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Roubo no Museu do Louvre, em Paris, vai virar filme e série documental


Ladrões invadem o Louvre e levam joias da monarquia francesa
O espetacular roubo no Museu do Louvre, em Paris, em outubro de 2025, será tema de um filme e de uma série documental baseada em um livro escrito por três jornalistas, informou a editora Flammarion nesta terça-feira (26).
Os direitos de adaptação de “Main basse sur le Louvre” (Pilhagem no Louvre, em tradução literal) foram cedidos pela Flammarion à produtora Iconoclast para o longa-metragem, que será dirigido por Romain Gavras, e a um produtor britânico para a série documental.
Por enquanto, não foram divulgados título, data de estreia ou elenco do filme de Gavras, diretor de obras como “Nosso dia chegará”( 2010) e “Athena” (2022), entre outras.
Em seu livro, os jornalistas Jean Michel Décugis (jornal Le Parisien), Jérémie Pham Lê (Le Monde) e Nicolas Torrent (revista Paris Match) relatam como alguns “ladrões de galinhas” conseguiram entrar, em 19 de outubro, na Galeria de Apolo para roubar joias da Coroa com valor estimado em 88 milhões de euros (R$ 510 milhões, na cotação atual).
O Louvre, em Paris, é o museu mais visitado do mundo. Foto de arquivo de 17 de novembro de 2025
REUTERS – Abdul Saboor
O roubo causou grande surpresa e desencadeou uma crise dentro do Museu do Louvre, que levou à substituição de sua presidente, Laurence des Cars.
Após sete meses de investigação e a prisão dos principais suspeitos, a busca pelas joias se transformou em um enigma complexo que desconcerta os investigadores.
Segundo os autores, o caso demonstra que o roubo de obras de arte se tornou mais um negócio dentro do crime organizado. “O submundo do crime encontrou uma nova mina de ouro”, afirmam.
Foto mostra janela por onde entraram os ladrões do Museu do Louvre
Gonzalo Fuentes/Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Vicente Barreto e Zeca Baleiro reativam memórias do interior nas parcerias que compõem o álbum em dupla ‘Sembal’


Vicente Barreto (à esquerda) e Zeca Baleiro lançam amanhã, quinta-feira, 28 de maio, o álbum ‘Sembal’ com 12 parcerias dos artistas
Fernanda Tein / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O cantor e compositor baiano Vicente Barreto vivenciou pico de popularidade na carreira no biênio 1981 / 1982. Além de ter lançado o álbum “Vicente Barreto” em 1981 com músicas populares no circuito maranhense, como “Dia de cão” e “Vou pra Campinas”, o artista viu a composição “Tropicana”, parceria com Alceu Valença, virar sucesso nacional na voz de Alceu.
Foi naquela primeira metade dos 1980 que Zeca Baleiro – então um garoto que amava Luiz Gonzaga (1912 – 1989) e Zé Ramalho – viu alguns shows apresentados por Barreto no Maranhão natal sem imaginar que, mais de 40 anos depois, já estabelecido como cantor e compositor, iria lançar álbum com Vicente Barreto, “Sembal”.
No mundo a partir de amanhã, 28 de maio, o álbum “Sembal” apresenta 12 músicas compostas por Vicente Barreto e Zeca Baleiro, firmando parceria iniciada em 2010, ano em que os artistas se conheceram, apresentados pelo produtor Helton Altman. Contudo, a parceria somente engrenou a partir dos correntes anos 2020, durante a pandemia de covid-19, quando a cantora Luzia Dvorek repôs os dois artistas em contato.
De lá para cá, Vicente Barreto e Zeca Baleiro compuseram mais de 30 músicas, com melodias de Barreto letradas por Baleiro. Da safra farta, 12 foram (re)colhidas para compor o repertório inteiramente autoral do álbum “Sembal”, sendo que outras quatro músicas – “Zigue-zague” (2024), “Êh flor” (2024), “Flor de cimento” (2022) e “Saudade de te ver, Paraíba” (2024) – já tinham sido gravadas recentemente nos dois últimos álbuns de Barreto, “Paleolírico” (2022) e “Na força e na fé” (2024), as duas últimas em dueto com o próprio Baleiro.
Vicente Barreto (à esquerda) assina as melodias enquanto Zeca Baleiro é o autor das letras das 12 músicas do álbum ‘Sembal’
Luan Cardoso / Divulgação
No álbum “Sembal”, Vicente Barreto e Zeca Baleiro reativam memórias do interior ao longo das 12 músicas – “Areia do mar”, “Circo sultão”, “De mala, de cuia e chapéu”, “Homem parado olhando o céu”, “Mascate”, “Quisera”, “Ó Deus”, “Prece à chuva”, “Nó da cana”, “Rumo da venta” e “Vento bom”, além da música-título “Sembal” – que compõem o repertório autoral do disco.
“Eu fazia uma melodia e mandava. Às vezes a resposta vinha rápido, às vezes demorava, mas aquilo foi criando uma história. As letras tinham um sentimento em comum, uma coisa do interior, nordestina”, situa Vicente Barreto. “A melodia já vinha com uma narrativa forte. Mesmo eu hoje sendo um cara urbano, aquilo me levava para um imaginário do interior: circo, povoado, histórias de infância. A gente percebeu que, mesmo de lugares diferentes, tinha uma vivência comum”, corrobora Zeca Baleiro.
Gravado com produção musical de Rafa Barreto (violão, guitarra, banjo, synth, minimoog, piano, rabeca e baixo), o álbum “Sembal” tem o toque da bateria e das percussões de Thiago Big Rabello.
Capa do álbum ‘Sembal’, de Vicente Barreto e Zeca Baleiro
Fernanda Tein / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo: Jornal Hoje estreia série sobre avanços tecnológicos para o mundial de 2026


Conheça a Trionda, bola da Copa do Mundo de 2026
Camilo Pinheiro Machado
O “Jornal Hoje” estreia nesta quarta-feira (27) uma série especial sobre inovação no futebol. Em cinco episódios, que também serão exibidos nos dias 29 de maio, 1º, 3 e 5 de junho, a produção mostra como a tecnologia vem transformando o esporte dentro e fora de campo.
A série aborda desde recursos usados nesta Copa, como o impedimento semiautomático e a bola conectada ao VAR, até mudanças nos equipamentos esportivos, na preparação física dos atletas e nas transmissões dos jogos.
Os episódios também destacam os desafios do Mundial que busca se consolidar como o mais sustentável da história.
O impedimento semiautomático é um sistema que ajuda a arbitragem a decidir, com mais rapidez e precisão, se um jogador estava em posição de impedimento no momento do passe.
A tecnologia utiliza 12 câmeras instaladas sob a cobertura do estádio para rastrear, em tempo real, 29 pontos do corpo de cada jogador. Ao mesmo tempo, um sensor dentro da bola envia dados centenas de vezes por segundo para o sistema.
Com auxílio de inteligência artificial, o sistema identifica automaticamente o instante exato do passe e calcula a linha de impedimento. Um alerta é enviado à equipe do VAR, que ainda precisa validar a decisão final — por isso o sistema é chamado de “semiautomático”.
Segundo dados divulgados pela Fifa, o tempo médio de análise cai de cerca de 70 segundos para algo entre 20 e 25 segundos. O sistema também gera animações em 3D exibidas nos telões dos estádios e nas transmissões de TV para explicar a decisão ao público.
A bola conectada ao VAR é uma peça fundamental desse processo. A bola oficial utilizada nas partidas conta com um sensor instalado em seu interior, capaz de detectar o momento exato do toque do jogador. Essas informações são enviadas em tempo real para a sala do VAR.
O recurso é importante porque a regra do impedimento considera a posição do atleta no instante do passe — e não quando ele recebe a bola. Assim, o sensor ajuda a aumentar a precisão da marcação.
Na prática, a bola conectada funciona integrada ao sistema de impedimento semiautomático, enquanto o VAR continua sendo a estrutura principal de revisão da arbitragem.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como ‘quase vinda’ de Kanye West gerou caos jurídico num dos maiores festivais de rap do Brasil


Kanye West em imagem do documentário ‘jeen-yuhs: Uma Trilogia Kanye’
Divulgação
A última edição do festival Cena 2K, realizada em novembro de 2025, foi marcada por caos e terminou com o cancelamento do último dos três dias de evento. E o nome de Kanye West foi responsável por gerar um caos jurídico.
Com problemas de fluxo de caixa, o evento não conseguiu pagar artistas, fornecedores e realizar o reembolso dos ingressos após o cancelamento. Além de problemas de pagamentos, no segundo dia de festival houve uma briga entre a produção do rapper Major RD e seguranças da Neo Química Arena, local do evento.
Segundo o g1 apurou, o corpo jurídico que representava o festival encerrou a parceria com o evento ao saber que representantes do Cena 2K negociavam a vinda do rapper norte-americano ao Brasil.
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Kanye West como ‘pivô’
Em junho, foi anunciado o show solo Kanye no Brasil, promovido pela Holding Entretenimento & Networking, sem ligação com o festival. Porém, desde o primeiro momento, a vinda do cantor foi rechaçada por seu histórico de posicionamentos antissemitas. Ele tem no currículo uma música chamada “Heil Hitler”, uma saudação nazista, além de ter comercializado uma camiseta com a suástica.
Nos meses seguintes, o show marcado para o Autódromo de Interlagos ficou em dúvida, sendo oficialmente cancelado no dia 20 de novembro, um dia antes do início do festival Cena 2K.
A essa altura, os organizadores do Cena 2K já tinham entrado em contato com a produção do rapper para viabilizar uma alternativa para um possível cancelamento. Entre as opções levantadas estava a inclusão de Kanye no line-up do festival.
Ao saber da negociação, o escritório de advocacia que cuidava das questões jurídicas envolvendo o festival, incluindo contratos com os artistas, tentou entender melhor a situação.
Cena 2k25 é marcado por cancelamentos, brigas e problemas na organização
Divulgação
O g1 apurou que um dos sócios do escritório, que é judeu, ficou inconformado com a posição do evento de cogitar a contratação de Kanye West e encerrou o contrato com o festival.
A quebra de contrato próxima ao evento gerou um caos jurídico. Alguns artistas já anunciados deram o aceite para o evento via WhatsApp, sem contrato formal.
Entre os problemas gerados pela falta de equipe jurídica, o evento renegociou valor de cachês e forma de pagamento durante o festival. Outro problema foi com relação a acordos técnicos para as apresentações, como o uso de pirotecnia. Sem contrato, alguns artistas não tiveram seus pedidos para uso de efeitos como máquinas de CO² atendidos pela produção.
Esse acabou sendo apenas um dos diversos problemas vividos pelo festival Cena 2K, que, mesmo seis meses após seu cancelamento, enfrenta dezenas de processos e segue sem pagar artistas e fornecedores.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Backrooms’ transforma lenda urbana online em terror instigante até se perder no final; g1 já viu


Poucos filmes de terror nos últimos anos têm um começo tão promissor quanto “Backrooms: Um não-lugar”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28). Até por isso, quase nenhum outro decepciona tanto no final – graças a uma conclusão que se perde ao tentar ser espertinha e indiferente, mas que soa um tanto arrogante.
Dá para justificar um pouco disso pela juventude do diretor. Aos 20 anos, o youtuber Kane Parsons (também conhecido como Kane Pixels) constrói uma adaptação tensa e instigante da série que criou na plataforma de vídeos em 2022.
Na maior parte do tempo, o estreante em Hollywood mostra um potencial tremendo. Sem se intimidar pelos dois atores indicados ao Oscar que encabeçam seu elenco, ele transforma a lenda urbana de fóruns da internet que inspira a história em uma trama absurda, claustrofóbica e até um tanto charmosa.
Assista ao trailer de ‘Backrooms: Um não-lugar’
Infelizmente, nos minutos finais, deixa escapar a maturidade que demonstrava até então e cede a instintos que cheiram a excesso de confiança.
Nem todo filme precisa de um desfecho lógico ou de uma explicação megaelaborada para questões sobrenaturais desde que respeite as próprias regras.
“Backrooms” podia terminar como quisesse, mas, ao introduzir elementos novos apenas para ignorá-los logo em seguida, gera uma frustração das mais compreensíveis – que quase bota tudo a perder.
Chiwetel Ejiofor em cena de ‘Backrooms: Um não-lugar’
Divulgação
Da internet para Hollywood
O filme é baseado na lenda urbana iniciada na internet em 2019. A partir da foto de uma sala corporativa com papeis de parede amarelos e carpete pelo chão, criou-se a ideia de espaço extradimensional infinito no mesmo estilo, acessado por quem sair meio sem querer da realidade.
“Backrooms” parte dessa premissa ao retratar o encontro do dono frustrado de uma loja de móveis (Chiwetel Ejiofor, indicado por “12 anos de escravidão”) com o lugar – e a busca de sua terapeuta (Renate Reinsve, indicada por “Valor sentimental”) após seu desaparecimento.
O elenco de respeito, mas enxuto, ajuda a manter a conexão do público com os personagens enquanto o absurdo do enredo evolui junto da estranheza dos ambientes.
Ejiofor, sempre ótimo, equilibra uma fraqueza muito humana com uma agressividade sutil, indispensável para o desconforto desejado pelo roteiro de Will Soodik (“Ash. vs. Evil Dead”) – e monta a fundação para o desespero mais honesto de Reinsve.
Renate Reinsve em cena de ‘Backrooms: Um não-lugar’
Divulgação
O mistério contra a resposta
Mas o protagonista de “Backrooms” é mesmo o não lugar do título – e o clima de familiaridade sinistra presente em cada sala criada por Parsons. O jovem controla como um veterano do gênero a tensão do desconhecido atrás de cada quina ou debaixo de cada andar torto num ângulo levemente incomum.
Juntos, atuações e direção geram alguns dos momentos mais interessantes dos últimos anos no terror. O fascínio diminui exatamente quando o fenômeno começa a ser explicado. As respostas não deixam de ter algum valor, mas o mistério é muito mais atraente.
Ao final, o cineasta estreante mostra um paralelo quase irônico com seus personagens e se perde pelos corredores infinitos da própria ambição.
Tramas paralelas desnecessárias, que parecem jogadas apenas como referência à série, criam expectativas que nunca se cumprem e que deixam um retrogosto amargo em um enredo que ia tão bem abraçado com o ridículo.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1
Renate Reinsve em cena de ‘Backrooms: Um não-lugar’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Livro ‘Toca Maria Bethânia pra ela’ se alinha em junho às comemorações dos 80 anos da cantora


Maria Bethânia completa 80 anos em 18 de junho e inspira livro descrito pela autora Mirella Amorim como ‘romance-álbum’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Os 80 anos de Maria Bethânia vão motivar odes e tributos à cantora baiana ao longo do mês de junho. O aniversário da artista é em 18 de junho. Já no dia 3 acontece na Casa de Alzira, no Recife (PE), o lançamento do livro “Toca Maria Bethânia pra ela”, da escritora carioca Mirella Amorim.
Descrito como um romance-álbum, o livro reproduz no título parte de memorável frase do roteiro do filme “Aquarius” (2016) dita pela atriz Sônia Braga na pele da personagem Clara – “Toca Maria Bethânia pra ela, mostra que tu é intenso” – e tem narrativa costurada pelo repertório de Bethânia e estruturada em duas partes intituladas Lado A e Lado B, como se o livro fosse um LP.
Se o Lado A flagra as personagens Amália, Margarida e Maria Clara no subúrbio carioca da década de 1970, o Lado B do livro é alinhavado pelas memórias afetuosas de Tereza em fluxo que faz a narrativa chegar até o Recife (PE). A intenção da autora foi entrelaçar literatura e música em texto pautado por ritmo, tonalidade variações de voz.
Com ilustrações feitas em bico de pena pela artista pernambucana Nara Menezes, o livro “Toca Maria Bethânia pra ela” oferece ao leitor uma playlist para quem quiser se iniciar no universo passional da música da cantora.
Publicado pela editora Pitanga, o primeiro livro em prosa de Mirella Amorim terá um lançamento em São Paulo (SP) na Benedita Cozinha, em 18 de junho, dia dos 80 anos de Maria Bethânia.
Capa de ‘Toca Maria Bethânia pra ela’, de Mirella Amorim
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Drake quebra recorde de Michael Jackson e celebra com foto do Rei do Pop ‘congelado’; veja


Drake em ‘Hotline Bling’.
Reprodução/YouTube
O rapper Drake comemorou nesta terça-feira (26) ter quebrado um antigo recorde de Michael Jackson (1958-2009) com uma foto do Rei do Pop congelado.
Após o lançamento da tríade de álbuns “ICEMAN”, “Habibti” e “Maid of Honour”, no dia 15 de maio, Drake se tornou o artista masculino com o maior número de músicas a atingir o primeiro lugar da lista Billboard Hot 100, que lista as canções mais ouvidas nos EUA.
Com “Janice STFU”, do álbum “ICEMAN”, o rapper conseguiu seu 14º primeiro lugar no Hot 100.
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“Pescoço quebrado por carregar a corrente. Costas quebradas por carregar o jogo. Recordes quebrados carregam meu nome. Seguindo em frente”, escreveu Drake na legenda do post.

O recorde absoluto, incluindo grupos musicais, pertence aos Beatles. O grupo britânico tem 20 músicas que conseguiram o topo da lista da Billboard.
Os três álbuns lançados por Drake também fizeram do cantor o primeiro artista a ocupar, simultaneamente, as três primeiras posições na lista Billboard 200, que classifica os álbuns mais ouvidos dos EUA.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Carlos Filho segue o ‘baile brasileiro’ em álbum de forró com temas de Assisão, Humberto Teixeira e Pinto do Acordeon


O cantor e compositor pernambucano Carlos Filho lança o álbum ‘Baile brasileiro II’ na quinta-feira, 28 de maio
Will Souza / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Embora tenha ficado na história da música brasileira como o parceiro de Luiz Gonzaga (1912 – 1989) em composições célebres como a toada “Asa branca” (1947) e o baião “Qui nem jiló” (1949), entre muitos outros sucessos do cancioneiro nordestino, o compositor cearense Humberto Teixeira (1915 – 1979) também legou obra composta sem parceiros.
Dentre o cancioneiro criado somente por Teixeira, o cantor e compositor pernambucano Carlos Filho pesca a pérola “Canaã” (1968) para o álbum “Baile brasileiro II”. Música lançada na voz de Luiz Gonzaga no álbum justamente intitulado “Canaã”, a composição de Humberto Teixeira abre e encerra a sequência do álbum “Baile brasileiro” (2024), programada para ser lançada na quinta-feira, 28 de maio.
No álbum “Baile brasileiro II”, Carlos Filho segue o baile de clima forrozeiro com o canto de músicas menos conhecidas de compositores como o paraibano Pinto do Acordeon (1948 – 2020) – de quem Carlos regrava “Sou mais forró”, tema lançado pelo autor no álbum “As filhas da viúva” (1980) – e o pernambucano Francisco de Assis Nogueira, o Assisão, cantor e compositor de 85 anos, representado na seleção de “Baile brasileiro II” pela maliciosa música “Pau nas coisas” (1989).
Detalhe: Assisão é conterrâneo de Carlos Filho. Ambos nasceram no município de Serra Talhada (PE), no sertão de Pernambuco, embora Carlos resida atualmente no Recife (PE).
Projetado nacionalmente há cinco anos ao participar da décima temporada do programa “The Voice Brasil”, exibida em 2021, Carlos Filho também grava “Alegria de pé de serra” – parceria de Anastácia e Dominguinhos (1941 – 2013) lançada por Luiz Gonzaga no álbum “Dengo maior” (1978) – e dá voz a uma música mais recente do contemporâneo Juliano Holanda, “Partilha” (2016), lançada há dez anos pela cantora Isadora Melo.
Da lavra própria, Carlos Filho gravou “Mesa posta” – parceria com Rafael Marques apresentada em feat com Santanna o Cantador – e “Tempo mãe”, parceria com Luiz Diniz.
O repertório do álbum “Baile brasileiro II” foi gravado por Carlos Filho com mix de tradição (representada pelos instrumentos usuais do forró de pé de serra) e contemporaneidade (simbolizada pelo uso de synths nos arranjos).
Capa do álbum ‘Baile brasileiro II’, de Carlos Filho
Will Souza / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Prêmio da Música Brasileira 2026 homenageará Cazuza no Rio


Cazuza é o homenageado do Prêmio da Música Brasileira
Reprodução/Jornal da Globo
A 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira vai homenagear Cazuza em uma cerimônia marcada para o dia 10 de junho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
O evento vai reunir artistas de diferentes gerações e estilos musicais em apresentações inéditas inspiradas na obra do cantor e compositor, um dos nomes mais emblemáticos da música brasileira.
A premiação será apresentada pelas atrizes Debora Bloch e Alice Wegmann. A direção musical ficará a cargo de Pretinho da Serrinha.
Autor de clássicos como “Exagerado”, “O Tempo Não Para”, “Codinome Beija-Flor” e “Brasil”, Cazuza será celebrado em um espetáculo que pretende destacar a força e a atualidade de sua obra quase quatro décadas após sua morte.
BLOG: Tributo a Cazuza no Prêmio da Música Brasileira em 2026 é a boa nova que coroa a eternidade da vida do poeta
Assista, no vídeo abaixo, reportagem sobre a edição do prêmio de 2025:
Veja como foi o Prêmio da Música Brasileira em 2025
Segundo o criador do prêmio, Zé Mauricio Machline, a homenagem busca destacar o impacto cultural deixado pelo cantor.
“Celebrar Cazuza é celebrar a coragem, a liberdade e a potência de uma obra que segue viva e necessária”, afirmou Machline.
Além das apresentações especiais, a noite também vai revelar os vencedores das 18 categorias da premiação, que reconhece artistas, discos e projetos lançados no último ano.
Entre os indicados estão nomes como Marisa Monte, Djavan, Emicida, Ana Castela, Alcione, Marina Sena, Péricles e Xande de Pilares.
O prêmio também destacou que vem ampliando sua atuação para além da cerimônia anual, com iniciativas voltadas à formação e ao desenvolvimento de artistas e profissionais do setor musical.
A escolha de Cazuza como homenageado da edição de 2026 foi aprovada por unanimidade pelo conselho da premiação, formado por artistas e profissionais da música, entre eles Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Zélia Duncan e Karol Conká.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mercado bilionário, fama nas redes e riscos à saúde: os bastidores do universo do fisiculturismo


Fantástico mergulha no universo do fisiculturismo, que exige disciplina extrema
A febre do fisiculturismo foi tema de uma reportagem especial do Fantástico, que revelou os bastidores de um universo marcado por disciplina extrema, um mercado bilionário e riscos à saúde.
O programa acompanhou atletas que enfrentam anos de sacrifícios na busca por um corpo superforte e esculpido. Especialistas também alertaram para os limites do corpo humano e para os perigos do uso inadequado de substâncias voltadas ao ganho muscular — prática que se espalha em um dos segmentos que mais crescem no mercado fitness.
O assunto vem ganhando maior repercussão após a morte recente do fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, encontrado morto no último sábado (23), na Zona Leste de São Paulo. O atestado de óbito apontou cardiomiopatia hipertrófica, que é uma doença cardíaca que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Ganley revelou, em julho de 2025, que havia começado a usar substâncias .
Fantástico mergulha no universo do fisiculturismo, que exige disciplina extrema
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Febre nas redes e mercado bilionário
Nos últimos anos, o fisiculturismo deixou de ser um nicho restrito às academias e ganhou espaço nas redes sociais, atraindo milhares de jovens. Influenciadores fitness passaram a acumular milhões de seguidores ao compartilhar rotinas de treino, dietas rigorosas e transformações físicas impressionantes. Alguns deles se tornaram celebridades nacionais.
O maior símbolo dessa explosão no Brasil é Ramon Dino, o “Dinossauro do Acre”. O atleta, de 30 anos, se tornou o primeiro homem brasileiro a vencer a principal competição do fisiculturismo mundial.
Ao Fantástico, Dino contou que começou a treinar em praças públicas de Rio Branco usando apenas o peso do próprio corpo. Sem dinheiro para comprar carne, chegou a consumir 30 ovos por dia para manter a dieta. Durante a pandemia, vídeos dos treinos viralizaram nas redes sociais e mudaram completamente sua vida.
“E isso chamou muito a atenção do pessoal. ‘Se o cara fez o que ele fez com um pouquinho, imagina investindo nele?'”, conta.
Atualmente, Ramon soma milhões de seguidores e figura entre os principais nomes do fisiculturismo mundial. A ascensão dele coincidiu com o boom do esporte no Brasil — impulsionado principalmente pelas redes sociais.
O crescimento da modalidade também movimentou um mercado gigantesco. Segundo Tamer El Guindy, um dos maiores promotores de eventos fitness do mundo, o setor movimenta entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões por ano no país. O Brasil já é considerado o segundo maior mercado de fisiculturismo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
A profissionalização trouxe grandes eventos, patrocínios, marcas de suplementos, roupas fitness, academias especializadas e uma legião de fãs que acompanham cada detalhe da rotina dos atletas.
Fantástico mergulha no universo do fisiculturismo, que exige disciplina extrema
Reprodução/TV Globo
Sacrifícios extremos
Mas por trás dos músculos e da fama existe uma realidade marcada por sacrifícios extremos.
Fisiculturistas chegam a consumir até 8 mil calorias por dia durante determinadas fases da preparação. Em períodos pré-competição, passam semanas em dietas extremamente restritivas para reduzir ao máximo o percentual de gordura corporal. Alguns atletas sobem ao palco com apenas 2% ou 3% de gordura.
Além da alimentação rigorosa, há protocolos intensos de treino, privação social, controle absoluto da rotina e processos severos de desidratação antes das competições para deixar os músculos mais aparentes.
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Uso de anabolizantes e os riscos à saúde
Outro ponto central — e mais controverso — do fisiculturismo envolve o uso de hormônios e anabolizantes.
Embora o uso dessas substâncias seja comum no fisiculturismo profissional, especialistas alertam que não existe dose segura para fins estéticos.
“A testosterona funciona como um tratamento, que é a terapia de reposição hormonal. Fora dessa situação clínica, o uso da mesma, sim, é considerado um uso errado, de um esteroide anabolizante — que a gente vai chamar aqui, leigamente, de bomba”, destaca endócrino, Ricardo Oliveira.
Médicos ouvidos pela reportagem afirmam que os efeitos colaterais vão desde acne e queda de cabelo até problemas cardiovasculares graves, como infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Ainda segundo os especialistas, uso inadequado de testosterona e outros esteroides pode provocar atrofia testicular.
Há ainda os riscos dos anabolizantes para o coração, conforme descreve o cardiologista Alexandre Carvalho.
“O anabolizante faz crescer o músculo, só que ele não é tão seletivo a ponto de excluir o coração. Então ele vai no órgão, no músculo cardíaco e aumenta de uma maneira até disforme o coração. E a contração muscular é tão vigorosa que ela perde a potência ao longo do tempo.”
Questionado, Ramon diz que reconhece os riscos desse estilo de vida que assumiu:
“Sim. Assumi. Já tem que entrar nele sabendo que corre esse risco. E para as pessoas que estão iniciando, para os jovens, a gente já deixa a dica aqui: não faça isso se você não for um atleta. Se você não tiver um acompanhamento também, não faça isso. É uma coisa muito séria e mexe um pouco com a sua saúde”, enfatiza.
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Fonte: G1 Entretenimento