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Vocalista do Iron Maiden visita fábrica de cervejas em Curitiba; VÍDEO


Bruce Dickinson esteve na empresa curitibana na quarta-feira (24) e provou alguns produtos, incluindo uma cerveja que recebe a marca da banda; Iron Maiden se apresenta na cidade, no sábado (27). Vocalista do Iron Maiden visita fábrica de cervejas em Curitiba
O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, visitou uma cervejaria de Curitiba, que possui entre os rótulos próprios uma cerveja com a marca da banda.
O artista faz show na capital paranaense neste fim de semana e esteve na empresa, no bairro Hauer, na quarta-feira (24). A visita foi gravada. Assista ao vídeo acima.
Dickinson conversou com os responsáveis pela cervejaria Bodebrown e provou algumas das cervejas fabricadas no local. Entre os rótulos, a Trooper Brasil IPA, que tem a marca registrada do Iron Maiden.
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Na visita, Bruce experimentou uma nova cerveja: um segundo lançamento que a empresa pretende fazer em parceria com o Iron Maiden.
Bruce Dickinson, do Iron Maiden, em visita a uma cervejaria de Curitiba
BRX Filmes
A cerveja Aces High tem previsão de começar a ser comercializada em setembro deste ano, de acordo com a empresa.
A criação da cerveja com o rótulo da banda britânica, desde a primeira edição, foi conduzida pelos irmãos Samuel e Paulo Cavalcante com a participação do músico, que também é cervejeiro.
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, visitou fábrica de cervejas em Curitiba
Divulgação/BRX FILMES
Iron Maiden em Curitiba
O show do Iron Maiden na cidade ocorre neste sábado (27), na Pedreira Paulo Leminski (Rua João Gava, 970 – Abranches). Os ingressos estão esgotados.
A apresentação faz parte da turnê “Legacy of the Beast World Tour 22”. Além de Curitiba, a banda tem shows marcados para Ribeirão Preto (SP) e São Paulo, até 4 de setembro.
Bruce Dickinson durante show do Iron Maiden no palco Mundo do Rock in Rio 2019
Marcelo Brandt/G1
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Estou feliz por minha mãe ter morrido’: a dura infância de estrela da Nickelodeon exposta em livro de memórias


Em livro, ex-atriz fala sobre mãe “abusiva” que a obrigou a iniciar carreira aos 6 anos e com quem tomou banho até os 16 e sua luta contra anorexia e álcool. Jennette McCurdy, conhecida por interpretar Sam Puckett na série infantil da Nickelodeon iCarly
Getty Images via BBC
Jennette McCurdy, conhecida por interpretar Sam Puckett na série infantil da Nickelodeon iCarly, se lembra do ataque de riso que teve no dia do funeral de sua mãe.
Era setembro de 2013, e Debra McCurdy, mãe da atriz, acabara de morrer de câncer diagnosticado pela primeira vez quando a artista tinha 2 anos.
McCurdy, hoje com 30 anos, sentou-se com seus irmãos, Marcus, Dustin e Scottie, observando enquanto os carregadores tentavam levar o caixão para a sala onde o corpo seria velado.
“Quanto você quer apostar que eles vão acabar caindo, que o corpo da nossa mãe vai rolar, se levantar e começar a gritar com a gente?”, um de seus irmãos disse, fazendo todos cair na gargalhada.
Ela lembrou do episódio em entrevista à revista Vanity Fair, uma das muitas que fez para divulgar seu livro de memórias, que foi lançado em 9 de agosto nos Estados Unidos pela editora Simon & Schuster e já é um best-seller.
Seus comentários à revista são tão provocativos quanto o título do livro — I’m Glad My Mom Died (“Estou feliz por minha mãe ter morrido”), e sua capa, em que a ex-criança-prodígio posa com uma urna funerária.
Atriz de iCarly Jennette McCurdy lança autobiografia “Feliz que minha mãe morreu”
Mas as frases tão dolorosas quanto hilárias não se restringem à capa. No interior, McCurdy salpica com humor episódios dramáticos de sua infância e adolescência, desde o difícil relacionamento com uma mãe que “a abusou física e emocionalmente dela”, passando por sua luta contra o álcool e os transtornos mentais, até o “tratamento impróprio” que supostamente recebeu de um roteirista da Nickelodeon.
Ele já abordou estes assuntos, de alguma forma, em um show que levava o mesmo título e que apresentou nos cinemas de Nova York e Los Angeles em 2021, e em seu podcast Empty Inside (“Vazia por Dentro”).
Depois dos flashes, dos prêmios, das manchetes e das capas de revista, as primeiras décadas da atriz, quem também era cantora — hoje aposentada da atuação e focada em sua faceta de roteirista e escritora— não foram fáceis.
“Houve essa parte da minha vida tão brega, tão brilhante e perfeita, tão falsa”, disse ao jornal americano The Washington Post. “E então houve a parte dolorosa, real e crua, aquela parte que passou completamente despercebida.”
Banho com a mãe até os 16 anos
Jennette McCurdy diz que sua mãe, Debra, abusou ‘fisicamente e emocionalmente’ dela
Getty Images via BBC
McCurdy cresceu em uma família mórmon relativamente simples em Orange County, no sul da Califórnia.
Seu pai, Mark, trabalhava em dois empregos e não era exatamente, como ela mesma descreve, “alguém muito ligado às suas emoções”. Após a morte de Debra, ele descobriu que não era seu pai biológico.
Sua mãe, que a educou em casa junto com seus três irmãos mais velhos, projetou em McCurdy suas frustradas aspirações de se tornar atriz e a colocou no show business aos 6 anos.
“Você quer ser a pequena atriz da mamãe?”, Debra perguntou certo dia, segundo ela conta no livro.
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Debra ditou o que a filha deveria e o que não deveria gostar e tomou todas as decisões por ela até a adolescência, segundo seu livro de memórias e declarações feitas em entrevistas à imprensa.
Tomou banho com a filha até os 16 anos, lavou seu cabelo, raspou suas pernas e fez exames vaginais e mamários de rotina para “certificar-se de que ela não tinha caroços” que pudessem ser câncer.
“Ela fez um esforço para manter nosso relacionamento privado. Agora, vejo isso como algo que me condicionou (a vida), mas eu pensava ‘Ah, mamãe e eu temos um relacionamento tão especial'”, disse McCurdy ao The Washington Post.
“Era como quando você tem um melhor amigo e compartilha todos esses segredos. Você sente que é uma forma de intimidade. Foi o que minha mãe fez comigo. Não foi amizade. Foi abuso.”
‘O criador’
Jennette McCurdy também se interessou pela música, com vários singles, dois EPs e um álbum de estúdio
Getty Images via BBC
Depois de anos atuando em comerciais e vários programas de TV, como Malcolm in the Middle (2003-2005), Zoey 101 e Law & Order: SVU (ambos de 2005), sua grande chance veio quando ela foi escalada como Sam Puckett em iCarly.
Ele interpretou seu papel por seis temporadas (2007-2012), o que lhe rendeu, entre outros prêmios, quatro Kids Choice Awards, (em que o próprio canal premia os mais votados pelo público.)
Nos anos em que a série foi filmada, o abuso que sofria de sua mãe seria somado, segundo seu relato, por outro: o de um homem que ela prefere não identificar e simplesmente se refere como “o criador”.
“Decidi chamá-lo assim porque acho divertido e porque combina com o personagem”, explicou à Vanity Fair.
Em suas memórias, ela conta como ele lhe ofereceu álcool quando ela era menor de idade e lhe fez uma massagem nas costas que ela considerou inapropriada.
Em suas memórias, ela garante que um agente disse a ela que a Nickelodeon lhe ofereceu US$ 300 mil (R$ 1,53 milhão) para não tornar pública sua experiência durante o programa e com “o criador” em particular — “dinheiro em troca de silêncio”, como ela descreve. Mas ela afirma que se recusou a aceitá-lo.
A Nickelodeon foi procurada para comentar o assunto, mas não houve resposta.
Nem tudo era glamour na vida da estrela infantil Jennette McCurdy, de ‘I Carly’
Getty Images via BBC
Naqueles anos, nos bastidores, a agora ex-atriz sofria de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ansiedade sobre seu status de celebridade e anorexia desenfreada, reforçada pela dieta de “restrição calórica” ​​imposta pela mãe.
Em seu livro, McCurdy também fala sobre a relação tensa que teve naqueles anos com a cantora Ariana Grande, com quem trabalhou em Sam & Cat. Na nova série, McCurdy continuaria com seu papel como Sam, de iCarly, e Ariana Grande seria Cat, personagem que ele interpretou em outra série, Victorious.
Durou uma temporada, em 2013, e foi “humilhante”, descreve McCurdy, porque enquanto Grande foi autorizada a seguir sua carreira de estrela pop, ela foi forçada a recusar papéis no cinema.
Ela também se interessou pela música, lançando seu primeiro single, intitulado So Close (“Tão Perto”), em 2009, seguido pelos EPs Not That Far Away (“Não Muito Longe”) e Jennette McCurdy, em 2010 e 2012, respectivamente, e um álbum auto-intitulado em 2012.
Em 2017, ela desistiu de atuar e decidiu se concentrar em sua carreira como roteirista e diretora. Hoje, com a publicação de suas memórias, ela diz que se sente em paz.
Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, quando questionada sobre o que diria a si mesma mais jovem ou o que gostaria de ouvir naqueles tempos, disse:
“Eu teria me dito: ‘Você vai ficar bem, garota. Você será capaz de realizar seu sonho de escrever e dirigir. Continue trabalhando duro e você chegará lá.’ Minha vida é melhor agora do que nunca”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Calendário Pirelli volta a ser estrelado só por modelos após 8 anos; Bella Hadid e Ashley Graham estão entre convocadas


Cara Delevingne, Lila Moss e outras tops também foram convocadas para projeto, que traz ensaio da fotógrafa australiana Emma Summerton. Cara Delevingne
Divulgação/Pirelli
Bella Hadid, Cara Delevingne, Emily Ratajkowsk e Ashley Graham são alguma das estrelas do Calendário Pirelli 2023.
A 49ª edição do tradicional calendário conta com cliques da fotógrafa australiana Emma Summerton e tem como tema o título “Love Letters to the Muse” (“Cartas de amor para as musas”).
Adut Akech, Adwoa Aboah, Guinevere Van Seenus, He Cong, Karlie Kloss, Kaya Wilkins, Lauren Wasser, Lila Moss, Preciuos Lee e Sasha Pivovarova completam o time das 14 estrelas escolhidas para o projeto.
Essa é a primeira edição após 8 anos que o calendário conta apenas com modelos. Desde 2016, o projeto incluiu nomes de atrizes, estrelas da música, modelos, ativistas e comediantes.
No calendário de 2022, por exemplo, Iggy Pop, Cher, Rita Ora e outras estrelas são fotografadas por Bryan Adams.
As estrelas do calendário de 2023 foram fotografadas em estúdios em Nova York e Londres, ao longo dos meses de junho e julho de 2022.
A modelo Adut Akech
Divulgação/Pirelli
Adwoa Aboah
Divulgação/Pirelli
Ashley Graham
Divulgação/Pirelli
Bella Hadid
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Cara Delevingne
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Emily Ratajkowski
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Guinevere Van Seenus
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He Cong
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Karlie Kloss
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Kaya Wilkins
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Lauren Wasser
Divulgação/Pirelli
Lila Moss
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Preciuos Lee
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Sasha Pivovarova
Divulgação/Pirelli

Fonte: G1 Entretenimento

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Varíola dos macacos: dono de cachorro infectado pela doença em Juiz de Fora relata sintomas e tratamento do animal


Município confirmou o 1º caso em animais domésticos no Brasil. O g1 conversou com o tutor dele, que preferiu não ser identificado. Cachorro diagnosticado com varíola dos macacos em Juiz de Fora
g1
O dono do cachorro infectado com varíola dos macacos conversou com o g1 nesta quinta-feira (25) e relatou os sintomas e como está sendo o tratamento do animal, que é da raça Shih-Tzu e tem 5 meses. O caso é o 1º confirmado no Brasil em animais domésticos.
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De acordo com o jovem, que preferiu não ser identificado, o cachorro está sendo monitorado pela Secretaria Municipal de Saúde e por uma veterinária especializada em dermatologia. Apesar das feridas do animal terem sido piores do que as dele, que também se infectou com a doença, o estado de saúde do cão é estável.
“Além das feridas, ele não apresentou nenhum outro sintoma. Alimentação normal, fazendo as necessidades normal também. No caso dele as feridas foram bem piores do que as minhas porque eu sei que não pode coçar, mas o animal não”, contou.
Infecção
Feridas no dia 15 de agosto no cachorro em Juiz de Fora
g1
Durante a entrevista, o tutor contou que no dia 20 de julho foi a São Paulo para um trabalho e 10 dias depois começou a apresentar os sintomas. Agora, as feridas já estão cicatrizadas e o jovem já saiu do período recomendado de isolamento.
Já o cão foi contaminado algum tempo depois. “Eu já estava no processo de cicatrização e fui dar um banho nele. Poucos dias depois vi o corpo dele cheio de bolinhas, como se fosse espinhas. Algumas vezes eu estava na sala e ele me lambia, mas não sabia que podia transmitir”, disse.
Inicialmente, o dono do cão não procurou atendimento veterinário, pois durante pesquisa viu que não havia a possibilidade de contágio para animais domésticos, mas soube do 1º caso na França e acionou a veterinária.
“Foram feitas duas coletas e as duas positivaram. A primeira foi na semana passada e a segunda no dia 23 deste mês”.
Feridas no dia 15 de agosto no cãozinho em Juiz de Fora
g1
Tratamento
Cãozinho nesta quinta-feira (25) em Juiz de Fora
g1
Para tratar a doença, o cachorro está fazendo o uso de um shampoo específico e medicamento corticoide. Os banhos devem ser dados de 5 em 5 dias.
O contato entre o cão e o dono é feito com uso de máscara e luvas para dar banho, colocar comida e limpar.
Além disso, o tutor envia fotos para a veterinária que acompanha o animal. No dia 5 de setembro, a médica irá realizar um atendimento presencial para verificar a situação do cachorro.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Esqueceram de mim’ é acusado de suposto estupro; artista nega


Devin Ratray, que interpretou o irmão mais velho de Macaulay Culkin no filme, já está sendo processado por violência doméstica em outro caso. Devin Ratray
Reprodução/IMDB
O ator Devin Ratray, que interpretou o irmão mais velho de Macaulay Culkin em “Esqueceram de mim”, está sendo acusado de estupro, em um caso de 2017, segundo a CNN americana.
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Procurado, Ratray negou a acusação à reportagem. O ator enfrenta um processo em que foi acusado de violência doméstica em dezembro do ano passado envolvendo a sua então namorada, no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos. Ratray chegou a ser preso na época. Ele se declarou inocente e tem uma audiência marcada para outubro.
De acordo com a reportagem da CNN, foi por causa das notícias da prisão do ator que uma segunda pessoa, Lisa Smith, entrou em contato com a polícia para saber por que a sua denúncia contra Ratray, feita em 2017, em Nova York, não foi investigada. Lisa foi informada que os promotores acreditaram que ela queria permanecer anônima e não prestar a queixa e, por isso, o caso foi encerrado.
Em entrevista, Lisa, que atualmente mora em Utah, disse se sentir devastada pelo seu caso ter sido encerrado, já que cooperou com a investigação: viajou para falar com os investigadores no Ministério Público de Manhattan, em Nova York, e forneceu uma roupa que usava na noite do suposto crime para uma possível análise de DNA.
Ratray interpretou Buzz McCallister, o irmão mais velho de Macaulay Culkin no filme “Esqueceram de Mim” de 1990 e sua sequência de 1992. Ele também trabalhou em uma dezena de séries e filmes, como “Gênios do Crime”, “Boneca Russa” e mais recentemente, “Better call Saul”.
O ator, que nega a acusação, não foi indiciado por essa alegação.
De acordo com Lisa, os dois se conheceram antes do suposto ataque em 21 de setembro de 2017. Naquela noite, ela afirma que se encontrou com seu irmão, um amigo e Ratray para beber, antes de ir ao apartamento do ator, em Manhattan. No relato para a CNN, ela diz acreditar ter sido drogada depois de receber uma bebida que Ratray preparou.
“Lembro de acordar e não conseguir me mexer. Não conseguia abrir os olhos, mas podia ouvir o que estava acontecendo e sentir o que estava acontecendo. Eu sabia que as outras duas pessoas tinham ido embora e eu ainda estava no sofá”, disse Lisa à CNN.
Ela fez a queixa para a polícia algumas semanas depois do ocorrido. Em novembro daquele ano, um investigador de Nova York viajou para Salt Lake City, em Utah, para onde Lisa tinha se mudado, para entrevistá-la. Em janeiro, este investigador marcou em seu relatório que ela não queria processá-lo.
Mesmo depois disso, Lisa chegou a ir para Nova York para a entrevista no Ministério Público. A partir de então, ela não teve mais informações sobre a investigação. No ano seguinte, ela encontrou a roupa que vestia na noite do suposto ataque e enviou para a polícia para uma possível análise de DNA.
À CNN, Ratray disse se lembrar do encontro com Lisa, mas nega que a tenha estuprado. “Nós não fizemos sexo”, disse. Ele disse que o encontro foi consensual, mas que não podia fazer sexo porque era “impotente”.
Segundo a reportagem, a polícia de Nova York se recusou a responder as perguntas sobre o tratamento do caso. Um porta-voz confirmou que “está em contato” com Lisa, mas não deu informações sobre o andamento da investigação.
De acordo com a CNN, um promotor procurou Lisa recentemente para ter informações e buscar registros de telefones e texto, além de ter contactado testemunhas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marilene Galvão, pioneira voz feminina do universo sertanejo, deixa obra que foi da doçura à sofrência do Brasil rural


Marilene Galvão (1942 – 2022) morre aos 80 anos após trajetória artística de 73 anos
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♪ OBITUÁRIO – Em dezembro de 2020, o festival Vozes da melhor idade – produzido e dirigido por Thiago Marques Luiz – promoveu o último encontro em cena das irmãs que formaram a dupla sertaneja As Galvão.
Foi a derradeira aparição pública de Marilene Galvão (27 de abril de 1942 – 24 de agosto de 2022), cantora e instrumentista – hábil no manuseio da viola e do violão – de grande importância no Brasil sertanejo.
Seis meses depois, em junho de 2021, Mary Galvão anunciou oficialmente o fim da pioneira dupla. Ontem, às 14h30m, ocorreu a definitiva saída de cena de Marilene, morta aos 80 anos em hospital da cidade de São Paulo (SP), em decorrência de complicações derivadas do mal de Alzheimer.
Quem cresceu ao som de Marília Mendonça (1995 – 2021), cantora que deu voz ativa às mulheres no universo sertanejo ao longo dos anos 2010, provavelmente desconhece o pioneirismo de Marilene e Mary Galvão nesse território historicamente masculino e machista, sobretudo na década de 1940.
Quando as Irmãs Galvão entraram em cena, em 1947, mulheres não compunham e davam voz às próprias músicas no mercado sertanejo. Até porque quase não havia mulheres cantoras nesse gênero originalmente ruralista que começou a brotar oficialmente em 1929.
Antes das Irmãs Galvão, havia somente as Irmãs Castro, intérpretes originais de Beijinho doce (Nhô Pai, 1945), o standard caipira que ficou associado às vozes das Galvão na história da música brasileira.
Mary Galvão nasceu em Ourinhos (SP) em 1940. Marilene veio ao mundo dois anos depois em Palmital (SP). Mas a dupla foi criada em Sapesal (SP) em julho de 1947. E foi numa quarta cidade do interior de São Paulo, Paraguaçu Paulista (SP), que as irmãs entraram em cena pela primeira vez em emissora local de rádio, ainda crianças.
De rádio em rádio, as Irmãs Galvão chegaram ao disco. Em 1955, contratada pela gravadora RCA-Victor, a dupla gravou single de 78 rotações com as músicas Carinha de anjo (Paschoal Yanuzzi e Fábio Mirhib) e Rincão Guarani (Maurício Cardozo Ocampo, Diogo Mulero Palmeira e Centorion).
Repleta de toadas, modas de viola e rasqueados, a discografia das Irmãs Galvão seguiu regular até o fim dos anos 1980, década em que as irmãs emplacaram o sucesso No calor dos teus abraços (Cecílio Nena e Nicéas Dumont, 1975) e década também em que a desbravadora compositora Roberta Miranda conseguiu a chance de se lançar como cantora com repertório dominado por músicas autorais.
Roberta abriu outras alas femininas no universo sertanejo, àquela altura já eletrificado e cada vez mais urbano. Foi quando, a partir dos anos 1990, as Irmãs Galvão – que passaram a se apresentar como As Galvão a partir de 2002 por crença na numerologia – começaram a se tornar vozes associadas a uma música sertaneja de molde mais genuinamente caipira, já restrita a nichos do mercado e sobretudo aos rincões da memória do Brasil rural.
Presas a um passado glorioso, as Galvão festejaram em 2017 sete décadas em cena com os lançamentos do DVD Soberanas – 70 anos ao vivo e do documentário Eu e minha irmã – A trajetória das Irmãs Galvão, dirigido por Thiago Rosente.
Ambos eternizam a história de dupla que fica perpetuada na memória afetiva sertaneja, mesmo desfeita definitivamente ontem com a morte de Marilene Galvão, pioneira voz feminina que, de acordo com os códigos e as leis do mercado da época da artista, cantou a sofrência e também a doçura do Brasil rural.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sylvester Stallone e Jennifer Flavin se separaram após 25 anos de casados


Em entrevista à CNN, o ator afirmou que o divórcio será abordado de forma ‘privada e amigável’. O ator Sylvester Stallone e Jennifer Flavin na sessão especial de ‘Red’, em Los Angeles, em 2016
Ap
Sylvester Stallone e Jennifer Flavin estão se separando após 25 anos de casados. Segundo a revista People, a empresária e modelo entrou com o pedido de divórcio, na sexta-feira (19), em Palm Beach, na Flórida.
Em comunicado enviado para a revista, Flavin afirmou que estava triste em anunciar a separação.
“Estou triste em anunciar que, após 25 anos de casamento, eu pedi o divórcio de meu marido, Sylvester Stallone. Embora não sejamos mais casados, sempre vou valorizar o relacionamento de mais de 30 anos que compartilhamos, e sei que ambos estamos comprometidos com nossas lindas filhas. Peço privacidade para nossa família, para que possamos seguir em frente amigavelmente.”
Em comunicado enviado à CNN, Stalonne afirmou que o divórcio será abordado de forma “amigável e privada”.
“Eu amo minha família. Estamos abordando essas questões pessoais de forma amigável e privada”, disse o ator.
Stallone, de 76, e Flavin, 54, se casaram em 1997. O primeiro encontro entre eles aconteceu em 1988, em um restaurante em Beverly Hills, California. Eles são pais de Scarlet, de 20 anos, Sistine, de 24, e Sophie, de 25.
Três meses antes de Flavin entrar com o pedido de divórcio, o casal celebrou os 25 anos de casados e postou mensagens românticas no Instagram.
“Feliz aniversário de 25 anos de casado com minha mulher incrível. Não há palavras suficientes para descrever o que essa mulher incrivelmente dedicada, paciente e altruísta significa para nossas vidas. Só queria que eles pudessem ser mais 25. Obrigado, querida”, escreveu Stallone na publicação.
O ator Sylvester Stallone e sua esposa, Jennifer Flavin (dir.), posam com suas filhas Sistine, Sophia e Scarlet após o anúncio das três como Miss Gglobo de Ouro 2017 em evento em West Hollywood, na Califórnia (EUA)
John Salangsang/Invision/AP
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Fonte: G1 Entretenimento

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As Galvão: sertanejos lamentam morte de Marilene e prestam homenagens: ‘Perda irreparável’


Marilene Galvão, que sofria de mal de Alzheimer, morreu nesta quarta-feira (24) em São Paulo. Corpo da cantora, que parou de se apresentar com a irmã após mais de 70 anos de carreira, será velado e enterrado em Paraguaçu Paulista. Marilene, da dupla As Galvão, morre aos 80 anos em São Paulo
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Artistas do universo sertanejo lamentaram a morte da cantora Marilene, da dupla As Galvão, nas redes sociais. Marilene Galvão tinha 80 anos e sofria de mal de Alzheimer. Ela morreu nesta quinta-feira (24) em um hospital em São Paulo.
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O cantor Daniel postou um vídeo de uma apresentação com a dupla e escreveu que a morte da cantora era uma “perda irreparável”.
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A dupla Chitãozinho e Xororó também prestou uma homenagem em seu perfil no Instagram.
“Queridas irmãs Galvão…quanta história, quanta prosa e quanta música boa… o legado construído por vocês será sempre lembrado. Todo nosso carinho a Mary e demais familiares nesse dia tão triste.”
Marilene morreu no Hospital Professora Lydia Storópoli, onde estava internada. O velório e o sepultamento da artista serão realizados nesta quinta-feira (25) em Paraguaçu Paulista. A causa da morte dela não foi divulgada.
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Durante mais de 70 anos ela e a irmã May Galvão cantaram e tocaram viola. O anúncio do encerramento da carreira foi feito por Mary no ano passado.
Em 2020, a dupla participou de uma entrevista ao programa Revista de Sábado, da TV TEM, afiliada da TV Globo no interior de São Paulo.
Carreira
Ao longo da carreira, a dupla lançou 80 discos. O fim da dupla foi anunciado por Mary Galvão em entrevista a André Piunti, publicada no YouTube em 19 de junho de 2021. O motivo do término era o avanço do Alzheimer que obrigou Marilene a se retirar de cena pela perda total de memória.
A dupla, que surgiu em 1947, se consagrou como pioneira no universo da música caipira. As irmãs entraram no ramo como sendo as duas primeiras mulheres do cenário sertanejo, então dominado pelo elenco masculino.
BLOG: Dupla As Galvão chega ao fim após 74 anos de atividade pioneira na música sertaneja
Além de cantar, Mary Galvão – nascida em Ourinhos (SP) em 1940 – tocava sanfona na dupla. Já Marilene Galvão – nascida em Palmital (SP) em 1942 – tocava viola enquanto unia a voz com a da irmã em músicas como Beijinho Doce (Nhô Pai, 1945), clássico sertanejo lançado pelas Irmãs Castro, mas desde sempre associado às vozes das irmãs Galvão.
As Irmãs Galvão no início da carreira
Reprodução / Site oficial As Galvão
Quando entraram em cena na Rádio Club Marconi de Paraguaçu Paulista (SP), em 1947, com sete e cinco anos, respectivamente, Mary e Marilene certamente nem sonhavam em pavimentar trajetória tão longa na música sertaneja.
De rádio em rádio pelo interior paulista, as irmãs acabaram contratadas pela RCA Victor, gravadora na qual debutaram em 1955, ano em que as Galvão registraram, em disco de 78 rotações por minuto, as músicas Carinha de Anjo (Paschoal Yanuzzi e Fábio Mirhib) e Rincão Guarani (Maurício Cardozo Ocampo, Diogo Mulero Palmeira e Centorion).
Começou, naquele ano, a bem-sucedida trajetória fonográfica pavimentada pelas gravações de toadas, modas de viola e rasqueados, gêneros musicais recorrentes no universo sertanejo. As irmãs Galvão gravaram discos com regularidade até o fim da década de 1980.
A partir dos anos 1990, a discografia foi ficando cada vez mais espaçada na medida em que a dupla passava a ser cada vez mais reconhecida pelo fato de, no rastro das Irmãs Castro, Mary e Marilene terem imprimido assinatura vocal feminina na música sertaneja quando que somente os homens cantavam modas caipiras.
Essa trajetória pioneira foi celebrada em 2017, ano em que as Galvão festejaram sete décadas de carreira, com a edição do DVD “Soberanas – 70 anos ao vivo” e com o documentário “Eu e minha irmã – A trajetória das Irmãs Galvão”, dirigido por Thiago Rosente.
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*Sob supervisão de Júlia Nunes.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Vanessa da Mata entra em estúdio aos 20 anos de carreira fonográfica


Vanessa da Mata em estúdio, 20 anos após a edição do primeiro álbum
Reprodução / Instagram Vanessa da Mata
♪ A julgar pela imagem de vídeo postado por Vanessa da Mata em rede social ontem, 24 de agosto, seguidores da artista mato-grossense podem esperar ouvir no fim do ano o décimo álbum de discografia que completa 20 anos em 2022.
A foto mostra Vanessa em estúdio, presumivelmente dando voz à nova safra de canções autorais, mote da obra fonográfica iniciada com a edição do álbum Vanessa da Mata (2002).
O álbum anterior da cantora e compositora, Quando deixamos nossos beijos na esquina (2019), saiu há três anos e recuperou o fôlego autoral da artista, sendo logo seguido pelo show homônimo do disco, espetáculo igualmente revigorante com o qual a cantora ainda roda o Brasil com casas cheias.

Fonte: G1 Entretenimento

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Corpo de Marilene, da dupla As Galvão, será velado e enterrado em Paraguaçu Paulista


Marilene Galvão, que sofria de mal de Alzheimer, morreu em um hospital de São Paulo aos 80 anos. Ela deixou de cantar e tocar viola ao lado da irmã, Mary Galvão, depois de mais de 70 anos de carreira. Marilene, da dupla As Galvão, morre aos 80 anos em São Paulo
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O corpo da cantora Marilene, da dupla sertaneja As Galvão, será velado e enterrado nesta quinta-feira (25), em Paraguaçu Paulista (SP). O início do velório está previsto para o fim desta manhã e ainda não há horário definido para o enterro.
Marilene Galvão morreu na tarde desta quarta-feira (24) em São Paulo, aos 80 anos. A cantora, que sofria de mal de Alzheimer, deixou de cantar e tocar viola ao lado da irmã depois de mais de 70 anos de carreira.
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Marilene morreu no Hospital Professora Lydia Storópoli, onde estava internada. A causa da morte dela não foi divulgada.
Carreira
Ao longo da carreira, a dupla lançou 80 discos. O fim da dupla foi anunciada por Mary Galvão em entrevista a André Piunti, publicada no YouTube em 19 de junho de 2021. O motivo do término era o avanço do Alzheimer que obrigou Marilene a se retirar de cena pela perda total de memória.
A dupla, que surgiu em 1947, se consagrou como pioneira no universo da música caipira. As irmãs entraram no ramo como sendo as duas primeiras mulheres do cenário sertanejo, então dominado pelo elenco masculino.
BLOG: Dupla As Galvão chega ao fim após 74 anos de atividade pioneira na música sertaneja
As Irmãs Galvão no início da carreira
Reprodução / Site oficial As Galvão
Além de cantar, Mary Galvão – nascida em Ourinhos (SP) em 1940 – tocava sanfona na dupla. Já Marilene Galvão – nascida em Palmital (SP) em 1942 – tocava viola enquanto unia a voz com a da irmã em músicas como Beijinho Doce (Nhô Pai, 1945), clássico sertanejo lançado pelas Irmãs Castro, mas desde sempre associado às vozes das irmãs Galvão.
Quando entraram em cena na Rádio Club Marconi de Paraguaçu Paulista (SP), em 1947, com sete e cinco anos, respectivamente, Mary e Marilene certamente nem sonhavam em pavimentar trajetória tão longa na música sertaneja.
De rádio em rádio pelo interior paulista, as irmãs acabaram contratadas pela RCA Victor, gravadora na qual debutaram em 1955, ano em que as Galvão registraram, em disco de 78 rotações por minuto, as músicas Carinha de Anjo (Paschoal Yanuzzi e Fábio Mirhib) e Rincão Guarani (Maurício Cardozo Ocampo, Diogo Mulero Palmeira e Centorion).
Começou, naquele ano, a bem-sucedida trajetória fonográfica pavimentada pelas gravações de toadas, modas de viola e rasqueados, gêneros musicais recorrentes no universo sertanejo. As irmãs Galvão gravaram discos com regularidade até o fim da década de 1980.
A partir dos anos 1990, a discografia foi ficando cada vez mais espaçada na medida em que a dupla passava a ser cada vez mais reconhecida pelo fato de, no rastro das Irmãs Castro, Mary e Marilene terem imprimido assinatura vocal feminina na música sertaneja quando que somente os homens cantavam modas caipiras.
Essa trajetória pioneira foi celebrada em 2017, ano em que as Galvão festejaram sete décadas de carreira, com a edição do DVD “Soberanas – 70 anos ao vivo” e com o documentário “Eu e minha irmã – A trajetória das Irmãs Galvão”, dirigido por Thiago Rosente.
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*Sob supervisão de Júlia Nunes.
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Fonte: G1 Entretenimento