vários espetáculos em dias alternados. Para aguentar o pique, alguns itens são fundamentais: pós-sol para não ficar ardido, remédio para dor nas costas por causa do longo tempo em pé e comida.
*Estagiária sob supervisão de João Ricardo Gonçalves

Fonte: G1 Entretenimento

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Jovem Dionísio leva o improvável hit ‘Acorda, Pedrinho’ ao Rock in Rio neste sábado (10)


Há três anos o grupo nem tinha escolhido o nome e fazia shows em bares. Agora, eles estreiam no Rock in Rio com o feito raro ser uma banda de indie pop com hit º1 das paradas. Banda curitibana Jovem Dionísio se apresenta nesta sexta, em Campinas
Rodrigo Chavez
Em 2019, enquanto o Rock in Rio realizava sua edição anterior, cinco amigos curitibanos tocavam felizes em um bar da cidade, o Jokers, após escolherem o novo nome da banda: Jovem Dionísio.
Uma edição do Rock in Rio depois, eles estreiam no festival na esteira de um feito raro de ser a primeira banda a liderar as paradas brasileiras desde 2018, com o hit “Acorda Pedrinho” acima de hits de cantores e duplas de funk e sertanejo.
A vida do quinteto deu voltas até eles chegarem até o Palco Supernova do Rock in Rio, no dia 10 de setembro, sábado.
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2022
Eles repassaram essa trajetória ao podcast g1 ouviu. Ouça abaixo e leia mais a seguir:
O vocalista Bernardo Pasquali, 26 anos, não achou que a música chegaria tão longe.
“Eu falei: galera, não vamos criar essa expectativa de 1º lugar. Olha pra nós, tipo, nós somos moleques de nada. Nós somos ‘nada a ver’, olha a música que a gente fez, uma música falando do nosso amigo do bar… Esse 3º lugar já tá ótimo”.
Dois dias depois eles estavam no número 1. “A gente ficou se olhando: Cara, o que tá acontecendo?”.
Som de amigos
Jovem Dionísio no clipe de ‘Acorda, Pedrinho’
Divulgação
A banda Jovem Dionísio existe desde 2018. Mas antes eles tocaram juntos por sete anos no grupo Huff, com um repertório de covers para churrascos e festinhas do colégio.
“Era muita coisa brasileira; Jorge Ben, Tim Maia, Gabriel O Pensador… Armandinho a gente esculachava porque ele é muito forte aqui no Sul. E coisas gringas também: Arctic Monkeys, Red Hot, Sublime”, descreve Bernardo.
Eles foram juntando dinheiro e coragem para apostar em composições próprias. No começo só o baterista Gabriel Mendes escrevia. O resto da banda tem Rafael Mendes (guitarra, irmão de Gabriel), Gustavo Karam (baixo) e Bernardo Hey (teclado). O primeiro EP, “Dança entre casais”, saiu em 2019.
Banda curitibana Jovem Dionísio reabre programação de shows na Ópera de Arame em Curitiba
Felipe Fonseca
‘Pop de quarto’
Um amigo e ex-integrante da banda, Lucas Suckow, aprendeu a produzir no computador e se ofereceu para ajudar. Eles produziram a faixa “Pontos de exclamação”. O arranjo acústico intimista com a base eletrônica caseira se encaixa no estilo “bedroom pop”, ou pop de quarto.
“Foi nossa primeira experiência com esse lance do ‘bedroom pop’, e daí a partir daí a gente foi seguindo esse caminho”, diz o vocalista. Outra coisa que abriu o caminho foi o remix do DJ Vintage Culture para “Pontos de exclamação”, com 46 milhões de plays no Spotify.
“A gente viu que tinha facilidade nesse processo de criação, que é abrir um computador, pegar uma composição e levantar uma música do nada, fazer uma música por dia. Em 2020 a gente fez uma viagem para Irati, no interior do Paraná”, ele conta.
O sítio do Pedrinho
Foi nesse ‘intensivão’ na casa isolada em Irati que nasceu “Acorda, Pedrinho”.
“Todo dia a gente acordava, pegava uma composição e, no fim do dia, tinha que ter uma música fechada. Acho que no quinto dia a gente fez ‘Acorda, Pedrinho’. O Mendão (Gustavo Mendes) chegou com o refrão e a gente precisava do verso. E aí falamos: ‘Cara, vamos cantar sobre o bar'”.
“Eu peguei um caderninho e escrevi: ‘acorda, Pedrinho, que hoje tem campeonato’. E os cara já levantaram: ‘Vamos gravar isso!’ O que a gente tinha de ideia ia gravando”, lembra Bernardo.
“Acho que 90% das decisões da banda são tomadas desse jeito: alguém dá uma ideia idiota e todo mundo compra essa ideia. Isso é bom, mas é um pouco perigoso às vezes”, ele brinca.
Ele não sabia o que iam falar do verso do Pedrinho: “Na hora eles falaram “Genial!” Daí eu passei a achar genial também. No fim das contas ninguém sabe, porque é uma piada interna, não dá para saber como vai ser para fora. Mas para a gente é uma ótima ideia”.
Banda curitibana Jovem Dionísio
Livia Rodrigues
A galera do bar
Antes de passar no teste do público, a música foi apresentada ao próprio Pedrinho e ao pessoal do Bar do Dionísio. Os músicos fizeram uma festa lá para lançar o disco “Acorda, Pedrinho.” O dono e os outros frequentadores se animaram muito, mas Pedrinho ficou mais contido, descreve Bernardo.
“Ele estava animado, mas daquele jeito, não tão preocupado. Eu não sei se ele entende muito essa parada. O resto do bar achando massa e ele: ‘Legal, legal’…”.
O clipe é gravado no bar, conhecido pelo nome do dono, mas chamado oficialmente Lanchonete Aquarius.
“Esse campeonato de sinuca existiu mesmo. A gente viu uma foto dos campeões no bar, aí o 1º lugar tinha uma caixa de Bohemia na mão. O 2º lugar tinha uma caixa de Skol e o 3º era o Pedrinho, com uma caixa de Kaiser”, conta Bernardo.
“Ele joga muita sinuca. Não dá pra ganhar dele ‘sussa’, não. Se tiver valendo uma cerveja, você vai perder”, descreve.
O ‘Fantástico’ foi a Curitiba e achou o Pedrinho no Bar do Dionísio:
Fantástico mostra a história de ‘Acorda, Pedrinho’, o hit que viralizou na internet
Felipe Simas (de preto) com a Jovem Dionísio
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bastille vem ao Rock in Rio com pop esquisito e letras sobre funerais, porres e eutanasia


Ao g1, vocalista fala sobre show neste sábado (10) com hits como ‘Pompeii’ e Happier’. ‘Todas as nossas músicas são sobre temas estranhos’, resume Dan Smith. Vocalista do Bastille fala sobre músicas que devem rolar no Rock in Rio
Quando o Bastille gravou “Pompeii”, em 2012, não imaginava que essa música levaria a banda a festivais e ao top 10 das paradas de 15 países, incluindo o Brasil. Era uma estranha combinação de indie rock eletrônico, percussão forte e muitas vogais (“Ê-ê-ô, ê-ô”, para ser exato).
Dez anos depois, ela ainda é a mais conhecida da banda britânica, mas eles terão novidades para o show do Rock in Rio, neste sábado (10).
“Sempre que tocamos ‘Pompeii’, onde quer que estejamos, você vê o lugar se iluminar e a atmosfera fica elétrica. É por isso que é um privilégio ter uma música dessa e o mesmo acontece com ‘Happier’ também”, garante Dan Smith, vocalista da banda, ao g1 (veja a entrevista no vídeo acima).
“Como uma banda, a gente quer tocar as músicas pelas quais a gente está interessado, mas eu quero que as pessoas nos festivais se divirtam, sabe? Se é divertido para eles, é divertido para nós.”
Marshmello e Bastille, em foto do single ‘Happier’
Divulgação
“Happier” não é tão estranha quanto “Pompeii”. Lançada em 2018 em parceria com o DJ Marshmello, é um hit dance pop bem mais convencional ou “uma música gigante da EDM”, na definição de Dan.
“É um mundo tão diferente para a gente. Eu escrevi a música com esse cara chamado Steve [McCutcheon, produtor] e eu sempre achei que ela iria ser gigante, mas nunca pensei que seria algo que eu cantaria. Então, eu mandei para o Marshmello, e ele amou.”
Apesar dos dois hits, o cantor define o Bastille como uma banda de músicas “esquisitas e variadas”. “Todas as nossas músicas são sobre temas estranhos e eu sempre quis fazer música pop com diversidade e que tenha algo a dizer.”
Bastille: Chris Wood, Dan Smith, Will Farquarson e Kyle Simmons
Divulgação/Universal Music
O quarto álbum, “Give me the future”, foi lançado neste ano e segue à risca essa ideia. Segundo ele, é um disco conceitual sobre o escapismo e como as pessoas fogem da realidade por meio da tecnologia e do entretenimento.
“Criamos tipo uma narrativa de ficção científica sobre ser capaz de se conectar a este mundo onde tudo é possível. E, basicamente, fazer a pergunta: se você pudesse ter isso, você teria e você escolheria isso em vez da vida real? Foi uma forma legal de explorar um monte de ideias sombrias e complicadas por meio de um álbum pop divertido com meia hora de duração.”
Neste disco, uma das canções mais pessoais é “No Bad Days”, com letra feita após ele visitar a tia pela última vez. Ela foi diagnosticada com um câncer e optou pela eutanasia, em 2019. Antes, a banda já lançou músicas sobre:
a série “Twin Peaks” (“Laura Palmer”);
luto e dançar em um funeral (“Good Grief”);
vício em redes sociais (“Doom Days”);
acordar deitado na cozinha e tentar se lembrar da noite anterior (“Joy”);
“economia da atenção” (“What you gonna do??”).
Bastille, uma banda veterana
A banda inglesa Bastille foi atração do segundo dia da edição de 2017 do Coachella
Reuters
Além da banda, Dan Smith vem trabalhando com artistas mais novos. Já ouviu de gente como de Yungblud, Holly Humberstone e Lewis Capaldi que eles ouviam Bastille quando eram mais novos.
“Estamos nessa há 10 anos. Isso é insano. Eu nem acredito que já fizemos quatro álbuns e quatro mixtapes, sabe? Isso é loucura para mim… É estranho entrar em uma sessão de composição com algum popstar que diz ‘Eu amava sua música quando eu estava crescendo. E eu fico tipo ‘oh Deus, que merda’.”
“As pessoas crescem e descobrem a música que existia antes de nascerem e se tornam obcecadas por ela e então fazem sua própria versão dela. E é assim que a música meio que evolui nesses ciclos”, conclui, com serenidade.

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan estreia no Palco Mundo do Rock in Rio com grandes hits e expectativa de ser ‘inesquecível’


Ao g1, cantor antecipa que show vai ser ‘um tiro só’ dos maiores sucessos com novos arranjos e diz que tem sua música tem a ver com de Coldplay, Camila Cabello e Bastille. “Quero fazer um roteiro que soe tipo assim ‘ele trabalhou, ele teve trabalho'”, diz Djavan sobre a estreia no Palco Mundo, do Rock in Rio, neste sábado (10).
O cantor alagoano de 73 anos abre os trabalhos do principal palco do festival carioca às 18h, com os maiores sucessos da carreira.
Ele já tocou no festival, mas apenas como uma participação no show de Carlos Santana em 1991.
Programação do Rock in Rio 2022: veja horários dos shows
“É um tiro só, é um show curto de 1h15, 1h20 para um mundo de gente que frequenta o Rock in Rio”, continuou o artista em entrevista ao g1.
“Vou fazer arranjos novos de algumas coisas, então vai ser um show lindo. Espero que seja um show realmente inesquecível para mim”.
“Sina”, “Flor de Lis”, “Se…”, “Eu Te Devoro”, “Acelerou” e “Samurai” estão confirmadas no repertório. A cenografia é de Gringo Cardia.
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Djavan
Djavan toca no mesmo dia de Coldplay, Camila Cabello e Bastille, e não está preocupado em parecer deslocado.
“Como a gente, hoje, via internet acaba sendo ouvido e assistido o mundo inteiro, creio que a minha música e a deles têm alguma conexão. Sobretudo porque a minha música é diversificada, abrange todos os gêneros, está ali na música latina, na americana, na brasileira. Então acho que está tudo certo, vai ser uma coisa bacana”, conclui.
LEIA TAMBÉM: Djavan lança ‘D’ como luz contra o obscurantismo: ‘A gente precisa acreditar na felicidade’

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: cidade tem previsão de sol com nuvens e possibilidade de chuva à noite neste sábado


Segundo o Climatempo, a temperatura pode variar entre 18 e 35 graus ao longo do dia. Tempo começa a mudar no Rio; há possibilidade de chuva no Rock in Rio
Marcos Serra Lima/g1
O Rio de Janeiro tem previsão de sol com aumento de nuvens durante a tarde deste sábado (10), data do penúltimo dia de Rock in Rio 2022, na Zona Oeste da cidade. Segundo o Climatempo, a possibilidade de pancadas de chuva aumenta no período da noite. A temperatura deve variar entre 18 e 35 graus ao longo do dia.
Veja fotos do 5º dia de Rock in Rio 2022
Rio registra a maior temperatura máxima do inverno: 38,5ºC
A previsão aponta para a chegada de uma frente fria na cidade a partir de domingo (11). Segundo o Climatempo, a temperatura máxima cai para 22 graus.
Confira a previsão para os dias seguintes:
Domingo (11)
Possibilidade de chuva durante o dia e à noite. A temperatura fica entre 16 e 22 graus.
Público se protege da chuva no 2º dia do Rock in Rio 2022
Marcos Serra Lima/g1
Segunda-feira (12)
Sol com muitas nuvens durante o dia. Períodos de nublado, com chuva a qualquer hora. A temperatura fica entre 15 e 26 graus.
Terça-feira (13)
Sol com muitas nuvens e pancadas de chuva à tarde. À noite a chuva deve parar. A temperatura fica entre 16 e 30 graus.

Fonte: G1 Entretenimento