Categorias
ENTRETERIMENTO

O poder que as músicas de videogames têm sobre nossas emoções


As trilhas sonoras de jogos como ‘Sonic’ ou ‘Street Fighter’ podem manipular nossas emoções de maneiras surpreendentes. Orquestra toca música do videogame ‘Sonic’ no teatro Apollo, em Londres
Getty Images via BBC
Quando estamos jogando um videogame, também dançamos no seu ritmo: melodias cativantes ou assustadoras; deixas sonoras que nos estimulam a acelerar o passo; notas triunfantes para confirmar nossas conquistas.
Quando ouvimos a mesma música fora do ambiente do jogo, ela pode se mostrar incomumente comovente.
A primeira vez que assisti a um concerto da London Video Game Orchestra (LVGO), me peguei gritando por meus personagens favoritos durante o medley de Street Fighter II (a emocionante trilha sonora dos anos 1990 de Yoko Shimomura, com arranjos de Mark Choi).
Também me juntei a um coro surreal, enquanto o maestro da LVGO, James Keirle, conduzia o público pela trilha sonora clássica de lançamento do console: “Se-ga!” Parecia um hino de cinco segundos: nostálgico e estranhamente arrebatador.
“SFII foi honestamente um dos arranjos mais agradáveis ​​que fiz”, entusiasma-se o músico, compositor e jogador de videogame Choi.
“Os temas individuais são bem curtos, mas intensamente memoráveis, e definitivamente interligados com seus personagens e os cenários em que lutam. Quando os temas ficam tão profundamente enraizados em nossa psique assim, é impossível não se emocionar ao ouvi-los novamente.”
Choi acrescenta que, embora haja muitos paralelos entre trilhas sonoras de videogame e filmes (como sequências de créditos, temas recorrentes de personagens e cenas narrativas), a natureza não linear e participativa dos jogos significa que a música toca um acorde potente dentro de nós:
“O poder dos videogames está no fato de que você, na verdade, se torna o protagonista da história; embora a história em si possa ter sido pré-definida, você controla como e quando ela se desenrola”, diz ele.
“É precisamente este poder — que você recebeu para interagir diretamente com a experiência — que diferencia os videogames e continua a me entusiasmar como artista.”
A música de videogame realmente toca nossas emoções.
Seu impacto e sofisticação crescente inspiraram um número cada vez maior de estudos acadêmicos (em um campo às vezes chamado de “ludomusicologia”).
Em um artigo de 2006, intitulado “The Role of Music in Videogames” (“O papel da música nos videogames”, em tradução literal), Sean M Zehnder e Scott D Lipscomb destacaram a multifuncionalidade das trilhas sonoras de jogos — elas “aumentam a sensação de imersão, oferecem deixas para mudanças de narrativa ou enredo, agem como um significante emocional, aumentam o senso de continuidade estética e cultivam a unidade temática de um videogame”.
Karen Collins, acadêmica e cineasta de Ontário, é professora associada da Universidade de Waterloo, no Canadá, e seu excelente livro Game Sound (2008) explora a história, teoria e prática da música de videogame e design de som.
Como Collins observa, o jogador não é um ouvinte passivo, mas pode acionar ativamente a música no jogo, assim como reagir subconscientemente a ela.
Segundo ela, “a indução de humor e as respostas fisiológicas são tipicamente experimentadas mais obviamente quando o personagem do jogador está correndo um risco significativo, como uma música caótica e acelerada… o som funciona para controlar ou manipular as emoções do jogador, orientando as respostas ao jogo. ”
Ela ressalta que o silêncio também é usado para um efeito poderoso, seja aumentando a tensão ou quando o jogador está inativo (um fade musical que ela descreve como o “interruptor do tédio”), nos levando a completar a tarefa para que o jogo possa avançar.
A música de videogame é uma expressão global, tanto no que se refere a suas colaborações internacionais em estúdio quanto no alcance do público.
No início deste ano, o Game Music Festival, com sede na Polônia, apresentou um show em Londres, incluindo uma grande banda polonesa tocando os grooves ruidosamente jazzísticos e de inspiração latina da amada aventura Cuphead (2017), composta pelo artista canadense Kristoffer Maddigan.
O final do concerto foi marcado pelas encantadoras (e devastadoramente belas) partituras premiadas do compositor britânico Gareth Coker para os jogos Ori and the Blind Forest (2015) e Ori and the Will of the Wisps (2020).
Coker originalmente estudou composição na Royal Academy of Music, e mais tarde viveu no Japão; seu repertório musical é amplo, incluindo trilhas para cinema e TV — mas seu amor por videogames é especialmente profundo.
“Na infância, tenho as melhores lembranças de jogar videogame com meus pais”, ele explica.
“Essas memórias que criei com minha própria família, gostaria de poder propiciar a outras pessoas.”
No caso dos jogos Ori, Coker passou vários anos com a equipe de desenvolvimento, criando uma música que parece claramente sintonizada com o personagem-título / papel do jogador (um espírito da floresta infantil) e ambientes sobrenaturais.
“Eu respondo fortemente às imagens quando estou trabalhando em um jogo; então eu consigo realmente entrar dentro dele, criando um mundo sonoro para ele”, afirma.
“As imagens em Ori me permitem criar essa tapeçaria com a música, porque estamos pedindo às pessoas que expandam sua imaginação.”
“Quando você está jogando, você é um participante ativo, então seu cérebro tem que lidar com muito mais. Assim, como você escreve a música do jogo é fundamentalmente diferente, e os melhores jogos entendem que você não pode empilhar tudo, a menos que tenha construído até aquele momento. Quando você está se movendo pelo ambiente de Ori, a música não muda o tempo todo, porque isso é demais para o cérebro lidar. Cada deixa musical é colocada por uma razão. Tem uma melodia em Ori, mas é bastante reservada e suave, até que precisa assumir totalmente o controle.”
Este toque sensível pode produzir um forte impacto emocional, como pode atestar qualquer pessoa que tenha se deparado com os jogos Ori e sua música; eles também inspiraram vários “vídeos de reação” online (com os jogadores invariavelmente aos prantos no final).
O repertório da LVGO inclui músicas do jogo ‘The Legend of Zelda’
Getty Images via BBC
“Tenho uma sorte incrível, porque agora temos sites como o Twitch e o YouTube, vejo outras pessoas reagindo ao meu trabalho, da maneira que me lembro de ter reagido”, sorri Coker.
“É meio viciante; você tem uma reação visceral em tempo real.”
Espectro de emoções
As trilhas sonoras variadas de Coker parecem evocar um espectro de emoções, seja sua música para a série Minecraft Mythology (“É como uma jukebox, projetada para transportar o jogador para aquele tempo e lugar; dá espaço ao cérebro para construir”, diz ele), ou suas contribuições para a edição mais recente de um blockbuster de RPG, Halo Infinite (2021).
“Embora Halo seja uma partitura de ação, não é acelerada por horas a fio; é bastante precisa e comedida, muito parecida com o protagonista principal, Master Chief; nada o perturba no campo de batalha”, diz Coker.
“A música de combate é concebida para fazer você se sentir como um soldado muito poderoso; Halo é muito rítmico e baseado em groove, projetado para fazer você se sentir confiante ao caminhar pelo ambiente. Na última fase do jogo, eu tive basicamente carta branca para fazer o que eu queria. Acabamos usando um coro búlgaro e uma tonelada de sintetizadores, superprocessando música folk tradicional para torná-la realmente sobrenatural; isso criou um som bastante distinto para uma nova facção, a Endless.”
Coker afirma que gostaria de ver mais concertos clássicos apresentando sinfonias de videogame de longa duração — e envolvendo jogadores e não-jogadores.
“Se você acertar, deixará o público com algo muito mais profundo”, diz ele.
“Estamos tentando transportar as pessoas para um tempo e lugar, e você não pode fazer isso se estiver batendo palmas a cada cinco minutos, porque assim se quebra o feitiço de imersão.”
Cada videogame tão aguardado tem seu próprio mundo sonoro; a recente aventura samurai Trek To Yomi combina visuais monocromáticos com uma trilha sonora fortemente ambiental, de autoria de Cody Matthew Johnson e Yoko Honda.
O novo lançamento do jogo Cuphead, The Delicious Last Course, promete novidades do compositor Kristoffer Madigan.
“Embora mantenha muito do estilo emocionante do Cuphead original, exploramos muitos estilos e sons novos nas Ilhas Inkwell… minhas maiores inspirações foram as primeiras trilhas sonoras de filmes de Max Steiner e Erich Korngold, assim como de Leigh Harline e Frank Churchill da Disney, diz Madigan à BBC Culture.
Neste verão, a música de videogame também chega pela primeira vez ao BBC Proms. From 8-Bit to Infinity apresenta, em 1º de agosto, temas orquestrados e eletrônicos, incluindo o clássico Kingdom Hearts, de Shimomura, e a premiere europeia de Battlefield 2042 – suite 14, de Hildur Guonadottir e Sam Slater.
“A música de videogame está na vanguarda desde o início. Aqueles primeiros consoles eram muito básicos em comparação com a tecnologia que temos agora, e os compositores estavam realmente dando o máximo. Acho que este espírito ainda faz parte da composição de videogame agora”, avalia o maestro e arranjador Robert Ames.
Enquanto isso, o show mais recente da LVGO em Londres (11 de junho) trouxe de volta o medley de Choi em Street Fighter II, adicionando um nível vocal ao show, com o coral comunitário Ready Singer One (RS1).
“Somos todos nerds e jogadores até certo ponto, então o RS1 é um espaço seguro e empoderador para ser criativo e explorar nossos universos favoritos juntos”, diz a fundadora Elisabeth Swedlund.
“Cantar sobre tantos personagens e desafios diversos é, cada vez, uma experiência imersiva. Porque os temas são muito mais variados do que no repertório pop — somos piratas, marinheiros, inteligência artificial! — a experiência de estar em um coral é muito mais rica .”
O set list deles inclui o exuberantemente jazzístico Jump Up Super Star do jogo Super Mario Odyssey (composto por Naoto Kubo, 2017).
“A obra tem uma variedade de surpresas, tanto nas palavras quanto na música”, diz Swedlund.
“Tem um momento em que cantamos um exclamativo “woo-oh!”, e nos sentimos muito como Super Mario pulando por aí!”
A música de videogame oferece uma playlist infinita: transcendente e transformadora, ressoando muito além do fim do jogo.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Galã do TikTok’, Mário Jr. aparece pelado em reality show, briga com namorada e vira piada nas redes sociais


No programa “Se sobreviver, case”, do Multishow, casais ficam completamente pelados em uma área de preservação ambiental e precisam cumprir desafios para ganhar prêmios. Mário Jr. está participando com a namorada, Bárbara Santiago Mário Jr. e a namorada, Bárbara Santiago, no reality show “Se sobreviver, case”
Reprodução/Multishow
Mário Jr., conhecido como “o galã do TikTok”, viralizou em 2020 com vídeos em que fazia charme e simulava cantadas de um jeito engraçado. O mais famoso deles começa com a frase “roi, Letícia, né?”. O “roi” era um jeito particular de falar “oi” que chegou a virar bordão na internet. Mais de dois anos depois, o influenciador voltou a ser assunto nas redes, dessa vez pela participação no reality show “Se sobreviver, case”, do Multishow.
Leia também
Entrevista: Mário Jr. falou ao g1 em 2020
Initial plugin text
No programa, casais ficam completamente pelados, vivem por alguns dias em uma área de preservação ambiental e precisam cumprir desafios para ganhar prêmios que facilitam a vida na natureza. Mário Jr. está participando com a namorada, Bárbara Santiago, e a performance do casal rendeu piadas nas redes sociais.
No primeiro episódio, que foi ao ar na última segunda-feira (4), o influenciador queimou a sola dos dois pés em uma pedra quente, deitou dizendo que não tinha mais forças, e levou bronca de Bárbara, que precisou construir sozinha um abrigo para a chuva. Os dois chegam a conversar com “voz de bebê”, mas mesmo assim Mário não ajuda a companheira e diz que precisa “do seu momentinho”.
Initial plugin text
Em um determinado momento, a namorada pede ajuda e Mário responde: “Babi, eu não tenho forças pra sair daqui”.
Initial plugin text
A preguiça de Mário Jr. e a determinação de Bárbara viraram piada nas redes sociais e, em alguns casos, causaram indignação. “Como aquele Mario Jr eh mimado. Kkkk pena da namorada dele”, comentou um perfil no Twitter. “Meu deus, o drama do mário junior do tiktok “roi, leticia, né?” perdendo tudo no ‘se sobreviver, case’”, comentou outro.
Initial plugin text
Initial plugin text
Initial plugin text

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ana Cañas persegue as emoções reais de Belchior em gravação com adesões de Ney Matogrosso e Rael


Cantora inclui ‘Monólogo das grandezas do Brasil’ no roteiro do registro audiovisual do show em que aborda o repertório do compositor cearense com direito à música inédita ‘Um rolê no céu’. Rael canta ‘Antes do fim’ com Ana Cañas
Nadja Kouchi / Divulgação
Resenha de gravação audiovisual de show
Título: Ana Cañas canta Belchior
Artista: Ana Cañas
Local: Estúdio NaCena (São Paulo, SP)
Data: 5 de julho de 2022
Cotação: ★ ★ ★
♪ SÃO PAULO (SP) – Ao terminar de cantar Fotografia 3×4 (1976), ao lado do piano de Adriano Grineberg, Ana Cañas enfatizou o verso final “Eu sou como você que me ouve agora” em repetição que serviu para conectar a artista paulistana com as emoções reais dessa música em que o compositor cearense Antonio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 30 de abril de 2017) narra as dissonâncias e tiranias encaradas pelos nordestinos que migram para Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Cañas é paulistana, mas, ao romper com a mãe e sair de casa aos 18 anos, também sofreu na pele as agruras de quem luta para sobreviver na selva das cidades grandes, driblando fome e preconceito. Na plateia, sentada, estava a mãe com quem a artista ficou sem falar por cerca de dez anos, até a reconciliação.
Ao fim da história narrada por Cañas, a mãe da artista se levantou. Ambas então extravasaram em longo abraço a emoção real que a cantora gentilmente se recusou a repetir – com razão – quando o diretor Hugo Moura pediu que o número fosse refeito.
A cena foi espontânea e se tornou o ponto alto do registro audiovisual do show Ana Cañas canta Belchior, gravado nas últimas terça-feira e quarta-feira, 5 e 6 de julho de 2022, no estúdio NaCena, na cidade de São Paulo (SP).
Desde que lançou o álbum Ana Cañas canta Belchior (2021) no ano passado, em série de EPs editados há um ano, a artista vem cumprindo intensa agenda de shows pelo Brasil. São apresentações turbinadas pelo efeito catártico provocado pelo cancioneiro de Belchior no público brasileiro.
Em opção corajosa, ao gravar o show para gerar álbum ao vivo e conteúdo audiovisual, Cañas abriu mão dessa catarse popular para registrar o show diante de plateia formada por cerca de 40 convidados da artista, amigos em maioria.
“Nos shows, o público enlouquece. Vocês estão muito certinhos”, comparou Cañas, já ao fim da gravação, em fala no palco que sinalizou que a cantora detectou o risco de se afastar do público neste momento importante da trajetória do tributo.
A favor da artista, há o trunfo de o repertório do álbum ao vivo contar com (boa) música inédita de Belchior em parceria com Graco, Um rolê no céu, captada duas horas antes da gravação do show, na presença de poucas pessoas, para evitar vazamentos. A letra foi escrita por Belchior em 1987.
A favor de Cañas, há também as participações de Ney Matogrosso e Rael, nomes fortes nos segmentos da MPB e do hip hop, respectivamente.
Ney Matogrosso canta ‘Paralelas’ com Ana Cañas
Nadja Kouchi / Divulgação
Ney entrou em cena para cantar Paralelas (1975) em registro pautado por sensualidade que contrastou com o sentido da letra dessa balada em que Belchior falou de emoções humanas acionadas em piloto automático comandado pelo sistema capitalista.
Com Rael, a cantora aproximou Belchior do universo do rap em Antes do fim (1976). O rapper inseriu versos alusivos à letra de Apenas um rapaz latino-americano (1976), canção presente no roteiro do show orquestrado por Cañas sob direção do guitarrista Fabá Jimenez.
Aberto com Na hora do almoço (1971), canção interpretada com expansividade que diluiu as intenções da letra sobre a falta de comunicação entre família, o show transcorreu em tons extrovertidos.
Se Cañas fez Comentário a respeito de John (1979) com o peso do rock, evidenciando o toque da bateria de Loco Sosa, Velha roupa colorida (1976) ganhou o molde do blues, gênero musical no qual o pianista Adriano Grineberg é especialista.
Surpresa do roteiro da gravação, a inclusão de Monólogo das grandezas do Brasil (1982) deslocou o show para o universo do folk em número de voz e violão, tocado pela própria Ana Cañas de forma modesta, como ressaltou a artista.
Alocada na abertura do segundo ato, iniciado após o registro instrumental de Antes do fim (1976) pela banda que incluiu os músicos Meno Del Picchia (baixo) e Rovilson Pascoal (violão), Sujeito de sorte (1976) envolveu a plateia, sobretudo no segundo take, feito a pedido do diretor Hugo Moura.
Medo de avião (1979) evoluiu em céu de brigadeiro por conta do ótimo arranjo evocativo do universo do iê-iê-iê em viés inteligente porque o som dos Beatles impactou a obra de Belchior. Em contrapartida, Coração selvagem (1977) bateu sem a paixão pedida pela canção.
Mesmo sem ter o canto torto mencionado por Belchior na letra de A palo seco (1973), Ana Cañas ascendeu no universo pop brasileiro ao abraçar o cancioneiro do compositor com amor sincero, num “ímpeto”, como caracterizou em cena, perseguindo as emoções reais de Belchior em mergulho iniciado em live de julho de 2020 que virou disco em 2021, gerando álbum ao vivo em 2022 e agenda de shows que – tudo indica – irá se estender por 2023, mostrando que, ao contrário do que sentenciou o poeta, o passado é uma roupa que ainda serve para um público mais refratário ao novo que sempre vem.
Ana Cañas no estúdio NaCena, na gravação do show em que canta Belchior
Nadja Kouchi / Divulgação
♪ Eis o roteiro seguido por Ana Cañas em 5 de julho de 2022 no registro audiovisual do show Ana Cañas canta Belchior no estúdio NaCena, na cidade de São Paulo (SP), para plateia de convidados:
1. Na hora do almoço (1971)
2. Apenas um rapaz latino-americano (1976)
3. Comentário a respeito de John (1979)
4. Velha roupa colorida (1976)
5. A palo seco (1973)
6. Divina comédia humana (1978)
7. Monólogo das grandezas do Brasil (1982)
8. Apenas um rapaz latino-americano (1976)
9. Antes do fim (1976) – registro instrumental com a banda
10. Sujeito de sorte (1976)
11. Coração selvagem (1977)
12. Fotografia 3×4 (1976)
13. Paralelas (1975) – com Ney Matogrosso
14. Medo de avião (1979)
15. Alucinação (1976)
16. Galos, noites e quintais (1976)
17. Como nossos pais (1976)
♪ Antes do fim (1976) – gravada com Rael em 4 de julho
♪ Um rolê no céu (Belchior e Graco, 1987 / 2022) – música inédita captada em 5 de julho duas horas antes da gravação do show Ana Cañas canta Belchior
♪ O colunista e crítico musical viajou a São Paulo (SP) a convite da produção de Ana Cañas.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Maria Beltrão é destaque nas redes sociais durante estreia no ‘É de Casa’

Depois de 25 anos na GloboNews, apresentadora dançou, cantou e colecionou elogios neste sábado (9); programa contou com participação do jornalista Eric Faria e parte do elenco de Pantanal Ao estrear como apresentadora no É de Casa neste sábado (9), a jornalista Maria Beltrão levou o programa aos assuntos mais comentados do Twitter. Beltrão, que comandava o Estúdio i e esteve por 25 anos na Globonews, colecionou elogios ao longo de toda a manhã.
Ao receber os colegas de programa pela primeira vez com abraços e um café da manhã, Beltrão já adiantou que o ovo mexido era de sua autoria. “Podem sentar, por favor. Eu vou servir.”
‘É de Casa’ com novos apresentadores: conheça as histórias que os levaram até o programa
Guito, de ‘Pantanal’, revela que apelido tem a ver com famoso jogador de futebol; saiba quem é!
Logo em seguida, a apresentadora conversou com a audiência. “Pra você que é de casa, bom dia! Aqui Maria, na maior alegria de estar em sua companhia nas manhãs de sábado. É uma honra e é um privilégio”, disse. “Vocês sabem que a grande escritora Clarice Lispector dizia que o sábado é a rosa da semana.”
A simpatia e a espontaneidade da jornalista, que até dançou e cantou com a repórter Maria Cândida, chamou a atenção nas redes sociais. O programa ainda contou com a presença dos jornalistas Eric Faria, que para falar sobre a Copa do Mundo, além de parte do elenco de Pantanal.
Dira Paes (Filó), Guito (Tibério) e Bella Campos (Muda) bateram papo com toda a equipe, comentando os desdobramentos mais recentes da novela.
Veja abaixo os momentos mais comentados nas redes sociais:
Initial plugin text
Initial plugin text
Initial plugin text

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ana Cañas dá ‘Um rolê no céu’ ao gravar (boa) música inédita de Belchior para álbum ao vivo


Veja a letra da parceria do artista cearense com o compositor conterrâneo Graco Braz Peixoto. ♪ Na noite de terça-feira, 5 de julho, Ana Cañas deu Um rolê no céu duas horas antes de fazer no estúdio paulistano NaCena o registro audiovisual do show em que canta músicas de Antonio Carlos Belchior (1946 – 2017) para gerar álbum ao vivo.
Um rolê no céu é o nome da (boa) música inédita do compositor cearense cedida à artista paulistana por Camila Belchior e Mikael Henman Belchior, filhos do autor de Como nossos pais (1976).
Um rolê no céu é parceria de Belchior com Graco Braz Peixoto, compositor também cearense, nascido em Fortaleza (CE) em 1955 e projetado na década de 1970 como autor de sucessos do conterrâneo Raimundo Fagner. A letra é de Belchior, musicada por Graco.
Sob direção de Hugo Moura, Cañas registrou Um rolê no céu duas horas antes da gravação do show, diante de plateia seleta que incluiu Graco, os dois filhos de Belchior e Ney Matogrosso, convidado da cantora na gravação do show para dueto em Paralelas (Belchior, 1975).
Pontuada pelos toques da guitarra e do violão de Fabá Jimenez e Rovilson Pascoal, a canção é bonita, ganhou a levada de um country-folk-rock e tem potencial para conquistar o séquito que mantém vivas a memória e a música de Belchior.
♪ Eis a letra de Um rolê no céu, música inédita de Belchior em parceria com Graco Braz Peixoto:
Um rolê no céu
(Antonio Carlos Belchior e Graco Braz Peixoto)
“Alô, amor!
Alô, amor!
Mando-lhe esse recado do terminal do computador
De plantão
Alô, amor!
Alô, amor!
O ônibus espacial vai passar
Você quer vir comigo?
Vamos viajar
Dar um passeio
Um rolê no céu
Outras viagens de Gulliver intergalácticas
Alô, amor!
Alô, amor!
Vou levar um disco
Um disco voador
De heavy metal
Para rave, um rock
Flash Gordon nas estrelas
Traga arroz chinês
E aquela tampa da aquarela
Estrela Estela
Plástica de astronauta
Um romance espacial lazer laser
Dois corpos celestes
O primeiro verdadeiro
Banho de lua
Pierrot no mar
Margarida cibernética
Como um militante
Ver a vida lá embaixo
A terra
Pérola e azul
Rolando
A Terra
Alô, amor!
Alô, amor!
Mando-lhe do terminal do computador
De plantão
Alô, amor!
Alô, amor!”
♪ O colunista e crítico musical viajou a São Paulo (SP) a convite da produção de Ana Cañas.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Y2k’: Estética dos anos 2000 traz de volta cintura baixa e preocupação com transtornos alimentares

Pense bem: talvez você tenha reparado que alguns famosos surgiram mais magros nas redes sociais. Semana Pop explica o que isso tem a ver com o retorno da moda de 20 anos atrás; assista Semana Pop explica por que estética ‘y2k’ gera preocupação com transtornos alimentares
Os anos 2000 estão com tudo em 2022. E, com a moda “y2k”, reapareceram também alguns fantasmas dessa época, como o culto à magreza — e toda a pressão que isso gera. Pense bem: talvez você tenha reparado que alguns famosos surgiram mais magros nas redes sociais. O Semana Pop deste sábado (9) explica por que tem muita gente preocupada que a volta da estética de 20 anos atrás crie uma nova era de transtornos alimentares. Assista ao vídeo acima.
Veja todas as edições do programa
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Tessa Thompson vira rei em ‘Thor: Amor e Trovão’: ‘amo como ela se sente humana’, diz atriz


Americana retorna como Valquíria em novo filme do herói da Marvel, que estreou nesta quinta-feira (7) no Brasil. Preview – Thor: Amor e Trovão
Depois de estrear no universo cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) em 2017, Tessa Thompson chega a seu terceiro filme da franquia com “Thor: Amor e Trovão”, que estreou no Brasil nesta quinta-feira (7).
ENTREVISTA: Chris Hemsworth fala sobre Natalie Portman como Thor e a ausência de Tom Hiddleston
G1 já viu: ‘Thor: Amor e Trovão’ tem piadas de mais e sentimento de menos
Lista: Relembre os 29 filmes da Marvel e veja a posição de ‘Amor e Trovão’ no ranking
A americana de 38 anos interpreta mais uma vez heroína Valquíria, amiga do deus do trovão que dessa vez é promovida oficialmente ao cargo de rei da Nova Asgard.
“Estávamos um pouco nervosos porque em ‘Thor: Ragnarok’ fizemos um filme que foi muito especial e de certa forma revigorou a franquia e acho que todos nos sentimos um pouco como: como superamos isso? Foi algo em que tivemos um pouco de apreensão, mas foi tão divertido reunir todos e também convidar esses novos personagens”, contou a atriz em entrevista ao Telecine. Assista ao vídeo acima.
“E também ser rei, ver Valquíria assumir uma nova posição. Ela é uma personagem que eu amo muito. Interpretá-la pela primeira vez em ‘Ragnarok’ e especialmente nos momentos em que ela estava quebrada, ela era o tipo de personagem que para mim, pessoalmente, eu torço muito. Eu simplesmente amo como ela se sente humana de certa forma e poder ver este novo capítulo onde ela está tão atrevida e aventureira, mas cresceu, amadureceu um pouco.”
Em “Amor e Trovão”, o quarto filme do herói interpretado por Chris Hemsworth, Valquíria se junta ao amigo e à ex-namorada dele, a agora Poderosa Thor/doutora Jane Foster (Natalie Portman) para impedir que um assassino cósmico mate todos os deuses do universo.
Tessa Thompson e Natalie Portman em cena de ‘Thor: Amor e Trovão’
Divulgação
No papel do vilão, um veterano de adaptações dos quadrinhos, o britânico de 48 anos Christian Bale.
“Ele é um ator tão extraordinário que ele é bom em qualquer coisa que ele faz”, disse ela.
“Os vilões no mundo de Stan Lee, sua vilania realmente vem de um lugar de trauma, de perda, de dor que não é controlada e acho que Christian realmente acessa isso de uma maneira que parece tão relacionável, que me lembro de estar na frente dele e pensar: estou meio que torcendo por esse cara! Tipo, no mínimo, eu posso não querer que ele me mate, mas eu quero que ele seja melhor, eu quero que ele se sinta melhor porque eu vejo o quão quebrado ele está, eu acho que ele realmente criou um vilão que parece muito complicado e, para mim, é meu vilão favorito do MCU.”
Chris Hemsworth fala sobre ‘Thor: Amor e Trovão’

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Tony Sirico, o Paulie de ‘Família Soprano’, morre aos 79 anos


Informação foi divulgada pelo irmão do ator, Robert Sirico. Tony Sirico em cena de ‘Família Soprano’
Reprodução
O ator Tony Sirico morreu aos 79 anos nesta sexta-feira (8).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Raça Negra faz aliança com Jorge & Mateus ao concluir edição de álbum gravado em arena catarinense


♪ De título hiperbólico, o álbum O mundo canta Raça Negra está sendo disponibilizado na íntegra nesta sexta-feira, 8 de julho. Gravado ao vivo pelo grupo de pagode em 22 de março, em show apresentado em arena de Florianópolis (SC), o disco ficou completo com o lançamento das últimas oito faixas de um total de 24 faixas.
Nessa terceira e última leva de músicas, há faixas gravadas pelo vocalista Luiz Carlos com a dupla sertaneja Jorge & Mateus – A mesma aliança (Vinícius Leão, Fátima Leão e Allan Caramaschi) e o medley que agrupa Só com você (Antônio Carlos de Carvalho e Aroldo Alves Sobrinho) e Preciso ter alguém (Elias Muniz e Luiz Carlos) – e com a atriz Juliana Paes, convidada para dançar enquanto Luiz Carlos canta Tititi lelele (César Augusto e Luiz Carlos) e Cheia de manias (Luiz Carlos, 1992).
Além das já mencionadas faixas A mesma aliança e Tititi lelele, o álbum O mundo canta Raça Negra apresenta no repertório músicas inéditas como Mudar pra que? (Xande de Pilares, Luiz Carlos e Elias Muniz).
Capa do álbum ‘O mundo canta Raça Negra’, do grupo Raça Negra
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

El Pavuna põe bolero de João Bosco e Abel Silva na roda de samba


Capa do single ‘Quando o amor acontece’ alude à imagem do artista mineiro em álbum de 1987. Capa do álbum ‘Ai ai ai de mim’ (1987), de João Bosco
Divulgação
♪ Seguidores de João Bosco identificarão de imediato as referências da capa do próximo single do cantor e compositor carioca El Pavuna, Quando o amor acontece.
Revelação no segmento do samba, El Pavuna – Thauan Machado Ramos de Oliveira na certidão de nascimento expedida em 1994 na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – aparece na capa do single Quando o amor acontece em imagem que alude à foto de João Bosco na capa do álbum Ai ai ai de mim (1987), lançado há 35 anos.
A citação faz sentido. É que foi neste disco de 1987 que Bosco apresentou Quando o amor acontece, bolero de lavra refinada, composto pelo artista mineiro com letra do poeta cearense Abel Silva.
Na gravação feita por El Pavuna em 13 de junho de 2022, com arranjo e produção musical de Wilson Prateado, o bolero Quando o amor acontece entra na roda de samba e vira pagode no single gravado por El Pavuna com os toques dos músicos Ian Félix (violão), Maninho (percussão), Miudinho (percussão), Leo Peçanha (teclados), Paulo Bonfim (bateria) e Raul Silva (cavaquinho), além do próprio Wilson Prateado no baixo e do coro com as vozes de Douglas Rafael, Julie Ferreira e Sebastyan Guedes.
Programado para 13 de julho, o single Quando o amor acontece é o segundo produto fonográfico de El Pavuna após o álbum autoral Vide o céu da zona norte às cinco e meia (2021), lançado em dezembro do ano passado.
Em março, o cantor lançou single em que a canção Dia branco (Geraldo Azevedo e Renato Rocha, 1978) é posta na mesma roda de samba – à moda do pagode de Prateado… – em que El Pavuna joga o sofisticado bolero de João Bosco e Abel Silva.
El Pavuna lança o single ‘Quando o amor acontece’ em 13 de julho
Sergio Baia / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento