Categorias
ENTRETERIMENTO

Brô MCs, grupo de rap indígena, se apresenta no Rock in Rio: ‘Nossa arma é a nossa rima’


Tio Creb, CH, Bruno Veron e Kelvin Mbaretê, da etnia Guarani-Kaiowá, encontraram no hip hop uma forma de falar da realidade das comunidades Jaguapiru e Boróró, em Dourados (MS). Diretamente de Mato Grosso do Sul, o Brô MCs pretende reescrever a história contada nos livros ao subir no palco do Rock in Rio. Mesclando português e guarani, o grupo de rap indígena vai se apresentar no sábado (3), ao lado de Xamã.
Há 13 anos, Clemerson Batista, conhecido com Tio Creb, Charlie Peixoto, conhecido com CH, Bruno Veron e Kelvin Mbaretê, encontraram no rap a forma de contar sobre a realidade da etnia Guarani-Kaiowá, nas comunidades Jaguapiru e Boróró, em Dourados, a 235 km de Campo Grande.
“Quando a gente era moleque, ninguém ouvia a gente. Então, foi uma forma que eu encontrei de dizer: o povo Guarani Kaiowá está aqui”, afirma Bruno. “Antigamente, a gente lutava com arco e flecha, que é uma coisa do passado, ficou para trás. Hoje em dia, a nossa arma é a nossa fala, é o nosso canto, é a nossa rima”.
Conheça o grupo de rap que vai cantar a realidade indígena no Rock In Rio 2022
O Brô MCs então criou “rap indígena”, integrando as raízes deles ao movimento hip-hop. O grupo quer quebrar os estereótipos dos “karai” (os não indígenas).
“Mesmo que a gente sofra preconceito, racismo, a gente vai chegando em cada degrau, para não indígena ver como é a nossa história de verdade, não é o que está contado no livro”, ressalta Tio Creb. “Mostrar para o não indígena: chega de matança e violência.”
Os integrantes falam sobre como a imagem dos povos originários nunca foi definida por eles mesmos e como querem mostrar que os indígenas podem ocupar espaços como universidades, postos de trabalho, música e arte.
Brô MCs com a ativista indígena Célia Xakriabá
Divulgação
O grupo tem a missão também de ajudar outros indígenas a se reconhecerem na causa. Eles contam que já há pais que ensinam para os filhos apenas português, para que não sofram discriminação.
As composições em guarani então tentam retomar o idioma e mostrar “como é bonita a língua, como é bonita a raiz”.
““Esse é o diferencial do Brô: cantar na sua língua”, define CH. “A nossa língua é o nosso DNA.”
O grupo conta ainda que tem mais facilidade em escrever na língua materna, que teria menos conjugações verbais. Já os trechos em português levam aos “karai” a mensagem que eles querem passar.
Brô MCs são o primeiro grupo de rap indígena no Brasil
Divulgação
Os quatro cresceram com a música presente em rituais sagrados, com cânticos tradicionais pelos rezadores. Essas rezas embasam alguns trechos de canções do grupo. Eles contam que rezadores já tiveram casas queimadas e foram perseguidos.
Kelvin descreve a força dos cânticos presentes nas músicas deles, que retomam o conhecimento indígena e a espiritualidade deles.
Prestes a ser lançado, o novo álbum tem o mesmo objetivo. Chamado de “Retomada”, o termo se refere à tentativa de indígenas recuperarem territórios onde já foram aldeias. Com as músicas, eles querem também retomar a cultura, a voz e arte indígenas.
Brô MCs ao lado de Alok em evento em São Paulo
Cadu Fernandes
Essa é a meta do grupo no palco do Rock in Rio: servir como “escada” para outras personalidades indígenas e “demarcar espaços” dentro e fora da música.
“É superimportante [estar no Rock in Rio] porque é uma conquista da comunidade indígena em geral, de grandes artistas que nunca pisaram nesses palcos. O Brô vai representar isso”, comenta Bruno.
O Brô MCs foi convidado pelo rapper carioca Xamã, para dividir o Palco Sunset. O grupo agradeceu ao rapper carioca e ao Zé Ricardo por acreditarem no trabalho deles.
Brô MCs
Aurélio Vinicius

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Corinne Bailey Rae, de ‘Put Your Records On’, diz que está ‘em casa’ no Brasil: ‘Me sinto normal’


Cantora começa tour de quatro shows, incluindo Rock in Rio, nesta quinta (1º) em Curitiba. Ao g1, ela lembra começo na música: ‘Era como se ter uma banda de garotas fosse uma desvantagem’. Quando Corinne Bailey Rae veio ao Rio pela última vez, seus colegas de banda tiveram relativa dificuldade de encontrá-la na praia.
Em outros lugares, ela costuma ser a única negra, mas não foi o que aconteceu por aqui. Esse é um dos motivos que faz a cantora inglesa, dona do hit “Put Your Records On”, gostar tanto do Brasil.
“Eles estavam acostumados a olhar e ver uma centena de corpos brancos e depois me ver. Foi tão bom poder estar em algum lugar onde havia tanta gente com a pele morena, em um lugar com uma mistura de pessoas com origens europeias, americanas e africanas, todas misturadas”, diz ao g1.
“Isso faz você se sentir realmente em casa como uma pessoa que tem uma herança multiétnica. É uma das minhas coisas favoritas sobre estar no Brasil, porque é quando me sinto normal”, completa.
Corinne volta ao país para quatro shows. O primeiro deles em Curitiba acontece nesta quinta-feira (1º); ela ainda canta em São Paulo e Belo Horizonte antes de se apresentar no Rock in Rio no dia 8 de setembro (veja informações sobre ingressos mais abaixo).
PROGRAMAÇÃO ROCK IN RIO: Veja horários dos shows por palco
‘ESTICADINHA’: Veja quem aproveita vinda ao Brasil para tocar em outras cidades
Corinne Bailey Rae toca guitarra durante show
Divulgação
Os shows fazem parte da turnê “Sunlight/Sunlight”, na qual ela revisita os 16 anos de carreira, com sucessos como “Like a Star” e “Trouble Sleeping”, do primeiro e elogiado álbum que leva o nome da artista de 2006.
Depois de tanto tempo sem tocar por conta da pandemia, Corinne diz que o momento voltar aos palcos é “ainda mais prazeroso”.
“Muita gente me diz que a música que faço marcou a vida delas, então tem sido muito especial ver gente que já era adulto, mas também outras pessoas que eram crianças e agora vêm aos shows com os pais para curtir as músicas.”
“Essa é a razão pela qual a turnê se chama “Sunlight / Sunlight!” no sentido de compartilhar minha música com o público. Eles podem não ter me visto por um tempo, podem ter crescido com minhas músicas, mas estamos todos juntos”.
À vontade no palco
Corinne Bailey Rae, do hit ‘Put Your Records On’, se apresenta ao vivo
Reprodução/Instagram/Corinne Bailey Rae
Corinne gosta de fazer shows sem grandes planejamentos, tanto que decide pouco tempo antes o que vai ser tocado. As mais clássicas vão estar no repertório, claro, mas também há espaço para músicas de outros artistas.
“Estamos sempre trabalhando em covers, ainda mais durante a turnê, mas tocamos de acordo como feeling, sabe?”
A versão de “Is This Love”, de Bob Marley & The Wailers, está no set desde o último show da cantora no Brasil, em 2019, no Rio Montreaux Jazz Festival.
Agenda Rock In Rio: veja horários dos shows que vão rolar na primeira semana de festival
“Sempre sinto que é um tipo de madeira seca, na qual só é necessária uma única chama. E é assim que me sinto quando estou me apresentando”
“Me sinto muito relaxada porque o público traz a energia e a emoção, tudo o que tenho que fazer é cantar. Às vezes é mais descontraído, às vezes é mais formal, às vezes é como uma balada, realmente só depende do que as pessoas querem ouvir”.
Celebração ao feminino no Rock in Rio
Jessie J, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat cantam no Palco Sunset, no dia 8 de setembro, no Rock in Rio 2022
Alexandre Durão/G1; Divulgação
A cantora de Leeds, no Reino Unido, vai se apresentar no dia 8 de setembro, quando o palco Sunset tem o tema “Divino Feminino”. Jessie J, Gloria Groove e Duda Beat também estão escaladas para esta quinta-feira.
Corinne vai celebrar as mulheres em um dos maiores festivais do Brasil, bem longe de casa, mas nem sempre foi assim.
Ela lembra, que, no começo dos anos 2000 quando começou a cantar, o cenário era bem diferente quando tinha uma banda com outras duas amigas.
“Os organizadores dos festivais costumavam dizer: ‘Desculpe, nós já temos uma banda de garotas naquele palco, então não podemos ter vocês’. Era como se ter uma banda de garotas fosse uma desvantagem para os organizadores”.
Além do palco Sunset na quinta, o festival ainda terá um dia inteiro só com artistas mulheres no domingo (11), último dia desta edição.
Tocam Dua Lipa, Megan Thee Stallion, Rita Ora e Ivete Sangalo no Palco Mundo, e Ludmilla, Macy Gray e Liniker e Luedji Luna no Sunset.
Agenda Rock In Rio: Dua Lipa, Coldplay e tudo que vai rolar na segunda semana do festival
Mesmo com todas as discussões e conquistas das mulheres nos últimos anos, ainda há muito a ser feito no showbusiness, segundo ela.
“As mudanças estão acontecendo na frente da câmera, mas não nos bastidores. Não estou muito certa do número, mas no Reino Unido a proporção de músicas escritas por mulheres ainda é desigual se comparada com os homens”.
“Muitas vezes você tem uma cantora liderando um projeto, mas pode ser que os produtores sejam homens, os outros compositores sejam homens. Então acaba sendo que as mulheres não estão sendo realmente pagas nesse segmento maior”.
Corinne Bailey Rae em Curitiba
Data: 1º de setembro (quinta-feira)
Local: Teatro Positivo – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Curitiba
Ingressos: A partir de R$190,00 no site oficial
Corinne Bailey Rae em Belo Horizonte
Data: 3 de setembro (sábado)
Local: Sesc Palladium – R. Rio de Janeiro, 1046 – Centro, Belo Horizonte
Ingressos: A partir de R$ 140 no site oficial
Corinne Bailey Rae em São Paulo
Data: 5 de setembro (segunda)
Local: Teatro Bradesco – Bourbon Shopping – Rua Palestra Itália, 500, São Paulo
Ingressos: A partir de R$ 140 no site oficial
Corinne Bailey Rae no Rock in Rio
Data: 8 de setembro (quinta)
Local: Rock in Rio – Parque Olímpico, na Barra da Tijuca
Ingressos esgotados

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Preços no Rock in Rio: copo de cerveja a R$ 15 e pipoca por R$ 55; confira lista de comes e bebes


Também tem açaí por R$ 22 e combos com sanduíche que podem sair por até R$ 55. Palco Mundo do Rock in Rio em imagem divulgada pelo festival em agosto de 2022
Reprodução/Twitter do festival
O evento-teste do Rock in Rio, nesta terça-feira (30), também foi uma prévia dos preços do festival.
São valores e opções do que comer e beber variados. Tem açaí por R$ 22 e combo de pipoca de cinema por R$ 70.
AO VIVO: g1 vai transmitir shows do festival
TUDO SOBRE o Rock in Rio 2022
GUIA: como chegar e o que pode levar
O copo d’água custa pelo menos R$ 6 e, ainda, tem refil de café por R$ 10. Confira os valores na relação abaixo:
Cheia de Graça
Porção de polenta frita: R$ 15
Açaí: R$ 22
Chope: R$ 15
Refrigerante: R$ 9
Água: R$ 6
Suco: R$ 9
Matte: R$ 9
Energético: R$ 12
Sanduíches: R$ 29
Porção de linguiça: R$ 32
Bob’s
Combos de sanduíche com bebida e batata: de R$ 42 a R$ 55
Combos de sanduíche só com bebida: de R$ 36 a R$ 42
Água (350 ml): R$ 6
Refrigerante (350 ml): R$ 9
Matte (300 ml): R$ 9
Energético (250 ml): R$ 12
Chope (400 ml): R$ 15
Milk-shake (400 ml): R$ 20
Nasaj
Kebab: R$ 29
Esfiha: R$ 12
Chocolate: R$ 5
Snack: R$ 13
Refrigerante: R$ 9
Água: R$ 6
Chope: R$ 15
Energético: R$ 12
Vulcano Sandwich
Sanduíches com preços que variam de R$ 28 a R$ 40
Anéis de cebola: R$ 10 (com combo) e R$ 20 (só os anéis)
Água: R$ 6
Mate: R$ 9
Refrigerante: R$ 9
Energético: R$ 12
We are cafe
Copo de café refil: R$ 10
Cinemark
Pipocas com preços que variam de R$ 25 a R$ 55 (sem combo)
Com combo, preços variam de R$ 30 a R$ 70
Refrigerante em lata: R$ 9
Copo de água: R$ 6
Açougue vegano
Coxinha de jaca de espinafre: 13 reais
Coxinha doce de nutella: 10
hambúrguer: 35
cachorro quente: 35
sorvete: 10
cookie: 10
combo: coxinha + hambúrguer = 45

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Demi Lovato faz aposta certeira no rock em show pré-Rock in Rio e arrebata fãs saudosos


Guitarrista Nita Strauss, ex-integrante da banda de Alice Cooper, é um dos destaques da apresentação. Demi ainda faz mais dois shows antes de se apresentar no festival no dia 4 de setembro. Demi Lovato lança o oitavo álbum da carreira, ‘Holly Fvck’
Reprodução/Twitter da cantora
Com o recém chegado álbum “Holy Fvck”, Demi Lovato apostou alto no rock. E não errou. Muitos riffs e solos, bom de ouvir (e pular) fizeram do show da cantora desta terça-feira (30), bem fria, em São Paulo, uma animada apresentação de um quinteto feminino de rock que parecia tocar junto há algum tempo. Demi é uma das atrações do Rock in Rio, no domingo (4).
Demi Lovato vem ao Brasil pela 5ª vez: relembre seus shows por aqui
VÍDEO Justin Bieber e Demi Lovato: Os altos e baixos das carreiras dos 2 astros, que estarão no Rock in Rio
A apresentação desta noite é uma das primeiras da nova turnê e apresenta faixas de “Holy Fvck”, além de resgatar sucessos do passado, em versões mais roqueiras.
Demi surgiu no palco, às 21h29, com um corte de cabelo que lembrou Joan Jett. Um espartilho e uma pantalona vermelhos de vinil, com correntes e spikes, completavam o look.
E só isso. Não houve trocas de figurinos, telões com projeções, efeitos visuais, nada que pudesse desviar a atenção do público da música. Sem dizer uma palavra, Demi emendou “Holy Fvck”, “Freak”, “Substance” e “Eat Me”, todas no novo álbum. E com elas, os tais riffs e solos e distorções davam o peso prometido. A plateia acompanhava aos pulos e aos gritos. Uma catarse para os fãs.
Antes da quinta música, Demi conversa com o público. “Te amo!”, diz em português e agradece a presença de cada uma das pessoas ali. Ela também dedica um tempo para apresentar a banda – formada apenas de mulheres, como ela frisa. Brittany Bowman, na bateria, Leanne Bowes, no baixo, Dani McGinley, no teclado, e Nita Strauss, guitarrista que deixou a banda de Alice Cooper para se juntar a Demi.
E para quem faz cara feia, saiba que Nita fez um ótimo trabalho: os solos e distorções apresentados por ela empolgaram e deram o toque de metal (sim, isso mesmo) para as faixas.
É a partir daí que Demi reapresenta os antigos sucessos repaginados. O primeiro deles foi “Confident”, do disco de mesmo nome de 2015, em que também tocou guitarra. A música é interrompida para que uma pessoa da plateia que passava mal pudesse ser atendida. Foi a própria Demi quem parou a apresentação para pedir que alguém socorresse a pessoa. Mais uma interrupção da cantora para ajudar um fã aconteceria mais tarde.
Retomada a faixa, ela ainda emendou “Here we go again” e “Remember December”, ambas do álbum “Here we go again”, de 2009. A seguinte, “La La Land”, ficou ainda mais irônica com a pegada pop punk, e com um trecho de “La La”, de Ashlee Simpson, de 2004, que foi encaixada no meio da música.
Rock in Rio ao vivo: g1 vai transmitir shows do festival
Já “Don’t Forget”, apesar de ter elementos do rock, foi a que mais lembrou a faixa antiga, de 2008. Demi ainda cantou “The Art of Starting Over”, do álbum do ano passado, “Dance with the Devil… The Art of Starting Over”. “Eu tenho muito orgulho do novo álbum, mas também tenho do último e esta é a minha favorita”, comentou sobre a faixa, que soa mais como uma baladinha.
A plateia começa a chamá-la de “gostosa”. Sem jeito, Demi diz que não entende, e logo o público improvisa um coro de “hot, hot, hot”. A cantora parecia encabulada, diz que estava mesmo bem quente ali, e agradece o elogio.
A próxima segue a linha de balada. Nita, a guitarrista, e Leanne, no baixo, estão sentadas ao lado da cantora, que se mantém em pé e entre elas. “4 ever 4 me”, também uma das favoritas de Demi, conforme ela afirmou ali, é dedicada aos apaixonados. A música recebeu um trechinho de “Iris”, do Goo Goo Dolls, ali no meio.
Logo em seguida, volta o rock com a versão ousada de “Sorry not sorry”, em que as batidas do pop dão espaço para os solos de Nita. Talvez por ser uma música pop marcante da cantora, um ou outro momento da faixa parecia não casar tão bem com os arranjos (muito bons) da banda. Isso, claro, não foi empecilho para encantar os fãs, que cantavam juntos em um coro a todo pulmão, nem de ser um dos pontos altos do show.
Outro ponto alto foi “29”, single deste último trabalho. Na letra, ela fala sobre um relacionamento que teve quando tinha 17 e ele, 29. Demi parou para contar que, por causa da música, que se tornou viral no TikTok, ela recebeu relatos de pessoas que decidiram se impor e reagir ao se verem em situação similar. “Me deixa orgulhosa, muito obrigada”, disse antes de entoar a faixa.
“Heart Attack”, a seguinte, já caiu muito bem na roupagem roqueira. Vieram na sequência ainda “Skin of my teeth” e “Happy Ending”. Com pouco mais de uma hora e trinta minutos, veio “Cool for the summer”, outra com nova versão punk pop bem feita que fechou essa primeira apresentação da cantora em solo brasileiro.
Demi ainda faz mais uma apresentação nesta quarta-feira (31) no Espaço Unimed (antigo Espaço das Américas) e na sexta-feira (2), em Belo Horizonte. No Rock in Rio, ela faz seu show no domingo (4).
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Demi Lovato

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rock in Rio ‘aquece’ palcos com shows de Criolo e Ferrugem


Espaços e brinquedos foram colocados à prova, para simular como vai ser nos dias do festival. Evento-teste aquece palcos do Rock in Rio 2022
Laura Rocha/g1 Rio
O evento-teste do Rock in Rio 2022, nesta terça-feira (30), deu um “gostinho” do que vai ser o festival este ano. Serão sete dias de evento no Parque dos Atletas, Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, a partir de sexta-feira (2).
Neste dia, chamado de “preview”, todos os palcos, as arenas e os brinquedos estavam funcionando, para simular como vai ser nos dias de festival.
Em uma coletiva nesta terça, o presidente e a vice-presidente do festival – Roberto e Roberta Medina – e o prefeito Eduardo Paes apresentaram a Cidade do Rock pronta.
Rock in Rio ao vivo: g1 vai transmitir shows do festival
À noite, artistas ensaiam nos palcos: o cantor Criolo se apresenta no Sunset e Ferrugem no Espaço Favela.
Pelo terceiro ano, o evento vai contar com a Game Play Arena. O palco de 29 metros de largura vai receber campeonatos e atrações musicais, onde o público vai poder jogar os últimos lançamentos do mercado.
Palco Mundo do Rock in Rio em imagem divulgada pelo festival em agosto de 2022
Reprodução/Twitter do festival
Também voltadas para a diversão dos visitantes, há a tirolesa, a roda gigante e a montanha-russa.
À noite, ao som da música tema do Rock in Rio, o show de luzes e a queima de fogos clássicos iluminaram o Palco Mundo. O momento marca o fechamento de cada dia do festival.
No total, vão ser mais de 670 artistas e de 250 shows. São esperadas mais de 500 horas de música.
A organização do evento estima gerar R$ 1,7 bilhão, além de 28 mil empregos. Desta vez, 60% do público veio de outras cidades ou estados.
Ao longo das 21 edições, foram mais de 10 milhões de visitantes.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

José Padilha processa produtor parceiro de ‘Narcos’ por lucros da série


Diretor brasileiro pede milhões de dólares em danos por quebra de contrato. Segundo ele, lucros deveriam ser divididos pela metade, mas parte da quantia foi escondida. José Padilha durante lançamento de “7 dias em Entebbe”, em Nova York, em 12 de março de 2018
ANGELA WEISS / AFP
O cineasta brasileiro José Padilha (“Tropa de Elite”) processou seu antigo parceiro de produção-executiva em “Narcos”, Eric Newman, por lucros gerados pela série.
Na ação, aberta na última sexta-feira (26), Padilha diz que sofreu quebra de contrato em um acordo que estabelecia a divisão igual dos valores.
Segundo o processo, a Newman e sua produtora, a Spahn Ranch, receberam “muitos milhões de dólares em receitas que surgiram de ou estão conectadas com ‘Narcos’ que não foram informadas às partes queixosas”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Charlbi Dean, atriz da série ‘Raio Negro’, morre aos 32 anos


Não há informações sobre a causa da morte. Charlbi também participou de ‘The Triangle of Sadness’, premiado em Cannes este ano. Charlbi Dean
Arquivo/Reuters
A atriz sul-africana Charlbi Dean morreu nesta segunda-feira (29), aos 32 anos. A informação foi confirmada por um representante da artista ao TMZ. Segundo o site, a morte foi causada por uma doença inesperada, que não foi comunicada.
Ainda de acordo com o TMZ, ela estaria internada em um hospital em Nova York, nos Estados Unidos.
A atriz e modelo ficou conhecida pela participação na série “Raio Negro”. Ela também estrelou o filme “The Triangle of Sadness”, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes este ano.
Em “The Triangle of Sadness”, ela interpretou Yaya, uma modelo convidada para um cruzeiro em que dá tudo errado. O filme é estrelado também por Woody Harrelson e deve ser lançado nos Estados Unidos no dia 7 de outubro.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Tulipa Ruiz anuncia ‘Habilidades extraordinárias’, álbum de músicas inéditas, para 23 de setembro


Disco reúne onze composições gravadas de forma analógica no estúdio da artista em São Paulo. Tulipa Ruiz na capa de ‘Samaúma’, primeiro single do álbum ‘Habilidades extraordinárias’
Divulgação
♪ Tulipa Ruiz vai virar o disco. Para alento de quem ansiava por álbum autoral de músicas inteiramente inéditas da cantora e compositora, o primeiro no gênero desde Dancê (2015), a artista paulistana revelou na tarde de hoje, 30 de agosto, que o álbum Habilidades extraordinárias chega juntamente com a primavera de 2022, em 23 de setembro.
Primeiro álbum gravado no estúdio de Tulipa, o Brocal Estúdio, Habilidades extraordinárias reúne onze músicas captadas por Eric Yoshino de forma analógica, em rolo de fita, ao longo do mês de julho. Como sempre, a produção musical do álbum foi confiada ao guitarrista Gustavo Ruiz, irmão da cantora e compositora.
Single que anuncia o álbum Habilidades extraordinárias, com capa assinada por Tereza Bettinardi, Samaúma apresenta música batizada com o nome de árvore também conhecida na Amazônia como sumaúma.
“A música fala da natureza de uma mulher que se relaciona com a natureza das coisas e dos mistérios de maneira consciente, inconsciente, orgástica e respeitosa”, diz o texto de apresentação do single Samaúma.
Além da guitarra de Gustavo Ruiz, parceiro de Tulipa na criação da composição, a música Samaúma tem os toques dos músicos Pedro Sá (também na guitarra), Gabriel Mayall (baixo), Samuel Fraga (bateria e percussão) e Jonas Sá (synth e rhodes).
O show de lançamento do álbum Habilidades extraordinárias está programado para estrear no teatro do Sesc Pinheiros, na cidade de São Paulo (SP), com apresentações agendadas para 14, 15 e 16 de outubro.
Capa do single ‘Samaúma’, de Tulipa Ruiz
Capa de Tereza Bettinardi

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Bad Bunny mostra a força de reggaeton global com show para 50 mil fãs em Nova York


Cantor de Porto Rico se tornou o primeiro popstar de língua não-inglesa a receber o prêmio de melhor artista do ano no VMA, premiação da MTV. Bad Bunny em show em Nova York exibido no VMA, premiação da MTV
Reprodução/MTV
Algo que causa muito espanto em um show nos Estados Unidos é que, geralmente, os assentos são marcados e as pessoas respeitam as marcações. A plateia já está acostumada a curtir, sentada, a apresentação, mesmo quando ela é de uma música bem dançante, que nada combina com cadeiras. Não foi o caso do show de Bad Bunny, em Nova York, no sábado (27).
A plateia ocupou corredores e outros espaços disponíveis para dançar muito o reggaeton de Bad Bunny, popstar de Porto Rico, território americano no Caribe que tem como idioma oficial o espanhol. Em mais de duas horas e meia, o cantor apresentou 45 músicas. Entre elas, “Si veo a Tu Mamá”, com sample da melodia de “Garota de Ipanema”.
LEIA MAIS: Como Bad Bunny bateu BTS e Taylor Swift para se tornar o mais ouvido de 2021 no Spotify?
As apresentações ocorreram em uma das arenas mais simbólicas de Nova York: o estádio do Yankees, time de baseball da cidade. Sequer o preço salgado dos ingressos – de US$ 300 a US$ 1,5 mil (cerca de R$ 1,5 mil a R$ 7,5 mil) – impediu que os assentos ficassem lotados.
O sucesso de Bad Bunny e a saudade de casa podem ajudar a explicar a ocupação máxima dos 50 mil assentos disponíveis nos dois dias.
Conterrâneo do cantor, o porto-riquenho Mike Gutierres teve que negociar com o chefe uma folga na noite de sábado para poder ir à apresentação. Ele é recepcionista em um hotel de Manhattan e está em Nova York há 12 anos. “Eu chorei muito antes do show começar. É como estar em casa.”
Em diversos pontos da arena fãs erguiam, com orgulho, bandeiras de Porto Rico e de outros países da América Latina e do Caribe, como a República Dominicana.
Na apresentação de domingo (28), Bad Bunny interrompeu o show por alguns minutos para participar, ao vivo, do VMA, Video Music Awards.
No meio do palco, rodeado por fãs, ele entrou para a história tornando-se o primeiro artista de língua não-inglesa a receber o prêmio de melhor artista do ano na premiação organizada pela MTV.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Prêmio Multishow divulga lista de indicados; Anitta e Glória Groove lideram


Cerimônia acontece no dia 18 de outubro. Apresentadores ainda não foram divulgados. Prêmio Multishow 2022 divulga lista de indicados; Anitta e Glória Groove lideram
Valerie Macon / AFP; Rodolfo Magalhães/Divulgação
Anitta e Glória Groove lideram a lista de indicações ao Prêmio Multishow 2022, com oito categorias cada uma. A organização divulgou a lista completa na segunda (29).
Na sequência, aparecem Ludmilla e Jão, com seis indicações cada. A banda Jovem Dionísio, do hit “Acorda Pedrinho”, também se destacou ao ser lembrada cinco vezes.
A cerimônia acontece no dia 18 de outubro, com transmissão pelo canal. A votação já está aberta pelo site do Multishow.
Além das categorias abertas ao público, outras três são técnicas e escolhidas pelo júri especializado. São elas: Instrumentista do Ano, Capa do Ano e Produtor Musical do Ano.
Algumas mudanças vão acontecer na premiação deste ano. Cantor e Cantora do Ano se unem na categoria Artista do Ano, e o número de indicados por categoria passa de cinco para oito.
Veja, abaixo, a lista completa de indicados ao Prêmio Multishow 2022:
Música do ano:
Acorda Pedrinho – Jovem Dionísio
Desenrola Bate Joga de Ladin (Part. DJ Biel do Furduncinho) – L7nnon, Os Hawaianos e DJ Bel da CDD
Envolver – Anitta
Fé – IZA
Maldivas – Ludmilla
Malvadão 3 – Xamã, Gustah e Neo Beats
Vampiro – Matuê, WIU e Teto
Vermelho – Gloria Groove
‘Envolver’, de Anitta, se torna a música mais ouvida do planeta no Spotify

Grupo do Ano:
Jovem Dionísio
Afrocidade
Bala Desejo
Black Pantera
Gilsons
Grupo Menos é Mais
Lagum
Raça Negra
Dupla do Ano:
Anavitória
Diego & Victor Hugo
Henrique & Juliano
Jorge & Mateus
Maiara & Maraisa
Matheus & Kauan
Tasha & Tracie
YOÙN

Álbum do Ano:
Lady Leste – Gloria Groove
LUME – Filipe Ret
Numanice #2 – Ludmilla
Pirata – Jão
Pra Gente Acordar – Gilsons
QVVJFA? – Baco Exu do Blues
Sobre Viver – Criolo
Versions of Me – Anitta

Revelação do Ano:
Ana Castela
Bala Desejo
Jovem Dionísio
Mari Fernandes
Nattanzinho
Rachel Reis
Tasha & Tracie
Urias

Artista do Ano:
Anitta
Gloria Groove
Gusttavo Lima
Jão
João Gomes
L7nnon
Ludmilla
Luísa Sonza
Voz do Ano:
Anitta
Gloria Groove
IZA
Jão
Liniker
Ludmilla
Luísa Sonza
Marisa Monte

Show do Ano:
Alexandre Pires e Seu Jorge
Caetano Veloso
Djonga
Emicida
Jão
Ludmilla
Marisa Monte
Thiaguinho

Hit do Ano:
Acorda Pedrinho – Jovem Dionísio
Dançarina – Pedro Sampaio e MC Pedrinho
Desenrola Bate Joga de Ladin (Part. DJ Biel do Furduncinho) – L7nnon, Os Hawaianos e DJ
Envolver – Anitta
Idiota – Jão
Maldivas – Ludmilla
Malvadão 3 – Xamã, Gustah e Neo Beats
Vermelho – Gloria Groove
Clipe TVZ do Ano:
A Queda – Gloria Groove
Acorda Pedrinho – Jovem Dionísio
Boys Don’t Cry – Anitta
Cachorrinhas – Luísa Sonza
Envolver – Anitta
Fé – IZA
Idiota – Jão
Vermelho – Gloria Groove

Fonte: G1 Entretenimento