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Filha do apresentador Tadeu Schmidt celebra Dia do Orgulho LGBTQIA+ na web: ‘sou queer e me orgulho’


Valentina Schmidt, de 20 anos, disse que assumiu sua identidade de gênero queer há um ano. ‘Orgulho de amar quem eu quiser’, disse a atriz em sua rede social. Valentina Schmidt posta no Dia do Orgulho LGBTQIA+
Reprodução/Internet
A atriz e filha do apresentador Tadeu Schmidt Valentina Schmidt, de 20 anos, fez uma publicação em seu Instagram nesta terça-feira (28) comemorando o Dia do Orgulho LGBTQIA+. Em sua publicação, a atriz mostra um cartaz que diz “Eu sou queer e me orgulho” em inglês.
“Há um ano, tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida. Uma decisão da qual me orgulho profundamente. Tenho orgulho de ter a liberdade para falar abertamente sobre a minha sexualidade”, diz Valentina em sua publicação.
“Orgulho de amar quem eu quiser. Orgulho de ter uma família e amigos que me apoiam incondicionalmente. Orgulho de ser uma mulher queer. Orgulho de ser eu. Ninguém nunca vai tirar o meu direito de amar e ser feliz. Boa sorte para quem tentar. Que esse mês do orgulho tenha sido maravilhosos para todes nós”, completou a jovem.
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Tadeu e Valentina Schmidt abraçados
Reprodução/Internet
O que é queer
Valentina cita e se identifica com a identidade de gênero queer, que representa a letra Q na sigla LGBTQIA+. Clique aqui e saiba o significado de cada uma destas letras.
Queer é uma palavra em inglês que significa “estranho”. É usado para representar as pessoas que não se identificam com padrões impostos pela sociedade e transitam entre os gêneros, sem concordar com tais rótulos, ou que não saibam definir seu gênero/orientação sexual.
O pai de Valentina, Tadeu Schmidt, comentou na publicação demonstrando apoio. Ele postou seis corações com cores variadas, representando a diversidade.
Tadeu Schmidt comenta publicação da filha no Instagram
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Selton Mello e outros brasileiros são convidados para a Academia organizadora do Oscar


Novos membros da instituição vão poder votar na premiação. Organização divulgou lista com 397 nomes. Selton Mello em ‘O mecanismo’
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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta terça-feira (28) a lista anual com seus novos convidados para se tornarem membros. Entre as 397 pessoas estão o ator Selton Mello e outros brasileiros.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Treze Vidas’ leva dramático resgate de meninos presos em caverna da Tailândia para o cinema


‘Como diretor, eu sabia que este seria um desafio emocionante’, disse Ron Howard durante a apresentação do trailer do filme. Ron Howard, diretor de “Treze Vidas”
Evan Agostini/Invision/AP
Equilibrando um elenco de estrelas internacionais e atores tailandeses, entre eles alguns estreantes, o diretor Ron Howard leva para as telas “Treze Vidas: O Resgate”, a versão cinematográfica do salvamento de um time de futebol na Tailândia que chocou o mundo em 2018.
“Como diretor, eu sabia que este seria um desafio emocionante”, disse Howard durante a apresentação do trailer de seu novo filme, que estreia em 5 de agosto no Brasil.
“Esta pode ser uma versão muito extrema do meu tipo favorito de filme, aqueles que provam que finais incríveis não são produto da ficção”.
A produção segue o resgate dos 12 meninos de um time de futebol que, junto com seu técnico, ficaram presos em uma caverna na Tailândia por mais de duas semanas. O trailer traz imagens angustiantes, assim como os momentos de celebração vivenciados durante a operação.
Mas Howard explica que sua proposta foi além de retratar a ação “muito cinematográfica, intensa” que envolveu centenas de pessoas, incluindo mergulhadores internacionais, fuzileiros navais e voluntários.
“Houve uma participação incrível em outras áreas. As pessoas correram riscos reais, físicos e emocionais”, disse o diretor do “Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo”. “Quanto mais eu aprendia sobre a história, mais dimensional e divertida eu achava que poderia ser”.
“Gravar este filme também refletiu um pouco o resgate”, disse o ator Viggo Mortensen, que interpreta o mergulhador britânico Rick Stanton, uma das principais figuras do resgate. “Foi um esforço de equipe”.
Stanton acompanhou a filmagem aconselhando de perto os atores, especialmente Mortensen.
O mergulhador chamou a experiência cinematográfica de “fascinante”, elogiando o realismo da produção. “Apenas olhando para esses cenários que foram construídos em algumas semanas, não teria como saber que não são cavernas reais […] Isso é o mais real possível”, disse.
“Parecia muito real às vezes”, acrescentou Mortensen.
“Treze Vidas: O Resgate”
Divulgação
‘Um fardo e uma honra’
A tentativa de recriar o resgate dramático desafiou os atores fisicamente e psicologicamente.
Colin Farrel, que interpreta o mergulhador John Volanthen, comentou sobre o quão “aterrorizante” pode ser filmar a maior parte do tempo debaixo d’água, mesmo em um ambiente controlado.
O ator, que confessou não saber nadar, destacou o “espírito de colaboração” das filmagens, assim como a importância de homenagear aqueles que participaram da operação que deixou duas pessoas mortas, uma delas meses após o resgate.
“Era um fardo e uma honra”, disse Farrell. “E nós estávamos cientes disso. Não se tratava de chegar para interpretar esses mergulhadores britânicos que estavam lá para ter sucesso em um resgate. Era realmente sobre ser guiados por nossos irmãos e irmãs tailandeses.”
Ron Howard destacou a importância de retratar a comunidade da província de Chiang Rai, no norte da Tailândia.
Para tanto, o casting não só contou com atores e equipe locais, mas também garantiu que os adolescentes fossem retratados por jovens do norte, conferindo autenticidade linguística ao filme.
“Não se trata apenas de um sotaque, mas também de como você se expressa. Era vital, importante, que abordássemos essas questões”, disse Howard, que contou com a ajuda de, entre outros, Vorakorn “Billy” Ruetaivanichkul, coprodutor do filme.
Com trabalho extenso no norte da Tailândia, Ruetaivanichkul também assumiu a preparação dos jovens atores que deram vida aos adolescentes resgatados.
“Pedi para eles irem imaginando, passo a passo, que estavam em um lugar estreito sem água e comida por vários dias, e que dificilmente sairiam de lá tão cedo”, disse o cineasta. “Pedi a eles que imaginassem isso e agissem de acordo”.
A operação já havia sido tema do documentário “Operação Resgate na Tailândia”, lançado no ano passado com cenas inéditas.
“Treze Vidas: O Resgate” estará disponível para streaming em agosto, após seu lançamento nos cinemas.
Vídeo: Drama dos meninos na caverna da Tailândia é contado em livro por Rodrigo Carvalho
Drama dos meninos na caverna da Tailândia é contado em livro por Rodrigo Carvalho

Fonte: G1 Entretenimento

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Artistas celebram e falam sobre o Dia do Orgulho LGBTQIA+ nas redes sociais


Pabllo Vittar, Camila Pitanga, Ana Maria Braga, Silvero Preira, entre outros artistas, falaram da importância da data. Dia do Orgulho LGBTQIA+ é celebrado no dia 28 de junho
Raphael Renter/Unsplash
Artistas usaram as redes sociais para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+, nesta terça-feira (28). Camila Pitanga, Pabllo Vittar, Maria Gadu, a apresentadora Ana Maria Braga, entre outros, foram alguns dos famosos que se manifestaram sobre a data.
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A atriz Camila Pitanga postou em suas redes sociais um vídeo sobre a violência sofrida pela comunidade LGBTQIA+ e o número de telefone para denúncias, o 1746. “Seja você um LGBTQIA+ ou um aliado, orgulhe-se, celebre-se. 🏳️‍🌈🏳‍⚧ #DiaDoOrgulho #RioSemPreconceito”, disse na legenda.
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O ator Marcelo Serrado também compartilhou o vídeo, assim como a atriz e cantora Zezé Motta também compartilhou o vídeo. “Seguimos na luta contra o preconceito e discriminação. Seguimos resistindo!”, diz na legenda.
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Em uma foto com a namorada, Maria Gadú diz que não vai parar de lutar pela liberdade: “orgulho, amor, cumplicidade. trabalhamos, estudamos, compramos pão, maternamos, escolhemos, sorrimos e tudo isso é estar na luta contra a homofobia”, disse na legenda.
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Pabllo Vittar também se manifestou. “Desejo vontade de viver mesmo diante de tanto preconceito e ódio! desejo prosperidade e abundância pois somos e merecemos”, diz na legenda da foto publicada.
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O ator Silvero Pereira, o Zaquieu de “Pantanal”, postou uma imagem sua com a bandeira do arco-íris. “Eu sou formado pelas cores da minha comunidade, das gerações que lutaram e lutam por nossos direitos. Se abro a boca e estampo no peito meu Orgulho é por conta de muitos e muitas que estiveram e estão na linha de frente desse processo.”
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Preta Gil indicou perfis de redes sociais que lutam pela comunidade para serem seguidos.
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A atriz Cris Vianna lembra da importância de ser um aliado, todos os dias.
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“Ter orgulho de ser quem se é, mesmo num país que não aceita, no país que mais mata membros da comunidade LGBTQIA+’, disse a apresentadora Ana Maria Braga em uma publicação nas redes sociais.
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Vanessa da Mata afirmou que fez o verso “Cada um tem sua maneira de existir”, da música “Gente Feliz”, inspirada na comunidade. “Gente feliz apesar de todos os martírios”, disse na postagem desta terça-feira (28). “Estou com todo amor e respeito com a causa LGBTQIA+.”
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Xuxa escreveu em sua publicação “Dia internacional do Orgulho LGBTQIA+ 🏳️‍🌈❤️ #MaisRespeito #HomofobiaNão #TriboDoAmor “.
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Carolina Dieckmann publicou uma imagem de um trabalho feito pelo artista Bruno Siqueira, com a frase “Ninguém vai poder querer nos dizer como amar”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Peça que imita corpo nu é sucesso entre famosas como Kylie Jenner e Chiara Ferragani


Linha da grife Jean Paul Gaultier em parceria com a estilista russa Lotta Volkova já tem boa parte dos modelos esgotados e variam entre 140 euros a 590 euros (R$ 772 a R$ 3,2 mil). Peça que imita corpo nu é sucesso entre famosas como Kylie Jenner, Sokhna Cisse e Chiara Ferragani
Reprodução/Instagram
Kylie Jenner, Chiara Ferragni e Sokhna Cisse chamaram a atenção em suas redes recentemente ao compartilhar imagens em que aparecem vestindo peças que dão a impressão de estarem nuas.
Kylie escolheu um biquíni com estampa de mamilos. Já a blogueira italiana Chiara Ferragni optou por uma camiseta com desenho semelhante, mas esta, também repetia as curvas do abdômen sequinho e umbigo. Já a modelo Sokhna optou por um body que imita um corpo todo nu.
A estampa naked com o efeito em 3D que se tornou queridinha das famosas e blogueiras de moda é uma linha da grife Jean Paul Gaultier em parceria com a estilista russa Lotta Volkova.
A coleção foi lançada em 6 de maio, junto com outros modelos que marcam a parceria entre a grife e a estilista.
As peças variam entre 140 euros e 590 euros (R$ 772 a R$ 3,2 mil). E boa parte da coleção disponível no site oficial da marca já foi totalmente vendida.
Além do biquíni, da camiseta de manga longa e do body já citados, a coleção conta ainda com um vestido longo. Nele, o desenho da peça é de um corpo totalmente nu.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Conselho de enfermagem vistoria hospital de SP acusado de vazar informações de Klara Castanho


Entidade regional disse que esteve no local nesta segunda (27) e aguarda liberação de documentos solicitados. Em rede social, atriz relatou violências que sofreu e disse que profissionais da unidade vazaram história sem seu consentimento. Klara Castanho repudia vazamento e revela que foi estuprada e entregou bebê para adoção
O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo disse nesta terça-feira (28) que compareceu na segunda (27) ao hospital acusado de vazar informações pessoais da atriz Klara Castanho.
A instituição aguardar a liberação de documentos internos para prosseguir com a apuração dos fatos e identificação dos envolvidos.
Tanto o Conselho Federal quanto o Regional de Enfermagem apuram a denúncia da atriz, de que uma enfermeira teria a abordado e ameaçado divulgar para a imprensa informações sobre a entrega para adoção de bebê fruto de um estupro.
Ela escreveu uma carta aberta, na noite do sábado (25), repudiando o vazamento da história (leia mais abaixo).
O caso também é investigado pelo Ministério Público.
Nesta segunda (27), a presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Betânia Maria dos Santos, disse à GloboNews que a enfermeira responsável por ameaçar Klara e vazar os dados pessoais da artista poderá perder o registro profissional.
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No domingo (26), em comunicado, o Cofen manifestou “profunda solidariedade à atriz Klara Castanho, que, após ser vítima de violência sexual, teve o seu direito à privacidade violado, durante processo de entrega voluntária para adoção, conforme assegura o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.
Informou também que, diante dos fatos, determinou a apuração da ocorrência e “tomará todas as providências que lhe couber para a identificação dos responsáveis pelo vazamento de informações sigilosas pertinentes ao caso”.
“Casos assim devem ser rigorosamente punidos, para que não mais se repitam. Da mesma forma, devem ser execrados comunicadores que deturpam a função social do jornalismo para destruir a vida das pessoas. Vida privada não é assunto público”.
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O hospital em que Klara ficou internada, na região metropolitana de São Paulo, informou, por nota, que será aberta uma sindicância interna para investigar a denúncia feita pela atriz.
No texto, divulgado neste domingo (26), a instituição diz que “tem como princípio preservar a privacidade de seus pacientes bem como o sigilo das informações do prontuário médico. O hospital se solidariza com a paciente e familiares e informa que abriu uma sindicância interna para a apuração desse fato”.
‘Relato mais difícil’
Na carta aberta que publicou, Klara Castanho afirma: “Não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e um trauma que sofri”.
“Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo.”
Na publicação, a atriz conta sobre a violência sofrida e suas consequências. Ela diz ter sido abordada por uma enfermeira momentos após o parto, que ameaçou divulgar sua história. Logo em seguida, a atriz recebeu mensagens de um colunista. “Minha história se tornar pública não foi um desejo meu.”
“Fui estuprada. Relembrar esse episódio traz uma sensação de morte, porque algo morreu em mim. Não estava na minha cidade, não estava perto da minha família nem dos meus amigos”, diz a atriz.
Klara Castanho
Reprodução/Instagram
A artista conta que não fez boletim de ocorrência na ocasião por se sentir envergonhada e culpada. “Tive a ilusão de que se eu fingisse que isso não aconteceu, talvez eu esquecesse, superasse. Mas não foi o que aconteceu. As únicas coisas que eu tive forças para fazer foram: tomar pílula do dia seguinte e fazer alguns exames”, conta. “Somente a minha família sabia o que tinha acontecido.”
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Klara Castanho
Reprodução/Instagram
Meses depois, segundo seu relato, ela começou a se sentir mal e, em meio a exames, descobriu a gravidez já em estágio avançado. “Foi um choque, meu mundo caiu. Meu ciclo menstrual estava normal, meu corpo também. Eu não tinha ganhado peso nem barriga”, diz.
Klara afirma que, durante uma consulta, foi obrigada pelo médico a ouvir o coração da criança, o que considerou uma nova violação.
“Naquele momento do exame, me senti novamente violada, novamente culpada. Em uma consulta médica contei ter sido estuprada, expliquei tudo o que aconteceu”, diz.
Klara Castanho
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“O médico não teve nenhuma empatia por mim. Eu não era uma mulher que estava grávida por vontade e desejo, eu tinha sofrido uma violência. E mesmo assim, o profissional me obrigou a ouvir o coração da criança, disse que 50% do DNA eram meus e que eu seria obrigada a amá-lo.”
Klara Castanho
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Entrega para adoção
Pela lei brasileira, Klara teria direito a fazer um aborto legal. A atriz afirma, no entanto, que tomou a decisão de fazer uma entrega direta para adoção. A entrega voluntária para adoção está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e permite que a mãe entregue o filho para adoção em um procedimento assistido pela Justiça.
Entrega voluntária para adoção: entenda o processo
Segundo Klara, a criança nasceu poucos dias depois de a gravidez ser descoberta. A atriz afirma que entrou em contato com uma advogada e fez todos os trâmites legais.
Klara Castanho
Reprodução/Instagram
“Tudo que eu fiz foi pensando em resguardar a vida e o futuro da criança. Cada passo está documentado e de acordo com a lei”, afirma.
“A criança merece ser criada por uma família amorosa, devidamente habilitada à adoção, que não tenha lembranças de um fato tão traumático.”
Klara Castanho
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Mais uma violência
Na carta, Klara conta ainda que, momentos após o parto, ainda sob efeitos de anestesia, foi abordada por uma enfermeira que ameaçou contar sua história a um colunista. “Quando cheguei no quarto, já havia mensagens do colunista, com todas as informações. Ele só não sabia do estupro. Eu conversei com ele, expliquei tudo o que tinha me acontecido.” A atriz não cita nomes e diz que foi procurada ainda por um outro colunista.
“O fato de eles saberem mostra que os profissionais que deveriam ter me protegido em um momento de extrema dor e vulnerabilidade, que têm a obrigação legal de respeitar o sigilo da entrega, não foram éticos, nem tiveram respeito por mim nem pela criança”, afirma.
Vazamento da história
Na carta que publicou, Klara conta que não queria expor esse episódio traumático. Mas sites e redes de fofocas trouxeram não só a história a público, mas também especulações e ataques à atriz.
Tudo começou com um post do jornalista Matheus Baldi no dia 24 de maio, dizendo que Klara havia dado à luz uma criança. O post foi apagado a pedido da atriz.
Um mês depois, na última quinta (23), a apresentadora Antonia Fontenelle incitou ainda mais os comentários contra Klara na internet. Sem citar o nome da atriz, ela disse em uma live, em tom bastante agressivo, que uma atriz de 21 anos teria engravidado e entregue o bebê para adoção.
Foi depois disso que Klara decidiu se manifestar pela primeira vez, por meio da carta. Em seguida, o colunista Léo Dias, do site Metrópoles, publicou um texto detalhando o caso.
Segundo especialistas, tanto Léo Dias como Antonia Fontenelle podem responder por difamação.
Em post publicado neste sábado (25), a diretora de redação do Metrópoles, Lilian Tahan, afirmou que o site expôs de maneira inaceitável os dados de uma mulher vítima de violência brutal e que a matéria foi retirada do ar.
Na tarde deste domingo (26), o colunista Léo Dias publicou um pedido de desculpas à atriz. Ele disse que não deveria ter escrito nem uma linha sobre a história ou ter feito qualquer comentário sobre algo a respeito do qual não tem o direito de opinar. Em vídeo, Antonia Fontenelle tentou se eximir de responsabilidade e não pediu desculpas.
Trajetória
Klara Castanho estreou na televisão criança, na série “Mothern”, do GNT, em 2006. Antes disso, desde bebê, ela já fazia campanhas publicitárias.
Foi em 2009 que os maiores sucessos começaram, quando a atriz fez parte do elenco de “Viver a Vida”, trama de Manoel Carlos na Globo, no papel de Rafaela, filha da personagem de Giovanna Antonelli. No mesmo ano, a atriz fez sua estreia no cinema em “Quanto dura o amor?”.
Também fez a novela “Morde & assopra”, de 2011, quando viveu Tonica, filha do personagem de Marcos Pasquim.
Em 2013 viveu a menina Paulinha, filha de uma das protagonistas de “Amor à vida”, a médica Paloma, interpretada por Paolla Oliveira.
A atriz ainda participou de outras tramas na Globo: “Morde & assopra”, de Walcyr Carrasco (2011), e “Amor eterno amor” (2012) e “Além do tempo” (2015), ambas de Elizabeth Jhin.
Klara Castanho também participou do reality show de música “Popstar”, na Globo, na temporada de 2018.
Nos cinemas, fez os longas “É Fada” (2016) e “Tudo por um Popstar” (2018).
Seu mais recente trabalho é o longa “Confissões de uma Garota Excluída”, de 2021.
VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região

Fonte: G1 Entretenimento

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Chris Martin, do Coldplay, toca música de casamento de noivos em um pub


Casal estava no local onde o artista parou para tomar cerveja. Martin improvisou uma apresentação para cerca de dez pessoas que estavam presentes. Chris Martin
Reprodução/Twitter
Chris Martin, líder da banda Coldplay, fez uma performance improvisada para um casal de noivos em um pub, na Inglaterra. O vídeo foi divulgado nesta segunda-feira (27) no perfil do Twitter do bar.
Coldplay, escalado para o Rock in Rio 2022, faz seis shows em São Paulo
Segundo o site da rede BBC, Hannah e Jeremy encontraram o cantor no pub The Stag Inn, em Hinton Charterhouse, na Inglaterra. Eles comentaram que estavam planejando o casamento e que a primeira dança deles na festa seria “A Sky Full of Stars”, do Coldplay.
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O proprietário do local, Chris Parkin, perguntou se Martin não tocaria para eles. Martin, então, pulou para o piano.
“Este é um momento mágico que guardaremos para sempre”, disse Hannah. “Ficamos em choque absoluto quando ele concordou em jogar para nós”, completou Jeremy.
Em um vídeo postado pelo pub, Martin conversa com o casal, pergunta seus nomes e começa a tocar. No momento, pouco mais de 10 pessoas estavam presentes.
O casamento de Hannah e Jeremy está marcado para o dia 28 de agosto.
Nova música do Coldplay é tocada pela 1ª vez a bordo da Estação Espacial Internacional

Fonte: G1 Entretenimento

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Como animais de estimação estimulam cérebro das crianças


Escolher animal de estimação começa com entendimento de como eles se adaptam à vida familiar. E seu impacto é profundo sobre desenvolvimento das crianças. Crianças costumam formar fortes laços com animais de estimação, mas benefícios são muito maiores, segundo pesquisas
Getty Images via BBC
Pegue um livro qualquer na estante de uma criança pequena. Provavelmente, o protagonista será um animal e não um ser humano.
Desde uma lagarta faminta até grandes baleias-jubarte, as crianças parecem universalmente fascinadas pelos animais.
Mas, embora os personagens de um livro ilustrado muitas vezes estejam longe da realidade, os animais de estimação que muitos de nós temos em casa oferecem às crianças uma visão mais realista do mundo animal — e um relacionamento significativo que as influencia em inúmeras outras formas.
Compreender esse relacionamento pode não apenas ajudar os pais a escolher o animal de estimação ideal para seu filho, mas também fornecer uma visão mais profunda dos fatores que compõem um relacionamento verdadeiramente bem-sucedido.
Para muitas pessoas, os animais de estimação são membros da família muito queridos que oferecem apoio em muitas etapas da vida. Eles podem ajudar os casais a consolidar seu relacionamento, atuam como colegas de brincadeiras para crianças pequenas e oferecem companhia para os pais quando os filhos saem de casa.
Terapia assistida por cães é usada em muitos países, como nesta imagem na França
Getty Images via BBC
Um estudo nos Estados Unidos concluiu que 63% das residências com bebês com menos de 12 meses de idade tinham um animal de estimação e outro na Austrália constatou um aumento de 10% das famílias com pets mais ou menos na época em que as crianças entram em idade escolar.
Muitos pais sentem intuitivamente que cuidar de um animal pode fornecer lições valiosas às crianças sobre cuidados, responsabilidade e empatia.
“É muito importante, especialmente para as crianças mais jovens, aprender que o ponto de vista de alguém pode ser diferente do dela próprio”, afirma Megan Mueller, professora de interação entre seres humanos e animais da Universidade Tufts, nos Estados Unidos. “Talvez seja uma lição mais fácil de aprender com um animal do que, digamos, com um irmão ou colega.”
Mas os estudos sobre os impactos benéficos dos animais de estimação sobre as crianças vão além. Eles indicam que os pets podem influenciar as habilidades sociais, a saúde física e até o desenvolvimento cognitivo das crianças. Cuidar de animais é associado a níveis mais altos de empatia. E, para crianças com autismo e suas famílias, cuidar de animais de estimação pode ajudar a reduzir o estresse e criar oportunidades para formar relacionamentos de apoio.
Outras pesquisas demonstram que os animais também ensinam as crianças a concentrar-se. Estudos observaram crianças que cometiam menos erros em uma tarefa de classificação de objetos e precisavam de menos lembretes em uma tarefa de memória na presença de um cão na mesma sala.
Há ainda pesquisas que chegaram a indicar que, pelo menos para os adultos, o simples ato de considerar nossos animais de estimação como membros da família melhora o nosso bem-estar — embora as manchetes promovendo os amplos benefícios de ter animais de estimação costumem sofrer críticas, já que as pessoas muitas vezes acreditam que seus pets melhoram sua saúde e felicidade, mesmo quando as medições objetivas não demonstram nenhuma diferença.
A interação com os pets — e com as outras pessoas
Mas os animais de estimação são realmente os responsáveis por todos esses benefícios ou somos nós que pensamos assim?
Hayley Christian, pesquisadora e professora da Escola de Saúde Global e da População da Universidade da Austrália Ocidental em Perth, vem tentando separar a causa do efeito.
Usando dados de um estudo longitudinal com 4 mil crianças com cinco a sete anos de idade, Christian e seus colegas descobriram que existe uma relação entre ter um animal de estimação e menos problemas com os colegas e melhor comportamento social.
Em pesquisas separadas, os pesquisadores concluíram que crianças com dois a cinco anos de idade que tinham um cão na família eram mais ativas, passavam menos tempo nas telas e dormiam mais, em média, que as crianças que não tinham animais de estimação.
Fundamentalmente, era a atividade física possibilitada pelo cão — como sair para levar o animal para passear — que fazia a diferença.
Em outro estudo publicado em 2021, as duas partes do quebra-cabeças são reunidas. Excluindo o efeito da situação socioeconômica, os pesquisadores observaram que as crianças que se dedicavam regularmente a atividades físicas relacionadas a cães apresentaram melhores resultados de desenvolvimento.
“Podemos realmente afirmar que ter animais de estimação e interagir com eles ao longo do tempo no início da infância parece ser a causa desses benefícios adicionais, em termos do desenvolvimento socioemocional [das crianças]”, afirma Christian, que também é pesquisadora sênior do instituto Telethon Kids.
Mas isso não significa que todas as famílias devem ter um animal de estimação, ou que toda criança que tem um cão apresenta melhores resultados do que as que não têm. Questões de comportamento, necessidades médicas complexas e o encargo financeiro de cuidar de um animal podem tornar a vida com o pet menos agradável.
E as famílias que moram em residências inadequadas para animais também enfrentam outras barreiras.
“Não acho que chegaremos algum dia ao ponto de recomendar a todos os que têm crianças que adotem um cachorro”, afirma Mueller.
De fato, Mueller examinou se a saúde mental dos adolescentes americanos com animais de estimação era melhor que a de seus amigos que não tinham pets durante a pandemia de Covid-19. Ela concluiu que os animais aparentemente não fizeram diferença.
“Minha hipótese é que a Covid foi um fator de estresse imenso e que provavelmente não existe nada suficiente para superá-la”, afirma.
É também possível que a pandemia tenha eliminado uma das formas em que viver com um cão pode nos ajudar.
“Temos os benefícios sociais de interagir com o cão, mas também existe a forma em que os animais podem facilitar a interação social com outras pessoas”, afirma Mueller.
Durante os confinamentos, os adolescentes podem ter ficado restritos às suas caminhadas diárias com o cão, mas evitado conversar com outros donos de animais, perdendo esses pequenos momentos de interação social.
Relacionamento forte
Com relação à influência positiva dos animais de estimação sobre as crianças, é fundamental o estado do seu relacionamento — e não apenas viver sob o mesmo teto.
“A qualidade do relacionamento parece prever melhor alguns desses efeitos sobre a saúde do que apenas se você tem ou não um animal de estimação em casa”, afirma Mueller.
Um dos fatores é o tempo que a criança passa com o pet. Se o seu irmão tiver um hamster que vive no seu quarto, é menos provável que você sinta uma conexão forte com ele, por exemplo, que com um cão da família que você leva para passear todo dia depois da escola.
A idade da criança pode também ajudar a determinar como o relacionamento dela com um animal de estimação é sólido. Crianças com seis a dez anos de idade desenvolvem ligações mais fortes com animais mais parecidos com os seres humanos, como cães e gatos, que com espécies biologicamente mais distantes, como pássaros e peixes.
Mas crianças mais velhas, com 11 a 14 anos de idade, relatam ter o mesmo tipo de conexão com as espécies com relação mais distante, incluindo camundongos, em comparação com seus cães ou gatos.
A dinâmica familiar também tem o seu papel. O estudo longitudinal da Austrália observou que crianças sem irmãos podem se beneficiar mais com os animais de estimação, talvez porque, às vezes, eles agem como um irmão substituto.
“Os pais são mais propensos a permitir que seu filho saia de casa de forma independente [por exemplo, para dar um recado sozinhos] se sair com um irmão ou um amigo”, segundo Christian, “e adivinhe com quem mais? Com um cão.”
Os animais de estimação podem até ajudar na interação social nas residências. Pesquisas mostram que, em famílias de acolhimento, um pet pode ajudar a promover relacionamentos próximos entre os cuidadores e as crianças, além de oferecerem companhia por si próprios.
Quando as crianças conhecem seus animais de estimação, elas se abrem para uma compreensão mais profunda dos animais no mundo como um todo.
“Elas tendem a aprender com o seu pet, de alguma forma, a serem mais compreensivas, empáticas e a reagir aos animais em geral”, afirma John Bradshaw, ex-palestrante sobre o comportamento dos animais de companhia da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e autor de diversos livros sobre cães e gatos.
Um estudo britânico concluiu que as crianças que têm animais de estimação em casa são propensas a acreditar mais na mente dos animais, ou seja, elas acreditam que os animais têm pensamentos e sentimentos próprios.
“Você pode ter todo tipo de histórias imaginárias na cabeça sobre um leão, mas, até que alguém o leve para a África, você nunca encontrará um deles na natureza”, afirma ele. “Mas um cão ou um gato está ali e pode ensinar a você como realmente é ser um animal, que os animais não são humanos, que eles têm vidas muito especiais que pertencem a eles e não a nós.”
Até os bebês observam e aprendem com os animais no seu convívio. Uma pesquisa conduzida por Karinna Hurley e Lisa Oakes, da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, concluiu que os bebês em residências com um pet reconhecem melhor os rostos dos animais quando têm 10 meses de idade que as crianças que não têm animais.
E o relacionamento da criança com seu animal de estimação pode também fornecer uma ligação muito necessária com a natureza.
“Ter um animal vivo de verdade, respirando e fazendo um pouco de bagunça pela casa é uma boa forma de fazer essa conexão”, afirma Bradshaw.
O que os animais pensam das crianças?
Relembrar as origens selvagens dos nossos animais de estimação pode nos dar uma ideia de como eles veem as nossas famílias.
Os cães evoluíram para viver ao lado dos seres humanos e podem formar laços muito fortes conosco. Já os gatos são criaturas solitárias por natureza. Mesmo assim, eles parecem considerar seus companheiros humanos como sua família.
“Nossos gatos nos cumprimentam erguendo suas caudas e se esfregando nas nossas pernas — exatamente o que eles fazem quando encontram outro gato conhecido ou que consideram um membro da família”, escreve Bradshaw em seu livro The Animals Among Us (“Os animais à nossa volta”, em tradução livre).
Mas a transformação dessa afinidade para as crianças depende das experiências de vida anteriores do próprio pet. Cães e gatos têm uma breve janela — para filhotes, entre 8 e 16 semanas de idade — em que eles aprendem sobre os tipos de pessoas que poderão encontrar nas suas vidas.
“Sabemos que, se os filhotes não conhecerem crianças até cerca de seis meses de idade, dependendo do seu temperamento próprio, eles podem exibir reações bastante adversas”, explica Bradshaw.
“Isso indica que eles realmente não reconhecem as crianças como seres humanos, a menos que tenham sido apresentados a elas como parte do pacote humano.”
Isso faz totalmente sentido quando você observa do ponto de vista do animal, segundo ele. “Um bebê não se parece em nada com um ser humano adulto. Ele é muito menor, não consegue ficar de pé, faz barulhos muito diferentes dos humanos adultos e seu cheiro é muito diferente de um humano adulto.”
Compreender como um animal de estimação vê o mundo é fundamental para que todos se deem bem. Se um gato urinar em um novo berço ou carrinho de bebê trazido para casa, por exemplo, é fácil traçar conclusões.
“Se você não compreender a forma como o gato pensa, você poderá pensar ‘o gato está apenas com raiva porque vamos ter um bebê, ele deve saber'”, afirma Bradshaw.
“É claro que ele não sabe. Muitas vezes, é o ambiente olfativo [o cheiro da casa] que foi alterado e o gato perdeu seus pontos de referência familiares.”
Os cães e os gatos dependem muito dos seus narizes. Por isso, ter muitos cheiros novos na casa é como “chegar em casa e descobrir que alguém pintou suas paredes de cores totalmente opostas”, segundo Bradshaw.
Por outro lado, os aromas familiares podem mantê-los felizes. Em um estudo, Bradshaw e seus colegas colocaram na cama de um cão uma camiseta que havia sido usada pelo dono do animal. “Aquele cheiro familiar parecia fazer maravilhas para o cão, que ficou muito mais relaxado”, conta.
Não antropomorfizar nossos animais de estimação — ou seja, não esperar que eles pensem e se comportem como seres humanos — é especialmente importante quando o assunto é a segurança da criança.
“Você nunca pode ter 100% de certeza de como um cão irá reagir em qualquer situação específica”, afirma Bradshaw. “Existe todo tipo de coisas possíveis que podem acionar um modo diferente de comportamento de um cão — talvez algo que o dono nunca havia visto antes.”
Por fim, cada relacionamento entre uma criança e um animal de estimação é único, com suas próprias peculiaridades, benefícios e dificuldades — e, de algumas formas, os pesquisadores estão apenas começando a compreender o que torna o relacionamento de uma criança com seu pet benéfico para ambos.
“Esse campo realmente está avançando pela observação dessas diferenças mais individuais”, afirma Mueller.
Enquanto isso, as próprias crianças consideram os animais de estimação entre os seres mais importantes das suas vidas, beneficiando-se dos seus companheiros animais para apoio emocional e conforto, além de serem confidentes infalíveis para os seus segredos.
“É muito difícil quantificar [alguns desses benefícios] porque eles são muito individuais e a ciência lida com populações e grandes números”, segundo Bradshaw. “[Mas] apenas porque não é muito tangível e facilmente medido, isso não quer dizer que não seja real.”
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future.
Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-61932265

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum de Paulinho da Viola em 1972, ‘A dança da solidão’ faz há 50 anos a síntese da obra do artesão


Com sucessos como ‘Guardei minha viola’ e ‘Acontece’, além da música-título, o disco mostra que o samba do artista carioca balança no compasso da desilusão, entre as tradições e a modernidade. Capa do álbum ‘A dança da solidão’ (1972), de Paulinho da Viola
Ilustração de Elifas Andreato
♪ MEMÓRIA – É até arriscado apontar determinado álbum de Paulinho da Viola como título sobressalente na discografia solo do artista que faz 80 anos em 12 de novembro.
Norteada por alto padrão de qualidade que se manteve inalterado ao longo dos tempos, a obra fonográfica de Paulo César Baptista de Faria alcançou pico de popularidade e regularidade entre 1968 e 1979, período em que o cantor, compositor e músico carioca lançou nada menos do que onze álbuns na gravadora Odeon.
Dessa safra homogênea, o quinto álbum solo de Paulinho da Viola, A dança da solidão, lançado em 1972, permanece há 50 anos como síntese perfeita da música deste moderno guardião das tradições do samba e do choro.
Com capa que expõe o artista na ilustração de outro artista, Elifas Andreato (1946 – 2022), o álbum A dança da solidão faz, em doze faixas lapidares, a perfeita tradução da alma melancólica do filosófico sambista chorão.
Coube ao diretor musical do disco – o maestro Lindolpho Gaya (1921 – 1987), responsável pelas orquestrações e regências das faixas – expor nos arranjos a requintada carpintaria do repertório, que concilia seis então inéditas composições de Paulinho com seis abordagens de sambas alheios, quase todos inéditos.
O lado A do LP A dança da solidão abre com Guardei minha viola (Paulinho da Viola, 1972), samba que aponta o violão – e, por extensão, o próprio samba – como portador das mágoas provocadas por “alguém que só me fez ingratidão”.
Na sequência, a lembrança de Meu mundo é hoje (Eu sou assim) (Wilson Baptista e José Baptista, 1965) exemplifica com maestria a habilidade de Paulinho para dar tom personalíssimo a temas alheios – no caso, em registro interiorizado, de ritmo suave marcado por caixa de fósforos, presumivelmente percutida por Elton Medeiros (1930 – 2019), já que a sucinta ficha técnica do álbum omitiu os nomes dos músicos arregimentados para a gravação por Milton Miranda, produtor da Odeon, falecido nos anos 1990.
Papelão (1972) descortina samba de Geraldo das Neves (1929 – 1983), compositor associado à escola de samba Estação Primeira de Mangueira. Bamba da mesma Mangueira, Nelson Cavaquinho (1911 – 1986) é o compositor – em parceria com Ary Monteiro (1905 – 19??) – de Duas horas da manhã (1972), então inédito samba-canção arranjado com certa dramaticidade, mas sem deixar o disco pesado.
Na sequência do lado A, Ironia (Paulinho da Viola, 1972) destila e expia dor com elegância, reiterando que, na obra de Paulinho da Viola, o samba é a tristeza que balança – como sentenciara outra poeta em 1966 – no compasso da desilusão.
Já o partido alto No pagode do Vavá (Paulinho da Viola, 1972) põe a alegria na roda de samba, na gravação feita com a adesão vocal de Elton Medeiros, tendo se tornado uma das músicas mais conhecidas do compositor ao longo desses 50 anos.
Samba-título do álbum, alocado na abertura do lado B, A dança da solidão também se transformou em standard do cancioneiro autoral de Paulinho da Viola. O samba é joia de delicadeza e poesia.
Samba-canção então inédito de Cartola (1908 – 1980), compositor que somente iria lançar o primeiro álbum solo dali a dois anos, Acontece (1972) poetiza a batida fria de um coração no compasso da desilusão que rege boa parte da música de Paulinho da Viola.
Na sequência do álbum, aparecem duas inéditas parcerias de Paulinho da Viola com o poeta e letrista baiano José Carlos Capinan. Com o arranjo mais inventivo do disco, Coração imprudente (1972) bate no compasso do samba-choro, amalgamando os dois gêneros musicais que formam a matéria-prima da obra do compositor. Já Orgulho (1972) entorna poesia no chão embasado com as cordas do arranjo. “O tempo é um pássaro de natureza vaga”, caracteriza o poeta em verso da letra reflexiva.
Introduzido pelo baticum de Mestre Marçal (1930 – 1994), Juquinha Stockler (1930 – 2009), Elton Medeiros e Dazinho, nominados por Paulinho no início da faixa, o samba Falso moralista (1972) é de autoria de Nelson Sargento (1924 – 2021), mais um bamba de Mangueira que marca presença em álbum fechado com ode à Portela, escola de samba que passava na vida de Paulinho como um rio caudaloso.
Passado de glória (1970) é samba de Monarco (1933 – 2021) que integrara o álbum da Velha Guarda da Portela produzido há então dois anos por Paulinho da Viola, bamba apegado às tradições do samba que ele renova sem alarde, com a discrição dos ourives, dos carpinteiros de outrora.
E é justamente pelo fato de o compositor ter construído obra atemporal que o álbum A dança da solidão evolui em 2022 com o mesmo viço de 1972, podendo funcionar como bela porta de entrada para marinheiros de primeira viagem na discografia do timoneiro.
♪ Leia outros textos da série memorialista do Blog do Mauro Ferreira sobre grandes álbuns de artistas brasileiros que fazem 50 anos em 2022:
1. Segundo álbum londrino de Caetano Veloso, ‘Transa’ faz 50 anos como objeto de culto na obra do artista
2. Álbum de 1972 em que Gilberto Gil festejou a volta do exílio, ‘Expresso 2222’ faz 50 anos com combustível para alcançar futuras gerações
3. Álbum com que Elza Soares pediu passagem para o samba-soul faz 50 anos com vitalidade
4. ‘Clube da Esquina’, álbum que mostrou admirável mundo novo à MPB, conserva a chama da juventude aos 50 anos
5. Carnaval de Chico Buarque ainda faz sentido 50 anos após disco com trilha sonora de filme de 1972
6. ‘Elis’, álbum de 1972, faz 50 anos com o brilho intacto pela perfeição de canto, repertório e arranjos
7. Álbum do MPB4 em 1972, ‘Cicatrizes’ expõe feridas ainda abertas no Brasil após 50 anos
8. Obra-prima do grupo Novos Baianos, álbum ‘Acabou chorare’ faz 50 anos com o frescor de 1972

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-marido de Britney Spears tentou abrir quarto da cantora, afirmou um segurança em depoimento


De acordo com o TMZ, o profissional disse que Jason Alexander ficava repetindo que precisava falar com a artista. Britney e Jason Alexander
reprodução
Jason Alexander, ex-marido de Britney Spears, passou por uma audiência preliminar nesta segunda-feira (27), segundo o site TMZ. Ele foi acusado de tentar invadir o casamento da cantora no início de junho.
Britney Spears e Sam Asghari se casam em Los Angeles; fotógrafo divulga imagens do casal
De acordo com o site, uma das testemunhas ouvidas pelo juiz é um segurança, que foi demitido depois da tentativa de invasão. Ele disse que Alexander foi direto para o quarto de Britney depois de se infiltrar na propriedade e entrar na casa principal.
O profissional disse que Alexander tentou abrir a porta do quarto de Britney enquanto ela estava dentro, mas estava trancada. Ele também ficava repetindo que precisava falar com a cantora e estava procurando por ela, mesmo não estando na lista de convidados.
Donatella Versace, Paris Hilton, Britney Spears, Madonna, Selena Gomez e Drew Barrymore no casamento da cantora de ‘Toxic’
Reprodução/Instagram/DonatellaVersace
Jason Alexander foi detido ao entrar nas dependências do local do evento. Ele chegou a fazer um live pelo perfil no Instagram para mostrar o espaço onde foi realizada a cerimônia até o momento que é interrompido por seguranças.
Segundo o TMZ, ele disse que Britney o convidou e que ela era sua primeira e única esposa. A polícia do Condado de Ventura foi acionada.
Alexander mostrou apoio público a Britney durante o movimento #FreeBritney.
Ele participou de um comício do lado de fora de um tribunal de Los Angeles em agosto de 2020 e disse para o TMZ, na época, que tinha se comunicado com Britney.
Os dois eram amigos de infância e se casaram em janeiro de 2004 em uma cerimônia em Las Vegas. O casamento, no entanto, durou cerca de 55 horas.
Liberdade após fim da tutela
Britney Spears e Sam Asghari na premiere de ‘Era uma Vez em… Hollywood’, em julho de 2019, em Los Angeles
Reuters/Mario Anzuoni/File Photo
Britney se casou em junho com o Sam Asghari, com quem tem um relacionamento desde 2016, após se conhecerem no set do clipe de “Slumber Party”.
A cantora chegou a engravidar de Asghari, mas perdeu o bebê em maio.
O desejo de ter outro filho foi falado por Britney no emblemático depoimento que a cantora deu no caso da tutela em junho de 2021. Ela chegou a dizer que era impedida de se casar e engravidar.
‘Só quero minha vida de volta’, disse Britney Spears em audiência
“Eu tenho um DIU em meu corpo agora que não me deixa ter um bebê e meus tutores não me deixam ir ao médico para retirá-lo”, afirmou a cantora na época.
A decisão que tornou Britney livre foi dada em novembro do ano passado. Jamie Spears controlou a vida e as finanças da filha por 13 anos.
Britney Spears: “Vocês salvaram minha vida”

Fonte: G1 Entretenimento