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Johnny Hooker fala da dificuldade de ‘furar a bolha’ com música autoral: ‘Falta oportunidade’


Cantor lança álbum semanas após desabafo em que cita possibilidade de encerrar carreira. Em ‘Orgia’, ele canta sobre sexo e desejo no Brasil de 2022. Johnny Hooker lança “Orgia”, terceiro álbum da carreira, semanas após publicar um desabafo no qual falava sobre viver de música no Brasil.
Sabe quando você cansa de nadar contra a correnteza? Era o sentimento do cantor pernambucano ao ver que o single “Cuba” tinha apenas 13 mil plays no Spotify na metade de maio.
“Não há mais demanda pelo meu trabalho. Se é que houve um esboço de alguma algum dia. É preciso saber a hora de se retirar”, escreveu no Twitter.
Ele fez o post no sábado (21) e, dias depois, com o burburinho, o número pulou para 500 mil. Ao lançar o novo álbum, o cantor continua a reflexão sobre as dores de quem faz música brasileira autoral e independente hoje em dia.
“Chega um momento, no Brasil, que você percebe que não adianta, porque o dinheiro que você tem para investir não é o suficiente para fazer sair da bolha”, diz Hooker em entrevista ao g1.
“Não importa quanto você trabalhe, quantas coisas lindas e importantes você lance que vão construir um legado. Existe um muro intransponível que é o poder econômico, dinheiro, agronegócio”.
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“Antes, a gente ainda conseguir alguma uma posição em uma playlist, alguma coisinha… A gente até conseguia coexistir de leve, mas parece que agora o dinheiro tomou o quadro todo”.
Para o cantor, o desabafo foi necessário para chamar atenção para o que trabalho que faz desde 2015, no álbum de estreia “Eu Vou Fazer uma Macumba Pra Te Amarrar, Maldito”.
“Parece que você precisa falar: ‘Gente, eu vou me jogar da ponte’ para as pessoas olharem e falarem ‘Poxa, olha o estado mental que a gente deixou chegar esse artista aqui'”.
“A nossa música pop tem tanto potencial quanto as músicas que estão tocando na rádio, quanto as músicas que estão no Top 50 do Spotify. O que falta é oportunidade”.
Hooker diz, no post, que vai sair de cena, mas com o lançamento do álbum a realidade é diferente. Ele sai em turnê para Europa no próximo domingo (12) e canta também no Rock in Rio Lisboa.
Depois, volta ao Brasil para preparar o show completo do novo álbum. “Falo o que eu vou fugir, mas não tem como porque eu já estou todo enrolado, mas é também uma vontade de fazer outras coisas”.
“Já trabalhei como ator, eu escrevo, enfim [penso em] fazer outras coisas para arejar a mente e, depois, voltar para a música”, continua, hesitante.
Desejo, sexo e política
Johnny Hooker
Divulgação/Carlos Salles
Nas 13 faixas de “Orgia”, Hooker fala sobre uma tríade que considera fundamental para sua vida: desejo, sexo e política.
“Cuba”, a faixa da polêmica, é uma boa síntese do álbum. “Só de ter ver penso em largar tudo e fugir com você para Cuba, completamente totalmente na tua”, canta ele.
Já o tom provocativo do cantor de 34 anos fica claro em “Nhac”, feat com Chameleo, “Nos Braços de um Estranho”. Esta última com uma pegada mais eletrônica e clubber.
“É o meu trabalho mais adulto, mais maduro até hoje. Me sinto, finalmente, um adulto”.
Pop, samba, música eletrônica, flamenco, brega estão presentes no disco em uma mistura que faz todo sentido dentro do que Hooker já apresentou até aqui. Ele canta com Silva em “Maré”, e com Jader em “Larga Esse Boy”.
O ponto de partida foi o livro “Orgia – Diários de Tulio Carella”, escrito pelo dramaturgo e roteirista argentino sobre as experiências que teve no Recife nos anos 60.
“É uma obra super desconhecida, obscura, mas considerada por vários pesquisadores como um dos primeiros relatos abertamente LGBT, sobre sexo, sobre homossexualidade na América Latina”, explica o cantor.
Depois de quatro anos trabalhando no álbum com os produtores Arthur Marques, DJ Thai, Felipe Puperi, João Inácio da Silva, Barro e Guilherme Assis, a sensação é de alívio com o lançamento.
“Não vou dizer que está tudo 100% como eu queria, porque para isso precisaria de mais de dinheiro, mas com os ‘2,50’ que a gente tem para fazer o nosso trabalho ficou lindo, está muito chique”, finaliza.
Relembre no podcast g1 ouviu como a pandemia impactou artistas, músicos e equipe técnica no Brasil

Fonte: G1 Entretenimento

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Quanto fica para a banda? Líderes de cachês acumulam queixas e ações de músicos e funcionários


Músico diz que Wesley Safadão pagava R$ 4 mil por mês, ganhando R$ 600 mil por show. Gusttavo Lima foi condenado a pagar impostos e direitos trabalhistas em ação que cita ‘caixa dois’.
Wesley Safadão e Gusttavo Lima
Divulgação e Érico Andrade / g1
O quanto sobra de grandes cachês para quem não está no centro do palco? A polêmica dos shows bancados por prefeituras mostrou que os contratos são altos para os cantores. Mas os líderes de verbas recebidas acumulam queixas e processos de seus músicos e técnicos.
Entre os shows de prefeituras investigadas pelo Ministério Público, os maiores cachês são de Gusttavo Lima – até R$ 1,2 milhão. Em segundo lugar aparece Wesley Safadão, contratado por R$ 600 mil.
Eventos com Bruno e Marrone, Zé Neto & Cristiano e outros artistas também são questionados, mas com cachês mais baixos que os dos dois líderes entre esses shows no alvo do MP. Veja aqui a lista.
O g1 ouviu músicos e “roadies” (técnicos de palco). Veja os principais pontos e leia relatos a seguir:
Um músico que tocou com Wesley Safadão diz que recebia R$ 4 mil por mês. Na época, o cachê do cantor já chegava a R$ 600 mil por show, e eles faziam até 30 apresentações por mês.
Um ex-músico de Gusttavo diz ao g1 que ganhava R$ 600 reais por show, na época em que o cachê do cantor era de R$ 280 mil.
Dois roadies abriram processos alegando que Gusttavo Lima pagava salários com o que seus advogados chamaram de “caixa dois” – segundo eles, o cantor pagava um salário, mas declarava nos contracheques um valor menor, o que diminuiu o total de impostos e direitos trabalhistas que Gusttavo deveria pagar. Ele foi condenado a pagar a diferença aos roadies e ao Estado.
Um representante da Ordem dos Músicos do Brasil disse que recebeu, em 2018, denúncias de músicos de Gusttavo Lima que tiveram seus salários mensais reduzidos para R$ 8 mil, na época em que o cantor ganhava até R$ 300 mil por show e fazia até 30 apresentações por mês.
O g1 também falou com funcionários de outros artistas. Um músico de uma dupla veterana disse que recebe R$ 1,8 mil por show, e que estes sertanejos mais antigos pagam melhor do que os cantores mais jovens e em alta nas paradas.
O g1 procurou Gusttavo Lima e Wesley Safadão, que não comentaram os casos.
‘Cachezão’ dividido em ‘cachezinhos’
Em geral, o contratante, seja de prefeitura ou particular, paga o cachê todo ao artista. Com esse valor, o artista paga por sua equipe, logística e equipamentos.
Os contratantes também costumam bancar transporte, hospedagem e parte da alimentação do artista e de sua equipe.
Existem artistas que pagam aos seus músicos e técnicos por show; outros acertam uma quantia mensal. Alguns assinam carteira de trabalho; outros não.
Todos os músicos e técnicos que falaram com o g1 continuam no mercado de shows. Por isso, quem falou não quis se identificar. Outros músicos foram procurados e não quiseram conversar.
Menos do que ‘aquele 1%’…
Wesley Safadão
Romilson Sales / Divulgação
O instrumentista que tocava com Safadão por R$ 4 mil mensais diz que, em geral, a banda tinha mais cinco pessoas, e trabalhava sem parar: “A gente fazia entre 28 e 30 shows por mês.”
Isso significa que o cantor do hit “Aquele 1%” conseguia pagar todo o salário mensal de um músico com menos de 1% do cachê de um show, que chegava a R$ 600 mil.
Com 4% de uma só apresentação (R$ 24 mil de R$ 600 mil), Wesley pagava a banda pelo mês inteiro.
O músico diz que hoje toca com outros artistas ganhando por show, não por mês. “Eu acho muito melhor e confesso que acho até mais justo um músico trabalhar com cachê. Se você produz, ganha por aquilo que você produziu”, ele afirma. Seu cachê atual é de R$ 500.
Ele diz que o pagamento baixo é uma reclamação geral no mercado de forró, mesmo com o crescimento de popularidade do estilo. Os forrozeiros competem com os sertanejos nas paradas, mas não nos cachês.
“Um sertanejo que não tenha muito nome já paga R$ 500, R$ 600 por show. Os maiores nomes, a ‘paga’ já é de R$ 1,2 mil pra lá. É de se estranhar a cultura do forró de querer pagar fixo pra tocar 30 shows”, ele reclama.
O ex-funcionário de Wesley diz que, com o crescimento do cachê do cantor (ele recebe até R$ 780 mil), acredita que o salário da equipe não seja o mesmo. “Fiquei sabendo que deu uma melhorada, mas não sei de quanto foi essa melhorada”, ele diz.
O g1 procurou outros músicos e técnicos que tocam ou já tocaram com Wesley, inclusive um instrumentista e um assistente de turnês que abriram processos trabalhistas contra o cantor, mas nenhum deles quis falar.
Gusttavo condenado
Gusttavo Lima conversa com fãs no Ribeirão Rodeo Music 2022 em Ribeirão Preto, SP
Érico Andrade/g1
Os dois roadies que processaram Gusttavo Lima começaram a trabalhar com ele em 2015. O primeiro saiu em 2017 e o segundo, em 2018. Ambos recebiam R$ 350 por show e faziam, em média, 17 eventos mensais, com pagamento médio de R$ 5,9 mil ao mês.
Em 2018, o cachê de Gusttavo Lima chegava a R$ 300 mil. Na época, ele tinha três roadies, relata um ex-funcionário. Isso significa que, com pouco mais de 2% do cachê de uma noite ele pagava o salário mensal de um roadie. Com 6%, ele bancava a equipe toda.
Gusttavo Lima acertava com eles a remuneração por show, mas o pagamento era feito mensalmente. Eles tinham a carteira de trabalho em dia e assinavam contracheques.
Mas uma das alegações dos dois processos é que os contracheques mostravam quantias menores do que os salários de R$ 5,9 mil que eles recebiam na realidade. Um contracheque de janeiro de 2018, por exemplo, tinha o total de R$ 2,5 mil.
“O valor constante nos contracheques não condizem com a realidade, ou seja, não guardam semelhança com o real valor percebido pelo reclamante (prática do caixa dois)”, dizem os advogados nos dois processos.
O problema é que os direitos trabalhistas e impostos pagos por Gusttavo Lima aos funcionários foram calculados com base neste salário menor.
Nos dois casos, a Justiça do Trabalho concordou com os advogados dos roadies e condenou o cantor em segunda instância a pagar esta diferença nos direitos aos trabalhadores e nos impostos ao Estado.
Em uma das ações, o cantor terminou de fazer o pagamento de R$137.971,01 em abril de 2022. No segundo caso, ele já foi condenado em duas instâncias, mas ainda tem recursos no Tribunal Superior do Trabalho (TST). O total a ser pago caso o TST confirme a condenação não foi calculado.
O g1 procurou a advogada trabalhista Ana Cláudia Arantes (que não está envolvida nestes dois processos) para entender a condenação. Ela afirma que esta prática de anotar um valor menor do que o foi realmente pago é uma fraude.
“Isso é uma forma de burlar a legislação trabalhista, pois assim se paga menos impostos (que são gerados sobre a folha de pagamento), diminui a base de cálculo do recolhimento de INSS do empregado e gera pagamento menor ao trabalhador de horas e reflexos, férias, 13º e FGTS”, ela explica.
“É um prejuízo para o trabalhador e para os cofres públicos”, diz a advogada.
O g1 falou com um dos roadies, que disse que confirma tudo o que informou no processo, mas não quis comentar mais o caso. O outro roadie não respondeu às mensagens.
Desanimado e demitido
O g1 falou com um músico que tocou durante oito anos com Gusttavo Lima. Ele afirmou que também assinava contracheques por valor menor do que realmente recebia. Mas ele diz que, no acerto ao final do contrato, recebeu uma quantia que considerou correta e não entrou na Justiça.
Ele ficou na banda até 2017 e ganhava R$ 600 por show. Ele conta que os outros músicos ganhavam R$ 550. Mas ele tinha um acréscimo de R$ 50 reais por ajudar a equipe de iluminação, além de tocar.
O músico conta que, na época, a banda variava entre 7 e 11 músicos. Com um cachê que já chegava a R$ 280 mil, Gusttavo Lima gastava, em cada show, cerca de 2% da remuneração com a banda.
Ele conta que antes de Gusttavo Lima estourar, o cantor pagava R$ 250 por show, o que era bom para um iniciante. O sucesso e os cachês foram crescendo e o pagamento aos músicos não subia na mesma velocidade.
O músico afirma que tinha amigos que tocavam com duplas sertanejas mais antigas, e que eles recebiam duas ou três vezes mais. “Esses mais velhos valorizam mais os músicos”, ele diz.
O instrumentista conta que, durante esse tempo, reclamou várias vezes com o cantor. Gusttavo respondeu que gastava com cada show cerca de R$ 80 mil em equipe, logística e equipamentos, o músico relata. Mas, na época, ele já ganhava até R$ 280 mil por noite.
Ele diz que foi ficando desanimado. O cantor percebeu e acabou o demitindo.
Panela velha é que faz cachê bom
Um instrumentista que trabalha com uma dupla veterana disse que, atualmente, esses artistas pagam entre R$ 1,2 mil e R$ 1,8 mil por show aos seus instrumentistas.
Este grupo de artistas mais antigos que pagam bem, segundo ele, inclui Bruno e Marrone, Zezé di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó, Leonardo, Eduardo Costa e outros.
Ele diz que, em geral, os veteranos pagam mais do que artistas mais jovens e que estão mais em alta nas paradas atualmente.
Em compensação, os veteranos fazem menos shows por mês. “Os ‘universitários’ ganham menos por show, mas tocam mais. É outro ritmo”, ele descreve.
OMB contra a redução
Emerson Biazon, representante em Goiás da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), diz ao g1 que já foi procurado por músicos que tocavam com Gusttavo Lima e que reclamavam do cantor. O caso aconteceu em 2018.
“Ele fez uma proposta para eles de cobrar mais barato”, lembra Biazon. Na época, os músicos alegavam receber uma média de R$ 21 mil mensais, e o cantor propôs que a remuneração passasse a ser fixa, de R$ 8 mil por mês. Eles não aceitaram e foram demitidos.
Gusttavo fazia até 30 shows por mês em 2018. Isso significa que eles passariam a ganhar R$ 266 por apresentação – ou seja, menos até do que a remuneração relatada pelo instrumentista que ficou na banda até 2017, de R$ 550.
Biazon diz que a OMB tentou ajudar os músicos e divulgar o caso que considerava injusto. A história chegou à imprensa e foi publicada no jornal “O Dia” em maio de 2018.
No fim das contas, ele diz que alguns músicos aceitaram o salário menor e foram recontratados. “O cara acaba aceitando também para fazer nome, por ser músico do Gusttavo Lima”, ele explica.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pianista Gilson Peranzzetta se irmana com violonista Marcel Powell no álbum ‘Pro Tião’


Duo toca temas de Baden Powell, Vinicius de Moraes e Waldir Azevedo em disco batizado com tema em tributo a Sebastião Tapajós. ♪ Um dos maiores violonistas do Brasil, o paraense Sebastião Tapajós (1944 – 2021) ganha tributo póstumo do pianista e arranjador Gilson Peranzzetta e do violonista Marcel Powell. A primeira parceria dos instrumentistas, Pro Tião, é dedicada a Tapajós e batiza o álbum que será lançado na segunda quinzena deste mês de junho de 2022 pela gravadora Rob Digital.
No disco, Peranzzetta e Marcel se unem e se irmanam nos toques do samba Você e eu (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, 1961), dos choros Carioquinha (1949) e Pedacinhos do céu (1951) – standards do repertório do compositor e cavaquinhista Waldir Azevedo (1923 – 1980) – e de quatro músicas da parceria de Baden Powell (1937 – 2000), pai de Marcel, com Vinicius de Moraes (1913 – 1980). As escolhidas foram Canto de Ossanha (1966), Deixa (1963), Só por amor (1963) e Tem dó (1962).
Arranjado por Gilson Peranzzetta, o álbum Pro Tião é aberto com Tocata para Billy Blanco (1997), tema de Sebastião Tapajós, gravado pelo compositor em álbum dividido há 25 anos com Peranzzetta, Afinidades (1997).
Capa do álbum ‘Pro Tião’, de Gilson Peranzzetta e Marcel Powell
Marcelo Castello Branco

Fonte: G1 Entretenimento

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Cirurgia na vesícula de Jorge Aragão deve acontecer na próxima semana


Artista segue internado no Rio de Janeiro e vai realizar procedimento com o médico que o atende. Jorge Aragão: cirurgia na próxima semana
Divulgação
A cirurgia na vesícula do cantor e compositor Jorge Aragão, de 72 anos, vai acontecer no começo da próxima semana. Ele segue internado no Hospital Copa D’or, na Zona Sul do Rio, encontra-se bem de saúde e, após avaliação, preferiu esperar o médico que atende para realizar o procedimento.
“O cantor e compositor Jorge Aragão, através de sua assessoria de imprensa, vem a público informar o seu afastamento, temporário, de suas atividades profissionais devido ao seu quadro hospitalar, que prevê uma cirurgia na vesícula para os próximos dias. Sendo necessário, logo após, alguns dias de dedicação integral à sua recuperação”, diz trecho do comunicado divulgado nesta quinta-feira (9).
O texto se desculpa ainda com os contratantes e público que esperava Jorge para suas próximas apresentações em junho. Mas esclarece que o afastamento foi para atender orientações médicas, para só então voltar para sua rotina de trabalho.
“Informamos ainda, que todas as apresentações agendadas para esse período serão remanejadas para outras datas, ainda em negociação. Reiterando que os ingressos comprados valerão para a nova data”, diz o comunicado.
Cirugia foi atrasada por causa da Covid
A assessoria de imprensa de Jorge informou que o procedimento do cantor deveria ter sido feito em 2020, mas por causa da infecção de Covid que ele teve, os médicos acharam melhor adiar.
“Ele voltou a sentir um incômodo, se consultou e os médicos detectaram que era a vesícula novamente e que era a hora de resolver essa questão que está sendo adiada desde 2020. Mas ele está bem, pede para avisar ao fãs que volta em breve para cumprir sua agenda de shows, assim que terminar o resguardo pós-cirurgia”, disse Anderson Farias, assessor do artista.
Outras internações do artista
Em abril de 2021, o cantor passou por um cateterismo e se recuperou bem. Ele já foi internado outras vezes por causa de problemas no coração, e submetido à colocação de stents pelo menos 22 vezes.
Em 2020, Jorge Aragão foi diagnosticado com Covid e ficou duas semanas internado para tratar a doença.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘The Last of Us’ vai ganhar remake para PlayStation 5 em 2 de setembro; veja trailer

Desenvolvedora falou sobre novidades da franquia no Summer Game Fest. Além de nova imagem da série, também foi anunciado um modo multiplayer no game. Assista ao trailer do remake de ‘The Last of Us’ para PlayStation 5
A Sony anunciou nesta quinta-feira o desenvolvimento de um remake de “The Last of Us” para PlayStation 5. Refeito completamente do zero, o game de 2013 vai ser lançada em 2 de setembro e ganhou um trailer. Assista ao vídeo acima.
A fabricante também afirmou que trabalha em uma versão do jogo, lançado originalmente no PS3, para computadores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alice Caymmi revisa dez anos de carreira em álbum gravado ao vivo em capela


♪ Embora Alice Caymmi tenha entrado em cena na adolescência, participando de disco e de show apresentados em 2001 pela tia Nana Caymmi, a cantora e compositora carioca iniciou de fato a trajetória artística em 2012, ano em que lançou o primeiro álbum, Alice Caymmi, com repertório autoral.
É partindo da edição desse disco que Alice celebra 10 anos de carreira com a edição de álbum ao vivo previsto para o segundo semestre deste ano de 2022.
Gravado em abril, em show feito pela artista na Capela Catalunha, na cidade paulista de Amparo (SP), o segundo álbum ao vivo de Alice Caymmi contabiliza dez faixas gravadas com produção musical orquestrada pela artista, mixadas e masterizadas pelo engenheiro de som Gabriel Guper e transformadas em vídeos sob direção de Hick Duarte.
Com o toque de banda formada por Felipe Castro na percussão, Ian Cardoso na guitarra, Lucas Gonçalves no baixo e Thiaguinho Silva na bateria, a cantora rebobina músicas como Tudo que for leve (Alice Caymmi, 2012), Meu recado (Michael Sullivan e Alice Caymmi, 2014) e Recíproco (Alice Caymmi, Junior Fernandes e Zebu, 2021).
Balada lançada no quinto álbum de estúdio da artista, Imaculada (2021), Recíproco foi eleita o primeiro single do álbum que sucede Rainha dos raios ao vivo (2015) na discografia audiovisual de Alice Caymmi.
Alice Caymmi posa na capela de Amparo (SP) em que gravou álbum ao vivo em abril
Hick Duarte / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Saiba quais são as melhores empresas do Brasil para profissionais LGBTQIA+, segundo pesquisa


Realizada pelo Instituto Mais Diversidade em parceria com a Human Rights Campaign Foundation (HRC) e o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, esta primeira edição do levantamento avaliou práticas de inclusão em diversas instituições. Bandeira LGBT
Pixabay
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (9) apontou quais são as 38 melhores empresas para profissionais LGBTQIA+ trabalharem no Brasil em 2022. Realizada pelo Instituto Mais Diversidade em parceria com a Human Rights Campaign Foundation (HRC) e o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, esta primeira edição do levantamento avaliou práticas de inclusão em diversas instituições.
Participaram do levantamento 60 empresas, entre nacionais e multinacionais, com atuação no país. Desse total, 38 receberam nota 100 (a máxima) no “Índice de Melhores Lugares para Pessoas LGTI+ Trabalharem” (veja a lista ao final desta reportagem). As outras 22 obtiveram notas entre zero e 90.
A metodologia levou em conta cinco pilares:
Políticas e documentos institucionais de não discriminação;
Governança em Diversidade e Inclusão;
Educação para a diversidade LGBTQIA+;
Compromissos Públicos;
e Monitoramento da inclusão LGBTQIA+.
“Este ranking reconhece os avanços das empresas na pauta LGBTQIA+ e ajuda a difundir as boas práticas, políticas e processos que criam um ambiente de segurança psicológica para todas as pessoas dentro de uma organização e na sociedade”, afirmou João Torres, presidente do Instituto Mais Diversidade.
Veja, abaixo, as 38 empresas que tiveram nota 100:
3M DO BRASIL LTDA
Accenture do Brasil Ltda
Adidas do Brasil
Alcoa
Atento Brasil
Bain & Company
BASF AS
Becton Dickinson S.A
C6 Bank
Carrefour Comercio e Industria LTDA
Chubb
CI&T
Corteva Agriscience do Brasil
Cummins
Demarest Advogados
Flex
GE do Brasil
Gerdau
J.P. Morgan
Kearney
Lexmark International do Brasil
Localiza 100
Mondelez
NielsenIQ
Novo Nordisk Produção Farmacêutica do Brasil Ltda
Oracle do Brasil Sistemas
Philip Morris Brasil
Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes
Renaissance São Paulo Hotel
SAP
Symrise Aromas e Fragrâncias Ltda
TE Connectivity Brasil
Thomson Reuters
TozziniFreire Advogados
Trench Rossi Watanabe
Veirano Advogados
Via
Yara Brasil Fertilizantes
Desde 2002, a HRC aplica o Índice de Igualdade de Melhores Lugares para Trabalhar (CEI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. Em 2016, expandiu sua atuação global para apoiar a inclusão de pessoas LGBTQIA+ na América Latina.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-marido de Britney Spears tenta invadir casamento da cantora, diz site


De acordo com o TMZ, Jason Alexander fez transmissão ao vivo em redes sociais e teve de ser contido após entrar na casa da ex-mulher. Britney e Jason Alexander
reprodução
Jason Alexander, ex-marido de Britney Spears, tentou invadir o casamento da cantora nesta quinta-feira (9).

Fonte: G1 Entretenimento

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Macarena diferente: a “dancinha” que viralizou na Europa vira trend no Brasil

Embalado pelo hit, a Genial Investimentos fez todo mundo dançar “Macarena” na avenida mais famosa do país Dançar “Macarena”, hit dos anos 90, não é exatamente difícil – mesmo quem não tem aquele gingado que a dança exige, consegue fazê-la. O passinho é simples: mão na cabeça, cintura e pronto, tá feito. E de tão popular chega a ser automática para o corpo.
Milhões de compartilhamentos nas redes: Macarena na boca dos influenciadores
Nos últimos dias, quem passou pela av. Paulista não sabia o que estava acontecendo. Bastou um dançarino com uma caixa de som para todo mundo que passava se contagiar com a nova versão de Macarena, música que embala a nova campanha da Genial Investimentos que reforça a mensagem onde “todo mundo pode investir no seu passo” de um jeito, simples, rápido e democrático – assim como é dançar Macarena.
Genial Investimentos
Por acontecer no coração da cidade, a movimentação da galera dançando foi parar em dezenas de perfis de grandes influenciadores na web. Veja aqui os mais bombados!
Na @NazaréAmarga a galera entrou na onda com mais de 1 milhão de visualizações
Genial Investimentos
@NanaRude também entrou na onda depois da trend bombar nas redes
Genial Investimentos
Já no último domingo (5/6) houve a revelação final: se tratava de uma ação de aquecimento da nova campanha de marca da Genial Investimentos ensinando uma maneira livre de dançar – e, claro, de investir.
A galera do @GeShow entrou também na onda da nova Macarena
Genial Investimentos
Os “guerreiros” do @soldadoferido tiraram onda com o fato de cada um dançar de um jeito
Genial Investimentos
Investimento para todos
Inspirado na cultura pop, o novo comercial da empresa tem Guga Kuerten como garoto-propaganda e apresenta caminhos mais democráticos, inclusivos e tecnológicos de começar no mundo dos investimentos: tudo isso de maneira simples, rápida e segura.
A Genial é uma plataforma de investimentos que nasceu para descomplicar o acesso ao mercado financeiro, oferecendo os melhores produtos do mercado. Sempre em busca de excelência e inovação, tem hoje mais de R$150 bilhões de ativos sob custódia, 1 milhão clientes e 20 anos de história.
Alinhados ao conceito de simplificar e facilitar o dia a dia das pessoas, a empresa aposta em serviços digitais intuitivos que dispensam burocracias, mas não deixa de lado o atendimento humanizado e personalizado, que, inclusive, são considerados seus pontos fortes.
Quer saber como investir é simples e fácil como dançar Macarena? Conheça a plataforma Genial Investimentos e tenha segurança e tecnologia no seu próprio ritmo. Todo mundo pode ser Genial.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pizza do Spotify’: saiba como ver seus artistas e gêneros mais ouvidos no aplicativo


Popular nas redes sociais, o ‘Spotify Pie’ cria um gráfico com base nas preferências musicais dos usuários. O recurso não é oficial e pede que os usuários liberarem acesso às informações das contas para o desenvolvedor. ‘Spotify Pie’ cria gráfico com suas músicas mais escutadas
Reprodução
Quem navega pelas redes sociais nos últimos dias pode ter se deparado com imagens de gráficos de pizza, com os artistas e gêneros mais populares de seus contatos.
As postagens foram criadas por uma ferramenta chamada de “Spotify Pie”, que analisa o perfil e cria uma imagem com as músicas, artistas e playlists mais usadas.
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Ao contrário da retrospectiva anual da empresa de streaming, a “pizza do Spotify” não é um recurso oficial. Ele foi desenvolvido pelo estudante Darren Huang e postado na rede social para programadores GitHub.
Existem outras plataformas que fazem gráficos e listas de favoritos semelhantes, como o LastFM e o Spotify Charts. O que é importante lembrar nesses casos é que, ao usar essas ferramentas, os usuários concordam em compartilhar seus dados com terceiros.
Isto dito, não é possível saber o que essa empresa vai fazer com os dados obtidos do Spotify de quem realizou a vinculação com o perfil depois que a moda passar – e, por isso, a recomendação é desvincular o perfil após o uso (saiba como).
Spotify apresentou falha nesta terça-feira (16)
Christian Hartmann/Reuters
Entre as permissões que “Spotify Pie” pede, por exemplo, estão acesso ao conteúdo e dispositivos que nos quais os usuários têm o aplicativo instalado. Confira o passo a passo para gerar o gráfico:
Como usar o ‘Spotify Pie’
Acesse o site da ferramenta no GitHub;
Insira o login e senha da conta do Spotify;
Verifique as informações que o site precisa para criar o gráfico;
Clique em “Aceito”;
Depois de criar o gráfico, é possível ocultar ou adicionar categorias na imagem, antes de compartilhá-la nas redes sociais.
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Como ver séries na TV por meio de serviço de streaming
Novo recurso do TikTok manda aviso para usuário pausar app se estiver muito tempo online
Como tirar ‘Spotify Pie’ da sua conta
Depois de descobrir quais são seus gêneros e artistas favoritos, é possível retirar a permissão do “Spotify Pie” para o site deixar de acessar seus dados pessoais. Para isso, é preciso acessar as configurações do Spotify ao abrir este link ou ao clicar na sua foto de perfil no aplicativo e selecionar “Conta”.
Em seguida, siga os passos abaixo:
Faça o login na sua conta, se necessário;
Clique em “Aplicativos” – no celular, a opção aparece ao clicar na seta para baixo ao lado de “Visão Geral da Conta;
Clique em “Remover acesso” no item “spotifyapp2” (aproveite para verificar se você usa os outros aplicativos conectados à sua conta).

Fonte: G1 Entretenimento