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Perseguidor viola ordem de restrição e volta a invadir casa de Ariana Grande


Homem já tinha sido preso ao entrar na casa da cantora em Los Angeles com uma faca no ano passado. Ariana Grande venceu, mas não foi ao VMA 2019
Reprodução/Instagram
Um homem foi preso novamente depois de violar ordem de restrição e invadir a casa da cantora Ariana Grande, em Montecito, na Califórnia, nos Estados Unidos, diz o site TMZ.
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Segundo a reportagem, Aharon Brown invadiu a casa no dia do aniversário de 29 anos da cantora, dia 26 de junho, e tem histórico de perseguir Ariana.
Em setembro do ano passado, Brown foi preso depois de entrar na casa da cantora em Los Angeles com uma faca de caça e supostamente gritar para um segurança que mataria ele e Ariana. Brown foi preso por ameaças e um juiz expediu a ordem de restrição. Ainda assim, ele tentou mais uma vez se aproximar da cantora.
Por causa disso, Brown deveria se apresentar à corte nesta terça-feira (28). No entanto, ele viajou para Montecito e invadiu a residência da artista.
Ariana não estava em casa naquele momento. Os alarmes de segurança dispararam e a polícia apareceu. Sob custódia, Brown foi acusado de perseguição, roubo, danos a linhas de energia, violação de ordem judicial e obstrução. Ele se declarou inocente.
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Fonte: G1 Entretenimento

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O que é ser queer


Termo é usado para representar as pessoas que não se identificam com padrões impostos pela sociedade e transitam entre os gêneros Queer é uma palavra em inglês que significa “estranho”. É usado para representar as pessoas que não se identificam com padrões impostos pela sociedade e transitam entre os gêneros, sem concordar com tais rótulos, ou que não saibam definir seu gênero/orientação sexual.
Nesta terça-feira (28), Valentina Schmidt, filha do apresentador Tadeu Schmidt, fez uma publicação em seu Instagram nesta comemorando o Dia do Orgulho LGBTQIA+ e falando do orgulho de ser queer.
“Eu sou queer e me orgulho”, escreveu ela em um cartaz, em inglês.
O mês de junho é dedicado ao orgulho LGBTQIA+ porque foi nesta época do ano de 1969 que a polícia invadiu um bar frequentado por membros da comunidade, em Nova York, chamado Stonewall. O episódio deu origem a uma série de protestos e, em junho do ano seguinte, surgiu a primeira grande parada LGBTQIA+, conhecida como “Libertation Day”.
Valentina Schmidt posta no Dia do Orgulho LGBTQIA+
Reprodução/Internet
LGBTQIA+: entenda o que significa cada letra da sigla
Orgulho de ser quem se é: a luta pelo reconhecimento das identidades
Valentina cita e se identifica com a identidade de gênero queer, que representa a letra Q na sigla LGBTQIA+. Clique aqui e saiba o significado de cada uma destas letras.
“Há um ano, tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida. Uma decisão da qual me orgulho profundamente. Tenho orgulho de ter a liberdade para falar abertamente sobre a minha sexualidade”, diz Valentina em sua publicação.
O pai de Valentina, Tadeu Schmidt, comentou na publicação demonstrando apoio. Ele postou seis corações com cores variadas, representando a diversidade.
“Orgulho de amar quem eu quiser. Orgulho de ter uma família e amigos que me apoiam incondicionalmente. Orgulho de ser uma mulher queer. Orgulho de ser eu. Ninguém nunca vai tirar o meu direito de amar e ser feliz. Boa sorte para quem tentar. Que esse mês do orgulho tenha sido maravilhosos para todes nós”, completou a jovem.
Em 2021, o g1 publicou a série de reportagens “Mais que uma letra”. Em uma delas, Beta Boechat explicou o que é queer e como descobriu que não se encaixava nos padrões de gênero tradicionais. Veja vídeo abaixo:
Mais que uma letra: ‘Não me encaixava no grupo dos homens, nem das mulheres’, diz Beta

Fonte: G1 Entretenimento

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Woody Allen diz que perdeu ‘grande parte da emoção’ de fazer filmes


Diretor conversou pelo Instagram com o ator Alec Baldwin nesta terça-feira (28) sobre seu livro ‘Zero Gravity’. Alec Baldwin e Woody Allen
Reprodução/Instagram
“Perdi grande parte da emoção”, disse o diretor Woody Allen nesta terça-feira (28) em uma entrevista incomum com Alec Baldwin, na qual comentou que seu próximo filme, que será gravado em Paris, poderia ser o último.
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Allen, de 86 anos, conversou com Baldwin durante mais de meia hora em uma transmissão ao vivo na conta do Instagram do ator.
“Provavelmente farei mais este filme, mas perdi grande parte da emoção, porque não tem o mesmo efeito cinematográfico, não é como quando comecei a gravar”, disse o diretor de “Manhattan”, “Annie Hall” e “Para Roma com Amor”.
woody allen
Reuters
Allen disse que ponderou sobre o assunto depois de sentir o gosto pelo isolamento durante a pandemia. “Eu estava em casa escrevendo muito”, disse ele. “É uma boa maneira de viver. Então pensei: ‘Bem, talvez eu faça mais um ou dois [filmes]’.”
“Não tenho a mesma diversão de fazer um filme e apresentá-lo no cinema (…) Era bom saber que 500 pessoas viam de uma vez”, comentou sobre as mudanças na indústria, abalado com a chegada e crescimento das plataformas de streaming.
“Vou fazer mais um e ver como me sinto”, acrescentou.
Baldwin, que esteve no olho do furacão após o disparo que matou sua diretora de fotografia Halyna Hutchins em um set de gravação em outubro, surpreendeu no domingo ao anunciar que conversaria com o diretor sobre seu livro humorístico mais recente, “Zero Gravity”.
A entrevista, que teve vários problemas técnicos e uma audiência de aproximadamente 2.700 pessoas, se concentrou no livro de Allen, evitando perguntas sobre as acusações de abuso sexual de sua filha adotiva Dylan Farrow, que mancharam a carreira do diretor vencedor o Oscar.
O caso é abordado no documentário “Allen contra Farrow”, lançado pela HBO em fevereiro de 2021.
No primeiro dos quatro episódios da produção, Dylan Farrow, adotada por Allen e sua ex-esposa Mia Farrow, reitera sua acusação contra seu pai por ter abusado sexualmente dela quando tinha sete anos, em 1992.
Allen nega as acusações, pelas quais enfrentou várias investigações.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Francisco, el Hombre lança música ‘combativa e anárquica’ durante show no Rock in Rio Lisboa


‘Arranca a Cabeça do Rei’ dá nome à nova turnê da banda, que falou ao g1 após tocar no festival. Banda Francisco, El Hombre no Rock in Rio Lisboa 2022
Divulgação/Ana Viotti
A banda Francisco, El Hombre tocou no Rock in Rio Lisboa no sábado (25) e aproveitou para mostrar “Arranca a Cabeça do Rei”, single que ainda não foi lançado.
A música segue o caminho politizado e provocador do grupo formado pelos irmãos Mateo e Sebastian Piracés Ugarte, Juliana Strassacapa, Andrei Kozyreff e Helena Papini.
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“Arranca, arranca a cabeça do rei, para acabar com a dor, cabeça do imperador” são versos do refrão.
Em entrevista ao g1 após o show, Sebastián falou sobre sobre o single, que também dará nome à nova turnê. Ele escreveu a música em 2019.
“É uma mensagem muito necessária, agora que a gente está prestes a começar o segundo semestre no Brasil. Vai ser um semestre em que a luta é necessária”, explica o baterista e vocalista.
“É uma música combativa e anárquica que basicamente chama a massa para tirar o Golias do poder. É uma grande simplificação do que é narrativa e cada um pode interpretar como quiser.”
Banda Francisco, El Hombre se apresenta no Rock In Rio Lisboa
Eles vêm cantando a música nos shows no Brasil também para espalhar a mensagem antes do lançamento, que deve ser “muito em breve”, segundo o músico. “A gente quer que ela soe bem, então tem que ir testando bastante”.
Em Lisboa, eles tocaram músicas como “Bolso Nada”, “Triste Louca e Má” e “Tá com Dolar Tá com Deus”, mas a parte final foi dedicada ao álbum Casa Francisco, lançado em outubro de 2021. Veja como foi o show.
A Francisco, el Hombre também está escalada para o Rock in Rio no Brasil, no palco Supernova, no dia 8 de setembro.
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Agenda cheia
Sebastián Piracés-Ugarte, baterista da Francisco, El Hombre
Divulgação/Ana Viotti
A retomada aos palcos da Francisco, el Hombre está agitada. Só em julho são dez shows em festivais nos Estados Unidos e no Canadá.
“Isso desestabilizou de um jeito positivo a estrutura que a gente tem, a nossa equipe até porque estamos voltando da pandemia. A ideia é estabilizar os shows e a banda e fazer lançamentos mais sólidos nesse segundo semestre”, afirma Sebastian.
Muitos dos shows fazem parte da turnê internacional marcada antes da pandemia, mas que foi adiada por vários meses.
A vocalista Juliana Strassacapa comentou como está sendo a retomada da rotina de shows: “Acabou esse momento de resguardo, de estar mais calminha e distante de São Paulo. É tempo de muito movimento e o desafio é encontrar equilíbrio nisso.”
“A gente estava muito frenético antes de parar, depois descobrimos uma vida que não conhecíamos e agora tem que achar o chão”.
Juliana Strassacapa, vocalista da banda Francisco, el Hombre, no Rock in Rio Lisboa 2022
Divulgação/I Hate Flash
Banda Francisco, El Hombre se apresenta no Rock In Rio Lisboa

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio Lisboa e festival no Brasil passam a ser acontecer sempre nos mesmos anos


Antes da pandemia, eventos eram intercalados: um ano no Rio, outro em Lisboa. ‘Fica mais puxado, mas tem essa coisa bacana de poder fazer um esquenta’, diz Roberta Medina. Rock in Rio Lisboa
Divulgação/I Hate Flash
O Rock in Rio Lisboa vai passar a acontecer nos mesmos anos do festival no Brasil. Em 2022, as duas edições “bateram” por conta da pandemia, mas esse é o padrão daqui para frente.
A nona edição do festival em Portugal terminou neste domingo (26), com shows de Post Malone, Anitta e Jason Derulo e ingressos esgotados.
“Por um lado, para a gente fica mais puxado, mas tem essa coisa bacana de poder fazer um esquenta. Em termos de comunicação, tem sua graça”, explica Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio.
“Quando eles estão juntos é mais fácil de aproximar os países. Portugal está muito mais aberto [musicalmente] ao Brasil do que o contrário. Então alimentar essa conversa com um intervalo de dois meses é muito mais fácil do que fazer ano sim e ano não”.
O fato de serem próximos não significa que os line-ups serão “casados”, como acontece em festivais em mais de um país.
Roberta Medina no Rock in Rio Lisboa 2022
Divulgação/I Hate Flash
“Era bom, mas não faz a menor diferença”, diz Roberta. Ela explica que a logística não bate e até os agentes que vendem os shows são diferentes para Brasil e Portugal.
No ano sem Rock in Rio, a família Medina vai estar focada no The Town, novo festival em São Paulo que estreia em 2023. “Agora a vida está mais animada”, brinca a executiva.
Foram quatro anos sem o festival em Lisboa. A última edição foi em 2018 com shows de Muse, Ivete Sangalo, Bastille e Anavitória, já a de 2020 foi naturalmente adiada por conta da pandemia.
Para Roberta, o clima era de reencontro e alegria. “É um estado de graça, as pessoas felizes de poder estar junto. É o resgate de ser feliz”.
“A importância do Rock in Rio é ser um marco de celebração da vida do jeito que ela é, olho no olho e isso é insubstituível. Acho que no Brasil vai ser de novo, outro marco”.
Rock in Rio em ano de eleições
Anitta canta no Rock in Rio Lisboa 2022
Divulgação/I Hate Flash
Com a proximidade das eleições, tem sido recorrente a manifestação política em shows e festivais no Brasil.
O Rock in Rio começa no dia 2 de setembro, exatamente um mês antes do primeiro turno, mas Roberta não vê o evento como um lugar para se discutir esse assunto.
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“Política se faz com conversa, não se faz política em cima do palco. O convite do Rock in Rio é para celebração da vida. Historicamente tentem pegar um Rock in, Rio, onde seja qual for que o presidente, de qual cor que tenham não mandaram, perdoem a indelicadeza, tomar no c@”.
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“Quem quiser se manifestar, obviamente, se manifesta, mas não é isso que se vê. A gente vê os artistas indo para explorar o potencial e a oportunidade de dar cara para aquela multidão e reverberar para o país inteiro”, continua.
“É muito mais pelo talento, pela arte do que pela posição política. Isso se discute todo dia na rede social e em conversas profundas, ninguém consegue fazer uma defesa política em palco, é só um posicionamento. Não sei se isso faz muita diferença”.
Cantores brasileiros participam do Rock in Rio Lisboa 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Travis Barker, baterista do Blink-182, é hospitalizado nos EUA, diz site


Músico estava acompanhado pela mulher, Kourtney Kardashian, e tuitou ‘Deus me salve’, de acordo com o TMZ. Causa da hospitalização não foi divulgada. Travis Barker é baterista do Blink-182
Reprodução/Instagram/travisbarker
Travis Barker, baterista do Blink-182, foi hospitalizado nesta terça-feira (28), nos Estados Unidos.
De acordo com o site TMZ, ele foi com a mulher, Kourtney Kardashian, a um hospital em Los Angeles por causa de um problema de saúde não divulgado.
A instituição, no entanto, achou que ele precisa de mais cuidados e ele foi transferido de ambulância para outro centro médico.
Enquanto enfrentava o problema, Barker tuitou “Deus me salve”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Capital Inicial abre celebração dos 40 anos da banda com música inédita gravada com Samuel Rosa


♪ Banda formada em Brasília (DF) em 1982, a partir da dissidência do grupo punk Aborto Elétrico, Capital Inicial celebra 40 anos de atividade em 2022.
O primeiro movimento foi a gravação audiovisual de show apresentado em 30 de março, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com roteiro retrospectivo e produção musical de Dudu Marote.
Nessa gravação ao vivo, Dinho Ouro Preto (voz), Fê Lemos (bateria), Flávio Lemos (baixo) e Yves Passarell (guitarra) receberam convidados como Ana Gabriela, Carlinhos Brown, Marina Sena, Pitty, Samuel Rosa e Vitor Kley.
Com Samuel, a banda reciclou no show a canção Tudo que vai (Dado Villa-Lobos, Alvin L. e Toni Platão, 2000). Mas é com música inédita, Amor em vão, gravada com o vocalista da banda Skank, que o quarteto abre os trabalhos promocionais do projeto fonográfico Capital Inicial 4.0.
O single Amor em vão desembarca nos aplicativos de música na sexta-feira, 1º de julho.
Capa do single ‘Amor em vão’, de Capital Inicial com Samuel Rosa
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Natália Matos anuncia álbum produzido por Kassin com single ‘Doce feroz’


♪ Natália Matos anuncia o terceiro álbum de estúdio. O sucessor de Não sei fazer canção de amor (2017), disco produzido por Leo Chermont sob direção artística de Carlos Eduardo Miranda (1962 – 2018), chega ao mercado fonográfico em agosto, em edição da YB Music distribuída via ONErpm, com repertório autoral e produção musical de Kassin.
O anúncio do álbum da cantora e compositora paraense é feito com a edição do primeiro single, Doce feroz, que aterrissa nos aplicativos de música na quinta-feira, 30 de junho, com gravação inédita de música composta por Natália em parceria com o cantor e compositor mineiro Matheus Brant.
Regravada pela artista com arranjo que flerta entre a MPB e o pop, a canção Doce feroz foi lançada há três anos na voz de Brant no álbum Cola comigo (2019).
No álbum de Natália Matos, Doce feroz se junta a músicas inéditas como Abduzida, Clarão e Ela sabe mentir, todas da lavra solitária da artista, cujo primeiro álbum, Natália Matos (2014), produzido por Guilherme Kastrup, foi lançado há oito anos.
Capa do single ‘Doce feroz’, de Natália Matos
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliette lança o terceiro single solo, ‘Xodó’


♪ Esta é a capa de Xodó, terceiro single solo da discografia de Juliette. Aposta da artista no romantismo das festas de junho, o single Xodó chega ao mundo digital na noite de quinta-feira, 30 de junho, se juntando aos singles antecessores da cantora, Cansar de dançar (Juliette, Juzé, Luket e Soulucas, 2022) e Solar (Juliette e Juzé, 2022), lançados em 5 de maio e em 2 de junho, respectivamente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Yannick Hara reúne Max B.O. e Tatá Aeroplano em EP de álbum inspirado no filme ‘Terra em transe’


♪ Filme lançado há 55 anos pelo cineasta Glauber Rocha (1939 – 1981), Terra em transe (1967) é a inspiração do álbum que o rapper paulistano Yannick Hara vem apresentando desde o ano passado.
Após o EP Terra em transe volume 1 – Brasilis (2021), o artista apresenta na sexta-feira, 1º de julho, o EP Terra em transe volume 2 – Politiki.
Neste segundo EP, Hara põe na rede sete faixas gravadas com produção musical do beatmaker CrackPiece.
Com sonoridade que evoca o rap dos anos 1990 e letras de protesto, o EP Politiki tem as participações de Tatá Aeroplano (à esquerda na foto de Down Fernandes) e do rapper Max B.O. (à direita), dois nomes da cena paulistana em que Hara milita desde 2010.

Fonte: G1 Entretenimento