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Badauí fala de 1º show do CPM 22 no Rock in Rio após saída de Japinha: ‘A vida continua’


Baterista foi desligado em 2020, após vazamento de conversa com fã. ‘Todo mundo que passou pela banda é valorizado por tudo que fez’, disse vocalista ao g1. Badauí fala sobre políticas públicas e saída de Japinha da banda
Em sua terceira participação no Rock in Rio, o CPM 22 se apresentou pela primeira vez sem o baterista Japinha, integrante da formação clássica do grupo, criado em 1995.
O músico foi desligado da banda há dois anos. Seu nome foi envolvido em um escândalo, após vazar na internet uma conversa com teor sexual que ele teve em 2012 com uma fã, na época com 16 anos — Japinha tinha 38.
Pouco depois de finalizar a apresentação no palco principal do festival, nesta quinta-feira (8), Badauí, vocalista do CPM, reconheceu que a saída do integrante foi um momento complicado para o grupo.
AO VIVO: assista aos shows do Rock in Rio 2022
PROGRAMAÇÃO: a lista de atrações do Rock in Rio 2022
“Não é legal o motivo que fez essa mudança acontecer”, disse, em entrevista ao g1. “Mas todo mundo que passou pela banda é valorizado por tudo que fez. A vida continua. Mudanças acontecem, cada um segue o seu caminho.”
Japinha toca bateria com o CPM 22 durante show no festival João Rock 2019, em Ribeirão Preto, SP
Érico Andrade/G1
Na época da divulgação das mensagens, Japinha confirmou ao g1 que o diálogo era verdadeiro, mas disse que fez “brincadeiras” sem “intenção de seduzir” a fã.
Ele foi substituído na banda pelo baterista Daniel Siqueira, também membro do grupo Garage Fuzz. A nova formação inclui ainda o baixista Ali Zaher. “Escolhemos pessoas muito competentes”, disse Badauí.
Discurso político
No show no Rock in Rio, o CPM entregou os hits nostálgicos da época em que a banda era uma das líderes do movimento emocore, no início dos anos 2000.
“Um minuto para o fim do mundo”, hit do disco “Felicidade Instantânea” (2005), teve coro do público, que emocionou Badauí.
Badauí discursa sobre ódio na internet e armas
A apresentação também ficou marcada por um discurso político do vocalista. “O Brasil sempre foi um país querido, o país da diversidade. Esse festival abrange todas as coisas: a igualdade, a diversidade, o respeito, o amor”, disse à plateia.
“É isso que a gente precisa nesse país, não ódio. Um festival da cultura, que valoriza a arte. Um país que tem cultura, que valoriza a cultura, não precisa de armas. Porque armas matam as pessoas, certo?”
Depois da apresentação, o cantor explicou por que decidiu abordar o tema no palco. Às vésperas da eleição, a flexibilização do uso de armas é uma das principais pautas defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro.
“Armas são feitas para pessoas preparadas, e não para a população usar contra uma pessoa que torce para um outro time ou defende um outro tipo de ideologia.”
“Não posso correr o risco de ter a vida ameaçada porque outra pessoa não concorda comigo.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Mateus Asato, guitarrista brasileiro da Jessie J, que tocou com ela no Rock in Rio 2022


Além de ser da banda da cantora, músico sul-mato-grossense já se apresentou com Bruno Mars, Luan Santana e Sandy. Jessie J canta música de James Brown e pede para o público dançar com ela
O guitarrista sul-mato-grossense Mateus Asato, de 28 anos, chamou atenção nesta quinta-feira (8) ao tocar com Jessie J no Rock in Rio.
Em abril passado, ele havia tocado no Grammy com o Silk Sonic. O duo formado por Bruno Mars e Anderson .Paak levou quatro estatuetas do Grammy 2022. Os artistas venceram nas quatro categorias que concorriam: canção, música do ano, performance R&B e música R&B por “Leave the Door Open”.
O pequeno Asato começou a dedilhar aos 9 anos, por influência da mãe que botou um violão em seu colo. O começo foi influenciado por músicas religiosas que a família ouvia.
Mateus Asato posa com uma Fender de Jimi Hendrix
VC na GloboNews
Aos 10, passou para a guitarra. “Sempre foi um hobby, até eu me formar no ensino médio”. Quando rolou o tradicional “o que você vai ser quando crescer?”, apontou para a guitarra.
Ele foi morar em Los Angeles, aos 19, e estudou por dois anos no Musicians Institute. “Tirei o diploma certinho. Uma semana após a graduação, fiz um teste pra uma cantora”. Passou.
Era Tori Kelly, americana empresariada por Scotter Brown, o cara que gere a carreira de Justin Bieber. Foram quase dois anos em turnê. “Eu era um menino. Queria saber o que era tocar em festival”, lembrou em entrevista ao g1.
Ele diz que poderia ter tocado mais com Tori, mas nos backstages da vida ouviu de colegas que seria “ruim ficar ligado a um artista só”.
Mateus Asato ao lado de Bruno Mars
Divulgação/Site do guitarrista
Foi aí que começou a bombar suas redes sociais (atividade que rendeu ainda uma namorada, a influenciadora digital Maju Trindade) e a dar aulas de guitarra pelo mundo. Chegou a fazer workshops para turmas de até mil pessoas.
“Vi que eu tinha potencial. Queriam saber o que tinha por trás do menino do Instagram”. Hoje, ainda dá mega aulas.
A parceria com Jessie J veio a partir da indicação de um amigo da cantora britânica: ele viu Mateus ensinando no Japão. Ficou na banda dela de agosto de 2017 a julho deste ano.
Mateus Asato com Jessie J e Tori Kelly
Divulgação/Facebook/MateusAsato
Ter nascido e crescido em Campo Grande botou dois cantores em seu caminho. Conterrâneos, Luan Santana e Di Ferrero se aproximaram de Mateus.
Após pedido do ex-vocalista do NX Zero, enviou umas levadas de guitarras por WhatsApp. O vídeo deu origem ao pop retrô redondinho “No mesmo lugar”, a melhor música solo de Ferrero. “Não estava esperando que ficaria daquele jeito, ele quase não alterou as coisas que mandei”.
Antes, foi um dos responsáveis pela fase mais pop roqueira de Luan Santana. Gravou dois DVDs após convite do produtor do popstar: “O Dudu Borges estava de olho em mim… O Luan queria fugir das raízes sertanejas”.
Asato tocou no “Acústico” e em “1977”, projeto só de duetos com mulheres, de Anitta a Sandy. A irmã de Durval Junior gostou do que viu e o chamou para uma parceria em seu álbum “Nós Voz Eles”, lançada em 2018.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Jorge Vercillo tieta rapper Xamã e Corinne Bailey Rae no Rock in Rio


Cantor conferiu shows no Sunset e passou também pela área vip do festival nesta quinta (8). Xamã e Jorge Vercillo: tietagem
Reginaldo Teixeira/RT Fotografia
Se tinha alguém animado no Rock in Rio nesta quinta-feira (8), na Cidade do Rock, esse alguém era o cantor Jorge Vercillo.
Um dos primeiros a chegar à área vip do festival, ele conferiu os shows do Palco Sunset, como o de Corinne Bailey Rae – com quem fez questão de tirar uma foto nos bastidores.
Jorge também tietou um cantor tecnicamente longe do seu estilo e geração, mas de quem se declarou fã: o rapper Xamã.
Os dois se encontraram na área vip do festival, conversaram e foram clicados juntos.
Xamã, que cantou no Palco Sunset no sábado (3), volta a cantar no Rock in Rio na sexta-feira (9), no show “1985: A homenagem”, que faz o tributo ao festival daquele ano com artistas que viveram a primeira edição do evento com nomes que são os hits da atualidade.
Xamã no Rock in Rio
Webert Belicio/ Agnews
Jorge Vercillo e Corinne Bailey Rae
Reprodução/Redes sociais

Fonte: G1 Entretenimento

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ASSISTA: Guns N’ Roses fecha a noite no Rock in Rio


Maneskin fez o penúltimo show ASSISTA: Guns N’ Roses fecha a noite no Rock in Rio Maneskin fez o penúltimo show Assista aos shows ao vivo e acompanhe também a página especial. Qual o line-up do Rock in Rio 2022? Veja todas as atrações do festival. Vai para a Cidade do Rock? Sabe como baixar seu ingresso? O guia completo está aqui!

Fonte: G1 Entretenimento

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Avril Lavigne estreia no Rock in Rio com carreira revigorada e em ‘êxtase’ com nova geração emo


Cantora fala ao g1 sobre ‘Love sux’ e pop-punk, estilo que volta às paradas. Ela elogia Olivia Rodrigo, relembra adolescência no skate, dá dicas de juventude e explica fotos polêmicas com fãs no Brasil. Avril Lavigne vai estrear no Rock in Rio aos 37 anos de idade e com mais de duas décadas de carreira. Nome mais badalado do Palco Sunset neste ano, ela canta nesta sexta-feira (9), o “dia emo” do Rock in Rio, que tem Green Day e Fall Out Boy no palco principal.
Ela está na turnê do álbum “Love sux”, que saiu em fevereiro de 2022. Após uma fase em que seu som parecia coisa do passado,o s novinhos que tinham abandonado o rock estão ouvindo emo e pop-punk de novo.
Avril disse ao podcast g1 ouviu que ficou “em êxtase” ao descobrir que o estilo que ela dominou há 20 anos e que passou uma década em baixa estava bombando de novo com os adolescentes. Ouça abaixo:
O sétimo álbum dela é uma volta às raízes da menina que descobriu Green Day, largou a escola, assinou um contrato com gravadora e estourou com “Complicated” e “Sk8er boi”. Leia trechos da conversa abaixo, em três partes:
Ela relembra as tais raízes punk-pop resgatadas em ‘Love sux’ e diz que passou anos ouvindo pedidos para ter ‘menos rock’ e ter ‘menos guitarras’ nos discos.
Avril retribui elogios de Olivia Rodrigo, fala sobre sua influência para mulheres no estilo e dá dicas a elas.
Avril conta como o skate mudou sua vida, dá segredos para não envelhecer e explica as polêmicas fotos distante dos fãs em 2014 no Brasil.
1 – ‘Love sux’: o álbum ‘mais alternativo’
Avril Lavigne fala sobre sua volta ao Pop-Punk
g1 – Quando você era mais nova, o que te atraiu para o pop-punk? O que você achou em bandas como NOFX e no Green Day que foi importante para você?
Avril Lavigne – Ouvindo essas guitarras agressivas e a atitude das bandas de rock com esse estilo eu me liguei muito a isso. E a angústia… Quem não ama uma boa canção de rock? Era isso que me movia. Bandas como Offspring, NOFX, Green Day, Blink (182), eram as coisas que me inspiravam na escola, quando eu era muito jovem, antes de ser contratada. Era o que eu achava legal. Eu queria tocar guitarra e fazer rock também. Então aprendi guitarra e fui me tornar quem sou.
g1 – Na década passada parecia que o rock estava no fim. Você ouviu muito isso, pessoas te pedindo para colocar menos rock e menos guitarra nas músicas?
Arvil Lavigne – Rolou, com certeza, com várias gravadoras ao longo dos anos. Teve uma época em que as rádios não tocavam músicas que tivessem guitarras. Então minha gravadora queria que eu me afastasse. Baterias ao vivo estavam “datadas” e guitarra elétrica estava “datada”.
Alguns discos são um pouco mais suaves. É bom evoluir e tentar coisas diferentes, e eu fiz isso. Porque não posso continuar fazer a mesma coisa sempre.
Mas meus shows sempre foram muito elétricos: guitarras altas, bateria ao vivo, super rock. Sempre mantive meu show assim. Isso é quem eu sou de verdade, de coração.
Este é o meu sétimo álbum e é o mais alternativo, do início ao fim. Eu queria fazer esse álbum desde sempre, e finalmente achei pessoas que realmente me entendem. Fez sentido esse tipo de álbum a essa altura da minha carreira. É um dos meus discos preferidos, com certeza.

g1 – Como foi que você percebeu que o pop-punk tinha voltado e era popular com pessoas mais novas de novo?
Avril Lavigne – Fiquei em êxtase, de verdade. Quando vi o álbum do Machine Gun Kelly chegar ao número 1, um artista de rock com canções de punk pop… Vi a evolução dele do rap para um álbum de pop punk tão bem feito. Ele trabalhou com amigos meus, como Travis Barker. Ver o sucesso dos dois foi muito animador. São conhecidos meus, então acabamos trabalhando juntos nas minhas coisas.
É bom ver esse estilo indo bem e tendo o seu momento de novo. Os estilos vão mudando em ciclos. Mas eu estou muito feliz que a nova geração está redescobrindo bandas antigas e curtindo rock agora. E que as rádios estão tocando e aceitando.
g1 – Eu sei que ‘Love sux’ tem um som parecido com o primeiro. E o processo de gravação? O quão diferente ou parecido foi produzir este álbum novo, comparado com o começo?
Avril Lavigne – Eu era tão jovem no meu primeiro disco… Gastei muito tempo tentando saber com quem trabalhar, testando pessoas diferentes. Isso deu muito trabalho, porque eu sabia o que eu estava tentando fazer. Musicalmente eu queria fazer algo legal, inspirada em rock. E na época as pessoas pensavam que eu devia ser uma garotinha fazendo pop chiclete. Então foi um desafio.
Já nesse álbum… Eu me conheço a essa altura, sei o tipo de álbum que eu queria fazer. Coloquei um time em volta de mim, trabalhei com um monte de pessoas super talentosas da cena pop-punk, que me entende como artista. Foi muito fácil fazer esse tipo de música com eles. Não teve muito esforço.
2 – Olivia Rodrigo e o pop-punk das minas
Avril retribui elogios da cantora de ‘Good 4 u’, fala sobre sua influência para mulheres no estilo e dá dicas a elas.
Avril Lavigne fala sobre Olivia Rodrigo e o Pop-Punk das mulheres
g1 – No ano passado rolou um momento fofo com você apresentando um prêmio para a Olivia Rodrigo em um evento da revista ‘Variety’. Ela disse que era sua fã, e isso fica claro em ‘Good 4 U’, tanto na música quanto no vídeo. O que você acha do sucesso dela?
Avril Lavigne – O sucesso dela tem sido incrível de acompanhar – ver alguém escrevendo músicas de uma perspectiva crua, que e parece uma cantora-compositora tão verdadeira, falando das suas experiências. O que é legal nela é que pessoas de todas as ideias podem se identificar com as músicas. É incrível ver outra mulher se dando tão bem na música, com canções que se conectam com as pessoas nesse nível.
g1 – Quando você começou, não era tao comum ver mulheres cantando pop-punk. Depois de você vieram muitas. Você acha que foi responsável por abrir as portas do estilo para elas?
Avril Lavigne – Não sei, mas elas dizem isso para mim, que minha música foi uma inspiração para elas. E isso me dá orgulho de verdade, é muito legal. Sempre que vejo uma mina no rock, acho incrível.
g1 – Você disse que seu álbum é, além de outras coisas, uma ‘carta de amor para as mulheres’. O que você aprendeu na sua carreira que queria dizer às mulheres hoje?
Avril Lavigne – Ter uma voz e ter um poder próprio, se valorizar e não deixar ninguém te controlar, ditar a mensagem de sua música.
Uma coisa que mudou na minha vida é que hoje eu acho muito mais fácil dizer não do que dizer sim.
Esse é meu sétimo álbum e eu escrevi sobre o amor durante muitos anos. Quando você envelhece, tem muito mais experiências e perspectivas. Então é importante para mim passar esse tipo de mensagem.
3 – Skate, juventude e meme no Brasil
Avril conta como o skate mudou sua vida, dá segredos para não envelhecer e explica as polêmicas fotos distante dos fãs em 2014 no Brasil.
Avril Lavigne relembra suas voltas de skate e suas vindas ao Brasil
g1 – Eu sei que você tem uma pista de skate em casa. Com qual frequência você usa?
Avril Lavigne – Eu moro em Malibu, e eu andei muito de skate nos primeiros seis meses aqui. Não ando tanto agora, mas tenho certeza que no verão vou andar muito mais.
Comecei a andar de skate na escola, e ele passou a fazer parte da minha vida. Comecei a andar com os meninos, usar roupas largas, sempre causava problemas, era suspensa. Eu era um “tomboy” (menina que parece menino).
Aí eu saí da escola quando tinha 15 ou 16 anos, arrumei um contrato de gravação e fui para a cidade fazer meu disco. Eu andava um pouco de skate na cidade. Em Nova York é mais difícil. Depois fui para Los Angeles. Eu ia andar de skate um pouco em Venice Beach. Mas aí eu entrei em turnê e estava sempre viajando. Às vezes eu andava de skate no backstage das arenas na turnê.
Eu não sou uma skatista doida que sabe fazer aquelas manobras. Mas eu amo andar e gosto do esporte. Não pratico tanto, mas queria voltar.
g1 – As pessoas aqui amam o fato de que você não parece envelhecer. Eu já vi você dizendo que seu segredo era comer só comidas orgânicas e beber cerveja às vezes. É verdade? Tem outro segredo?
Avril Lavigne – (Risos). É só isso que eu faço, comer orgânicos e beber um pouco de cerveja. E eu bebo suco verde e mantenho o equilíbrio. Não sei, deve ser genético, para ser sincera. Eu evitava pegar sol até uns anos atrás, mas agora pego. E gosto de comidas frescas e vegetais. Não sei se isso faz diferença. Talvez isso mesmo, comer bem. Sim: comer orgânicos e beber cerveja (risos).
g1 – As pessoas te adoram aqui no Brasil, mas em 2014 você fez um ‘meet and greet’ (encontro com fãs) e os fãs apareceram muito longe de você nas fotos. Eu sei que os brasileiros abraçam muito e podem assustar outras pessoas. Você lembra desse meet and greet?
Avril Lavigne – Sim, eu me lembro.
Infelizmente foi um pouco estranho, porque tinha uma equipe de segurança que pedia para as pessoas ficarem calmas, mas não sei o que diziam, porque eu falo outra língua. Acho que isso pegou mal para mim, porque tinha um buraco entre nós, mas não dá para deixar todo mundo feliz.
Eu fiz millhões de meet and greets em toda a minha carreira e isso nunca foi um problema – até uma viagem com uma equipe de segurança traduzindo em uma língua difernete um pedido para uma multidão muito barulhenta um pedido para ficarem calmos e seguros.
Mas foi o que foi. Eu amo meus fãs, estou muito grata de continuar aqui fazendo música. Esse é o motivo de estar aqui.
g1 – Esperamos te ver aqui no Brasil.
Avril Lavigne – Vou estar aí para o festival (Rock in Rio). Estou muito animada, porque tem um tempo que eu não vou aí. Estou empolgada para voltar.
Minha mensagem para meus fãs brasileiros é: muito obrigada por me apoiarem incrivelmente nos últimos 20 anos. Eu sinto o amor de vocês a milhas de distância. Vocês são tão apaixonados, e eu vejo todas as mensagens no Instagram, no Twitter, tudo. Vocês falam muito alto e eu posso sentir sua paixão. Vejo vocês daqui. Obrigada por esse amor por minha música. Estou esperando muito para voltar, vai ser muito divertido.
Avril Lavigne no VMA 2021
Evan Agostini/Invision/AP

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio tem dia de pop punk e emo, com Green Day e Avril Lavigne; veja como será o 5º dia


Programação tem artistas do início dos anos 2000 em momento de volta às raízes, com nostalgia em alta entre novinhos; veja, em vídeos, o que esperar dos shows. Capital Inicial, Billy Idol, Fall Out Boy e Green Day são os destaques do Palco Mundo desta sexta-feira (9) no Rock in Rio
Alexandre Durão/g1; Divulgação; Fábio Tito/g1; Marcelo Brandt/g1
O Green Day é a atração principal do Rock in Rio 2022 nesta sexta-feira (9), um dia que dará destaque especial ao repertório pop punk e emo do início dos anos 2000.
A banda americana vem ao Brasil para estrear no festival, numa era dedicada ao som das origens, em alta de novo entre os fãs novinhos
Já o Fall Out Boy, que toca no palco principal logo antes, se distanciou ao longo dos anos do som emo dos primórdios, mas não deve abrir mão de hits do auge, como “Dance, dance”.
A primeira metade da programação do Palco Mundo terá hits com mais de 30 anos em dois shows: Billy Idol e Capital Inicial.
No Palco Sunset, o destaque é uma aguardada apresentação de Avril Lavigne, mais uma que vive uma fase de uma volta às raízes.
O g1 vai transmitir ao vivo os shows do Palco Mundo e do Palco Sunset do Rock in Rio. A cobertura especial do g1 também tem entrevistas, fotos, vídeos, podcasts e reviews dos shows.
Transmissão ao vivo dos shows Rock in Rio 2022
Qual o line-up do Rock in Rio?
Iron Maiden, Post Malone, Justin Bieber, Dua Lipa, Guns N’ Roses, Coldplay e Green Day são os headliners do Rock in Rio 2022.
Todos os ingressos da nona edição do festival estão esgotados.
‘ESTICADINHA’: Veja quem aproveita vinda ao Brasil para tocar em outras cidades
9 de setembro, sexta-feira
00h10 – Green Day
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Green Day
22h20 – Fall Out Boy
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Fall Out Boy
20h10 – Billy Idol
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Billy Idol
18h – Capital Inicial
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Capital Inicial
Palco Sunset
21h15 – Avril Lavigne
19h05 – 1985: A homenagem
16h55 – Jão + convidado
15h30 – Di Ferrero + Vitor Kley
New Dance Order
02h30 – Neelix
01h30 – Blazy
00h – Paranormal Attack C
22h30 – Vegas
21h30 – Rica Amaral
19h – Aly & Fila
17h30 – Antdot
16h – Meca
Espaço Favela
20h05 – MD Chefe e Domlaike
17h55 – Choice
16h30 – Marvvila
Palco Supernova
19h30 – Supercombo
18h30 – Castello Branco
17h30 – Sebastianismos
16h30 – Number Teddie
Rock District
20h30 – Rock Street Band
19h10 – Fernando Badauí
17h – Deia Cassali
15h20 – The Lokomotiv
Rock Street Mediterrâneo
17h10 – Mariel & Crème de la Crème
16h30 – Wallace Oliveira
15h15 – Terra Celta
Highway Stage
16h – JP Bonfá
15h30 – Betta
15h – Pedro Mahal + Buraco Blues

Fonte: G1 Entretenimento

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Billy Idol diz que seu estilo voltou à moda porque jovens estão pobres: ‘Só rasgar uma roupa velha e usar’


Cantor de 66 anos é celebrado por nova geração. Ele conheceu Supla em SP e lembra ressaca com drinks cheios de açúcar feitos por Slash no Rock in Rio de 1991. Billy Idol
Divulgação
Aos 66 anos, Billy Idol chega ao Brasil em sintonia com os últimos gritos da música e da moda. Miley Cyrus, Demi Lovato, Olivia Rodrigo: todo mundo hoje quer ser um pouco como ele: aquele punk estilizado, de versos mais pop e visual calculado.
Tanto que Idol está na noite “pop punk” do Rock in Rio, no dia 9, sexta-feira, junto com Green Day, Fall Out Boy, Avril Lavigne (veja a programação completa). Billy diz ao g1 que ajudou a abrir as portas para esses artistas e comemora o “revival” do estilo.
O artista tem uma explicação curiosa – e séria – para o fato de o seu estilo estar em alta entre os adolescentes de novo.
“Eu acho que foi porque pensamos por nós mesmos, ninguém dizia para a gente o que usar. A gente teve um pouco de influência da Vivienne Westwood [a grande responsável pela moda punk], mas em geral eram pessoas novas inventando o que usar.”
“Foi uma manifestação antimoda, e eu acho que isso se encaixa perfeitamente no que as pessoas buscam hoje”, ele teoriza.
“E também acho que é porque as pessoas estão muito sem dinheiro, como naquela época. A gente não tinha nada, aí você pega de onde for. Liquidação, brechó… Alguém vai jogar fora, é só pegar a roupa, rasgar e usar. Dá uma tingida, pensa fora da caixa, porque não tem dinheiro.”
“É bom criar sua própria moda, não ficar só por conta de estilistas que vão te cobrar uma fortuna. Eu costumava fazer minhas próprias camisas. Eu pintava as listras, as meninas amavam”, lembra Billy Idol.
Conheceu Supla nesta quinta (8)
Supla posa com Billy Idol em São Paulo
Acervo Pessoal
Desde o Rock in Rio de 1991 um encontro do inglês Billy Idol com Supla era esperado por fãs. Trinta e um anos depois, os dois punks de cabelos loiros espetados e punhos cerrados finalmente se juntaram no Brasil. Idol tirou foto com o roqueiro brasileiro nesta quinta-feira (8), antes de show em São Paulo.
“Nós conversamos sobre amigos em comum, como o Bernard Rhodes, foi o cara que descobriu o Johnny Rotten na rua com a camisa hate… Ele foi o cara que disse ‘Billy, agora você vai ser cantor’, e foi o cara que deu o nome Brothers of Brazil”, contou ao g1 Supla, citando a banda formada por ele com o irmão João Suplicy, que também estava no encontro com Idol.
“Falamos que ele precisava fazer uma bossa furiosa, um punkanova”, completou. “Como o Elvis Presley fez música mexicana e havaiana, eu falei que ele precisava fazer uma bossa nova. Quem sabe. Imagina Billy Idol cantando um Tom Jobim louco punk rock com o Brothers of Brazil ou com o Supla mesmo”, disse ele, rindo.
Antes do encontro, o g1 perguntou a Billy Idol, em entrevista por vídeo, se ele já ouviu falar de Supla, um brasileiro com o estilo parecido com o dele. “Nunca ouvi, mas agora vou ter que procurar, já que você está falando. Seria ótimo conhecê-lo”, diz o cantor de “Dancing with myself” e “Eyes without a face”.
Após a entrevista com Billy Idol, o g1 encontrou Supla no avião a caminho do Rio, e perguntou sobre o inglês. Ele disse que a T4F, produtora do show de Idol em São Paulo, está combinando um encontro entre os dois nos bastidores, que vai acontecer na capital paulista, de acordo com Supla.
A primeira tentativa de Supla encontrar Billy Idol aconteceu em 1991, quando o cantor veio pela primeira (e até esse ano única) vez ao Brasil, na segunda edição do Rock in Rio.
O brasileiro conta que estava em Los Angeles, logo antes de o inglês viajar ao Brasil. Ele viu Billy Idol com um amigo, que impediu que Supla se aproximasse. Os dois acabaram brigando, e Supla diz que chutou uma moto, que ele não sabe se era do amigo ou do próprio Billy Idol.
Billy Idol
Divulgação/Steven Sebring
Libertação
Billy Idol lançou em 2021 o EP “The Roadside”, puxado pelo single “Bitter taste”, em que ele canta sobre o grave acidente de motocicleta que sofreu no início de 1990. Ele foi internado em estado grave e ficou quase um ano sem fazer shows.
Ele conta que a quarentena durante a pandemia o fez lembrar dessa experiência. “Quando sofri o acidente, não sabia como seria meu futuro, se eu seria o mesmo Billy de antes. Havia muita incerteza. Assim como foi na pandemia. Eu não sabia o quanto ia durar, como ia ser.”
Slash açucarado
O Rock in Rio de 1991 foi um dos primeiros grandes shows em que ele já estava totalmente recuperado do acidente, sem mancar nem usar bengala. “Eu já estava me sentindo ótimo, foi muito empolgante”.
Ele ri das histórias do festival no Brasil até hoje. “O Prince pegou um helicóptero e as pessoas pensavam que lá em cima estava o presidente do Brasil. E depois do show do Guns N’Roses, eu saí para beber com eles e fiquei com uma super ressaca”.
“O Slash faz os drinks mais doces do mundo. Com vodca, tequila, não sei. A gente ficou com tanta ressaca com aquelas bebidas doces que quando chegaram meninas no hotel gritando pelo New Kids On The Block de manhã seguinte eu falei: ‘Ei, parem de gritar, estou com a maior ressaca do mundo!'”.
Nova música
Em 2022, Billy Idol lançou “Cage”, single que estará em um EP que sai no final de setembro. A música fala sobre sair da “prisão” em que todo mundo ficou durante a fase de quarentena. Ela dá ao show uma sensação de libertação, diz o cantor.
Isso significa que a volta ao Rock in Rio acontece, de novo, como um retorno em clima de euforia para o inglês: se em 1991 foi pela recuperação do acidente de moto, em 2022 vai ser por poder volta a viajar depois da crise da Covid.
Billy Idol diz que o revival do pop-punk o deixou à vontade para fazer um show mais orgânico, com uma banda poderosa. “É bom ter um pé no nosso passado e outro no futuro”, ele afirma.
Ele chega ao festival com a segurança de ser uma referência para a atração principal da noite, o Green Day. “Eu sei que o Billie Joe gosta do Generation X (primeira banda de Idol). É legal pensar que você influenciou pessoas e também está no mesmo palco que elas”, diz.
A maior prova da conexão de Billy Idol com a geração atual é “Night crawling”, parceria com Miley Cyrus, do álbum dela “Plastic Hearts” (2020). Nas apresentações ao vivo, eles parecem mais amigos de balada roqueira do que artistas com quase 40 anos de diferença de idade.
“Eu acho que eu ensinei a ela que dá para se divertir em qualquer idade, se você estiver fazendo a música que realmente ama, pelos motivos em que acredita desde o início. E eu olho para essa energia jovem e incrível dela e tento absorver. Eu adorei a música”, diz o veterano.

Fonte: G1 Entretenimento

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ASSISTA: Guns N’ Roses vai fechar a noite no Rock in Rio


Maneskin fez o penúltimo show ASSISTA: Guns N’ Roses vai fechar a noite no Rock in Rio Maneskin fez o penúltimo show Assista aos shows ao vivo e acompanhe também a página especial. Qual o line-up do Rock in Rio 2022? Veja todas as atrações do festival. Vai para a Cidade do Rock? Sabe como baixar seu ingresso? O guia completo está aqui!

Fonte: G1 Entretenimento

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Måneskin toca ‘Love of my life’ do Queen no Rock in Rio: ‘Vamos ser mortos por isso’


Banda fez homenagem ao Queen no festival. Maneskin se apresenta no Rock in Rio 2022
Stephanie Rodrigues/g1
O Måneskin tocou “Love of my life” do Queen no Rock in Rio 2022. “Vamos ser mortos por isso”, brincou o vocalista Damiano David ao fazer a homenagem.
“O Thomas (guitarrista) estava de cagando nas calças. Isso foi basicamente um ensaio ao vivo”, ele também falou.
A versão de Queen foi como o resto do repertório do jovem grupo (jovem mesmo, todos têm menos de 24 anos): rocks honestos de voz rasgada, riffs simples e um carisma difícil de explicar.
Quem reclama da falta de renovação no line-up do Rock in Rio teve que que se faz um pouquinho, durante o show do Måneskin. Não é toda noite que se ouve uma banda que estreia no festival, bem perto do auge e cantando em um idioma pouco comum ao consagrado som de rádios roqueiras FM.
O Måneskin trouxe da Itália pose, peso e boas credenciais para ser a nova aposta do combalido estilo que batiza o festival. O quarteto chegou ao primeiro lugar global do Spotify, após ser revelado no programa ‘X Factor’ e vencer o Eurovision, famoso festival de canções da Europa.
O show começou com “Ziti e Buoni”, com letra em italiano sobre caminhar sem rumo pela noite em Roma fumando e descrevendo o que vê em um caderninho. Há também uma parte improvisada em português, gritada pelo vocalista Damiano David em um refrão: “Vamos caralho porra”. Depois abandonou os palavrões e perguntoi em português: “Oi Brasil, como vocês estão?”
Músicas em italiano como “In nome del padre” são mais originais (em mais de um sentido), só que o ponto alto da noite obviamente é “Beggin”, o tal número um do Spotify. Ela é uma cover de uma música do Four Seasons, grupo pioneiro do rock nos anos 60.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dua Lipa faz show em São Paulo; FOTOS


Apresentação da turnê ‘Future Nostalgia’ tem som retrô futurista que reimagina a disco music dos anos 70 e 80. Dua Lipa dança e canta durante apresentação no Distrito Anhembi, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Dua Lipa dança e canta durante apresentação no Distrito Anhembi, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Dua Lipa dança e canta durante apresentação no Distrito Anhembi, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Dua Lipa dança e canta durante apresentação no Distrito Anhembi, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Dua Lipa dança e canta durante apresentação no Distrito Anhembi, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Dua Lipa dança e canta durante apresentação no Distrito Anhembi, em São Paulo
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento