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Grupo ‘Menos é Mais’ vira fenômeno da internet e faz pagode de Brasília ‘invadir’ territórios


Quinteto é uma das atrações do Jaguariúna Rodeo Festival, onde irá dividir o palco com sertanejos e DJ Alok no dia 23 de setembro. Confira a entrevista exclusiva ao g1. Grupo de pagode Menos é Mais
Reprodução/Instagram/grupomenosemais
Com pouco mais de cinco anos de carreira, o grupo de pagode “Menos é Mais” ostenta números que chamam a atenção na internet. Ao todo, os vídeos do grupo já somam mais de 1,5 bilhão de visualizações no YouTube, pondo-se em pé de igualdade com muitos nomes do sertanejo, estilo que há alguns anos domina as paradas e a atenção do público quando o assunto é música popular no Brasil.
E aos poucos o quinteto vai “invadindo” territórios e festas dominados pela bota e o chapéu também fora do mundo virtual, como o Jaguariúna Rodeo Festival, onde divide o palco no dia 23 de setembro com Henrique e Juliano, Ícaro e Gilmar e DJ Alok.
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Estranhos no ninho? Nada disso, afinal eles estão acostumados a trilhar caminhos tortuosos ou, ao menos, não tão óbvios. Para começar, o grupo é de Brasília, onde o samba e o pagode esteve até então restrito a circuitos alternativos.
“Realmente Brasília nunca teve grupos de pagode fazendo sucesso nacional. No entanto, o Distrito Federal tem o Clube do Choro, Escola de Música e várias ótimas formações de samba como o Coisa Nossa, Amor Maior, Adora a Roda. Procuramos mostrar ao Brasil em nossos shows esses nomes”, conta Gustavo Góes, percussionista do Menos é Mais.
Além dele, completam o quinteto os amigos Duzão (vocal) e os também percussionistas Jorge Farias, Paulinho Felix e Ramon Alvarenga.
Por essa formação, dá para deduzir que ritmo é o que dita a música dos brasilienses, que têm entre os destaques do repertório músicas como “Melhor Eu Ir”, Ligandos os Fatos”, “Sonhos de Amor” e “Deixa eu Te Querer”.
Em um vídeo que reúne trechos de todas essas canções, nomeado de “Churrasquinho do Menos é Mais”, eles chegaram a atingir 662 milhões de visualizações no YouTube. Assista abaixo:
Início e pandemia
Mas até nesse sucesso, o quinteto chegou por caminhos não convencionais. Formado em 2016, o canal dos pagodeiros foi inaugurado em 2018. Quando o projeto estava embalando, veio a pandemia, que obrigou as rodas de samba a tomarem distância do público. Por incrível que pareça, teve início aí a arrancada do sucesso e a explosão de visualizações dos vídeos.
“Foi um sentimento estranho. Porque é difícil medir sucesso dessa forma. O que significa ter 1 milhão de acessos num vídeo? Isso é sinal de sucesso? Quanto de sucesso?”, questiona Góes, confessando uma certa angústia dos integrantes, que viam sua grande oportunidade de carreira só ser sentida através de algoritmos.
Isso dá uma ideia do que foi o retorno aos palcos quase dois anos depois, já num novo patamar de reconhecimento.
“Vinha gente falar com a gente, dizer que estava com depressão na pandemia e se alegrou com nossa música, nossos vídeos”, afirma o percussionista.
Grupo Menos é Mais grava 1º álbum de músicas autorais
Divulgação/André Kazuo
Pagode nos rodeios
E é neste clima de euforia que Menos é Mais chega a Jaguariúna. Góes destaca que o grupo já fez duas festas de rodeio na carreira, no entanto, o evento no interior de São Paulo deve marcar o maior público da carreira dos pagodeiros.
“Estamos animados e preparando algumas novidades, como um medley de hits sertanejos vertidos ao pagode”, adianta.
Ele também se alegra com o fato de poder mostrar seu trabalho em um lugar que, no passado, pouco dava atenção ao estilo que seu grupo toca.
“Essa absorção de estilos é um caminho da indústria da música atual, não há mais espaço para segmentos isolados. Todo mundo se interessa por tudo”, finaliza.
Grupo de pagode Menos É Mais durante show em Manaus
Reprodução/Instagram/MenoséMais
Programação
16/09 – Sexta-feira
Hugo e Guilherme
Ana Castela
Pedro Sampaio
Wesley Safadão
Sevenn
17/09 – Sábado
Jorge e Mateus
Lauana Prado
Zé Neto e Cristiano
Dennis
23/09 – Sexta-feira
Henrique e Juliano
Menos é Mais
Ícaro e Gilmar
Alok
24/09 – Sábado
Gusttavo Lima
Gustavo Mioto
Vintage Culture
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Fonte: G1 Entretenimento

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Alexandre Pires volta a investir no mercado de música hispânica com o álbum ‘Latin lover’


Artista mineiro lança disco em espanhol com repertório romântico, como fez na primeira metade dos anos 2000. Alexandre Pires na gravação ao vivo do álbum ‘Latin lover’, em fevereiro, em Porto Alegre
Léo Lima / Divulgação
♪ Alexandre Pires volta a investir no mercado latino de música hispânica, sem esquecer o Brasil, país com o qual tem se apresentado com Seu Jorge na turnê do show Irmãos.
A edição da primeira parte do álbum audiovisual Latin lover na sexta-feira, 19 de agosto, remete ao tempo em que o artista mineiro incursionou pelo mercado latino – a partir da gravação em 1999 da música Santo santo com Gloria Estefan, cantora cubana radicada nos Estados Unidos – enquanto vivia no Brasil o auge do Só pra Contrariar, com o qual foi projetado nacionalmente em 1993 como vocalista do grupo de pagode.
Na época, no embalo do dueto com Estefan, Pires chegou a gravar dois álbuns em espanhol, Es por amor (2001) e Estrella guia (2003), para o mercado latino e cantou na Casa Branca em evento com a presença do então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
Também gravado em espanhol e captado em 15 e 16 de fevereiro em duas apresentações do cantor e compositor no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre (RS), o álbum Latin lover reúne ao todo 26 faixas produzidas sob direção artística orquestrada pelo próprio Alexandre Pires com Juliano K-lcinha.
As primeiras 13 faixas são apresentadas na Parte uno e totalizam 15 músicas, já que o repertório romântico desse primeiro volume abarca dois medleys com sucessos do cantor porto-riquenho Luis Miguel.
Capa do álbum ‘Latin lover – Parte uno’, de Alexandre Pires
Léo Lima / Divulgação
♪ Eis as 15 músicas distribuídas nas 13 faixas da Parte uno do álbum Latin lover, de Alexandre Pires:
1. Un don nadie (Cigano) (Alexandre Pires e Luiz Silva em versão em espanhol de Alexandre Pires)
2. Es por amor (Donato Poveda Lopez e Fabio Alonso Salgado)
3. Si no te hubieras ido (Marco Antonio Solis)
4. Necesidad (Fabio Alonso Salgado)
5. Bachata rosa (Juan Luis Guerra)
6. Bum bum bum (Boom boom boom) (Fabio Alonso Salgado e Julio Cesar Reyes)
7. Aqui nada es igual (Donato Poveda Lopez e Fabio Alonso Salgado)
8. Tal vez (Franco De Vita)
9. Amame (Carlos Dario Moscatelli e Cynthia Sara Nilson Lopez)
10. Medley Luis Miguel 1 – Somos novios (Armando Manzanero) / La barca (Roberto Cantoral Garcia)
11. Medley Luis Miguel 2 – La puerta (Luis Demetrio Traconis Molina) / El Día que me quieras (Alfredo Le Pera, Antero Jakoila e Carlos Gardel)
12. Dejaría todo (Fabio Alonso Salgado)
13. Por amarte así (Eduardo Rogelio Reyes Napoles e Alejandro Montalban)
Alexandre Pires canta dois medleys com sucessos do cantor Luis Miguel na primeira parte do álbum ‘Latin lover’
Léo Lima / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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A$AP Rocky se declara inocente de acusações de agressão com arma de fogo


Marido de Rihanna é acusado de dar dois tiros em amigo, que sofreu ferimentos leves. A$AP Rocky no 2º dia de Lollapalooza
Fábio Tito/g1
A$AP Rocky se declarou inocente nesta quarta-feira (17) de duas acusações de agressão com arma de fogo, relacionadas a um incidente em novembro do ano passado, no qual ele supostamente teria atirado em um ex-amigo.
Rocky, de 33 anos, apareceu em um tribunal de Los Angeles ao lado de seu advogado, que afirmou ao juiz que o artista iria se declarar inocente diante  das acusações. 
Os promotores alegam que Rocky, cujo nome verdadeiro é Rakim Mayers, apontou uma arma semiautomática para um homem durante uma “discussão acalorada”, de acordo com um comunicado do promotor distrital do condado de Los Angeles, George Gascón.
Em um confronto posterior, Rocky sacou a arma e disparou duas vezes na direção do homem, que sofreu um ferimento leve, disse a nota.
Em agosto de 2019, Rocky recebeu uma pena suspensa por seu papel em uma briga em Estocolmo.
O rapper e dois membros de sua comitiva foram condenados por chutar e espancar um jovem de 19 anos após uma discussão. Eles disseram ao tribunal que agiram em legítima defesa.
Rocky e sua companheira, Rihanna, tiveram um bebê em maio, de acordo com informações da imprensa.
Quem é A$AP Rocky e como será o show no Lollapalooza 2022 Descrição

Fonte: G1 Entretenimento

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Ludmilla reúne Delacruz, Gabby Moura, Péricles, Prateado e Tá na Mente no álbum ‘Numanice #2 ao vivo’


O disco sai dia 23 de agosto e inclui ‘Insônia’, a já anunciada faixa com Marília Mendonça. Capa do álbum ‘Numanice #2 ao vivo’, de Ludmilla
Divulgação
♪ Com capa revelada por Ludmilla na tarde de hoje, 17 de agosto, o álbum Numanice #2 ao vivo chega aos aplicativos de música às 21h da próxima terça-feira, 23 de agosto, com o registro do show baseado no segundo disco de pagode da artista.
Além da música gravada pela cantora com Marília Mendonça (1995 – 2022), Insônia, o álbum Numanice #2 ao vivo tem repertório composto por números do show apresentado por Ludmilla no Museu da Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em evento fechado para convidados.
Ao longo das 17 faixas do disco audiovisual, a cantora recebe convidados como o rapper Delacruz (nas músicas Cigana e Maria Joana), a cantora Gabby Moura (na música Me arrepender), o cantor Péricles (em Sinais de fogo), o produtor Prateado (no medley que junta Nunca mais sofrer e Intriga da oposição) e o grupo de pagode Tá na Mente (no medley que agrega Dorme com Deus e Fica).
♪ Eis as 21 músicas distribuídas nas 17 faixas do álbum Numanice #2 ao vivo, de Ludmilla:
1. Eu estive aqui
2. Meu homem é seu homem
3. Fora de si
4. Sinais de fogo – com Péricles
5. Maldivas
6. 212
7. Cabelo cacheado
8. Quem é você
9. Insônia – com Marília Mendonça
10. Por causa de você / Baby / 1 minuto
11. Dorme com Deus / Fica – com Tá Na Mente
12. Me arrepender – com Gabby Moura
13. Nunca mais sofrer / Intriga da oposição – com Prateado
14. Maria Joana – com Delacruz
15. Cigana – com Delacruz
16. Meu desapego
17. Mini saia

Fonte: G1 Entretenimento

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Jonah Hill diz que tem ataques de ansiedade há 20 anos e não vai fazer turnês para promover filmes


Ator de ‘Não olhe para cima’, ‘Anjos da lei’ e ‘O lobo de Wall Street’ diz que viajar para eventos e entrevistas sobre seus filmes causou ataques de ansiedade durante toda sua carreira. O ator Jonah Hill no tapete vermelho do 71º Globo de Ouro
REUTERS/Danny Moloshok
Jonah Hill divulgou um comunicado nesta quarta-feira (17) dizendo que não vai mais participar de eventos e entrevistas para divulgar seus filmes. Ele diz que essas turnês pioraram os ataques de ansiedade que o acometem há quase 20 anos.
O ator de “Não olhe para cima”, “Anjos da lei” e “O lobo de Wall Street” está lançando a comédia “You people”, no Netflix, e o documentário “Sputz”, em que ele discute seus próprio problemas de saúde mental.
“Através desta jornada de autodescoberta do filme, cheguei à conclusão de que passei quase 20 anos experimentando ataques de ansiedade, que são exacerbados por aparições na mídia e eventos públicos”, ele escreveu.
“Você não vai me ver promovendo este filme, ou qualquer um dos meus próximos filmes, enquanto eu dou este importante passo para me proteger”, disse Jonah Hill.
“Se eu me deixasse mais doente ao fazer essas promoções, não estaria agindo fiel a mim mesmo ou ao filme”, afirmou o ator.
LEIA MAIS: ‘Pop ansioso’ de Selena, Ariana e Camila tem contraindicação? Psiquiatras avaliam letras

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Uma pitada de sorte’, filme com Fabiana Karla e Mouhamed Harfouch, ganha trailer; assista

Comédia romântica estreia nos cinemas no dia 15 de setembro. Fabiana Karla vive cozinheira aspirante em ‘Uma Pitada de Sorte’; trailer
Foi divulgado nesta quarta-feira (17) o trailer de “Uma Pitada de Sorte”, comédia romântica cabiana Karla e Mouhamed Harfouch.
O filme é dirigido por Pedro Antônio e estreia nos cinemas no dia 15 de setembro e acaba de ganhar cartaz e trailer oficiais. Produzido por Gláucia Camargos, o filme conta a história da carismática Pérola, que sonha em abrir seu próprio restaurante, mas parece estar bem longe de realizar seu desejo.
Nada parece que vai dar certo para a moça e ela vive tão assoberbada que não percebe nem que seu melhor amigo, Lugão (Harfouch), é completamente apaixonado por ela.
Na comédia, Pérola vive com a mãe e um irmão menor adotivo. Seu grande sonho é ser reconhecida como chef e enquanto seu desejo não se torna realidade, a moça trabalha como animadora de festas infantis e sous chef (o segundo no comando de uma cozinha) em um restaurante na Zona Sul do Rio.
Tudo começa a mudar na vida de Pérola quando ela é aprovada num teste para ser auxiliar de um renomado chef em um programa de televisão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tove Lo faz versão de vídeo de cantora curitibana que viralizou com remix de bossa nova e gritos de vendedor na praia


Cantora sueca incluiu sua voz em vídeo criado pela brasileira Tafnes Taborda. ‘Hit internacional, família. Exquece’. Tove Lo faz versão de vídeo de cantora curitibana que viralizou com remix de bossa nova e gritos de vendedor na praia
Reprodução/Instagram
Tove Lo já falou ao g1 sobre sua relação com o funk brasileiro. E agora, a cantora sueca também mostrou que entende de bossa nova ao fazer uma versão de um vídeo viral criado pela cantora curitibana Tafnes Taborda.
No vídeo original, Tafnes faz uma remix de bossa nova com os gritos de um vendedor de refrigerante na praia.
Publicado originalmente em 30 de julho no TikTok, o vídeo já conta com mais de 785 mil curtidas na plataforma. Tafnes repostou a produção em seu Instagram e apresentou como “Tempero brasileiro”.
Na nova versão, postada por Tove Lo nesta terça-feira (12), a cantora sueca incluiu sua voz no remix, além de uma bateria. O vídeo conta com mais de 216 mil curtidas.
Tafnes celebrou no Instagram: “hit internacional, família. Exquece”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Meu gato salvou minha vida quando tive ataque cardíaco’


O gato Billy acordou sua dona, Sam Felstead, pulando sobre ela e miando. Billy pulou em Sam Felstead e começou a miar enquanto ela dormia
BBC
Uma mulher britânica acredita que seu gato salvou sua vida ao acordá-la enquanto ela estava tendo um ataque cardíaco.
Sam Felstead afirma que poderia teria morrido dormindo se Billy não tivesse saltado sobre ela e começado a miar.
Assim que acordou, ela percebeu que não conseguia mover o lado direito do seu corpo. Sua mãe, então, a levou ao hospital.
Dois especialistas em comportamento felino explicaram à BBC que Billy pode ter reagido a mudanças no comportamento ou na fisiologia de Felstead.
‘Ele sabia’
“Os médicos disseram que foi importante ter chegado no hospital logo”, disse Felstead, que mora em Nottinghamshire, na região central da Inglaterra.
“Ele [Billy] normalmente não se senta comigo, mas ele sabia que algo estava errado porque não me deixava em paz. Acho que ele salvou minha vida, assim como todo mundo ao meu redor.”
Billy pode ter reagido ao suor excessivo da dona
SAM FELSTEAD
Lucy Hoile, especialista em comportamento felino, acredita que Billy pode ter percebido mudanças fisiológicas ou no comportamento de Felstead, o que o deixou ansioso.
“Pode ser que o fato de ele pular em cima dela e miar seja um sinal de sua ansiedade”, disse ela.
“Eu acredito que ele provavelmente salvou a vida dela, porque foi isso que permitiu que ela conseguisse ajuda médica, mas eu não diria que ele fez isso ‘sabendo do ataque cardíaco’. Foi uma reação à situação.”
‘Ele foi muito esperto’
Hoile disse que Billy pode ter percebido que Felstead estava suando mais do que o normal, movendo-se de maneira diferente, fazendo barulhos, ficando inquieta durante o sono ou que tenha até mesmo notado uma mudança em seu cheiro.
“Eu estava molhada de suor, então talvez tenha sido isso que ele sentiu”, disse Felstead.
“Ele foi muito esperto, Deus o abençoe. Ele queria ficar ao meu lado o tempo todo. Normalmente ele fica sentado ao lado da minha mãe o tempo todo, ele não está interessado em mim. Ele ama minha mãe e dá muito amor a ela.”
Billy normalmente não dá muita atenção à dona
SAM FELSTEAD
Linda Ryan, especialista em comportamento clínico animal certificada para gatos, disse que Felstead poderia estar se comportando de uma maneira que fosse interessante ou angustiante para Billy.
“Pode ser que o gato tenha ficado assustado ou angustiado. Os movimentos ou espasmos estavam atraindo sua atenção, porque os gatos são estimulados pelo movimento”, disse ela.
“É provável que isso tenha a ver com a mudança de comportamento, eu imagino. Os gatos não têm os mesmos comportamentos sociais que as espécies sociais, como cães, cavalos ou coelhos, pois são mais solitários por natureza.”
“Embora seja fácil acreditar que este foi um ato de altruísmo, correlação não necessariamente implica causa, portanto, é improvável que ele estivesse salvando deliberadamente a vida da dona.”
‘Ele não tem a menor ideia’
Felstead ficou internada entre 8 e 11 de agosto. Ela fez uma angioplastia, um procedimento cirúrgico pouco invasivo para combater a obstrução de artérias que conduzem o fluxo sanguíneo até o coração. A britânica também precisará tomar medicamentos para o coração a partir de agora.
“Quando saí do hospital, ele [o gato] não se aproximou de mim por horas. Não sei se eu estava com um cheiro estranho do hospital”, disse ela.
Ela se sente “muito grata” por Billy, mas afirma que ele é aparentemente indiferente a ela.
“Eu não acho que ele tenha a menor ideia do que aconteceu”, disse ela.
“Contanto que eu o alimente, está tudo bem para ele.”
– Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62582465

Fonte: G1 Entretenimento

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Gozos e inseguranças de Caetano Veloso jorram em ‘Lado C’, livro sobre a trajetória do artista com a bandaCê


Com texto fluente, os autores Luiz Felipe Carneiro e Tito Guedes descortinam bastidores de discos e shows marcados, entre 2006 e 2015, pelo rejuvenescimento do público do cantor de 80 anos. Capa do livro ‘Lado C – A trajetória musical de Caetano Veloso até a reinvenção com a bandaCê’, de Luiz Felipe Carneiro e Tito Guedes
Fernando Young / Divulgação
Resenha de livro
Título: Lado C – A trajetória musical de Caetano Veloso até a reinvenção com a bandaCê
Autores: Luiz Felipe Carneiro e Tito Guedes
Edição: Máquina de Livros
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ De todos os sete livros lançados neste segundo semestre de 2022 no rastro dos 80 anos de Caetano Veloso, festejados em 7 de agosto, Lado C é o único que se debruça especificamente sobre a musicalidade que embala o cancioneiro do artista.
Mesmo sem escapar da veneração do artista, reverência recorrente em todos os textos escritos na mídia para saudar a chegada de Caetano ao panteão dos octogenários da MPB, os autores Luiz Felipe Carneiro e Tito Guedes apresentam livro interessante por descortinar os bastidores das criações dos discos e shows feitos pelo cantor, compositor e violonista baiano com a carioca bandaCê entre 2006 e 2015, fazendo jorrar os gozos e inseguranças do artista ao longo da jornada que gerou os álbuns Cê (2006), Zii e Zie (2009) e Abraçaço (2012), além dos respectivos shows originários dos discos.
A contribuição de Caetano ao livro é inexpressiva, embora o nome dele conste na lista dos que deram depoimentos aos autores. A matéria-prima de Lado C são as reveladoras entrevistas de Marcelo Callado (bateria), Pedro Sá (guitarra) e Ricardo Dias Gomes (baixo), músicos – cerca de 30 anos mais jovens do que Caetano – que formaram em 2006 o trio batizado como bandaCê.
A partir dos depoimentos dos músicos e de trechos de entrevistas concedidas por Caetano a jornais e revistas nas épocas dos lançamentos dos discos e shows, assim como das reproduções de críticas, Luiz Felipe Carneiro e Tito Guedes conseguem traçar consistente painel evolutivo dessa fase Cê, cujo embrião é a gravação da música Rock’n’Raul (Caetano Veloso, 2000) no álbum Noites do norte (2000), disco de repercussão (bem) aquém da esperada pelo cantor.
Indissociável do rejuvenescimento do público e da discografia de Caetano a partir de 2006, o som Cê ainda reverbera em registros posteriores como o da canção Anjos tronchos (Caetano Veloso, 2021), talvez por isso mesmo escolhida pela diretoria de marketing da gravadora Sony Music para ser o primeiro single do álbum Meu coco (2021), o primeiro disco de inéditas de Caetano desde Abraçaço (2012).
Fazendo jus ao subtítulo A trajetória musical de Caetano Veloso até a reinvenção com a bandaCê, o livro Lado C historia nas primeiras 75 páginas a relação do cantor com outros músicos e bandas em recorte histórico que parte do álbum Transa (1972) – comumente relacionado à fase Cê por ser disco de banda, cultuado pela sonoridade – e que dá justa ênfase aos cinco álbuns gravados por Caetano Veloso com A Outra Banda da Terra entre 1978 e 1983, antes de abordar os encontros determinantes do artista com Arto Lindsay e com o violoncelista e maestro Jaques Morelenbaum entre 1989 e 2004.
Quando entra enfim no x da questão, Lado C mostra como a bandaCê se formou a partir da afinidade entre Caetano Veloso e Pedro Sá, guitarrista incumbido pelo cantor em 2006 de formar um grupo para gravar o que se tornaria o primeiro álbum solo de músicas inéditas do artista desde o já mencionado Noites do norte.
Como Caetano exigiu um tecladista, Pedro arregimentou Ricardo Dias Gomes. Para o posto de baterista, o guitarrista pensou em Domenico Lancellotti e, depois, em Stéphane San Juan, mas acabou optando por Marcelo Callado. E foi assim que nasceu a bandaCê, trio enxuto com o qual Caetano embasou o álbum Cê com a batida crua do rock. E o resto é uma história que os autores contam com elegância em texto bem escrito.
Mérito de Luiz Felipe Carneiro (autor de livro sobre o Rock in Rio) e de Tito Guedes (autor de um dos textos mais embasados da fluida seleção do livro 1979 – O ano que ressignificou a MPB), a fluência do texto permite que o leitor vire as páginas de Lado C sem perda de interesse pela contínua exposição das gêneses e repercussões dos três álbuns e três shows feitos por Caetano Veloso com a bandaCê em trajetória encerrada em 21 de junho de 2015, sem choro nem vela, em apresentação gratuita do show Abraçaço (2013) na Virada cultural da cidade de São Paulo (SP).
Artista por vezes medroso de investir na própria musicalidade, Caetano foi perdendo a insegurança a partir do trabalho com Jaques Morelenbaum em processo completado com a bandaCê, à medida em que foram vindo ao mundo álbuns como Zii e zie – disco pautado pela cadência do transamba – e Abraçaço, disco de conceito mais difuso que gerou o show que, na visão do trio, marcou o ápice da interação com o cantor em período também marcado pela renovação do público de Caetano e, em contrapartida, pelas estranhezas de ouvintes mais identificados com o cantor das grandes canções da fase mais MPB dos anos 1970 e 1980.
Ao fim da narrativa do livro Lado C, em fala reproduzida na página 249, Pedro Sá resume sem falsa modéstia o legado da Cê na trajetória musical de Caetano Veloso. “Ele se afirmou muito musicalmente. Caetano tinha uma parcimônia com o lado músico dele. E com a gente exercitou essa falta de medo. A bandaCê deu a ele essa segurança. Em Meu coco, eu vejo muito o Caetano como produtor musical. Ele está se bastando”, ressalta o guitarrista que ajudou Caetano Veloso a mudar o curso de história que, a julgar pelo viço do álbum Meu coco e do próprio artista já octogenário, ainda ganhará outros capítulos e bandas.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mulher-Hulk’ quase compensa computação gráfica terrível com humor e carisma de Tatiana Maslany; g1 já viu


Série da heroína é uma das coisas mais engraçadas já feitas pela Marvel, que apresenta uma heroína verde inexplicavelmente malfeita. Há um contraste gritante em “Mulher-Hulk: Defensora de heróis”, nova série da Marvel que estreia nesta quinta-feira (18).
Por um lado, graças ao carisma gigantesco da protagonista, a atriz Tatiana Maslany (“Orphan Black”), e a um roteiro afiado, é uma das coisas mais engraçadas feitas pelo estúdio, entre cinema e “TV”. Por outro, a empresa entrega aqui a computação gráfica mais perturbadoramente malfeita de sua bem-sucedida história.
Ao longo dos quatro primeiros episódios, disponibilizados para a imprensa, o público é jogado de um lado para o outro entre piadas cheias de metalinguagem, participações especiais e um questionamento profundo sobre o que há de tão errado nos efeitos visuais que recriam a super-heroína verde.
Cada um dos nove capítulos da temporada vai ser lançado toda quinta na plataforma de vídeos Disney+.
Assista ao trailer de ‘Mulher-Hulk’
Está no sangue
Na série, Maslany interpreta Jennifer Walters, uma advogada aparentemente comum, que – assim como seu primo Bruce Banner (Mark Ruffalo) – divide seu corpo com uma versão verde e musculosa de si mesma após um acidente.
Ao contrário de seu parente mais famoso, no entanto, a personagem não se transforma em um monstro descontrolado após a transformação, mantendo a consciência desde a primeira vez.
A habilidade pode parecer um ótimo começo para quem deseja se tornar um super-herói, mas não é tão bem recebida pela protagonista, que passa a ter dificuldades para equilibrar sua antiga carreira com os novos poderes.
Mark Ruffalo e Tatiana Maslany em cena de ‘Mulher-Hulk: Defensora de heróis’
Divulgação
O inverso do avesso
O desequilíbrio de “Mulher-Hulk” é gritante desde o primeiro episódio. A química excelente entre Maslany e Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”) faz dele o melhor dos quatro iniciais com alguma folga – com aquela que deve ser a melhor cena pós-créditos de todo o Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês).
Ao mesmo tempo, também é o capítulo que gera mais incômodo com a transformação da personagem de carne e osso para a computação gráfica responsável por seu alter ego.
Em contraste com o Hulk de Ruffalo, um modelo que teve 15 anos de evolução e aperfeiçoamento ao longo de inúmeros filmes, os defeitos da “jovem” gigante esmeralda ficam ainda mais gritantes.
Artificial, inconstante e desproporcional em diversos momentos, mas não todos, ela é uma espécie de anti-“vale da estranheza” – termo usado para descrever o fenômeno moderno da estranheza causada em humanos ao ver algo irreal que se assemelha demais à realidade.
Tatiana Maslany, Ginger Gonzaga e Drew Matthews em cena de ‘Mulher-Hulk: Defensora de heróis’
Divulgação
A verdadeira heroína
O sentimento infelizmente nunca é superado. E talvez até piore com o passar do tempo (uma cena em que a heroína rebola com a rapper Megan Thee Stallion deve assombrar os pesadelos de muitos pelos próximos meses).
É difícil de entender como ou por que o resultado foi aprovado, já que seria de se imaginar que a protagonista merecia um pouco mais de carinho por parte do estúdio.
Por sorte, o incômodo não é suficiente para acabar completamente com o produto final. Com a experiência de alguém que já interpretou cerca de 14 personagens diferentes em seu trabalho mais conhecido, Maslany não se deixa intimidar pelo humor ligeiro e até um pouco rasteiro (no bom sentido) do roteiro.
Tatiana Maslany em cena de ‘Mulher-Hulk: Defensora de heróis’
Divulgação
Juntos, texto e atriz também são responsáveis por sustentar a famosa “quebra da quarta parede”, quando a personagem olha para a câmera e conversa diretamente com o público (há, sim, uma inevitável comparação com “Fleabag”, mas a inspiração da série vem de um celebrado arco dos quadrinhos na qual a protagonista fazia o mesmo, muitos anos antes de Phoebe Waller-Bridge ou de outro herói metalinguístico da Marvel, o Deadpool).
A linguagem não chega a ser revolucionária ou até mesmo uma grande inovação, mas também se encaixa de forma quase imperceptível na trama.
Apoiada por um elenco não tão conhecido, mas também muito competente no gênero, Maslany salva piada a piada – e com seu carisma gigante – um projeto quase condenado ao fracasso por um lado técnico sofrível.
Certamente uma inversão notável para um estúdio tão conhecido por produções irretocáveis, mas muitas vezes genéricas.

Fonte: G1 Entretenimento