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Iza mostra potência no som de ‘Três’ e sinaliza segundo álbum multifacetado


‘Mole’ é a música de maior peso no trio de faixas inéditas apresentadas pela cantora, atração do Rock in Rio 2022 neste domingo. Capa do disco ‘Três’, de Iza
Acervo pessoal de Iza
Resenha de single triplo
Título: Três
Artista: Iza
Edição: Warner Music
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Iza estreia hoje, 4 de setembro, no Palco Mundo do Rock in Rio 2022 como uma das atrações mais esperadas do terceiro dia do festival.
Aos 32 anos, festejados ontem com a edição de curta-metragem cujo roteiro encadeia as narrativas das três músicas inéditas apresentadas pela artista carioca em 2 de setembro no disco Três, a cantora e compositora galgou postos no festival e na indústria da música desde que ganhou projeção nacional em 2017.
Na edição de 2019, Iza fez um dos shows mais potentes do Palco Sunset. Essa potência transparece nas faixas de Três, single triplo que dá amostra substancial do ainda inédito (e muito aguardado) segundo álbum da cantora.
Desde junho do ano passado, quando lançou o single Gueto (Iza, Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos, 2021), Iza vem sinalizando que o repertório do sucessor do álbum Dona de mim (2018) será mais multifacetado, antenado com os sons, os compositores e os ritmos do momento.
O disco Três confirma essa impressão, revelando mais três músicas de repertório que incluirá, além de Gueto, as também já lançadas gravações de Sem filtro (Rafinha RSQ, Luccas Carlos e Carolzinha, 2021) e Fé (Iza, Sérgio Santos, Pablo Bispo, Ruxell, Lukinhas, Henrique Bacellar, Junior Pierro e Fabinho Negramande, 2022).
Do trio de inéditas do disco lançado anteontem, Mole (Iza, Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos) é a música da maior peso. Literal e figurativamente. A produção musical do trio hitmaker Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos se escora no graves de batidão que evoca tanto o funk carioca quanto o dancehall jamaicano.
“Tô de cabeça feita / Deixa a onda bater”, pede Iza em versos da música, cuja gravação é introduzida e pontuada por flauta tocada por Sérgio Santos em meio aos graves da faixa.
Na sequência de Três, a onda da paixão bate em Mó paz (André Vieira, Breder, Carolzinha, Ivandro, Iza, Sergio Santos e Wallace Vianna), R&B contemporâneo de cepa sensual, gravado por Iza com o cantor português Ivandro.
A produção musical da faixa Mó paz foi confiada a Sérgio Santos e à produtora Hitmaker. É o mesmo time que deu forma à terceira faixa, Droga (André Vieira, Breder, Carolzinha, Iza, Sergio Santos e Wallace Vianna), sofrência diluída em solução pop com a potência deste single triplo que indica que o segundo álbum de Iza cumprirá as altas expectativas do mercado.
Iza e Ivandro, cantor português que participa da gravação do R&B ‘Mó paz’
Guilherme Nabhan / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2022: Veja fotos do 3º dia


Justin Bieber, Demi Lovato, Iza e Jota Quest São as principais atrações deste domingo (4). Dia ainda contará com show de Gilberto Gil, Emicida, Luisa Sonza e Matuê no Palco Sunset. Público chega ao Rock in Rio para o terceiro dia de festival
Carlos Brito / g1
Público chega ao Rock in Rio para o terceiro dia de festival
Carlos Brito / g1
Público chega ao Rock in Rio para o terceiro dia de festival
Carlos Brit / g1
Público chega ao Rock in Rio para o terceiro dia de festival
Carlos Brito / g1

Fonte: G1 Entretenimento

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3º dia de Rock in Rio tem Justin Bieber e Demi Lovato; portões já abriram


Palco Mundo também terá Iza e Jota Quest no lugar do trio Migos. Dia também tem Gil, Emicida, Luísa Sonza com Matuê e até Whindersson Nunes em versão rapper. 3º dia de Rock in Rio tem Justin Bieber e Demi Lovato; portões já abriram Palco Mundo também terá Iza e Jota Quest no lugar do trio Migos. Dia também tem Gil, Emicida, Luísa Sonza com Matuê e até Whindersson Nunes em versão rapper. Assista aos shows ao vivo e acompanhe também a página especial. Qual o line-up do Rock in Rio 2022? Veja todas as atrações do festival. Vai para a Cidade do Rock? Sabe como baixar seu ingresso? O guia completo está aqui!

Fonte: G1 Entretenimento

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Beth Carvalho e Elis Regina são temas de documentários que estreiam em outubro


Filme sobre Miúcha também é destaque na programação do 24º do Festival do Rio. Beth Carvalho (1946 – 2019) e Elis Regina (1945 – 1982) serão vistas em cena em filmes que terão pré-estreias no 24º Festival do Rio, em outubro
Divulgação / Montagem g1
♪ Programada para acontecer de 6 a 16 de outubro nos cinemas do Rio de Janeiro (RJ), a 24ª edição do Festival do Rio oferecerá três iscas para atrair admiradores das cantoras do Brasil. A programação inclui documentários que põem em foco as vidas e/ou as obras de Beth Carvalho (1946 – 2019), Elis Regina (1945 – 1982) e Miúcha (1937 – 2018).
Dos três filmes, dois serão apresentados pela primeira vez no Festival do Rio. Um dos inéditos é Andança – Os encontros e as memórias de Beth Carvalho, documentário de Pedro Bronz sobre a trajetória artística dessa cantora carioca que se tornou voz referencial do samba a partir da década de 1970. Ao longo de quase duas horas de filme, Bronz perfila Beth através da paixão pelo samba, pelo Botafogo – time carioca de futebol – e também pelo ativismo político.
Já Elis Regina é o tema de filme feito pelo diretor Roberto de Oliveira – com codireção de Jom Tob Azulay – sobre os bastidores da gravação em 1974, nos Estados Unidos, do álbum Elis & Tom (1974), título antológico da discografia brasileira. Com premiére no 24º Festival do Rio, o filme Elis & Tom – Só tinha de ser com você apresenta imagens da gravação do antológico álbum que juntou a cantora com Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994).
Filme de Daniel Zarvos e Liliane Mutti que levou cerca de dez anos para ser concluído, Miúcha, a voz da bossa nova já terá sido apresentado no Canadá em 13 e 14 de setembro, em duas sessões em festival de cinema de Toronto, quando for exibido no 24º Festival do Rio. Ainda assim, o documentário será novidade para o público brasileiro.
O filme traduz Miúcha através de entrevistas com a cantora, gravações caseiras extraídas de fitas cassete, imagens raras feita em Super 8, trechos do diário da artista, leituras de cartas e também através de exposição de aquarelas pintadas pela artista, morta há quatro anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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A incrível história da escultura de 38 toneladas que desapareceu na Espanha e nunca mais foi encontrada


O escritor espanhol Juan Tallón aborda em seu último livro um dos mistérios mais escandalosos da História da Arte: a perda inexplicável de uma imensa escultura do famoso artista americano Richard Serra. O escritor Juan Tallón entre os blocos da escultura de Richard Serra
BBC
Imagine uma escultura composta de quatro blocos de aço que, em conjunto, pesavam nada menos que 38 toneladas. Numa dessas histórias incríveis, a estrutura desapareceu e ninguém sabe até hoje onde foi parar.
Isso aconteceu na Espanha, nos anos 1990.
Equal Parallel/Guernica-Bengasi foi uma obra criada pelo influente escultor americano Richard Serra.
Como o próprio nome indica, o artista traçou um paralelo entre dois eventos históricos: o bombardeio da cidade basca de Guernica em 1937, por aviões alemães, e o ataque contra a cidade líbia de Benghazi em 1986, pela Força Aérea dos Estados Unidos.
Era uma escultura enorme, que foi exibida pela primeira vez em 1986 na inauguração do Centro de Arte Reina Sofía em Madrid, que no ano seguinte adquiriu a peça por mais de 215 mil euros.
No entanto, a obra não chegou a fazer parte da exibição permanente do museu.
Tallón escreveu outros livros enquanto a pesquisa continuava para a história da escultura desaparecida
BBC
A escultura passou quatro anos guardada num armazém e foi novamente exposta ao público em 1990.
Depois, ela foi alojada num depósito industrial na cidade de Arganda del Rey, na Espanha. Passado algum tempo, a empresa que geria o local faliu.
Essa é a última informação conhecida sobre o paradeiro da escultura.
Richard Serra, autor da escultura, é considerado um dos mais importantes artistas do século 20
Getty Images/Via BBC
O “sumiço” permaneceu desconhecido do público até 2006, quando o jornal espanhol ABC descobriu o escândalo.
Mas até hoje ninguém sabe o que aconteceu de verdade. A investigação para encontrar as causas do desaparecimento foi encerrada em 2009 e só deixou hipóteses que nunca foram comprovadas.
Alguns especulam que a peça foi roubada por um milionário. Outros acreditam que ela foi derretida para reaproveitar o aço.
Fascinado por essa história quase impossível, o escritor espanhol Juan Tallón dedicou seu mais recente romance, que recebeu o título de Obra-Prima, para reconstruir e desmontar essa trama.
Nas próprias palavras do escritor, o trabalho se tornou um verdadeiro exercício de paciência.
As hipóteses por trás do desaparecimento vão desde o roubo da obra de arte até sua destruição para reaproveitar o aço
Getty Images/Via BBC
A BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC para a América Latina, conversou com Tallón durante o Hay Festival Querétaro, que acontece esta semana no México.
BBC News Mundo – Você disse que levou muito tempo para escrever o livro e que um dos problemas foi justamente a natureza espetacular do evento, que de alguma forma conspirou contra a própria história…
Juan Tallón – Sim, essa foi uma das dificuldades. Como administrar um mistério tão avassalador que é exposto ao leitor logo nas primeiras páginas?
Algo absolutamente pesado e monumental desaparece, e trata-se de um fato tão surpreendente que é difícil assimilá-lo com o pensamento lógico.
Desde 2006, quando se verificou que a obra não estava em lugar nenhum, ninguém — nem a polícia, nem o tribunal — conseguiu determinar quem a fez desaparecer.
Também não há pistas de como a peça desapareceu ou quando tudo ocorreu. Até porque isso pode ter acontecido num grande espaço de tempo.
Então, ao colocar essa “carta” virada para cima logo no início do livro — uma coisa que é impossível de desaparecer, desapareceu — como você consegue sustentar essa história por mais 100, 200 ou 300 páginas?
Como posso ter certeza que o mistério não decai? Até porque, no momento em que o mistério termina, o romance desmorona.
Também era complexo escolher qual seria a voz dessa história. Eu coletei informações de muitos ângulos diferentes por vários anos. E não havia um narrador, uma pessoa para contar tudo. Isso me parecia inviável.
BBC News Mundo – Ao final, são 73 vozes que contam a história. Uma delas é a sua própria, que, entre outras coisas, fala sobre a dificuldade de acesso ao processo judicial.
Tallón – Criei essa dificuldade para mim: a obsessão de encontrar o caso legal para ver os passos da polícia, os depoimentos que eles coletaram e as linhas de investigação que foram seguidas.
Porque, sem isso, eu teria que inventar demais, ou arriscar na criação de uma história pouco convincente.
Então comecei uma perseguição teimosa e doentia , procurando algo que a administração da Justiça me negou.
Eu não conseguia entender por que eles não me deixaram ler um caso que não deixou acusados ​​ou vítimas fora do museu, e que foi arquivado em 2009.
Fiquei paralisado por uma década e me dediquei a escrever outros romances.
Até que houve um momento em que vi como essa história poderia ser contada e como seria possível administrar o peso insuportável do mistério. E comecei a escrever a partir daí.
Nesse processo, meu último recurso foi aceito. Então pude ir ao tribunal de Arganda del Rey para ler as 175 páginas da investigação.
A história do Museu Nacional Reina Sofía está intimamente ligada à jovem democracia que procurou abrir a Espanha ao mundo
Getty Images/Via BBC
BBC News Mundo – E o que você encontrou?
Tallón – Confesso que a leitura do arquivo não mudou o rumo do livro, embora tenha permitido ajustar certos pontos da narrativa aos fatos e dar-lhes mais credibilidade.
O romance não é uma crônica escrita sob os cânones do jornalismo, mas tem essa aspiração.
Eu queria ser o mais rigoroso possível onde isso fosse possível. Onde não fosse, haveria então espaço para um escritor de fantasia.
A documentação também me permitiu criar um novo narrador que contaria mais sobre a vida da escultura. Até porque o romance é apenas isso: a vida de uma escultura que, embora não possa falar, é um personagem vivo.
E, claro, quem a viu, quem a procurou, quem a perdeu, quem a guardou… Todos esses podem falar por ela.
Eu fiz o que venho fazendo há muito tempo, que é brincar de empurrar os limites dos gêneros literários, dividi-los e misturá-los.
Eu incluo personagens reais e conhecidos em minhas histórias, e também invento testemunhos, mas sempre gerando a suspeita se o que é dito é verdade ou não — até chegar ao ponto em que o leitor não se importa mais se o que aquele personagem está dizendo é real ou inventado.
Tallón reconhece que de alguma forma ficaria triste com a revelação do mistério por trás do desaparecimento da escultura
BBC
BBC News Mundo – Embora a escultura seja a protagonista da história, há outro personagem interessante que é a democracia espanhola e sua inexperiência naqueles anos — que é o que, de certa forma, permite esse desaparecimento. Em que contexto histórico a obra some?
Tallón – Naquela época, a Espanha vinha de uma longa ditadura que terminou em 1975. Então, temos que aprender de novo a ser um Estado democrático, que se abre para o mundo e permite que o mundo se abra para nós.
Na década de 1980, não havia promoção da arte contemporânea no país, e o Museu Reina Sofía é o primeiro grande passo nesse caminho: a ideia era transformar a Espanha em um lugar onde você pode descobrir o que os artistas internacionais estão fazendo.
Mas essa ambição artística, muito bem sucedida, não é acompanhada — digamos — pela ambição organizacional. Nessa esfera, há voluntarismo, amadorismo e falta de profissionalismo.
E assim o campo é semeado para que as anomalias comecem a ocorrer. Até que um dia acontece o desaparecimento mais incrível.
A empresa que trouxe a escultura para a cidade de Arganda del Rey foi uma das líderes na área de transferência, custódia e exibição de obras de arte, não só na Espanha, mas na Europa inteira.
Ela foi tão importante que, em 1936, no início da Guerra Civil Espanhola, se encarregou de transferir as obras dos grandes mestres do Museu do Prado, primeiro para Valência e depois para a Suíça. Em 1939, a empresa as trouxe de volta para a Espanha com as bombas da Segunda Guerra Mundial caindo atrás delas.
Mas o museu não expõs mais a peça de Serra, que acabaria se tornando um dos escultores mais relevantes da arte contemporânea.
É aquela preguiça da administração para com o que se administra. Não há responsabilidade com o que é nosso, porque este é um museu nacional e tudo o que uma instituição dessas tem é patrimônio de todos.
A escultura desapareceu, transcendeu o público, e o que aconteceu? Nada. Ninguém assumiu a responsabilidade.
Equal, outra obra de Richard Serra, exposta no Museu de Arte Moderna de Nova York, nos EUA
Getty Images/Via BBC
BBC News Brasil – Há uma frase no livro que diz: “Se este trabalho não aparecer, este país irá para o inferno”. Mas, ao contrário, foi encontrada uma solução quase tão absurda quanto o problema: pedir para o autor fazer uma cópia e, desta vez, expô-la permanentemente…
Tallón – Mas repare que mesmo esse pedido absurdo e bizarro consegue ser, ao mesmo tempo, ousado.
E isso é perfeitamente compatível com a arte contemporânea, onde o importante muitas vezes não é a obra como você a vê, mas o coração da ideia. A força está na ideia, não na execução.
Então, se a primeira peça desaparece ou é destruída, a ideia continua ali e ganha força novamente na réplica, que é exatamente a mesma, dotada do mesmo batimento cardíaco.
E o artista vem e diz: “Declaro que a segunda obra, exatamente igual à primeira que desapareceu, é a original”, porque está revestida das características que a tornam uma obra de arte.
Existe a ideia e a palavra do artista, que é como o mágico: “Eu te declaro real e original, mesmo que você seja a segunda”.
É algo absurdo? Sim. É uma ideia maluca? Sim. Mas não podemos negar que seja ousada e provocativa.
Além disso, há algo único nessa escultura, que pouquíssimas obras de arte têm, que é a lenda.
Não se pode aspirar algo a mais.
Porque esta escultura exposta no Reina Sofía é uma peça que falta.
E por trás dela está o fantasma da primeira que, enquanto não aparecer, terá uma história incrível.
Imagine se a primeira escultura aparece? A lenda morre. Porque as lendas não têm fim, elas não têm nada para questioná-las.
Porém, se de repente soubermos o que aconteceu com a escultura, poderíamos sentir a satisfação dos finais próximos, mas acho que acabaríamos um pouco tristes porque o que desapareceria — e isso certamente não pode ser recuperado — é o mistério.
BBC News Mundo – Você dedicou grande parte do livro à montagem da escultura, à fundição das peças, ao transporte da obra…
Tallón – Richard Serra é um artista que está muito longe do que podemos entender como um tipo solitário, que trabalha isolado do resto do mundo.
Ele não pode trabalhar assim, não pode ser o artista que é se não tiver 800 pessoas colaborando com ele.
Ele tem uma ideia que, no momento em que se torna uma peça artística, precisa agregar cada vez mais pessoas ao processo: cientistas da computação, engenheiros e outras pessoas altamente qualificadas que acham que o projeto é plausível do ponto de vista da física.
Ele é um coartista de seu próprio trabalho.
Há a necessidade de especialistas qualificados porque as obras são tão enormes, tão extraordinariamente grandes e pesadas, que precisam ser movidas primeiro por mar — porque ele trabalha com uma siderúrgica na Alemanha — e depois por terra, quando você chega no país onde a peça será exposta.
E a isto segue-se talvez a parte mais difícil: colocar a obra de arte dentro do museu.
Vale lembrar que o Reina Sofía, em 1986, teve de demolir parte do prédio para botar a peça de Richard Serra numa galeria. E quando a réplica foi feita e reintroduzida, foi necessário derrubar as paredes novamente.
BBC News Mundo – Num texto de blog escrito por você há muito tempo, é possível ler sobre seu amor por lojas de ferragens e oficinas elétricas. Você até dizia que trocaria toda a formação filosófica e o conhecimento em linguagem por saber consertar uma motosserra. Parte do seu livro é inspirada nesse prazer de juntar peças e consertar coisas?
Tallón – Quando eu era pequeno, meu pai tinha uma motocicleta, uma Derbi Diablo. Quando ela estava estacionada, eu sentava na frente e olhava aquele motor, o que me fascinava.
E o que sempre me provocou foi a ideia de desmontar peça por peça e ver como algo inanimado conseguia se mover.
Agora me ocorre que, talvez, o que eu faço em Obra-Prima, nada mais é do que desmontar uma estrutura muito complexa que explica por que algo tão incrível aconteceu.
Vamos colocar o mistério, diante do leitor, em pequenos pedaços.
Isso é algo que estou improvisando no momento. O romance é uma resposta ao sonho de infância de desmontar coisas complexas para tentar entendê-las.
E não pretendo remontá-las depois, uma vez que a desmontagem é o verdadeiro mistério.
Trata-se, portanto, de entender até que ponto as coisas podem ser desmontadas, na busca de uma compreensão que vai além de entender exatamente como elas funcionam.
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Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-62786939

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2022: veja fotos de famosos no 3º dia do festival


Artistas e celebridades foram à Cidade do Rock neste domingo (4). João Gomes na Cidade do Rock. Cantor se apresenta logo mais no Rock in Rio
Reprodução/Twitter
Pedro Sampaio e João Gomes na Cidade do Rock. Artistas fazem show em parceria inédita na madrugada desta segunda-feira (5)
Reprodução/Instagram
Pedro Sampaio e João Gomes na Cidade do Rock. Artistas fazem show em parceria inédita na madrugada desta segunda-feira (5)
Reprodção/Instagram
João Gomes e Pedro Sampaio fazem parceria inédita em palco promocional do Rock in Rio
Reprodução/Twitter/João Gomes

Fonte: G1 Entretenimento

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Biel Do Furduncinho e Camila Cabello: DJ está confirmado em show da cantora no Rock in Rio 2022


Cantor agradeceu o convite da cantora para subir ao Palco Mundo, no sábado (10). Biel Do Furduncinho
Reprodução/Instagram
Depois de ver “Ai preto”, seu hit em parceria com Bianca e L7nnon, sendo apresentado no show de Jason Derulo, Biel Do Furduncinho já tem volta marcada ao Rock in Rio 2022.
Mas desta vez, é ele mesmo quem marca presença no palco do festival.
Biel Do Furduncinho foi convidado por Camila Cabello para a apresentação da cantora, que acontece no sábado (10), no Palco Mundo.
A assessoria do cantor afirmou que ele está confirmadíssimo na apresentação. E esta semana, ele também compartilhou a novidade nas redes sociais.
“Tô confirmado no Rock in Rio no Palco Mundo. Obrigado pelo convite, Camila Cabello”, escreveu Biel Do Furduncinho.
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Jason Derulo toca “Ai Preto” no Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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João Gomes e Pedro Sampaio fazem parceria inédita em palco promocional do Rock in Rio


Encontro dos artistas acontece após o show do cantor Justin Bieber, na madrugada desta segunda-feira (5). João Gomes e Pedro Sampaio fazem parceria inédita em palco promocional do Rock in Rio
Reprodução/Twitter/João Gomes
João Gomes e Pedro Sampaio vão realizar um encontro inédito nos palcos. Os artistas brasileiros vão se apresentar juntos na Arena Itaú, montada no Rock in Rio.
O encontro acontece na virada de domingo para segunda (4), logo após a apresentação de Justin Bieber no festival.
Na manhã deste domingo (4), os dois já se encontraram na Cidade do Rock e deram uma voltinha pelo local.
No palco, eles prometem apresentar alguns de seus hits. Gomes, apresentando suas faixas no piseiro. E Sampaio, seus remix. A apresentação será transmitida ao vivo pelo perfil do Itaú no TikTok.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Rita grava em outubro, em São Paulo, o show de samba que apresenta pelo Brasil desde 2015


Registro audiovisual do ‘Samba de Maria’ acontece dois meses após a edição do EP ‘Desse jeito’. ♪ Embora tenha arquitetado para 2023 uma turnê com show em que dará voz a músicas de todas as fases da carreira fonográfica, em celebração dos 20 anos de projeção nacional, Maria Rita ratificou a fé no samba com a edição do EP Desse jeito em 19 de agosto.
A declaração de princípios musicais será renovada com a gravação ao vivo do show Samba de Maria, com a qual a cantora paulistana percorre o Brasil desde 2015.
O registro audiovisual do Samba de Maria está agendado para 7 e 8 de outubro – (menos de) dois meses após a edição do EP em que a artista se apresentou como compositora nas músicas Canção da erê dela (Maria Rita, Pretinho da Serrinha e Rachell Luz) e Por vezes (Maria Rita, Magnu Souzá e Maurílio Oliveira).
A gravação será feita em duas apresentações programadas pela Casa Natura Musical, em São Paulo (SP). É provável que, nessas apresentações, o roteiro do show Samba de Maria abarque algumas das seis músicas do EP Desse jeito, disco que marcou a estreia da cantora na gravadora Som Livre.

Fonte: G1 Entretenimento

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Volta do segundo dia do Rock in Rio tem chuva, tumulto e até três horas de fila por ônibus


‘Um show de horrores’, postou uma mulher. Volta do 2º dia do Rock in Rio tem até três horas de fila por ônibus
Reprodução
A volta para casa depois do segundo dia de Rock in Rio teve chuva, tumulto e espera de até 3 horas por ônibus. A insatisfação foi motivo de queixas nas redes sociais:
“Um show de horrores a volta”, postou uma mulher.
“Era pra ter sido feliz hoje mas essa volta estragou meu dia. Maldito Rock Express”, diz outro post.
Apesar dos elogios às atrações, o público reclamou de despreparo, empurra empurra, demora e multidão para deixar a Cidade do Rock.
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Balada de novinhos
Confira os melhores momentos do segundo dia do Rock in Rio 2022
O segundo dia de festival teve um público novinho e um som que combina com essa geração: uma playlist que não diferencia entre rap, funk, trap e eletrônica.
A diferença entre o primeiro e o segundo dia do festival deve formar o maior abismo geracional da história do evento: enquanto o sábado do metal teve muita gente que poderia estar na primeira edição de 1985, o domingo indicou uma renovação necessária à Cidade do Rock.
L7nnon vive ‘sonho’ no Rock in Rio e já imagina parceria ‘de milhões’: ‘Ludmilla, Anitta e Racionais’
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Fonte: G1 Entretenimento