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Tony Ramos explica como escolhe novos personagens: ‘Uma história que faça a gente refletir’


Ao g1, ator falou sobre o recém-lançado ’45 do segundo tempo’, citou semelhanças com personagem e explicou por que não tem redes sociais: ‘Não é o meu perfil, simples assim’. Tony Ramos fala sobre ’45 do segundo tempo’
São 141 personagens em quase seis décadas de carreira. E vem aí o 142º papel, que começa a ser pensado em outubro para uma próxima novela. Com tantos trabalhos no currículo, Tony Ramos já assumiu uma posição em que só tem feito aquilo que quer realmente fazer, como contou ao g1.
“Não há nenhuma pretensão no que estou falando, não há nenhuma petulância no que eu estou falando. É apenas um fato. Com a idade que eu tenho, os anos de carreira que eu tenho, fui conquistando esse espaço”, diz o ator que completa 74 anos nesta quinta-feira (25).
Mas o que precisa ter o projeto para se encaixar com aquilo que o ator quer fazer e conquistar o seu “sim”?
“O que me encanta sempre é uma história que faça a gente refletir, seja comédia, drama ou tragédia. Não me importa.”
Tony Ramos em gravação do filme “45 do segundo tempo”
Divulgação/Paris Filmes
E foi essa motivação que o fez aceitar a proposta de Luiz Villaça para o filme “45 do segundo tempo”, que estreou na semana passada.
No longa, Tony é Pedro Baresi (Tony Ramos), um palmeirense roxo, tutor da cachorrinha Calabresa e dono de uma tradicional cantina italiana. Após 40 anos, ele reencontra seus amigos de colégio Ivan (Cássio Gabus Mendes) e Mariano (Ary França) para recriar uma foto tirada na inauguração do metrô de São Paulo, em 1974.
Após o encontro e enfrentando dificuldades financeiras, Pedro passa a refletir sobre sua própria existência e a falta de esperança.
Tony aceitou o convite para fazer o filme sem ler o roteiro completo.
“Quando chegou na página 12, eu, ‘pum’, telefonei para ele [Villaça]: ‘Estou encantado, eu quero fazer esse filme!’. ‘Como assim, você já leu?’. ‘Não, estou na página 12’. Que significam mais ou menos de 8 minutos de filme, aquilo já tinha me conquistado”, relembra o ator, citando o diálogo com o diretor.
“Eu falei, meu Deus. Que beleza de personagem, que reflexões que ele está fazendo sobre a vida, quantas derrotas que esse homem teve, quantos amores e desamores na vida dele. Um grande amor sobrou: a cachorrinha dele, que já está com muita idade. Então quando isso acontece no roteiro, é um achado.”
“Por isso você cita aqui que meus olhos brilham quando eu falo do filme, é porque de fato é um dos momentos mais importantes da minha trajetória profissional de 141 personagens completados agora com a minissérie ‘Encantados'”, afirma.
Ivan (Cássio Gabus Mendes), Mariano (Ary França) e Pedro (Tony Ramos): Amigos no filme “45 do segundo tempo”
Divulgação/Paris Filmes
Nada substitui um aperto de mão
Escrito há quatro anos, o filme aborda temas que foram recorrentes na pandemia. Além de falar sobre a importância da amizade e dos reencontros, o longa mostra Pedro lidando com uma crise financeira em seu restaurante.
Segundo dados de um levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo, em abril de 2021, um ano após anúncio do lockdown para conter a pandemia, 12 mil bares e restaurantes fecharam as portas só na cidade de São Paulo.
“Esse filme foi feito há quatro anos. E você vê como ele é atual, que ele está discutindo a amizade e os factuais dos dias de hoje como se ele tivesse sido escrito anteontem.”
“Isso foi escrito antes de pandemia, ninguém pensava em pandemia”, explica. “E agora depois dessa pandemia terrível, a importância da amizade… Não há nada que substitua um aperto de mão. Um abraço. Desculpe, mas não há rede social que seja mais forte do que uma amizade verdadeira em que as pessoas se olhem, se ouçam, que discutam seus sonhos.”
Pedro Baresi (Tony Ramos) reflete sobre a vida com a cachorrinha Calabresa nos braços
Divulgação/Paris Filmes
Por falar em rede social, Tony reforça que não usa nenhuma das plataformas disponíveis.
“Como eu não tenho [redes sociais], eu tenho uma vida muito discreta, muito minha. Mas não tenho nada contra rede social. É que não é o meu perfil. É simples assim. É como 2 mais 2 é igual a 4, não é meu perfil.”
“Na época da pandemia, houve várias entrevistas em redes sociais, eu dei, não tenho problema nenhum. Mas só que eu não tenho. E não vou ter.”
“É um tipo de atitude que a vida é para ser celebrada. É para ser respeitada. É pras pessoas se ouvirem. É para as pessoas admirarem o próximo… não precisa ser íntimo. Eu não tô falando ser íntimo de todo mundo. Eu jamais serei íntimo de tantas pessoas que eu conheço. Não porque eu não queira. Porque não dá. Seria mentiroso.”
Tony e Pedro
Ivan (Cássio Gabus Mendes), Mariano (Ary França) e Pedro (Tony Ramos): Amigos no filme “45 do segundo tempo”
Divulgação/Paris Filmes
Tony se divertiu ao analisar quais as semelhanças que ele tem com o personagem Pedro Baresi. “A vontade de comer bem. E o Pedro também tem isso e sempre cozinhou muito bem. Do Pedro, o amor por cachorros, por exemplo.”
“Eu me identifico com Pedro, porque eu tenho cachorro. Eu tenho cachorro desde sempre, a vida inteira. Eu estou casado há 53 anos e a gente tem cachorro há 53 anos, né? Agora acho que os questionamentos de vida do Pedro têm nada a ver comigo, em nenhum momento.”
Outra questão diferente é o time do coração. Embora ambos sejam apaixonados por futebol, Pedro é palmeirense e Tony é são-paulino.
“Tentei fazer com respeito, o melhor possível, esse palmeirense”, diz Tony, que garante não ter sentido dificuldade em vestir a camisa verde do time paulista.
“Pra um ator que que tem a vocação dessa profissão, ele jamais vai ter dificuldade de vestir a camisa do Corinthians, do Palmeiras, do Santos, de que time for. O importante para um ator é o bom texto, a boa ideia e a boa palavra.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Emo e pop-punk no Rock in Rio: nova geração abraça o som de Green Day, Avril Lavigne e Fall Out Boy


Artistas tiveram auge no início do século, entraram em baixa, mas ganharam novo impulso e destaque em festivais; entenda o revival. Rock in Rio tem Avril Lavigne, Green Day, Fall Out Boy, CPM 22. Avril Lavigne, Billie Joe, do Green Day, Pete Wentz, do Fall Out Boy, e Badauí, do CPM 22, estão no Rock in Rio 2022
Divulgação
Se a Cidade do Rock não tivesse ficado vazia entre 2001 e 2011, provavelmente teria shows épicos de artistas emo. O período em que o Rock in Rio não aconteceu no Brasil coincidiu com o auge de astros do emo. Mas, como diz Badauí, do CPM 22, o mundo dá voltas.
Avril Lavigne, Green Day e Fall Out Boy chegam ao festival em uma época de “revival” do emo entre o público jovem. O som do pop-punk e do hardcore emotivo foi redescoberto por uma nova geração.
Avril Lavigne relembra suas voltas de skate e suas vindas ao Brasil
O dia 9 de setembro ganhou o apelido de “dia emo” do festival, com os três artistas estrangeiros no line-up. O CPM 22, ícone brasileiro do estilo, toca um dia antes no festival.
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO ROCK IN RIO 2022
Mas como é que os emos voltaram ao topo? O podcast g1 ouviu explicou esse retorno – tem a ver com nostalgia e inovação no TikTok e com parcerias com o hip-hop. Isso impulsionou os antigos e novos ídolos do emo e de seu estilo irmão, o pop-punk.
O termo pop-punk carrega uma contradição interna: o pop bonzinho junto do punk revoltado. A origem está nos anos 70, ainda no início do punk, quando bandas como Buzzcocks levavam aquela raiva para um lado mais romântico e adolescente. Por baixo do som áspero tinha uma canção redondinha.
Mas o termo ficou bem importante e virou fenômeno comercial nos anos 90. Depois do grunge, no mundo pós-Nirvana, o que todo mundo queria era esse som com alma alternativa e tino popular. O pop-punk do Offspring e do Green Day era perfeito para isso.
Foi só o começo de uma era de ouro que durou 15 anos. Em 1999, veio a explosão do Blink-182. Era um pop-punk moleque que tinha na bateria um cara chamado Travis Barker. Ele viria a ser fundamental na geração 2021.
Emo-pop
Matt Skiba, Travis Barker e Mark Hoppus, do Blink 182, posam para fotos no Grammy
Jordan Strauss/Invision/AP
Para engrossar a boa fase daquela época, veio a onda emo. O estilo surgiu na cena de hardcore de Washington, nos Estados Unidos, com músicas super barulhentas e sofridas. Foi ficando mais acessível no início dos anos 2000 e gerou o emo-pop – que dá para chamar também de pop-punk.
Vieram bandas fortes como Fall Out Boy, My Chemical Romance, Panic! at the Disco, Paramore… Não demorou para aparecerem, no Brasil, bandas como Fresno, CPM22 e Hateen.
Fresno no VMB
Daigo Oliva / G1
Mas, lá para 2009, essa fórmula estava mais que desgastada. E o rock em geral já estava perdendo para o rap o gosto do público adolescente. Foi aí que o pop-punk quase sumiu.
As bandas maiores até mantiveram o fã-clube e variaram o som, como o Green Day ou o Paramore – e, por aqui, a Fresno. Mas, para o público geral, o estilo era coisa do passado.
Travis onipresente
Mesmo assim, muita gente continuou bem ativa, como o já citado Travis Barker. O Blink 182 já estava em baixa e ele tinha feito reality show e quase morreu de acidente de avião – parecia um rockstar em queda livre. Mas ele começou a fazer muitas parcerias na eletrônica e no rap.
Avril Lavigne fala sobre sua volta ao Pop-Punk
Travis sacou que os DJs e MCs faziam um som que o antigo público do pop punk queria ouvir. O que tinha sobrado do espírito emo estava no rap.
O emo rap revelou MCs muito novos que juntavam o hip hop ao romantismo fatalista do emo. Pena que a tragédia não estava só nas letras, e os maiores ídolos morreram cedo: o Juice Wrld e o Lil Peep aos 21 anos e o Xxxtentación aos 20.
Os rappers XXXTENTACION e Lil Peep
Divulgação
Travis Barker tocou em uma das faixas do disco póstumo do Xxxtentación, “Skins”, e remixou uma parceria póstuma dele com Lil Peep, “Falling Down”.
Esse rap feito com jeito de pop-punk continuou sendo feito – e o Travis estava sempre na área. Ele produziu, por exemplo, o rapper Trippie Red e o cantor punk Mod Sun, que virou parceiro de uma musa da geração pop-punk anterior: Avril Lavigne.
Mod Sun e Avril Lavigne
Divulgação
Mas o grande fenômeno do estilo no fim de 2020 – produzido por Travis Barker – foi Machine Gun Kelly. Ele ficou conhecido nos Estados Unidos como rapper meio bad boy que fazia sucesso e não era muito original. Mas com o disco “Tickets to my downfall” ele deu uma virada emo.
Se já rolava o rap com alma emo, o Machine Gun Kelly faz pop punk com jeitão imponente de rapper. Seu álbum, que virou nº1 nos EUA, é um grande encontro da nova geração. Todo mundo que importa da turma está lá, como o cantor britânico Yungblud e o americano Iann Dior.
Machine Gun Kelly
Divulgação
Desafios nostálgicos
Mas a volta do pop-punk não é só na voz dos cantores e MCs novos e antenados no rap. As bandas do início dos anos 2000 também ganharam força com ajuda do TikTok. “Dear Maria, count me in”, uma música de 2008 do All Time Low, foi uma das músicas que ressurgiram em vídeos virais nostálgicos.
Outro “challenge” (os “desafios” virais no TikTok) se espalhou com “I’m just a kid”, do Simple Plan, de 2002. A tarefa era reencenar fotos de família antigas e foi encarada por anônimos saudosos do emo e celebridades como o ator Will Smith.
All Time Low
Divulgação/Facebook/Álbum do grupo
Com tanta vitrine pro pop punk no app, agora despontam “tiktokers” que viraram cantores do estilo, como jxdn, LilHuddy e Nessa Barret.
De carona na guitarra
Vários artistas, mesmo que não sigam só esse estilo, entram na onda. Dá para ouvir pop-punk no som da cantora pop Halsey, da rapper Rico Nasty e até no meio do reggaeton do Bad Bunny.
Outra que embarcou foi a Willow, filha do Will Smith – talvez por ter visto o tal vídeo do pai com trilha de Simple Plan. O produtor de “Transparentsoul”, single pop-punk de Willow, é, claro, Travis Barker.
É nesse grupo dos adeptos parciais que entra Olivia Rodrigo. O disco dela vai bem além disso, mas, principalmente em “Good 4 U”, tem pop punk de primeira. A música lembra tanto “Misery business”, do ícone emo-pop Paramore, que Olivia acabou dando crédito de composição a eles.
O produtor não é Travis Barker (surpresa!), mas Dan Nigro também veio de uma banda de rock, chamada As Tall as Lions, antes de virar produtor. A banda surgiu na cena emo de Long Island, em Nova York, e fazia um indie rock emotivo.
Dan tem 39 anos e já produziu também gente como a Sky Ferrera e Carly Rae Jepsen. Ele conheceu Olivia pelo Instagram, sugeriu a parceria que levou a versão 2021 do pop-punk finalmente ao topo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Castela na Festa do Peão de Barretos 2022; FOTOS


Cantora do hit ‘Pipoco’ se apresentou na sexta noite de shows. ‘Boiadeira’ também animou fãs com clássicos do sertanejo. Ana Castela abriu noite de shows do Palco Amanhecer na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Ana Castela, de 18 anos, se apresentou nesta terça-feira (23) na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Ana Castela inflamou público com hit ‘Pipoco’ na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Garoto vibra com show de Ana Castela na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Garota registra show de Ana Castela na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Ana Castela estreou na Festa do Peão de Barretos
Érico Andrade / g1
Ana Castela durante a Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Ana Castela se ajoelha durante show na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1

Ana Castela incorporou o sucesso ‘Boate Azul’ ao set list para Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Ana Castela, atração na Festa do Peão de Barretos 2022, é conhecida como ‘Boiadeira’
Érico Andrade / g1
Fã pede uma ‘palinha’ à Ana Castela na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Público acompanha show de Ana Castela na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Veja mais notícias da Festa do Peão de Barretos 2022
VÍDEOS: Tudo sobre a região de Ribeirão Preto e Franca

Fonte: G1 Entretenimento

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Claudia Leitte aposta em dueto com Thiaguinho ao lançar álbum ao vivo


Thiaguinho e Claudia Leitte na gravação da música ‘Vixe’ para álbum ao vivo da cantora
Robson Senne / Divulgação
♪ Após dois EPs apresentados em 30 de junho e 15 de julho, Claudia Leitte lança o registro integral do álbum audiovisual Prainha da Claudinha na sexta-feira, 26 de agosto.
A faixa escolhida para promover o disco – gravado ao vivo em show feito pela cantora em cenário natural de condomínio situado no interior do estado de São Paulo – é a música inédita Vixe.
A gravação de Vixe reforça a conexão de Claudia Leitte com o cantor Thiaguinho, convidado da faixa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta canta com rappers L7nnon e Asap Ferg na edição estendida do álbum ‘Versions of me’


Capa do álbum ‘Versions of me deluxe’, de Anitta
Divulgação
♪ Anitta lança a edição deluxe do álbum Versions of me às 21h de quinta-feira, 25 de agosto, com cinco faixas adicionadas às 15 músicas da edição original apresentada em abril.
Além das já conhecidas faixas inéditas com Missy Elliott e Maluma, recém-lançadas nos singles Lobby e El que espera, respectivamente, a versão estendida do álbum incorpora outras duas músicas inéditas, Yo no se e Practice.
Yo no se junta a artista carioca com o rapper L7nnon e o artista dominicano Maffio. Já Practice reúne Anitta com o rapper norte-americano Asap Ferg e o produtor norte-americano Harv.
O remix de Dançarina – sucesso do primeiro álbum do DJ Pedro Sampaio – também entrou nessa versão estendida por trazer Anitta na faixa em que também figuram Dadju, MC Pedrinho e Nicky Jam.
Tracklist do álbum ‘Versions of me deluxe’, de Anitta
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lexa lança o EP ‘Magnéticah’ com quatro músicas inéditas e foco em faixa com Pabllo Vittar


Lexa e Pabllo Vittar cantam juntas a música ‘Cavalgada’, carro-chefe do EP que Lexa lançará na sexta-feira, 26 de agosto
Divulgação
♪ Terceiro EP lançado por Lexa ao longo deste ano de 2022, Magnéticah entra em rotação nos aplicativos de música na sexta-feira, 26 de agosto, com quatro músicas inéditas. O lote de faixas – Cavalgada, Tsunami, Magnetizar e Pega pega – inclui um trap.
Contudo, o foco inicial do disco Magnéticah reside na colaboração da cantora carioca com Pabllo Vittar na música Cavalgada.
Magnéticah sucede os EPs Chama a Lexa (2022) e Luau da Lexa (2022) na discografia da artista.
Capa do EP ‘Magnéticah’, de Lexa
Ernna Cost

Fonte: G1 Entretenimento

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Justiça dá 15 dias para que Belo e Gracyanne Barbosa paguem R$ 483 mil por atraso de aluguel de casa em área nobre de SP


Sentença foi expedida em 4 de agosto, e o casal foi recebeu a intimação no dia 10. Prazo final para pagamento do valor é até esta quinta (25). Valor calculado pela Justiça inclui débitos referentes a aluguéis, IPTU e contas de consumo, além de multa contratual, caução, indenização por danos morais e despesas judiciais. aLÉM
Marcos Serra Lima/G1
A Justiça de São Paulo deu 15 dias para que o cantor Belo e a mulher Gracyanne Barbosa paguem o valor de R$ 483.156,46 referente ao aluguel de um imóvel em Moema, região nobre da capital.
A sentença foi expedida no dia 4 de agosto, e o casal foi recebeu a intimação no dia 10. O prazo final para o pagamento do valor é até esta quinta-feira (25). Além de Belo e Gracyanne, a empresa Central de Shows e Evento Ltda. também foi citada no processo para arcar com os valores.
O valor total inclui aluguéis, IPTU e contas de consumo que não foram pagas, além de multa contratual, caução, indenização por danos morais e despesas judiciais.
Em junho, o casal tinha recebido uma ordem de despejo do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) por falta de pagamento do aluguel da casa. Segundo a decisão, o casal deixou de pagar o aluguel mensal de R$ 14,3 mil desde outubro de 2018.
O contrato foi fechado no nome da empresa Central de Shows e Evento Ltda., que pertence ao ex-empresário do cantor, pelo prazo de 30 meses em novembro de 2017, que, com R$ 1,7 mil de IPTU, chegava a R$ 16 mil mensais.
Justiça de SP manda bloquear até R$ 7 milhões de show de Belo por dívida com ex-jogador
Whindersson Nunes: Justiça de SP determina ordem de despejo de sala comercial por falta de pagamento
‘Fui despejado de um lugar em que eu nunca pus os pés’, diz Whindersson Nunes
No valor da rescisão, deverá ser abatido o depósito de caução de R$ 42.900 realizado pelo casal no fechamento do contrato. Eles também foram condenados a pagar R$ 38.667,09 de indenização por danos materiais.
O g1 procurou a defesa do casal, mas, até a última atualização desta reportagem, não teve retorno.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alceu Valença vai do lirismo sensual à folia sinfônica em segundo álbum com a Orquestra Ouro Preto


Disco ‘Valencianas II’ traz o registro de concerto captado em Portugal em janeiro de 2020 com músicas menos ouvidas do compositor no programa executado sob a regência de Rodrigo Toffolo. Capa do álbum ‘Valencianas II – Ao vivo em Portugal’, de Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto
Divulgação
Resenha de álbum
Título: Valencianas II – Ao vivo em Portugal
Artista: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto sob regência do maestro Rodrigo Toffolo
Edição: Deck
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Dez anos após a estreia, o projeto sinfônico Valencianas (2012) gera um segundo álbum, programado para sexta-feira, 26 de agosto, com o registro do concerto captado em 20 de janeiro de 2020 em apresentação de Alceu Valença com a Orquestra Ouro Preto na Casa da Música, no Porto, cidade de Portugal.
Por mais que o formato do disco Valencianas II – Ao vivo em Portugal soe déjà vu para quem conhece o álbum ao vivo editado em 2014, a obra de Alceu Valença resiste esplendidamente a um segundo enquadramento na moldura sinfônica da orquestra mineira sob a regência do maestro Rodrigo Toffolo.
Os arranjos de Mateus Freire respeitam a essência da obra do compositor pernambucano. Aliás, a excelência de Freire como orquestrador salta aos ouvidos logo na inédita suíte Valencianas II.
Alocada na abertura do disco, a suíte instrumental agrega três títulos menos óbvios do cancioneiro autoral de Alceu – Rima com rima (1982), A moça e povo (1980) e Seixo miúdo (1981) – em orquestração majestosa que combina grandiloquência, dramaticidade, lirismo, tensão e a pulsação frenética de parte da obra do compositor.
O álbum Valencianas II chega ao mundo digital dois anos após a edição do single que apresentou a abordagem de Tomara (Alceu Valença e Rubem Valença Filho, 1990). Composição apresentada por Maria Bethânia dois anos antes de ser gravada pelo compositor no álbum 7 desejos (1992), Tomara é uma das 18 músicas distribuídas nos 15 números que compõem o programa do concerto.
Com a voz de Alceu em 11 desses 15 números, Valencianas II joga luz sobre músicas ofuscadas como Dia branco (1974) – de título homônimo da canção de Geraldo Azevedo e Renato Rocha – ao mesmo tempo em que rebobina sucessos como Solidão (1994) e Como dois animais (1982), tema de contorno sensual.
A propósito, é fato que o invólucro orquestral corta parte do lirismo sensual afiado na gravação original de Tesoura do desejo (1992), feita pelo cantor com Zizi Possi há 30 anos. Em contrapartida, a Orquestra Ouro Preto consegue cair macia no suingue do Samba do tempo (2005) em arranjo de evidenciado toque percussivo.
Há suave evocação da bossa carioca nesse número que somente surpreenderá quem desconhece que o percurso musical de Alceu – embora iniciado e centrado entre Olinda (PE) e Recife (PE), como sinaliza o itinerário de Pelas ruas que andei (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982) – também abarca a cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Entre a sensualidade de Íris (1987) e a folia que pauta De janeiro a janeiro (2002), evocadas pela Orquestra Ouro Preto em registros instrumentais, a big band mineira honra os sotaques e ritmos do cancioneiro de Alceu sob a regência de Rodrigo Toffolo. Acertando o passo ágil de Papagaio do futuro (1972) sem se embolar, em outro número sem Alceu, a Orquestra do Ouro Preto reitera a maestria com que aborda a obra do compositor pernambucano.
O cantor reaparece na 11º faixa do álbum Valencianas II para dar voz a Eu vou fazer você voar (Alceu Valença e Herbert Azul, 2019), música mais recente do programa, lançada em single dois meses antes do concerto gravado em Portugal.
O voo de Valencianas II termina com o embarque em Táxi lunar (Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, 1979). Feita em segurança, a viagem sinfônica de Valencianas II termina feliz porque a obra de Alceu Valença é sólida e farta o suficiente para sustentar mais um disco pautado por releituras.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hotéis esperam atingir ocupação máxima para o Rock in Rio


Hotéis Rio, sindicato do setor, conta com a confirmação de reservas de hóspedes de 21 países. A expectativa é de 360 mil visitantes vindos de outros estados brasileiros e 10 mil do exterior. Palcos do Rock in Rio começaram a ser montados em maio
Reprodução/TV Globo
O setor de hotelaria do Rio de Janeiro espera ocupação total dos 52 mil quartos da cidade entre os dias 2 e 12 de setembro, durante o Rock in Rio. A projeção é do Sindicato Patronal de Todos os Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (Hotéis Rio).
O sindicato já conta com a confirmação de reservas de hóspedes de 21 países. A expectativa é de 360 mil visitantes vindos de outros estados brasileiros e 10 mil do exterior venham para o evento.
Programação do Rock in Rio 2022: veja quem vai tocar no festival neste ano
Rock in Rio 2022: ingresso para festival será em versão digital pela primeira vez
Alguns hotéis, mesmo de luxo e fora da Barra da Tijuca, onde acontece o evento, já estão com todos os quartos reservados.
Esquema de trânsito
O esquema de trânsito do Rock in Rio contará com dispositivos que abrirão cancelas instaladas em pontos de bloqueio na região do festival. O transporte fornecido pelo evento é indicado pela Prefeitura do Rio como a principal maneira de chegar ao local.
A prefeitura pede que os espectadores que utilizem o Serviço Especial Rock Express, administrado pelo festival, que vai levar passageiros do Jardim Oceânico e terminal Alvorada até o terminal Centro Olímpico. Cada bilhete custa R$ 22 por dia, ida e volta, e deve ser adquirido com antecedência pela internet.

Fonte: G1 Entretenimento

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L7NNON lança primeira parceria internacional com rapper inglês Tion Wayne


Rapper atração do Rock in Rio diz que os dois têm vivências ‘muito parecidas’ apesar da distância. ‘A gente se trombou lá em Londres e a troca de ideias fluiu’, explica ele. L7 e Tion Wayne
Divulgação
Após conquistar convite para palcos como o do Rock in Rio, o rapper carioca L7NNON vai lançar, nesta terça-feira (23), a primeira parceria internacional da carreira. Para a estreia, ele conta Tion Wayne, grande nome do rap inglês.
A música “KIM N Kanye” vai ser liberada nas plataformas de streaming às 13h, com lançamento de clipe no canal de L7. Segundo o carioca, os dois mostram que, apesar da distância, têm vivências “muito parecidas”.
A faixa surgiu a partir da turnê internacional de L7NNON, por Londres, na Inglaterra, e pelas cidades portuguesas de Braga, Algarves e Lisboa. A conexão entre os dois cantores foi tanta que L7 arrisca até palavras em inglês na música.
“Essa faixa é muito especial para mim porque é minha primeira parceria internacional e, ainda por cima, com o Tion Wayne, um dos maiores rappers do mundo e que é referência máxima para mim. A gente se trombou lá em Londres e a troca de ideias fluiu tão bem que decidimos gravar juntos.”
O rapper ocupa o 1º lugar entre as 50 músicas mais tocadas no Spotify em Portugal, com a música “Ai Preto”. No Brasil, L7NNON é o quinto artista mais escutado pela plataforma, com 9,5 milhões de ouvintes mensais e sete músicas no top 200.
L7 ainda comentou sobre as recentes conquistas e as proporções que o trabalho dele está alcançando:
“Fiz uma turnê linda na Europa e fiquei encantado com o carinho do público que, mesmo distante de mim, está perto de coração. Quero aproveitar ao máximo esse momento e fazer o possível para conquistar muito mais ainda.”
L7 no Rock in Rio
L7NNON fala sobre família e expectativas para Rock in Rio
O rapper carioca tem presença confirmada no Rock in Rio, no dia 3 de setembro. Ele vai se apresentar ao lado do produtor e beatmaker Papatinho e dos convidados MC Carol e MC Hariel.
Aos 28 anos, L7NNON promete levar para o palco do festival o seu jeito de falar, acreditar e impulsionar as pessoas. Ele já prepara que não vai ser um “show qualquer”.
“Cria” de Realengo, na Zona Oeste do Rio, L7NNON – nome artístico de Lennon dos Santos Barbosa Frassetti – afirma que a diferença entre como ele é na vida pessoal e na profissional está apenas na batida.
“Sou exatamente aquilo que canto, que escrevo, que falo, a minha forma de pensar, de agir, de enxergar o mundo, de lidar com pessoas.”
Ao crescer na música, L7, conseguiu comprar um apartamento para a tia dele. Segundo o artista, foi a família que apontou o caminho a seguir e o ensinou sobre “valores e caráter”.
“O apartamento não é nada perante tudo o que a minha família faz. Não estou dizendo financeiramente, porque quando você passa a ter dinheiro, você percebe que aquilo ali é só um detalhe. O principal é o que fica, é o legado, é quando a gente passar dessa Terra. O dinheiro não pode fazer nada, mas o legado que você deixar aqui vai continuar”, define.

Fonte: G1 Entretenimento