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Ator James Handy, de ‘Top Gun: Maverick’, morre aos 81 anos após ser esfaqueado; filho da namorada é suspeito


Ator James Handy é encontrado morto em LA
Reprodução
O ator James Handy, conhecido por seu papel em “Top Gun”, foi assassinado, segundo divulgou o site norte-americano TMZ nesta quinta-feira (4). Handy, de 81 anos, foi encontrado em frente a uma casa em Los Angeles com uma facada no peito.
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A polícia de Los Angeles trata o enteado de Handy, Michael Gledhill, de 44 anos, como o principal suspeito. Segundo as autoridades, Gledhill ligou para a polícia e afirmou: “Eu sou o filho do homem. Acabei de matar o homem do pecado”.
Gledhill, que é filho da namorada de Handy, foi detido e autuado por homicídio, com fiança estipulada em US$ 2 milhões. Até o momento, a polícia não revelou o que teria motivado o assassinato.
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Com uma carreira que atravessou mais de cinco décadas, James Handy se tornou um rosto conhecido do público ao participar de mais de 100 produções para o cinema e a televisão. Sua morte trágica causou comoção entre fãs e colegas da indústria do entretenimento.
Veterano da televisão e do cinema norte-americano, James Handy acumulou mais de 100 créditos na carreira ao longo de cinco décadas de atuação. Conhecido por participações em produções como Top Gun: Maverick, Jumanji e Arachnophobia, o ator era uma figura recorrente em Hollywood. Sua morte em circunstâncias violentas encerra uma trajetória marcada por trabalhos em dezenas de filmes e séries de sucesso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodrigo Lessa e Edu Neves partem do choro em direção ao jazz na rota latina do álbum autoral ‘Tempo de samba’


Rodrigo Lessa (à esquerda) e Eduardo Neves tocam nove temas autorais no álbum ‘Tempo de samba’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Tempo de samba” é titulo a rigor redutor para o álbum lançado ontem, 3 de junho, pelo bandolinista e violonista Rodrigo Lessa com o flautista e saxofonista Edu Neves. Como ressalta o violonista Luís Filipe de Lima em texto escrito para apresentar o álbum “Tempo de samba”, Lessa e Neves são músicos pertencentes a uma geração que, partindo do choro, seguiram rota latina que desaguou em gêneros como jazz e, claro, samba, geralmente em clima de gafieira moderna.
É nesse caminho que Rodrigo Lessa (bandolim) e Edu Neves (flauta e sax soprano) transitam mais uma vez ao longo das nove músicas autorais que compõem o repertório essencialmente inédito do álbum “Tempo de samba”, gravado com arranjos e produção musical de Lessa.
Com exceção de “No gurufim do Tio Sam”, parceria dos artistas lançada em disco de 2004, as demais oito músicas são inéditas. Sozinho, Rodrigo Lessa assina “Tererô”, “Montuno carioca”, “Manual prático para uma boa vadiagem” – homenagem aos malandros de tempos idos da Lapa, bairro do Centro do Rio de Janeiro (RJ) de contornos lendários na memória musical carioca – e “Samba infinito”.
Já Edu Neves assina sozinho “Maxixe acebolado” e “Nelson”. Juntos, além da supracitada música “No gurufim do Tio Sam”, os músicos parceiros – que já integraram juntos o grupo carioca Pagode Jazz Sardinha’s Club – são autores de “Capataz Dionízio” e “Tô cãozinho”.
Todo esse repertório foi gravado por Rodrigo Lessa e Edu Neves no álbum “Tempo de samba” na ótima companhia de virtuoses como Antonio Neves (trombone), Bruno Barreto (percussão), Carlinhos 7 Cordas (violão de sete cordas), Luís Louchard (violão), Lucas Videla (percussão) e Marcus Thadeu (bateria e percussão).
Capa do álbum ‘Tempo de samba’, de Rodrigo Lessa & Edu Neves
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lilia Cabral imprime a leveza de Rita Lee em ‘Balada da louca’, peça sobre como é ser humano em horas de partida


Lilia Cabral interpreta Rita Lee (1947 – 2023) no monólogo musical ‘Rita Lee – Balada da louca’
Cauê Moreno / Reprodução Instagram ‘Rita Lee – Balada da louca’
♫ CRÍTICA DE MONÓLOGO MUSICAL
Título: Rita Lee – Balada da louca
Atuação: Lilia Cabral
Dramaturgia e idealização: Guilherme Samora
Direção: Beatriz Barros
Direção musical: Dani Nega
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Rita Lee tinha 73 anos e 37 quilos em 9 de abril de 2021 quando recebeu o diagnóstico de câncer no pulmão e vivenciou situação em que “a gente se olha e não sabe se vai ou se fica”, como a artista já tinha resumido, há 50 anos, em verso da existencialista balada “Coisas da vida” (1976).
Rita Lee Jones (31 de dezembro de 1947 – 8 de maio de 2023) ficou durante mais dois anos no plano físico e, nesse tempo, escreveu um segundo livro de memórias, fazendo com verve a crônica dos dias de luta diante da morte anunciada pelos médicos, que lhe deram o prognóstico de mais alguns meses de vida no momento do diagnóstico.
Lançado em 22 de maio de 2023, já em caráter forçosamente póstumo, o livro “Outra autobiografia” deu sequência à narrativa de “Uma autobiografia” (2016) – um dos maiores best-sellers do mercado literário brasileiro nos últimos dez anos – e, três anos depois, se tornou a base do espetáculo teatral “Rita Lee – Balada da louca”, protagonizado por Lilia Cabral e estreado em 22 de maio de 2026 no Teatro Faap, na cidade de São Paulo (SP), onde ficará em cartaz até 9 de agosto.
Idealizado por Guilherme Samora, que adaptou o texto do livro para o palco, “Rita Lee – Balada da louca” não se enquadra na moldura do musical de teatro. É, antes, um monólogo pontuado por música.
Aliás, já na abertura da peça, Lilia Cabral dá voz (bem colocada, em tons baixos evocativos do canto de Rita Lee) ao sucesso “Nem luxo nem lixo” (1980), um dos muitos hits da parceria de Rita com Roberto de Carvalho, cujo piano é ouvido em off ao longo do espetáculo orquestrado sob direção musical de Dani Nega.
Embora costurada pela leveza e pela mordacidade típica da escrita de Rita, a narrativa do livro “Outra autobiografia” expõe sem pudor e sem autopiedade a progressiva decadência física da roqueira na medida em que foram aparecendo outros tumores pelo corpo da artista, inclusive na cabeça.
No palco, o texto ganha tons mais suaves, até porque “Balada da louca” constrói aura sagrada em torno de Santa Rita de Sampa, mas a essência do livro está lá.
Atriz excepcional, paulistana como Rita Lee, Lilia Cabral personifica a artista com naturalidade, em tons sempre serenos, indo do riso ao choro em menos de um minuto. Contudo, as lágrimas eventuais da atriz – símbolos dos momentos em que Rita se permitiu chorar diante da morte do corpo que já se insinuava inevitável – jamais pesam o clima.
Sem apelar para o sentimentalismo, traço inexistente na escrita da roqueira, o monólogo “Rita Lee – Balada da louca” evolui com permanente leveza ao longo de 70 minutos. A graciosidade da peça se estende à direção de Beatriz Barros, sensível, por exemplo, ao simbolizar no manejo do acordeom o movimento de abrir e fechar os pulmões.
O único estranhamento do texto é o momento em que, já perto do fim do monólogo, Lilia Cabral sai da personagem para ser ela mesma em depoimento confessional sobre a admiração que sempre nutriu por Rita Lee desde a adolescência. Mas Lilia Cabral logo volta a ser Rita Lee neste espetáculo simpático, de energia boa, que complementa o musical biográfico estrelado pela atriz Mel Lisboa.
E, no fim das contas, Lilia Cabral, uma das maiores atrizes do Brasil, devota de Santa Rita de Sampa, sempre vale o ingresso de qualquer espetáculo, inclusive desse monólogo arrematado com a marcha pop foliã “Dias melhores virão” (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1989), como se sinalizasse que, “depois da estrada, começa uma nova avenida”…
Lilia Cabral protagoniza espetáculo baseado no segundo livro de memórias de Rita Lee (1947 – 2023), ‘Outra autobiografia’, lançado em 2023
Mauro Ferreira / g1

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: como ‘Minha Mulher Não Deixa Não’ virou um ‘brega-resenha’ de sucesso em 2010


A história de ‘Minha mulher não deixa não’, a ‘resenha’ que virou brega de sucesso em 2010
No finzinho de 2010, Reginaldo Alves da Silva provou que, para fazer um hit, você não precisa de muito: basta um teclado e uma esposa bem ciumenta.
Ao transformar a clássica desculpa “Vou não… Minha mulher não deixa não” em música, o artista deu vida a um refrão chiclete que dominou o país inteiro.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui.
A história dessa música começa, como sempre, na mesa de um bar. E o enredo é todo baseado em dores reais.
Reginho, que já tinha anos de estrada na música, costumava dizer por aí que, entre os amigos, ele carregava a fama de ser o “pau mandado da mulher”. Decidiu transformar a “sina”, então, em uma letra.
Reginho, dono do brega ‘Minha Mulher Não Deixa Não’, hit de 2010.
Divulgação
Diferente das produções da época, contudo, o brega não foi lançado por meio de uma grande gravadora, mas sim, por um vídeo amador postado no YouTube.
A imagem era simples: quatro amigos, na beira da praia de Maria Farinha, em Pernambuco, fazendo uma coreografia toda desengonçada que rapidamente virou febre nacional.
Em pouco tempo, o “Vou não, quero não” já estava na boca de jogadores de futebol e ganhava versões de artistas de todos os gêneros, do sertanejo ao axé.
O sucesso foi tão grande que o grupo Reginho e Banda Surpresa chegou a fazer mais de 50 shows por mês, na época, e foi disputado por quase todos os programas de auditório do país.
Mas o destino, imprevisível como é, pregou uma peça na trajetória da banda.
No auge do sucesso, já em 2011, o grupo sofreu um acidente de ônibus na Bahia que acabou vitimando um dos integrantes e deixou Reginho ferido.
Depois disso, nada foi o mesmo. A banda se desfez, e Roginho, nunca mais conseguiu emplacar outro sucesso comercial do tamanho que foi seu “brega-resenha” sobre ciúmes.
Ainda assim, “Minha Mulher Não Deixa Não” ficou eternizada como um dos grandes marcos dessa cultura “meme que vira música, música que vira meme”.
A faixa foi a prova de que uma boa sacada e um refrão chiclete podem transformar qualquer um em estrela… mesmo que seja só por um verão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marjane Satrapi, autora de ‘Persepolis’, morre aos 56 anos


Marjane Satrapi, autora de ‘Persepolis’, morre aos 56 anos
BERTRAND GUAY / AFP
A autora e cineasta franco-iraniana Marjane Satrapi, conhecida mundialmente pela graphic novel e pela adaptação cinematográfica de “Persépolis”, morreu aos 56 anos. A informação foi confirmada por familiares à AFP nesta quinta-feira (4).
“Marjane Satrapi morreu de desgosto pouco mais de um ano após a morte de Mattias Ripa, seu marido e o amor de sua vida”, diz o comunicado divulgado por seus parentes, segundo a rede TV Euronews.
Esta reportagem está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Todo Mundo em Pânico’ tenta voltar às origens com piadas batidas sobre a ‘cultura do cancelamento’; g1 já viu


‘Todo Mundo em Pânico’ entra no circuito na quinta-feira, dia 4, mas tem sessões antecipadas no dia 3 de junho.
Divulgação
Estreia nesta quinta-feira (4) nos cinemas brasileiros o sexto filme de “Todo Mundo em Pânico”, um dos maiores fenômenos do terror-paródia dos anos 2000.
Apesar de estar sendo chamado pelo público de “Todo Mundo em Pânico 6”, o longa vem sendo divulgado apenas com o título original, sem o número estampado no pôster.
O lançamento acontece 13 anos após o capítulo anterior e marca a volta dos irmãos Wayans após mais de duas décadas de afastamento.
O hiato foi provocado por disputas de direitos autorais e divergências criativas com os antigos coprodutores da marca, os irmãos Bob e Harvey Weinstein — este último, condenado por uma série de crimes de agressão e assédio sexual em Hollywood.
Marlon e Shawn se juntam a Anna Faris e Regina Hall, as eternas Cindy e Brenda, para remontar o quarteto original que deu o tom dos dois primeiros filmes da série.
Justamente por tudo isso, a expectativa dos fãs não era pequena. E nem podia ser. A franquia tinha em mãos o elenco original e mais de uma década de material para trabalhar: novos filmes, novos debates, novos termos e, sobretudo, novas polêmicas.
Pelo fim do ‘mimimi’
Os Wayans estão de volta a ‘Todo Mundo em Pânico’ para acabar com a cultura do cancelamento.
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A premissa é a seguinte: o quarteto tenta escapar de um assassino mascarado também velho conhecido do público, o Ghostface, mas estabelecendo uma nova meta, “acabar com a cultura do cancelamento”.
O espectador, a essa altura do campeonato, já está cansado de saber: para assistir ao filme, não dá para se levar muito a sério. Afinal de contas, a própria franquia nunca se levou.
E o novo filme faz questão de deixar isso bem claro, colocando, sem pudor, na boca de um dos personagens no início da trama: “Não é comédia com consciência social feita para branco pensar e ninguém rir. É para se divertir”.
É a partir desse posicionamento politicamente incorreto que os irmãos Wayans (que também assinam o roteiro) tentam desenhar uma provocativa disputa entre a velha guarda e a nova geração.
Ao mirar nos dilemas geracionais, é como se os criadores — que agora já passaram da casa dos 50 anos — estivessem voltando aos holofotes para dizer: “Deixa a gente mostrar para vocês como é que se faz”.
Metralhadora de referências
No elenco, Chris Elliott, Lochlyn Munro, Heidi Gardner, Damon Wayans Jr. e Savannah Lee Nassif, entre outros nomes.
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Seguindo essa linha de ataque, o roteiro apresenta na tela um compiladão de quase tudo que bombou nas redes, nos cinemas e no noticiário nos últimos tempos.
Sobra espaço para piadas envolvendo gays do Grindr, o Kanye West do Novo Testamento, a Covid-19, o ChatGPT, os relatórios de Jeffrey Epstein, a invasão do Capitólio norte-americano, a nova geração de streamers e por aí vai…
Há ainda referências diretas a dezenas de outras produções, como “Wandinha”, “Pecadores”, “Guerreiras do K-Pop”, a cinebiografia “Michael”, “Saltburn”, “Corra!” e mais. Muito mais.
O grande problema, no entanto, é que quando tudo isso é colocado junto, em formato de uma sequência de esquetes de humor independentes, a engrenagem não dá liga.
Já ouvimos isso antes
‘Todo Mundo em Pânico’ ironiza remakes, sequências, requels, prequels, spin-of’s.
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A estrutura fragmentada vai ficando bem batida à medida que o filme avança e, do meio para o final, as situações parecem sempre variações da mesma piada.
Ao insistir na crítica à chamada “geração mimimi” ou, como a própria sinopse apresenta, “da cultura do cancelamento”, o humor vai patinando em clichês que mais parecem uma reciclagem de milhares de outras piadas que o espectador já leu antes por aí, rolando a timeline do X, por exemplo.
Tópicos como a “machosfera”, questões raciais ligadas às cotas e o debate sobre pronomes neutros já foram excessivamente explorados por dezenas de outros produtos, formatos e comediantes nos últimos anos.
O problema aqui, e é importante que se diga, não são os temas abordados. Mas a forma, pouco criativa (e quase nunca engraçada), com que são tratados.
Um presente para os ex-viúvos
Cena de ‘Todo Mundo em Pânico’, sexto filme da franquia que estreia nesta quinta-feira (4).
Divulgação
Curiosamente, os melhores momentos do filme acontecem justamente quando os atores deixam a fixação por essa “nova geração” de lado e passam a fazer piadas sobre eles mesmos e a criticar a própria indústria cinematográfica:
Ironizando o Oscar, brincando com as escolhas de carreira que cada um do elenco fez no período em que estiveram afastados e expondo a própria batalha judicial que travaram nos bastidores para recuperar os direitos da marca.
Felizmente, o desfecho do longa também consegue recuperar um pouco do fôlego ao entregar um final animador para os fãs, deixando evidente que os irmãos retomaram de fato o controle criativo da marca.
É um belo presente para os, agora, ex-viúvos da franquia.
Mas para conseguir esticar a história em uma eventual sequência sem cair no lugar-comum e no cansaço criativo que comprometem este sexto capítulo, apenas piadinhas sobre o mimimi da nova geração não vão colar.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Cazuza tem o repertório do primeiro álbum solo regravado por Catto, Jadsa, Ludmilla, Maria Beraldo, Raquel e Urias


Capas dos álbuns ‘Replay – Exagerado’ (2026) e ‘Cazuza’ (1985)
Lyz / Flavio Colker / Montagem g1
♫ NOTÍCIA
♬ Cazuza (1958 – 1990) não perdeu tempo ao sair da banda Barão Vermelho em 1985 para seguir carreira solo. Naquele mesmo ano de 1985, o cantor e compositor carioca gravou e lançou o primeiro álbum solo, intitulado “Cazuza”, mas popularmente conhecido como “Exagerado” por conta do sucesso dessa música composta por Cazuza com Leoni e Ezequiel Neves (1935 – 2010).
É esse álbum que – 41 anos após o lançamento – teve o repertório regravado por nomes da nova geração da música brasileira para a terceira temporada da série “Replay”, do Canal Bis.
Feitas por nomes como Catto, Jadsa, Johnny Hooker, Ludmilla, Maria Beraldo e Urias, as gravações inéditas das dez músicas do álbum “Cazuza” estarão reunidas em álbum programado para ser lançado na próxima terça-feira, 9 de junho, data em que os todos os episódios da temporada de “Replay – Exagerado” estarão disponíveis no Globoplay.
A cantora Catto interpreta a balada ‘Codinome beija-flor’ no álbum que será lançado em 9 de junho com releituras das dez músicas do primeiro disco solo de Cazuza (1958 – 1985)
Erik Torres / Divulgação
♪ Eis as dez músicas do álbum “Cazuza” e os respectivos intérpretes reunidos na temporada da série “Replay – Exagerado”:
1. “Exagerado” – Ludmilla
2. “Medieval II” – Mateus Fazeno Rock
3. “Cúmplice” – Urias
4. “Mal nenhum” – Jadsa
5. “Balada de um vagabundo” – Johnny Hooker
6. “Codinome beija-flor” – Catto
7. “Desastre mental” – Maria Beraldo
8. “Boa vida” – Getúlio Abelha
9. “Só as mães são felizes” – Raquel
10. “Rock da descerebração” – Thalin

Fonte: G1 Entretenimento

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Alcione se pronuncia sobre críticas à interpretação do Hino Nacional no Maracanã: ‘Foi uma falha técnica’


Em tom bem-humorado, a cantora Alcione se pronunciou sobre as críticas que recebeu por sua interpretação, ao lado de Belo, do Hino Nacional antes do amistoso entre Brasil e Panamá, no último domingo (31) no Maracanã.
Alcione atribuiu os problemas na interpretação a falhas técnicas. “Quer dizer que vocês estão acabando comigo por causa da minha cantoria no Maracanã, eu e Belo, do Hino Nacional?”, perguntou.
“Eu canto o Hino Nacional desde menina, no corredor da escola. Antes de entrar na sala de aula, a gente tinha que cantar o Hino Nacional. Quero dizer a vocês que aquilo foi uma falha técnica. A gente não estava se ouvindo, parecia que o som dava uma volta.”
“Quero que vocês saibam que isso pode acontecer com qualquer pessoa. Quero agradecer a todos os colegas que entendem do assunto e que foram me defender. Muito obrigada, gente. E não fiquem me arrasando por aí, tá?”
Alcione se pronuncia sobre problemas na interpretação do Hino Nacional
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Jão apronta álbum para o segundo semestre e volta à cena após hiato


Jão prepara volta aos shows e ao mercado fonográfico pouco mais de um ano após ter dado pausa na carreira
Reprodução / Instagram Jão
♫ NOTÍCIA
♬ “É preciso abrir espaço para que uma árvore cresça, e vou fazer isso do lado de cá. […] Até qualquer dia desses”, justificou Jão no comunicado de 2 de abril de 2025 em que oficializou o hiato na carreira que anunciara em 19 de janeiro. …Pois a árvore não somente cresceu, como já está prestes a dar frutos.
O cantor, compositor e músico paulista apronta o quinto álbum de estúdio. O sucessor do álbum “Super” (2023) tem lançamento previsto para o segundo semestre.
Como de praxe, Jão promoverá o lançamento com turnê por arenas e estádios do Brasil – a partir de setembro – e com clipes das músicas inéditas que compõem o repertório presumivelmente autoral do álbum.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shia LaBeouf se declara culpado por agressão


Shia LaBeouf é preso em Nova Orleans
Joel C Ryan/Invision/AP
O ator Shia LaBeouf se declarou culpado nesta quarta-feira (3) de três acusações de agressão. Em fevereiro, o ator foi acusado de socar pessoas do lado de fora de um bar em Nova Orleans.
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Até o momento, os detalhes da sentença não estão disponíveis nos registros judiciais online. Um advogado e um empresário de LaBeouf não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.
Um vídeo do incidente de 17 de fevereiro mostra LaBeouf sem camisa empurrando uma pessoa ao chão e acertando outra no rosto, “causando possivelmente o deslocamento do nariz”, segundo um relatório da polícia de Nova Orleans.
Jeffrey Damnit, um artista local que a polícia identificou como Jeffrey Klein no relatório do incidente, afirmou ter sido uma das pessoas atacadas por LaBeouf.
“Ele me bateu, acertou alguns socos, me empurrou algumas vezes”, disse Damnit anteriormente à Associated Press.
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Segundo Damnit, LaBeouf “simplesmente enlouqueceu”, tentando começar brigas e dizendo ao artista e a outras pessoas que iria espancá-los. Ele acrescentou que LaBeouf o havia empurrado por trás no bar mais cedo naquela noite, gritando insultos homofóbicos e ameaçando sua vida.
Damnit e outras pessoas contiveram LaBeouf e tentaram fazê-lo deixar o local, mas ele se recusou a sair e ficou ainda mais agressivo, de acordo com Damnit e o relatório policial.
LaBeouf já teve vários problemas com a lei ao longo da carreira, incluindo uma prisão em 2017 na cidade de Nova York sob suspeita de agressão, ocorrida durante uma transmissão ao vivo.

Fonte: G1 Entretenimento