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Leandro Lehart vai além do samba do Fundo de Quintal em álbum em que apresenta ‘Confeitaria’


♪ Quando abordou o repertório do Fundo de Quintal há seis anos no álbum Violão é no Fundo do Quintal (2016), Leandro Lehart se manteve restrito a sambas gravados por esse grupo carioca que se aglutinou informalmente na segunda metade da década de 1970 e que se lançou oficialmente no mundo do disco em 1980.
No álbum Violão é no Fundo do Quintal 2, lançado em 8 de julho e previsto para ser editado em LP e CD, Lehart – artista paulistano revelado na década de 1990 como voz e mentor do grupo Art Popular – vai além do repertório lançado pelo grupo, referência do samba feito no Rio de Janeiro nos anos 1980.
Além de apresentar música inédita de lavra própria, Confeitaria, Lehart celebra a memória de Beth Carvalho (1946 – 2019) ao repisar Andança (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, 1968), transita por sucessos da discografia solo de Almir Guineto (1946– 2017) – Conselho (Adilson Bispo e Zé Roberto, 1986) e Insensato destino (Maurício Lins, Chiquinho e Acyr Marques, 1985) – e, sim, regrava alguns sambas lançados pelo Fundo de Quintal.

É o caso de Cansei de esperar você (Ivone Lara e Delcio Carvalho, 1986), samba lançado pelo grupo no álbum O mapa da mina (1986) e mais conhecido na gravação feita por Roberta Sá para o álbum Que belo estranho dia pra se ter alegria (2007).
Capa do álbum ‘Violão é no Fundo do Quintal 2’, de Leandro Lehart
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Cantor piauiense Getúlio Abelha edita o álbum ‘Marmota’ em LP com ‘Caranguejeira satanista’ de bônus


♪ Cantor e compositor nascido em Teresina (PI) e residente em Fortaleza (CE), Getúlio Abelha lança em agosto a edição em LP do primeiro álbum do artista piauiense, Marmota (2021), apresentado em junho do ano passado pelo selo pernambucano Rec-Beat com mix pop de brega, calypso e forró eletrônico.
A edição em LP de Marmota é o primeiro produto do selo fonográfico Mistura Pop, criado em 2021 pela loja homônima – aberta em 2010 em Pernambuco – para editar discos em vinil.
Lançado originalmente com 12 faixas, o álbum Marmota ganha faixa adicional, Caranguejeira satanista, na edição em LP, fabricada em Nashville (EUA) com vinil na cor vermelha, dois encartes e tiragem limitada (e numerada) de 500 cópias.
O segundo produto do selo de vinil Mistura Pop será a edição em LP duplo, com quatro exclusivas faixas-bônus, do quarto álbum da banda goiana Carne Doce, Interior (2020).
Imagem promocional da edição em LP do álbum ‘Marmota’, de Getúlio Abelha
Divulgação / Mistura Pop

Fonte: G1 Entretenimento

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Enigma indecifrável, Roberto Carlos arrasta e põe multidões aos seus pés na volta aos palcos no Rio


Aos 81 anos, artista faz show na casa Qualistage com repertório infalível que atravessa gerações. Roberto Carlos em show apresentado no sábado, 9 de julho, na casa carioca Qualistage
Mauro Ferreira / g1
Resenha de show
Título: Roberto Carlos
Artista: Roberto Carlos
Local: Qualistage (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 9 de julho de 2022
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ “Por que me arrasto a seus pés?”, gritou uma espectadora na plateia da casa carioca Qualistage antes de o próprio Roberto Carlos cantar o verso inicial de Desabafo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1979), música em que o artista regeu o coro masculino no verso final “Na hora que você quer” para mostrar que, no reino de Roberto, quem manda são as mulheres.
Aos 81 anos, completados em 19 de abril, o cantor ainda arrasta multidões para os shows que vem apresentando no Brasil e no mundo nas tréguas da pandemia.
Entronizado há seis décadas no panteão dos cantores mais populares do país, Roberto Carlos reiterou o magnetismo ímpar na noite de ontem, 9 de julho de 2022, ao estrear temporada no Rio de Janeiro (RJ), cidade que abriga o artista capixaba desde a década de 1950.
Durante duas horas, Roberto pôs o público aos seus pés antes mesmo de entrar em cena, como comprovou o coro popular na canção Como é grande o meu amor por você (1967) durante a abertura instrumental regida pelo maestro Eduardo Lages.
À medida que as emoções foram se repetindo, como o próprio cantor sinalizou ao dar voz afinada ao fox Emoções (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1981) com arranjo sinatriano, foi ficando claro que Roberto Carlos é enigma que permanece indecifrável em 2022.
Em essência, o show de ontem foi o mesmo que o cantor vem fazendo há décadas com o já notório conservadorismo e com sutis variações no roteiro. “No Qualistage, é a primeira vez”, gracejou Roberto, em alusão à recente mudança de nome da casa de shows inaugurada em 1994 como Metropolitan.
À frente de big band formada por músicos que o acompanham desde os anos 1960 e que foram apresentados um a um pelo cantor ao som de tema que caiu em suingue jazzy, Roberto fez o habitual jogo de cena com o público majoritariamente feminino – e, não por acaso, a apresentação deste domingo, 10 de julho, é exclusiva para mulheres.
O cantor explicou a inspiração da canção Você em minha vida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976), fingiu mistério sobre a identidade da musa inspiradora ao cantar Olha (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975) com Eduardo Lages ao piano, sensualizou no toque flamenco de Mulher pequena (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1992) e celebrou a memória da mãe em Lady Laura (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1978).
Roberto Carlos se emociona ao cantar ‘Detalhes’ em show na casa Qualistage
Mauro Ferreira / g1
Tantas repetições de emoções, canções e falas poderiam sugerir um cantor acionado pelo piloto automático. SQN. Os olhos marejados de Roberto na inevitável canções Detalhes (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) indicaram que, sim, as emoções ainda são reais e estão impressas em cada música do roteiro déjà vu. E talvez estejam nelas, as canções, a chave do mistério.
Se O calhambeque (Road hog) (John Loudermilk e Gwen Loudermilk, 1962, em versão de Erasmo Carlos, 1964) ligou o motor da nostalgia da modernidade das jovens tardes de domingo, Nossa Senhora (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1993) foi a oração em feitio de canção. E que canção!
Ouvir em 2022 aquelas canções do Roberto é constatar a grandeza de compositor – muitas vezes minimizado pela elite da MPB (mas nunca por Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia) – que atravessa gerações com petardos sempre certeiros quando miram o coração como Sua estupidez (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969).
Se Ilegal, imoral ou engorda (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976) soou mais atual do que há 46 anos, soprada pelos metais da banda do cantor, Do fundo do meu coração (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976) mostrou, pela enésima vez, que o compositor domina a língua popular da canção de amor embutida no inconsciente coletivo.
Música mais recente do roteiro, Esse cara sou eu (Roberto Carlos, 2012) comprovou esse domínio um número antes de a sensual canção Cavalgada (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977) inebriar a plateia com arranjo de progressiva intensidade.
Nesse momento, já perto do fim do show encerrado com o spiritual Jesus Cristo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970), o público já está aglomerado na beira do palco, aos pés de Roberto Carlos, o cantor que arrasta multidões há 60 anos em fenômeno enigmático que muitos tentam em vão decifrar.
Roberto Carlos canta 20 músicas no roteiro de show que inclui números instrumentais
Mauro Ferreira / g1
♪ Eis o roteiro seguido em 9 de julho de 2022 por Roberto Carlos na estreia da temporada do cantor na casa carioca Qualistage:
1. Overture
2. Emoções (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1981)
3. Como vai você? (Antonio Marcos e Mario Marcos, 1972)
4. Além do horizonte (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975)
5. Ilegal, imoral ou engorda (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976)
6. Você em minha vida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976)
7. Detalhes (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971)
8. Desabafo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1979)
9. Outra vez (Isolda, 1977)
10. Lady Laura (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1978)
11. Nossa Senhora (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1993)
12. O calhambeque (Road hog) (John Loudermilk e Gwen Loudermilk, 1962, em versão de Erasmo Carlos, 1964)
13. Olha (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975)
14. Fera ferida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1982)
15. Sua estupidez (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969)
16. Mulher pequena (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1992)
17. Do fundo do meu coração (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1986)
18. Tema instrumental de apresentação da banda
19. Esse cara sou eu (Roberto Carlos, 2012)
20. Cavalgada (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977)
21. Como é grande o meu amor por você (Roberto Carlos, 1967)
22. Jesus Cristo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970)

Fonte: G1 Entretenimento

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Homem do meme ‘rindo de nervoso’ passa férias no Brasil e encontra famosos

András Arató deu vários rolês por São Paulo. Conheça a história por trás do meme. O senhor que estampa o meme do ‘chorrindo’ é um fenômeno. Protagonista de um dos memes mais compartilhados da internet, o húngaro András Arató levou os fãs à loucura quando, há alguns dias, veio passar férias no Brasil. Selo rolê aleatório para o itinerário dele e para as pessoas com quem ele encontrou. A Rafaela Putini te conta tudo e explica qual é a origem do meme. Veja o vídeo!
Que meme é esse? Conheça o homem por trás do meme “Rindo de Nervoso”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Conheça o trajeto que inspirou João Guimarães Rosa a escrever ‘Grande Sertão: Veredas’

Globo Rural refez o percurso do escritor, 70 anos depois. Rodas de leitura, bordados de personagens e até a história de previsão de uma cigana, vida e trabalho de autor são retratados em Andrequicé (MG). Conheça o trajeto que inspirou João Guimarães Rosa a escrever Grande Sertão: Veredas
Há 70 anos, em 19 de maio de 1952, João Guimarães Rosa partiu com uma comitiva de vaqueiros para conduzir uma boiada por um trecho da região de Minas Gerais, que depois ele chamou de grande sertão, dando nome ao livro “Grande Sertão: Veredas”.
O Globo Rural refez o trajeto 70 anos depois. Foram 9 dias de viagem, com pernoites em 9 fazendas.
Assista a todos os vídeos do Globo Rural
Durante a jornada, o escritor questionava tudo o que via: quais eram as árvores, os pássaros, entre outras perguntas. Cada resposta era anotada em uma caderneta pendurada em seu pescoço por um cordão.
As anotações da viagem viraram um documento sob a guarda do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB/USP). Depois de escrito, todo o conteúdo era datilografado, grifado e estudado com indicações das histórias em que entraria.
Durante o percurso, apenas em uma noite Guimarães Rosa teve o luxo de dormir em um quarto. Em suas anotações, ele menciona que se deitou em currais e até em uma bancada de curar rapadura.
A hospedagem aconteceu no oitavo dia. No local, ele se revelou médico para os anfitriões, após diagnosticar sarampo em um dos moradores, que se curou dias depois de ser medicado.
Na medicina, Guimarães Rosa trabalhou com Juscelino Kubitschek, que, décadas depois, como presidente, o promoveu a embaixador, porém ele morreu antes de assumir o cargo.
Eucalipto no Cerrado: como a paisagem mudou 70 anos depois de Guimarães Rosa visitá-la
Grande Sertão: Eucaliptos
Desde que Guimarães Rosa passou pelo sertão, muita coisa mudou. O Cerrado característico que ele presenciou está menor. Há, por exemplo, uma floresta de eucaliptos no meio da rota.
O sol é filtrado pelas folhas dessa espécie que veio da Austrália e se espalha por cerca de 5 milhões de hectares no Brasil, 1,5 milhão, em Minas Gerais.
O lugar de onde a boiada partiu 7 décadas atrás, hoje, tem musgo pela parede e a janela quebrada. Mas, no vilarejo mais próximo, onde a comitiva pernoitou no terceiro dia, ocorreu o oposto, transformando-se em um povoado urbanizado.
A marca de Guimarães Rosa
Na Associação dos Amigos da Cultura do Sertão, a professora aposentada Fátima Coelho comenta que aparecer na obra de Guimarães Rosa despertou o orgulho local, invertendo a autoestima, em que até então o sertão era o lugar de onde se ia embora, pois não tinha nada.
O caminho por onde Guimarães Rosa passou, hoje, é usado para uma maratona. Os atletas devem o percorrer em até 60 horas, sem dormir. O recorde de tempo é de 34 horas. A prova pelos Caminhos do Rosa já faz parte do calendário nacional de eventos esportivos e conta com a participação de 23 estados e 7 países.
No circuito, há também competições de ciclismo e natação. E a sede da fazenda foi transformada em uma pousada temática.
Comitiva com Guimarães Rosa: peões contam como foi cuidar do rebanho com o autor
Com patrocínio dos Amigos do Museu, as crianças começam a ler obras do autor a partir dos 8 anos. Há também as bordadeiras, que retratam personagens e cenas dos livros do escritor.
Entre as bordadeiras do município de Andrequicé (MG), uma assina como Maria Nardi, filha mais velha do Manuelzão, que liderava a comitiva que Guimarães Rosa acompanhou.
No Memorial Manuelzão, acontecem rodas de leitura com as crianças de Andrequicé. É por meio do memorial também que há um intenso bailado, atração nas festas da região. É uma forma de homenagear o escritor e contar a história real com toques de invenção.
A professora Lidijane narra que, uma vez, uma cigana leu a mão do escritor e disse que quando ele conseguisse a maior conquista de sua vida, ele morreria.
Por superstição, ele teria adiado por quatro anos a posse na Academia Brasileira de Letras. Assumiu o cargo em 19 de novembro de 1977 e morreu de infarto fulminante três dias depois.
Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Antonia Morais recria imagem de álbum do pai, Orlando Morais, na capa do tributo ‘Ímpar 60’


♪ Criada por Giovanni Bianco a partir de foto de Gabriela Schmidt, a capa do primeiro álbum de Antonia Morais, Ímpar 60, faz a releitura da capa do terceiro álbum de Orlando Morais, Ímpar, lançado em 1993.
“Através de detalhes tão assertivos, Bianco comunicou toda a modernidade e o minimalismo do meu álbum Ímpar 60. A lágrima abstrata e o rosa choque trazem a euforia que faltava para a introspecção e o mistério desta fotografia. É um contraponto estético muito interessante que está presente também na sonoridade do álbum”, interpreta Antonia.
Em Ímpar 60, disco posto em rotação em 8 de julho, Antonia Morais celebra os 60 anos de Orlando – festejados em 22 de janeiro – com regravações de 11 músicas do pai da artista, bom cantor e compositor goiano revelado em 1990.
Antecedido pelos singles que apresentou as abordagens das músicas A rota do indivíduo (Djavan e Orlando Morais, 1991) e Costura (1995), o álbum Ímpar 60 foi gravado com produção musical orquestrada por Arthur Kunz – artista paraense que transita pela cena eletrônica brasileira – com a cantora e compositora carioca.
Sucessor dos EPs Milagros (2015) e Luzia 20.20 (2020) na discografia de Antonia Morais, o álbum Ímpar 60 alinha músicas como Cruzando raios (Orlando Morais e Toni Costa, 1990), Judeu (1991), Ímpar (1993), Implosões (1993), Abismo zen (1995), Agora (1995), Costura (1995), Libera (1995), Poderoso chefão (2001) e Tempo bom (2005), abrangendo os 15 anos mais expressivos do cancioneiro do compositor.
Capa do álbum ‘Ímpar’ (1993), de Orlando Morais
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #202 – O talento, as músicas e as histórias da 1ª banda formada só por mulheres


Fanny relembra preconceito nos anos 60. Ao g1, líder da banda fala do pioneirismo e explica projeto para jovens roqueiras. Ouça músicas e entenda por que grupo foi ‘esquecido’. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação
O Fanny no começo dos anos 70, com Alice de Buhr, Nickey Barclay, June Millington e Jean Millington
Divulgação/Site oficial

Fonte: G1 Entretenimento

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Shawn Mendes adia datas da turnê ‘Wonder’ para cuidar da saúde mental


‘Depois de alguns anos fora da estrada, senti que estava pronto para voltar, mas essa decisão foi prematura’, afirmou o cantor, em comunicado publicado nas redes sociais. Shawn Mendes adia datas da turnê ‘Wonder’ para cuidar da saúde mental
Reprodução/Instagram
Shawn Mendes anunciou que vai adiar as datas de sua turnê “Wonder” ao menos pelas próximas três semanas.
Segundo comunicado do cantor publicado nas redes sociais, ele precisa “tirar um tempo para me curar e cuidar de mim e da minha saúde mental, antes de tudo”. Segundo ele, a decisão de voltar para a estrada foi prematura e ele chegou ao limite.
“Parte meu coração ter que dizer isso, mas infelizmente terei que adiar as próximas três semanas de shows, até uma segunda ordem. Estou em turnê desde os 15 anos e, para ser honesto, sempre foi difícil estar na estrada longe de amigos e familiares.”
“Depois de alguns anos fora da estrada, senti que estava pronto para voltar, mas essa decisão foi prematura. E infelizmente a rotina da estrada e a pressão me pegaram e eu cheguei ao meu limite”, afirmou o cantor.
“Depois de falar com minha equipe e profissionais de saúde, preciso tirar um tempo para me curar e cuidar de mim e da minha saúde mental, antes de tudo.”
Shawn finalizou o comunicado prometendo comunicar seus fãs quando tiver novidades. “Assim que tiver mais atualizações, eu prometo avisar a vocês. Amo vocês.”
Shawn deu início a sua turnê Wonder em março e tinha datas agendadas até 2023.
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“Wonder”
O álbum que dá nome à turnê de Shawn Mendes foi lançado em dezembro de 2020.
O disco é o quarto álbum de estúdio do cantor e traz 14 faixas. Entre elas, “Monster”, em parceria com o cantor Justin Bieber.
Vídeo: Shawn Mendes se apresenta no Rock in Rio 2017:
‘Stitches’ anima público de Shawn Mendes no Rock in Rio 2017

Fonte: G1 Entretenimento

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Vernon Winfrey, pai de Oprah, morre aos 89 anos nos Estados Unidos


Vernon, que nunca foi casado com a mãe de Oprah, trabalhou por mais de 50 anos como barbeiro, até os 86 anos. “Tive a honra sagrada de ver o homem responsável pela minha vida dar seu último suspiro”, compartilhou a apresentadora. Vernon Winfrey, pai de Oprah Winfrey, posa para foto do lado de fora de sua barbearia em Nashville, Tennessee, em 1987
Mark Humphrey/AP/Arquivo
Vernon Winfrey, pai da apresentadora de TV e empresária americana Oprah Winfrey, morreu na última sexta-feira (08) aos 89 anos. “Ontem, cercado pela sua família, eu tive a honra sagrada de ver o homem responsável pela minha vida dar seu último suspiro”, compartilhou a apresentadora em seu Instagram.
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Na mesma publicação, Oprah compartilhou um vídeo de uma homenagem feita pela família a Vernon Winfrey, menos de uma semana atrás. “Meu amigo e cantor gospel Wintley Phipps saudou meu pai com esta canção. Ele sentiu o amor”, escreveu.
Vernon Winfrey, que nunca foi casado com a mãe de Oprah, trabalhou por mais de 50 anos como barbeiro, até os 86 anos. Em 2012, a apresentadora comprou o salão Barber & Beauty Shop, em Nashville, onde o pai trabalhava.
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Quem é Oprah
Oprah Winfrey em foto de 8 de fevereiro de 2020, em Nova York
Brad Barket/Invision/AP/Arquivo
Filha de empregada doméstica, Oprah estourou nos anos 1980 nos Estados Unidos com o “Oprah Winfrey Show”, que foi líder de audiência na TV americana por 25 anos. O programa criou uma marca ao levar pela primeira vez à televisão americana entrevistas com pessoas comuns e só acabou quando Oprah decidiu abrir o próprio canal.
A atriz, apresentadora e empresária é hoje uma das mulher mais ricas dos EUA. A fortuna dela é estimada pela revista Forbes em US$ 2,5 bilhões, mais de 13 bilhões de reais.

Fonte: G1 Entretenimento

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Adriana Calcanhotto dá voz à canção ‘Belíssima’ ao retornar ao Rio de Janeiro com show de violão


Adriana Calcanhotto, em apresentação no clube Manouche, na reestreia carioca de show de voz e violão na noite de ontem, 8 de julho
Cristina Granato / Divulgação
♪ Composta por Adriana Calcanhotto e gravada por Ney Matogrosso para a trilha sonora da novela Belíssima (2005 / 2006, TV Globo), a canção também intitulada Belíssima jamais ganhou registro fonográfico da autora e tampouco costuma ser cantada pela artista em shows.
Por isso mesmo, a aparição de Belíssima como a 19º das 23 músicas do roteiro quase inteiramente autoral seguido por Calcanhotto na estreia da cantora na casa carioca Manouche – na noite de ontem, 8 de julho – foi surpresa para as cerca de 100 pessoas que assistiram ao retorno do show Adriana Calcanhotto em voz e violão à cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Estreado em 20 de agosto de 2021, no Teatro Claro Rio, o show marcou a primeira apresentação da cantora no clube Manouche, cultuado palco da zona sul carioca.
Foi no Manouche que, em julho de 2019, Maria Bethânia apresentou A flor encarnada – uma das mais belas e desiludidas canções de Calcanhotto – na estreia do show Claros breus.
Por essa razão, A flor encarnada foi outro destaque do roteiro seguido por Calcanhotto ao desabrochar na voz da autora na noite de ontem em apresentação em que a cantora convalescente, recém-saída de infecção por covid-19, falou menos do que habitual, deixando que a obra autoral falasse por si só.
Adriana Calcanhotto canta 23 músicas no primeiro show da artista no clube Manouche
Cristina Granato / Divulgação
♪ Eis o roteiro seguido por Adriana Calcanhotto em 8 de julho de 2021 na reestreia de show de voz e violão na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em apresentação no clube Manouche, onde a cantora fica em cartaz até hoje, 9 de julho:
1. O nome da cidade (Caetano Veloso, 1984)
2. Esquadros (Adriana Calcanhotto, 1992)
3. Vai saber? (Adriana Calcanhotto, 2006)
4. Mais feliz (Dé Palmeira, Bebel Gilberto e Cazuza, 1986)
5. Inverno (Adriana Calcanhotto e Antonio Cicero, 1994)
6. Era pra ser (Adriana Calcanhotto, 2016)
7. Para lá (Adriana Calcanhotto e Arnaldo Antunes, 2006)
8. Dessa vez (Adriana Calcanhotto, 2020)
9. Depois de ter você (Cantada) (Adriana Calcanhotto, 2001)
10. A flor encarnada (Adriana Calcanhotto, 2019)
11. Seu pensamento (Adriana Calcanhotto e Dé Palmeira, 2008)
12. Devolva-me (Lilian Knapp e Renato Barros, 1966)
13. Back to black (Amy Winehouse e Mark Ronson, 2006)
14. Dois de junho (Adriana Calcanhotto, 2020)
15. Vidas inteiras (Adriana Calcanhotto, 1998)
16. Mentiras (Adriana Calcanhotto, 1992)
17. Mais perfumado (Adriana Calcanhotto, 2011)
18. Corre o Munda (Adriana Calcanhotto, 2020)
19. Belíssima (Adriana Calcanhotto, 2005)
20. Vambora (Adriana Calcanhotto, 1998)
Bis:
21. Cariocas (Adriana Calcanhotto, 1994) – com citação do prefixo vocal de Ela é carioca (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963)
22. Maresia (Paulo Machado e Antonio Cícero, 1981)
23. Fico assim sem você (Cacá Morais e Abdullah, 2002)

Fonte: G1 Entretenimento