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Almério e Martins dão ‘Um tapa na cara’ em disco gravado em show no Recife


Artistas pernambucanos unem vozes e repertórios em álbum ao vivo programado para 22 de julho. ♪ Dois cantores e compositores pernambucanos que emergiram nos anos 2010, na cena musical do Recife (PE), Almério e Martins unem forças, vozes e repertórios em álbum ao vivo programado para ser lançado em 22 de julho em edição da gravadora Deck.
Almério e Martins ao vivo no Parque foi gravado em show apresentado pelos artistas em novembro de 2021 no Teatro do Parque, no Recife (PE).
Criado em 2020 para a 26ª edição do festival Janeiro de Grandes Espetáculos, atração anual da capital de Pernambuco, o show Almério & Martins foi idealizado pelo diretor artístico André Brasileiro e orquestrado sob direção musical de Juliano Holanda.
Com repertório que destaca a inédita Um tapa na cara, parceria de Almério com Juliano Holanda, o álbum Almério e Martins ao vivo no Parque rebobina músicas como Queria ter pra te dar (Thiago Emanoel Martins, 2017), Segredo (Isabela Moraes, 2017) e Tattoo de melancia (Almério, 2017), além de trazer registros de Desaperreio (Almério, Thiago Emanoel Martins e Juliano Holanda) – primeira parceria dos artistas – e de Interessante e obsceno (Martins), música feita na quarentena.
Composições de Alceu Valença, Caetano Veloso e Lula Queiroga também integram o repertório do show Almério & Martins, transformado em disco promovido com apresentações dos artistas nas cidades de São Paulo (na Casa Natura Musical, em 23 de julho) e Rio de Janeiro (no projeto Fim de tarde do Teatro João Caetano, em 26 de julho).
Capa do álbum ‘Almério e Martins ao vivo no Parque’, de Almério e Martins
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta apoia Lula: qual peso do voto de celebridades na eleição


Assim como a cantora, outras personalidades já declararam voto no pré-candidato petista. Do outro, o cantor Gusttavo Lima e mais influenciadores afirmam apoiar o presidente Jair Bolsonaro. Qual é o efeito disso sobre o eleitor? Anitta canta no Rock in Lisboa
@ihateflash/Divulgação
O apoio à campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), feito pela cantora Anitta, causou um alvoroço nas redes sociais na segunda-feira (11/7) e ficou no topo dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.
Do outro lado, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem o apoio declarado de celebridades como o cantor Gusttavo Lima e o jogador de vôlei Maurício Souza.
Mas qual o peso do apoio destas personalidades nas eleições? A BBC News Brasil ouviu cientistas políticos para entender se eles podem fazer a diferença nas urnas.
Os entrevistados afirmam que, sozinhos, esses apoiadores não são capazes de mudar o resultado. Mas são figuras com milhões de seguidores nas redes sociais e, por isso, são relevantes para a construção do eleitorado.
Somando Instagram (62,9 milhões), TikTok (20,3 milhões) e Twitter (17,6 milhões), Anitta tem mais de 100 milhões de seguidores. Nas mesmas redes sociais, Gusttavo Lima soma mais de 75 milhões — 43,7 milhões apenas no Instagram.
Claro que muitos dos seguidores se repetem entre estas redes, mas ainda assim isso dá uma medida do grau de influência que personalidades assim têm.
Gusttavo Lima na 34ª Festa do Peão de Americana em 2022
Júlio César Costa
Ao lado de Lula, ainda aparecem nomes como o youtuber Felipe Neto e os cantores Mano Brown, Ludmilla, Pabllo Vittar e Chico Buarque.
Enquanto Bolsonaro conta com o apoio de diversos sertanejos, como Zé Neto e Sérgio Reis, além de jogadores de futebol como Ronaldinho Gaúcho e Felipe Melo.
Professor de Ciência Política na ESPM, Paulo Ramirez diz que a relevância desses famosos cresceu de maneira significativa junto com o papel cada vez mais decisivo da internet nos últimos anos, demonstrado nas últimas eleições em diversos países.
“No Brasil, em 2018, as redes estavam tomadas por bolsonaristas. Mas, desde então, os movimentos de esquerda tiveram tempo para aperfeiçoar suas estratégias e aumentar sua força nas redes”, afirma.
Ele cita como um efeito disso a ida para o segundo turno de Guilherme Boulos, candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, nas últimas eleições municipais.
‘O neutro não existe’
Ramirez afirma que toda figura pública, seja ela artista, jogador de futebol ou mesmo um pensador, exerce uma influência política.
“Até mesmo mesmo os que dizem não querer influenciar ninguém, acabam exercendo um papel político. Um exemplo é a cantora Elba Ramalho, que foi criticada depois de parar um show para condenar uma manifestação pró-Lula. Não existe neutralidade. Sempre tomamos partido, inclusive quando somos neutros”, afirma.
Para ele, os atos desses influenciadores têm um peso importante, porque eles muitas vezes são vistos como exemplos por seus seguidores, principalmente os mais jovens.
‘Isso não é um comício’, diz Elba Ramalho sobre gritos de ‘Fora Bolsonaro’ em show na BA
“Até pouco antes de março, os cartórios eleitorais registravam recordes negativos de registros de novos títulos. Mas, no instante em que a Anitta e outros artistas iniciaram uma campanha para que as pessoas de 16 a 18 anos tirassem o documento, esse recorde foi invertido, e quase 3,5 milhões de adolescentes tiraram o documento.
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“Como os defensores do Lula manifestaram esse desejo de atrair os jovens, a expectativa é que a maior parte desses votos seja para ele”, diz.
Segundo ele, os mais jovens são mais influenciados pelas redes porque fogem dos meios tradicionais para se informar, como os jornais e as propagandas eleitorais, “que só mostram o lado bonito”.
O professor explica que, ao mesmo tempo, o eleitorado com mais de 35 anos não é composto por “nativos virtuais” — aqueles que já nasceram com computador em casa — e são menos impactados pelos influenciadores.
Pablo Ortellado, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP) e que pesquisa sobre como temas políticos são difundidos nas discussões de redes sociais, afirma que esses influenciadores atuam como um exército digital dos políticos.
“Eles são importantes no âmbito da disputa digital, mas não é possível dizer que são capazes de desequilibrar a disputa. É muito difícil determinar isso. Um peso eles têm, mas o tamanho a gente não sabe”, afirma Ortellado.
O pesquisador da USP diz que, devido ao fato desses influenciadores falarem com muita gente, o empenho desses famosos pode favorecer os políticos, que por isso cortejam tanto o apoio dos influenciadores.
Mas Ortellado ressalta, no entanto, que nenhum apoio determina o resultado das eleições, e que o mais importante na disputa é criar um apoio definido em determinados meios sociais.
“O meio do teatro é muito lulista, por exemplo. Então, quando você vai a um show ou teatro, vai ter manifestação nesse sentido. Isso deixa o bolsonarista que está lá muito desconfortável e é mais relevante que o apoio do Chico Buarque de maneira isolada. O mesmo acontece no humor e sertanejo para o Bolsonaro”, explica.
Ortellado afirma que o que faz a diferença para Bolsonaro não é um humorista específico, mas sim ter dominado a maior parte desse campo para que isso cause um apelo e incômodo nas demais pessoas que frequentam aquele espaço. O mesmo serve para as redes sociais. Algo que é considerado mais difícil.
Pablo Ortellado aponta que as pesquisas mostram que os mais jovens estão votando à esquerda, enquanto o bolsonarismo predomina entre os mais velhos.
Em redes sociais, isso significa, segundo ele, que o TikTok tem mais jovens e, consequentemente, mais eleitores de esquerda. Enquanto o Facebook tem mais interações entre os mais velhos, o que favorece a direita.
“Essa briga do digital não é pelos mais jovens, mas pelo eleitor no geral porque a maior parte dos eleitores brasileiros usam as redes. A exceção são os pobres que moram em lugares remotos”, afirma Ortellado.
Estrela global
Anitta ganha estátua de cera no Madame Tussauds de Nova York
Jamie Mccarthy/Getty Images North America/Getty Images via AFP
O cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Marco Antonio Teixeira afirma que o fato dessa publicação da Anitta ter atingido o topo dos assuntos mais comentados do Twitter demonstra a importância dela.
“A gente tem que considerar que a Anitta não é uma influencer qualquer. Ela ganhou holofotes e é praticamente uma estrela global. Há tempos, ela vem ganhando o debate público e polarizando com o bolsonarismo. Por conta da morte (de um lulista) no Paraná, ela resolveu se posicionar, e isso tem um efeito enorme no debate público”, diz Teixeira.
O professor da FGV afirma que, aliado a outros fatores, o peso da opinião dos influenciadores é vital para as campanhas políticas.
“Mas não é um influencer que vai reverter a imagem de um político. No fim das contas, as pessoas votam mais pela barriga e pelo bolso. O que eles ajudam é a dar uma relevância ao debate e as pessoas a terem elementos. As pessoas não vão votar porque a Anitta pediu, mas ela com certeza pode somar mais um ponto no processo.”

Fonte: G1 Entretenimento

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indicações ao emmy 2022: como sempre, comemorando um pouquinho e passando um tanto de raiva


‘Ted Lasso’, ‘Round 6’, ‘Severance’, ‘Only Murders in the Building’ e ‘Succession’ estão entre as séries indicadas ao Emmy 2022
Divulgação
Claro que a gente já está passando reiva com essas indicações ao Emmy 2022, o… hã… Oscar da TV.
Em que mundo essas pessoas vivem que não indicam a maravilhosa “Station Eleven” (HBO Max) ao prêmio de melhor minissérie? Ok, vivem no mesmo mundo em que “Succession” (HBO Max) pode ser eleita a melhor série de drama 2022, né.
Tem todas as principais indicações do Emmy 2022 aqui
Sério, não é possível. O que me consola é que “Ruptura” (ou “Severance”, Apple tv+) – a outra melhor coisa do ano – vai levar de melhor drama, certo? CERTO?
Se você está discordando é apenas porque não deve ter visto, né, leitor. Eu nunca vi ninguém que tenha assistido a “Ruptura” e não tenha terminado gritando, enlouquecido, desesperado pela segunda temporada (que virá).
A série é sobre uma empresa que implanta um chip em seus funcionários (com o consentimento deles) que separa totalmente a vida pessoal da vida profissional – a pessoa não sabe o que faz no trabalho, e sua versão “profissional” não sabe nada da vida pessoal. Começa meio lenta e aí vai ficando melhor e mais tensa e é a coisa mais legal, absurda e viciante do ano. Não tem como não levar o Emmy. Quer dizer, sempre tem. É o Emmy, afinal.
Na mesma categoria de drama tem ainda:
– “Better Call Saul” (Netflix), o spin-off de “Breaking Bad” que é apenas legalzinha e muito pretensiosa, mas considerada genial sei lá como. Duvido que leve.
– “Euphoria” (HBO Max) – amamos a série dos adolescentes desajustados e drogadões. A segunda temporada foi boa, cansou um pouco no fim, duvido que leve de melhor série, mas a indicação é merecidíssima (e pode ser que Zendaya leve de novo, ficarei contente).
– “Ozark” (Netflix) – essa sim a grande, hã, sucessora de “Breaking Bad”, que deu uma cansadinha no fim, mas é ótima de qualquer maneira. Não duvido que leve. Mas acho que não leva.
– “Round 6” (Netflix) – a produção coreana foi a série mais badalada de 2021 (e é ótima) e só por isso já merece um lugarzinho na lista, embora não um prêmio.
– “Stranger Things” (Netflix) – desculpa, não tenho paciência pra ver, mas sei que sou exceção. Só espero que não ganhe. Não me xingue.
– “Succession” (HBO Max) – eu não sei onde que as pessoas enxergam toda essa maravilhosidade na série. A primeira temporada é bem divertida, eu curto ver a vida dos bilionários e tal, mas todos os episódios são meio que iguais, a história anda em círculos e aqueles diálogos são todos forçados demais o tempo inteiro.
– “Yellowjackets” (Paramount +) – espécie de nova “Lost”, é sobre estudantes perdidas na selva e no frio depois de um acidente de avião. A história é bem viciante, tem uns elementos meio sobrenaturais, parece, mas a gente sabe que não tem a menor chance de terminar boa. Curtamos a jornada, portanto. E, não, não merece o Emmy.
Na categoria comédia, a briga está mais equilibrada, todo mundo merecia estar na lista e quase todo mundo merece muito ganhar. (Tirando que esqueceram a maravilhosa “Reservation Dogs”, socorro! Prendam essas pessoas!) Vejamos:
– “Abbott Elementary”: série que está sendo elogiadíssima lá fora e que ainda estamos esperando algum streaming estrear por aqui. Pode ser que ganhe.
– “Barry” (HBO Max): a história do assassino profissional que resolve mudar de carreira e virar ator teve uma terceira temporada excelente; se ganhar ficaremos felizes.
– “Curb Your Enthusiasm” (HBO Max): Larry David é gênio, esta temporada não é a melhor de todas, mas é sempre uma alegria ver a série indicada aqui.
– “Hacks” (HBO Max): esta aqui é minha favorita, eu espero muitíssimo que ganhe porque a segunda temporada manteve demais o nível da primeira e conseguiu fazer a gente gostar mais ainda da relação das protagonistas (ambas indicadas aos prêmios de melhor atriz, atriz principal e coadjuvante, torço pelas duas). Engraçada e emocionante. Tomara que ganhe.
– “A Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video): a quarta temporada não é a melhor da série – o que de jeito nenhum significa que deixou de ser genial. Acho difícil ganhar, mas é uma ótima indicação.
– “Only Murders in the Building” (Starplus): essa aqui também é minha favorita, na verdade. Foi uma das séries mais divertidas de 2021 (a investigação de um crime num predião de NY feita por três vizinhos que resolvem gravar um podcast) e voltou excelente pra segunda temporada. Uma série pra deixar a gente feliz. Só achei sacanagem ignorarem a Selena Gomez na categoria melhor atriz (e indicarem só Steve Martin e Martin Short, poxa, os três estão excelentes)
– “Ted Lasso” (Apple tv+) – quem não adora essa série sobre o treinador de futebol americano que vai pra Inglaterra treinar um time de futebol “normal” não tem coração. É adorável, fofa, querida e divertida. Também pode ganhar um Emmy que ficaremos felizes.
– “What we do in the shadows” (Starplus) – vi só alguns episódios dessa série elogiadíssima sobre a vida de uns… vampiros. Preciso voltar a ver, eu sei.
Na categoria melhor minissérie ou série limitada (odeio esse termo), não tem a menor chance de “Dopesick” (Starplus) não ganhar, né? NÉ?
A minissérie mostra, de vários ângulos e em tempos diferentes, a crise dos opioides desencadeada pelo Oxycontin, remédio pra dor que casou uma epidemia de vício que matou mais de 500 mil pessoas. Tem Michael Keaton simplesmente arrasando como o médico da cidadezinha que vê sua vida e sua carreira serem destruídas por conta do remédio (não tem como não dar o Emmy pra ele, alou Academia), tem a família Sackler, os bilionários mais fpd da história, tem os bravos promotores e agentes federais. É difícil de assistir, mas totalmente necessária (e boa demais).
Concorrem com ela:
– “The Droupout” (Starplus), sobre a fascinante história de Elizabeth Holmes, a garota que fundou uma startup que prometia revolucionar o jeito como eram feitos exames de sangue, arrecadou bilhões de dólares, virou uma celebridade e no fim era tudo mentira. Sou muito obcecada com essa história e, depois de já ter lido tudo, ter visto documentário e ouvido podcast sobre, achei a série apenas ok. Mas vale assistir se você não conhece a história (Amanda Seyfried está bem boa no difícil papel de Elizabeth e concorre a melhor atriz na categoria)
– “Inventando Anna” (Netflix) – eu não consegui passar do trailer dessa minissérie sobre uma golpista. Deu preguiça e nunca ninguém quis me convencer a ver. Mas a incrível Julia Garner concorre duas vezes a melhor atriz: pelo papel aqui e como a Ruth de “Ozark”.
– “Pam & Tommy” (Starplus) – a minissérie conta a história do romance entre Pamela Anderson e Tommy Lee. Tentei assistir, mas achei meio cansativa. Tem gente que curtiu. Duvido muito que ganhe.
– “Whitelotus” (HBO Max) – a única da categoria que não é baseada numa história real (e também não é série limitada coisa nenhuma porque vai ter uma segunda temporada). É divertidíssimo acompanhar uma semana na rotina de um resort de luxo no Havaí, a interação de hóspedes e funcionários, os personagens que em 90% do tempo se comportam como idiotas, o privilégio eterno dos brancos ricos e o mistério “quem, afinal, vai morrer”. Tem grandes chances de levar o prêmio e terá sido merecido, vamos admitir.
Nas categorias de ator e atriz, além dos mencionados acima, minha torcida vai para Laura Linney (“Ozark”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”, ela está muito bem), John Turturro (arrasa muito em “Ruptura”), Jason Sudeikis ou Steve Martin ou Martin Shot (amo os três), Henry Winkler (“Barry”), Toni Collette (“A Escada”) e é isso.
Em setembro a gente passa um pouquinho mais de raiva com a premiação, que, óbvio, a gente adora.

Fonte: G1 Entretenimento

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4 mil beagles são resgatados de local de reprodução de cães nos EUA


Autoridades têm dois meses para encontrar lares para os cachorros, encontrados em lugar que violou ao menos 70 leis federais de direitos animais. Beagles foram resgatados de local de reprodução de cães que tinha violado inúmeras leis dos EUA
Divulgação/Homeward Trails Animal Rescue
Cerca de 4 mil beagles foram resgatados de um local de reprodução de cães de raça no estado americano da Virgínia. As autoridades têm cerca de dois meses para encontrar lares para os cachorros, encontrados em um lugar que havia violado ao menos 70 leis federais de direitos animais, de acordo com o jornal “New York Times”,
Inspeções ao longo dos últimos dois anos encontraram violações que resultaram em cães mal nutridos, machucados, doentes e até mortos. O local de reprodução e pesquisa chamado de Envigo foi fechado, e um juiz federal aprovou um plano da transferência dos animais.
Agora, eles estão sob os cuidados da ONG Humane Society, onde serão esterilizados ou castrados, vacinados e terão a saúde atendida para quem sabe conseguirem um novo lar até o fim de agosto.
Segundo o jornal, em uma das inspeções o Departamento da Agricultura dos EUA encontrou uma fêmea com a pata presa em uma parte solta do chão por tanto tempo que tinha ficado desidratada. Funcionários não sabiam dizer há quanto tempo ela estava presa.
Em outra visita, foi descoberto que nove cães machucados tinham recebido eutanásia ao invés de cuidados médicos. Outros 196 beagles sacrificados não receberam anestesia antes do procedimento, que envolve uma injeção no músculo do coração.
A Envigo ou os seus advogados não responderam aos pedidos do jornal por comentários em relação às acusações.
Em uma investigação infiltrada no local em 2021, o grupo de ativistas dos direitos dos animais PETA produziu um relatório acusando as violações.

Fonte: G1 Entretenimento

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BTS terá show e série de documentário em serviços de streaming da Disney


Série vai estrear em 2023 com músicas e filmagens do grupo sul-coreano ao longo dos últimos nove anos. BTS anunciou pausa enquanto os integrantes trabalham em projetos solo. Banda sul-coreana BTS no American Music Awards
REUTERS/Aude Guerrucci
A Walt Disney fechou um acordo que levará um documentário e a gravação de um show do BTS para os serviços de streaming da empresa.
A série vai estrear em 2023 com músicas e filmagens do grupo sul-coreano ao longo dos últimos nove anos. Chamada de “BTS Monuments: Beyond the Star”, mostrará “a vida diária, pensamentos e planos” dos membros do grupo “enquanto eles se preparam para seu segundo capítulo”, disse a Disney em comunicado.
No mês passado, o BTS anunciou que estava dando um tempo enquanto os integrantes trabalham em projetos solo.
A Disney disse que a programação será lançada globalmente em seus serviços de streaming, inclusive no Disney+. Suas outras plataformas de streaming incluem Hulu e Disney+Hotstar. A empresa não informou quais serviços levariam a programação em quais mercados.
O acordo com a empresa de gerenciamento do BTS, a Hybe, também permite que a Disney mostre uma gravação de um show em um estádio em Los Angeles em novembro de 2021 — a primeira apresentação do grupo diante dos fãs após uma interrupção de dois anos forçada pela pandemia de Covid-19.
Além disso, o acordo inclui um reality show chamado “In the Soop: Friendcation” com V, do BTS; o astro de TV Seo-jun Park; o ator Woo-shik Choi, do filme “Parasita”; o cantor e ator Hyung-sik Park e o rapper Peakboy.
BTS grava clipe de ‘Permission to Dance’ na Assembleia da ONU

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme biográfico de Amy Winehouse será dirigido pela cineasta de ‘Cinquenta Tons de Cinza’


Sam Taylor-Johnson foi anunciada como diretora do filme ‘Back to Black’, que ainda não escolheu a atriz que vai interpretar a cantora. Amy Winehouse participa de concerto em homenagem ao 90º aniversário de Nelson Mandela, no Hyde Park, no centro de Londres, em junho de 2008
Shaun Curry/Afp/Arquivo
Um longa-metragem sobre Amy Winehouse está em andamento, com a diretora de “Cinquenta Tons de Cinza”, Sam Taylor-Johnson, no comando da cinebiografia, informou a produtora e distribuidora Studiocanal.
Chamado de “Back to Black”, o filme mostrará a vida e a música da seis vezes vencedora do Grammy, que morreu de intoxicação por álcool em sua casa no norte de Londres em 23 de julho de 2011. Winehouse, que lutou contra problemas com bebida e drogas durante grande parte de sua carreira, tinha 27 anos.
“O Studiocanal está se preparando para fazer Back to Black. O projeto está avançando com Sam Taylor-Johnson acertada para dirigir o longa-metragem sobre a vida e a música de Amy Winehouse”, disse o Studiocanal, acrescentando que um roteiro foi escrito para o filme. “Back to Black está sendo feito com total apoio do espólio de Amy Winehouse.”
A cineasta britânica é conhecida por dirigir o primeiro filme “Cinquenta Tons de Cinza”, o drama “A Million Little Pieces”, bem como episódios das séries de televisão “Gypsy” e “Solos”.
Considerada uma das cantoras mais talentosas de sua geração com sucessos como “Rehab” e “Back to Black”, a morte prematura de Winehouse abalou o mundo da música. Vários documentários sobre ela foram feitos, o mais recente narrado por sua mãe e exibido na BBC britânica em 2021 para marcar 10 anos da morte da cantora.
Amy Winehouse: as 10 músicas mais ouvidas no YouTube em 10 anos de sua morte

Fonte: G1 Entretenimento

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Maiara fala sobre alteração em nome de álbum com Maraisa e Marília Mendonça: ‘Não muda o que vivemos’


Destaque em programação da Festa do Peão de Barretos, cantora também falou ao g1 sobre retorno ao palco do evento após pausa por pandemia: ‘Sempre tivemos muita expectativa, agora mais ainda.’ Maiara e Maraisa, em Goiânia, Goiás
Reprodução/Instagram Maiara e Maraisa
Depois de cancelarem a turnê “Festival das Patroas”, Maiara e Maraisa também precisaram fazer outra alteração no projeto que tinham ao lado da amiga e cantora Marília Mendonça, que morreu em novembro de 2021, aos 26 anos.
No início de junho, Maiara e Maraisa mudaram o nome do álbum que assinam com Marília. Antes, o disco tinha o título de “Patroas 35%”. Mas após a Justiça da Bahia proibi-las de usar a marca, as irmãs alteraram para “Festa das Patroas 35%”.
A mudança se deu após a decisão da justiça em reconhecer a cantora baiana Daisy Soares como proprietária da marca “As Patroas”.
“Um nome não muda nada o que nós vivemos”, afirmou Maiara ao g1.
“O importante é o sentimento de amor que temos com tudo que construímos”, concluiu a cantora.
Circuito Sertanejo reúne seis eventos até novembro; veja programação
Maiara e Maraisa alteram nome de álbum com Marília Mendonça
Montagem/g1
Retorno da Festa do Peão de Barretos
Maiara também falou sobre o retorno da Festa do Peão de Barretos após os dois anos de pausa.
Em 2020, a festa foi adiada por causa da pandemia. Em 2021, os shows aconteceram sem público. Agora em 2022, entre os dias 18 e 28 de agosto, acontece a retomada da festa.
“Acho que todos nós, artistas, estamos sentindo um gostinho diferente nos palcos, porque marca o nosso reencontro com o público.”
“Barretos representa a festa das festas para o sertanejo. Sempre tivemos muita expectativa com Barretos, agora mais ainda”, celebra Maiara.
A cantora também comentou o fato de, ao lado da irmã, ser um dos poucos nomes femininos no palco principal da festa.
Além delas, entre dezenas de artistas masculinos, por enquanto, estão confirmadas apenas Allana Macedo e Lauana Prado, além de Maria Cecília, dupla de Rodolfo.
“Não entendemos como preconceito”, afirma a cantora, que disse ainda não ter tido acesso à grade completa da programação.
“De uns tempos para cá, as mulheres conseguiram mostrar a que vieram e isso não tem volta.”
Maiara, Maraísa, Dom Vittor e Gustavo cantam ‘Esqueça-me se for capaz’

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Round 6’ se torna primeira série de drama em língua não inglesa indicada na história do Emmy


Série sul-coreana concorre com ‘Better Call Saul’, ‘Euphoria’, ‘Ozark’, ‘Ruptura’, ‘Stranger Things’ e ‘Succession’. ‘Round 6’
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“Round 6” se tornou a primeira produção em língua não inglesa indicada a melhor série de drama no Emmy. A lista de indicados de 2022 foi divulgada nesta terça-feira (12).
A série da Netflix concorre com “Better Call Saul”, “Euphoria”, “Ozark”, “Ruptura”, “Stranger Things” e “Succession”.
EMMY 2022: Veja lista completa de indicados
Os vencedores do Emmy 2022 serão anunciados no dia 12 de setembro. Mais de 17 mil membros da Academia de Televisão podem votar nos prêmios.
Os programas que poderiam concorrer ao prêmio deste ano tiveram que estrear entre junho de 2021 e maio de 2022.
‘Succession’ lidera Emmy 2022
‘Ted Lasso’, ‘Round 6’, ‘Euphoria’, ‘Only Murders in the Building’ e ‘Succession’ estão entre as séries indicadas ao Emmy 2022
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O Emmy, principal premiação da televisão americana, anunciou os indicados nesta terça-feira (12). “Succession” lidera com 25 indicações, seguida por “Ted Lasso” e “The White Lotus” com 20 cada.
“Only Murders in the Building” aparece com 17 indicações e “Euphoria” teve 16, incluindo Zendaya, que tenta ganhar de novo como atriz de série de drama.
Veja a lista dos principais indicados e indicadas do Emmy 2022 aqui. No vídeo abaixo, relembre as séries que foram destaque em 2021:
Retrospectiva: Top 10 Séries de 2021

Fonte: G1 Entretenimento

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Cintia Dicker e Pedro Scooby estão à espera do primeiro filho; surfista já é pai de três


‘Que essa fase chegue cheia de amor e saúde’, escreveu Cíntia, sem revelar de quantos meses está grávida, mas já mostrando a barriguinha aparente. Pedro Scooby e Cíntia Dicker
Dilson Silva/AgNews
Cintia Dicker e Pedro Scooby estão à espera do primeiro filho. O anúncio foi feito nesta terça-feira (12) através das redes sociais do casal.
“Sim, é isso mesmo que vocês entenderam (e eu espero que tenham entendido bem antes que o Pedro Scooby)”, escreveu a modelo, ironizando a atuação do surfista na campanha publicitária usada em parceria para o anúncio.
“Que essa fase chegue cheia de amor e saúde”, escreveu Cíntia, sem revelar de quantos meses está grávida, mas já mostrando a barriguinha aparente.
Este será o quarto filho de Pedro Scooby. O surfista já é pai de Dom, de 10 anos, e dos gêmeos Bem e Liz, de 6, de sua relação com a atriz Luana Piovani.

Fonte: G1 Entretenimento

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Selena Gomez é esnobada no Emmy 2022 por atuação em ‘Only Murders in the Building’


Steve Martin e Martin Short foram indicados na categoria ator em série de comédia, mas atriz e cantora não foi citada. Premiação acontece no dia 12 de setembro. Selena Gomez em ‘Only Murders in the Building’
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A lista de indicados ao Emmy 2022 foi divulgada nesta terça-feira (12), e Selena Gomez está entre as atrizes esnobadas desta edição da premiação.
Ela atua na série de comédia “Only Murders in the Building”, que concorre como melhor série de comédia, mas não está entre as indicadas na categoria atriz principal do gênero.
EMMY 2022: Veja lista completa de indicados
Os colegas de elenco Steve Martin e Martin Short concorrem na categoria ator principal em série de comédia. Ao todo, a série foi indicada 17 vezes.
“Only Murders in the Building” se passa em um edifício badalado em Nova York e conta a história de três vizinhos viciados em podcasts, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez).
Eles decidem investigar um crime depois que a polícia resolve o caso dizendo que foi suicídio e criam o próprio podcast.
A série que mistura comédia com investigação criminal, romance e amizade está disponível no Star+ no Brasil. A segunda temporada estreou no dia 28 de junho, com dois episódios por semana.
Na segunda-feira (11), o Hulu, plataforma que produz a série, anunciou que a terceira temporada está confirmada ao Deadline.
Os vencedores do Emmy 2022 serão anunciados no dia 12 de setembro. Mais de 17 mil membros da Academia de Televisão podem votar nos prêmios.
Os programas que poderiam concorrer ao prêmio deste ano tiveram que estrear entre junho de 2021 e maio de 2022.
‘Succession’ lidera Emmy 2022
‘Ted Lasso’, ‘Round 6’, ‘Euphoria’, ‘Only Murders in the Building’ e ‘Succession’ estão entre as séries indicadas ao Emmy 2022
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O Emmy, principal premiação da televisão americana, anunciou os indicados nesta terça-feira (12). “Succession” lidera com 25 indicações, seguida por “Ted Lasso” e “The White Lotus” com 20 cada.
“Only Murders in the Building” aparece com 17 indicações e “Euphoria” teve 16, incluindo Zendaya, que tenta ganhar de novo como atriz de série de drama.
Veja a lista dos principais indicados e indicadas do Emmy 2022 aqui. No vídeo abaixo, relembre as séries que foram destaque em 2021:
Retrospectiva: Top 10 Séries de 2021

Fonte: G1 Entretenimento