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De ‘Mona Lisa’ a Banksy, relembre roubos famosos de arte além do golpe da falsa vidente no Rio


Quadro de Tarsila de Amaral, estimado em R$ 250 milhões, foi recuperado após roubo planejado pela filha da vítima, diz a polícia, e roubo já entrou para a lista de maiores do país. Semana POP – Roubos de Arte
Quatro pessoas foram presas no último dia 10 por suspeita de dar um golpe que causou cerca de R$ 725 milhões de prejuízo a uma idosa no Rio de Janeiro. O valor inclusive foi atingido com o roubo de alguns quadros.
Um deles era o “Sol Poente” de Tarsila de Amaral, que é estimado em R$ 250 milhões e que foi recuperado debaixo da cama de um dos suspeitos presos. Só essa pintura já colocaria o episódio todo entre alguns dos maiores roubos de arte do Brasil.
Relembre abaixo alguns dos casos mais famosos do mundo e do país:
‘Mona Lisa’
Jornalistas de máscara em frente à ‘Mona Lisa’, enquanto o museu do Louvre se prepara para reabrir as portas
Charles Platiau/Reuters
Não é fácil ser o quadro mais famoso do mundo. A “Mona Lisa”, de Leonardo Da Vinci, já foi atacada com uma torta, uma xícara, tinta vermelha, ácido e até com uma pedra.
Mas em 1911 a pintura desapareceu do museu do Louvre, na França. Detetives procuraram pela obra por mais de dois anos e chegaram até a investigar Pablo Picasso como um dos suspeitos.
A “Mona Lisa” só foi encontrada em dezembro de 1913, quando o ladrão, o italiano Vincenzo Peruggia, entrou em contato com um negociante de arte de Florença e falou que tinha o retrato.
Peruggia tinha trabalhado no Louvre e ainda guardava o uniforme. Ele simplesmente foi até a pintura, a tirou da moldura e a levou por debaixo da roupa. Ele serviu seis meses de prisão, mas foi considerado um grande patriota na Itália, terra de Da Vinci.
Os gritos
‘O grito’, de Edvard Munch
Divulgação/Museu Munch
“O grito”, de Edvard Munch também é um dos quadros mais conhecidos do planeta. Tanto que não bastou apenas um roubo, mas dois.
Duas versões da pintura, que pertencem à Noruega, foram roubadas – e recuperadas – ao longo da história.
Em 1994, ladrões simplesmente levaram uma escada até a janela da Galeria Nacional de Oslo, subiram e levaram a obra. Os responsáveis chegaram até a deixar um bilhete. “Obrigado pela péssima segurança”. O quadro foi encontrado pelos investigadores três meses depois.
Dez anos depois foi a vez de sua gêmea. Dois homens mascarados e armados entraram no Museu de Munch, também em Oslo, renderam seguranças e turistas e roubaram “O grito” e “A madonna”, do mesmo pintor.
A polícia levou dois anos até chegar às obras, ambas danificadas por água, e prender os ladrões.
Os falsos policiais
‘Jesus na tormenta do Mar da Galiléia’, de Rembrandt
Divulgação/Museu Isabella Stewart Gardner
Em 1990, dois ladrões disfarçados como policiais entraram no museu Isabella Stewart Gardner, nos Estados Unidos, e falaram pros funcionários que estavam investigando um distúrbio.
Eles fugiram com 13 obras de arte, incluindo pinturas de Rembrandt, Vermeer e Manet.
O FBI ainda procura pistas que levem aos autores e às obras. Tanto que o museu oferece uma recompensa de US$ 10 milhões a quem fornecer qualquer informação que leve à recuperação delas.
Museu da Chácara do Céu
Dez anos depois, inquérito sobre roubo de obras de arte de museu no Rio segue aberto
Por um bom tempo, o roubo do museu Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, foi considerado por alguns como o maior da história da arte no Brasil.
Em 2006, quatro homens invadiram o local, renderam os seguranças, e levaram quatro quadros de mestres, como Picasso, Monet, Matisse e Salvador Dalí.
Juntas, as obras tinham valor estimado em US$ 50 milhões – o que dá cerca de R$ 255 milhões. Elas também não foram recuperadas.
Banksy
Mural de Banksy recuperado pela polícia após ser roubado do Bataclan
Ufficio Stampa Carabinieri/Divulgação via REUTERS
Um dos casos recentes mais conhecidos foi o do roubo de uma pintura feita pelo misterioso artista britânico Banksy.
A obra, que retratava uma menina triste com um véu, tinha sido feita na famosa casa noturna Bataclan, em Paris, em homenagem às 90 vítimas do ataque terrorista realizado no local em 2015.
A pintura foi roubada no começo de 2019, mas foi encontrada pela polícia em junho de 2020 em uma fazenda na Itália.
Em junho de 2022, oito pessoas foram condenadas por sua participação no crime.

Fonte: G1 Entretenimento

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Demi Lovato vem ao Brasil pela 5ª vez e estreia foi abrindo para Jonas Brothers; relembre turnês


Cantora volta ao Brasil com a turnê do álbum ‘Holy Fvck’, com pegada emo. Segundo ela, é uma volta às raízes pop roqueiras do começo de carreira. Demi Lovato em 2009 e em 2022
Divulgação
Demi Lovato é atração de um dos dias mais pop do festival, o dia do Justin Bieber, mas talvez ela devesse estar em um line-up mais roqueiro do que o 4 de setembro do festival.
PROGRAMAÇÃO: Todas as atrações do Rock in Rio
Ela volta ao Brasil com a turnê do álbum “Holy Fvck”, com pegada emo. Segundo ela, é uma volta às raízes pop roqueiras do começo de carreira.
Relembre as outras vindas de Demi Lovato ao Brasil:
2009 – DISNEY ROCK
Demi Lovato canta em São Paulo em 2009
Daigo Oliva/G1
Em 2009, Lovato fazia uma espécie de Disney rock. A estreia no Brasil foi na abertura da turnê do Jonas Brothers, tendo “This Is Me” como grande sucesso. A canção motivacional integra a trilha sonora do filme “Camp Rock”, do qual os Jonas também são protagonistas. Em São Paulo, Demi sacudiu os cabelos e trajou uma camisa do AC/DC.
2010 – DUETOS COM FÃS
Demi Lovato canta em São Paulo em 2010
Daigo Oliva/G1
A segunda vinda ao Brasil para shows, em 2010, foi a primeira com turnê própria. Então com 17 anos, cantou “Remember December”, “La La Land” e “Don’t Forget”. Na turnê, chamava fãs ao palco para duetos emocionantes em “This is me”, música sobre autoaceitação. Em versões mais encorpadas, a distorção alcançou níveis pouco prováveis para eventos destinado a crianças e pré-adolescentes.
2012 – MAIS DANÇANTE
Demi Lovato canta no Rio em 2012
Ideraldo Gomes/G1
Na turnê que passou pelo Brasil em 2012, mudou de sonoridade e parceiros. Foi produzida por Timbaland, teve um hit das pistas (“Give your heart a break”); fez lembrar Jennifer Lopez (“Who’s that boy”); e foi uma quase Ke$ha na faixa-título. Além da parte dançante, cantou baladas chorosas como “Skyscraper” e “Fix a heart”.
2014 – ROQUEIRA DO BEM
Demi Lovato canta em São Paulo em 2014
Adriana Spaca/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo
Durante a “Neon Lights Tour”, Demi cantou em São Paulo para 7500 fãs. “Let it go” (da trilha do filme “Frozen”) foi a mais cantada em uma noite. No meio do show, ela se aproximou das fãs da primeira fila e pegou um cartaz com a hashtag “staystrongmilena”. Ela ouviu de algumas fãs que Milena é uma fã que estava hospitalizada. Demi pediu a todos que rezassem por ela. A noite teve ainda músicas como “Remember December” e “Warrior”. “Cada uma de vocês é linda e merece ser amada”, disse ela.

Fonte: G1 Entretenimento

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DJ Marshmello: O que está por trás da máscara da atração mais misteriosa do Rock in Rio?


Especialista analisa disfarce do DJ e de outros músicos enigmáticos. Youtuber mascarado fala sobre o que leva celebridades a esconderem rosto: ‘Ideias são mais importantes que imagem’. A cara de um dos grandes nomes da música eletrônica tem enormes olhos em forma de X, um sorriso meio sinistro e um quê de meme da internet. Só não espere ver a verdadeira face do DJ Marshmello. Ele se apresenta no dia 3 de setembro, mesma noite de Post Malone e Alok.
A atração mais enigmática do evento cobre o rosto com uma espécie de balde em forma de marshmallow desde que começou a aparecer nos festivais em 2015. Sites especializados no gênero ligam sua identidade à do DJ americano Chris Comstock, conhecido como Dotcom, mas tudo não passa de um boato nunca confirmado.
O músico, que estourou com um remix de “Where are ü now”, de Jack Ü e Justin Bieber, dá poucas entrevistas e quase nada se sabe sobre sua origem. Em uma biografia oficial, ele é econômico ao explicar por que decidiu esconder o rosto:
“Eu só quero fazer boa música. E para isso não é necessário você saber quem eu sou.”
Marshmello surgiu na esteira de outros DJs mascarados, entre eles o canadense Deadmau5 e o duo francês Daft Punk. Todos eles seguem uma longa linhagem de artistas que fazem do mistério seu maior merchandising – aí estão nomes como Sia, Kiss, Slipknot e Gorillaz. Mas o que está por trás do enigma?
A banda americana Kiss se apresenta no Monsters of Rock 2015
Flavio Moraes/G1
O que diz um especialista
A maioria dos mascarados cita a privacidade ou a “valorização da arte em detrimento da imagem” como motivação. Mas para Thiago Soares, professor e pesquisador de música e cultura pop da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), é impossível definir um elemento único que explique o comportamento de todos esses artistas. Ele faz algumas análises.
“No caso do Kiss, por exemplo, a maquiagem forte esconde até a idade deles. Eles envelhecem, mas não sofrem a repercussão disso. A máscara também redime um pouco esse lugar”, avalia. “Sobre a Sia, acredito que haja de fato uma estratégia poética. Também há uma crítica ao formato da música pop, ao artista como uma figura emblemática e central.”
“Todo artista constrói uma trajetória na mídia. A máscara é um componente lúdico nessa narrativa, é uma convocação para desvendar.”
Mas e o Marshmello? “Uma interpretação pode ser a crítica à supervalorização dos DJs, a essa coisa do DJ popstar”, analisa o pesquisador. “Me parece que ele também usa uma estética ligada à cultura digital, do emoji. A lógica do mascarado, do anônimo, também está muito presente na internet, com elementos como a máscara de ‘V de vingança’, o fake, o post anônimo.”
Soares também lembra que o culto às máscaras é bem mais antigo que qualquer astro do pop. “Não é uma coisa contemporânea. Faz parte da tradição do entretenimento a dimensão circense, cênica, que flerta com o teatro”, explica. “Os atores usavam as máscaras para encenar emoções. Essa ideia de esconder o rosto surgiu a partir do crescimento da visibilidade.”
O ponto de vista de um mascarado
Zangado faz sucesso na internet com vídeos sobre games
Jamile Alves/G1 AM
Se as máscaras têm tudo a ver com internet, é claro que as celebridades desse universo também não perderiam a oportunidade de criar seus próprios enigmas. Thiago “Zangado” é um dos brasileiros anônimos mais famosos entre os youtubers. Ele esconde o rosto desde que iniciou seu canal – hoje com 4 milhões de seguidores.
“Moro em uma cidade pequena e sou engenheiro. Não queria que a fama interferisse na minha vida e no meu trabalho”, justifica ao g1. “Concordo também com o ponto de vista do Slipknot e do Daft Punk, que querem que os fãs se concentrem nas músicas deles. No meu caso, nas coisas que eu digo e no exemplo que eu passo.”
Zangado diz acreditar que “as ideias são mais importantes que a imagem”, principalmente quando se fala com jovens. Por isso, acha que a máscara ajuda a passar as mensagens certas. “Todo artista deve ter um legado. Quando vou a um evento, sempre procuro mostrar a importância dos estudos, do relacionamento com a família, do respeito pelas diferenças… É o meu legado.”
“Se tenho olhos pequenos ou grandes, cabelos lisos ou não, é o que menos interessa. A minha identidade é essa.”
Para o pesquisador da UFPE, é preciso ter cuidado com o discurso do “não quero ser famoso”, especialmente na internet, onde a relação entre as máscaras e a vida real é ainda mais turva. “No caso dos youtubers, parece muito um discurso de marketing pessoal, de querer se diferenciar dos outros”, avalia. “O artista tem um palco. Para o youtuber, o palco é a vida dele. Estamos entrando em um momento de tanta visibilidade que o privado virou cênico. É a tirania da intimidade.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Zélia Duncan marca dupla presença no álbum em que Olivia Hime canta músicas de Francis Hime


Artista figura como intérprete na regravação de ‘Pássara’ e como letrista de valsa inédita que gerou o novo título do disco, rebatizado ‘Se eu te eternizar…’. Francis Hime, Olivia Hime (ao centro) e Zélia Duncan no estúdio da gravadora Biscoito Fino
Reprodução / Instagram Olivia Hime
♪ Zélia Duncan marca dupla presença no álbum que Olivia Hime grava no estúdio da gravadora Biscoito Fino, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com músicas do compositor carioca Francis Hime.
Como intérprete, a cantora se junta a Olivia na abordagem de Pássara (1980), parceria de Francis com Chico Buarque, apresentada há 42 anos nas vozes dos autores em gravação feita para o álbum Francis (1980).
Como compositora, Zélia é a parceira letrista de Francis em Valsa sedutora, música inédita em disco – mas já apresentada em show por Francis, em 2020, com participação de Zélia – que abre o álbum originalmente intitulado Canções do meu melhor amigo.
Esse primeiro título aludia à outra música do repertório, Meu melhor amigo (1977), composição que abriu há 45 anos a parceria de Francis com Olivia. Só que Olivia Hime decidiu rebatizar o álbum com o primeiro verso de Valsa sedutora, Se eu te eternizar…, com a benção de Zélia.
Com participação de Mônica Salmaso e os toques de músicos como Aquiles Moraes (flugelhorn e trompete com surdina) e Pedro Amorim (no bandolim), o álbum Se eu te eternizar… apresenta algumas músicas inéditas de Francis Hime, caso de Círculo fechado (Francis Hime e Paulo César Pinheiro), entre regravações de canções como Amorosa (Francis Hime e Olivia Hime, 2014) e Eterno retorno (Francis Hime e Geraldo Carneiro, 2009).
Se eu te eternizar… é o primeiro álbum de Olivia Hime desde Espelho de Maria (2018), disco editado há quatro anos com canções de Dori Caymmi, Edu Lobo e o recorrente Francis Hime.
♪ Eis a letra de Valsa sedutora, parceria de Francis Hime com Zélia Duncan, autora dos versos:
“Se eu te eternizar numa canção
Acreditarias neste amor
Se eu fizer teu nome virar refrão
E uma multidão pedir pra voltares
Porém se for um samba sedutor
E ao longe ouvir o choro da cuíca
Me diz, meu amor
Me diz, meu amor
Será que ficarias?
E se for uma valsa
E eu cantando teu nome três vezes
Tu notas, voltas, vens?
E se for uma valsa
E eu cantando teu nome três vezes
Tu notas, voltas, vens (meu amor)…”

Fonte: G1 Entretenimento

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Edy Star lança single em setembro com hino gay do pop espanhol e edita livro ‘Diário de um invertido’


Capa do livro ‘Diário de um invertido – Escritos líricos, aflitos e despudorados (Salvador, 1956 –1963)’, de Edy Star
Divulgação
♪ Já a caminho dos 85 anos, a serem festejados em 2023 com a edição de biografia escrita por Ricardo Santhiago, o baiano Edivaldo Souza – Edy Star, na certidão artística – se vangloria de ter sido o primeiro artista brasileiro a se revelar publicamente homossexual em entrevista de 1975.
O feito está alardeado no texto da contracapa do livro Diário de um invertido – Escritos líricos, aflitos e despudorados (Salvador, 1956 –1963), programado para ser lançado em setembro pela editora Noir.
Dono do primeiro disco assumidamente gay e glam do Brasil, …Sweet Edy… (1974), Edy Star celebra a edição do livro com o lançamento, também em setembro, de single duplo em que canta um hino gay do pop espanhol, ¿A quién le importa? (Carlos Berlanga e Nacho Canut, 1986), música lançada há 36 anos pela banda espanhola Alaska y Dinarama e já regravada por nomes como a cantora Thalía.
Nesse single, Edy também canta Homens (2002), música lançada há 20 anos pelo cantor e compositor Moisés Santana.
O disco está em sintonia com o relato de Diário de um invertido, livro em que Edy narra a descoberta da própria sexualidade na Salvador (BA) da década de 1950, as relações de sociabilidade gay na capital da Bahia, os primeiros amores e as primeiras experiências sexuais.
Pré-existentes, esses escritos foram localizados por Ricardo Santhiago no acervo pessoal de Edy Star durante processo de organização e documentação do arquivo do artista.
Avalizado pelo antropólogo e professor Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia e autor do texto publicado na segunda orelha, o livro de Edy Star também é sancionado por nomes importantes nas lutas pelas conquistas da comunidade gay masculina do Brasil, caso do escritor e ativista paulista João Silvério Trevisan, autor do livro Devassos no paraíso (1986), título emblemático da literatura gay brasileira.
Capa, contracapa e orelhas do livro ‘Diário de um invertido – Escritos líricos, aflitos e despudorados (Salvador, 1956 –1963)’, de Edy Star
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Sandy anuncia feat com Ludmilla, lembra receio de exposição e relata insegurança na volta aos palcos por causa da Covid-19


Cantora também terá parcerias com cantor Vitor Kley e pianista Amaro Freitas. Cantora afastou hipótese de ampliar turnê e disse que shows intimistas ‘conversam com coração de adulta’. A cantora Sandy durante coletiva em SP no dia 16 de agosto
Reprodução/Sandy
“Gosto de transitar por outros estilos para me pluralizar”. Em meio ao frenesi de lançamento da segunda edição do projeto “Nós, Voz, Eles”, Sandy anunciou na tarde desta terça-feira (16) os próximos artistas convidados para duetos e gravações, entre eles, Ludmilla. Em bate-papo com jornalistas, a compositora e cantora também abordou temas como exposição em redes sociais, relatou que ainda sente insegurança na volta aos palcos, por conta da Covid-19, e destacou que o formato intimista dos shows da nova turnê é o que “conversa com o coração de adulta, aos 39 anos”.
“Eu estou muito orgulhosa do projeto, feliz com os resultados e vendo que está reverberando nas pessoas”, destacou a cantora. A abertura da coletiva teve apresentação de um vídeo sobre o feat musical que será lançado na próxima semana: parceria com o cantor Vitor Kley.
A lista que já contava com Wanessa Camargo e Agnes Nunes será completada ainda pelas parcerias entre a cantora e a banda OutroEu (parceria anterior na canção “Ai de mim”) e o pianista Amaro Freitas.
“Existe uma diversidade, portanto, muito aprendizado”, destacou Sandy.
Sandy e o cantor Vitor Kley
Brunno Rangel
Ao ponderar sobre a forma como conheceu cada um dos convidados, a cantora mencionou a influência do marido Lucas e foi enfática ao falar que até esta tarde não seguia Ludmilla em redes sociais para evitar spoilers.
“Ludmila é claro que já conhecia […] Agora eu posso seguir ela, já gostava, admirava”, contou aos risos. Segundo ela, o marido foi quem sugeriu a participação de Amaro Freitas, e o primeiro contato com Vitor Kley foi quando ele esteve em Campinas (SP), para gravar com Lucas.
A faixa “Leve”, parceria de Sandy com Wanessa Camargo, é a primeira desta segunda edição do projeto e foi lançada nas plataformas de streaming em 4 de agosto. A cantora voltou a ressaltar a importância do dueto com a amiga que participará do show na capital paulista, nesta quinta-feira.
“Eu e ela somos amigos há bastante tempo, mas as pessoas não tinham essa dimensão […] A gente tem redes sociais e um projeto como esse, que ajudam a desmistificar, quebrar paradigma”, frisou ao mencionar que no passado a relação entre ambas chegou a ser tratada como uma suposta rivalidade.
Sandy e Wanessa mostram trecho de nova música
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Exposição
Ao comentar sobre a execução do projeto, que inclui gravações na casa da família, Sandy também abordou a forma como lida com redes sociais e, consequentemente, exposição da vida particular.
Cuidadosa na fala, ela ressaltou que respeita o perfil de quem “se posta o dia inteiro”, mas destacou que esta maneira não combina com ela – que prefere “se arrumar um pouco” antes da publicação.
“Eu não fico bem, sofri coisas que não me fizeram bem em fases tenras, quando era adolescente, passando por mudanças […] Eu estava exposta e sujeitas a opiniões. Quando a gente é nova, deixa uma marca […] Eu encontrei meu jeito”, lembrou. Em seguida, a cantora brincou sobre o quanto as novas ferramentas de comunicação alteraram a forma dos músicos divulgarem os novos trabalhos.
“Eu reclamo porque é tudo pulverizado, a gente acaba trabalhando muito mais. Não é mais fisicamente, mas intelectualmente desgasta mais. É muita coisa para administrar […] Sou ‘jovem, mas sou old scholl”, brincou ao admitir que o marido lida melhor. “Tem 1 mil ideias, ele é ótimo”.
Sandy lança segunda edição do projeto ‘Nós, Voz, Eles’
Brunno Rangel
Volta aos palcos
Sandy fez o show da pré-estreia da turnê em Jaguariúna, no dia 5 de agosto, e admitiu que ainda se sentiu um pouco insegura por conta da pandemia da Covid-19, ainda que tenha recebido todas as doses de vacinas disponíveis para a faixa etária dela. Até então, ela estava longe dos palcos desde 2019, quando apresentou ao lado do irmão, Junior Lima, a turnê comemorativa “Nossa História”.
“Um misto de emoções muito grandes, importantes. Eu estava com muita saudade, vontade de voltar ao palco [com show voltado para o público dela]. Eu tenho medo de expor as pessoas, fico com um pouquinho de medo, aquela coisa, mas quando pisei no palco, no primeiro show em Jaguariúna, chorei porque não acreditava que aquilo estava acontecendo”, falou ao mencionar que respeita a decisão de artistas que decidiram voltar antes aos palcos. “Me senti pronta agora”.
A leva de apresentações vai até o fim de novembro e a cantora afastou a possibilidade de ampliar datas, com objetivo de ter mais tempo com a família e lidar com uma série de demandas da rotina, como “ser mãe, folga de domingo, ser dona de casa”. “Tenho um ritmo um pouco mais lento”, falou.
Comparativo com a turnê
Ao fazer um paralelo entre os novos shows intimistas da carreira solo e as apresentações da turnê “Nossa História”, quando estádios pelo Brasil ficaram lotados, Sandy destacou que o formato atual é o que “conversa com o coração de adulta, aos 39 anos”, e o anterior combinava com a jovem de 24 anos.
“Cada formato conversa com um pedaço do meu coração, coexistem dentro de mim. Eu tenho um amor grande por aquilo que fiz com meu irmão. Foi uma delícia, lotar estádios, no Rio de Janeiro tinha 100 mil pessoas no Parque Olímpico, foi muito emocionante […] Hoje, a maneira como faço meu trabalho, em teatro, casas para 3 mil a 8 mil, é o máximo. Uma plateia de 1 mil, 2 mil, já me deixa feliz.”
Sandy e Junior em show da turnê ‘Nossa História’, em São Paulo
Fábio Tito/G1
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Fonte: G1 Entretenimento

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Sandy reúne Amaro Freitas, Ludmilla, OutroEu e Vitor Kley no EP ‘Nós, Voz, Eles 2’


Sandy surpreende ao convidar o pianista de jazz Amaro Freitas para o elenco do ‘Nós, Voz, Eles 2’
Bruno Rangel / Divulgação
♪ Grande pianista pernambucano celebrado no universo do jazz, Amaro Freitas é o nome mais surpreendente dentre os seis convidados de Sandy no EP Nós, Voz, Eles 2.
Além de Amaro Freitas e das cantoras Agnes Nunes e Wanessa Camargo, com as quais a artista paulista gravou as já lançadas canções De cada vez (Edu Tedeschi) e Leve (Sandy, Lucas Lima, Bibi, Bárbara Dias, Mike Tulio e Guto Oliveira), o elenco da sequência do projeto gregário de 2018 inclui o duo fluminense OutroEu, a cantora fluminense Ludmilla e o cantor gaúcho Vitor Kley no disco que está sendo apresentado em série de três singles duplos.
Previsto para ser lançado na noite de 25 de agosto, o segundo single do EP Nós, Voz, Eles 2 apresentará as gravações de Sandy com o OutroEu e com o Vitor Kley nas músicas Destruição e Tudo teu, respectivamente. O EP está programado para ser concluído em setembro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Wolfgang Petersen, diretor de ‘A história sem fim’ e ‘O barco: inferno no mar’, morre aos 81 anos

Cneasta alemão tratava um câncer no pâncreas. Ele também dirigiu filmes como ‘Troia’, ‘Força aérea um’ e ‘Epidemia’. O diretor alemão Wolfgang Petersen morreu aos 81 anos, na sexta-feira (12) vítima de um câncer no pâncreas. A notícia foi confirmada por sua produtora ao site da revista “Variety” nesta terça-feira (16).
O cineasta começou a carreira na Alemanha e dirigiu filmes ousados como “A consequência”, de 1977, sobre um amor homossexual.
Ele despontou para Hollywood em 1981, quando dirigiu “O barco: inferno ao mar”, que teve seis indicações ao Oscar – duas delas para Wolfgang, como melhor diretor e melhor roteiro adaptado.
A partir disso, começou uma carreira de sucesso no cinema americano. Um dos filmes mais conhecidos é o clássico infantojuvenil “A história sem fim”, de 1984.
Entre os outros filmes de sucesso estiveram “Força aérea um”, de 1997, com Harrison Ford, “Epidemia”, de 1995, com Dustin Hoffman e Morgan Freeman, e “Inimigo meu”, de 1985, com Dennis Quaid.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Vieira participa do ‘Mais Você’ e diz: ‘Eu quero ser relevante. Quero fazer a diferença’


Humorista conversou com Ana Maria Braga, relembrou fases da carreira e respondeu a pergunta sobre ‘o que quer ser quando crescer’. Paulo Vieira no “Criança Esperança”
Reprodução/Instagram
Depois de comandar o “Criança Esperança”, na noite desta segunda-feira (15), Paulo Vieira dormiu poucas horas e embarcou direto do Rio de Janeiro para São Paulo na manhã desta terça-feira (16) para participar do “Mais Você”.
Logo na chegada do programa, o humorista entregou o nervosismo com sua participação.
“Acho que foi a coisa que fiquei mais nervoso na televisão”, afirmou Paulo, antes de brincar sobre a rapidez que fez a ponte aérea no intervalo da participação dos dois programas.
“Eu, na verdade, não tenho casa mais. Tenho um colchão na Globo, durmo no seu estúdio antigo no Rio. Tenho colchão e um litro de água. É assim que eu vivo.”
Ao longo do programa, Ana Maria mostrou diversas fases da carreira de Paulo Vieira na televisão, incluindo os quadros “Big Terapia”, do “BBB”, e o “Avisa lá que eu vou”, do “Fantástico”. A vitória de Paulo em concursos de humor no “Prêmio Multishow”, em 2013, e no “Domingão do Faustão”, em 2015, também foram lembradas.
O humorista de 29 anos explicou que começou a fazer teatro aos 9 anos de idade. “Eu fazia árvore, pedra, galho, eu fazia de tudo”, explicou ele, que fez seu primeiro trabalho profissional aos 12 anos.
“Foi quando comecei a cobrar ingressos em Tocantins com a peça ‘Como Educar os Pais’. Foi minha estreia.”
Entre as imagens mostradas de Paulo na atração, Ana Maria falou sobre a vitória do humorista no quadro “Batalha do Lip Sync”, no qual ele se transformou em Elsa. A apresentadora ainda questionou Paulo sobre a motivação para a conquista do quadro.
“Eu tô chegando agora na televisão, então tem uma coisa que tento sempre, sempre que me dão uma responsabilidade, tento fazer como se minha vida dependesse daquilo. Vou com gana, energia. Quero ser conhecido na casa como alguém que cumpre as demandas. Na casa e na vida”, explicou ele.
Ana ainda pegou Paulo de surpresa ao questionar o que ele “quer ser quando crescer” logo no retorno do intervalo, enquanto ele ainda degustava o café da manhã do programa.
“Eu quero ser alguém que não bota coisa na boca quando alguém vem falar comigo”, brincou o humorista, antes de ele responder o questionamento com seriedade.
“Eu quero ser relevante. Quero fazer a diferença, quero ser relevante pras pessoas, minha comunidade, minha família, pro Brasil.”
“Quero construir coisas, dizer coisas. Quero poder ser importante, inspirar pessoas, quero dizer coisas além do que meu trabalho implica.”
Paulo Vieira se transforma em Elsa e vence primeiro duelo da “Batalha do Lip Sync”
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Jairo Pereira, voz da banda Aláfia, reflete sobre ancestralidade no álbum solo ‘Monocromático’


Jairo Pereira no estúdio na gravação do álbum solo ‘Monocromático’, programado para sábado, 20 de agosto
João Paulo – Prehto / Divulgação
♪ Um dos fundadores e vocalista da Aláfia, big band paulistana de postura politizada e som voltado para a black music, Jairo Pereira apresenta o terceiro disco solo, Monocromático, no sábado, 20 de agosto.
No repertório autoral do álbum, gravado com produção musical de Gabriel Catanzaro, o cantor e compositor denuncia o racismo e reflete sobre a ancestralidade do homem preto, exposta já na capa do disco através da foto do artista, feita por João Paulo – Prehto.
Em Monocromático, Jairo parte do rap para apresentar as reflexões sociais e raciais sem abrir mão de toques de samba e soul na gravação das músicas.
O álbum Monocromático foi formatado com contribuições do DJ Will, da percussionista Thata Vieira, do guitarrista Dudu Tavares, do tecladista Fernando César e da cantora Marina Afares.
Capa do álbum ‘Monocromático’, de Jairo Pereira
João Paulo – Prehto com arte de Jairo Pereira e Luana Segatto

Fonte: G1 Entretenimento