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Rock in Rio 2022 terá experiência Metaverso para quem não puder ir ao festival


Chamada de Rock in Verse, a plataforma é feita dentro do Fortnite, tem trilha sonora exclusiva e funcionará depois do fim do RiR. Rock in Verse: plataforma no metaverso dentro do Fornite
Reprodução
É apaixonado por games e não vai poder ir ao Rock in Rio? Ou quer começar a curtir a vibe do festival desde já? Então você precisa conhecer o Rock in Verse, uma experiência no Metaverso que a organização do RiR criou dentro do Fortnite.
A ideia é aproveitar cenários da Cidade do Rock, conhecer histórias do festival, atrações e muito mais em um mundo virtual que estará disponível a partir desta quinta-feira (25) e vai durar até depois do festival. Ao todo, são 12 espaços inéditos.
Trilha sonora exclusiva
Em um dele, na “Running Tracks”, por exemplo, o jogador poderá interagir com uma música exclusiva composta pela dupla de DJs Cat Dealers, que é atração confirmada do Rock in Rio e se apresentam no palco New Dance Order no dia 4 de setembro.
Outra experiência do mapa que promete sucesso é a “RiRstory Trivia” que vai testar o conhecimento dos jogadores sobre a história do festival. Para entrar no mapa, o código Rock in Verse é 1795-5503-2935.
Um dos ambientes do Rock in Verse
Reprodução
Espaço Trívia: curiosidades sobre o festival no jogo
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Patrícia Pillar lamenta morte de cantora de ‘Beijinho doce’, música inspiração para ‘A Favorita’


Na novela, a música “Beijinho doce“ é apresentada como um sucesso da fictícia dupla Faísca e Espoleta, formada por Flora (Patrícia Pillar) e Donatela (Cláudia Raia). Marilene, de As Galvão, morreu na quarta-feira (24) em São Paulo. Donatela (Claudia Raia) e Flora (Patricia Pillar), como a dupla Faísca e Espoleta em ‘A Favorita’
Globo/Reprodução
A atriz Patrícia Pillar, intérprete da icônica personagem Flora, na novela “A Favorita”, foi às redes sociais homenagear a cantora Marilene, da dupla As Galvão, que morreu, aos 80 anos, na quarta-feira (24), em um hospital em São Paulo.
O corpo da artista está sendo velado na noite desta quinta-feira (25) em Paraguaçu Paulista, cidade no interior do estado onde as irmãs cresceram e começaram a carreira.
Na publicação, Patrícia Pillar destacou a importância da trilha para o desenvolvimento da trama que traz a rivalidade entre Flora, sua personagem, e Donatela (Claudia Raia).
“Ela e sua irmã eternizaram ‘Beijinho doce’, cantada anos depois por Flora e Donatela, em ‘A Favorita’. Uma canção fundamental para as nossas personagens e que me emociona”, postou Patrícia no Instagram.
Patrícia Pillar foi às redes sociais prestar homenagem a Marilene
Instagram/Reprodução
Na novela, a música “Beijinho doce” é apresentada como um sucesso da fictícia dupla Faísca e Espoleta, formada por Flora e Donatela. À época, a canção fez tanto sucesso que ganhou outras versões com batidas pop e funk.
Até mesmo em momentos tensos entre as protagonistas, a música era cantada, rendendo memes que até hoje são compartilhados nas redes sociais. Atualmente, a história está sendo reprisada no “Vale a Pena Ver de Novo”.
Ainda em seu perfil pessoal, Patrícia Pillar se mostrou triste pela notícia da morte da artista e desejou força aos familiares.
“Triste com a partida da cantora Marilene, da dupla ‘As Galvão’. Desejo paz e conforto a seus amigos e familiares”, diz a publicação.
Marilene, da dupla As Galvão, morre aos 80 anos em São Paulo
Divulgação
Mais homenagens
Outros artistas do universo sertanejo também lamentaram a morte da cantora Marilene nas redes sociais.
O sertanejo César Menotti, da dupla com Fabiano, postou uma foto em que recebe um beijo da cantora e escreveu “Que beijinho doce que ela tinha”, em referência a uma das músicas de maior sucesso da dupla.
Cesar Menotti postou homenagem para Marilene, da dupla As Galvão. Cantora foi enterrada em Paraguaçu Paulista
Cesar Menotti/Instagram/Reprodução
Já o cantor Daniel postou um vídeo de uma apresentação com a dupla e escreveu que a morte da cantora era uma “perda irreparável”.
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A dupla Chitãozinho e Xororó também prestou uma homenagem em seu perfil no Instagram.
“Queridas irmãs Galvão…quanta história, quanta prosa e quanta música boa… o legado construído por vocês será sempre lembrado. Todo nosso carinho a Mary e demais familiares nesse dia tão triste.”
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As Galvão
Marilene Galvão e a irmã dela, Mary Galvão, formavam a dupla As Irmãs Galvão, que mais tarde se transformou apenas em As Galvão.
As irmãs entraram no ramo como sendo as duas primeiras mulheres do cenário sertanejo, então dominado pelo elenco masculino.
Durante mais de 70 anos de carreira, as duas cantaram e tocaram viola. O anúncio do encerramento da carreira foi feito no ano passado em virtude do quadro de saúde de Marilene, que sofria de mal de Alzheimer.
As Irmãs Galvão no início da carreira
Reprodução / Site oficial As Galvão
Em junho de 2020, a dupla participou de uma entrevista ao programa Revista de Sábado, da TV TEM, afiliada da TV Globo no interior de São Paulo.
Marilene morreu no Hospital Professora Lydia Storópoli, onde estava internada. O enterro dela será na manhã desta sexta-feira (26) em Paraguaçu Paulista.
Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #66: Quem salva quem? — com João Vicente de Castro


Neste episódio, Giuliana Girardi conversa com o apresentador da série ‘Quem Salva Quem?’, do GNT, sobre as relações entre cachorros e humanos. Giuliana Girardi recebe João Vicente de Castro para falar de um tema que ele adora: cachorros. O ator, roteirista e apresentador acabou de estrear a série documental “Quem Salva Quem”, no GNT, sobre a relação das pessoas com seus cães – e como essa troca transformou a vida dos tutores.
João é pai dos pets Jude, um Lulu da Pomerânia, Milka, uma Fox Paulistinha, e da Vira-lata Chica.
Milka e Chica
Reprodução / Instagram
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
Thaynara OG, a maior defensora da ‘instituição poodle encardido’
Xuxa, a Rainha dos Bichinhos
Bichos na Escuta #63: as cachorrinhas de Luísa Sonza
Popi e Corn, as gatas unidas pelo nome — com Carol Barcellos
‘Sempre fui cachorreiro, agora sou gateiro também’ — com Frejat
Malcom Salsicha, o cão artista
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A história de Farofa, o cachorro que pega o ‘busão’ para a escola
A cachorra que viaja o mundo em uma kombi
O gatil que ajuda detentos na ressocialização
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ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
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LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Samuca e a Selva retorna para o trilho autoral com o álbum ‘Ditados populares dançantes’


Banda Samuca e a Selva reúne onze músicas autorais no terceiro álbum de estúdio, ‘Ditados populares dançantes’
Carolina Ferreira / Divulgação
♪ Tendo debutado no mercado fonográfico há seis anos com o álbum Madurar (2016), a banda paulistana Samuca e a Selva volta para o trilho autoral quatro anos após ter feito do segundo álbum um songbook com músicas do compositor Ronaldo Bastos, Tudo que move é sagrado (2018), disco gravado em tributo aos 70 anos desse letrista e poeta fluminense projetado no Clube da Esquina.
O retorno acontece em Ditados populares dançantes, terceiro álbum de estúdio da big band nascida da expansão do grupo Chinela de Palha e formada atualmente por Samuel Samuca (voz e flauta transversal) com Allan Spirandelli (guitarra), Bio Bonato (sax barítono), Carol Leão (teclados), Felippe Pipeta (trompete), Gui Nakata (bateria), Kiko Bonato (sax tenor), Leo Malagrino (baixo), Matheus Prado (percussão) e Victor Fão (trombone).
Em rotação a partir desta quinta-feira, 25 de agosto, o álbum Ditados populares dançantes foi gravado em maio deste ano de 2022 em estúdio de São Roque (SP) com produção musical de Marcos Maurício.
O disco apresenta onze músicas autorais. Illy figura em Lambe lambe. Onã participa de Haja axé. Chama arteira, Feito fel feito ouro, Imensidão, Sincronia e Vermelhos de ciclos são outras músicas inéditas que compõem o repertório autoral do álbum Ditados populares dançantes.
Capa do álbum ‘Ditados populares dançantes’, da banda Samuca e a Selva
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Podcast ‘Choque de Cultura –Ambiente de Música’ terá estreia com episódio sobre o Rock in Rio


Nova temporada é uma parceria Canal Brasil e Globoplay. A partir de 1º de setembro, podcast terá episódios inéditos sobre música. O time do Choque de Cultura, que estreia a segunda temporada do podcast do grupo
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A segunda temporada do podcast “Choque de Cultura –Ambiente de Música” estreia no dia 1º de setembro com episódio sobre o Rock in Rio.
iO programa é do Canal Brasil, em parceria com o Globoplay, e terá 20 episódios inéditos, sempre às quintas-feiras. A equipe do “Choque de Cultura” é formada por Caíto Mainier, Daniel Furlan, David Benincá, Leandro Ramos, Pedro Leite e Raul Chequer.
Os personagens Julinho da Van, Maurílio dos Anjos e Renan de Almeida vão debater temas relacionados à música.
Na estreia, falarão de atrações do festival que acontece entre 2 e 11 de setembro no Rio. Iron Maiden, Ivete Sangalo, Sepultura, Djavan e Guns n’ Roses estarão na pauta do podcast.
Esta nova temporada terá ainda programas sobre MPB, K-pop, Elvis Presley, Beatles e outros estilos ou artistas.
A primeira temporada está disponível no Globoplay e nas principais plataformas de áudio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Globoplay passa a ser disponibilizado no Fire TV


Serviço está em todos os modelos do dispositivo vendidos no Brasil, como Fire TV Stick Lite, Fire TV Stick e Fire TV Stick 4K. Amazon Fire TV Stick
Divulgação
O Globoplay está disponível para seus assinantes no Fire TV, dispositivo de streaming da Amazon, a partir desta quinta-feira (25).
O serviço está em todos os modelos vendidos no Brasil, como Fire TV Stick Lite, Fire TV Stick e Fire TV Stick 4K.
“Essa parceria vai ampliar ainda mais o acesso dos consumidores brasileiros aos conteúdos disponíveis no Globoplay, permitindo que o público acompanhe toda programação da TV Globo, de entretenimento, jornalismo e esportes, além de conteúdos exclusivos da plataforma, com maior comodidade e conforto”, afirma Teresa Penna, diretora do Globoplay e Produtos Digitais Audiovisuais.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio terá cão-robô e mais de 130 câmeras de segurança


Festival começa na próxima sexta-feira (2). 700 mil pessoas devem passar no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. Rock in Rio terá cão-robô e 130 câmeras de segurança
Divulgação/SegurPro
O esquema de segurança do Rock in Rio será formado por 130 câmeras de segurança, 25 cães especializados, 2 mil vigilantes treinados para grandes eventos e um cão-robô, além de outros equipamentos.
PROGRAMAÇÃO ROCK IN RIO: veja horários dos shows por palco
‘ESTICADINHA’: Artistas aproveitam vinda ao Brasil para tocar em outras cidades
O festival acontece nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022, no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.
A ideia é juntar a expertise de profissionais capacitados com a tecnologia de ponta para atender as mais de 700 mil pessoas que devem passar pelo festival nesta edição.
LEIA TAMBÉM: Palco Mundo tem 200 toneladas de aço e altura de prédio de dez andares
Iron Maiden, Post Malone, Justin Bieber, Dua Lipa, Guns N’ Roses, Coldplay e Green Day são os headliners do Rock in Rio neste ano. Veja, abaixo, vídeos com a programação.
Agenda Rock In Rio: veja horários dos shows que vão rolar na primeira semana de festival
Agenda Rock In Rio: Dua Lipa, Coldplay e tudo que vai rolar na segunda semana do festival

Fonte: G1 Entretenimento

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Palco Mundo do Rock in Rio tem 200 toneladas de aço e altura de prédio de dez andares; veja curiosidades


Segundo a organização do festival, quando deixar de ser palco, o material vai se transformar em casas, edifícios, carros, centros hospitalares, entre outros. Palco Mundo do Rock in Rio em imagem divulgada pelo festival em agosto de 2022
Reprodução/Twitter do festival
Entre 2 e 11 de setembro, o Palco Mundo do Rock in Rio vai receber artistas como Iron Maiden, Post Malone, Justin Bieber, Dua Lipa, Guns N’ Roses, Coldplay e Green Day. De acordo com a organização do evento, ele terá a maior estrutura da história do festival.
Veja curiosidades do Palco Mundo do Rock in Rio:
são 200 toneladas de aço, sendo 100% material reciclável;
a quantidade de aço é a mesma para fabricar 200 carros;
os 30 metros de altura são os mesmos de um prédio de dez andares;
a largura de 104 metros equivale a duas piscinas olímpicas.
O processo de montagem do Palco Mundo levou aproximadamente 30 dias e envolve uma equipe de mais de 30 pessoas. Após a conclusão da estrutura, começou a ser instalados os equipamentos de som, projeção e iluminação.
“Rock é e sempre foi para nós, acima de tudo, atitude. E a atitude que mais prezamos é de sermos responsáveis pela construção do mundo que desejamos, melhor para todos. Este novo palco é um símbolo disso”, comentou Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, quando o palco começou a ser construído, em julho passado.
Segundo a organização do festival, quando deixar de ser palco, o material vai se transformar em casas, edifícios, carros, centros hospitalares, entre outros.
Programação do Palco Mundo do Rock in Rio
2 de setembro, sexta-feira
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Gojira
00h10 – Dream Theater
22h20 – Iron Maiden
20h10 – Gojira
18h – Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira
3 de setembro, sábado
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Marshmello
00h10 – Post Malone
22h20 – Marshmello
20h10 – Jason Derulo
18h – Alok
4 de setembro, domingo
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Justin Bieber
00h10 – Justin Bieber
22h20 – Demi Lovato
20h10 – Iza
18h – Jota Quest
8 de setembro, quinta-feira
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Måneskin
00h10 – Guns N’ Roses
22h20 – Måneskin
20h10 – Offspring
18h – CPM 22
9 de setembro, sexta-feira
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Fall Out Boy
00h10 – Green Day
22h20 – Fall Out Boy
20h10 – Billy Idol
18h – Capital Inicial
10 de setembro, sábado
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Coldplay
00h10 – Coldplay
22h10 – Camila Cabello
20h10 – Bastille
18h – Djavan
11 de setembro, domingo
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Dua Lipa
00h10 – Dua Lipa
22h20 – Megan Thee Stallion
20h10 – Rita Ora
18h – Ivete Sangalo
Veja a programação de todos os palcos do Rock in Rio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jota Quest vai substituir Migos no Rock in Rio


Iza passa a ser a segunda a se apresentar no Palco Mundo. Depois dela, o festival recebe Demi Lovato e Justin Bieber. Será a quarta vez do grupo mineiro no festival. Jota Quest
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A banda Jota Quest vai substituir o trio de hip hop Migos no dia 4 de setembro do Rock in Rio. O grupo liderado por Rogério Flausino será o primeiro da noite.
Com isso, Iza passa a ser a segunda a se apresentar no Palco Mundo. Depois dela, o festival recebe Demi Lovato e Justin Bieber.
O show do Jota Quest faz parte da turnê “JOTA 25 – De Volta ao Novo”. Será a quarta vez do grupo no Rock in Rio. Todos os ingressos da nona edição do festival estão esgotados.
EM 2017: Jota Quest promove abraço coletivo
EM 2013: Jota Quest cita protestos e convida Lulu Santos
Em 2011: Jota Quest desfila hits e conquista público
Iron Maiden, Post Malone, Bieber, Dua Lipa, Guns N’ Roses, Coldplay e Green Day são os headliners do Rock in Rio 2022. O evento que acontece nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022, no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.
Quem são os Migos?
O trio Migos
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Os Migos representariam o hip hop no dia mais pop do Palco Mundo em sua estreia no Brasil. O trio formado por Quavo, Offset e Takeoff fez do megahit “Bad and Boujee” o maior símbolo dessa invasão do trap, hoje o subestilo mais tocado do rap, no pop.
Depois desse hit de 2016, eles deram uma esfriada, e o disco mais recente, “Culture 3”, é o único da trilogia que não liderou as paradas americanas. Existem rumores de separação do trio para que eles fiquem apenas em carreiras solo.
Com a troca, a programação do dia 4 de setembro fica assim:
4 de setembro, domingo
Palco Mundo
00h10 – Justin Bieber
22h20 – Demi Lovato
20h10 – Iza
18h – Jota Quest
Palco Sunset
21h15 – Gilberto Gil com família
19h05 – Emicida convida Drik Barbosa, Rael, Priscilla Alcântara e Pastor Henrique Vieira
16h55 – Luísa Sonza com Marina Sena
15h30 – Matuê
New Dance Order
02h30 – Lost Frequencies
01h – Liu
23h15 – Samhara
22h15 – Sickick
20h45 – Dubdogz
19h15 – Cat Dealers
18h – Gabe
17h – Öwnboss
16h – Maz
Espaço Favela
20h05 – Funk Orquestra
17h55 – Buchecha
16h30 – Taylan
Palco Supernova
19h30 – Lil Whind (Whindersson Nunes)
17h30 – Wc no Beat & Convidados Felp22, Hyperanhas e MC TH
Rock District
19h10 – Evandro Mesquita e The Fabulous Tab
17h – Lucy Alves
15h20 – Fonk’s Gang
Highway Stage
16h – JP Bonfá
15h30 – Pedro Mahal + Buraco Blues
15h – Betta
Rock Street Mediterrâneo
17h10 – Orquestra Mundana Refugi
16h30 – Wallace Oliveira
15h15 – Terra Celta

Fonte: G1 Entretenimento

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Tim Bernardes ascende no show ‘Mil coisas invisíveis’ entre a intensidade da dor e a delícia da vida


Intepretação sofrida de música do repertório de Péricles é a surpresa de roteiro que irmana canções dos dois estupendos álbuns da discografia solo do artista. R
Tim Bernardes na estreia do show ‘Mil coisas invisíveis’ no Teatro Claro Rio
Mauro Ferreira / g1
Resenha de show
Título: Mil coisas invisíveis
Artista: Tim Bernardes
Local: Teatro Claro Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 24 de agosto de 2022
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♪ “Toca Prudência !”, gritou a espectadora, fazendo ecoar no Teatro Claro Rio a voz vinda da plateia lotada. “Toco”, respondeu de pronto Tim Bernardes, solícito, antes de começar a cantar Prudência (2021) – samba-canção composto pelo artista para Maria Bethânia gravar no álbum Noturno (2021) – com toda a propriedade que os autores têm de revelar belezas ocultas nas canções a que deram à luz.
Ali, naquele momento da estreia nacional do show Mil coisas invisíveis na noite de ontem, 24 de agosto, ficou claro que o cancioneiro de Tim Bernardes é fruto das paixões que descontrolaram o artista e que o fizeram ser o maior compositor brasileiro dos últimos cinco anos.
Um compositor que imprime nas canções a intensidade da dor enquanto celebra a delícia da existência, mote do segundo álbum solo do artista paulistano, Mil coisas invisíveis (2022), norte do roteiro que, além das 15 músicas do disco lançado em junho, incorporou algumas composições do álbum antecessor, Recomeçar (2017), e também da discografia do trio O Terno – como Nada / Tudo (2019) – entre abordagens lancinantes de composições dos repertórios de Jards Macalé, Jorge Ben Jor e Péricles.
Na era das batidas sintéticas que abafam imperfeições técnicas (e precariedades melódicas) e dos programas que afinam e plastificam vozes em estúdio, recursos que padronizam a música brasileira produzida em escala industrial, Tim Bernardes se elevou e se bastou no palco do Teatro Claro Rio como cantor e como homem-orquestra ao apresentar 28 canções, sendo 25 da própria lavra solitária do compositor.
Enquanto cantou, Tim se alternou também solitariamente entre o violão (às vezes usado como instrumento percussivo), a guitarra e o piano. Algumas pareceram até mini peças sinfônicas, quando executadas ao piano, casos de Falta (2022) e sobretudo de Talvez (2017).
Tim Bernardes se alterna entre o violão, a guitarra e o piano no show ‘Mil coisas invisíveis’
Mauro Ferreira / g1
Em roteiro que partiu da existencialista Nascer, viver, morrer (2022) – cantada com o rosto do artista ainda às escuras – e findou na muito pedida Volta (2016), música do terceiro álbum do Terno, Tim Bernardes se confirmou criador inspirado de baladas românticas como Fases (2022), uma das muitas gemas que reluzem no repertório do álbum Mil coisas invisíveis, tão estupendo como o antecessor Recomeçar.
Tem muita dor nesse repertório, mas também tem a beleza da vida e de se perceber vivo, assuntos de Mesmo se você não vê (2022) e do ijexá Realmente lindo (2018), lançado na voz cristalina de Gal Costa e registrado por Tim no álbum Mil coisas invisíveis.
Com a cumplicidade do público caloroso, o artista defendeu no show o disco recém-lançado, com a satisfação de ouvir pedidos na plateia para cantar músicas recentes como Velha amiga (2022).
O show transcorreu especial. Como Tim ressaltou logo no início da apresentação, havia uma “vibe de primeira vez” porque, fora os 17 shows feitos pelos cantor nos Estados Unidos entre junho e julho, como atração da abertura de turnê do grupo norte-americano Fleet Floxes, era a estreia do show Mil coisas invisíveis no Brasil e era a primeira vez depois da pandemia que o paulistano Tim fazia as malas para ir cantar em outra cidade do país natal.
Mal iluminado por alguns poucos refletores, questionável opção de luz climática que favorece a visão somente de espectadores sentados próximos do palco (caso do crítico), o cantor deu voz no breu a Soluços (Jards Macalé, 1969) entre ruídos e distorções de guitarra que amplificaram o acerto da interpretação.
Tim Bernardes toca temas como ‘Talvez’ e ‘Falta’ ao piano no show ‘Mil coisas invisíveis’
Mauro Ferreira / g1
No bis, Tim improvisou Quis mudar (2017) – acatando outro pedido do público – e emendou a música com Que nega é essa? (Jorge Ben Jor, 1972), adensando esse tema e tirando Jorge Ben do país do suingue para exprimir toda a solidão explicitada na letra.
Como Que nega é essa? já integrava o roteiro do show do álbum Recomeçar, turnê que chegou à cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 24 de janeiro de 2018 no mesmo teatro que ontem abrigou a estreia carioca do show Mil coisas invisíveis, a maior novidade da apresentação fora do trilho autoral foi a abordagem de Final de tarde (Thiago Silva e Edgar do Cavaco, 2013), sucesso do cantor paulista Péricles.
Tim tirou o samba Final de tarde do universo do pagode e interpretou a letra – escrita por Edgar do Cavaco – com o sentimento típico das canções sofridas da própria lavra, em prova de que, além de excepcional compositor, Tim Bernardes é também intérprete sensível, grandioso.
E foi assim, cantando as dores e as delícias do amor e da vida, entre a leveza romântica de BB (Garupa de moto amarela) (2022), a lírica confessional de Meus 26 (2022), a aliciante verborragia dylanesca d’A balada de Tim Bernardes (2022), a constatação terna d’A história mais velha do mundo (2017) e o bonito nó no peito que enche Esse ar (2022), que Tim Bernardes saiu ascendeu no palco do Teatro Claro Rio, ao longo de duas horas de show, ao dar voz às mil coisas invisíveis que somente o coração consegue enxergar.
Tim Bernardes encadeia 28 músicas no roteiro do show ‘Mil coisas invisíveis’
Mauro Ferreira / g1
♪ Eis as 28 músicas do roteiro seguido em 24 de agosto de 2022 por Tim Bernardes na estreia nacional da turnê do show Mil coisas invisíveis no Teatro Claro Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ):
1. Nascer, viver, morrer (Tim Bernardes, 2022)
2. Fases (Tim Bernardes, 2022)
3. BB (Garupa de moto amarela) (Tim Bernardes, 2022)
4. Mesmo se você não vê (Tim Bernardes, 2022)
5. Falta (Tim Bernardes, 2022)
6. Talvez (Tim Bernardes, 2017)
7. Nada / Tudo (Tim Bernardes, 2019)
8. Prudência (Tim Bernardes, 2021)
9. Ela (Tim Bernardes, 2017)
10. Só nós dois (Tim Bernardes, 2019)
11. Mistificar (Tim Bernardes, 2022)
12. Soluços (Jards Macalé, 1969)
13. Não (Tim Bernardes, 2017)
14. Final de tarde (Thiago Silva e Edgar do Cavaco)
15. Olha (Tim Bernardes, 2022)
16. Última vez (Tim Bernardes, 2022)
17. Realmente lindo (Tim Bernardes, 2018)
18. Meus 26 (Tim Bernardes, 2022)
19. Esse ar (Tim Bernardes, 2022)
20. Velha amiga (Tim Bernardes, 2022)
21. A balada de Tim Bernardes (Tim Bernardes, 2022)
22. Beleza eterna (Tim Bernardes, 2022)
23. Leve (Tim Bernardes, 2022)
24. A história mais antiga do mundo (Tim Bernardes, 2017)
25. Recomeçar (Tim Bernardes, 2017)
Bis:
26. Quis mudar (Tim Bernardes, 2017) /
27. Que nega é essa? (Jorge Ben Jor, 1972)
28. Volta (Tim Bernardes, 2016)

Fonte: G1 Entretenimento