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‘Marighella’ é o grande vencedor do 21º Grande Prêmio do Cinema; veja mais premiados


Dirigido por Wagner Moura, longa levou oito Troféus Grande Otelo. Dira Paes, Seu Jorge, Zezé Motta e Rodrigo Santoro estão entre atores vencedores. Wagner Moura é premiado no 21º Grande Prêmio do Cinema por “Marighella”
Roberto Filho / Divulgação
“Marighella” é o grande vencedor do 21º Grande Prêmio do Cinema. A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta quarta-feira (10), na Cidade das Artes Bibi Ferreira, no Rio de Janeiro.
Dirigido por Wagner Moura, o longa sobre o guerrilheiro levou oito Troféus Grande Otelo. Entre eles, Melhor Longa-Metragem Ficção, Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem e Melhor Ator (veja lista completa abaixo).
Dira Paes, Seu Jorge, Zezé Motta e Rodrigo Santoro estão na lista de atores premiados no evento. No total, 32 prêmios foram entregues.
A cerimônia foi comandada por Camila Pitanga e Silvero Pereira. O ator também soltou a voz no palco e interpretou as canções “Sujeito de Sorte”, “Maria Maria” e “Dias Melhores Virão”.
Dira Paes é premiada no 21º Grande Prêmio do Cinema
Roberto Filho / Divulgação
Veja lista completa de premiados no 21º Grande Prêmio do Cinema:
MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO
MARIGHELLA, de Wagner Moura. Produção: Bel Berlinck, Andrea Barata Ribeiro, Fernando Meirelles por O2 Filmes e Wagner Moura por Maria da Fé
Trailer de ‘Marighella’
MELHOR FILME – JÚRI POPULAR
“O Auto da Boa Mentira”, de José Eduardo Belmonte. Produção: Mônica Monteiro, Fátima Pereira e Luciana Pires por Cinegroup.
MELHOR DIREÇÃO
DANIEL FILHO por “O Silêncio da Chuva”.
MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM
WAGNER MOURA por “Marighella”.
MELHOR ATOR
SEU JORGE como Marighella por “Marighella”.
MELHOR ATOR COADJUVANTE
RODRIGO SANTORO como Luca por “7 Prisioneiros”.
MELHOR ATRIZ
DIRA PAES como Rita por “Veneza”.
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
ZEZÉ MOTTA como Francisca por “Doutor Gama”.
MELHOR FILME INTERNACIONAL
“NOMADLAND” – Nomadland (EUA) / Documentário / Direção: Chloe Zhao.
MELHOR FILME IBERO-AMERICANO
“EMA” – Ema (Chile) / Ficção / Direção: Pablo Larraín.
MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
“A ÚLTIMA FLORESTA”, de Luiz Bolognesi. Produção: Caio Gullane; Fabiano Gullane por Gullane, Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi por Buriti Filmes.
MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA
DEPOIS A LOUCA SOU EU, de Julia Rezende. Produção: Mariza Leão por Atitude Produções e Empreendimentos.
MENÇÃO HONROSA – LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO
“BOB CUSPE – NÓS NÃO GOSTAMOS DE GENTE”, de Cesar Cabral. Produção: Cesar Cabral e Anália Tahara por Coala Produções Audiovisuais.
MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL
“TURMA DA MÔNICA – LIÇÕES”, de Daniel Rezende. Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho por Biônica Filmes, Marcio Fraccaroli por Paris Entretenimento e Daniel Rezende.
MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
“YAÕKWA, IMAGEM E MEMÓRIA”, de Rita Carelli e Vincent Carelli.
MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
“MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA”, de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues.
MELHOR CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO
“ATO”, de Bárbara Paz.
MELHOR MONTAGEM FICÇÃO
KAREN HARLEY, EDT por “Piedade”.
MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO
RICARDO FARIAS por “A Última Floresta”.
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
HENRIQUE DOS SANTOS E ALY MURITIBA por “Deserto Particular”.
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
FELIPE BRAGA E WAGNER MOURA – adaptado da obra “Marighella: O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo”, de Mario Magalhães – por Marighella.
MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
ADRIAN TEIJIDO, ABC, por “Marighella”.
MELHOR EFEITO VISUAL
PEDRO DE LIMA MARQUES por “Contos do Amanhã”.
MELHOR SOM
GEORGE SALDANHA, ABC, ALESSANDRO LAROCA, EDUARDO VIRMOND LIMA E RENAN DEODATO por “Marighella”.
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
FREDERICO PINTO, ABC por “Marighella”.
MELHOR MAQUIAGEM
MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por “Veneza”.
MELHOR FIGURINO
VERÔNICA JULIAN por “Marighella”.
MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DOCUMENTÁRIO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE – TV PAGA/OTT
“TRANSAMAZÔNICA – UMA ESTRADA PARA O PASSADO” – 1ª TEMPORADA (HBO e HBO GO) Direção Geral: Jorge Bodanzky. Produtora Brasileira Independente: Ocean Films.
MELHOR SÉRIE BRASILEIRA ANIMAÇÃO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE – TV PAGA/OTT
ANGELI THE KILLER – 2ª TEMPORADA (Canal Brasil). Direção Geral: Cesar Cabral. Produtora Brasileira Independente: Coala Produções Audiovisual.
MELHOR SÉRIE BRASILEIRA FICÇAO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE – TV ABERTA
“SOB PRESSÃO – 4ª TEMPORADA” (Globo). Direção Geral: Andrucha Waddington. Produtora Brasileira Independente: Conspiração.
MELHOR SÉRIE BRASILEIRA FICÇÃO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE – TV PAGA/OTT
“DOM – 1ª TEMPORADA” (Amazon Prime Video) Direção Geral: Breno Silveira. Produtora Brasileira Independente: Conspiração.
MELHOR TRILHA SONORA
ANDRÉ ABUJAMRA E MÁRCIO NIGRO por “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”.
Camila Pitanga apresenta o 21º Grande Prêmio do Cinema
Roberto Filho / Divulgação
Silvero Pereira se apresenta no 21º Grande Prêmio do Cinema
Rogério Resende / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Vestido nu’ de grife francesa entra em lista de peças mais desejadas; veja fotos


Roupa foi desenvolvida pela marca de Jean Paul Gaultier em parceria com a estilista Lotta Volkova. Vestido nu Jean Paul Gaultier
Reprodução
Um vestido que imita o corpo de uma mulher nua entrou para a lista de peças mais desejadas do mundo da moda. Batizado de “naked dress” (vestido nu, em tradução livre), a peça da grife francesa Jean Paul Gaultier feita em parceria com a estilista russa Lotta Volkova é o terceiro item da lista de “peças mais quentes” do site The Lyst Index.
Apesar de esgotada, a peça é anunciada no site da marca Jean Paul Gaultier por 590 euros, o que significa R$ 3.106,84 em conversão feita nesta quinta-feira (11).
A peça é feita na Itália com 80% de poliamida e 20% de elastano.
Gaultier é conhecido por seu estilo irreverente e por suas peças polêmicas. Em 2018, por exemplo, ele produziu uma linha irônica inspirada em cigarros. O estilista também ficou famoso por desenvolver peças que vestiram artistas em grandes apresentações, como o icônico sutiã usado pela cantora Madonna na turnê “Blonde ambition”.
Vestido nu em lista do site The Lyst Index
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Olivia Newton-John terá funeral de Estado na Austrália


Data da cerimônia ainda não foi definida. O governador do estado de Vitória, Dan Andrews, afirmou que será mais um show do que um funeral. Olivia Newton-John em cena de ‘Grease: Nos tempos da brilhantina’
Reprodução
A estrela da música e do cinema Olivia Newton-John terá um funeral de Estado em seu país adotivo, Austrália, anunciaram as autoridades nesta quinta-feira (11).
A protagonista do musical “Grease” (1978), nascida no Reino Unido e criada na Austrália, morreu na segunda-feira (8) em sua residência na Califórnia.
A causa da morte não foi revelada, mas a artista de 73 anos passou três décadas lutando contra o câncer de mama.
O governador do estado australiano de Vitória, Dan Andrews, disse que a família de Olivia Newton-John aceitou a oferta de um funeral de Estado que “será muito mais um show que um funeral”.
“Será uma celebração apropriada para uma vida tão rica e generosa”, disse. A data do memorial ainda não foi definida.
O viúvo John Easterling publicou nesta quinta-feira nas redes sociais um tributo à artista e agradeceu aos fãs pelo “vasto oceano de amor e apoio” após a morte.
“Ela era a mulher mais corajosa que conheci”, afirmou. “Em seus momentos mais difíceis, ela sempre teve o espírito, o humor e a força de vontade para iluminar as coisas”.
Morre atriz e cantora Olivia Newton-John aos 73 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan lança ‘D’ como luz contra o obscurantismo: ‘A gente precisa acreditar na felicidade’


Ao g1, cantor celebra carreira com 25º álbum, comenta ‘tremor essencial’ causado pela escassez de sono e diz que show no Rock in Rio vai ser ‘um tiro só’ de grandes sucessos com novos arranjos. Depois de tanta tristeza com a pandemia e obscurantismo dos últimos anos, Djavan quer trazer luz e leveza ao mundo com “D”, álbum que lança nesta quinta-feira (11).
É por isso que canta “Deixar que o vento leve / E o amor se encarregue de tudo / E que a gente volte a rir de tudo / E que a vida seja longa e tudo” em “Num Mundo de Paz”.
Ou “Vamos sorrir pra não cair em cilada, quem não ri de nada, não sabe o que tem / O que fazer? Tudo é possível como um dia de sol, é jogar o anzol e esperar pra ver o que vem”, em “Iluminado”, faixa em que canta com os filhos e netos e encerra o álbum.
Ao longo das 12 canções, o cantor alagoano de 73 anos também versa sobre o amor, tema belamente abordado em sua longa carreira, e sobre a natureza em “Beleza Destruída”, primeira gravação com Milton Nascimento.
“A gente estava vivendo um período de obscurantismo muito grande, e eu queria o oposto, queria vir com luz, queria vir com uma mensagem de otimismo, queria que as pessoas acreditassem no futuro, só ele pode salvar”, diz Djavan ao g1.
O 25º álbum da carreira foi gravado de maneira até que rápida para os padrões de Djavan, que normalmente fica em estúdio de 2 a 3 anos. Muito por conta “pela gana mesmo de estar naquela pandemia parado”.
O processo começou em junho do ano passado e terminou em abril, após uma temporada em São Miguel dos Milagres, no litoral de Alagoas, onde compôs a maior parte das músicas.
Djavan escreveu músicas de ‘D’, 25º álbum, no litoral de Alagoas em 2021
Divulgação/Gabriela Schmidt
“Fui com a esperança de voltar para o Rio com três letras para dar o start, mas fiz oito, fiquei felizão”.
Passado o tempo de calmaria, Djavan voltou com tudo. Ele encerrou a turnê do álbum “Vesúvio”, em junho, quando anunciou o novo álbum e já tem mês para estrear a próxima turnê: em março e em Maceió, cidade natal.
Mas antes, ele prepara o show “de um tiro só” com os grandes sucessos para o palco Mundo no Rock in Rio, no dia 10 de setembro, e para o Coala Festival, em São Paulo.
“Como você sabe, tenho um número de hits grande, daria para fazer um show de três horas. Quero fazer um roteiro que soe tipo assim ‘ele trabalhou’, fazer novos arranjos também'”, diz, rindo.
Djavan toca no mesmo dia de Coldplay, Camila Cabello e Bastille, e não está preocupado em parecer deslocado. “Acho que vai ser uma coisa bacana, espero que seja um show inesquecível”.
Programação do Rock in Rio 2022: veja horários dos shows
Na entrevista abaixo, Djavan também fala sobre como foi incompreendido ao longo da carreira e comenta “tremor essencial”, distúrbio causado pela escassez do sono que já gerou rumores de Parkinson.
g1 – Fiquei surpresa quando na final da turnê do álbum “Vesúvio”, você já anunciou lançamento de “D”. Conta um pouco do processo desse novo disco. Ele surge nessa “calmaria forçada” da pandemia?
Djavan – Comecei a compor o disco em junho de 2021, trabalhei em composição até outubro e gravei até janeiro. Não sei como consegui fazer as coisas com mais velocidade do que os discos anteriores, eu acho que era gana mesmo de estar naquela pandemia parado, sem poder produzir.
Saí de férias para Maceió, para São Miguel dos Milagres, na verdade, para escrever letras porque, no meu processo, eu só escrevo letra depois que tudo está pronto. A voz cronologicamente na gravação é a última coisa que entra. Fui com a esperança de voltar para o Rio com três letras para dar o start, mas fiz oito, fiquei felizão.
g1 – Em “Num Mundo de Paz”, você fala “que a gente volte a rir de tudo, que a vida seja longa e tudo”. É esse tom otimista e esperançoso que o mundo precisa neste momento?
Djavan – A gente estava vivendo um período de obscurantismo muito grande, né? A pandemia então trouxe muita tristeza, muita negatividade. Eu queria o oposto, queria vir com luz, queria vir com uma mensagem de otimismo, queria que as pessoas acreditassem no futuro. Só ele pode salvar.
Ou seja, tem que investir no futuro, investir com alegria, investir com decisão, com a certeza de que nada é definitivo. A gente precisa acreditar na felicidade. E esse disco foi feito com esse objetivo de trazer uma coisa de luminosidade, de positividade.
Djavan canta no Rock in Rio no dia 10 de setembro, mesmo dia de Coldplay, Camila Cabello e Bastille
Divulgação/GabrielaSchmidt
g1 – “D” é o seu 25º álbum. O que significa para você chegar nesse marco?
Djavan – É bem simbólico, bem bonito. Faço uma reflexão sobre toda uma vida dedicada à música e tenho um orgulho de ter tido uma dedicação plena realmente. Entre erros e acertos, acho que estou no lucro, porque é uma carreira que está aí estabelecida no Brasil, no mundo.
Trabalhei esses anos todos trabalhando com a mesma impetuosidade, com o mesmo prazer. É esse prazer que faz com que eu consiga abranger tanta coisa positiva na minha carreira.
g1 – Muito se fala da complexidade nas suas letras e é uma conversa que rola assim desde o começo da sua carreira. Te irrita um pouco esse papo?
Djavan – Não me irrita, não, porque eu reconheço, hoje, muito mais do que na época que eu comecei, porque as pessoas estão dizendo isso o tempo todo. Os fãs, os músicos, os críticos diziam que eu era diferente, que toco diferente, canto diferente, escrevo diferente, arranjo diferente.
Hoje já tenho essa consciência de que o trabalho que faço tem uma marca muito pessoal, só que isso, obviamente, para se estabelecer demora e produz um sofrimento grande. Sofri muito durante a minha vida inteira tanto de rejeição, de incompreensão. Não entendiam o que eu fazia e queriam me pôr à margem por não entender o que eu fazia.
Fui muito desqualificado por não ser compreendido, mas ao contrário do que poderia acontecer, isso só me deu mais força, porque uma coisa trouxe desde pequeno é ter muita perseverança, muita certeza. A minha mãe me ensinou isso “Mire no que você acredita e vá fundo sem titubear”. Ela me ensinou isso desde pequeno, sempre fui e sou assim até hoje.
Não é um comentário, não é um negacionismo, digamos assim, com relação ao que eu faço que vai me abalar, não, porque a crítica que faço internamente é tão grande que não tem crítica maior que a minha própria, entendeu?
Estou vacinado contra isso, sofri muito, porque a injustiça dói. Ela cria um estado de desânimo muito grande, mas mesmo assim lutei o tempo todo com isso, com essas adversidades e estou aqui até hoje.
g1 – Você vai tocar no palco mundo do Rock in Rio esse ano. Queria saber como que você tá preparando esse show. Podemos esperar uma surra de hits, no estilo do álbum “Djavan Ao Vivo”, de 1999?
Djavan – É a tendência, porque é um tiro só, é um show curto de 1h15, 1h20 para um mundo de gente que frequenta o Rock in Rio. Quando você produz um roteiro para um show a ideia é você produzir uma empatia em palco e plateia. Você quer que as pessoas participem daquela festa, daquele evento.
E, como você sabe, tenho assim um número de hits grande, dá para fazer um show de três horas só de hits, mas vou tentar colocar uma música nova. Quero fazer um roteiro que soe tipo assim “ele trabalhou, ele teve trabalho”. Vou fazer arranjos novos de algumas coisas e tudo, então vai ser um show lindo. Espero que seja um show realmente inesquecível para mim.
Headliners do Rock in Rio, da esquerda; Iron Maiden, Post Malone, Justin Bieber, Guns N’ Roses, Green Day, Coldplay e Dua Lipa
Marcelo Brandt/g1; Fábio Tito/g1; Flavio Moraes/g1; Celso Tavares/g1; Kevin Winter/The Recording Academy/AFP
g1 – Você toca em um dia até que pop, mas meio misturado com Coldplay, Camila Cabello e Bastille. Como você acha que você vai se encaixar nesse line-up?
Djavan – Não conheço nenhum dos três assim pessoalmente, nunca conversei com eles. Como a gente, hoje, via internet acaba sendo ouvido e assistido o mundo inteiro, creio que a minha música e a deles têm alguma alguma conexão. Sobretudo porque a minha música é diversificada, abrange todos os gêneros, está ali na música latina, na americana, na brasileira. Então acho que tá tudo certo, vai ser uma coisa bacana.
g1 – Recentemente, você falou sobre o “tremor essencial” que você lida há alguns anos. Em que medida você acredita que é a preocupação, em que medida você acha que é sensacionalismo ficarem procurando problemas de saúde em artistas mais velhos, como você, Caetano, Milton?
Djavan – Prefiro associar a um tipo de preocupação, porque nós somos pessoas que estamos aí na vida de todos, há anos e todo mundo que gosta, pelo menos, quer continuar tendo a gente ali falando, dizendo coisas, mostrando, trazendo alguma beleza para a vida das pessoas.
Associo a uma preocupação natural e por isso também, naturalmente, procurei esclarecer quando me foi perguntado, enquanto não perguntavam nada, eu não falava nada.
O tremor essencial, o meu, pelo menos, não sei se existem outras origens, mas o meu foi decorrente de escassez de sono. Tem fases da minha vida que eu durmo mal, durmo menos. Agora, não, estou fazendo um esforço sobre-humano para dormir pelo menos 7 horas por dia. E tenho conseguido. Mas o meu foi proveniente da escassez de sono.
Capa do álbum ‘D’, de Djavan
Arte de Giovanni Bianco
g1 – A coisa boa é que todos vocês estão em plena forma, fazendo shows excelentes pelo Brasil e pelo mundo. Além dos exercícios e de uma vida regrada, você sente que rola uma energia diferente do palco que melhora esses eventuais problemas de saúde?
Djavan – Acho que o palco melhora todo mundo. Quando você chega em um palco, você está diante de 5, 10, 15, 20 mil pessoas que gostam de você, que estão ali emanando uma energia positiva.
Eu, por exemplo, tenho entrado no palco, às vezes doente, pensando “Meu Deus, eu não vou conseguir fazer show hoje”. Mas quando eu começo a botar a roupa, a coisa começa a se transformar, quando eu piso no palco canto a primeira música, na segunda eu já estou boníssimo, perfeito.
É como se nada tivesse tido antes. O palco tem essa mágica, que vem do povo, vem da energia positiva que as pessoas mandam para a gente.
g1 – Para terminar, Djavan, o que você precisa para ser feliz? Onde você encontra o prazer? No placo, na turnê, no estúdio, no Rio, em Maceió?
Djavan – Eu sou, de modo geral, uma pessoa feliz porque tenho uma família muito boa, tenho um casamento muito bom, filhos legais. A gente tem uma comunhão bastante profícua, bastante boa. Todo mundo se gosta, não tem aquelas confusões.
Mas o momento de maior felicidade da minha vida é quando estou no estúdio, é o momento em que estou criando, estou trazendo tudo que está armazenado no coração, na cabeça… E é um período que dura dois três anos, se eu não compuser, se eu não começar a gravar, se não entrar em estudo, eu morro, eu passo mal.
É uma coisa que tenho que fazer e esse é um momento que me deixa muito feliz, porque eu estou ali criando… Se você conseguisse assistir um dia de gravação, você ia você entender… A gente ri tanto, é tão leve, é tão prazeroso para todo mundo que faz pena quando acaba.
Quando acaba, não, porque não eu sou quem acaba, o disco que me abandona porque uma hora eu tenho que sair do estúdio. Mas eu gosto muito também do palco, é maravilhoso você estar ali tinha tanta gente que gosta de você, poder mostrar o trabalho novo, poder mostrar as músicas que todos conhecem.
A música me dá muita felicidade, eu não tenho dúvida de afirmar que estou na profissão certa desde sempre, canto desde pequeno. Não posso me queixar.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Rensga Hits!’ tem festa com elenco e famosos para celebrar estreia; veja fotos


Alice Wegmann, Lorena Comparato, Rafa Kalimann, Deborah Secco e outros atores se reuniram na noite desta quarta-feira (10) no Rio de Janeiro. Lorena Comparato, Alice Wegmann, Rafa Kalimann, Deborah Secco e Maíra Azevedo, a Tia Má, durante evento de estreia de Rensga Hits
Stephanie Rodrigues/g1
“Uma produção para celebrar e encorajar as mulheres”. É assim que Alice Wegmann define a série ‘Rensga Hits!’, uma produção original do Globoplay.
O elenco se reuniu na noite desta quarta-feira (10), no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro, para comemorar lançamento e o sucesso da trama, que já tem quatro episódios disponíveis na plataforma de streaming da Globo.
Alice, que vive a protagonista Raíssa, falou sobre como a série, construída na narrativa da mulher no meio sertanejo, teve uma grande influência da rainha da sofrência.
“A Marília Mendonça abriu espaço para pessoas como a Raíssa existirem e seguirem seus sonhos. Ela é a nossa maior referência, foi nosso ponto de partida e é quem guiou a gente”, disse a atriz.
Alice Wegmann celebra ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
A estreia de Rafa Kalimann nas telinhas não poderia ser melhor. Segundo ela, o fato da história acontecer em Goiânia, região onde a atriz recebeu o título de cidadã, a fez se sentir em casa e tranquila para atuar.
“Foi um presente começar justo assim, num lugar que eu me sinto em casa, vivendo a Paloma, que tem muito de mim e que eu adorei fazer”, declarou a ex-‘BBB’.
Lorena Comparato e Rafa Kalimann em celebração da serie ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Além de tratar de assuntos importantes e delicados como o papel da mulher no sertanejo e na sociedade, Déborah Secco ressalta que “Rensga Hits!” promete também leveza e humor.
“Temos que tirar esse estigma de que a pessoa é totalmente boa ou totalmente ruim. Vamos levar a mulher real, que luta, que sofre, mas que ri e se diverte. E tem aí uma questão da minha personagem que mostra que muitas vezes o ódio tá ligado também ao amor e ao afeto, então fiquem atentos aí que essa história vai virar”, conta a atriz.
O próximo episódio da série estreia nesta quinta-feira (11).
Deborah Secco com o prêmio Berrante de Ouro, disputado na série, na estreia de ‘Rensga hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Alice Wegmann e o namorado
Stephanie Rodrigues/g1
Mouramd Harfouch e Lorena Comparato na estreia de ‘Rensga hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Samuel de Assis celebra estreia da série ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Deborah Secco celebra estreia da série ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Lorena Comparato, Deborah Secco e Rafa Kalimann celebran estreia da série ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Tia Má e Mouramd Harfouch em celebração da série ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Sidney Santiago, Tia Má e Samuel de Assis na festa de ‘Rensga hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Deborah Secco e Rafa Kalimann celebram ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Samuel de Assis e Alejandro Claveaux celebram estreia de ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Deborah Secco com o prêmio Berrante de Ouro, disputado na série, em festa de ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1
Sidney Santiago em celebração da série ‘Rensga Hits!’
Stephanie Rodrigues/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Alcione e Duda Beat unem vozes contra o feminicídio em ‘Canção sem medo’


Duda Beat (à esquerda), Flávia Tygel (ao centro) e Alcione
Divulgação
♪ Cantora reverenciada por vozes de todas as gerações, Alcione faz dueto com Duda Beat. O inédito encontro da artista maranhense com a estrela pernambucana acontece na gravação de Canção sem medo.
Trata-se de versão em português – escrita pela produtora musical Flávia Tygel – de Canción sin miedo (2020), música mexicana de autoria da cantora e compositora Vivir Quintana que se transformou em hino feminista.
A versão e a gravação de Alcione com Duda foram feitas para a abertura da série de ficção Não foi minha culpa, roteirizada em dez episódios dirigidos por Susanna Lira com trilha sonora assinada por Tygel.
Gravada somente com instrumentistas engajadas na luta feminista contra a violência sofrida pelas mulheres na sociedade patriarcal, como a guitarrista trans Natália Carrera, Canção sem medo entrou na trilha de Não foi minha culpa porque a série – no ar a partir de hoje, 10 de agosto – toca na questão do feminicídio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Barão Vermelho inicia a revisão fonográfica dos 40 anos com disco acústico


♪ Com nove músicas, o primeiro dos quatro discos gerados pelo registro audiovisual do show intitulado Barão 40 – com o qual a banda carioca Barão Vermelho festeja 40 anos de carreira – aporta nos aplicativos de música no sábado, 13 de agosto.
Esse disco inicial se chama Barão 40 – Acústico e antecede os vindouros Barão 40 – Clássicos, Barão 40 – Blues & baladas e Barão 40 – Sucessos, cujos títulos já deixam entrever a fluidez do conceito que dividiu, em quatro discos, as 27 músicas captadas nas duas apresentações feitas por Guto Goffi (bateria), Maurício Barros (teclados e vocais), Fernando Magalhães (guitarra e violão) e Rodrigo Suricato (voz, violão e guitarra) em 1º e 2 de junho no Teatro Claro do Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do grupo.
Pela ordem do disco, o repertório de Barão 40 – Acústico é formado pelas músicas Maior abandonado (Roberto Frejat e Cazuza, 1984), Bete balanço (Roberto Frejat e Cazuza, 1984), Tua canção (Roberto Frejat e Sérgio Serra, 1990), Enquanto ela não chegar (Guto Goffi e Maurício Barros, 1999), Por você (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Santa Cecília, 1998), Flores do mal (Roberto Frejat e Guto Goffi, 1992), Sorte e azar (Roberto Frejat e Cazuza, 1982 / 2012), Codinome beija-flor (Reinaldo Arias, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985) e Carne de pescoço (Roberto Frejat e Cazuza, 1983).
Samuel Rosa participa de Maior abandonado. Já a canção Por você traz a voz de Chico César e o acordeom de Marcelo Caldi.
Capa do disco ‘Barão 40 – Acústico’, da banda Barão Vermelho
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Fernanda Porto, voz do drum and bass brasileiro há 20 anos, se revigora como cantora no álbum ‘Contemporâne@’


Artista lança disco em que expõe a beleza por vezes oculta de músicas e letras de compositores jovens como Jão, Bemti, Chico Chico, Mallu Magalhães, César Lacerda, Mahmundi e Rubel. Capa do álbum ‘Contemporâne@a’, de Fernanda Porto
Milena Rosado
Resenha de álbum
Título: Contemporâne@
Artista: Fernanda Porto
Edição: Joia Moderna
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Antes de Fernanda Porto ser jogada na pista em 2002 como uma das vozes brasileiras do drum and bass, gênero de música eletrônica ao qual qual foi apresentada pelo DJ e produtor Xerxes de Oliveira, a artista paulista já tinha cumprido expediente como cantora em shows feitos na cidade de São Paulo (SP) ao longo dos anos 1990 com repertório que podia incluir sucessos da MPB, do pop nacional e mesmo canções autorais.
Contemporâne@ – álbum de voz e piano que Fernanda Porto lança hoje, 10 de agosto, em edição da gravadora Joia Moderna – marca o reencontro da cantora com o passado pré-fama. Desprezada pela indústria do disco quando o drum and bass foi perdendo espaço nas pistas para outras batidas eletrônicas, Porto teve a carreira descontinuada ao longo dos anos 2010 como efeito do que caracteriza como “bullying” do mercado fonográfico.
Desde então, a artista tinha apresentado somente um álbum, Corpo elétrico e alma acústica (2020), de repertório autoral.
Álbum gravado ao vivo em duas sessões no estúdio Giramundo, em 17 e 18 de junho de 2022, sob direção artística do DJ Zé Pedro, Contemporâne@ revigora a discografia de Maria Fernanda Dutra Clemente, cantora e instrumentista de 56 anos.
No disco, conceituado por Porto como um “renascimento”, a cantora e pianista joga luzes sobre emoções reais da produção autoral de compositores brasileiros projetados no século XXI – a maioria na populosa e volátil cena indie, com visibilidade restrita a nichos.
Jão e Mallu Magalhães são as exceções. De Jão, príncipe pop da sofrência que põe multidões aos pés do cantor com estampa de galã, Fernanda Porto canta a balada Olhos vermelhos (2021), destaque da safra autoral do terceiro álbum de estúdio de Jão, Pirata (2021).
De Mallu, a intérprete realça Fases da lua (2021), realçando a boa canção que ficara escondida na gravação feita pela autora no álbum Esperança (2021) com batida de samba e flerte com o trip hop.
Fernanda Porto lança hoje o sexto álbum, ‘Contemporâne@’, gravado sob direção artística do DJ Zé Pedro
Ana Alexandrino / Divulgação
Por vezes desvalorizado nos registros originais pela opacidade do canto de alguns desses artistas ou pela excessiva ênfase na sonoridade em detrimento da música, todo o repertório do álbum Contemporâne@ ganha viço na voz afinada de Fernanda Porto, iluminando melodias e letras que invariavelmente têm o que dizer. E dizem.
Para atestar a supremacia da maioria das 11 gravações, basta ouvir Livramento (Bemti e Nina Oliveira, 2021), canção interpretada por Porto com precisão, dando voz às angústias encobertas na gravação original da música apresentada por Bemti no álbum Logo ali (2021).
Para quem nunca ouviu o belo terceiro álbum solo de César Lacerda, Tudo tudo tudo tudo (2017), a audição da canção Por que você mora assim tão longe? (2017) pode surpreender pela beleza que atesta o (grande) talento do artista mineiro como compositor.
Haverá surpresa também em quem ignora que Paulo Vieira – artista mais conhecido como ator e humorista – é também cantor e compositor. De Vieira, Porto dá voz à confessional Mãe Sampa, ponto luminoso no arco do álbum Contemporâne@ pelo encanto da melodia e pela letra em que o compositor, nascido em Goiás e criado no Tocantins, versa sobre as dores e delícias de ser mais um na multidão de estranhos solitários da cidade de São Paulo (SP).
Música que batizou o álbum solo lançado por Chico Chico no ano passado, Pomares (2021) floresce e reitera a habilidade de Fernanda Porto para ir na essência das canções, sem firulas no canto e no toque do piano.
A precisão da cantora também salta aos ouvidos em Nós de fronte (Castello Branco e Mahmundi, 2020), Pra bem perto de mim (Guilherme Held e Rubel, 2020) e na inédita A vida não é bela (Arthur Nogueira, 2022) – composições em que as letras pulsam em frequência mais forte do que as das melodias – e se impõe como o grande trunfo do álbum Contemporâne@.
Música composta por Bárbara Eugenia para disco abortado por Wanderléa e apresentada pela autora no álbum Crashes n’ crushes (2021), a canção O amor se acabou também ganha a voz e o piano de Fernanda Porto em Contemporâne@, disco fechado em alto estilo com Amelia Rosa (2019), composição de Bruno Berle.
Neste reencontro com a cantora seminal dos anos 1990, ou neste “renascimento”, como prefere a artista ao conceituar o álbum Contemporâne@, Fernanda Porto se prova intérprete relevante, capaz de fazer brotar sentimentos verdadeiros no canto sem se esconder atrás de batidas sintéticas.
Não dá mais para voltar no tempo perdido com os desmandos de gravadoras, mas ainda é tempo de retomar a carreira a partir deste novo cintilante ponto de partida.
Fernanda Porto apresenta interpretações precisas de músicas como ‘Livramento’, de Bemti e Nina Oliveira
Ana Alexandrino / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Candice Swanepoel dubla áudio viral de Juma e recebe mensagem de Alanis Guillen


Modelo sul-africana entra na onda da gravação em que a personagem de Pantanal repete inúmeras vezes ‘querimbora’. Em post, Candice ainda respondeu a atriz brasileira: ‘Te amo’. Candice Swanepoel ou Juma?
Candice Swanepoel entrou na onda do áudio viral de Juma e gravou um vídeo em que interpreta a já conhecida fala da personagem toda vez que ela fica com “reiva”: “Quero ir embora” – ou “querimbora”.
A modelo sul-africana compartilhou nas redes um vídeo em que aparece imitando a fala da protagonista de “Pantanal”.
“Quando ela acorda com reeeiivaa”, escreveu Candice na legenda do vídeo.
A publicação chegou até Alanis Guillen, intérprete de Juma, que comentou o post com um emoji de onça e, outro, de coração.
Candice então respondeu: “Juma, te amo”.
Assídua no Brasil, Candice Swanepoel fala português e já foi casada com o modelo capixaba Hermann Nicoli, com quem teve dois filhos, Ariel, de 4 anos, e Anaca, de 5.
Candice Swanepoel dubla áudio viral de Juma e recebe mensagem de Alanis Guillen
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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4 mil beagles resgatados nos EUA esperam por adoção


Eles foram recuperados de uma empresa que os revendia para testes de remédios e cosméticos. Quatro mil beagles resgatados nos EUA esperam adoção
Cerca de 4 mil beagles estão em processo de adoção nos EUA. Os cachorros variam entre mais novos e filhotes e podem ser adotados no estado de Virginia.
Eles foram resgatados das instalações da Envigo RMS LLC em Cumberland, Virgínia, que criavam para serem vendidos a laboratórios para experimentação animal.
Beagle brinca em gramado nos EUA
Anna Moneymaker / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
“Quatro mil é um grande número”, disse Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society. “E vai levar 60 dias para tirar todos esses animais, e trabalhar com nossos parceiros de abrigo e resgate em todo o país, trabalhando com eles para levar esses cães para um lar sempre amoroso”.
Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA processou a Envigo alegando violações da Lei de Bem-Estar Animal na instalação.
Garota brinca com beagle após resgate de cerca de 4 mil cachorros nos EUA
Anna Moneymaker / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Os inspetores do governo descobriram que os beagles estavam sendo mortos em vez de receber tratamento veterinário para condições facilmente tratadas; as mães beagles que amamentam foram negadas comida; a comida que recebiam continha larvas, mofo e fezes; e durante um período de oito semanas, 25 filhotes de beagle morreram de exposição ao frio.
“Em 2019, descobrimos que havia um lugar no condado de Cumberland que criava beagles, lindos cães beagle para experimentação”, disse Stanley. “Tentei fechá-los em 2019, mas não obtive sucesso. Mas, ao longo dos anos, nunca paramos de lutar.”
A Humane Society levou 201 beagles para seu centro de atendimento e reabilitação, onde receberão atendimento até serem transportados para organizações experientes em lidar com animais que vêm com traumas como os beagles, como a Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty para Animais (MSPCA), Wisconsin Humane e Dakin Humane.

Fonte: G1 Entretenimento