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Sandy apresenta o disco ‘Nós, Voz, Eles 2’ com dueto com Wanessa Camargo


♪ De acordo com texto publicado hoje nas redes sociais de Wanessa Camargo, o mês de agosto vai começar com um dueto inédito no mercado fonográfico brasileiro.
Sandy e Wanessa – filhas de grandes cantores do universo sertanejo, Xororó e Zezé Di Camargo, respectivamente – apresentarão na segunda-feira, 1º de agosto, o making of da gravação conjunta da música inédita Leve.
A faixa integra o segundo volume de Nós, Voz, Eles, projeto gregário de Sandy. O primeiro volume de Nós, Voz, Eles foi lançado em 2018 e gerou show com a qual Sandy saiu em turnê pelo Brasil – exatamente como fará neste segundo semestre de 2022.
Segundo Wanessa, o single e o clipe da música Leve estão programados para entrarem em rotação em 4 de agosto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sandy e Wanessa Camargo anunciam música em parceria


Faixa ‘Leve’ será lançada nos serviços de streaming na quinta-feira (4). Vídeo dos bastidores da gravação sairá na segunda-feira (1º). Wanessa Camargo e Sandy
Reprodução/Instagram
Sandy e Wanessa Camargo anunciaram neste sábado (30) que vão lançar uma música em colaboração. A faixa “Leve” terá um clipe e será lançada nas plataformas de streaming na próxima quinta-feira (4).
A colaboração fará parte da segunda edição do projeto “Nós, Voz, Eles”, série de duetos com Sandy e outros artistas que inclui vídeos de bastidores no YouTube. A cantora afirmou que o episódio com Wanessa Camargo será publicado na segunda-feira (1º), às 12h.
“Que alegria finalmente dividir o estúdio com essa amiga e artista linda que ela é”, publicou Sandy.
“Obrigada, Wan, pelo carinho enorme e pela colaboração incrível nesse projeto que eu amo tanto”.=, continuou.
Wanessa Camargo também comemorou a parceria: “Que honra imensa ter recebido esse convite tão especial pra cantar com você, que eu admiro tanto, Sandy”, escreveu Wanessa Camargo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os assassinatos da vida real que nem Agatha Christie conseguiu resolver


Homicídios suspeitos ocorridos no Reino Unido do século 19 continuam intrigando até hoje. Agatha Christie é autora de 66 romances
BBC – GETTY IMAGES
Um grupo de pessoas. Um lugar tranquilo. Uma morte. Um grande mistério. Um detetive inesquecível. Um “grand finale” em que todos os personagens envolvidos se reúnem para uma dramática revelação do desfecho.
Um enredo familiar à legião de leitores de Agatha Christie, escritora britânica autora de 66 romances policiais traduzidos para mais de 145 idiomas. Uma mulher cativate que foi inspirada pelos mistérios da vida real, pelos casos que nunca foram resolvidos e que ganharam sobrevida em suas obras.
Alguns a intrigaram particularmente, não só porque a justiça não foi feita, mas porque os suspeitos, apesar de não terem sido condenados no tribunal, foram condenados pela opinião pública, carregando a pecha de culpados pelo resto dos seus dias – situação que a autora ilustrou na obra Inocência Trágica.
Na obra, a morte de Charles Bravo é um caso em aberto que levanta uma série de suspeitas que chega a destruir a vida de inocentes, especialmente a de sua esposa, Florence.
Em Um Crime Adormecido, por sua vez, a adorável detetive Miss Marple aponta que o assassinato “não foi comprovado no caso Madeleine Smith”, mas que muitos acreditavam que ela era culpada.
Quem eram essas mulheres e o que aconteceu?
Alguns dos casos foram detalhados pelo programa de rádio e podcast da BBC Lady Killers, que retrata mulheres suspeitas de homicídio em casos no século 19.
Madeleine Smith e Pierre Emile L’Angelier: romance proibido com fim trágico
BBC
Assassina manipuladora ou ingênua manipulada?
Madeleine Smith era uma figura da alta sociedade em Glasgow, na Escócia, na década de 1850. Ela vivia uma vida que parecia perfeita: ia a bailes e concertos, passeava pelas lojas nas áreas comerciais da cidade e passava os verões na casa de campo de sua família.
Mas tinha um segredo: contra todas as regras da decência da era vitoriana (período de reinado da Rainha Vitória no Reino Unido, entre 1837 e 1901), ela embarcou em uma aventura amorosa com um homem dez anos mais velho que ela e, ainda por cima, um balconista imigrante, alguém muito abaixo de sua posição na hierarquia social.
Seu nome era Pierre Emile L’Angelier. Ela o conheceu em 1855, quando tinha 19 anos. Em pouco tempo, se apaixonaram, passaram a trocar cartas com frequência e se tornaram íntimos.
Dois anos depois, contudo, Madeleine ficou noiva de um rapaz escolhido por seus pais – alguém, obviamente, que frequentava os mesmos espaços que ela na aristocracia britânica.
Quando Emile descobriu, os dois brigaram.
Madeleine queimou as cartas trocadas entre os dois e implorou a Emile que devolvesse as que ele tinha, temendo que pudessem eventualmente ser descobertas e arruinar sua reputação.
De coração partido e ciumento, ele não apenas recusou o pedido, como também ameaçou enviar a correspondência a seu pai para expor o relacionamento.
Em pânico, Madeleine implorou que eles se encontrassem.
Na noite de 22 de março de 1857, Emile adoeceu e morreu por envenenamento com arsênico. Madeleine foi acusada de assassinato. Se fosse considerada culpada, seria enforcada.
O julgamento causou alvoroço.
Suas mais de 100 cartas, destinadas apenas aos olhos de seu amante, foram lidas em público para que todos ouvissem.
As evidências mais públicas de seu relacionamento, considerado escandaloso pela sociedade da época, foram produzidas com sua própria caligrafia e, de acordo com a Promotoria, representavam causa provável para o assassinato.
“Sua visita de ontem à noite acabou. Eu ansiava tanto por ela. Como passou rápido. Querido Emile, te amo cada vez mais. Sou sua esposa, porque nunca poderei ser a esposa de outro depois de nossa intimidade.”
Detalhe de carta de Madeleine: dezenas delas foram encontradas com Emile
BBC
Ela tinha perdido a virgindade fora do casamento, algo que, naquela época, arruinava a vida de garotas como ela – por ser um impedimento para que se casasse com qualquer outra pessoa.
Durante a investigação, a polícia descobriu que Madeleine havia comprado arsênico – segundo ela, para usar em sua pele.
A acusação também contou com o depoimento de uma testemunha que disse que Emile lhe havia dito que Madeleine havia feito um chocolate quente para ele quando se encontraram pouco antes de sua morte. Essa teria sido a forma como Madeleine o teria envenenado.
Com a ajuda do eminente toxicologista Sir Andrew Douglas Maclagan, a defesa contestou esse argumento.
Não só é verdade que o arsênico pode ser usado como cosmético, disse o especialista, mas, para ser letal e indetectável quando ingerido, ele deve ser completamente dissolvido no fogo por meia hora. Tentar transformá-lo em chocolate quente seria ainda mais difícil.
O júri emitiu o veredicto: o crime não havia sido “provado”.
Madeline não foi considerada culpada nem inocente. Ele estava livre, mas sua reputação estava maculada para sempre.
Não havia escolha a não ser mudar de nome e desaparecer.
Morte de Charles Bravo (1845-1876) causou comoção na sociedade vitoriana
BBC – GETTY IMAGES
Assassina implacável ou esposa abusada?
Em 21 de abril de 1876, em uma residência luxuosa batizada de The Priory, no bairro de Balham, no sul de Londres, um advogado chamado Charles Bravo morreu de envenenamento após três dias de agonia. Ele bebera água contendo antimônio de potássio.
Em seu leito de morte, ele não disse quem poderia tê-lo envenenado e permaneceu estranhamente calmo durante seus últimos dias.
Os seis médicos que o trataram e os detetives encarregados do caso interpretaram seu silêncio como um sinal de que ele havia cometido suicídio.
Ainda assim, amigos e familiares de Charles, não convencidos, exigiram outra investigação.
Foi então que o caso começou a atrair atenção da imprensa. Inicialmente, os artigos de tabloides apontaram como suspeito um cocheiro demitido por Charles, que teria gritado em um pub que “o Sr. Bravo estará morto em cinco meses”, e depois a dama de companhia Jane Cox, quem supostamente Charles havia ameaçado demitir. Em pouco tempo, contudo, os holofotes se voltaram para sua esposa.
Durante os três dias em que Florence Bravo testemunhou, os advogados da família Charles estavam ocupados descobrindo detalhes de um relacionamento seu anterior com o eminente Dr. James Manby Gully, médico cujos clientes incluíam Charles Darwin e Florence Nightingale.
Com esses ingredientes, o que ficou conhecido como “o mistério de Balham” tornou-se um dos casos de assassinato mais sensacionais da era vitoriana, com cobertura diária em jornais e tabloides e multidões se aglomerando no bairro para acompanhar a história.
O inquérito acabou virando uma investigação sobre a moralidade sexual de Florence, que não se encaixava no roteiro prescrito para as mulheres da época.
Aos 19 anos, ela tinha se casado com Alexander Ricardo, filho único de John L. Ricardo, o fundador da International Telegraph Company, no que os jornais descreveram como “a união de duas grandes famílias da Europa”.
Alexander era, contudo, um alcoólatra violento – e Florence decidiu se separar dele, apesar dos apelos de seus pais para que ela permanecesse no casamento.
Antes que os papéis da separação fossem concluídos, Ricardo morreu de hematêmese (perda de sangue pela boca), desencadeada pela embriaguez, em um apartamento em Colônia, na Alemanha, que dividia com “uma companheira”.
Com a herança – e os cabelos tingidos de vermelho -, Florence viajou pela Europa com o Dr. Gully, casado e 37 anos mais velha que ela.
A vida de Florence Bravo (1845-1878) não seguiu o roteiro tradicional das aristocratas britânicas do século 19
BBC – GETTY IMAGES
Em 1873, sofreu um aborto espontâneo ou, segundo especulações, aborto induzido por Gully para evitar novos escândalos.
O que quer que tenha acontecido deixou Florence muito doente, e a experiência a levou a terminar o relacionamento com o médico e buscar reconciliação com os pais.
Com a intenção de restaurar a posição da jovem na sociedade, sua dama de companhia, Jane Cox, planejou encontros com Charles, que acabaria se tornando seu segundo marido.
Quando ele morreu, eles estavam casados ​​havia apenas 5 meses, mas o relacionamento já estava sob tensão.
Charles tinha ciúmes de Gully e, apesar de ter obtido um acordo financeiramente favorável antes do casamento, estava frustrado por não ter controle ilimitado sobre a vasta fortuna de sua esposa, única razão pela qual tinha se casado com ela, segundo disse ao advogado em sua primeiro visita após o casamento.
Florence havia sofrido dois abortos consecutivos nesse curto espaço de tempo e, embora estivesse em má forma, seu marido insistiu que ela cumprisse com as “obrigações conjugais”.
No final, a investigação não conseguiu produzir provas suficientes para acusar alguém da autoria do crime.
Florence nunca foi levada a julgamento. Para a opinião pública, entretanto, ela conseguiu se safar do assassinato do marido.
“E, assim, Florence Bravo, abandonada por sua família, morreu sozinha por decorrência da bebida. A Sra. Cox, condenada ao ostracismo com três filhos pequenos, viveu até ficar velha sabendo que a maioria das pessoas que conhecia achavam que ela era uma assassina. Dr Gully se viu arruinado profissional e socialmente”, diz um personagem de Inocência Trágica.
“Alguém era culpado e se safou. Mas os outros eram inocentes e não se safaram.”
E esse culpado, segundo acreditava Agatha Christie, teria sido o médico.
Sua teoria era que Gully havia prescrito remédios para Charles, que sofria de neuralgia e reumatismo, e que uma das pílulas do frasco estava envenenada com antimônio.
“Sempre pensei que ele era a única pessoa que tinha um motivo avassalador e o tipo de personalidade certo: extremamente competente, bem-sucedido e considerado acima de qualquer suspeita”, escreveu ela em uma carta ao editor do Sunday Times Magazine em 1968.
Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/geral-61913881

Fonte: G1 Entretenimento

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Metallica surpreende fãs com cena de ‘Stranger Things’ no Lollapaloza Chicago; ASSISTA


Ator Joseph Quinn conheceu os integrantes da banda de heavy metal no festival, que acontece neste fim de semana em Chicago, nos Estados Unidos Ator Joseph Quinn, de Stranger Things, encontra a banda Metallica no Lolla Chicago 2022
Reprodução/Twitter
Cenas de ‘Stranger Things’ foram mostradas no meio do show da banda Metallica no festival de música Lollapalooza Chicago, na última quinta-feira (28). As imagens apareceram durante a apresentação da clássica Master of Puppets, música que faz parte da trilha sonora da série de ficção científica.
O fãs – da banda e da série – foram à loucura quando cenas do personagem Eddie Munson (Joseph Quinn) tocando a mesma música na guitarra apareceram nos telões do festival.
A cena mostrada durante o show do Metallica é considerada uma das mais icônicas da quarta e última temporada de ‘Stranger Things’. Assista:
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Nos bastidores do festival, o ator Joseph Quinn, que deu vida ao personagem Eddie, também conheceu os integrantes do Metallica.
O astro tocou Master of Puppets junto com a banda e ainda ganhou uma guitarra autografada. As imagens do encontro foram compartilhadas pela banda no Twitter.
O Lollapalooza acontece neste fim de semana em Chicago, nos Estados Unidos.
Metallica compartilhou nas redes o encontro da banda com o astro de ‘Stranger Things’
Reprodução/Twitter

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé dá uma guinada dançante com o atrevido e festivo ‘Renaissance’; g1 ouviu


Sétimo álbum espanta o isolamento com uma celebração poderosa da música negra, do soul ao afrobeats. Ela faz de tudo com a voz e organiza a melhor balada do pop em 2022; leia resenha. Beyoncé lança álbum ‘Renaissance’
Reprodução/Instagram/Beyoncé
“Renaissance”, sétimo disco da Beyoncé, é de longe a melhor balada para se frequentar na música pop em 2022. Seis anos após “Lemonade”, a cantora lança um disco festivo, que celebra a música negra dançante, do soul ao afrobeats.
Ela diz que fez as músicas “observando todo o isolamento e a injustiça do ano passado”. O álbum foi anunciado como parte de uma trilogia. Tudo indica que Beyoncé está no felizardo grupo de pessoas que não tiveram bloqueio criativo na pandemia.
O tom político vinha aumentando nos últimos trabalhos, e até no primeiro single deste álbum, “”Break my soul”. É uma pedrada com base de diva da house dos anos 90 e letra que remete ao fenômeno da “great resignation” – a onda de pessoas que largaram seus empregos após a quarentena.
Mas é um pedido de demissão comemorativo, em que Beyoncé rejeita o trabalho e diz que vai construir uma nova base para ela.
A surpresa é que, no álbum, ela finca essa base na pista de dança e assume o trabalho de comandar uma sequência poderosa de músicas sem respiro entre elas. Se há uma política é a da diversão como resistência.
Beyoncé apresenta capa do álbum ‘Renaissance’
Reprodução/Instagram
Não dá para chamar de “escapista” – ao contrário, Beyoncé encara o mundo. “Energy” zoa a derrota de Trump, observa que as mulheres brancas conservadoras estão virando terroristas, mas responde em forma de música pulsante, com produção de Skrillex e ótimo vocal do rapper jamaicano Beam.
Na abertura, em “I’m that girl”, ela encara a contramão dos valores atuais dos EUA (ela se diz “un-American”). Em “Cuff It”, com base disco, ela fala sobre ficar chapada de desejo, brinca com sadomasoquismo e avisa “Você vai levitar e conhecer Deus.”
“Move” é uma afirmação positiva da mulher negra, ao lado da veterana Grace Jones e da revelação nigeriana Tems, com toque bombada música da nova cena eletrônica da Nigéria, o afrobeats.
Os brasileiros vão achar um gosto especial em “America has a problem”. A base é o miami bass, a que teve influência no funk carioca. O vocal debochado e expressivo seria perfeito para qualquer melô dos anos 90.
O título da música aumentou a expectativa de que o álbum tivesse o tal teor político. No fim das contas, ela usa um sample de “Cocaine”, de Kilo Ali. Na faixa original, o “problema da América” é a cocaína. Na nova música, o problema é o excesso de sensualidade de Beyoncé.
Beyoncé lança ‘Break My Soul’, primeiro single do álbum ‘Renaissance’
Reprodução/Vogue
A ousadia também está na produção, como em “All up in your mind”, com a base etérea do hyperpop. A faixa tem coautoria e produção de A.G. Cook, referência do maximalismo moderninho.
“Alien superstar” tem sample de “I’m too sexy”, do Right Said Fred. Mas o atrevimento chega ao nível máximo em “Church girl”. Ela mistura um sample do grupo gospel Clark Sisters e uma base de house e de bounce, variação de rap dos sul dos EUA. A letra reflete o encontro de religião e pancadão.
Sobre a base firme da música eletrõnica negra, da house (o bate-cabelo de “Pure/honey”) ao dancehall (“Heated”, hit em potencial com coautoria de Drake), Beyoncé passeia com uma segurança e uma versatilidade vocal impressionantes.
A voz é macia e sensual em “Plastic off the sofa”, um comando grave e desafiador em “Thicke”, uma viagem funkadélica em “Virgo’s groove” e um transe disco em “Summer Renaissance”, que interpola “I feel love”, de Donna Summer. Em outras cantoras seria pretensioso; nela é natural.
Após vazar na internet, Beyoncé lança álbum ‘Renaissance’

Fonte: G1 Entretenimento

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UcconX: Como dívidas, cancelamentos e desorganização impactaram o evento em SP


Ex-funcionários acusam antiga organização de meses de salários atrasados. Evento viralizou nas redes sociais por espaço vazio, poucas atrações e artistas cancelados. Mulher faz cosplay de Coringa na UcconX
Divulgação
Quando começou a ser promovida para jornalistas e para o público em outubro de 2021, a UcconX prometia ser “o maior festival de cultura pop da América Latina”. Logo que começou na última quarta-feira (27) em São Paulo (SP), o evento foi alvo de acusações de dívidas trabalhistas, teve a presença de dois de seus principais convidados cancelada e viralizou no Twitter por imagens de um local vazio e com poucas atrações.
Ao g1, cinco pessoas, que trabalharam na organização da convenção antes da venda para os donos atuais, e uma consultora relataram meses de salários atrasados – com valores que chegam a R$ 20 mil e até R$ 129 mil – e promessas vazias para a equipe e o público.
Entre os problemas básicos para uma feira do tipo estava a dificuldade em conseguir grandes atrações. De acordo com eles, em janeiro ainda não havia qualquer nome para ser anunciado – algo diferente de quando alguns deles se juntaram ao projeto.
Hugo Melo diz que se mudou de Recife (PE) para a capital paulista para trabalhar na organização e começou em julho de 2021. “Eles faziam muitas promessas. Diziam que já tinha até um contrato fechado com o Chris Hemsworth”, conta ele, sobre o ator que interpreta mais uma vez o deus nórdico da Marvel em “Thor: Amor e Trovão” (2022).
Os ex-funcionários entraram em diferentes momentos na empresa como pessoas jurídicas (PJs), todos entre junho de 2021 e janeiro de 2022, e agora movem ações para receber os salários atrasados.
Eles contam que foram atraídos pela chance de entrar para a área de cultura pop. Por isso, continuaram a trabalhar “sem horário para ir embora”, mesmo depois de os salários pararem de ser pagos, em novembro.
“A desculpa recorrente é que o dinheiro estava em um fundo no Safra e que não conseguiam retirar”, diz Melo.
A UcconX manteve o plano de se dividir em seis partes no Complexo do Anhembi
Divulgação
Novembro também foi o mês de outro sinal de que as coisas iam mal. A organização insistia em abrir uma pré-venda, antes de qualquer atração ser contratada ou do site de vendas estar pronto.
Foram vendidos seis ingressos. “A estrutura não estava pronta. Então deu problema em cada uma das vendas”, afirma Rafaela Guerra, que foi contratada para o cargo de social media no mesmo mês e, por isso, não recebeu um salário sequer.
Depois de muitas promessas de que os pagamentos viriam, a situação mudou em uma reunião em janeiro de 2022 convocada pelos donos da organizadora do evento. Em seu quadro de sócios, a UcconX Marketing Ltda. tem Luciano Martinez e os irmãos Wagner Gustavo Gonçalves Ventura e Nivaldo Gomes Ventura Junior.
No encontro, os então funcionários contam que ouviram dos chefes que não eram prioridade para receber os salários. Com isso, eles se desligaram da empresa sem um rompimento oficial do contrato.
“Nessa reunião, eles disseram basicamente pra gente continuar a trabalhar por amor. Queriam que a gente continuasse gerando conteúdo, mas sem conteúdo para produzir”, afirma o ilustrador Derick Guilherme, que usa o nome artístico “DerickRed”.
Uma colaboradora, que pediu para não ser identificada, diz que passou meses cobrando Martinez diretamente. As mensagens trocadas pelos dois foram mostradas ao g1.
O g1 entrou em contato com Martinez, que não respondeu até a publicação desta reportagem.
Venda e acordo
Com tantos problemas, os sócios venderam o evento para a BBL, um grupo do mercado de games e eSports. De acordo com a assessoria de evento do UcconX, a aquisição aconteceu em novembro – mesmo mês em que os ex-funcionários pararam de receber os salários –, mas “começaram a operar em fevereiro”.
Guilherme foi um dos que recebeu contato de um representante da BBL meses depois de se desligar. Ele conta que tinha feito críticas à organização nas redes sociais, e que outras pessoas com comportamento parecido também foram lembradas.
A ideia era que a empresa mediaria um acordo com os antigos donos. Segundo ele, o valor estava bem abaixo do que deveria receber, mas decidiu aceitar. A primeira das quatro prestações foi paga, ele apagou suas críticas, e depois ele não recebeu mais nada.
A antiga colaboradora conta que o mesmo aconteceu com ela. Um valor muito abaixo do contrato original e pagamento apenas da primeira parcela. “Sumiram”, afirma.
Questionada se havia explicação para a compra ter acontecido no mesmo mês em que os funcionários pararam de receber, a assessoria de imprensa respondeu apenas com o comunicado oficial sobre as dívidas e acordos.
Leia abaixo a íntegra:
“A BBL, empresa one-stop-shop que opera desde 2018 no mercado de games e esports, assim que tomou ciência da situação da falta de pagamento, se colocou à disposição dos antigos colaboradores para intermediar acordos com os antigos donos, porém sempre deixando claro que não tinha qualquer responsabilidade relacionada à antiga administração. Alguns acordos chegaram a ser negociados, mas em nenhum momento a BBL constou como parte.
Vale destacar que a operação de compra limitou-se somente à marca, o que significa que a empresa adquiriu a propriedade intelectual do UcconX (Universal Creators Conference Experience) somada aos direitos relacionados aos contratos relevantes com o Anhembi. A BBL não tem nenhuma responsabilidade referente às relações da antiga administração do evento.”
Críticas e cancelamentos
Millie Bobby Brown em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
De janeiro até o começo da primeira edição da UcconX, alguns dos ex-funcionários criticavam a organização nas redes sociais, mas só passaram a receber atenção maior a partir desta quarta.
No começo do dia, o evento anunciou que a atriz Millie Bobby Brown, de “Stranger things”, e George Takei, de “Jornada nas estrelas”, não viriam mais ao país. Até a divulgação do cancelamento das atrações sofreu desencontros.
Primeiro, foi informado que ambos tinham Covid. O anúncio foi apagado pouco depois. Em um vídeo publicado por parceiros do evento ao longo da tarde, o ator afirmou que na verdade era seu marido quem tinha sido diagnosticado com a doença e lamentava a situação.
Somente no fim do dia, a organização afirmou que Brown não viria por “compromissos profissionais” e que antes havia acontecido “um equívoco”.
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Quem tinha ingresso para algum evento com um desses atores, como tirar uma foto com eles, seria transferido automaticamente para outra atração. O evento afirmou também que seria possível pedir reembolso.
As entradas são vendidas por valores entre R$ 125 (a meia, no primeiro dia) e R$ 5.400. Entre as atrações que não cancelaram estão os atores Ian Somerhalder (“Vampire Diaries”), que esteve na feira na quinta e na sexta, e Dacre Montgomery (“Stranger things”) e Rupert Grint (“Harry Potter”), programados para sábado (30) e domingo (31).
O Procon determinou que a empresa precisa informar, até 5 de agosto, “quantos ingressos foram vendidos e por quais razões o evento com os atores foi cancelado”. A entidade também solicitou evidências de quando os organizadores tiveram ciência da impossibilidade da participação dos atores.
Artists’ Alley
A Artists’ Alley da UcconX
Luiz Henrique Albuquerque/Acervo Pessoal
A UcconX não teve problemas apenas com suas principais atrações. O evento também sofreu para povoar sua Artists’ Alley, área tradicional desse tipo de convenção que reúne ilustradores e outros artistas. Ali, eles podem expor e vender seus produtos, além de se aproximar do público.
No Complexo do Anhembi, onde acontece a feira, o espaço tinha 32 mesas. De acordo com artistas que estiveram lá desde quarta-feira, o número de expositores nunca passou de sete.
Muitos artistas veteranos não se sentiram atraídos principalmente pela taxa inicial cobrada pela organização. No começo, a ideia era que os participantes da Artists’ Alley pagassem R$ 800 por mesa e uma taxa de 30% de seus rendimentos no evento.
Depois de críticas, a taxa caiu para 5%, mas ainda assim o interesse foi pequeno. O ilustrador Luiz Henrique Albuquerque conta que esse ainda era o preço cobrado em maio. Ele se inscreveu, mas sem interesse real.
Esta seria sua segunda feira do tipo, mas ele ainda achava o valor elevado. A situação só mudou há pouco tempo.
Cerca de uma semana antes do início da UcconX, os organizadores avisaram que não cobrariam os R$ 800 – mas que os artistas ainda deveriam utilizar o sistema de pulseiras da convenção para cobrar o público.
Dessa forma, eles devem receber o que conseguirem arrecadar, menos os 5%, em até 60 dias. Esse período de espera pode diminuir para 5 dias, caso eles concordem em pagar uma nova taxa de 1,2%.
De acordo com a assessoria de imprensa, no entanto, os valores cobrados vão apenas para a ticketeira da feira, a FutebolCard, e “o evento não tem participação nesses percentuais”.
Com o movimento fraco no primeiro dia, Albuquerque afirma que só pretende voltar no fim de semana, que costuma ser mais movimentado.
A ilustradora Coralina Santos foi em todos os dias e diz que a quinta teve público ainda menor, mas que esta sexta melhorou.
“Pra mim tá valendo a pena sim”, diz ela. “Consegui vender e as pessoas parecem estar interessadas na nossa área, apesar da estrutura não estar como imaginávamos e ter poucos artistas.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Sandra Bullock com Scarlett Johansson, Robert Pattinson com Taylor Lautner e mais: Os beijos mais marcantes de premiações

Boca Rosa e Gkay se beijaram no MTV Miaw, entrando para a lista de celebridades que já protagonizaram cenas do tipo em premiações. Semana Pop mostra as mais lembradas; assista. Semana Pop relembra beijos mais marcantes de premiações
As influenciadoras Boca Rosa e Gkay se beijaram no MTV Miaw 2022, entrando para a longa lista de celebridades que já protagonizaram cenas do tipo em premiações. Alguns beijos, no entanto, são mais lembrados do que outros. O Semana Pop deste sábado (30) faz uma lista dos mais marcantes. Assista ao vídeo acima.
Veja todas as edições do programa
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Wesley Safadão inicia ‘nova fase’ com single editado por selo cearense


Wesley Safadão entra no elenco do selo Potência Music após 11 anos na gravadora Som Livre
Divulgação / Potência Music
♪ Wesley Safadão está em nova casa fonográfica. Após série de singles, EPs e álbuns editados via Som Livre, gravadora com a qual o cantor assinou em 2011 um contrato renovado no segundo semestre de 2017, o artista ingressa no selo cearense Potência Music.
Com sede em Fortaleza (CE) e com elenco que inclui nomes como Aldair Playboy, Aperta o Play, Bela Maria, Eric Land, Gleydson Gavião, Janaina Alves, Pedro Guerra, Raffa Torres, Sou7ete e Taty Girl, além de Safadão, o selo já promove o primeiro single do cantor na casa.
Trata-se de Macetando, single lançado na noite de ontem, 28 de julho, com a gravação de música que já tinha sendo cantada por Wesley Safadão em shows.
A entrada de Safadão no selo digital Potência Music, após 11 anos na gravadora Som Livre, está sendo anunciada como o início de “nova fase” na carreira do artista.
Capa do single ‘Macetando’, de Wesley Safadão
Divulgação / Potência Music

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda de Pau e Corda prepara disco de 50 anos de carreira com músicas inéditas de PC Silva e Sérgio Andrade


Banda de Pau e Corda lança em 2023 o álbum ‘Missão de cantador – 50 anos de caminhada’
André Sidarta / Divulgação
♪ Criada em dezembro de 1972, no rastro da formação do Quinteto Violado em 1970, a Banda de Pau e Corda se prepara para festejar 50 anos de atividade com o álbum Missão de cantador – 50 anos de caminhada, baseado no show homônimo que o grupo já vem apresentando pelo Brasil.
Em fase de negociação com a gravadora Biscoito Fino, empresa que editou o disco Missão de cantador (2021) no ano passado, o álbum comemorativo dos 50 anos da Banda de Pau e Corda está previsto para ser lançado em 2023.
Sem se limitar a reciclar músicas do repertório do grupo pernambucano, como Flor d’água (Roberto Andrade e Waltinho, 1974), a Banda de Pau e Corda apresentará no disco composições inéditas de Sérgio Andrade – vocalista e percussionista remanescente da formação original de 1972 – e de outros compositores.
Entre as novidades, há Entre a flor e a cruz, música composta pelo conterrâneo PC Silva em parceria com Gean Ramos.
Para quem não liga o nome à obra, PC Silva é compositor presente nos últimos álbuns de Ney Matogrosso e Simone. Ney gravou Estranha toada (PC Silva e Martins, 2019) no disco Nu com a minha música (2021).
Já Simone escolheu duas músicas de PC Silva – Imã (2020) e Por que você não vem? (parceria com Joana Terra, também de 2020) – para o repertório do álbum Da gente (2022).
PC Silva assina com Gean Ramos a música ‘Entre a flor e a cruz’, incluída no disco da Banda de Pau e Corda
André Sidarta / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Jorge Mautner tem obra abordada por Celso Sim em disco feito ‘para crianças de todas as idades’


Tulipa Ruiz e Lia de Itamaracá participam do álbum, gravado com produção musical de Jonas Sá. Jorge Mautner (à esquerda) ouve o disco ‘O herói & a anja’, de Celso Sim
Cecília Beraba / Divulgação
♪ Clicada por Cecília Beraba, a foto acima flagra Jorge Mautner (de camisa verde) ouvindo o álbum O herói & a anja – Canções de Jorge Mautner e Nelson Jacobina, gravado por Celso Sim (à direita).
Gravado com produção musical de Jonas Sá, o álbum tem participações de Denise Assunção, Lia de Itamaracá e Tulipa Ruiz. A intenção foi produzir um disco “para crianças de todas as idades”.
Com ilustrações de Andres Sandoval, o o álbum O herói & a anja – Canções de Jorge Mautner e Nelson Jacobina tem lançamento programado pelo Selo Sesc para 12 de outubro, Dia das Crianças.

Fonte: G1 Entretenimento