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Banda de reggae Ponto de Equilíbrio se inspira em Peter Tosh para ‘Reação’, música gravada com grupo Mato Seco


♪ Banda carioca de reggae criada em 1999, Ponto de equilíbrio se irmana com Mato Seco – grupo paulista formada em 2002 em São Caetano do Sul (SP) – em Reação.
Composição de autoria do tecladista do Ponto de Equilíbrio, Tiago Caetano, Reação junta as duas bandas de reggae em single que aporta na sexta-feira, 8 de julho. Trata-se da segunda amostra do álbum que o sexteto carioca lançará até o fim deste segundo semestre de 2022.
Dois meses após Mais que desejo, single editado em maio com música que juntou Ponto de Equilíbrio com a banda Maneva, o grupo se une com Mato Seco em gravação de composição inspirada na obra do cantor jamaicano Peter Tosh (1944 – 1987), mais especificamente em Reggae mylitis, composição lançada por Tosh em 1981.
Reação junta as vozes de Helio Bentes e Rodrigo Piccolo em single que traz encontro expressivo para a tribo do reggae.
Capa do single ‘Reação’, da banda Ponto de Equilíbrio com grupo Mato Seco
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Novelei’ reúne Paulo Vieira e youtubers para recriar novelas clássicas em série cômica


Parceria entre Globo e YouTube tem ainda Thalita Meneghim, Gusta Stockler, Phellyx, Evandro Rodrigues, Babu Carreira e Livia La Gatto e participações especiais de Tony Ramos e Susana Vieira. Phellyx, Evandro Rodrigues, Thalita Meneghim, Paulo Vieira, Babu Carreira, Gusta Stockler e Livia La Gatto formam o elenco de ‘Novelei’
Juliana Coutinho/Divulgação
“Novelei”, série cômica resultado da parceria inédita entre Globo e YouTube, estreia na próxima segunda-feira (11), às 20h.
Os nove episódios serão disponibilizados semanalmente no canal da TV Globo no YouTube.
Para recriar momentos clássicos de séries icônicas, a produção conta com Paulo Vieira e um time de youtubers no elenco, como Thalita Meneghim, Gusta Stockler, Phellyx, Babu Carreira, Evandro Rodrigues e Livia La Gatto, e participações especiais de Tony Ramos e Susana Vieira.
Na série, uma falha no sistema faz com que todo mundo comece a esquecer a existência das novelas.
Para salvar as obras da destruição, um assistente de produção com muitos anos de Estúdios Globo convoca um time de criadores de conteúdo da internet para refazerem algumas das obras que marcaram época.
“Mesmo autorreferenciando a nossa atividade e revivendo a essência das telenovelas, ‘Novelei’ nos inspirou a ‘partir do zero’, olhar o passado da nossa memória teledramatúrgica com orgulho e recriá-la sem referências externas”, afirma o diretor da série, Felipe Joffily, em nota.
“‘Novelei’ nos propôs reaprender a arte da nossa profissão, retomar a infância e nos divertir fazendo. Uma versão metalinguística e bruta de nós mesmos. Foi uma honra fazer parte deste projeto.”
A série conta ainda com participações pontuais, como Claudia Raia, Cauã Reymond, Whindersson Nunes, Kéfera Buchmann, Jojo Todynho, Ísis Valverde, Carolina Dieckmann e Camilla de Lucas.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pacto brutal: o assassinato de Daniella Perez’ ganha trailer; assista


Série documental sobre a atriz, filha de Gloria Perez, assassinada aos 22 anos em 1992, estreia no dia 21 de julho na HBO Max. Veja o trailer de ‘Pacto brutal: o assassinato de Daniella Perez’
O trailer da série documental “Pacto brutal: o assassinato de Daniella Perez”, sobre a morte da atriz e o julgamento dos condenados pelo assassinato, Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, foi divulgado nesta terça-feira (5).
Também foi divulgada nesta terça a data de estreia: dia 21 de julho, em streaming na HBO Max.
Daniella Perez tinha 22 anos quando foi morta, em 1992. Na época, ela interpretava a personagem Yasmin na novela “De corpo e alma” e era casada com o ator Raul Gazolla.
Guilherme de Pádua interpretava o par romântico de Daniella na novela. Ele a mulher, Paula Thomaz, foram condenados pelo crime.
A série de cinco episódios mostra a investigação e depoimentos de Gloria Perez, Raul Gazolla e amigos como Claudia Raia, Fábio Assunção, Maurício Mattar, Cristiana Oliveira e Eri Johnson.
A atriz Daniella Perez foi assassinada em dezembro de 1992 pelo ator Guilherme de Páduas; eles atuavam juntos na novela De Corpo e Alma
Reprodução/ TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Neto e Cristiano são proibidos de usar marca ‘Esqueminha’ após ação da banda baiana Isqueminha


Banda baiana tem registro desde 2019. Turnê ‘Esqueminha’ foi anunciada por Zé Neto e Cristiano em 2020, logo antes da pandemia. Juiz concedeu liminar para que nome não seja usado. Zé Neto e Cristiano e Gabriel Levy, do Isqueminha
Divulgação
O Tribunal de Justiça de Goiás deu parecer favorável ao cantor Gabriel Levy, da banda Isqueminha, e proibiu que a dupla Zé Neto e Cristiano use as marcas “Esqueminha” e “Esqueminha com ZNC”.
Gabriel tem o registro da marca Isqueminha desde 2019 no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
Zé Neto e Cristiano anunciaram no início de 2020 um projeto de turnê chamada Esqueminha, em parceria com uma marca de bebidas. A série de shows, começaria em março daquele ano, quando todos os eventos do Brasil foram cancelados por conta da pandemia.
A liminar em favor de Gabriel foi concedida no dia 1º de julho de 2022 e impede a dupla de usar a marca sob multa de R$ 1 mil. Entenda o que aconteceu até agora:
Gabriel Levy tem vídeos em que se apresenta como Isqueminha em seu canal do YouTube desde 2012.
Gabriel pediu em novembro de 2017 o registro do nome da banda Isqueminha no INPI. O registro foi autorizado em julho de 2019.
A banda Isqueminha tem 14 mil seguidores no Instagram e sua música mais acessada no YouTube é “Vai tomar Pitú”, com 163 mil views no canal FitDance.
Em fevereiro de 2020, Zé Neto e Cristiano anunciaram o projeto promocional Esqueminha, que seria uma série de shows intimistas em parceria com uma empresa de bebidas.
Chegou a ser divulgado o primeiro show esta marca. Mas logo depois todos os eventos no Brasil foram proibidos no início da pandemia. O show que abriria o projeto foi cancelado.
Em setembro de 2020 foi feito um pedido no INPI do registro das marcas “Esqueminha” e “Esqueminha com ZNC”. O pedido foi feito pela produtora Diverti, que já fez grandes eventos, inclusive de Zé Neto e Cristiano e da marca parceira do projeto de shows intimistas. Gabriel se opôs aos registros e eles foram negados em julho de 2021.
Ao negar os pedidos, o INPI disse que a marca “Esqueminha com ZNC” no campo do entretenimento era “suscetível de causar confusão ou associação com marca alheia”, em referência à banda Isqueminha.
A empresa Diverti entrou com recurso em setembro de 2021, mas o INPI ainda deu resposta.
Gabriel Levy entrou na justiça em maio de 2022 para impedir o uso da marca Esqueminha por Zé Neto e Cristiano.
No dia 1º de julho de 2022, o juiz Gilmar Luiz Coelho, da 10ª Vara Cível de Goiânia, determinou que a marca não seja mais usada em qualquer contexto comercial ou de divulgação, sob pena de multa de R$ 1 mil até o limite do valor dado à causa, de R$ 50 mil.
A assessoria de imprensa de Zé Neto e Cristiano disse ao g1 que a própria dupla nunca fez uso da marca.
O g1 não encontrou registro de evento realizado por Zé Neto e Cristiano usando a marca, além dos anúncios feitos em 2020 e cancelados.
O advogado de Gabriel Levy, Luiz Vasconcelos, disse que ele enviou uma notificação extrajudicial para Zé Neto e Cristiano antes de entrar com a ação. Mas ele não quis informar a data em que a notificação foi enviada.
Luiz Vasconcelos também não informou se o músico vai buscar algum tipo de indenização pelo uso anterior da marca nos anúncios da turnê que iria acontecer, ou se pretende apenas evitar a utilização da marca em futuros eventos.
Leia mais: Após vencer batalha judicial contra Maiara e Maraisa por uso do nome ‘As Patroas’, banda baiana tem perfil suspenso em rede social

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Neguinho JM: Funkeiro morto a tiros pela PM durante perseguição em SP fez música para a mãe e sonhava em dar casa própria



‘Na favela construir uma casa pra minha véia’, canta David Meireles Miranda em música dedicada a mãe. Promessa do ‘funk consciente’ tinha 19 anos quando foi baleado no sábado (2) na Zona Sul de SP. Polícia Militar alegou que houve troca de tiros. Agentes são investigados. MC Neguinho JM é morto a tiros pela PM durante perseguição em SP
“E na favela construir uma casa pra minha véia”, canta MC Neguinho JM em trecho da música que gravou com amigos para homenagear a mãe, a cabeleireira Katia Ferreira Meireles, de 40 anos (ouça no vídeo acima). David Meireles Miranda queria da uma residência própria para ela morar com ele e os oito irmãos.
Mas o sonho da promessa do “funk consciente” foi interrompido no último sábado (2), quando o o cantor foi morto a tiros pela Polícia Militar (PM) durante perseguição policial na Zona Sul da capital. Ele tinha 19 anos.
Quem é MC Neguinho JM? Cantor era do ‘funk consciente’ e lançou música sobre moto
Vídeo de câmera de segurança que circula nas redes sociais e está com a Polícia Civil mostra David pilotando uma moto emprestada (veja nesta reportagem). Nas imagens é possível ver que ele não usava capacete e estava desarmado quando foi baleado no tórax e na perna pelos policiais militares. O funkeiro não resistiu aos ferimentos e morreu na Rua Marechal João Carlos Barreto, no Campo Limpo.
MC Neguinho JM tinha 19 anos
Reprodução/Arquivo pessoal
Jeferson Fernando da Silva Souza, o garupa que aparece com ele na moto, também estava sem capacete e foi baleado pelos agentes, mas na cabeça. No vídeo é possível ver o momento que ele é atingido e cai da motocicleta. Ele estava armado e ameaçou atirar contra uma base policial no bairro, segundo a PM. De acordo com os policiais, houve troca de tiros.
Até a última atualização desta reportagem, Jeferson continuava internado em estado grave em um hospital, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
Uma adolescente que passava pela rua no momento da perseguição policial também foi atingida por um disparo na perna, mas ela não corre risco de morrer.
‘Casa própria’
Abalada com a morte do filho, Katia está sendo preservada pela família para não dar declarações. Quem está falando com a imprensa é a filha dela, a balconista Bianca Meireles, de 24 anos, irmã de MC Neguinho.
“O sonho dele como artista era poder dar uma casa própria para minha mãe poder realizar todos os nossos sonhos. Ajudar aqueles que sempre ajudaram ele”, disse Bianca ao g1.
Ela e os irmãos moram numa residência onde pagam R$ 650 mensais de aluguel. MC Neguinho JM estava pensando em contribuir com as despesas da casa com os shows que iria fazer como funkeiro.
MC Neguinho JM
Reprodução/Instagram
Há menos de dois meses, lançou a canção “Um piloto e um garupa” com mais dois amigos do meio musical. A faixa era a primeira lançada pelo selo da Love Funk, uma das produtoras do gênero do ‘funk consciente’ em São Paulo. E também a primeira de destaque na carreira do artista.
Bianca, que é a irmã mais velha, também ajudava com a renda, juntamente com os salários da mãe e de outro irmão, de 22 anos. O caçula da família tem 4 anos. Alguns dos irmãos são filhos de pais diferentes, que não participam diretamente da educação e sustento dos filhos. Os cuidados e afeto ficam a cargo da mãe.
“E quantas vezes eu vi a minha mãe chorar”, entoa MC Neguinho JM num dos refrões da música enviada à reportagem por Bianca. Ela disse que o irmão não costumava escrever as letras, preferia registrar as mensagens diretamente nas canções.
Morte do MC Neguinho
Porta-voz dos familiares, Bianca disse que agora o objetivo de todos é buscar ‘justiça’ para responsabilizar os policiais pela morte do irmão. Segundo Bianca, a abordagem dos agentes contra MC Neguinho JM foi errada e eles não precisavam atirar em alguém desarmado.
“Porque a gente sabe que foi uma injustiça o que aconteceu com ele”, falou Bianca.
“Minha missão é provar que ele não é bandido, que não é um ladrão”, falou ela. Seu irmão não tinha passagens criminais. Segundo fontes do g1, Jeferson já havia respondido por posse ilegal de arma de fogo, portar arma com numeração raspada e receptação de produto de crime.
O enterro de MC Neguinho JM reuniu parentes, amigos e fãz, na segunda-feira (4), no Cemitério da Paz, em Embu das Artes, na Grande São Paulo. Eles fizeram homenagens e pedidos de justiça, mostrando faixas e cantando músicas.
Bianca Meireles, irmã de MC Neguinho JM, homenageou o funkeiro nas redes sociais
Reprodução/Arquivo pessoal
O caso foi registrado inicialmente no 47º Distrito Policial (DP), Capão Redondo, como desobediência, lesão corporal e morte decorrente de intervenção à oposição policial.
Como a ocorrência envolve policiais militares, o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu as investigações na Polícia Civil. Segundo a pasta da Segurança, foi aberto ainda um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a conduta dos agentes.
“Só peço a Deus que coloque ele num bom lugar, que descanse agora, que agora o show dele é lá no céu”, fala Bianca na gravação em sua página na web.
“Estamos diante de mais um caso de genocídio. Andar sem capacete é uma contravenção e não justifica a pena de morte decretada por policiais militares. Buscaremos a justiça junto com a família”, disse Marisa Feffermann, da Rede de Proteção e Resistência contra o Genocídio, que acompanha o caso.
Família e amigos de MC Neguinho JM pedem ‘justiça’ no cemitério em SP

Fonte: G1 Entretenimento

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R. Kelly é retirado de sistema de vigilância contra suicídio em prisão de Nova York


Cantor foi condenado em junho a 30 anos de prisão por tráfico sexual. Ele estava em sistema de vigilância especial para evitar suicídio, mas pediu para sair e foi liberado após avaliação clínica. Cantor R. Kelly passa por seleção de júri em caso de abuso sexual em 2021
Gabinete do Xerife do Condado de Cook/Divulgação via REUTERS
O cantor R. Kelly, que foi condenado na semana passada a 30 anos de prisão por tráfico sexual, foi retirado da vigilância por risco de suicídios na manhã desta terça-feira na prisão do Brooklyn onde está preso, disseram os promotores federais.
O cantor de 55 anos processou funcionários do Centro de Detenção Metropolitano na sexta-feira (1), alegando que os funcionários da cadeia ordenaram a vigilância após sua sentença de 29 de junho “apenas para fins punitivos” e porque ele era um preso “de alto perfil”.
Em uma resposta nesta terça-feira ao processo de Kelly apresentada no tribunal federal do Brooklyn, os promotores disseram que Kelly havia sido removido da vigilância suicida após uma avaliação clínica.
Mais conhecido pelo sucesso “I Believe I Can Fly”, de 1996, Kelly foi condenado em setembro passado por uma acusação de extorsão e oito acusações de violação da Lei Mann, que proíbe o transporte de pessoas através das fronteiras estaduais para prostituição.
Os promotores disseram que Kelly, cujo nome completo é Robert Sylvester Kelly, explorou seu estrelato e riqueza durante duas décadas para atrair mulheres e meninas menores de idade para sua órbita sexual, com a ajuda de sua equipe.
Rapper americano R. Kelly é condenado a 30 anos de prisão

Fonte: G1 Entretenimento

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Como Elvis Presley do filme biográfico se compara ao cantor da vida real


Há um complexo debate envolvendo a vida do ‘rei do rock’, direitos civis e apropriação cultural. Austin Butler interpreta Elvis, do cineasta australiano Baz Luhrmann
Hugh Stewart/Warner Bros Entertainment INC/BBC
O recém-lançado filme Elvis, do cineasta australiano Baz Luhrmann, é um retrato sobre a vida e a época de Elvis Presley, feito com todos os intensos movimentos de câmera que se esperaria do aclamado diretor de “Romeu + Julieta” e “Moulin Rouge – Amor em Vermelho”.
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A história é narrada a partir da perspectiva do empresário de Elvis, o “coronel” Tom Parker, interpretado por Tom Hanks. Parker é retratado como um narrador não confiável, que ajudou Elvis a sair de um contexto de pobreza para se tornar o “rei do rock”.
O Parker interpretado por Hanks é um empresário experiente que, ao lado de Sam Phillips (Josh McConville) da Sun Records, vê em Elvis um músico que pode levar o rock, um som que se desenvolvia em clubes underground negros, para o mainstream americano.
Aviso: este artigo contém linguagem que alguns leitores podem considerar ofensiva.
Luhrmann mostra como Elvis transformou músicas — incluindo “Hound Dog”, inicialmente interpretada por Big Mama Thornton, e o clássico de blues de Arthur “Big Boy” Crudup, “That’s All Right” — em sucessos nas paradas da Billboard. Elvis era conhecido como um cantor branco que “soava como negro”.
Os críticos da época diziam que ele pegou emprestada algumas de suas técnicas infames de performance de músicos negros; seus quadris giratórios viraram assunto no país, rendendo a ele o apelido “Elvis, the Pelvis” (“Elvis, a pélvis”).
No filme ‘Elvis’, Austin Butler dá vida a Presley, e Tom Hanks interpreta seu empresário, ‘coronel’ Parker
Alamy/BBC
Austin Butler imita Presley de forma fantástica, em uma performance que provavelmente tornará o ator um nome conhecido.
O filme retrata a ascensão meteórica do cantor e mostra Parker pegando metade de seus ganhos e sendo rápido em evitar possíveis problemas.
Quando há um furor em relação ao rebolado de Presley, ele convence o músico a criar um estilo de apresentação mais familiar.
As frustrações de Presley são saciadas por seu saldo bancário, mesmo quando ele notoriamente ganha peso, e seu brilho começa a desvanecer.
O filme biográfico se esquiva de aprofundar o relacionamento de Elvis com Priscilla Presley, concentrando-se em sua carreira e, curiosamente, seu relacionamento com a comunidade negra.
Elvis nasceu pobre e cresceu no bairro majoritariamente negro de Tupelo, no Estado americano do Mississippi.
Ele cresceu cercado de negros e, quando se mudou para Memphis, no Estado do Tennessee, era tão fã de black music que fazia covers das músicas que ouvia.
Era amigo do cantor e compositor de blues BB King, interpretado no filme por Kelvin Harrison Jr.
Dentro deste cenário, o filme alega que Elvis foi fundamental para ajudar os negros a obter direitos iguais nos EUA. Faz isso por meio da narração de Parker, que atua como porta-voz de uma ideia formulada por Michael T Bertrand no livro “Race, Rock and Elvis”.
Bertrand argumenta que, cantando músicas até então atribuídas a músicos negros, Elvis ajudou os sulistas brancos a repensar sua atitude em relação à raça, levando a um ímpeto ignorado (bem, pelo menos até o filme de Luhrmann) dos brancos apoiarem o movimento pelos direitos civis.
Amizade de Presley com BB King, interpretado por Kelvin Harrison, aparece no filme
Kane Skennar/Warner Bros Entertainment INC/BBC
“Elvis representou uma geração que surgiu em um momento em que havia muitas mudanças acontecendo no sul”, disse Bertrand, que também é professor de história na Universidade do Estado do Tennessee, à BBC Culture.
“Uma das mudanças tinha a ver com a evolução da programação negra de rádio, e no final da década de 1940, adolescentes como Elvis estavam sintonizados, [o que deu a eles] um tipo diferente de perspectiva sobre raça dentro de uma sociedade segregada. À medida que vai ficando mais velho, Elvis tem um apreço pela cultura afro-americana, e foi atraído pela música negra de uma forma que seus avós não seriam. À medida que se tornou popular, Elvis mostrou que era ‘ok’ [para os brancos] apreciar a cultura negra.”
“Elvis e seus colegas do sul são os primeiros garotos brancos a consumir rhythm and blues. Isso é um avanço, e houve enormes ramificações disso”, acrescenta o autor.
Na opinião dele, o rock e Elvis “introduziram um público e um grupo maior de pessoas a uma cultura que estava por trás do véu da segregação. Abriu a sociedade de uma maneira positiva”.
A contribuição de Elvis foi feita por meio de suas ações, e não por meio de qualquer grande declaração pública, acredita Bertrand.
“Não acho que Elvis era político no sentido de que iria em passeatas e coisas assim. Estes músicos estavam preocupados com suas carreiras primeiro, e não faziam declarações políticas. Fizeram suas declarações com sua escolha de música. No contexto da segregação em que viviam, esta foi uma declaração importante. Nos anos 1950, muitos artistas de rhythm and blues disseram que estavam felizes por Elvis ter aberto as portas porque a música se tornou acessível. A questão era que, por ser branco, ele tinha acesso a casas de shows que alguns de seus colegas e contemporâneos não tinham.”
Mas, do mesmo modo, outros críticos veem Elvis como uma figura problemática em relação à raça, alegando que ele se apropriou da música negra — e alguns chegam a afirmar que ele é racista.
Um comentário infame e contundente sobre Elvis em relação à raça pode ser encontrado na letra de “Fight the Power”, do grupo Public Enemy, música escrita para o influente filme de Spike Lee “Faça a Coisa Certa”, em 1989.
Muitos críticos acusam Elvis de ter se apropriado da música negra
Michael Ochs Archives/Getty Image/BBC
Um trecho da letra pode ser traduzido assim: “Elvis foi um herói para a maioria, mas ele nunca significou merda nenhuma para mim. Um verdadeiro racista aquele otário, simples assim.”
Foi uma declaração chocante para muitos. Reza a lenda que Elvis inventou o rock e mudou a alma da música moderna. Mas aqui estava Chuck D, do Public Enemy, um popular músico e letrista negro, se manifestando contra Elvis.
Desde então, Chuck D foi convidado a justificar a letra em várias ocasiões, e baixou um pouco o tom.
No entanto, ele argumenta que a posição exaltada de Elvis se deu às custas dos músicos negros, que consequentemente não receberam o que mereciam.
No documentário de 2017 de Eugene Jarecki, “The King”, o letrista do Public Enemy afirma:
“Sam Philips era um empresário. Ele tentou vender estes discos com negros e não conseguiu. Ele encontrou alguém para vender um som negro para rostos brancos, ele sabia o que vender para os EUA. Isso não é um problema. A cultura deve ser compartilhada. O que me deixa ofendido é que Elvis não era mais rei do que Little Richard, Bo Diddley e Chuck Berry. Então, quem o está consagrando rei?”
Para alguns, isso faz de Elvis o rei da apropriação. O artigo de Helen Kalowole no jornal britânico The Guardian, “He Wasn’t my King”, argumenta que a brancura de Presley permitiu que ele ficasse famoso e rico cantando músicas que não eram ouvidas quando emanadas dos negros que as originaram.
Como diz Michael Bertrand:
“A coisa da apropriação vai ser uma discussão que acompanha [Elvis]. A indústria da música era extremamente discriminatória. Eles entendiam que havia adolescentes brancos e negros ouvindo rhythm and blues, e eles estavam procurando um rosto branco para atrair um público mais amplo, e foi Presley. Acho que a indústria estava numa onda de apropriação, e Elvis de apreciação. Quando Elvis entrou em um estúdio de gravação, ele não escrevia suas próprias músicas, ele basicamente queria gravar tudo no rádio que ele gostava.”
“O problema é que a indústria da música fez dele a única figura do rock. Elvis não pensava assim, ele apreciava músicos negros. Encontro muitas pessoas que gostam de Elvis, mas têm problemas com a forma como ele foi exaltado, quando músicos como Fats Domino, Little Richard e Chuck Berry fizeram grandes contribuições.”
Elvis, retratado aqui com os pais em 1937, cresceu em bairro majoritariamente negro em Tupelo, no Mississipp
Getty Image/BBC
Chuck D sugere que o racismo mencionado em seu rap está em outro lugar, no racismo sistêmico da indústria da música, e que a cultura negra é continuamente repaginada e vendida ao público de uma forma que esconde suas raízes negras.
“Fui convencido de que Elvis era outro explorador da cultura negra para ganhos comerciais brancos por Chuck D”, disse o musicólogo Neil Kulkarni, autor de “The Periodic Table of Hip Hop”, à BBC Culture.
“Aquela frase me fez pensar muito sobre apropriação cultural. Muito da história do pop é a história da inovação negra sendo roubada pelo negócio da música branca, clareada e empacotada, e vendida para o público branco. Isso é verdade até hoje. Se Elvis era um racista ou um herói dos direitos civis, acho que a verdade deve estar no meio”.
Rompendo barreiras
O jornalista e apresentador Jonathan Wingate visitou Tupelo — onde Elvis passou os primeiros anos de sua vida — para um programa da BBC Radio 5 Live.
“Conversei com muitas pessoas, e uma delas era Sam Bell, seu melhor amigo até deixar Tupelo, que me disse que Elvis não era racista.”
No filme, Shonka Dukureh interpreta Big Mama Thornton, que cantou pela primeira vez a música ‘Hound Dog’ — posteriormente um sucesso na voz de Presley
Kane Skennar/Warner Bros Entertainment INC/BBC
“As crianças brancas podiam brincar com as crianças negras quando eram pequenas”, diz o jornalista musical Phil Sutcliffe à BBC Culture.
“Mas depois, por convenção e imposição dos pais, quando chegavam a uma certa idade, não tinham permissão para se misturar. Esse é o ponto em que Elvis se tornou notável porque, naquele momento, ele não ergueu a barreira que a convenção ditava.”
Conforme Wingate disse à BBC Culture: “Acho que tudo se resume à percepção, e a percepção cultural agora é muito diferente do que era quando Elvis apareceu pela primeira vez sob os holofotes. Seu relacionamento com a música afro-americana é complexo.”
Filme não se aprofunda no relacionamento de Elvis com Priscilla Presley, se concentrando em sua carreira
Hulton Archive/Getty Images/BBC
“Quando ele apareceu pela primeira vez nas ondas do rádio, foi ao mesmo tempo em que todas as campanhas contra a segregação racial no sul dos Estados Unidos estavam explodindo em todos os lugares. Elvis não poderia ter existido sem o blues, o rhythm and blues e a música gospel. Mas se você chama isso de apropriação cultural — ou acredita que apenas teve uma influência inabalável no estilo de Elvis — está em debate. Diria apenas que ele tinha um gosto impecável.”
Wingate consegue entender por que o filme enaltece o papel de Elvis no movimento dos direitos civis, mesmo que ele próprio não fizesse isso com tanta ousadia.
“Grande parte dos EUA era segregado na época, e você se pergunta o quanto essa música teria sido palatável para o mainstream dos EUA naquele momento. Elvis de alguma forma fez as coisas ficarem bem. Eu diria que Elvis abriu as portas para muitos desses artistas.”
Wingate sente que Elvis fez o máximo que era possível para ele na época.
“Não acho que seja uma surpresa que ele não tenha se manifestado”, diz ele.
“Meu palpite é que ele não tinha consciência política… Pessoas como Tom Parker não o deixariam fazer isso, pois seria visto como subversivo demais.”
“Quando ensino meus alunos”, conta Kulkarni, “mostro a eles dois vídeos, Little Richard cantando Tutti Frutti e Pat Boone cantando a mesma música. Boone é sua típica versão anódina, e é aquela velha história da inovação negra sendo marginalizada e reembalada. Elvis é algo com mais nuances. A indústria é sempre racista, mas os artistas em si, isso é mais complexo.”
Le Gendre e Sutcliffe creem que ter impacto não é suficiente para ser exaltado como herói dos direitos civis.
“Não acredito nisso”, diz Le Gendre.
“Acho que se você realmente quer contribuir para os direitos civis, você deve entrar na linha de frente e marchar. Isso é o que estava acontecendo e era necessário na época”.
“Ele deu algum apoio anonimamente”, diz Kulkarni.
“Isso é ótimo. É uma pena que uma figura tão grandiosa não possa ter apoiado mais.”
“Tenho dúvidas sobre seu papel no movimento pelos direitos civis. A indústria tem uma longa história de encontrar rostos brancos para reembalar rostos negros para o mainstream, o que acontece ainda hoje. O uso da música negra com rosto branco é apenas como o comércio funciona”, argumenta Le Gendre.
“É concebida para que as pessoas se divirtam, gastem dinheiro, dancem. Depois vão para casa. Não vão a passeatas ou tentam mudar os EUA.”
Cantor e compositor Brook Benton e Presley, nos bastidores do Goodwill Revue, da rádio WDIA, em 1957
Getty Image/BBC
Isso não quer dizer que Presley não fez nada — ele mostrou apoio a artistas e causas negras.
Ele participou, por exemplo, do Goodwill Revue de 1956 em Memphis, o concerto beneficente anual da estação de rádio WDIA para ajudar as crianças carentes da cidade.
Entre as atrações, todas negras, estavam nomes como BB King e outras grandes estrelas da época.
Embora o contrato de gravação de Presley não permitisse que ele se apresentasse, ele apoiou dos bastidores.
E quando convidado ao palco, saudou a multidão histérica com seu rebolado frenético.
Para BB King, a presença de Elvis no espetáculo disse tudo: “Acredito que ele estava mostrando suas raízes. E ele parecia orgulhoso dessas raízes”, afirmou.
É claro que sempre há várias perspectivas sobre a vida de uma figura lendária, e o filme de Baz Luhrmann é apenas uma interpretação.
E cada um de nós tem sua própria percepção sobre Elvis, do homem, da sua música e do que ele defendeu — ou não.
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Culture.
– Texto originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/vert-cul-62009442

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilberto Gil reclama que instrumentos de turnê não chegaram para show em Berlim; companhia aérea se posiciona


Em nota enviada ao g1, AirFrance diz que está ciente do caso e que equipe ‘está atuando no envio das bagagens para Berlim em seus próximos voos desta terça-feira’. Gilberto Gil no Mita Festival
Ariel Martini / Divulgação
Em turnê pela Europa com o show “Nós, a Gente”, no qual se apresenta ao lado dos filhos e dos netos, Gilberto Gil usou as redes sociais para reclamar que os instrumentos não chegaram a Berlim, na Alemanha.
“Gil e banda estão desde ontem aguardando os instrumentos para fazer o show hoje em Berlim. AirFrance, onde está nosso equipamento?”, questionava o texto publicado no Twitter e no Instagram nesta terça-feira (5), data da apresentação.
Procurada pelo g1, a companhia aérea informou que está ciente do caso “está atuando no envio das bagagens para Berlim em seus próximos voos desta terça-feira”.
A empresa informou ainda que o caso ocorre devido a “uma situação operacional problemática em diversos aeroportos ao redor do mundo, e após uma greve de algumas equipes do Aeroporto de Paris responsáveis pelo manuseio de bagagem em 1º de julho”.
A empresa ainda lamenta a situação e pede desculpas a todos os passageiros impactados.
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Veja comunicado na íntegra:
“A Air France está ciente do caso envolvendo o cantor Gilberto Gil e sua equipe e está atuando no envio das bagagens para Berlim em seus próximos voos desta terça-feira (05/07).
Devido a uma situação operacional problemática em diversos aeroportos ao redor do mundo, e após uma greve de algumas equipes do Aeroporto de Paris responsáveis pelo manuseio de bagagem em 1º de julho, a Air France está atualmente vivenciando um número maior de ocorrências envolvendo bagagens.
Os times de bagagens em aeroportos e nos call centers foram reforçados e estão totalmente mobilizados para assegurar que os itens atrasados sejam entregues o mais breve possível. A Air France lamenta essa situação e pede desculpa aos passageiros impactados.”
Leia também: Gil compartilha trechos de ensaio para turnê na Europa ao lado de filhos e netos; veja vídeo
Gilberto Gil compartilha trechos de ensaio para turnê na Europa

Fonte: G1 Entretenimento

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Shania Twain vai ao show de Anitta na Suíça e elogia cantora: ‘Ela é incrível’


Cantora canadense fala sobre brasileira após uma das apresentações da turnê europeia. Shania Twain vai a show de Anitta na Suíça e elogia cantora
Reprodução/Instagram
Shania Twain elogiou a cantora Anitta após acompanhar a apresentação da brasileira em Montreux, na Suíça.
“Pessoal. Eu conheci a Anitta! Ela é incrível e eu amei o show dela. Esse é o tuíte”, escreveu a cantora canadense, na manhã desta terça-feira (5), replicando a mensagem em que Anitta falava sobre o encontro entre elas.
“Gente… a Shania Twain pediu pra vir no meu show aqui na Suíça. Dançou todas as músicas e veio no meu camarim fazer foto. Esse é o tweet. Fim. Fimmmmmmmmm”, escreveu Anitta.
No Instagram, a brasileira, que está em turnê europeia, mostrou algumas imagens do encontro no camarim. E também compartilhou um breve momento de Shania acompanhando a apresentação no palco.
“Sabe assim, você passou a vida ouvindo a pessoa e de repente ela pede pra ir no seu show, e de repente ela ta lá dançando?”, comentou Anitta.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é MC Neguinho JM? Cantor era do ‘funk consciente’ e lançou música sobre moto dois meses antes da morte


Funkeiro de 19 anos foi morto a tiros pela Polícia Militar no sábado (2). Cantor havia entrado recentemente para a produtora Love Funk, empresa pela qual lançou ‘Um piloto e um garupa’, primeira faixa de destaque do artista. MC Neguinho JM
Reprodução/Instagram
Há menos de dois meses, MC Neguinho JM lançou “Um piloto e um garupa”. A faixa era a primeira lançada por ele junto com a Love Funk, uma das produtoras do ritmo de São Paulo. E também a primeira de destaque na carreira do artista.
David Meireles Miranda — nome de batismo do MC de 19 anos — foi morto a tiros pela Polícia Militar (PM), no último sábado (2), durante perseguição na Zona Sul de São Paulo.
Ele pilotava uma moto emprestada e, nas imagens de um vídeo gravado por câmera de segurança, é possível ver que ele não usava capacete e estava desarmado quando foi baleado no tórax e na perna.
No clipe de “Um piloto e um garupa”, MC Neguinho JM e MC Luuky, parceiros na faixa, aparecem em representação de cena semelhante. Em uma moto, os cantores fogem de uma perseguição policial, mesmo tendo uma arma apontada para eles. O vídeo já conta com cerca de 850 mil visualizações no YouTube.
A faixa e a carreira do MC seguem a linha do “funk consciente”, que desde 2020 renova o estilo do ritmo em São Paulo com hinos sobre motos e fé em Deus, mostrando o veículo de duas rodas como símbolo comum de superação dos jovens que cantam os versos sobre a vida difícil na favela.
As redes sociais do MC também refletiam essa fase musical do funk paulista. Ele costumava publicar várias fotos em cima de motos. E, nas legendas, usava frases sobre fé e Deus. Em uma delas, ele cita: “Não é fácil e não vai ser tem que ter fé pra poder vencer”.
Pelas redes sociais, também é possível ver que o MC estava preparando mais uma faixa nessa levada do funk consciente.
Em alguns vídeos publicados no Instagram, ele aparece diante de algumas motos e canta: “Zé Povinho falador tá queimando a língua/ Olha os preto vencedor dando a volta por cima / O maloqueiro vencedor que venceu na vida”.
Segundo um representante da Love Funk, seu ingresso na produtora foi recente e “Um piloto e um garupa” foi a primeira música a se destacar.
Tanto que um mês antes de lança-la, MC Neguinho JM divulgou outra canção, a “Pretinho Valioso”. Lançada em 18 de abril de 2022, a faixa tem produção do DJ Hisashi e segue mais a linha do funk ostentação, falando de amores e peças de marcas de luxo.
A música aparece no YouTube de outra produtora, a Vida Mansa Records, e conta com pouco mais de 16 mil visualizações.
MC Neguinho JM tinha 19 anos
Reprodução/Arquivo pessoal
Família e amigos de MC Neguinho JM pedem ‘justiça’ no cemitério em SP

Fonte: G1 Entretenimento