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Roberto Menescal se junta com Maíra Rodrigues e Marcus Teixeira em disco inspirado pela bossa carioca


♪ Aos 84 anos, Roberto Menescal continua com o espírito gregário, receptivo à reunião com artistas de outras praias e gerações em discos e shows.
Autor de um dos cancioneiros referenciais da bossa nova, o violonista, guitarrista e compositor carioca se uniu à cantora e compositora paulista Maíra Rodrigues e ao guitarrista carioca Marcus Teixeira – integrante do quarteto BRS e do quinteto Cais – em disco obviamente intitulado Juntos ∣ Maíra, Marcus e Menescal.
Gravado e arranjado à distância na ponte Rio-São Paulo, sob direção musical de Teixeira, e programado para ser lançado em 1º de julho, o disco Juntos ∣ Maíra, Marcus e Menescal contabiliza sete faixas que o situa no limiar entre EP e álbum.
O repertório do disco Juntos transita por gêneros musicais como samba-canção, ijexá, valsa, jazz e blues sem esquecer a bossa carioca, inspiração no registro das composições.
Escolhida para single agendado para 17 de junho, a música-título Juntos tem letra de Fátima Guedes, cantora e compositora convidada a pôr voz na gravação da música.
Além da canção Juntos, o repertório inclui músicas como Odociá – composta pelo trio – e Jardim secreto, parceria de Menescal com Verônica Sabino. Leve é da lavra solitária de Maíra.
As músicas Assim como um amor, Tela fria e Tocando feliz completam a safra autoral do álbum Juntos ∣ Maíra, Marcus e Menescal.
Capa do álbum ‘Juntos ∣ Maíra, Marcus e Menescal’
Luíza Baraúna

Fonte: G1 Entretenimento

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Leandro Lehart volta ao quintal do pagode carioca dos anos 1980 em álbum que sai em julho


♪ Há cinco anos, Leandro Lehart lançou Violão é no fundo do quintal (2017), bom álbum em que o artista paulistano – projetado na década de 1990 como mentor do grupo Art Popular – realçou, em registros de voz e violão, a beleza das melodias das músicas do repertório do grupo carioca Fundo de Quintal, referência do samba produzido na cidade do Rio de Janeiro (RJ) pela geração pagodeira revelada ao longo dos anos 1980.
O título Violão é no fundo de quintal aludia ao nome do primeiro álbum do grupo, Samba é no fundo do quintal (1980).
Cinco anos e alguns discos depois, Lehart volta ao universo e ao repertório dessa fase áurea do pagode carioca com o álbum Violão é no fundo de quintal 2. Programada para 8 de julho, a sequência do álbum de 2017 está sendo anunciada com o single Falsa consideração.
Falsa consideração é sedutor samba de Eros Fidelis, Lieber e Marquinhos Sathan lançado por Sathan em 1986 e curiosamente nunca foi gravado pelo Fundo de Quintal, embora tenha já tenha merecido registros fonográficos de Alcione, Jorge Aragão – integrante da formação original do grupo – e Alexandre Pires, entre outros cantores.
Em mais uma empreitada solitária, Leandro Lehart assina a produção musical, o arranjo, a mixagem (via Pro Tools) e a masterização do álbum Violão é no fundo do quintal 2.
Capa do single ‘Falsa consideração’, de Leandro Lehart
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Homem-Aranha: Sem volta para casa’ volta para os cinemas nos EUA com versão estendida


‘The more fun stuff’ estreia em 2 de setembro também no Canadá. Estúdio promete anúncio em outros países em breve. Alfred Molina e Tom Holland em cena de ‘Homem-Aranha: Sem volta para casa’
Divulgação
“Homem-Aranha: Sem volta para casa” vai voltar aos cinemas dos Estados Unidos e Canadá com uma versão estendida, anunciou a Sony nesta sexta-feira (10).
A chamada “The more fun stuff” (“As coisas mais divertidas”, em tradução livre) estreia em 2 de setembro — e o estúdio promete divulgar outros países “em breve”.
Desde que estreou nos cinemas ao redor do mundo a partir de 17 de dezembro de 2021, o terceiro filme da trilogia estrelada por Tom Holland já arrecadou mais de US$ 1,9 bilhão em bilheterias.
A produção conta com participações de Tobey Maguire e Andrew Garfield, os outros dois atores que interpretaram o herói nas últimas décadas, e coloca o protagonista em uma aventura com dimensões paralelas, magia e a identidade secreta revelada.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Filipe Ret agrega Anitta, Cabelinho, L7nnon e MC Hariel no sexto álbum de estúdio, ‘Lume’


Caio Luccas, Kayuá, MC Maneirinho e Poze do Rodo também figuram no disco. ♪ Rapper que está quase 20 anos na cena carioca, Filipe Ret agrega oito convidados – Anitta, Cabelinho, Caio Luccas, Kayuá, L7nnon, MC Hariel, MC Maneirinho e Poze do Rodo – ao longo das 11 faixas de Lume, álbum que lançará na próxima quinta-feira, 16 de junho.
Sexto álbum de estúdio do artista, Lume sucede Numa margem distante (2009), Vivaz (2012), Revel (2015), Audaz (2018) e Imaterial (2021) na discografia do artista.
Com foto de Steffany, a capa do álbum Lume foi revelada hoje, 10 de junho, por Filipe Ret juntamente com os nomes das onze músicas e dos respectivos convidados.
♪ Eis, na disposição das faixas no disco, as 11 músicas do álbum Lume :
1. Melhor agora
2. Sonho dos cria – com Poze do Rodo
3. Tudo nosso – com Anitta
4. Good vibe – com Caio Luccas
5. A meu favor – com Kayuá
6. 7Meiota – com MC Maneirinho & Cabelinho
7. Konteiner – com L7NNON
8. Vermelho fogo
9. Fight – com MC Hariel
10. Trem bala
11. Todo poder

Fonte: G1 Entretenimento

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MPB4 evidencia maestria de Magro em single com faixa inédita feita meses antes da morte do artista


Programado para 24 de junho, o registro do bolero cubano ‘Ai, amor’, gravado pelo grupo com o Trio Madeira Brasil em versão em português de Zélia Duncan, é sobra refinada de álbum de 2012. Capa do single ‘Ai, amor’, do grupo MPB4 com Trio Madeira Brasil
Divulgação
Resenha de single
Título: Ai, amor
Artistas: MPB4 com Trio Madeira Brasil
Edição: Mills Records
Cotação: * * * *
♪ Basta ouvir os primeiros 30 segundos da inédita gravação do bolero Ai, amor pelo MPB4 para que fique atestada a maestria do arranjo vocal de Antônio José Waghabi Filho (14 de novembro de 1943 – 8 de agosto de 2012) – o Magro – nessa faixa gravada pelo grupo fluminense há dez anos para o álbum Contigo aprendi, lançado pelo quarteto em junho de 2012 em edição da gravadora Biscoito Fino.
Só que a abordagem de Ai, amor acabou sendo excluída da seleção final do disco em que o MPB4 – então formado por Aquiles, Dalmo Castelo, Magro e Miltinho – deu vozes a inéditas versões em português de boleros cubanos e mexicanos em registros adornados com as cordas luxuosas do Duofel, do Quarteto Maogani, do Trio Madeira Brasil e do guitarrista Toninho Horta.
Exatamente uma década após a edição do álbum Contigo aprendi, a gravação de Ai, amor vem à tona em single programado pela gravadora Mills Records para 24 de junho – véspera da minitemporada que o MPB4 fará na cidade natal de Niterói (RJ), em 25 e 26 de junho, na Sala Nelson Pereira dos Santos com o show comemorativo dos 50 anos do álbum Cicatrizes (1972).
Não concentrasse tanta beleza em dois minutos e 50 segundos, a gravação de Ai, amor já teria valor documental por ser sobra refinada do último álbum feito pelo MPB4 com Magro, que morreu dois meses após o lançamento do disco. Contudo, o valor também é musical.
A versão em português escrita por Zélia Duncan é fiel ao espírito poético e melancólico de ¡Ay, amor!, bolero de autoria de Ignacio Jacinto Villa Fernández (11 de setembro de 1911 – 2 de outubro de 1971), cantor e compositor cubano imortalizado com o nome artístico de Bola de Nieve.
Apresentada em disco pelo autor em gravação de 1949, feita na Espanha, ¡Ay, amor! ganhou muitas vozes ao longo dos anos. O cantor e compositor cubano Francisco Céspedes gravou o bolero em álbum, Con permiso de Bola, editado em 2006 em tributo ao artista conterrâneo.
¡Ay, amor! também integrou (e batizou) álbum lançado por Fabiana Cozza em 2017 e derivado do show Canto teatral para Bola de Nieve, apresentado pela cantora em 2016 com o pianista cubano Pepe Cisneros.
Sem nada dever aos registros anteriores do bolero, a gravação de Ai amor pelo MPB4 prima pelo requinte. Ao entrelaçamento harmonioso das vozes, junta-se a trama sofisticada das cordas do Trio Madeira Brasil na faixa gravada sob a direção musical de Magro.
Dez anos após a saída de cena de Magro, a edição do single Ai, amor é atestado da imortalidade do principal arranjador vocal do MPB4, grupo profissionalizado em 1965, mas gerado em 1962 a partir do encontro de Magro e Miltinho na efervescência do meio estudantil de Niterói (RJ), onde o grupo efetivamente entrou em cena em 1963 com o nome de Quarteto do CPC.
Bela surpresa de 2022, o single Ai, amor é pérola pescada no baú que guarda 60 anos de músicas e histórias.
MPB4 com a atual formação com que celebra em show os 50 anos do álbum ‘Cicatrizes’
André Pinnola / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Thunderbolts’ vai ser dirigido por Jake Schreier, diz site


Cineasta de ‘Cidades de papel’ vai comandar filme de equipe de vilões da Marvel, de acordo com Deadline. Estúdio não confirmou existência do projeto. Os ‘Thunderbolts’ são uma equipe formada principalmente por vilões da Marvel
Divulgação
Os estúdios Marvel contrataram o diretor Jake Schreier (“Cidades de papel”) e o roteirista Eric Pearson (“Viúva Negra”) para o filme dos Thunderbolts, de acordo o site especializado Deadline.
A produção ainda não foi anunciada pela editora, que não confirmou as contratações.
Nos quadrinhos, os Thunderbolts já passaram por diversas constituições e até objetivos. Desde que foram criados em 1997, eles historicamente reuniram vilões e ex-vilões da Marvel em busca de redenção com a ideia de combater o mal.
Mas ao longo dos anos eles também foram usados diversas vezes com propósitos menos nobres.
Segundo o site, o estúdio ainda não definiu quais serão os membros da equipe. Mas há possibilidade de personagens que já fazem parte do Universo Cinematográfico Marvel se unirem, como Barão Zemo (Daniel Brühl), a segunda Viúva Negra (Florence Pugh), Fantasma (“Hannah John-Kamen) e Soldado Invernal (Sebastian Stan).

Fonte: G1 Entretenimento

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Juçara Marçal, Gui Amabis e Rodrigo Campos lançam álbum ‘Sambas do Absurdo 2’ em julho


♪ Em maio de 2021, Gui Amabis, Juçara Marçal e Rodrigo Campos anunciaram o segundo volume do álbum Sambas do Absurdo com a edição do single Ladeira.
Mais de um ano depois, o álbum finalmente desponta no horizonte e tem lançamento programado para 8 de julho – conforme foi revelado hoje, nas redes sociais dos artistas, juntamente com a publicação de foto-colagem de Louie Martins.
Sambas do Absurdo é projeto paralelo de Gui Amabis (produção musical e samplers), Juçara Marçal (voz) e Rodrigo Campos (cavaquinho e violão de aço) cujo primeiro álbum foi lançado em abril de 2017.
Imagem promocional do álbum ‘Sambas do Absurdo volume 2’
Louie Martins

Fonte: G1 Entretenimento

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Justin Bieber faz vídeo com metade do rosto paralisado e diz que sofre de síndrome de Ramsay Hunt


Ele adiou shows nesta semana por causa de problemas de saúde. Agora, cantor publicou vídeo em que explica que sofre de síndrome rara que causa infecção dos nervos da face e do ouvido. Justin Bieber mostra metade do rosto paralisado
Justin Bieber publicou um vídeo no Instagram nesta sexta-feira (10) que mostra metade do seu rosto paralisado. Ele diz que sofre de uma síndrome rara chamada Ramsay Hunt.
A síndrome de Ramsay Hunt é uma infecção dos nervos da face e do ouvido que pode provocar paralisia facial. Ela é causada pelo vírus herpes-zoster.
“Isso é muito sério, como você pode ver”, Justin Bieber diz no vídeo. Ele diz que está fazendo exercícios faciais como parte do tratamento.
“Vocês provavelmente podem ver pelo meu rosto. Eu tenho essa síndrome chamada Ramsay Hunt”, ele diz no vídeo. Ele explica que a paralisia foi causada por um nervo impactado no seu ouvido.
“Como você pode ver, esse olho não está piscando”, ele diz, enquanto pisca só o olho direito. “Esta narina não se move, então há um paralisia total deste lado do meu rosto”, o cantor descreve.
“Eu tenho que descansar para que eu possa ter meu rosto como deveria ser”, ele explicou
Shows adiados
No início da semana, Justin Bieber adiou três shows de sua turnê mundial por causa de problemas de saúde.
Ele iria cantar em Toronto, no Canadá, na terça (7) e na quarta (8) e em Washington, nos EUA, na sexta (10).
“Não acredito que estou dizendo isso. Fiz de tudo para melhorar, mas minha doença está piorando”, ele escreveu no Instagram na terça-feira (7).
“Meu coração está partido por ter que adiar esses próximos shows (por ordens dos médicos). Para todo o meu público, eu amo muito vocês e vou descansar e melhorar!”
O cantor também foi diagnosticado com a doença de Lyme em 2019.
A Doença de Lyme é uma enfermidade causada por uma bactéria transmitida pela picada de carrapato e pode afetar todos os sistemas do corpo humano. Saiba mais.
Justin Bieber com metade do rosto paralisado
Reprodução / Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Cooper Noriega, influenciador do TikTok, morre aos 19 anos, diz site


Com 1,7 milhão de seguidores na rede social, ele foi encontrado inconsciente em estacionamento de Los Angeles. Cooper Noriega em publicações no TikTok
Reprodução/TikTok/coopernoriega
O influenciador digital Cooper Noriega morreu aos 19 anos nesta quinta-feira (9). De acordo com o site TMZ, ele foi encontrado inconsciente em um estacionamento de um shopping em Los Angeles e ainda não há causa da morte.
Ele é um produtor de conteúdo muito popular no TikTok, com cerca de 1,7 milhão de seguidores.
Fontes da publicação afirmam que receberam uma ligação de alguém que passava pelo local. Paramédicos chegaram pouco depois, mas não conseguiram reanimá-lo.
Ele não estava em um veículo e não havia sinais de agressão. As autoridades por enquanto não suspeitam de crime. Uma autópsia vai ser realizada.
No mesmo dia, Noriega havia publicado um vídeo com a legenda “quem mais pensa que vai morrer jovens pra caramba”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Jurassic Park’ e ‘Jurassic World’: 3 erros científicos dos filmes


‘Os filmes de Jurassic Park não são documentários’, disse Jack Horner, o renomado paleontólogo americano que foi consultor de Steven Spielberg durante a produção de Jurassic Park e O Mundo Perdido de Jurassic Park. Assista ao trailer de ‘Jurassic World Domínio’
O novo filme Jurassic World: Domínio, última parte da saga cinematográfica que Steven Spielberg começou em 1993 com Jurassic Park, começa na pré-história.
Um clipe com os primeiros 5 minutos de filme, que está em cartaz nos cinemas no Brasil, foi lançado no YouTube para divulgar o longa e coloca o público em um mundo onde dreadnoughtus, quetzalcoatlos e anquilossauros dominam a Terra.
Em seu clímax, o clipe mostra uma batalha titânica: o Tiranossauro rex, estrela indiscutível da saga até agora, enfrentando o giganotossauro, uma fera de 4 metros de altura e 6 toneladas.
Mas apesar da computação gráfica ser impressionante, os paleontólogos lembram que o que vemos na tela é apenas ficção. Com um pouco de ciência incluída.
“Os filmes de Jurassic Park não são documentários”, disse Jack Horner, o renomado paleontólogo americano que foi consultor de Steven Spielberg durante a produção de Jurassic Park e O Mundo Perdido de Jurassic Park.
Entenda alguns dos erros (e acertos) científicos que os filmes da saga Jurassic Park tiveram.
O T. rex e o giganotossauro existiram a milhões de anos de distância um do outro
UNIVERSAL STUDIOS/AMBLIN ENTERTAINMENT
1. O T. rex e o giganotossauro nunca conviveram
A luta selvagem entre o tiranossauro e o giganotossauro nunca poderia ter acontecido no mundo real devido a muitos fatores, diz o paleontólogo amador e escritor Riley Black à BBC News Mundo. Black foi consultor na produção de Jurassic World, o quarto filme da saga.
“Esses dinossauros não apenas viveram a milhões de anos de distância um do outro, mas também viveram continentes diferentes”, explica Black.
Ambos os dinossauros viveram no período Cretáceo, mas com diferença de milhões de anos. O Tiranossauro rex viveu no final do período, cerca de 68 milhões de anos atrás, no que hoje é a América do Norte. Já o giganotossauro viveu há 99 milhões de anos no que hoje é a América do Sul – fósseis da criatura fossam encontrados na Argentina.
Há diversos outros animais vistos no prólogo do filme que na vida real viveram em tempos e locais distintos.
O iguanodonte, que aparece pela primeira vez na franquia, viveu há cerca de 120 milhões de anos no que hoje é a Europa. O nasutoceratops, que pode ser confundido com um triceratops, viveu há cerca de 76 milhões de anos na América.
“E também existe o desejo Hollywood de ter os monstros lutando entre si”, explicou Black, garantindo que na vida real provavelmente não havia esse tipo de luta entre dois grandes predadores.
2. Os velociraptors (e outros dinossauros) tinham penas
Na vida real, o velociraptor tinha penas e provavelmente se parecia mais com um pássaro do que com um lagarto
FRED WIERUM/CREATIVE COMMONS
“O velociraptor no primeiro filme foi um erro desde o início, porque no romance de Michael Crichton (que inspirou o longa) o animal chamado ‘velociraptor’ foi inspirado em um outro bicho descrito no livro Predatory Dinosaurs of the World (dinossauros predadores do mundo)”, diz Black.
O deinonychus é descrito no livro como um dinossauro de tamanho equivalente ao de um humano que caçava em bandos – em seu romance, Crichton batizou um animal assim como “velociraptor”.
Os fósseis mostram que as espécies do gênero velociraptor eram animais pequenos, não maiores que um peru, e que – como outros dinossauros – tinham penas.
3. Faltam cores
‘Jurassic World: Reino ameaçado’ ganha novo trailer; veja
Horner brinca que às vezes ele “não sabe por que foi contratado como consultor científico” para Jurassic Park, porque Spielberg no fim fez o que quis para aumentar o entretenimento.
“Foi interessante que eles tenham me chamado, porque não seguiram meus conselhos”, diz à BBC News Mundo. “Mas acho que eles queriam um pouco de credibilidade e queriam que alguém desse um ok para algumas coisas.”
Uma das decisões com a qual Horner não concordava é a cor dos animais.
“Minha sensação é que [os dinossauros] eram muito mais coloridos do que nós imaginamos. Seus descendentes, os pássaros, costumam ser muito coloridos. Não vejo por que não dar a alguns deles também cores vivas”, afirma. “Steven não queria fazer isso, ele disse que dinossauros coloridos não eram assustadores o suficiente.”
Mas Horner também reconhece que muito do que o filme original mostra foi baseado na ciência disponível no início dos anos 1990.
“No início dos anos 1990, não sabíamos se poderíamos obter DNA de amostras fossilizadas, e havia pessoas tentando obter DNA de insetos fossilizados. Isso é o que estava no livro de Michael Crichton e isso é o que a ciência estava fazendo na época.”
Os acertos
David Hone, paleontólogo da Queen Mary University de Londres, diz à BBC News Mundo que, apesar de tudo, é possível ver que alguns aspectos do filme são baseados em evidências científicas.
“O exemplo que sempre dou é o estegossauro. Em O Mundo Perdido de Jurassic Park (conhecido como Jurassic Park 2) existem uma sequência com três estegossauros, dois adultos e um bebê”, afirma.
“Embora eles sejam um pouco grandes comparado ao que eram na realidade, eles são maravilhosos. Têm alguns detalhes discutíveis, mas em geral são excelentes”.
“E tão grandes como eles são, eles são maravilhosos. Haverá alguns pequenos detalhes que podem ser debatidos, mas eles são basicamente excelentes.”
Horne também afirma que o filme conseguiu popularizar certas espécies e ampliar o interesse pelo tema.
“O tiranossauro é o único dinossauro que as pessoas tendem a se lembrar. Passei um tempo na China, onde as pessoas adoram dinossauros. É possível achar que o T. rex não seria conhecido lá, porque é um animal que viveu na América do Norte. Mas as crianças na China amam o tiranossauro.”
Os três paleontólogos concordam ao dizer que, apesar de haver alguns elementos de realidade, outros de ficção e alguns erros, o importante em Jurassic Park sempre foi o entretenimento.
“[Crichton] tinha um monte de coisas realistas [no romance] e Steven usou muito disso. Michael estava escrevendo um livro divertido e Steven estava tentando fazer um filme divertido. Não era para ser um documentário”, diz Jack Horner. “E eles acertaram o que queriam alcançar, certo?”

Fonte: G1 Entretenimento