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Conexões de Luiz Caldas com Illy e de Gal Costa com Marina Sena geram singles em setembro


Gravações integram série documental com duetos inéditos que, em 2023, serão reunidos em álbum. Luiz Caldas e Illy regravam ‘A vida do viajante’, música lançada em 1953 na voz de Luiz Gonzaga
Alile Dara / Divulgação
♪ E se Gal Costa se conectasse com a mineira Marina Sena para cantar Para Lennon & McCartney (Márcio Borges, Lô Borges e Fernando Brant, 1970), um dos primeiros standards do repertório do Clube da Esquina?
E se Luiz Caldas se juntasse com Illy para celebrar A vida do viajante (Luiz Gonzaga e Hervê Cordovil, 1953), sucesso do repertório de Luiz Gonzaga (1912 – 1989)?
Esses encontros inusitados foram concretizados, ganharam registros audiovisuais através do documentário Música conecta – idealizado por Alice Caymmi, Adriana Vieira e Talita Morais e produzido com direção e roteiro de Safira Moreira – e geraram singles que serão lançados em setembro.
Gravado com produção musical de Guilherme Kastrup, o dueto de Caldas com Illy aporta nos aplicativos de música em single programado para sexta-feira, 2 de setembro, um dia após a edição do episódio em vídeo. Já o single de Gal com Sena está agendado para 14 de setembro.
Outros duetos inéditos serão lançados em singles até o fim deste ano de 2022. Em 2023, as conexões serão reunidas em álbum editado pela gravadora Biscoito Fino.

Fonte: G1 Entretenimento

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Harry Styles anuncia terceiro show em São Paulo


Segunda data em São Paulo esgotou em minutos nesta terça (30). Veja preços e como comprar ingressos. Harry Styles
Divulgação
Harry Styles anunciou, nesta terça-feira (30), que fará o terceiro show em São Paulo, no dia 14 de dezembro.
A turnê “Love On Tour” vai passar pelo Brasil em dezembro de 2022, em São Paulo, Rio e Curitiba, com ingressos esgotados.
São Paulo – 06 de dezembro – Allianz Parque (Esgotado)
Rio de Janeiro – 08 de dezembro – Área Externa da Jeunesse Arena (Esgotado)
Curitiba – 10 de dezembro – Pedreira Paulo Leminski (Esgotado)
São Paulo – 13 de dezembro – Allianz Parque (Esgotado)
São Paulo – 14 de dezembro – Allianz Parque (Nova data)
O ex-One Direction também aumentou a agenda nos Estados Unidos na semana passada. Ao todo, são 84 shows em 22 países.
Inicialmente, o plano era fazer os shows em outubro de 2020, mas a pandemia fez com que a turnê fosse suspensa.
AGENDA DE SHOWS: J Balvin, Coldplay, Michael Bublé cantam no Brasil
G1 OUVIU: Harry Styles se firma no topo do pop em ‘Fine Line’, com excelente ‘rock clássico kids’
A venda de ingressos para o show do dia 14 de dezembro começa na quarta-feira (31), com pré-venda exclusiva para clientes Elo.
O público geral pode comprar ingressos a partir de quinta-feira (1º). Os valores vão de R$ 190,50 (meia entrada na cadeira superior) a R$ 751 (inteira na pista premium).
A cantora jamaicana Koffee fará os shows de abertura na América Latina. Styles canta também no México, Peru, Chile e Argentina a partir de novembro.
Harry Styles em São Paulo
Quando: 06 de dezembro de 2022
Onde: Allianz Parque
Ingressos: De R$ 164 a R$ 668 no site oficial – (Esgotado)
Harry Styles no Rio
Quando: 08 de dezembro de 2022
Onde: Área Externa da Jeunesse Arena
Ingressos: De R$ 164 a R$ 628 no site oficial – (Esgotado)
Harry Styles em Curitiba
Quando: 10 de dezembro de 2022
Onde: Pedreira Paulo Leminski
Ingressos: De R$ 235 a R$ 860 no site oficial – (Esgotado)
Harry Styles em São Paulo (Data extra)
Quando: 13de dezembro de 2022
Onde: Allianz Parque
Ingressos: De R$ 190,50 a R$ 751 no site oficial

Fonte: G1 Entretenimento

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Isabella Scherer dá à luz Mel e Bento e mostra primeira foto dos gêmeos: ‘Estamos apaixonados e hipnotizados’


Atriz compartilhou em suas redes sociais algumas imagens após o parto e fez uma homenagem a Rodrigo Calazans. ‘Estou ainda mais apaixonada vendo você com nossos filhos’. Isabella Scherer dá à luz Mel e Bento e mostra primeira foto dos gêmeos
Reprodução/Instagram
Isabella Scherer deu à luz Mel e Bento, nesta segunda-feira (29), em uma maternidade, em São Paulo. Os gêmeos são da relação da atriz e vencedora do Masterchef 2021 com Rodrigo Calazans.
Na manhã desta terça-feira (30), Isa compartilhou com seus seguidores a primeira foto dos bebês.
“Ainda processando e me recuperando de tudo que vivemos ontem. Que dia especial, estamos apaixonados e hipnotizados pela Mel e pelo Bento.”
Ela ainda agradeceu a equipe médica e disse que “foi o parto mais tranquilo do mundo”.
Isabella finalizou a publicação com uma homenagem a Rodrigo.
“E o principal, obrigada por ser o companheiro mais incrível do mundo, estou ainda mais apaixonada vendo você com nossos filhos. Ansiosa pra contar pra vocês como tudo aconteceu.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Roberto Corrêa une as seis violas brasileiras com a viola da gamba em ‘Concerto para vaca e boi’


Músico lança álbum em duo com Gustavo Freccia, mestre no toque do instrumento renascentista. Roberto Corrêa posa com os seis tipos de viola brasileira, todos presentes no 20º álbum do artista, ‘Concerto para vaca e boi’
Dalton Camargos / Divulgação
♪ No imaginário musical brasileiro, a viola personifica o instrumento comumente associado às tradições do universo sertanejo. Trata-se da viola caipira. Contudo, a rigor, existem seis tipos de violas brasileiras – viola repentista, viola de buriti, viola caiçara, viola machete baiana, viola de cocho e a já mencionada viola caipira – e todas as seis estão presentes no disco Concerto para vaca e boi. Todas com o toque virtuoso de Roberto Corrêa.
Em rotação desde sexta-feira, 26 de agosto, o 20º álbum do violeiro e compositor mineiro Roberto Corrêa enfileira 12 temas inéditos, sendo que cada um dos seis gêneros de viola foi contemplado com duas composições específicas no repertório inteiramente autoral.
O único instrumento presente em todas as 12 faixas de Concerto para vaca e boi é a viola da gamba, instrumento tocado com arco – popular na Renascença e no período barroco – de aparência semelhante a do violoncelo, instrumento para o qual, aliás, a viola da gamba acabou perdendo o lugar ao longo dos séculos.
No concerto do violeiro Roberto Corrêa, quem toca esse modelo já raro de viola, como músico convidado do álbum, é o gambista Gustavo Freccia, professor da Escola de Música de Brasília.
Concebido para ser um disco de duo, Concerto para vaca e boi descende da trilha sonora composta por Roberto Corrêa para o documentário Bravos valentes – Vaqueiros do Brasil (2021).
O disco perpetua temas como Boi martelo e Potiguarã (feitos para as violas repentista e da gamba), Boi babão e Boi de rosa (para as violas de buriti e da gamba), Boi saudade e Vaca tirana (para as violas caiçara e da gamba), Fado boi e Vaca chula (para as violas machete baiana e da gamba), Boi brabeza e Vaca flor (para as violas de cocho e da gamba) e Ramiro e Vaca fera (para as violas caipira e da gamba).
Editado de forma independente, com distribuição da Tratore, o álbum Concerto para vaca e boi foi viabilizado com recursos obtidos pelos artistas no edital do Itaú Rumos Cultural 2019 – 2020.
Capa do álbum ‘Concerto para vaca e boi’, de Roberto Corrêa (à esquerda na foto) com Gustavo Freccia
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Com Juliette como paraninfa, Rock in Rio sedia formatura de 50 universitários


Formandos de jornalismo, publicidade, cinema, fotografia, audiovisual e produção fonográfica da Universidade Estácio de Sá participaram de formatura na Rock District, na manhã desta terça-feira (30). Rock in Rio sedia a primeira formatura de 50 universitários da Estácio de Sá
Divulgação
Além de ser palco de grandes nomes da música contemporânea e de também já ter sido cenário de noivado e casamento, A Cidade do Rock esse ano promove, nesta edição, sua primeira cerimônia de formatura. Na manhã desta terça-feira (30), 50 estudantes da Universidade Estácio de Sá participaram do evento, que teve como paraninfa a cantora Juliette.
“Estar aqui hoje homenageando esses formandos no momento mais importante da sua vida acadêmica não tem preço. Sempre reforço o quanto a educação mudou a minha vida e da minha família, e ser patronese dessa turma é mais um marco que a parceria com a Estácio. É uma bandeira que não me canso de levantar. Levar a educação de qualidade para os quatro cantos do país é uma missão que dignifica”, disse a cantora.
A “Formatura de Brilho” foi realizada na Rock District para os formandos dos cursos de jornalismo, publicidade, cinema, fotografia, audiovisual e produção fonográfica, dos campi de Campo Grande e Tom Jobim (Barra da Tijuca), da Zona Oeste.
A cantora Juliette foi a patronesse da primeira turma da Formatura de Brilho, no Rock in Rio
Divulgação
A vice-presidente executiva do Rock in Rio, Roberta Medina, destacou mais uma inovação, num dia tão importante para a organização do festival.
” A Estácio está sempre fazendo inovações aqui no Rock in Rio. No dia que para a gente é tão importante, que é o dia do evento-teste da Cidade do Rock. Isso quer dizer que, depois dessa fase de pandemia, este é o primeiro dia, até me arrepio, que a gente volta a receber público dento da Cidade do Rock. É uma expectativa, uma ansiedade de voltar a viver a vida do jeitinho que ela é, que é ao vivo, que é olhando no olho, que é vibrando e celebrando junto em paz e harmonia, que é o que a gente deseja”, disse Roberta.
Cláudia Romano, da Universidade Estácio de Sá, e Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio
Divulgação
A vice-presidente de Relações Governamentais, Comunicação e Sustentabilidade da Estácio, Cláudia Romano, disse que a turma de formandos selecionada através de um desafio acadêmico era muito especial.
“Essa turma, principalmente de economia criativa, é especial por estar sendo pioneira de se formar num evento único. Quero agradecer em nome do nosso reitor Flávio Murilo, os nossos professores que fazem a diferença, fazem com que nossos alunos tenham habilidade e competências para que tenham uma carreira brilhante”, disse Cláudia, que também agradeceu a participação dos pais e parentes dos alunos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maisa relata ida a oftalmo após ‘corpo estranho entrar no olho’: ‘Médica acha que era pedaço de vidro’


Apresentadora ainda afirmou que é a terceira vez que o incidente acontece. ‘Já posso pedir música no Fantástico?’, brincou. Maisa relata ida ao oftalmologista após ‘corpo estranho entrar no olho’:
Reprodução/Instagram
Maisa usou o Twitter para relatar que precisou ir a uma oftalmologista após um “corpo estranho entrar no olho”.
Na noite desta segunda-feira (29), a apresentadora compartilhou nas redes sociais uma imagem em que aparece com gaze nos olhos. Em outro clique, mostrou um cotonete com o que foi retirado de seu olho.
Em seguida, ela explicou: “Bateu um vento e um corpo estranho entrou no meu olho, irritou tudo, mas a oftalmo tirou e agora tô aliviada! Detalhe: é a terceira vez que isso acontece comigo. Já posso pedir música no Fantástico?”.
Em resposta a uma seguidora, que questionou o que era o corpo estranho, Maisa contou que não foi identificado.
“A médica acha que era um pedaço de vidro. Era transparente, mas tá com corante, por isso tá amarelo. Mas ninguém sabe o que é.”
A apresentadora também deixou, aos seguidores, uma dica que aprendeu com os incidentes anteriores – um, em janeiro de 2019 e, outra, em setembro daquele mesmo ano.
“Se pesquisarem ‘Maisa arranha córnea’ deve aparecer algum tweet meu falando disso. Dica de sempre: não cocem o olho! Eu não cocei hoje e por isso tô de boa agora.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Tulipa Ruiz precisa fechar a cortina do passado para voltar a expandir a discografia autoral


Há sete anos sem apresentar álbum com repertório inteiramente inédito, artista lança remixes das músicas do primeiro disco e faz show com orquestra para festejar dez anos da edição do segundo. Tulipa Ruiz lança o álbum ‘Efêmera remix’
Kendy Higashi / Divulgação / Reprodução Facebook Tulipa Ruiz
♪ ANÁLISE – Há dez anos, no embalo da edição do segundo álbum, Tudo tanto (2012), disco ainda mais potente do que o primeiro, Efêmera (2010), Tulipa Ruiz percorreu o Brasil com show que encheu casas e teatros além do circuito Rio-São Paulo.
Passada uma década, a impressão que se tem é a de que a artista paulistana ainda continua presa a esse passado de glória, fazendo sucessivas revisões precoces desses dois discos. Dois acontecimentos quase simultâneos reforçam a sensação, aliados ao fato de que o quarto álbum da cantora e compositora, Tu (2017), ter saído há cinco anos com algumas releituras autorais entre músicas inéditas.
O primeiro foi o lançamento na noite de quinta-feira, 25 de agosto, do álbum audiovisual Efêmera remix, filmado na Casa Modernista, na cidade de São Paulo (SP), em novembro de 2020, em plena pandemia. A artista arregimentou 13 nomes – além do irmão Gustavo Ruiz, produtor do álbum original de 2010 – para darem nova forma a músicas como Só sei dançar com você (BaianaSystem), Pedrinho (alvo de remixes de Kassin e de Indrha), Brocal dourado (Pupillo) e Efêmera (Stéphane San Juan & Laurent Griffon).
O segundo acontecimento é a releitura do álbum Tudo tanto em show com a Orquestra Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli, sob a regência do maestro Edilson Ventureli. As apresentações estão agendadas para sábado e domingo, 3 e 4 de outubro, do palco do teatro do Sesc Vila Marina, na cidade de São Paulo (SP).
Capa do álbum ‘Efêmera remix’, de Tulipa Ruiz
Reprodução
Em que pese o valor artístico desses projetos revisionistas (o disco Tu, por exemplo, é bom), causa estranheza o fato de uma cantora e compositora tão relevante estar tão voltada para o passado como se tivesse 30 ou 40 anos de trajetória pública na música, quando, a rigor, Tulipa tem somente 12 anos de carreira fonográfica.
Saudada pela mídia musical como a sensação de 2010 por conta de Efêmera, álbum que revelou artista de canto luminoso e dona de repertório autoral com sintaxe própria, Tulipa Ruiz confirmou a excelência da voz e a originalidade sedutora do cancioneiro no disco seguinte Tudo tanto.
Foi a partir do terceiro álbum – Dancê (2015), disco de menor fôlego autoral, que gerou show no qual a cantora pareceu não ter virado a página cênica do impactante show anterior Tudo tanto – que a carreira de Tulipa começou a perder o viço inicial.
Já são sete anos sem um álbum com repertório inteiramente inédito – tempo demais para uma das melhores cantoras e compositoras da cena musical dos anos 2010. Tempo que passou a ser ocupado com revisões precoces.
E não deve ser por falta de inspiração. Banho (2018), música ofertada para Elza Soares (1930 – 2022) incluir no álbum Deus é mulher (2018), mostrou compositora em forma – assim como Gravidade zero (2019), parceria com João Donato que se destacou no single duplo que juntou a cantora com o pianista há três anos.
Por isso mesmo, já passa da hora de Tulipa Ruiz fechar a cortina do passado para voltar a desenvolver uma discografia ainda associada aos álbuns Efêmera e Tudo tanto.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Perdoar exige muito esforço’, diz Meghan Markle sobre relacionamento com família real


Em entrevista a uma revista americana, duquesa de Sussex reflete sobre tempo que passou como membro sênior da família real. Duquesa de Sussex, Meghan Markle, em foto com chapeu branco
GETTY IMAGES/via BBC
A duquesa de Sussex, Meghan Markle, falou sobre a importância do perdão durante uma longa entrevista a uma revista americana.
Aos 41 anos, Meghan disse a The Cut que “perdoar exige muito esforço”, quando questionada sobre seu relacionamento com a família real britânica e seus próprios parentes.
“Eu realmente fiz um esforço ativo, especialmente sabendo que posso dizer qualquer coisa”, afirmou.
Ela também falou sobre o relacionamento do marido, o príncipe Harry, com o pai, o príncipe Charles.
Questionada pela jornalista Alison P Davis sobre o impacto do processo que abriu contra o tabloide britânico The Mail on Sunday por ter publicado “ilegalmente” uma carta pessoal de sua autoria, Meghan respondeu:
“Harry me disse: ‘Perdi meu pai neste processo’.
“Não precisava ser para eles dois como foi para mim, mas essa é a decisão dele.”
Uma porta-voz da duquesa disse mais tarde à BBC News que Meghan estava se referindo ao seu próprio pai, de quem ela é afastada, e estava dizendo que esperava que o mesmo não acontecesse com o marido.
Relembre a trajetória do casal Príncipe Harry e Meghan Markle até deixar a Família Real
Uma fonte próxima ao príncipe Charles disse à agência de notícias PA que ele ficaria triste se Harry achasse que o relacionamento deles estava perdido, acrescentando:
“O príncipe de Gales ama seus dois filhos.”
Davis, que já entrevistou celebridades como Jada Pinkett Smith e Lena Dunham, perguntou a Meghan se ela achava que havia espaço para perdão entre ela e a família real e sua própria família.
A duquesa respondeu:
“Acho que o perdão é muito importante. É preciso muito mais energia para não perdoar.”
“Mas perdoar exige muito esforço. Eu realmente fiz um esforço ativo, especialmente sabendo que posso dizer qualquer coisa.”
Na entrevista de 6.450 palavras, Meghan também:
Falou sobre seu receio de que ficar no Reino Unido possa ter exposto seu filho, Archie, de 3 anos, à atenção excessiva da mídia;
Criticou a falta de controle que tinha sobre a divulgação de fotografias de família quando era membro sênior da realeza;
Disse que sentia que “só por existir, estávamos perturbando a dinâmica da hierarquia” no Reino Unido;
Revelou que estava pensando em voltar ao Instagram.
O príncipe Harry disse a Davis que não acreditava que alguns membros da família real pudessem viver e trabalhar tão próximos quanto ele e a esposa.
O artigo descrevia como o casal administrava sua empresa, a Archewell, dividindo a mesma mesa em um escritório compartilhado dentro de casa.
“A maioria das pessoas que conheço e muitos da minha família não são capazes de trabalhar e viver juntos”, disse o príncipe Harry.
“É, na verdade, muito estranho porque parece muita pressão. Mas parece natural e normal.”
A entrevista de 6.450 palavras está na revista americana The Cut, parte da revista New York
CAMPBELL ADDY FOR THE CUT/via BBC
O príncipe Harry, de 37 anos, disse anteriormente que seu pai, o príncipe Charles, “parou de atender minhas ligações” depois que o casal deixou de ser membro sênior da realeza em 2020.
Pelo acordo, o casal abriu mão do título de Sua Alteza Real e conseguiu trabalhar para se tornar financeiramente independente. Harry manteve o título de príncipe, porque é um título que recebeu ao nascer.
Antes de se afastar, o duque e a duquesa de Sussex teriam vislumbrado continuar trabalhando como membros da realeza na Commonwealth.
Meghan disse a The Cut que acreditava que esta proposta não estava “reinventando a roda”.
“Isso, por qualquer motivo, não é algo que nos foi permitido fazer, embora vários outros membros da família façam exatamente isso”, acrescentou.
O casal, que agora mora em Montecito, na Califórnia, nos EUA, e também tem uma filha de um ano, Lilibet, assinou contratos com o Spotify e a Netflix desde que deixou o Reino Unido.
A entrevista a The Cut foi parte da campanha de divulgação do podcast da duquesa no Spotify, Archetypes, lançado na semana passada.
Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62721306

Fonte: G1 Entretenimento

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Última peça de Jô Soares, ‘Gaslight – uma Relação Tóxica’ estreia em 9 de setembro com Leandro Lima e Kéfera no elenco


Jô, que morreu em 5 de agosto, aos 84 anos, assina tradução, adaptação e direção do texto, que será apresentado no Teatro Procópio Ferreira. Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas da peça “Gaslight”, dirigida por Jô Soares.
Divulgação
“Gaslight – uma Relação Tóxica”, último trabalho de Jô Soares, estreia em 9 de setembro, no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo.
Jô, que morreu em 5 de agosto, aos 84 anos, assina tradução, adaptação e direção do texto escrito originalmente pelo dramaturgo britânico Patrick Hamilton, em 1938, e apresentado na Broadway na década de 1940.
Segundo a produção do espetáculo, a princípio, estão previstos dois meses de temporada da peça em São Paulo.
A peça, que tem Érica Montanheiro, Giovani Tozi, Kéfera, Leandro Lima e Neusa Maria Faro no elenco, marcaria a volta de Jô aos palcos como diretor, quatro anos após dirigir e atuar em “A Noite de 16 de Janeiro”.
“Gaslight – uma Relação Tóxica” é baseada no filme homônimo sobre abuso psicológico nos relacionamentos afetivos e retrata um casal em conflito.
‘Maior homem de cultura que Brasil já teve’
Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas da peça “Gaslight – uma relação tóxica”, a última dirigida por Jô Soares, conversaram com o g1 em agosto e lamentaram a morte do apresentador.
Sem segurar a emoção, Giovani não informou se a estreia segue agendada após a morte de Jô Soares, mas falou ao g1 sobre a parceria com o diretor.
“Difícil, né? Mas acho que é importante nesse dia tão triste também exaltar a trajetória desse homem, que não tenho medo nenhum de afirmar que é o maior homem de cultura que o Brasil já teve, porque navegava na literatura, no teatro, na comunicação, de uma forma muito popular”, afirma Giovani Tozi.
O ator ainda relembrou um ensinamento do apresentador.
“O Jô costumava dizer que o teatro é um trapézio sem rede. E eu acho bonito isso porque é a maneira como também ele sempre agiu na vida.”
Giovani Tozi com Jô Soares
Reprodução/Instagram
“O Jô nunca teve medo de novos desafios, de se colocar, de dizer o que pensa. Era um anarquista, como ele mesmo costumava dizer. Então acho que essa lição é importante na vida, pra gente nunca ter medo de dizer, de pensar, de agir, porque é isso.”
“A vida também é um trapézio sem redes. Se a gente ficar la em cima esperando segurança pra poder saltar, a gente nunca salta.”
Quatro peças dirigidas por Jô Soares
Bastante emocionada, Erica Montanheiro conta que conheceu Jô em 2011 e já trabalhou outras três vezes com o apresentador.
“É a quarta peça que faço com Jô. Fiz outras três desde 2011, desde que trabalho com ele em teatro, ele me dirigindo.”
“E foi um encontro sempre muito bonito, muito. Apesar de ele ser esse gênio maravilhoso, sempre falando com a gente de igual pra igual, com uma delicadeza extrema.”
Erica Montanheiro com Jô Soares
Reprodução/Instagram
Erica conta que, quando conheceu Jô, eles “se deram bem logo de cara”.
Sobre a peça, a atriz conta que já estava tudo alinhado por Jô. “A concepção é toda dele, as orientações, tudo já estava lidado por ele. E sempre com muito humor, uma delicadeza pra dirigir, muito certeiro, um homem de teatro.”
“E ele sempre muito democrático nas decisões. Sempre perguntando se estava bom pra fazer daquela forma, aberto pra escuta.”
Jô Soares morre aos 84 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Gojira leva ao Rock in Rio música sobre fogo na Amazônia feita por ‘medo do futuro da humanidade’


Banda de metal francesa foi indicada ao Grammy 2022 por música escrita após ver Floresta Amazônica queimar. Vocalista foi a Brasília protestar e diz que Bolsonaro não tem compaixão. Gojira fala da Amazônia e de Bolsonaro
A banda francesa de heavy metal Gojira vai mostrar no Rock in Rio 2022 a música “Amazônia”, sobre a destruição ambiental no Brasil. O vocalista Joe Duplantier diz ao g1 que escreveu a música quando sentiu “medo do futuro da humanidade” após ver a floresta queimar. Veja o vídeo acima.
A repercussão foi pesada: “Amazônia” foi indicada ao Grammy de 2022 por melhor performance de metal. Ela ficou em 8º lugar em uma lista de melhores músicas de todos os tempos sobre as mudanças climáticas do jornal inglês “The Guardian”.
Gojira exalta a ‘revolução’ do Sepultura
Ao lançar a música, o Gojira criou uma campanha de arrecadação para entidades indígenas no Brasil. Eles conseguiram apoio de músicos do Metallica, Slayer e Lamb of God para leiloar objetos das bandas e levantar US$ 313 mil (R$ 1,5 milhão) para apoiar os indígenas.
Joe Duplantier participou de um protesto de povos indígenas em Brasília, em frente ao Palácio do Planalto, em 2021. Mas ele diz não ter esperança de convencer Jair Bolsonaro a preservar a floresta: “Se ele tivesse a capacidade de entender e mostrar alguma compaixão, já teria feito isso”, afirma.
O Gojira é atração da primeira noite do Rock in Rio, dia 2 de setembro, sexta-feira, dominada pelo heavy metal. Vai ser a segunda participação dos franceses no festival, que ganharam até coro de “Olê olê olê olá / Goji / ira” em 2015.
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2022
Joe Duplantier durante protesto de indígenas em Brasília em 2021
Divulgação / Instagram Joe Duplantier / Robin D Hood
O Gojira surgiu em 1996 e explora todos os extremos físicos do heavy metal (velocidade, graves, voz gutural, quebra de ritmo) sem compromisso com subgêneros (engolem e cospem thrash, groove, death etc), com letras filosóficas e apocalípticas.
Uma das maiores inspirações deles é o Sepultura, que faz o show anterior no Palco Mundo. “Eles tiveram um enorme impacto em nós”, diz Joe Duplantier. “Eu acho que eles começaram uma revolução na música pesada. Acho que o que eles fizeram em ‘Chaos A.D.’ e ‘Roots’ é uma coisa subestimada.”
Mas também há uma inspiração brasileira negativa. “A gente estava refletindo sobre o mundo, e ficamos muito tristes sobre o que estava acontecendo na Amazônia no mesmo dia”, ele conta. “Quando vimos o fogo ficamos destruídos e queríamos escrever uma música sobre a floresta.”
“Parece que estamos andando para trás. Então às vezes eu sinto medo do futuro da humanidade”, diz o vocalista. “Essa é a última floresta ancestral de pé, e está sendo destruída por causa do nosso estilo de vida. Eu não estou culpando o Brasil. Estou culpando a humanidade.”
Joe Duplantier (de boné e colares) durante protesto de indígenas em Brasília em 2021
Divulgação / Instagram Joe Duplantier
A influência de Sepultura está em toda a carreira do Gojira. Mas “Amazônia” reforça os riffs graves e monocórdicos, a percussão forte e até ecos que lembram cantos indígenas (mas eles não conhecem muito a música dos povos originários brasileiros e apenas queriam emular este som, esclarece Joe).
Eles até conheceram indígenas no Brasil, mas fazendo um som específico: de protesto. Joe veio a Brasília e participou dos protestos contra medidas que dificultam demarcações de terras. O que ele gostaria de dizer ao principal alvo destes atos, o presidente Jair Bolsonaro?
“Eu provavelmente falaria do meu coração sobre o que eu sinto da importância da vegetação contra o dinheiro”, diz Joe. Ele pensa no resto do discurso que faria, mas desiste. “Acho que com algumas pessoas não dá para discutir”, ele diz.
“Acho que Bolsonaro já ouviu muitas coisas e se ele tivesse a capacidade de entender e mostrar compaixão, já teria feito isso. Então eu acho que eu apresentaria outras oportunidades de vida para ele. Encorajaria a achar outros trabalhos além de ser presidente”, diz o vocalista do Gojira.

Fonte: G1 Entretenimento