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Grammy terá novos prêmios para composição e canção por temática social


Performance de música alternativa também foi incluída como uma das novas categorias. Regras passam a valer a partir de 2023. Olivia Rodrigo levou três Grammys na cerimônia de 2022
Patrick T. Fallon/AFP
A premiação dos Grammys terá cinco novas categorias a partir da cerimônia do ano que vem, afirmaram organizadores nesta quinta-feira (9), incluindo honrarias para composição, assim como um reconhecimento especial para canções com a temática de mudança social. 
A Academia de Gravação, responsável pela distribuição do prêmio, anunciou a criação do prêmio de compositor do ano (de música popular), para reconhecer “os compositores mais prolíficos, sejam eles artistas executantes de suas obras ou não, pelo conjunto de novos trabalhos lançados durante o ano considerado”. 
As novas categorias também incluem melhor performance de música alternativa, melhor performance de música americana, melhor trilha sonora de videogames e outros meios interativos, e melhor álbum de palavra falada e poesia. 
Grammy 2022: Silk Sonic, Jon Batiste e Olivia Rodrigo são os grandes vencedores
A academia também afirmou que irá introduzir um prêmio especial de reconhecimento para melhor música pela mudança social, para o qual as canções escritas precisam “conter letras que abordem uma questão social contemporânea e promovam entendimento, paz e empatia”. 
O vencedor será escolhido por um comitê e confirmado pelo Conselho de Curadores da Academia de Gravação. 
“Estamos animados para homenagear essas comunidades diversas de criadores de música por meio de novas premiações e reformas estabelecidas, e para continuar cultivando um ambiente que inspire a mudança, o progresso, e a colaboração”, afirmou o diretor-executivo da Academia de Gravação, Harvey Mason Jr., em nota. 

Fonte: G1 Entretenimento

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Homem ajuda a resgatar gatinho na estrada e cai em ‘emboscada’ com resto da ninhada


Vídeo com reação de Robert Brantley ao perceber que estava cercado por mais de uma dezena de animais se tornou viral nas redes sociais. Homem ajuda a resgatar gatinho na estrada e cai em ‘emboscada’ com resto da ninhada
Reprodução/Instagram
Um homem foi ajudar a resgatar um gatinho na estrada e acabou com mais de uma dezena de animais dentro do carro.
Em seu Instagram, Robert Brantley compartilhou um vídeo que mostra o resgate do pequeno animal em uma estrada de Louisiana, nos EUA. O gatinho se aproxima dele rapidamente. E, enquanto filma o felino em sua mão, ele se assusta ao perceber que outros tantos estão observando no meio de um matagal.
No segundo seguinte, é possível ver ao menos dez outros gatinhos miando e se aproximando rapidamente.
“Meu Deus. Eu não posso pegar todos vocês. Meu Deus”, se surpreende o homem ao notar que a “invasão” parecia sem fim.
Em seu Instagram, Robert Brantley conta que estava saindo para o intervalo do trabalho quando “passou por um gatinho que eu sabia que não sobreviveria à noite, e minha esposa estava querendo um gatinho para a fazenda.”
“Imaginei que ia parar e resgatar o gato. Voltei para fazer uma pequena gravação e sofri uma emboscada pelo resto da máfia”, brincou Brantley.
Nos vídeos seguintes postados nas redes sociais, ele agradece a todos que ofereceram ajuda, e revela que resgatou todos os animais – no total, são 13 – e que seus filhos adoram eles.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia remói ‘Cobras e lagartos’ em disco com músicas de Hermínio Bello de Carvalho


♪ Maria Bethânia remói Cobras e lagartos, parceria de Sueli Costa com Hermínio Bello de Carvalho apresentada ao Brasil em 1975 na voz da própria Maria Bethânia no álbum ao vivo com a gravação do show feito pela cantora com Chico Buarque.
A música foi regravada pela artista no estúdio da gravadora Biscoito Fino para o disco produzido pelo Selo Sesc com abordagens do cancioneiro de Hermínio. Bethânia volta a Cobras e lagartos em registro feito somente com o violão de João Camarero, músico extraordinário que integra a atual banda da cantora.
Além de Bethânia, o disco com a obra do compositor carioca traz no elenco Alaíde Costa – convidada a dar voz ao inédito samba-canção Só se for agora (Lucas Porto e Hermínio Bello de Carvalho, 2022) – e Ayrton Montarroyos, intérprete de Labaredas (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho, 1980).
Os cantores Zé Renato, Áurea Martins e Vidal Assis também estão no álbum.

Fonte: G1 Entretenimento

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Caetano Veloso faz soar no tempo atual todas as sílabas das palavras que canta no show ‘Meu coco’


Choro do artista na canção ‘Itapuã’ marca a estreia carioca da turnê de espetáculo valorizado pelo inebriante baticum dos percussionistas Kainã do Jêje, Pretinho da Serrinha e Thiago da Serrinha. Caetano Veloso na estreia carioca do show ‘Meu coco’ com os percussionistas Kainã do Jêje, Pretinho da Serrinha e Thiago da Serrinha
Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio
Resenha de show
Título: Meu coco
Artista: Caetano Veloso
Local: Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 8 de junho de 2022
Cotação: * * * * 1/2
♪ “Minha palavra cantada pode espantar / E a seus ouvidos parecer exótica”, ressaltou Caetano Veloso, no palco da casa Vivo Rio, na introdução a capella de Muito romântico (1977), quinta das 26 músicas do roteiro inteiramente autoral seguido pelo artista na estreia carioca do show Meu coco na noite de ontem, 8 de junho de 2022.
Logo em seguida, Muito romântico – segunda das três músicas fornecidas pelo compositor para Roberto Carlos ao longo da década de 1970 – foi encorpada com o inebriante baticum dos percussionistas Kainã do Jêje, Pretinho da Serrinha e Thiago da Serrinha, se tornando um dos pontos mais altos do show orquestrado sob a direção musical de Lucas Nunes (guitarra e violão) e Pretinho.
Os versos da primeira estrofe dessa canção do Roberto que é de Caetano foram a senha para o entendimento do show Meu coco por quem por acaso ainda desconheça a natureza inquieta da alma musical do artista. À beira dos 80 anos, a serem festejados em 7 de agosto, Caetano Veloso ainda faz no tempo soar as sílabas de palavras cantadas com inventividade que, sim, a alguns ouvidos podem parecer exóticas.
Marcado na estreia carioca pelo choro do artista na canção Itapuã (1991), lembrança nostálgica de alegria e amor juvenis em Bahia feliz, o show Meu coco é baseado no álbum homônimo de outubro de 2021 – o primeiro disco de músicas inéditas do cantor desde Abraçaço (2012) – e, tal como o álbum, segue por caminhos sinuosos, desbravados pelos arranjos geralmente exuberantes tocados por um sexteto dos deuses.
No confronto com roteiro original da estreia nacional do show Meu coco em Belo Horizonte (MG), em 1º de abril, o repertório da temporada carioca na casa Vivo Rio – em cartaz até sábado, 11 de junho – teve a adição da romântica canção Cobre (2021), destaque da safra autoral do álbum Meu coco na seara melódica, em número calcado na voz e no violão do artista.
Fiel à sonoridade do disco, o show chegou ao Rio de Janeiro (RJ), cidade que há décadas abriga o artista baiano, com alguns problemas técnicos – como o fato de a voz do cantor ter soado abafada pelo baticum no samba Meu coco (2021) e em Trilhos urbanos (2021), além de ter ganhado ecos em canções como Menino do Rio (1979), Ciclâmen do Líbano (2021) e sobretudo Mansidão (1982). Driblados por Caetano com elegância, esses entraves técnicos soaram diluídos na corrente de força e beleza musical que arrastou o público por quase duas horas de show.
Caetano Veloso no palco da casa Vivo Rio na estreia carioca do show ‘Meu coco’ em 8 de junho
Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio
À frente de cenário criado por Luiz Henrique Sá a partir de obra inacabada de Helio Eichbauer (1941 – 2018), o cantor se mostrou sem medo de parecer exótico – traço recorrente na trajetória do artista desde que o samba é samba – em movimento realçado pelas coreografias inusitadas de músicas como Não vou deixar (2021).
Mas alternou as dissonâncias do que pede para se cantar – como Anjos tronchos (2021), canção que perdeu em cena o efeito mântrico da gravação do disco ao mesmo tempo em que ganhou solo imponente da guitarra de Lucas Nunes – com a busca do acorde perfeito maior que faz cantor e público brilharem em um cântico uníssono, efeito que embalou Baby (1968), Sampa (1978) e Cajuína (1979).
A pulsação da percussão em Cajuína reiterou que, embora músicos como Alberto Continentino (baixo) e Rodrigo Tavares (teclados, Glockenspiel e MPC) contribuam expressivamente para o impacto da massa sonora do show, a alma de Meu coco reside mesmo no vigor invulgar do baticum de Kainã do Jêje, Pretinho da Serrinha e Thiago da Serrinha, como a luminosa abordagem de Lua de São Jorge (1979) referendou ao fim do show, antes do bis que, além da canção Mansidão, abarcou a dançante Odara (1977) e culminou com Noite de cristal (1988) em corajoso anticlímax.
A combinação de percussão e guitarra no arranjo de Reconvexo (1989), por exemplo, eletriza e renova o estilizado samba de roda, veiculo para os remelexos de Caetano.
Aberto com o registro de voz e violão de Avarandado (1967), canção apresentada na voz de Gal Costa há 55 anos em álbum dividido com Caetano mas nunca gravada pelo autor, o roteiro do show Meu coco é muito feliz ao entrelaçar e harmonizar o repertório do disco homônimo com as músicas de várias fases da obra do artista, todas revigoradas pela inserção no atual universo musical do artista.
Se Enzo Gabriel mixou desalento e esperança ao abençoar a chegada ao mundo de meninos guenzos que podem vir a se tornar gigantes negros no Brasil racista, porque Caetano canta o que não pode mais se calar, O leãozinho (1977) soou como acalanto na sequência imediata de roteiro que, cinco números depois, abriu espaço para Pretinho da Serrinha evoluir com ginga no palco da casa Vivo Rio na cadência de Sem samba não dá (2021).
Número calorosamente ovacionado pelo público, You don’t know me (1972) confirmou que o culto ao já cinquentenário álbum Transa (1972) é real, e não mera invenção midiática de jornalistas musicais.
Em contrapartida, as músicas Araçá azul (1973) e A Outra Banda da Terra (1983) – esta com a graça de ter sido cantada com o r retroflexo, tal como se fala em parte do interior do Brasil – surtiram efeito menor na plateia e pareceram enraizadas somente na memória afetiva do artista, que também cantou a poesia concreta de Pulsar (1979) – tecendo loas ao poeta Augusto de Campos, parceiro de Caetano na música feita a partir de versos publicados em 1975 – e incentivou o coro popular no refrão de A bossa nova é foda (2012).
Com vitalidade que desmente a proximidade dos 80 anos, Caetano parece dizer em cena que nenhuma força do mal virá fazê-lo calar. Noutras palavras, Caetano Veloso comprova no tempo atual do show Meu coco que continua sendo um dos artistas mais fundamentais do Brasil.
Caetano Veloso inclui a canção ‘Cobre’ no roteiro do show ‘Meu coco’
Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio
♪ Eis as 26 músicas do roteiro inteiramente autoral seguido por Caetano Veloso em 8 de junho de 2022 na estreia carioca do show Meu coco na casa Vivo Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ):
1. Avarandado (1967)
2. Meu coco (2021)
3. Anjos tronchos (2021)
4. Sampa (1978)
5. Muito romântico (1977)
6. Não vou deixar (2021)
7. You don’t know me (1972)
8. Trilhos urbanos (1979)
9. Ciclâmen do Líbano (2021)
10. A Outra Banda da Terra (1983)
11. Araçá azul (1973)
12. Cobre (2021)
13. Cajuína (1979)
14. Reconvexo (1989)
15. Enzo Gabriel (2021)
16. O leãozinho (1977)
17. Itapuã (1991)
18. Pulsar (Caetano Veloso e Augusto de Campos, 1979)
19. A bossa nova é foda (2012)
20. Baby (1968)
21. Menino do Rio (1979)
21. Sem samba não dá (2021)
23. Lua de São Jorge (1979)
Bis:
24. Mansidão (1982)
25. Odara (1977)
26. Noite de cristal (1988)
Caetano Veloso com os músicos Lucas Nunes, Alberto Continentino e Rodrigo Tavares no show ‘Meu coco’
Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Cartas de Marcel Proust falam de ‘incômodo amigo’ que foi parar no Brasil


Relato aparece entre as 20 cartas de ‘Lettres à Horace Finaly’, obra editada por Thierry Laget e lançada nesta quinta-feira (9) pela editora Gallimard. O escritor francês Marcel Proust
AFP PARIS
O escritor Marcel Proust (1871-1922) continua a fazer correr rios de tinta na França 100 anos depois de sua morte, e o último episódio é sua complicada relação com um suíço, Henri Rochat, que teve de mandar para o Brasil para se livrar dele.
Sabe-se pouca coisa de Rochat, que nasceu em data indeterminada na Suíça, e que era garçom no hotel Ritz de Paris quando o autor de “Em Busca do Tempo Perdido” conheceu-o em 1917. Proust já era uma figura literária reconhecida e sua homossexualidade era um segredo aberto nos círculos parisienses.
O escritor convidou-o para se instalar em sua casa em 1918. Em carta ao um amigo, o banqueiro Horace Finaly, Proust confessa que acreditava que o jovem suíço “ficaria apenas algumas semanas” e que “poderia ser seu secretário”. Essas cartas de Proust a Finaly fazem parte da rica herança literária e epistolar que continua a aparecer regularmente na França em torno do autor.
As “Lettres à Horace Finaly” mostram que o escritor rapidamente se arrependeu de seu impulso.
“Como fica entediado em casa, ‘fugiu’ duas ou três vezes e, infelizmente, não apenas perdeu peso, como também todo dinheiro que dei a ele”, lamenta o autor na carta ao amigo banqueiro.
E as contas no alfaiate se acumulavam.
“Gastava muito mais do que Proust. Era um dândi que lhe deu apenas alguma inspiração, algumas partidas de damas e noites ao piano”, diz à AFP Thierry Laget, editor destas 20 cartas publicadas nesta quinta-feira (9) pela editora Gallimard.
Capa de “Lettres à Horace Finaly”
Divulgação/Éditions Gallimard
Proust mantinha uma longa e apaixonada relação com Reynaldo Hahn, o compositor de origem venezuelana que foi uma celebridade da Belle Époque parisiense.
Rochat ao piano “não devia ter o mesmo encanto que Hahn, que era superdotado”, comenta Laget.
O rastro em Recife
As cartas de Proust ao amigo Finaly ajudam a entender a importância desse banqueiro para a solução desse incômodo problema: mandar o jovem para o Brasil.
Finaly consegue para ele um emprego em uma delegação do Sudaméris, a filial do banco BNP para a América Latina, em Recife.
Em Recife, Rochat volta a levar uma vida luxuosa. Acumulava dívidas e depois dizia que “um tal” Proust iria pagá-las um dia. O escritor certamente lhe enviou algum dinheiro.
A pista de Rochat se perde em um continente onde naquela época era relativamente fácil para um europeu recomeçar do zero. Acreditava-se que ele havia morrido na Argentina, mas descobriu-se, recentemente, que morava nos arredores de Parnaíba quando desapareceu em 1923.
Nenhuma sepultura foi descoberta em seu nome. Sabe-se que levou consigo, para esta região tropical, exemplares dos romances de Proust.
“Rochat ajudou muito na difusão do trabalho de Proust no Brasil, um dos países onde ele é conhecido e apreciado há muito tempo”, explica Laget.
“Sabemos que, no Brasil, mostrava fotos dele com Proust, então essas fotos podem reaparecer algum dia”, acrescenta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #55: conheça Ruby Fofa, a cadela que faz entregas com seu tutor


Neste episódio, a jornalista Giuliana Girardi conversa com Miguel, entregador que resgatou a cachorrinha na rua, e hoje faz sucesso nas redes sociais. Com mochila, capacete e roupa personalizadas, a cadela Ruby sobe na moto e percorre as ruas de São Paulo com seu tutor, o motoboy Miguel Pereira. Eles fazem entregas de moto juntos e muito sucesso por onde passam. Neste episódio de “Bichos na Escuta”, a jornalista Giuliana Girardi conversa com o entregador, que conta como resgatou Ruby das ruas. A veterinária Rita Ericson, consultora do podcast, também participa do bate-papo.
Ruby foi resgatada das ruas há oito anos e, desde então, a cadela e seu tutor passeiam de moto. Foi quando o motoboy decidiu levá-la como sua ajudante. Juntos, eles já fizeram mais de 400 mil entregas durante esses anos. Segundo Miguel, Ruby é a única cadela que faz delivery no mundo.
Ruby Fofa e seu tutor na redação de São Paulo
g1
O mais importante é respeitar, tem que ficar atento, porque os sinais dos animais costumam ser mais sutis.
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
A história de Farofa, o cachorro que pega o ‘busão’ para a escola
A cachorra que viaja o mundo em uma kombi
O gatil que ajuda detentos na ressocialização
Conheça Pretinha, a cadela tricolor que comemora os gols do Fluminense
Ouça história de empresário do mercado pet que já morou nas ruas de São Paulo
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ms. Marvel’: produtora fala sobre representatividade muçulmana na série e troca de poderes da heroína


Em entrevista ao g1, a responsável pela série, Bisha K. Ali, falou sobre a mudança: ‘Foi uma decisão gigantesca, e foi bem no começo, na verdade, quando começamos a adaptação’. Produtora e roteirista de ‘Ms. Marvel’ fala sobre mudança dos poderes da personagem
“Ms. Marvel” estreou nesta quarta-feira (8) como a primeira série estrelada por uma heroína muçulmana, com linguagem honestamente adolescente e foco declarado na vida de seus personagens e representatividade.
G1 já viu: ‘Ms. Marvel’ prova que Kamala Khan é o futuro do estúdio assim como tem sido nas HQs
Mesmo com tudo isso, o que muito fã quer entender mesmo é a mudança nos poderes da protagonista – visivelmente diferentes daqueles das HQs desde os trailers.
“Não foi uma decisão solo. Foi uma decisão gigantesca, e foi bem no começo, na verdade, quando começamos a adaptação. Foi em uma conversa entre todo mundo que tem um papel criativo nisso”, conta em entrevista ao g1 a responsável pela série (showrunner, em inglês), Bisha K. Ali. Assista ao vídeo acima.
“Eu também sou uma super fã dos quadrinhos. E eu, honestamente, há cinco anos eu era vocês no Twitter. De verdade. Eu era a pessoa reclamando. Então eu completamente entendo. E estou muito com vocês. Metade do tempo estou desesperada para responder. Mas daí penso: ‘não, Bisha. Você é uma profissional. Não faça isso'”.
Cada um dos seis episódios da primeira temporada vai ser disponibilizado semanalmente às quartas na plataforma de vídeos Disney+.
Iman Vellani em cena de ‘Ms. Marvel’
Divulgação
Novos poderes, mesma Ms. Marvel
“Ms. Marvel” apresenta Kamala Khan (interpretada pela estreante Iman Vellani, de 19 anos) ao público, uma jovem nerd muçulmana de família paquistanesa que cresceu nos Estados Unidos fã de super heróis, em especial da Capitã Marvel interpretada por Brie Larson.
Enquanto tenta equilibrar as cobranças dos pais imigrantes e seu contraste com a realidade no colegial americano, ela descobre dons especiais ativados por joias deixadas por uma misteriosa antepassada.
Com uma natureza aparentemente cósmica, eles dão à personagem a habilidade de projetar e moldar algo parecido com energia. Mas, ao invés de rajadas e disparos como os de seu ídolo, eles podem assumir diferentes formas – como inclusive extensões de suas mãos e pernas.
Com isso, eles são ao mesmo tempo muito diferentes daqueles apresentados nos quadrinhos, onde ela consegue esticar ou encolher o próprio corpo e até tomar a aparência de outras pessoas, e um pouco parecidos.
Rish Shah e Iman Vellani em cena de ‘Ms. Marvel’
Divulgação
“Há muitos motivos para mudá-los, e eu só espero que todo mundo apenas dê uma chance a eles, e que entendam que a conexão entre a personagem e quem ela é, e como ela navega pelo mundo. Esses poderes que ela tem, que foram tão vitais nos quadrinhos – estamos fazendo uma outra versão disso para a TV”, explica (ou tenta) Ali.
Ela faz referência aos paralelos, nos quadrinhos, entre as novas habilidades de Kamala e as estranhezas da puberdade. Com o corpo em constante mudança, no começo de sua carreira heróica a jovem se viu diversas vezes repelida pelas próprias transformações.
Ou seja, há pelo menos uma promessa de que os poderes da Ms. Marvel na série também reflitam os desafios da personagem em uma história diferente.
Iman Vellani e Matt Lintz em cena de ‘Ms. Marvel’
Divulgação
“Posso dizer que os poderes que ela tem na série são intrinsecamente ligados a seus poderes (nas HQs). São intrinsecamente ligados à jornada pela qual ela vai passar, são intrinsecamente ligados ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês), com coisas que vão – ou não vão – acontecer.”
Vinda da sala de roteiristas de outra série com grandes repercussões em todo o MCU, “Loki”, Ali faz mistério, mas é preciso lembrar que Kamala já tem futuro definido.
Em 2023, ela se junta à sua própria heroína e à personagem de Teyonah Parris em “WandaVision”, outra que já usou o nome de Capitã Marvel nos gibis, em “The Marvels”. Estrelada pelo trio, a produção é uma continuação meio indireta do filme de 2019.
Iman Vellani em cena de ‘Ms. Marvel’
Divulgação
Mas afinal, quem é Ms. Marvel?
Nos quadrinhos, é comum que um título seja compartilhado por diferentes personagens. Tanto que Kamala é apenas a quarta pessoa a assumir a identidade de Ms. Marvel.
Criada por um time composto pelos editores Sana Amanat (que também produz a série) e Stephen Wacker, a escritora G. Willow Wilson e os artistas Adrian Alphona e Jamie McKelvie, a jovem garota apareceu pela primeira vez no final de 2013, em uma história da Capitã.
Até por isso, é a criação mais “jovem” da Marvel a estrelar uma produção solo – pelo menos até a estreia da série da “Coração de Ferro”, criada em 2016 por Brian Michael Bendis e o brasileiro Mike Deodato, em algum momento de 2022 ou de 2023.
Depois de ganhar os poderes (nas HQs, ela descobre ser uma inumana, uma raça geneticamente modificada por um império alienígena), Kamala passou a estrelar a própria série em quadrinhos em fevereiro de 2014.
Com um carisma inocente que a aproximou de leitores muito além daqueles que poderiam se relacionar mais diretamente, como muçulmanos ou garotas, ela rapidamente se tornou um dos heróis mais populares da Marvel.
Mohan Kapur, Iman Vellani, Saagar Shaikh e Nimra Bucha em cena de ‘Ms. Marvel’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Cadeirantes brasileiras relatam preconceito e falta de acessibilidade em voos: ‘A gente sempre é esquecida’


Dias atrás, caso da tetraplégica britânica que ficou mais de 1 hora sozinha esperando sair de avião em Londres viralizou. Paulista conta que já teve de se arrastar por escada para embarcar. Andrea Schwarz, Karla Caroline Barbosa e Katya Hemelrijk da Silva
Arquivo Pessoal
A imagem da passageira tetraplégica Victoria Brignell sozinha por 1h30 em um avião, à espera de que uma equipe a retirasse, repercutiu em todo o mundo dias atrás. O aeroporto de Gatwick, em Londres, pediu desculpas pelo ocorrido e descreveu o tratamento como “inaceitável”.
Mas o que houve com a britânica não é um caso isolado e ocorre com frequência na rotina de pessoas com deficiência, afirma a empresária Andrea Schwarz, de São Paulo, que é referência por palestras sobre inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Cadeirante há 22 anos, Andrea já viajou para 40 países e, na maioria das vezes, teve dificuldades. Em um voo para o exterior, chegou a ficar sozinha no avião por mais de uma hora, assim como a britânica, até conseguir ser retirada.
“Meu marido estava comigo e a cadeira estava no porão. Quando o avião pousasse, ele teria que ir até a porta da aeronave para montar a cadeira e me tirar”, conta.
“Então, assim que o avião pousou, ele já saiu. Quando voltou para me buscar, não deixaram ele entrar alegando que era uma ordem de segurança. Ficou, então, ele explicando que precisava me pegar e eu sozinha, esperando. Foi uma hora e meia até que trouxeram uma cadeira e me tiraram. Ou seja, a gente sempre é esquecida.”
Pessoas com deficiência enfrentam dificuldades para pedir isenção de IPVA em SP
Mulher cadeirante cria mutirão e ajuda a salvar outras pessoas com deficiência na guerra da Ucrânia: ‘Somos deixadas para trás’
Andrea lembra de outra experiência ruim, quando viajou de São Paulo para Brasília para fazer palestra. “Havia muitas pessoas com necessidades e ele não sabiam como agir”, recorda. “Não tinha o ambulift [espécie de caminhão com um container que sobe e desce para levar a pessoa até a porta lateral da aeronave]. Então, houve demora para todos entrarem.”
Ambulift no pátio do Aeroporto Internacional São Paulo – Cumbica (GRU), em Guarulhos, em foto de 2017
Celso Tavares/G1
“Quando chegamos, o comandante não me fala que queria se desculpar pelo atraso porque tinha muitos passageiros com necessidades especiais no voo e por isso atrasou? A culpa ficou para a gente…”, lamenta Andrea.
“Um amigo meu, tetraplégico, chamou esse comandante e pediu para ele nunca repetir isso, que é algo que reforça o preconceito”, ensina.
“Quem tem que mudar é o meio. O meio que é deficiente por não nos dar o direito de ir e vir.”
Andrea Schwarz mostra nas redes sociais a rotina de um cadeirante para viajar. Na foto, marido a coloca em uma cadeira especial que permite passar pelo corredor do avião.
Arquivo Pessoal
A estudante de direito Karla Caroline Barbosa, de 34 anos, mora em Recife e conta que também já ficou dentro de um avião esperando alguém para retirá-la.
“Em março, eu estava vindo de Maceió para Recife quando fiquei mais de 30 minutos no avião esperando a cadeira. Aí eles perguntaram se eu me incomodava de sair carregada. Disse que não porque eu precisava sair do avião. Acontece muito”, relata.
Para Andrea, a principal preocupação quando viaja de avião é com a cadeira de rodas.
“[A cadeira] não é um objeto e, sim, meu meio de locomoção. E já aconteceu mil vezes de vir quebrada, de ter o pneu estourado… E, quando ocorre, a companhia aérea quer emprestar a deles, mas não adianta para nada porque minha cadeira é feita para meu corpo”, justifica. “Ela é personalizada e demora 120 dias para chegar uma nova. Então, você inviabiliza a viagem.”
Se arrastou pelas escadas
Katya Hemelrijk da Silva já precisou se arrastar pelas escadas para poder embarcar após um voo entre Foz do Iguaçu (PR) e São Paulo, onde mora. O caso aconteceu em dezembro de 2014 e, na época, chamou a atenção nas redes sociais.
“Na hora de embarcar, a mulher falou que o gerente queria conversar comigo. Ele me deu três alternativas: ou eles me subiam no braço, ou me levavam na própria cadeira, com dois me carregando, ou eu teria que esperar o próximo voo, que daria tempo de carregar o aparelho [que funciona como elevador portátil]”, conta. Ela rejeitou as três opções.
Katya postou na internet a foto em que aparece sentada na escada da aeronave e fala sobre a dificuldade para embarcar
Reprodução / Internet
Katya diz que decidiu se arrastar pela escada por ser o método mais seguro. “Se fosse para alguém me carregar, seria meu marido, mas mesmo assim não é a solução ideal. A escada estava escorregadia com o sereno. E como eu tenho esse problema dos ‘ossos de vidro’, qualquer forma que me peguem, uma forma mais bruta, acaba me machucando”, explicou na época.
E não foi a primeira vez que ela precisou subir em uma aeronave dessa forma: “Em 2008, tive que me arrastar na viagem de lua de mel para Maceió. Pensa na situação?”.
Quais são as regras
A resolução 280 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de 2013, obriga aeroportos e companhias aéreas a obedecer a algumas regras pra melhorar o serviço aos passageiros que precisam de atendimento especial, sejam portadoras de deficiência, idosos ou pessoas que momentaneamente têm alguma restrição de locomoção.
Essas pessoas têm preferência no embarque e desembarque. E, segundo as normas, o equipamento para subir e descer de um avião, por exemplo, deve ser disponibilizado pelo aeroporto, podendo seu uso ser cobrado das companhias aéreas.
E funcionários da empresa só devem carregar o passageiro em casos extremos, como a evacuação de emergência da aeronave.
Andrea Schwarz usa elevador portátil para embarcar em voo. Recursos de embarque e desembarque devem ser providenciados pelo aeroporto
Oito anos depois de ter se arrastado pela escada, Katya Silva diz que não passou mais por situações semelhantes, mas entende que ainda há muito o que melhorar em relação à acessibilidade nos aeroportos.
“O fato de ser carregada é bem desconfortável e, para acelerar o processo e não deixar pessoas esperando, a gente se sujeita às situações desconfortáveis e temos refletido sobre isso. Estamos longe do mundo ideal na aviação, no transporte como um todo. Precisamos mudar esse cenário”, diz.
Mesmo com más experiências, Karla Barbosa afirma que nunca pensou em desistir de ir até um lugar por conta da falta de acessibilidade.
“A situação me constrange, mas não é suficiente para que me paralise. Se eu não ignorasse isso ou não tivesse ainda crença no progresso, eu não estaria onde estou, como trabalhando e estudando. Se a gente não se mostra, não corre atrás, não reclama, a gente se acostuma e se acomoda, porque ninguém vê a gente”, conclui.
Tetraplégica fica mais de uma hora e meia esperando equipe do aeroporto em Londres
Reprodução/Twitter
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Fonte: G1 Entretenimento

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Michel Blois expõe desejos de um idoso e de uma cadeirante no espetáculo teatral ‘Euforia’


Com entrada gratuita, apresentação está em cartaz em Presidente Prudente (SP), nesta quinta-feira (9), a partir das 20h30. Ator integra o elenco da novela ‘Além da Ilusão’, na TV Globo. Em dois solos, Michel Blois interpreta uma cadeirante e um idoso
Renato Mangolin
Os desejos de um idoso e de uma cadeirante são os temas centrais do espetáculo teatral “Euforia”, que será apresentado gratuitamente, às 20h30, nesta quinta-feira (9), na Área de Convivência do Sesc Thermas, em Presidente Prudente (SP). É o ator, diretor e dramaturgo Michel Blois que se divide nesses dois solos.
Na apresentação, há o desabafo da mulher que ficou paraplégica após um acidente e de um idoso de mais de 80 anos que esconde ser homossexual. Os dois socialmente são olhados como seres assexuados, invisíveis aos olhos do prazer comum.
A apresentação do espetáculo faz parte da Campanha de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, do Sesc São Paulo, que neste ano trabalha o tema Reconhecimento e Direitos.
O texto de “Euforia” é de Julia Spadaccini, com direção de Victor Garcia Peralta. Após a apresentação, haverá um bate-papo com o ator Michel Blois. Atualmente, ele está no ar na novela “Além da Ilusão”, na TV Globo, com o personagem Leopoldo.
“Espero que o público de Presidente Prudente se conecte com a fragilidade de um personagem que muda a forma de agir com seu cuidador, por medo da reação, escondendo sua sexualidade, algo incompatível com sua juventude livre”, afirma Michel Blois sobre o personagem idoso.
O espetáculo tem duração de 60 minutos e classificação etária de 14 anos. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados a partir das 12h desta quinta-feira (9) pelo site ou na bilheteria do Sesc Thermas, que fica na Rua Alberto Peters, 111, no Jardim das Rosas.
Em dois solos, Michel Blois interpreta uma cadeirante e um idoso
Renato Mangolin
Em dois solos, Michel Blois interpreta uma cadeirante e um idoso
Renato Mangolin
Em dois solos, Michel Blois interpreta uma cadeirante e um idoso
Renato Mangolin
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Fonte: G1 Entretenimento

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Céu, Criolo e Emicida se juntam em ‘Amor, ordem e progresso’, show inédito do festival João Rock


Músicas de Pixinguinha, Milton Nascimento e Jards Macalé estão no roteiro entre composições dos repertórios dos três artistas paulistanos. ♪ Dois importantes rappers projetados nacionalmente nos anos 2010, Criolo e Emicida, se juntam com uma cantora e compositora, Céu, que ajudou a imprimir a caligrafia da música brasileira do século XXI. O trio paulistano está reunido em Amor, ordem e progresso, show inédito que será apresentado no sábado, 11 de junho, dentro da programação do festival João Rock, atração de Ribeiro Preto (SP).
O roteiro de Amor, ordem e progresso está estruturado em três partes – Sankofa, A nave e Ainda há tempo? – com linhas narrativas que, entrecruzadas, pretendem expor em cena a diversidade da cultura brasileira.
Os repertórios dos três artistas conduzem os três atos do show entre abordagens de músicas alheias como Carinhoso (Pixinguinha, 1917 / com letra posterior de Braguinha, 1937), Nada será como antes (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971) e Vapor barato (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971).
Júlio Fejuca assina a direção musical de Amor, ordem e progresso, show feito por Céu, Criolo e Emicida com banda formada por Carlos Café do Pandeiro (percussão), Jhow Produz (bateria), Mônica Agena (guitarra, cavaquinho e assistente de produção musical) e Rodrigo Digão (baixo, synths, violão e cavaquinho), além DJ Nyack nos toca-discos.

Fonte: G1 Entretenimento