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Mariah Carey fará show em São Paulo em 2026


Mariah Carey fará show em São Paulo em novembro, conforme anunciado pelo banco Itaú
Reprodução/TV Globo e Instagram
A cantora americana Mariah Carey vai se apresentar em São Paulo neste ano, conforme anúncio feito pelo patrocinador do evento nesta terça-feira (26). A expectativa é que o show aconteça em novembro, embora detalhes oficiais, como local e início da venda de ingressos, ainda não tenham sido divulgados.
O anúncio foi feito por meio de uma ação de marketing nas redes sociais que rapidamente chamou a atenção dos fãs. No teaser, o banco Itaú exibiu um cartaz coberto por blocos de gelo acompanhado da frase “previsão de descongelamento na Avenida Paulista”.
Os fãs entenderam a mensagem como uma alusão ao “descongelamento” simbólico da artista com a aproximação do Natal todos os anos – tradicionalmente, Mariah dá início às suas turnês e temporadas de shows natalinos em novembro. Apesar de o anúncio ainda não ter sido oficializado, por volta das 10h30 já era possível ver o rosto da artista no cartaz.
A última passagem de Mariah Carey por São Paulo ocorreu em setembro de 2025, quando a cantora foi uma das principais atrações do festival The Town, no Autódromo de Interlagos.
Veja encerramento do show da Mariah Carey no The Town

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberto Menescal e Gilson Peranzzetta harmonizam dois mundos musicais em álbum guiado por amizade e liberdade


Roberto Menescal (à esquerda) e Gilson Peranzzetta lançam o primeiro álbum juntos em cerca de 50 anos de amizade
Rogério Von Kruger / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: O mundo livre de Menesca & Peranzza
Artistas: Roberto Menescal e Gilson Peranzzetta
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Samba impossível”, música inédita que abre o álbum “O mundo livre de Menesca & Peranzza”, começa em clima arejado, evocando uma brisa leve e um ar marítimo típicos da música do compositor e guitarrista Roberto Menescal, o Menesca, nome fundamental da bossa nova. Só que a primeira parte do samba foi composto pelo pianista Gilson Peranzzetta, o Peranza, arranjador igualmente fundamental da MPB, sobretudo na obra de Ivan Lins. Menescal completou o samba, primeira parceria dos músicos.
A arquitetura de “Samba impossível” exemplifica a simbiose dos dois artistas no álbum editado via Mills Records em 20 de maio. Trata-se do primeiro disco feito em dupla pelos músicos, amigos há cerca de 50 anos.
O álbum apresenta quatro músicas inéditas entre as nove faixas. Além de “Samba impossível”, há três temas recentes de Gilson Peranzzetta que ganham o primeiro registro fonográfico, sendo que um, “Vem cá, Menesca”, é afago do pianista no amigo, sublinhando o tom afetuoso do disco.
Menescal e Peranzzetta se afinam em álbum guiado pela liberdade da música instrumental, mesmo quando gravada com vocalizes, como “Quim, quim” (2026), tema inédito de Peranzzetta. Tanto que em certa passagem da gravação de “Obsession” (1987) – parceria de Peranzzetta com Dori Caymmi apresentada ao mundo em álbum da cantora norte-americana de jazz Sarah Vaughan (1924 – 1990) – parece que se ouve tema de Menescal.
Da mesma forma, dá para identificar a marca forte do arranjo de Perannzzetta na gravação de “Agarradinhos” (Roberto Menescal e Rosalía Souza, 2005) – bossa de Menescal que deu titulo a álbum lançado pelo guitarrista com a cantora Leila Pinheiro em 2007 – e sobretudo na introdução de “Bye bye Brasil” (Roberto Menescal e Chico Buarque, 1979), música tocada com a liberdade do jazz no registro de seis minutos que fecha o disco.
Capa do álbum ‘O mundo livre de Menesca & Peranzzetta’, de Roberto Menescal e Gilson Peranzzetta
Rogério Von Kruger / Divulgação
O álbum foi gravado pela dupla com as adesões dos músicos Didier Fernan (baixo) – idealizador do projeto fonográfico e proprietário do estúdio La Maison, onde Fernan gravou, mixou e masterizou o álbum entre 2025 e este ano de 2026 – e Ricardo Costa (bateria).
É sintomático que, na foto exposta na capa do álbum, os dois músicos apareçam abraçados porque, em essência, “O mundo livre de Menesca & Peranzza” é um abraço afetuoso de Roberto Menescal em Gilson Peranzzetta. Ou um abraço de Gilson Peranzzetta em Roberto Menescal, dado com carinho e admiração que, a rigor, percebe-se que sempre existiram quando ouve-se no álbum a gravação de “Caminho do mar”, música inédita de Peranzzetta (composta em 2025) em que o pianista carioca evoca a ambiência leve da música arejada de Roberto Menescal, parceiro de Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994) em composições como “A morte de um Deus de sal” (1964), tema rebobinado no álbum, cujo título vem da música “Mundo livre” (2024), parceria recente de Menescal com Pio Rodrigues Neto.
Sem notas jogadas fora, sem competições aparentes entre os instrumentistas (até porque Menescal reconhece que Peranzzetta é, como costuma dizer, mais “adiantado” do que ele) e tampouco sem demonstrações egocêntricas de um virtuosismo perceptível em ambos os músicos de forma natural, o álbum “O mundo livre de Menesca & Peranzza” flui harmoniosamente ao longo de quase 36 minutos guiados pela convergência afetuosa de dois universos musicais distintos, mas paradoxalmente afins.
Roberto Menescal (à esquerda) e Gilson Peranzzetta tocam nove músicas no álbum, sendo que quatro são inéditas em disco
Rogério Von Kruger / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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6 meses após cancelamento, maior festival de rap do país segue sem pagar artistas e reembolsos


Cena 2k25 é marcado por cancelamentos, brigas e problemas na organização
Divulgação
Em novembro de 2025, a Neo Química Arena, em São Paulo, recebeu a 4ª edição do festival Cena 2K, o principal evento de rap do Brasil. Marcado por atrasos, briga nos bastidores e o cancelamento do último dos três dias de shows, o evento segue com contas a pagar com artistas, fornecedores e público.
O g1 falou com envolvidos que não receberam valores combinados, incluindo cachês e estorno de ingresso. Dezenas de pessoas dos mais variados estados recorreram à Justiça buscando reaver o dinheiro pago para aproveitar os shows.
A Bilheteria Digital, responsável pela venda de ingressos, informou ao g1 em nota que “atuou estritamente como plataforma de intermediação para a venda de ingressos”.
“A empresa informa que a totalidade dos valores arrecadados foi integralmente repassada para a organização do festival, tendo a Bilheteria Digital cumprido todas as suas obrigações.”
Agora no g1
A empresa explicou também que, “semanas antes do cancelamento definitivo, o contrato de prestação de serviços entre as partes foi formalmente rescindido em comum acordo”.
Os representantes do Cena Festival (Alex Ribeiro, Gabriel Romano e Jé Santiago) foram contatados pelo g1 na última terça-feira (19) e, desde sexta-feira (22), afirmaram que enviariam uma nota com esclarecimentos, mas não retornaram até a conclusão desta reportagem. O espaço será atualizado caso haja resposta dos envolvidos.
Mudança de datas e primeiros processos
Em 2019, o festival Cena 2k realizou sua primeira edição tendo como principal destaque Quavo, conhecido por integrar o trio Migos, um dos grandes nomes do hip hop mundial. Além da atração internacional, o evento também contou com estrelas do rap nacional, como Djonga, Filipe Ret, L7nnon e outros.
Em 2022, já no pós-pandemia, o evento cresceu ainda mais, trazendo o norte-americano Playboi Carti, Racionais MCs, Karol Conká e MC Cabelinho. Nos últimos anos, o evento já estava consolidado entre os principais eventos da cultura hip-hop no país, sempre mesclando nomes internacionais e nacionais.
Imagem do público na segunda noite do Festival Cena 2K, que aconteceu na Neo Química Arena, em Itaquera
Reprodução/Instagram
No entanto, já corria nos bastidores a informação de que o evento enfrentava problemas de fluxo de caixa e com seus investidores da Four Even, empresa do segmento do sertanejo. O g1 apurou que, nos últimos anos, a empresa foi contra realização do festival por considerar o retorno financeiro baixo.
Em 2025, o primeiro problema surgiu antes mesmo da data prevista para início do evento. Inicialmente previsto para os dias 28, 29 e 30 de novembro, o festival mudou para os dias 21, 22 e 23 de novembro por problemas de agenda com a tabela de jogos do Corinthians, clube que manda suas partidas na Neo Química Arena.
A mudança de datas gerou reclamações. Parte do público tentou cancelar a compra dos ingressos e reaver os valores, mas não obteve sucesso. Foi o caso de Maria Clara Alencar, que comprou dois ingressos na pré-venda, no valor de R$ 403 via PIX.
Com a mudança de data, ela não conseguiria comparecer ao evento e pediu reembolso.
O g1 conversou Juciara Abreu, advogada que representa Maria Clara. Ela explicou que sua cliente tentou um pedido de reembolso via Procon, mas a Bilheteria Digital informou que é apenas intermediária e que reembolsos são de responsabilidade do produtor do evento.
Desde então, Juciara diz que não recebeu nenhum retorno do festival. O caso agora está na Justiça, onde ela busca indenização por danos morais para Maria Clara.
Além dos problemas gerados pela alteração de data, o Cena 2K perdeu a parceria com a Bilheteria Digital na semana anterior ao festival, o que impactou diretamente o caixa do evento.
Entre o final de setembro e o início de outubro, o festival já enfrentava problemas legais pois os advogados que cuidavam das questões jurídicas e contratos com artistas encerraram a parceria com o evento.
Segundo o g1 apurou, o problema se deu pois um dos profissionais do escritório contratado, que é judeu, se incomodou com a negociação de representantes do Cena 2K com o rapper Kanye West, que no passado fez uma série de comentários antissemitas e chegou a vender uma camisa com o símbolo da suástica e lançou uma canção com o nome “Heil Hitler”, uma saudação nazista.
Sem advogados, o evento negociou os últimos detalhes das apresentações e pagamento de cachês via WhatsApp, sem formalizações legais.
Problemas do início ao fim
Mesmo com muita desconfiança e problemas nos bastidores, o festival teve início no dia 21 de novembro de 2025. Ao todo, mais de 120 artistas foram anunciados para os três dias de evento, que contou com dois palcos: Trap Hits e Palco Cena.
A grade horária foi divulgada horas antes do início do evento. Fãs relataram que vários shows de artistas menores tiveram o microfone cortado, sob vaias da plateia. Nesse dia, o artista Ryu, The Runner disse que teve seu show cancelado de última hora pelo festival, sem explicações.
Nicole Kirsanoff trabalhou na produção do evento. Ela conta ao g1 que, desde o primeiro momento, faltava tudo: desde pulseiras para autorizar a entrada de artistas e equipe até o pagamento de fornecedores.
Segundo o g1 apurou, ao menos seis artistas não foram pagos pelo festival. Foi o caso de Yuri Redicopa, que acordou com a produção do Cena 2K um cachê de R$ 15 mil para se apresentar no primeiro dia de evento. Ele recebeu apenas um sinal de R$ 700.
Ao g1, a produção do artista diz que investiu mais de R$ 40 mil para realização do espetáculo e ainda precisou arcar com parte da pirotecnia da apresentação (custo que seria do evento). Eles tentam receber os cerca de R$ 14 mil restantes do cachê na Justiça.
Nas redes sociais, a rapper Nanda Tsunami também reclamou que não recebeu seu cachê e cobrou os organizadores do evento.
No segundo dia, os horários não foram divulgados oficialmente. Vários artistas tiveram que anunciar por conta própria, em suas redes sociais, quando e em que palco se apresentariam — alguns, inclusive, com informações conflitantes.
Nenhum dos grandes nomes internacionais chegou a subir no palco. Em cima da hora, o festival anunciou o cancelamento do headliner Young Thug, bem como A$ap Ferg, Oodaredevil e Zukenee por “motivos internos e externos”. O músico Lil Gotit publicou que não viria por “razões do festival”.
Já no fim do sábado, uma briga generalizada nos bastidores entre a equipe do rapper Major RD e seguranças do local gerou problemas com a administração da Neo Química Arena. Vidros e outros objetos foram quebrados durante a confusão.
Ao g1, Major RD disse que a discussão nos bastidores no festival começou quando ele foi impedido de entrar no próprio camarim.
Com falta de pagamento da estrutura básica, como primeiros socorros e montagem de palcos, além de fornecedores e os próprios artistas, o domingo começou com incerteza sobre a apresentação. Mesmo com dúvidas sobre a realização das apresentações, o evento não fornecia informações.
Até que às 13h, a Neo Química Arena publicou uma nota afirmando que, após vistoria da Polícia Militar, o evento estava cancelado.
“A avaliação da PM foi a de que o evento não oferece os serviços médicos necessários para os presentes, contrapartidas obrigatórias da organização para a realização do festival e que eram de responsabilidade do Cena 2K”, disse o comunicado.
O g1 tentou contato com a Neo Química Arena, mas não houve retorno. O espaço segue aberto caso.
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Nicole diz que chegou a ir para o local do evento para receber o valor combinado pelo seu trabalho na produção. Até o momento, dos cerca de R$ 3 mil acordados, ela aguarda o pagamento de R$ 600 restantes.
“Foi tudo muito confuso, era tudo muito bagunçado. Por excesso de artistas, eles foram forçando que o evento começasse cada vez mais cedo, mais cedo. Até que chegou num ponto que teve artista se apresentando com os portões fechados. Eles não pagaram seguranças, produtores, nada”, explica Nicole.
Seis meses depois, o evento enfrenta dezenas de processos na Justiça, a maioria cobrando pelos reembolsos de ingressos.
Ícaro Lamas, advogado que representa uma série de pessoas que não conseguiram o reembolso do ingresso, afirmou ao g1 que, até o momento, não conseguiu retorno do evento ou da Bilheteria Digital.
“O festival deixou todos os consumidores no escuro, sem transparência nenhuma sobre os cancelamentos. No caso, é aplicado o Código de Defesa do Consumidor, que protege os consumidores nessa situação, autorizando o reembolso do ingresso pago, de todos os gastos para ida ao festival (passagens, estadia…) e indenização por danos morais, diante da falha de serviço das empresas envolvidas e frustração da expectativa de quem comprou o ingresso.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Jota Quest canta Tim Maia em inglês, em feat com Mãeana, no álbum em que o grupo grava músicas do compositor


Jota Quest apresenta duas músicas do álbum em que canta Tim Maia (1942 – 1998) em single programado para quinta-feira, 28 de maio
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O grupo Jota Quest retoma a divulgação do ainda inédito álbum em que o quinteto canta o repertório de Tim Maia (1942 – 1998), um dos artistas pioneiros na construção do universo do funk e do soul brasileiros na virada dos anos 1960 para a década de 1970.
Quase seis meses após o lançamento em 4 de dezembro do single “Acenda o farol” (2025), com gravação no qual a banda tangenciou a fronteira do cover ao reavivar esse funk disco gravado pelo cantor e compositor carioca no álbum “Tim Maia disco club” (1978), Rogério Flausino (voz), Marco Túlio Lara (guitarra), Marcio Buzelin (teclados), PJ (baixo) e Paulinho Fonseca (bateria) apresentam mais duas músicas do álbum em single programado para as 21h de quinta-feira, 28 de maio.
No bundle (jargão fonográfico que caracteriza single com duas ou três músicas de álbum ainda inédito), a banda revela as gravações da melancólica balada “Você” e do bilíngue samba-soul “I don’t know what to do with myself”, parceria de Tim com Hyldon, de refrão composto em inglês.
Ambas as músicas foram gravadas por Tim no segundo álbum do cantor, intitulado “Tim Maia” e lançado em 1971. As duas músicas figuram no lado B da edição original do álbum em LP .Só que “Você” já não era inédita quando foi gravada por Tim.
Em 1969, o compositor ofereceu a canção a Roberto Carlos, que pediu a Tim um tema com mais suingue e ganhou o funk “Não vou ficar”. Com a recusa de Roberto, “Você” foi parar no álbum “A onda é boogaloo”, álbum de funk e soul lançado pelo cantor Eduardo Araújo naquele ano de 1969.
No entanto, apesar da beleza da melodia, a canção passou despercebida com Araújo e somente ganhou projeção na voz de Tim Maia no já mencionado álbum de 1971, 15 anos antes de “Você” ressurgir na cadência do reggae em gravação feita pela banda Paralamas do Sucesso para o álbum “Selvagem?” (1986).
Já a música “I don’t know what to do with myself” permaneceu como um lado B do repertório de Tim Maia, tendo sido gravada somente por Tim e pelo parceiro Hyldon. A versão de “I don’t know what to do with myself” com o Jota Quest junta o grupo com a cantora Mãeana, no primeiro feat revelado do álbum em que a banda rebobina o repertório de Tim Maia com devoção ao cantor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho de Ozzy Osbourne se defende após ser detonado por citar criação de avatar do pai feito por IA


Ozzy Osbourne durante sua apresentação no festival Monsters of Rock, em São Paulo, em abril de 2015
JF Diorio/Estadão Conteúdo
Filho do cantor Ozzy Osbourne, Jack Osbourne se defendeu das críticas que recebeu de fãs do ex-vocalista do Black Sabbath ao defender a ideia da criação de um avatar do seu pai feito por IA.
Ozzy Osbourne morreu em julho de 2025, aos 76 anos. Ele foi diagnosticado com Parkinson em 2019, já passou por diversas cirurgias e chegou a declarar que não conseguia mais andar.
Em um vídeo publicado no seu canal oficial do YouTube, ele explicou que a criação não seria feita apenas com um prompt no ChatGPT.
“Vamos trabalhar com tecnologia de ponta, vai ficar algo muito próximo da realidade. E [o avatar] vai ter uma utilização incrível.”
Agora no g1
No dia 20 de maio, durante evento em Las Vegas, Jack e Sharon Osbourne, viúva de Ozzy, anunciaram que o espólio do cantor trabalhava na criação de um avatar do cantor, em parceria com as empresas Hyperreal e Proto Hologram.
A Hyperreal já criou avatares do rapper Notorious BIG, do jogador de futebol argentino Lionel Messi e Stan Lee, criador da Marvel.
Segundo a empresa Hyperreal informou à revista norte-americana Billboard, o avatar de Ozzy poderá se mexer e conversar com fãs “como Ozzy faria”. A ideia é que o avatar seja lançado nos EUA e no Reino Unido ainda em 2026.
“Cada elemento deste avatar foi construído exclusivamente a partir de material original autenticado e aprovado: selecionado, autorizado e controlado pelas pessoas que mais o amam.”, disse à Billboard o CEO da Hyperreal, Remington Scott.
Nas redes sociais, fãs criticaram a decisão da família de Ozzy de “recriar” o cantor por meio de um avatar feito por IA.
Com termos como “gananciosos” e “sem noção”, os fãs apontaram que era “impossível recriar algo tão genuíno como Ozzy foi”.
No vídeo publicado por Jack no YouTube, o comentário mais curtido é: “Diz para sua mãe que não queremos nenhuma IA do Ozzy!”

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta apresenta o show da ‘Equilibrium tour’ em agosto por cinco cidades


Anitta estreia o show da ‘Equilibrium tour’ em 1º de agosto, em Porto Alegre (RS)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Álbum mais brasileiro de Anitta, “Equilibrium” (2026) gera show que estreia no Brasil em turnê que, por ora, inclui apresentações somente em cinco cidades do país ao longo dos cinco sábados do mês de agosto.
Os locais do shows da “Equilibrium tour” ainda não foram anunciados, mas já se sabe que haverá apresentações em Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Niterói (RJ) e Salvador (BA) em 1º, 8, 15, 22 e 29 de agosto, respectivamente. A abertura das vendas dos ingressos está programada para as 12h de quinta-feira, 28 de maio.
Até o momento, inexistem sinais de que haverá mais apresentações do show da “Equilibrium tour”. É provável que a intenção de Anitta seja fazer o show em circuito limitado, como experiência quase exclusiva, para atrair somente quem se identificou de fato com a brasilidade do álbum “Equilibrium”.

Fonte: G1 Entretenimento

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C6 Fest 2026: o que deu certo e o que pode melhorar no festival mais ‘fino’ do Brasil


The XX foi uma das principais atrações do C6 Fest 2026
Divulgação
Desde sua estreia em 2023, o C6 Fest, em São Paulo, se consolidou como um festival de ótimas atrações – não há texto elogioso sobre o evento que não cite a palavra “curadoria”.
A essa altura, é o tipo de evento que dá pra comprar de olhos fechados, sabendo que não vão faltar bons shows, desde o jazz no auditório até o rock, indie pop e eletrônica nos palcos externos.
Na edição de 2026, que aconteceu entre os dias 21 e 24 de maio, não foi diferente. Entre clássicos como Robert Plant (que se apresentou com a banda Saving Grace e Suzi Dian) e novidades como a francesa Oklou, o festival conciliou nomes de diferentes tamanhos e públicos e garantiu, pela primeira vez, um dia esgotado (o domingo).
O festival é “fino”, astral, e é um dos melhores do Brasil — justamente por entender o seu tamanho e, fundado por um banco, ter recursos para priorizar a qualidade acima do lucro. É um privilégio raro para festivais, que às vezes têm que “se vender” para se manter de pé e equilibrar as contas.
Neste ano, foi uma edição quase perfeita, com pequenos problemas que não tiraram a qualidade, mas podem melhorar a experiência do público nos próximos anos. Veja, abaixo, o que deu certo e o que pode melhorar no C6:
O que deu certo
Oklou, cantora francesa, no C6 Fest
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Esgotado, mas sem ‘treta’
Mesmo com ingressos esgotados no domingo, a experiência no público nunca foi desagradável no sentido de lotação: as atrações do C6 reuniram fãs, sim, mas sem confusões na grade ou plateia abarrotada.
Essa é uma característica do C6, aliás. O line-up sempre tem nomes com público, mas que não costumam atrair uma galera fanática. Isso garante uma experiência sempre confortável para a plateia, que vê os shows sem grandes problemas.
Ótimos shows
Pode soar repetitivo, mas sempre é preciso elogiar os shows do C6. Em muitos sentidos, o festival faz o que o Primavera Sound ainda batalha para fazer bem no Brasil: traz ótimas atrações de diferentes gêneros, com uma linha de curadoria coerente e com espaço para shows intimistas de jazz.
Neste ano, o festival teve alguns dos seus melhores shows, com The XX, Oklou, Robert Plant e Cameron Winter (do Geese) entre os destaques.
Robert Plant se apresenta no C6 Fest 2026
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Parque ainda é o melhor
O espaço do Parque Ibirapuera, que sedia o evento desde o início em São Paulo, é o que mais valoriza o festival. Enquanto outros festivais internacionais da cidade acontecem no Autódromo de Interlagos, o C6 se destaca por acontecer em um espaço bem localizado, organizado e plano.
Também são destaques os palcos belíssimos (caso da arena Heineken, que usa o espaço do auditório para enormes projeções) e o auditório, que recebe os shows que exigem atenção ao detalhe.
O que ainda pode melhorar
(Leve) perrengue
Neste ano, o C6 teve um leve perrengue no sábado (23), com uma grande chuva que atrapalhou os primeiros shows e forçou o público a se “esconder” onde podia. Quem perdeu muito com isso foi a ganense Amaarae, que viu seu público dispersar ao longo do show.
Quase não havia proteção para “proteger” do temporal, e a organização até distribuiu capas de chuva, mas logo acabaram.
Mais tarde, claro, o parque virou um lamaçal. Os tablados espalhados em frente aos palcos ajudaram, mas não resolveram totalmente. Para as próximas edições, pode ser preciso aumentar as áreas cobertas.
Volume baixo e público que não engajou
Conversa em show sempre tem, mas em algumas apresentações na arena externa, o som estava consideravelmente mais baixo que a voz da galera.
Foi um problema tanto do volume do som quanto do público, que muitas vezes não se preocupava em fazer silêncio para ouvir Robert Plant cantar. Ou Russo Passapusso, líder do Baianasystem, com notória dificuldade para conseguir uma resposta do público à altura da energia das músicas.
Essa característica não é de hoje. Em 2025, o g1 apontou que um lado negativo do festival foi a grande quantidade de convidados da organização e dos patrocinadores. A impressão é que muita gente vai para a resenha, não para curtir os shows.
Bem no final de semana da virada…
A grande crítica a essa edição é a escolha de datas. Um festival em maio é bem-vindo, já que os outros se concentram no início e no fim do ano, e o clima frio combina com a “vibe” do C6.
Mas assim como em 2025, o festival coincidiu com a Virada Cultural de São Paulo, maior evento gratuito da cidade. É uma pena que, quando São Paulo pulsa cultura, o público tenha que escolher entre os eventos.
Magdalena Bay se apresenta no C6 Fest 2026
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Nave da nova turnê poderá passar sobre a cabeça do público durante shows, diz artista


O Último Voo da Nave! A Rainha Xuxa revela os bastidores do novo show e abre seu baú de relíquias
A nave da nova turnê de Xuxa Meneghel poderá passar sobre a cabeça do público durante os shows da megaturnê “O Último Voo da Nave”. A informação foi revelada pela apresentadora em entrevista ao Fantástico.
A estrutura está sendo construída em Amsterdã e terá o dobro do tamanho da nave original, que marcou gerações de brasileiros nos programas infantis da TV. Segundo Xuxa, a nova versão também contará com um formato em 360 graus para ampliar a interação com o público.
“Ela vai fazer esse voo enlouquecedor”, afirmou a apresentadora sobre a estrutura do espetáculo.
Nova nave de Xuxa poderá voar sobre a plateia em megaturnê
Reprodução/TV Globo
A turnê estreia em julho, com dois shows em São Paulo, e depois segue para cidades como Curitiba e Belo Horizonte até chegar ao Maracanã, em dezembro.
A direção do espetáculo é assinada por Kley Tarcitano, ex-baixinho da Xuxa que atualmente trabalha nos Estados Unidos e já participou de apresentações de Jennifer Lopez e de shows do intervalo do Super Bowl.
Além dos efeitos da nova nave, a turnê promete reunir músicas nunca apresentadas ao vivo e a participação de ex-Paquitas no palco.
Xuxa abre acervo inédito e revela bastidores da megaturnê ‘Último Voo da Nave’
Reprodução/TV Globo
Xuxa abre acervo inédito e revela bastidores da megaturnê ‘Último Voo da Nave’
Preparação física e músicas inéditas
A apresentadora também contou que vem se preparando fisicamente há mais de um ano para a maratona de apresentações. “Vou ter que aprender de novo as coreografias, vou ter que dançar”, disse.
Ela afirmou que faz pilates e exercícios diariamente para conseguir encarar os shows.
A turnê também terá músicas que nunca foram apresentadas ao vivo e contará com a presença de ex-Paquitas no palco. “Eu quero me emocionar, quero chorar junto com eles”, afirmou a apresentadora ao falar sobre o reencontro com fãs de diferentes gerações.
No fim da entrevista, Xuxa resumiu a expectativa para o novo projeto: “Eu quero realmente ver as pessoas virarem crianças de novo.”
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico
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ISSO É FANTÁSTICO
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Fonte: G1 Entretenimento

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Larissa Luz amplifica ‘fúria do tambor’ com a energia do rock em ‘Desmonte’, álbum de alta voltagem ideológica


Larissa Luz lança o quarto álbum solo, ‘Desmonte’, na sexta-feira, 29 de maio
Jordan Villas / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Desmonte
Artista: Larissa Luz
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Sete anos após o álbum “Trovão” (2019) e dois após “Fio pavio” (2024), EP que apresentou quatro faixas gravadas com produção musical de Rafa Dias, a cantora e compositora soteropolitana Larissa Luz conserva a alta voltagem da discografia com o álbum “Desmonte”. Na capa, a artista aparece com um megafone, imagem afinada com o conceito de disco que amplifica o discurso de Larissa.
Programado para ser lançado na sexta-feira, 29 de maio, “Desmonte” turbina a fúria dos tambores com a energia do rock, gênero dominante no álbum formatado pelos produtores e arranjadores Danilo Panda e Ícaro Motta com a colaboração de Larissa na criação dos arranjos que dão peso a músicas como “Acorda”, “Intensa” e “Fúria do tambor”, faixa em que se ouve sutil levada de samba, abafada pelo peso do rock.
O trio também assina as composições. É provável que, se desmontadas no formato de voz e violão, as músicas perdessem poder de sedução. No entanto, na arquitetura do álbum, elas funcionam muito bem.
Como exemplifica a faixa de abertura, “D.e.s.m.o.n.t.e”, Larissa Luz flerta com o rock hardcore, veículo para a exposição do discurso altivo da artista. Em “Careta”, a cantora utiliza versos da cantiga popular “Boi da cara preta” para afrontar os machos amedrontados diante do poder feminino.
Quarto álbum solo da discografia de Larissa Luz, “Desmonte” é disco cheio de som e fúria. Em “Sem sal”, a artista questiona a estrutura empresarial do Carnaval de Salvador (BA). Em “Viola”, faixa embasada pela percussão de Lippe Batera, a cantora já avisa de cara que não oferecerá o choro e o lamento esperado do povo negro pela sociedade estruturada em bases racistas.
Por mais que tenha ritmos baianos na gênese do álbum, como o pagodão, como mostram faixas como “Tô me achando”, “Desmonte” pode ser caracterizado como disco de rock, tocado com dose precisa de eletricidade e eletrônica. Danilo Panda (programações e synths) e Ícaro Motta (baixo, guitarra, programações e synths) deram forma a um som em ponto de fervura em sintonia com a quentura do discurso de Larissa, mas sem perder de vista a Bahia, precisamente Salvador (BA), terra natal do ijexá e do samba-reggae.
“Assim como os ritmos baianos, o rock também nasceu de uma matriz negra, mas foi embranquecido ao longo do tempo. O álbum ‘Desmonte’ faz um movimento para trazer isso de volta, para aproximar a transgressão do rock às pulsações do corpo dos gêneros afro-baianos”, conceitua a artista, revelada em escala nacional como vocalista da banda Ara Ketu de 2007 a 2012.
Com dois feats de peso nas duas faixas finais do álbum “Desmonte”, Larissa turbina o discurso de “Antiparasita” com a rapper Áurea Semiseria, potente MC de Salvador (BA). Já “Retomada” traz Zé Atunbí, ex-integrante do grupo Afrocidade, nesse manifesto pelo negro no poder que reitera a força do canto altivo e destemido de Larissa Luz.
Capa do álbum ‘Desmonte’, de Larissa Luz
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Tadeu Schmidt lamenta morte da mãe aos 92 anos: ‘Tenho muita dificuldade pra aceitar que nunca mais vou te ver’


Tadeu Schmidt lamenta morte da mãe aos 92 anos
Reprodução/Instagram
Na manhã desta segunda-feira (25), Tadeu Schmidt lamentou a morte da mãe aos 92 anos. “Obrigado por tudo, mãe.”
“Eu tenho muita dificuldade pra aceitar que nunca mais vou te ver… O que me consola é pensar que você viveu 92 anos com tantos momentos bonitos, que criou três filhos realizados e felizes, que você viu netos e bisnetos… e que deixou uma lembrança muito forte em todos que conviveram com você. Descanse em paz, Dona Janira”, escreveu o apresentador.
A morte de Janira acontece pouco mais de um mês após a do irmão de Tadeu, o ex-jogador Oscar Schmidt.

Fonte: G1 Entretenimento