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Artista brasileiro mostra com seria rosto de Madonna sem plásticas e cantora aprova trabalho: ‘Ótimo’


Trabalho ganhou aprovação e elogio da própria Madonna. Ao ver a postagem, a cantora disse que estava ótimo e ainda fez um pedido para o artista, que ele recriasse o rosto da mãe dela se estivesse viva hoje. Hidreley, de Botucatu (SP), usou recursos de inteligência artificial para recriar o rosto da cantora sem plásticas
Hidreley Leli Dião /Arquivo pessoa
O artista de Botucatu (SP) que viralizou na web ao “dar vida” a desenhos animados usou mais uma vez recursos de inteligência artificial para mostrar como seria o rosto de Madonna sem intervenções e cirurgias plásticas. A arte dele foi para homenagear a rainha do pop, que comemora 64 anos nesta terça-feira (16).
O artista Hidreley Leli Dião aproveitou a ocasião para recriar o rosto da cantora. Ele conta que fez questão de preservar o sorriso marcante da cantora.
“Ela mudou todo o rosto com as cirurgias, só ficou os olhos e o nariz. Fez de tudo, até deixou o rosto triangular”, explica Hidreley.
O trabalho ganhou aprovação e elogio da própria Madonna. Ao ver a postagem, a cantora disse que estava ótimo e ainda fez um pedido para o artista, que ele recriasse o rosto da mãe dela se estivesse viva hoje.
“Ei, você pode dar vida a esta fotografia? Se sim, te mando por e-mail”, disse a cantora na mensagem.
Hidreley compartilhou a conversa em seu perfil no Instagram. “Quem faz aniversário é ela, mas quem ganha o presente sou eu”, comemora.
Ao g1, o artista disse que está aguardando o envio da foto com melhor qualidade por e-mail para atender o pedido da rainha do pop.
Cantora elogiou fez um pedido para o artista em seu perfil no Instagram
Hidreley Leli Dião /Arquivo pessoal
Vida aos desenhos
Além da recriação de famosos sem plásticas e também de como estariam aqueles que partiram cedo, como Ayrton Senna e Leandro, da dupla com Leonardo, Hidreley “dá vida” a personagens famosos de desenhos animados.
Artista de Botucatu comemora 62 anos do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, com publicação no Instagram
Reprodução/Instagram
Nestes casos, sobre o processo de criação, Hidreley comenta que tem “olhar artístico” para cada obra que se propõe a transformar. Para começar, ele procura rostos em banco de imagens que tenham traços semelhantes aos personagens que quer recriar.
Em seguida, após a escolha da imagem base, o personagem que ganhará vida é sobreposto no Photoshop. A partir disso, o artista monta o rosto real em, no máximo, 50 minutos.
Artista de Botucatu usa inteligência artificial para ‘dar vida’ a personagens
“Estica daqui, estica dali, procuro fontes de cabelo, e por aí vai. Muitas vezes achar uma foto no banco de imagens demora muito mais do que o próprio processo digital. Levo em torno de uma hora para encontrar um rosto e uns 50 minutos no máximo para recriar. No total, são umas duas horas para concluir”, finaliza.
Como exemplo, Hidreley mostra o processo para criar o rosto real do Bruno, personagem do filme “Encanto” da Disney e que foi um dos projetos mais pedidos pelos seguidores. O rosto base, do banco de imagens de domínio público iStock, é um homem com tom de pele claro e olhos claros.
Artista de Botucatu viraliza e se torna destaque internacional ao dar vida a personagens animados
Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal
Para o artista, basta “sentir que irá funcionar” e que o personagem irá se adequar ali como ponto de partida para iniciar a criação.
O morador de Botucatu também é colaborador de uma revista digital há quase cinco anos. Por isso, a rotina dele é voltada para descobrir novas narrativas, mantendo hoje pouco mais de 50 mil seguidores nas redes sociais.
Artista de Botucatu (SP) viraliza e se torna destaque internacional ao ‘dar vida’ a personagens animados
Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal
“Fiz dois personagens, o Moe de ‘Os Simpsons’, e o Aladdin, e postei no meu Instagram. Até então, eu tinha oito mil seguidores, mas o pessoal gostou muito, foi comentando sugestões e eu acolhia e criava o que me pediam. Quando me dei conta, tinha umas 20 novas imagens e novos seguidores. Em duas semanas, muita plataforma grande me procurou para entrevistas e eu estava com mais de 50 mil seguidores”, comemora.
O que o artista mais lê nos comentários de postagens são afirmações como “isso é gente de verdade” ou “isso é fotografia”. Mas ele insiste em dizer que as produções são frutos de inteligência artificial, estudo e dedicação.
Artista de Botucatu (SP) viraliza e se torna destaque internacional ao ‘dar vida’ a personagens animados
Hidreley Leli Dião/Arquivo pessoal
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Usando uma foto em preto e branco de Madonna como referência, o trabalho desenvolvido pelo artista destacou algumas partes do rosto da cantora como se tivessem envelhecido naturalmente, como as marcas nos cantos do olho, na testa e o volume no queixo.Hidreley fez questão de preservar o sorriso marcante da cantora.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar: o pedido de desculpas da Academia de Hollywood a atriz indígena após 50 anos de discurso por Marlon Brando


Em nome de Marlon Brando, Sacheen Littlefeather rejeitou o prêmio de melhor ator em 1973. O prêmio foi apresentado por Roger Moore e Liv Ullman e acabou rejeitado
Getty Images/via BBC
A organização responsável pela premiação do Oscar pediu desculpas a Sacheen Littlefeather, uma mulher nativa americana vaiada no palco há quase 50 anos.
A atriz e ativista apareceu na TV ao vivo em 1973 para recusar um Oscar que Marlon Brando (1924-2004) acabara de ganhar por sua atuação no filme O Poderoso Chefão.
Brando rejeitou o prêmio de melhor ator como uma forma de protesto contra a deturpação dos povos nativos americanos pela indústria cinematográfica dos Estados Unidos. Na hora de receber a estatueta, ele enviou Littlefeather para representá-lo.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas disse que Littlefeather sofreu abusos “injustificados” após fazer um breve discurso.
“Nunca pensei que viveria para ver o dia em que ouviria isso [o pedido de desculpas]”, disse ela ao Hollywood Reporter.
Littlefeather, à época com 26 anos, foi hostilizada e ignorada pela indústria do entretenimento após o discurso na premiação de 1973.
A fala da indígena foi, de acordo com os organizadores, a primeira declaração política na cerimônia televisionada — e deu início a uma tendência que segue viva até hoje.
Apresentando-se em nome de Brando — que escreveu “um discurso muito longo”, lembra Littlefeather — ela disse brevemente ao público “que ele lamentavelmente não podia aceitar este prêmio tão generoso”.
“E as razões para isso são o tratamento que os indígenas americanos recebem hoje da indústria cinematográfica e da televisão em reprises de filmes, e também com os recentes acontecimentos em Wounded Knee”, discursou.
Wounded Knee faz em referência a um violento conflito com agentes federais em um local de importância significativa para o povo Sioux, na Dakota do Sul.
A fala foi recebida com vaias — e alguns aplausos — da plateia.
Em 2020, Littlefeather disse à BBC que, logo após o discurso, ela teve que deixar o palco com dois seguranças.
Mas ela acrescentou que a presença dos agentes “foi uma coisa muito boa” já que o ator John Wayne (1907-1979) estava nos bastidores, protegido por seis seguranças, e parecia “furioso com Marlon e comigo” — e queria ele mesmo tirá-la do palco.
Littlefeather — retratada aqui numa foto de 2010 — confessa que nunca pensou que veria um pedido de desculpas
Getty Images/via BBC
Algumas pessoas ainda fizeram o “Tomahawk chop” — um gesto com as mãos que é considerado humilhante para os nativos americanos — enquanto ela passava.
Brando havia escrito um discurso muito mais longo, mas Littlefeather foi instruída pela equipe da cerimônia de premiação para falar apenas por 60 segundos.
O acontecimento foi televisionado para 85 milhões de pessoas. Alguns relatos da mídia após o evento alegaram que Littlefeather não era verdadeiramente uma nativa americana, mas que ela havia concordado em fazer o discurso para alavancar a carreira de atriz. Alguns especularam que ela seria amante de Brando.
Ela afirmou à BBC que todas essas alegações eram falsas.
“O abuso que você sofreu foi injustificado”, escreveu David Rubin, ex-presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em uma carta a Littlefeather divulgada na segunda-feira (15/8).
Rubin disse que o discurso na 45ª edição do Oscar “continua a nos lembrar da necessidade do respeito e da importância da dignidade humana”.
O Museu de Cinema da Academia sediará um evento em setembro, no qual Littlefeather falará sobre sua aparição no Oscar de 1973 e o futuro da representação indígena nas telas.
Em resposta ao pedido de desculpas, Littlefeather declarou: “Nós, indígenas, somos pessoas muito pacientes — foram apenas 50 anos [de espera]!”
Ela acrescentou que manter o senso de humor é “nosso método de sobrevivência”.
– Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62561278.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 88 anos, João Donato celebra o prazer da vida e da música no tom afetuoso do álbum ‘Serotonina’


Artista mantém o vigor jovial ao abrir parcerias com Anastácia, Céu, Maurício Pereira, Rodrigo Amarante e Ronaldo Evangelista no primeiro disco de canções inéditas com letras em 20 anos. João Donato na capa do álbum ‘Serotonina’
Pedro Palhares com arte de Ricardo H Fernandes
Resenha de álbum
Título: Serotonina
Artista: João Donato
Edição: Sete Mares
Cotação: ★ ★ ★ ★ ½
♪ Substância química que ativa o princípio do prazer no sistema nervoso, a serotonina é o título que sintetiza a felicidade contida – em maior ou menor grau – nas dez músicas inéditas do álbum lançado por João Donato na quinta-feira, 11 de agosto, em edição do selo fonográfico Sete Mares.
Do alto dos 88 anos que festeja amanhã, 17 de agosto, o pianista, compositor e cantor acreano celebra o prazer da vida e da música neste álbum gravado com produção musical de Ronaldo Evangelista, também arquiteto do último álbum solo do artista com repertório inteiramente inédito, Donato elétrico (2021), vigoroso título instrumental da discografia do músico.
A diferença é que Serotonina é disco de (boas) canções inéditas com letras – o primeiro de Donato no gênero desde Managarroba (2002), álbum lançado há 20 anos. A única canção sem letra, mas com alguns vocais de Donato na gravação, é justamente a faixa-título Serotonina – por ironia, a única faixa em que se identifica certa letargia ao longo dos cerca de 40 minutos do álbum gravado entre o fim de 2020 e o início deste ano de 2022.
É justo creditar à primorosa mixagem – dividida entre Gustavo Lenza (sete das dez faixas), Alexandre Kassin (duas músicas) e Bruno Buarque (uma faixa) – parte do brilho do álbum Serotonina.
Com precisão preservada pela masterização do engenheiro de som Felipe Tichauer, a mixagem do disco valoriza o canto terno do artista (e os dos parceiros convidados a pôr vozes igualmente afáveis nas respectivas músicas que compuseram com Donato, geralmente tendo sido responsáveis pela escrita das letras) sem prejuízo da sonoridade.
Até certo ponto surpreendente, por jamais se recusar a tão somente reproduzir o alto padrão já clichê dos discos de Donato (autor dos arranjos), o som arejado do álbum Serotonina é guiado pelo toque latino do piano Rhodes de Donato, mas também bafejado pelas contribuições dos músicos Allan Abbadia (trombone), Bruno Buarque (bateria e percussão), Fábio Buarque (contrabaixo acústico) e Will Bone (flauta e trompete).
João Donato apresenta dez músicas inéditas no repertório autoral do álbum ‘Serotonina’, gravado com produção musical de Ronaldo Evangelista
Pedro Palhares / Divulgação
Sem a eletricidade inebriante do álbum de 2016, a sonoridade de Serotonina se afina com a serenidade que pauta repertório afetuoso que louva o prazer das coisas simples da vida. Seja a rosa em botão que se abre cintilante em Floriu (canção composta e cantada por Donato com Céu), seja a alegria de ficar à toa degustada em Azul royal (João Donato e Maurício Pereira) e – em escala maior de grandeza – o amor a dois, ao qual se convidam mutualmente Donato e Anastácia, parceiros em Simbora, faixa que mixa a pisada do baião com a latinidade caribenha da música de Donato na abertura do álbum.
A latinidade do pianista tempera o mel de Doce de amora (João Donato e arrudA) e põe Órbita (João Donato e Ronaldo Evangelista) no universo particular do artista.
Há eventuais passagens instrumentais de tonalidade jazzy na arquitetura de Serotonina sem jamais tirar do álbum o caráter primordial de ser um disco de canções que soam leves como um sonho de uma noite de verão, como sugere Bonsbons (João Donato e Ronaldo Evangelista). Ou uma brisa do mar em manhã de sol. Uma dessas canções se chama justamente Estrela do mar e abre a parceria de Donato com o hermano Rodrigo Amarante.
E o fato é que há real luminosidade na safra autoral do álbum Serotonina. Basta ouvir Eu gosto de você (João Donato, Felipe Cordeiro e Jorge Andrade) para detectar o prazer entranhado no disco.
Nem mesmo uma ou outra canção de menor brilho, caso de Prata (João Donato e Ronaldo Evangelista), atenua a grandeza de Serotonina, álbum-síntese do fato de João Donato, aos 88 anos, ainda ser uma eterna criança que soube amadurecer sem envelhecer a cabeça ativada pelo princípio do prazer de fazer música e de viver – o que, no caso do artista, parece ser a mesma coisa.
Capa do álbum ‘Serotonina’, de João Donato
Pedro Palhares com arte de Ricardo H Fernandes

Fonte: G1 Entretenimento

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Ezra Miller está procurando tratamento para saúde mental


Ator de ‘The Flash’ pediu desculpas pelo seu comportamento em uma nota enviada à revista ‘Variety’. Recentemente, ele foi indiciado por furto. Ezra Miller em evento da ‘Vogue’, em 2018
Evan Agostini/Invision/AP
O ator Ezra Miller, de “The Flash” e “Animais Fantásticos”, está procurando por tratamento para problemas complexos de saúde mental. A declaração foi enviada à revista “Variety” por meio de um comunicado do representante do artista.
Na nota, Miller falou sobre seu comportamento nos últimos anos, que levou a uma série de acusações, principalmente por agressão.
Entre março e abril, Miller foi preso duas vezes em menos de um mês no Havaí. Primeiro, por conduta imprópria em um bar. Depois, foi detido após jogar cadeira e acertar a testa de uma mulher. Ele também foi filmado estrangulando uma mulher em 2020, na Islândia, e acusado de importunar outra mulher na Alemanha. Recentemente, o ator foi indiciado por furto de bebidas alcóolicas de uma casa sem a presença dos moradores. Na nota, ele pede desculpas por suas ações.
“Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, diz Miller no comunicado.
“Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Estou comprometido em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.”
O comportamento problemático de Miller causou preocupação na Warner Bros., que tem o ator em duas grandes produções, “The Flash” e “Animais Fantásticos”, spin-off da saga de “Harry Potter”. Segundo a revista “Variety”, a produtora apoia a decisão do ator de procurar ajuda profissional.
“The Flash” tem estreia prevista para 2023 e vai contar com a presença de Ben Affleck e Michael Keaton como Batman.

Fonte: G1 Entretenimento

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Minas Gerais uniu o Sepultura à cachaça: baixista explica por que a banda investe na bebida


Paulo Jr participou do podcast do g1 que conta como surgiu a caipirinha e traz curiosidades sobre a chegada da cana-de-açúcar ao Brasil. Paulo Jr, baixista do Sepultura: “Uma cachaça de boa qualidade é sempre bem-vinda”, conta.
Marina Melchers
Pinga, mé, saideira, marvada… a lista é longa para se referir à cachaça, bebida brasileira feita a partir da cana-de-açúcar e que é ingrediente principal da caipirinha, outro ícone nacional.
A banda Sepultura investe em uma marca de cachaça desde 2017. Até agora a banda já teve parceria com duas destilarias.
Em entrevista ao podcast “De onde vem o que eu como”, o baixista Paulo Jr lembrou que sempre que volta para Belo Horizonte aproveita para tomar uma cachacinha. E explicou que a origem mineira fez com que a banda apostasse no negócio. Ouça abaixo.
“Gosto, sim , de tomar uma boa cachaça, saborear com moderação e comer um torresminho, né? Faz parte da nossa cultura de boteco!”, contou.
Banda Sepultura investe em marca de cachaça desde 2017.
Marcos Hermes
É Minas, uai
Minas Gerais é o maior produtor de cachaça do país: quase 70% dos estabelecimentos que fabricam a bebida estão no estado, segundo o Anuário da Cachaça de 2021.
A cachaça do Sepultura, que leva o nome da banda, é produzida em Sacramento, na região do Triângulo Mineiro.
Mas a Capital Nacional da Cachaça é o município de Salinas, no norte do estado. O produtor Aldeir Xavier conta que, por lá, a bebida é herança de família.
“Aqui em Salinas é comum encontrar produtores de cachaça que vêm de famílias com tradição na bebida há muito tempo”, reforça Xavier.
‘Cock-tail’ em tradução literal do inglês: rabo de galo, drinque brasileiro com cachaça.
Albert Coelho/Arquivo Pessoal
Gracyanne Barbosa consome 40 ovos por dia; ela dá receita de pudim de clara no novo podcast do g1
De onde vem o que eu como: g1 vai à ‘capital do morango’ e explica por que ele não é fruta
Sabia que as hortaliças tomam ‘banho’ com sabão?
De onde vem?
A cana-de-açúcar chegou ao Brasil no século 16. Mas a origem dessa planta é a Ásia, como explica o pesquisador Mauro Xavier, do Instituto Agronômico:
“O centro de origem da cana são as ilhas de Java, da Indonésia e da Nova Guiné. Depois ela foi para a Índia, de lá para o Egito e depois para a Europa. Com as navegações, a cana chegou ao Brasil”.
Cana é matéria-prima que gera energia elétrica para 12 milhões de residências do país
Resíduos da cana-de-açúcar geram o biogás, que vira energia elétrica e combustível substituto do diesel
O segundo episódio do podcast “De onde vem o que eu como” traz muitas outras curiosidades sobre a cachaça, a cana-de-açúcar e a caipirinha.
Você sabe por que a caipirinha foi inventada? Conhece todos os apelidos da cachaça? Sabe diferenciar cachaça e aguardente? Então, bora ouvir o podcast!
2º episódio do podcast “De onde vem o que eu como” vai trazer curiosidades sobre a caipirinha e a cachaça
Foto: Comunicação/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Jojo Maronttinni entra no pagode com álbum em que regrava hits de Benito Di Paula, Gonzaguinha e MC Marcinho


Aos 25 anos, a cantora carioca projetada no universo do funk em 2017 segue percurso similar ao de Ludmilla em disco produzido por Prateado com a inédita música ‘Bangu’. Jojo Maronttinni lança o primeiro álbum, ‘Jojo como você nunca viu’, na sexta-feira, 19 de agosto
Wyssbrazil / Divulgação
♪ Cinco anos após disparar o funk autoral Que tiro foi esse? (2017), petardo certeiro que atingiu as paradas e fez decolar a carreira então iniciante da carioca Jordana Gleise de Jesus Menezes, a cantora e compositora Jojo Maronttinni – nome pelo qual Jordana é conhecida artisticamente – faz percurso similar ao da antecessora Ludmilla e tenta fincar o nome no território do pagode.
É no samba que a artista ambienta o primeiro álbum da discografia, Jojo como você nunca viu, gravado com produção musical de Wilson Prateado e programado para aterrissar nos players digitais na próxima sexta-feira, 19 de agosto, em edição da gravadora Universal Music.
Antecedido em junho pelo single que apresentou a gravação do samba De onde eu venho (Pablo Thiago da Silva de Souza, Thiago Soares e Wagner Zaparolli, 2015), sucesso do grupo de pagode Balacobaco, o álbum Jojo como você nunca viu alinha várias regravações em dez faixas.
A maior novidade do repertório é Bangu (André Renato, DJ Batata e Prateado), música batizada com o nome do bairro carioca onde a cantora nasceu e se criou.
Ao longo das dez faixas do álbum Jojo como você nunca viu, a cantora faz inserção no universo da MPB com o mergulho pagodeiro em Lindo lago do amor (Gonzaguinha, 1984), lembra sucesso de Benito Di Paula nos áureos anos 1970 (Como dizia o mestre, hit de 1975) e recria funk melody do repertório de MC Marcinho revivido no ano passado por Luana Carvalho no álbum Segue o baile (2021), Garota nota 100 (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1998).
No disco, Jojo Maronttinni também dá voz a sambas como Sempre cabe mais um (Pretinho da Serrinha e Vinicius Feyjão), Querendo causar (Wilson Prateado e Braga), Meu nego (Wilson Prateado e Luiz Cláudio Picolé), Maria do Socorro (Edu Krieger, 2006) – composição amplificada na voz de Maria Rita no álbum Samba meu (2007) – e Sambando na roda (André Renato e Prateado).
Nascida em 11 de fevereiro de 1997, Jojo Maronttini procura se reinventar no baile, aos 25 anos, incursionando pela seara no pagode no álbum Jojo como você nunca viu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza vai estrear turnê ‘O Conto dos dois Mundos’ no Rock in Rio


Novo show vai relembrar as diferentes fases da carreira da cantora pop no domingo, dia 4 de setembro. Marina Sena fará participação especial. Luísa Sonza vai estrear nova turnê no Rock in Rio 2022
Divulgação/Pam Martins
O show de Luísa Sonza, no palco Sunset, do Rock in Rio, vai marcar a estreia da nova turnê, “O Conto dos Dois Mundos”. Ela canta no dia 4 de setembro, primeiro domingo do festival.
A cantora pop anunciou, nesta segunda (15), que o novo show vai relembrar as diferentes fases da carreira dela. Ouça podcast abaixo com entrevista com Luísa Sonza.
“A gente tem estudado e estruturado este projeto há alguns meses já. Queria proporcionar um momento especial e com experiências para meus fãs! E que não só meus fãs, mas também para aqueles que me acompanham há pouco tempo consigam entender um pouco de toda minha trajetória, processo criativo e muito mais”, diz Luísa em nota.
“Além disso, será disponibilizado diversos conteúdos, peças e histórias exclusivas de um jeito que ninguém nunca viu. Este é um dos meus principais projetos do ano, e estou muito contente que ele vai virar realidade”, completa.
Por conta do tempo no festival, o show será em uma versão reduzida e também terá a participação da cantora mineira Marina Sena.
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A estreia do show completo da nova turnê vai acontecer em São Paulo, no dia 1º de outubro, no espaço Arca. As vendas começam na quinta-feira (18), a partir das 12h, pelo site oficial.
Músicas como “Fazendo Assim”, “Boa Menina”, “Braba” e “Garupa” se misturam com os sucessos do álbum “Doce 22” na turnê, que deve seguir pelo Brasil nos próximos meses.
Hit atrás de hit
Luísa Sonza vai estrear nova turnê no Rock in Rio 2022
Divulgação/Pam Martins
Luísa vem em uma boa fase no pop nacional, emplacando um hit atrás do outro. O mais recente é “Cachorrinhas”, trap em que canta sobre as cachorras de estimação.
Antes, “Sentadona”, com Davi Kneip, Mc Frog e DJ Gabriel do Borel, e “Hotel Caro”, com Baco Exu do Blues também entraram entre as músicas mais ouvidas do Spotify no Brasil.
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Depois do sucesso de “Doce 22”, ela deve seguir lançando singles até o final do ano. O terceiro álbum está previsto para 2023.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Lukinhas traz Pabllo Vittar para o pagode no single ‘Volta pra ficar’


Pabllo Vittar e Lukinhas lançam o single ‘Volta pra ficar’ na sexta-feira, 19 de agosto
Gabriel Renné / Divulgação
♪ Cantor, compositor e produtor musical carioca que transita pelo pagode, Lukinhas lança single inédito pouco mais de um mês após ter apresentado o primeiro álbum, Confissões de um tralha romântico, editado em 7 de julho.
No single Volta pra ficar, programado pelo selo Inbraza para ser lançado na próxima sexta-feira, 19 de agosto, Lukinhas traz Pabllo Vittar para o pagode na primeira gravação conjunta dos artistas.
O single Volta pra ficar está sendo anunciado como música de cepa romântica, cuja letra versa sobre amor que deixou saudades.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jão grava show da turnê ‘Pirata’ em São Paulo com o hit sertanejo ‘Boate azul’ no roteiro


Jão em show da turnê ‘Pirata’
Breno Galtier / Instagram Jão
♪ “Hoje o show vai ser gravado. Vão cheirosos”, gracejou Jão ontem, em rede social, anunciando o registro audiovisual do show da turnê Pirata, com a qual vem rodando o Brasil desde março com apresentações lotadas em grandes espaços.
A gravação ao vivo do show aconteceu no domingo, 14 de agosto, Dia dos Pais, em apresentação do cantor e compositor paulista no Espaço das Américas, na cidade de São Paulo (SP).
E foi justamente em homenagem ao pai de Jão, presente na plateia, que o cantor adicionou ao roteiro do show – baseado no terceiro álbum de estúdio de Jão, Pirata (2021) – um standard do universo sertanejo, Boate azul (Aparecido Tomás de Oliveira e Benedito Seviero).
Boate azul é bolero composto em 1963 – com música de Aparecido e letra de Benedito – mas, por ter ficado censurado durante anos, lançado em disco somente em 1982 pelo trio Amantes do Luar, sem repercussão, sendo depois regravado por duplas como Joaquim & Manuel (em disco de 1985 que fez enfim Boate azul se tornar popular), Milionário & José Rico e Bruno & Marrone (em pot-pourri de disco ao vivo de 2001 que fez a música chegar a outras gerações).

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Minions 2: A Origem de Gru’ segue na liderança da bilheteria nacional


No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 13,7 milhões e levaram 662 mil pessoas aos cinemas. Cena da animação “Minions 2: A Origem de Gru”
Divulgação
“Minions 2: A Origem de Gru” segue na liderança da bilheteria nacional e ultrapassou os R$ 106 milhões arrecadados desde sua estreia no país, em 30 de junho.
Segundo dados coletados pela ComScore no período entre os dias 11 e 14 de agosto, a animação arrecadou R$ 2,4 milhões e foi assistida por 126 mil pessoas.
“Thor: Amor e Trovão” (R$ 2,1 milhões) ficou com a segunda colocação na bilheteria, seguido pelo estreante “Trem-Bala” (R$ 2,1 milhões).
g1 já viu: ‘Minions 2: A Origem de Gru’ conta com bom humor e diverte mais que o original
No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 13,7 e levaram 662 mil pessoas aos cinemas. Números menores do que na semana anterior, que teve público 979 mil e renda de R$ 20,6 milhões.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 11 a 14 de agosto:
“Minions 2: A Origem de Gru” – R$ 2,4 milhões
“Thor: Amor e Trovão” – R$ 2,1 milhões
“Trem-Bala” – R$ 2,1 milhões
“A Fera’ – R$ 1,6 milhão
“DC Liga dos SuperPets” – R$ 1,3 milhão
“Elvis” – R$ 1,2 milhão
“O Telefone Preto” – R$ 1 milhão
“Top Gun Maverick” – R$ 712 mil
“Gêmeo Maligno” – R$ 577 mil
“Papai É Pop” – R$ 507 mil
‘Minions 2 – A Origem de Gru’: veja o trailer

Fonte: G1 Entretenimento