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Quase 580 filhotes de tartarugas marinhas nascem em praias do sul da Bahia


Caso aconteceu na cidade de Ilhéus, durante o final de semana. Cerca de 580 filhotes de tartaruga de pente nascem no sul da Bahia
Quase 580 filhotes de tartarugas marinhas nasceram nas praias de Barramares, Olivença e São Domingos, em Ilhéus, no sul da Bahia, durante o final de semana.
Segundo o projeto (A)Mar, responsável pelo monitoramento e preservação dos animais, as tartarugas são da espécie pente. O grupo fez vídeos delas nas praias. [Veja no início da reportagem]
Cerca de 580 filhotes de tartaruga marinhas nascem em praias do sul da Bahia
Reprodução/TV Santa Cruz
Soltura de tartarugas
Milhares de filhotes de tartarugas-marinhas foram soltas ao mar nas praias de Ilhéus, Una, Itacaré e Uruçuca, no sul da Bahia. A soltura aconteceu no início de maio, e foi monitorada por biólogos do projeto (A)Mar.
A ação marcou um recorde de nascimentos de tartarugas, em um só dia. Foram 2.400 filhotes da espécie pente e mais 168 da olivas, todos soltos no mesmo dia.
Veja mais notícias do estado no g1 Bahia.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Paul Vance, autor da versão original de ‘Biquíni de bolinha amarelinha’, morre aos 92 anos


A morte foi confirmada pelos filhos do. A causa não foi revelada. Vance também é coautor de ‘Catch a falling star’, famosa canção nos Estados Unidos. O compositor americano Paul Vance
Reprodução/YouTube/PalmBeachPost
O compositor americano Paul Vance, autor da versão original da música “Biquíni de bolinha amarelinha”, morreu aos 92 anos no dia 30 de maio, na Florida, nos Estados Unidos. A informação confirmada pelos filhos do artista, Joseph e Paula.
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Paula foi inspiração para a música “Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini”, traduzida em português para “Biquíni de bolinha amarelinha” e famosa na voz de Celly Campello. Segundo o jornal “Washington Post”, em 1960, o autor viajou com a família para uma praia perto de onde moravam, em Long Island, em Nova York.
Paula, então com 2 anos de idade, vestia um biquíni pela primeira vez e estava com vergonha de ser vista ao sair do vestiário. Ela se cobriu com uma toalha até entrar na água.
A música, feita em parceria com Lee Pockriss, foi gravada por Brian Hyland, de 16 anos, e ficou cerca de 13 semanas no top 40 da revista “Billboard”. Em uma delas, ocupou o primeiro lugar. Sucesso da cultura pop, a faixa aparecia frequentemente em filmes e comerciais na década seguinte.
Por aqui, foi trilha da novela “Estúpido Cupido” exibida pela Globo, em 1976, e regravada pela banda Blitz nos anos 80.
Ainda seguindo o jornal, Vance chegou a chamá-la de “máquina de dinheiro”, já que rendeu a ele milhões de dólares em royalties.
De acordo com a revista “Billboard”, em 1966, as músicas que ele escreveu ao lado de Pockriss já tinham vendido mais de 50 milhões de cópias.
Um dos sucessos da dupla é “Catch a Falling Star”, de 1957, gravada por Perry Como, que acabou levando o Grammy de melhor performance vocal pop masculina com ela.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Pai de Anitta passa por ‘cirurgia delicada’ e cantora agradece orações


‘Escolhemos não falar nada antes pois tudo aconteceu muito de repente’, escreveu Anitta em post nesta segunda (6). Pai de Anitta passa por ‘cirurgia delicada’
Reprodução/Twitter/Anitta
Anitta fez um post, nesta segunda (6), para falar da saúde do pai, Mauro Machado. “Painitto”, como é conhecido, precisou passar por uma “cirurgia delicada”, mas está bem.
A cantora comentou por cima no final de semana que estava passando por um problema na família, mas só falou sobre o assunto após a cirurgia.
“Hoje é um dia mais positivo pra nós depois de uma noite de muita reza. Passada a primeira fase exatamente como os médicos precisavam que fosse, meu pai pediu pra mandar esta foto agradecendo a rede de orações que todos vocês fizeram ontem”, escreveu ela.
“Escolhemos não falar nada antes pois tudo aconteceu muito de repente e tinha uma cirurgia delicada pela frente. Hoje acordamos com boas respostas e só temos a agradecer. Deus do impossível e dos milagres. Obrigada pelo carinho de todos”.
Ela não explica exatamente o motivo da cirurgia nem a região operada.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alcione resume 50 anos de carreira em show com orquestra e com total fidelidade à alma da artista


Entronizada no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, cantora enfileira 65 músicas em roteiro que abarca sucessos que interpretava na noite carioca no início da década de 1970. Alcione com a Orquestra Sinfônica Maré do Amanhã e a Banda do Sol no show ’50 anos’
Marcos Hermes / Divulgação
Resenha de gravação de show
Título: Alcione 50 anos
Artista: Alcione
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 5 de junho de 2022
Cotação: * * * *
♪ Mais do que uma cantora popular, e isso já seria muito, Alcione personificou uma entidade da música brasileira ao longo das duas horas e meia que permaneceu sentada no centro do palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro durante a apresentação do show Alcione 50 anos na noite de ontem, 5 de junho de 2022.
Ali estava, diante de plateia formada somente por convidados, uma cantora que já transcendeu rótulos e gêneros musicais sem deixar de ser uma “voz do samba”, como foi apresentada ao Brasil em 1975 no título do primeiro álbum.
Voz grave, do time dos contraltos, que se tornou uma das mais perfeitas traduções da alma sentimental brasileira ao valorizar repertório que, partindo do samba, segue pelos ritmos nordestinos e sempre aporta nas baladas de romantismo despudorado e linguagem direta.
E foram baladas como Estranha loucura (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1987) e Ou ela ou eu (Flávio Augusto e Carlos Rocha, 1987) – trilhas sonoras afinadas com o enredo amoroso das Marias Bruacas da vida real que ainda enfrentam Brasil afora o domínio patriarcal da sociedade machista – que mais seduziram o público presente na gravação audiovisual de show especial que irá gerar álbum e DVD lançados pela Marrom Music em parceria com a gravadora Biscoito Fino.
Acomodada na cadeira que bem poderia simbolizar um trono, a maranhense Alcione reinou no palco do Municipal carioca ao resumir 50 anos de carreira, tomando-se como ponto de partida a edição em 1972 do primeiro single da cantora maranhense. Esse single apresentou Figa de guiné, música de Reginaldo Bessa e do então também debutante compositor Nei Lopes, bamba das letras que se tornaria nome recorrente na discografia da cantora.
Em medley com outro samba dos mesmos autores, Tem dendê (1973), Figa de guiné marcou presença em roteiro que aglutinou 65 músicas em 30 números, quantidade ainda assim insuficiente para abranger todos os sucessos da Marrom. Tanto que sambas como Sem perdão (Jorge Aragão, Nilton Barros e Sereno, 1981) e Noite pelo dia (Arlindo Cruz e Adilson Victor, 1982) foram ausências sentidas no farto roteiro – assim como Roda ciranda (Martinho da Vila, 1984) – por quem acompanhou com fidelidade a trajetória fonográfica de Alcione nesses 50 anos.
Com o toque da Orquestra Sinfônica Maré do Amanhã, harmonizada com a Banda do Sol regida pelo tecladista e diretor musical Alexandre Menezes, Alcione aliou à singularidade da voz – ouvida com a potência e a emissão permitidas pelos 74 anos festejados pela artista em 21 de novembro de 2021 – à musicalidade igualmente rara que se manifestou já na adolescência vivida na cidade natal de São Luís do Maranhão (MA).
Cantora e instrumentista, hábil no toque do trompete, Alcione já mostrou quem era no show nos breques do samba Eu sou a Marrom (Roberto Corrêa e Sylvio Son, 1978), espécie de cartão-de-visitas musical desta artista que caiu bem no suingue dos scats que adornaram o medley que aglutinou os sambas Primo do jazz (Magnu Souza e Nei Lopes, 2005) e Influência do jazz (Carlos Lyra, 1962).
Os scats reapareceram já no fim do show, como temperos que tornaram o suingue de Gostoso veneno (Wilson Moreira e Nei Lopes, 1979) ainda mais saboroso.
Orquestrado sob direção geral de Solange Dias Nazareth, irmã e empresária de Alcione, o show Alcione 50 anos teve o roteiro como um dos pontos altos. Os links das músicas por afinidades temáticas e/ou rítmicas resultaram azeitados e – cabe lembrar – a maior parte desse roteiro herdou a costura do show comemorativo dos 70 anos da artista, apresentado em 16 de dezembro de 2017 na casa Ribalta, no Rio de Janeiro (RJ), cidade que acolhe Alcione desde 1967.
Alcione exalta a Mangueira no show ’50 anos’ no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Marcos Hermes / Divulgação
Tanto o show de 2017 como o espetáculo de 2022 foram abertos com a música autobiográfica Resumo (Roberto Corrêa e Sylvio Son, 1980), com a diferença de que, na apresentação no Municipal, quem recitou os versos rimados de Resumo foi Maria Bethânia. Já os arremates de ambos os shows foram feitos com Não deixe o samba morrer (Edson Conceição e Aloísio Silva, 1975), espécie de samba-manifesto que adquire mais sentido conforme o tempo passa.
A passagem do tempo, aliás, foi o mote da reflexão existencial de Cajueiro velho (João Carlos Dias Nazareth, 1976), belo e melancólico tema de autoria do pai da artista.
Contudo, existiu um diferencial a favor do show dos 50 anos de carreira – e esse distintivo foram os arranjos. A combinação dos toques da Orquestra Sinfônica Maré do Amanhã com a pegada da Banda do Sol deu renovada no repertório. O arranjo de O pior é que eu gosto (Isolda, 1988), por exemplo, fez parecer que Alcione cantava a música em um salão dourado dos anos 1950 em que imperavam boleros e sambas-canções.
As interações dos sopros com as percussões geraram o balanço da viagem por ritmos do Maranhão feita no medley que agregou De Teresina a São Luís (João do Vale e Helena Gonzaga, 1990), Pedra de responsa (Chico César e Zeca Baleiro, 1996) e Tambor de crioula (Júnior e Oberdan Oliveira, 1975).
Entre escalas românticas para rebobinar sofrências irresistíveis para o público de Alcione, como Sufoco (Chico da Silva e Antonio José, 1978) e Você me vira a cabeça (Me tira do sério) (Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, 2001), a viagem pelo tempo e pelo Brasil do show Alcione 50 anos transitou pelos gêneros musicais que animam os forrós da Paraíba e de Pernambuco – representados pelo medley com Forrofiar (Luiz Gonzaga e João Silva, 1984) e Forró do Xenhenhem (Cecéu, 1985) – antes de aportar na Bahia na cadência do samba Ilha de maré (Walmir Lima e Lupa, 1977), ao qual se seguiu o ijexá Ara Ketu (Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro, 1985).
Houve também a tradicional parada na Estação Primeira de Mangueira para Alcione cantar pot-pourri com sambas que exaltam a tradicional agremiação do Carnaval carioca, com direito à exibição do casal de Mestre-sala & porta-bandeira da escola verde-e-rosa e de dançarinos da Ballet Cia. Marcello Chocolate, em número fiel à estética já conhecida pelos frequentadores dos shows de Alcione.
E, por ser um show típico da Marrom, o roteiro de Alcione 50 anos rebobinou as homenagens aos cantores Emílio Santiago (1946 – 2103) e Clara Nunes (1942 – 1983) prestadas com os mesmos medleys do show de 2017.
E foi justamente por ter feito ontem o que sempre faz em cena que Alcione saiu consagrada, ovacionada, do palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O público tinha ciência de que estava diante de uma personalíssima cantora de música brasileira que resumia 50 anos de carreira vitoriosa em uma noite, ou em 65 músicas, com a certeza de que foi fiel à própria essência nas escolhas feitas ao longo dessas cinco décadas de trajetória profissional iniciada, antes da estreia em disco, nas boates cariocas.
A propósito, o medley poliglota com Grande grande grande (Alberto Testa e Tony Renis, 1971), Nostalgias (Enrique Cadícamo, e Juan Carlos Cobian, 1936) e Ton nom (Charles Aznavour, 1972) reiterou a fluência de Alcione no canto de músicas em idiomas como italiano, espanhol e francês, além de ter simbolizado a lembrança da cantora que debutou na noite carioca no alvorecer da década de 1970 antes de se projetar nacionalmente em 1975 como a voz do samba, se tornando uma cantora popular, hoje já transformada em entidade.
Alcione encadeia 65 músicas no roteiro do show ’50 anos’ no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Marcos Hermes / Divulgação
♪ Eis as 65 músicas dos 30 números do roteiro seguido por Alcione em 5 de junho de 2022 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ) na gravação audiovisual do show Alcione 50 anos:
1. Resumo (Roberto Corrêa e Sylvio Son, 1980) – em récita ouvida em off na voz de Maria Bethânia
2. Cajueiro velho (João Carlos Nazareth, 1976)
3. De Teresina a São Luís (João do Vale e Helena Gonzaga, 1990) /
4. Pedra de responsa (Chico César e Zeca Baleiro, 1996) /
5. Tambor de crioula (Júnior e Oberdan Oliveira, 1975)
6. Eu sou a Marrom (Roberto Corrêa e Sylvio Son, 1978)
7. Primo do jazz (Magnu Souza e Nei Lopes, 2005) /
8. Influência do jazz (Carlos Lyra, 1962)
9. Tem dendê (Reginaldo Bessa e Nei Lopes, 1973) /
10. Figa de guiné (Reginaldo Bessa e Nei Lopes, 1972)
11. Sufoco (Chico da Silva e Antonio José, 1978) /
12. O surdo (Totonho e Paulinho Rezende, 1975)
13. Mesa de bar (Gonzaguinha, 1985) /
14. E vamos à luta (Gonzaguinha, 1980)
15. O pior é que eu gosto (Isolda, 1988) /
16. Não pense em mim (Gilson e Carlos Colla, 1996)
17. Mulher ideal (Michael Sullivan e Carlos Colla, 2002) /
18. A loba (Paulinho Resende e Juninho Penalva, 2001) /
19. Ou ela ou eu (Flávio Augusto e Carlos Rocha, 1987)
20. Estranha loucura (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1987) /
21. Faz uma loucura por mim (Chico Roque e Sérgio Caetano, 2004)
22. Pra que chorar? (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963) /
23. Não chore não (Tom e Dito, 1977) /
24. Acorda que eu quero ver (Carlos Dafé, 1975)
25. Entidade (Altay Veloso, 1997) /
26. Corpo fechado (Roque Ferreira e Telma Tavares, 2005)
27. Rio antigo (Nonato Buzar e Chico Anysio, 1979)
28. Flamboyant (Jota Maranhão e Paulo César Feital, 1993) /
29. Saigon (Cláudio Cartier, Paulo César Feital e Carlão, 1985)
30. Grande grande grande (Alberto Testa e Tony Renis, 1971) /
31. Nostalgias (Enrique Cadícamo, e Juan Carlos Cobian, 1936) /
32. Ton nom (Charles Aznavour, 1972)
33. Autonomia (Cartola, 1977)
34. Fascínio (Toninho Geraes e Paulinho Rezende, 2020) /
35. Tijolo por tijolo (Serginho Meriti e Claudemir da Silva, 2020)
36. O que eu faço amanhã (José Augusto, 1986) /
37. Meu vício é você (Chico Roque e Carlos Colla, 1987)
38. Pode esperar (Roberto Corrêa e Sylvio Son, 1978) /
39. Qualquer dia desses (Reginaldo Bessa, 1983)
40. Além da cama (Michael Sullivan e Carlos Colla, 2001)
41. O mundo é de nós dois (Zeppa e Carlos Colla, 2003) /
42. Queda de braço (Altay Veloso, 2004)
43. Forrofiar (Luiz Gonzaga e João Silva, 1984) /
44. Forró do Xenhenhem (Cecéu, 1985)
45. Ilha de maré (Walmir Lima e Lupa, 1977) /
46. Ara Ketu (Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro, 1985)
47. Sem companhia (Ivor Lancellotti, 1980) /
48. Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares, 1973) /
49. Um ser de luz (João Nogueira, Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1983)
50. Nem morta (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1985) /
51. Menino sem juízo (Chico Roque e Paulinho Rezende, 1979) /
52. Garoto maroto (Franco e Marcos Paiva, 1986)
53. Quem é você (Ed Wilson e Cury, 1984) /
54. Você me vira a cabeça (Me tira do sério) (Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, 2001)
55. Meu ébano (Nenéo e Paulinho Resende, 2005) /
56. Gostoso veneno (Wilson Moreira e Nei Lopes, 1979)
57. Piano na Mangueira (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1992) /
58. Mangueira (Assis Valente e Zequinha Reis, 1935) /
59. Fala Mangueira (Mirabeau e Milton de Oliveira, 1956) /
60. Exaltação à Mangueira (Enéas Brittes da Silva e Aloísio Augusto da Costa, 1955) /
61. Sei lá, Mangueira (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1968) /
62. Levanta Mangueira (Luis Antônio, 1958) /
63. Despedida de Mangueira (Benedito Lacerda e Aldo Cabral, 1939)
64. Obrigada (Chico Roque e Sérgio Caetano, 2005)
65. Não deixe o samba morrer (Edson Conceição e Aloísio Silva, 1975)

Fonte: G1 Entretenimento

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Kings of Convenience anuncia shows em novembro no Brasil


Duo de folk norueguês toca ‘Peace or Love’, quarto álbum da carreira, em São Paulo e no Rio. Ingressos já estão à venda a partir de R$ 120. Kings of Convenience anuncia shows em novembro no Brasil
Divulgação
Kings of Convenience anunciou, nesta segunda (6), que vai fazer dois shows no Brasil em novembro.
O duo de folk norueguês toca em São Paulo, na Audio, no dia 17 e no Rio, no Vivo Rio, no dia 19 (Veja mais informações abaixo).
AGENDA DE SHOWS: Rosalía, Justin Bieber, Dua Lipa tocam no Brasil no 2º semestre
Erlend Øye e Eirik Bøe apresentam o quarto disco da carreira, “Peace or Love”, lançado em 2021. Foram cinco anos até chegar ao álbum com 11 faixas. “Gravamos o álbum cinco vezes”, diz Eirik em nota divulgada pela assessoria.
“Uma música tem que ser tocada com certa facilidade, mas tudo precisa estar certo. Tem que soar como se estivéssemos nos divertindo e, também, comunicando uma presença emocional. Conseguir todas essas qualidades em uma tomada é muito difícil”, completa o músico.
Eles também tocaram no Brasil em 2011. Antes das apresentações, Erlend Øye disse ao g1 que “atores atrapalham” ao reclamar de vips nos shows do duo.
Os ingressos custam a partir de R$ 150 em São Paulo e a partir de R$ 120 no Rio, e já estão disponíveis pelo site oficial.
Kings of Convenience em SP
Data: 17 de novembro de 2022 (quinta-feira) às 22h
Local: Audio – Avenida Francisco Matarazzo 694, Água Branca
Ingressos: a partir de R$ 150 (meia-entrada pista)
Venda de ingressos pelo site oficial
Kings of Convenience no Rio
Data: 19 de novembro de 2022 (quinta-feira) às 22h
Local: Vivo Rio – Avenida Infante Dom Henrique 85, Glória
Ingressos: a partir de R$ 120 (meia-entrada pista)
Venda de ingressos pelo site oficial

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Jurassic World Domínio’ estreia no topo da bilheteria nacional e desbanca ‘Top Gun Maverick’

Sexto filme da franquia estreou na quinta (2) e foi visto por quase 1 milhão de pessoas até domingo (5). ‘Top Gun’ e ‘Doutor Estranho’ completam top 3. Assista ao trailer de ‘Jurassic World Domínio’
“Jurassic World: Domínio” foi visto por 960 mil pessoas nos primeiros dias em cartaz no Brasil. A renda do sexto filme da franquia foi de R$ 20,4 milhões de quinta (2) a domingo (5), segundo a ComScore.
“Top Gun Maverick” caiu para segundo posição, enquanto “Doutor Estranho no multiverso da loucura” ficou em terceiro.
‘Jurassic World Domínio’ segue tradição das sequências de ‘Jurassic Park’ e é péssimo; g1 já viu
‘Top Gun: Maverick’ voa alto abastecido por Tom Cruise e nostalgia; g1 já viu
No total, os 10 filmes mais vistos nas salas de cinema no país arrecadaram R$ 39,11 milhões, com público de 1,7 milhão de pessoas.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 2 a 5 de junho:
“Jurassic World: Domínio” – R$ 20,5 milhões
“Top Gun Maverick” – R$ 14,1 milhões
“Doutor Estranho no multiverso da loucura” – R$ 3,4 milhões
“Sonic 2 – O Filme” – R$ 613 mil
“O homem do Norte” – R$ 137 mil
“Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo” – R$ 74,8 mil
“Medida Provisória” – R$ 66,4 mil
“Luta pela Fé – A história do Padre Stu” – R$ 37,1 mil
“Má Sorte no Sexo ou Pornô Acidental” – R$ 37, 1 mil
“A Médium” – 31,1 mil
Diretor e elenco de “Top Gun: Maverick” falam sobre a sequência do clássico dos anos 80

Fonte: G1 Entretenimento

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Giulia Lins: quem é a filha de 22 anos de Leandro Lima, o peão Levi de ‘Pantanal’


Modelo é paraibana e acaba de ganhar um irmãozinho, Toni, que nasceu no mesmo dia de seu anisverário. Ator de 40 anos conta que foi pai aos 18 e não poupa elogios à filha. Pai e filha: a modelo Giulia Lins e o ator Leandro Lima
Reprodução/Instagram
Leandro Lima se tornou pai pela segunda vez na última sexta-feira (3). Toni, da relação do ator com a modelo Flávia Lucini nasceu no carro, e mudou todos os planos dos pais para o parto.
Mas o dia 3 de junho já era uma data marcante na vida de Leandro antes mesmo da chegada do caçula. No mesmo dia, o ator celebra o aniversário da mãe e, também, o da filha Giulia Lins, que acaba de completar 22 anos.
Durante sua participação no “Domingão do Huck”, o intérprete do peão Levi, de “Pantanal”, surpreendeu ao público ao falar sobre a história familiar. O ator de 40 anos foi pai aos 18.
Pouco depois, ele se emocionou com um recado fofo da filha:
“Papa, tô aqui pra dizer o quanto te amo. Aproveito para também dizer o quanto eu te admiro. Sempre admirei, mas também nessa fase de grandes realizações profissionais. Sei o quanto você desejou e o quanto ama a arte desde o princípio. É meu aniversário, mas eu gostaria de te parabenizar por essa grande conquista. Um beijo.”
A modelo Giulia Lins, filha do ator Leandro Lima
Reprodução/Instagram
Paraibana, Giulia atua como modelo e é agenciada pela Way Model, mesma empresa que cuida da carreira de Alessandra Ambrósio, Candice Swanepoel, Carol Trentini e outras estrelas do mundo da moda.
Com 1,71m de altura, Giulia já modelou para diversos editoriais de revistas de moda, além de estrelar uma das recentes campanhas publicitárias da Arezzo. Ela também conta com um canal no YouTube. Nele, publicou apenas um vídeo, mas mostra que também gosta de soltar a voz e cantar.
Em sua página no Instagram, que conta com 34 mil seguidores, Giulia também traz vídeos em que canta. Na manhã desta segunda-feira (6), por exemplo, ela publicou em seus Stories o momento em que interpreta “Paraíba Masculina”, de Luiz Gonzaga.
Atualmente, Giulia namora o também modelo Leonardo Grecco.
Sobre a personalidade de Giulia, ninguém melhor do que o pai famoso:
“É uma menina muito especial, muito sensível, muito arte, muito educada. Não sei nem como é que deu certo eu sendo pai com 18 anos — a mãe era um pouco mais velha –, mas a gente, muito jovem, conseguiu educar uma menina dessa maneira”, afirmou Leandro durante a participação no “Domingão do Huck”.
A modelo Giulia Lins, filha do ator Leandro Lima
Reprodução/Instagram
“Ela é uma menina muito independente, muito sagaz nas coisas dela, apesar de ser toda borboletinha, assim, toda natureza, praia, mas ela é muito centrada, muito focada, e sabe também como lidar com os homens”, afirmou ator.
Leandro ainda se mostrou um pai ciumento. “Foi difícil o primeiro namorado, porque o pai sempre tem um ciúme, mas vejo que ela lida bem com isso e tá dando certo.”
Giulia celebrou o aniversário de 22 anos ao lado do namorado em Trancoso, na Bahia. Mas antes de embarcar para o Paraná para um trabalho, ela conseguiu fazer uma visita ao irmão, Toni, em São Paulo.
“Que benção é uma vida nova em nossas vidas! E não é que ele bateu o pé pra nascer no dia do meu aniversário? Dia 03/06 a cada novo tempo tem significado agregado, desde a minha avó que também compartilha do mesmo dia. Eu só tenho motivos pra comemorar. Acreditem ou não, esse foi o meu dia.”
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A modelo Giulia Lins, filha do ator Leandro Lima, o Levi de “Pantanal”
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Homem é preso na França por misteriosos ataques com agulhas

Segundo polícia, criminoso, de 20 anos, furou pessoas com agulhas durante um show e, Toulon, no sul, gerando pânico no local. Uma mulher foi hospitalizada. Cerca de cem incidentes similares foram registrados no país este ano. Promotores franceses acusaram um homem de 20 anos no sul da França por uma série de ataques com agulhas em boates e festivais de música que criaram um clima de pânico e alarmaram as autoridades.
O homem foi preso e acusado no domingo (5), dois dias depois de cerca de 20 pessoas relatarem ataques com agulhas na noite de sexta-feira (3), durante um show televisionado em Toulon (sul da França).
Uma mulher foi hospitalizada, e a polícia precisou intervir devido ao pânico gerado por esses ataques.
O homem, que foi identificado por duas mulheres, foi acusado de agressão premeditada com violência, segundo os promotores. O detido nega as acusações.
Desde o início do ano, houve pelo menos cem incidentes semelhantes em todo o país, com jovens alegando terem sido feridos com agulhas em boates e festivais de música.
Outros novos ataques parecidos ocorreram no último fim de semana em dois festivais de música. Seis adolescentes, de 17 e 18 anos, relataram ter perfurado as mãos ou braços, durante um festival em Belfort, no leste da França.
Outras sete pessoas indicaram ter sofrido ferimentos com agulhas no festival Vic-Fezensac, no sudoeste do país, onde um indivíduo foi preso, segundo o procurador regional Jacques-Edouard Andrault.
A maioria das vítimas desde o início do ano é de mulheres jovens, que muitas vezes sofreram náuseas, vertigens ou dores fortes após os ataques.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mariah Carey é processada em US$ 20 milhões por ‘All I want for Christmas is you’


Compositor alega ter coescrito uma música com o mesmo título cinco anos antes. Ele processa por violação de direitos autorais e apropriação indevida. Mariah Carey divulga novo clipe de ‘All I Want for Christmas Is You’
Reprodução/Youtube
Mariah Carey foi processada nesta sexta-feira (3) por seu clássico natalino de 1994 “All I want for Christmas is you” por um compositor que disse ter coescrito uma música com o mesmo título cinco anos antes.
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Em uma ação apresentada no tribunal federal de Nova Orleans, Andy Stone está buscando uma indenização de pelo menos US$ 20 milhões (cerca de R$ 95 milhões), seu coautor e a Sony Music Entertainment por violação de direitos autorais e apropriação indevida, entre outras alegações.
Stone, que se apresenta como Vince Vance com a banda country-pop Vince Vance & the Valiants, acusou os réus de terem explorado ilegalmente sua “popularidade e estilo único” e causado confusão ao gravar a nova música sem sua permissão.
Sons do Natal – Clássico de Mariah Carey e outros hits campeões da data
As músicas de Carey e Stone têm letras e melodias diferentes.
Porta-vozes de Carey e da Sony Music não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
A música de Carey apareceu em seu álbum “Merry Christmas” e há muito tempo é tocada no rádio e em lojas durante a temporada das festas.
Ela também liderou a parada Billboard Hot 100 todos os anos desde 2019, apesar de ter sido gravada um quarto de século atrás. “All I want for Christmas is y ou” foi a 19ª música de Carey que chegou ao primeiro lugar lista, uma a menos que os Beatles.
Stone disse que sua própria música foi “extensivamente tocada” durante a temporada de Natal de 1993, e também apareceu nas paradas da Billboard.
A ação diz que os advogados de Stone entraram em contato com os acusados pela primeira vez em abril de 2021 sobre seu suposto uso não autorizado, mas “não conseguiram chegar a um acordo”.
Os advogados de Stone não responderam imediatamente aos pedidos de comentários adicionais.
É #FAKE que cantora Mariah Carey fingiu ter sido vacinada contra Covid

Fonte: G1 Entretenimento

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Emoção de Jennifer Lopez e beijo em cobra marcam noite do MTV Movie & TV Awards 2022


Premiação aconteceu neste domingo (5), Santa Mônica, na Califórnia. Tom Holland e Zendaya foram alguns dos vencedores. Vela lista completa de premiados. Jennifer Lopez se emociona em discurso durante o MTV Movie & TV Awards 2022
REUTERS/Mario Anzuoni
O discurso emocionado de Jennifer Lopez e a reprodução do beijo vencedor (neste caso, em uma cobra), marcaram a premiação do MTV Movie & TV Awards 2022.
O evento aconteceu na noite deste domingo (5), no Barker Hangar, em Santa Mônica, na Califórnia.
No palco, Jennifer Lopez foi homenageada com o troféu Generation Awards. A cantora se emocionou em seu discurso, no qual ela agradeceu tanto as pessoas que a apoiaram em sua carreira quanto aqueles que desacreditaram dela ao longo dos anos.
“Eu gostaria de agradecer a todas as pessoas que me falaram quando eu não estava presente, ou às vezes na minha cara, que eu nunca poderia fazer isso. Eu realmente não teria conseguido sem vocês”, disse a cantora.
Quem também foi homenageado na noite foi Jack Black, com o troféu Gênio da Comédia.
Outro momento memorável da premiação foi quando Sean ‘Poopies’ McInerney foi reproduzir a cena no beijo vencedor e levou uma cobra ao palco. O réptil foi carregado ao palco por diversas pessoas e ganhou um beijo de Poopies.
“Estou muito feliz que ela não me mordeu agora”, celebrou o ator, que levou uma mordida da cobra durante a gravação de “Jackass Forever”.
A lista de premiados da noite contou ainda com Tom Holland, Zendaya e Scarlett Johansson. Veja lista completa de premiados abaixo.
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Sean ‘Poopies’ McInerney recebe prêmio de Melhor Beijo durante MTV Movie & TV Awards e reproduz cena durante premiação
Presley Ann/Getty Images for MTV/AFP
Veja todos os vencedores do “MTV Movie & TV Awards 2022”:
MELHOR FILME: “Homem-Aranha: sem volta para casa”
MELHOR SÉRIE: “Euphoria”
MELHOR ATUAÇÃO – Tom Holland – ” Homem-Aranha: sem volta para casa”
MELHOR ATUAÇÃO – Zendaya – “Euphoria”
MELHOR HERÓI: Scarlett Johansson — “Viúva Negra”
MELHOR VILÃO: Daniel Radcliffe — “Cidade Perdida”
MELHOR BEIJO: “Poopies & the snake” — Jackass Forever
MELHOR ATUAÇÃO CÔMICA: Ryan Reynolds — “Free Guy”
ARTISTA REVELAÇÃO: Sophia Di Martino — “Loki”
MELHOR BRIGA: Cassie vs. Maddy — “Euphoria”
MELHOR ATUAÇÃO ASSUSTADA: Jenna Ortega — “Pânico”
MELHOR TIME: “Loki” — Tom Hiddleston, Sophia Di Martino e Owen Wilson
PEGAÇÃO DO ANO: “Euphoria”
MELHOR MÚSICA: “On My Way (Marry Me)” — Jennifer Lopez / Case Comigo
MELHOR MOMENTO MUSICAL: “Ance With me” – “Heartstopper”
MELHOR DOC-REALITY SHOW: “Summer House”
MELHOR SÉRIE DE COMPETIÇÃO: “RuPaul’s Drag Race”
MELHOR PROGRAMA DE ESTILO DE VIDA: “Selena + Chef”
MELHOR NOVA SÉRIE SEM ROTEIRO: “The D’Amelio Show”
MELHOR ESTRELA DE REALITY: Chrishell Stause – “Selling Sunset”
MELHOR ROMANCE EM REALITY: Loren & Alexei Brovarnik – “Loren & Alexei: After the 90 days”
MELHOR TALK/TROPICAL SHOW: “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon”
MELHOR APRESENTADOR: Kelly Clarkson – “The Kelly Clarkson Show”
MELHOR BRIGA EM REALITY: Bosco vs. Lady Camden – “RuPaul’s Drag Race”
MELHOR RETORNO DE REALITY: Paris Hilton – “Cooking with Paris & Paris in Love”
MELHOR MÚSICA EM DOCUMENTÁRIO: “Driving home 2 u (a SOUR film)” – Olivia Rodrigo

Fonte: G1 Entretenimento