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Xenia França pesca pérolas raras de Djavan e Gilberto Gil no álbum ‘Em nome da estrela’


Cantora abre parceria com rapper Rico Dalasam e dá voz a música de Luiza Lian entre temas autorais. ♪ Embora pautado pelo samba, o primeiro álbum de Djavan – A voz • O violão • A música de Djavan, lançado em 1976 – apresentou tema afro-jazzístico de arquitetura requintada, Magia.
Até então nunca regravada nesses 46 anos, nem mesmo pelo compositor, Magia ganha um segundo registro fonográfico na voz de Xenia França. Magia é a música que encerra o segundo álbum da artista baiana, Em nome da estrela, lançado nesta sexta-feira, 3 de junho.
Além desse pouco ouvido tema do cancioneiro de Djavan, a cantora pesca pérola rara do repertório de Gilberto Gil, Futurível (1969).
No disco Em nome da estrela, anunciado em 12 de maio com o single autoral Renascer, Xenia França canta música de Luiza Lian (Dádiva), se conecta com o rapper Rico Dalasam – parceiro e convidado da artista na música Já é, também assinada por Lucas Cirillo – e apresenta músicas autorais como Ancestral infinito (Xenia França, Lucas Cirillo, Kauê Caldas, Sara Hoston, Theodoro Nagô, Ricardo Braga e Vitor Arantes), Ânimus x Anima (Xenia França e Lucas Cirillo) – faixa na qual figura Arthur Verocai – e From the heights (parceria com Pipo Pegoraro e Lucas Cirillo).
Capa do álbum ‘Em nome da estrela’, de Xenia França
Gleeson Paulino / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Juçara Marçal lança EP com quatro faixas inéditas que sobraram do álbum ‘Delta Estácio blues’


♪ Anunciado por Juçara Marçal desde a edição do álbum Delta Estácio blues (2021) em 30 de setembro, o EP com quatro faixas inéditas – não inseridas no disco – tem lançamento programado para 16 de junho.
Um choro, Odumbiodé, Criei um pé de ipê e Não reparem são as quatro músicas do EP, cuja capa expõe Juçara Marçal em foto de Aline Belfort, da mesma sessão que gerou a imagem estampada na capa do álbum Delta Estácio blues.
Um choro é composição de autoria de Jadsa, cuja guitarra é ouvida na faixa. O repertório do EP inclui música inédita de Alzira E e parcerias também inéditas de Juçara com Clima e com Kiko Dinucci. Guilherme Held toca guitarra na faixa Não reparem. Paula Santos toca flauta em Odumbiodé.
Capa do ‘EPDEB’, disco de Juçara Marçal
Aline Belfort

Fonte: G1 Entretenimento

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Dada Yute anuncia o álbum ‘Crypto reggae’ com single ‘De rolex’


♪ Crypto reggae é o título do álbum que Dada Yute lançará no segundo semestre deste ano de 2022. Com o disco, o artista paulistano intenciona inserir a cultura do gênero jamaicano no universo hi-tech do blockchain e do cryptopunk.
Enquanto aguarda o lançamento do disco via Inbraza, selo da gravadora Som Livre, Yute segue a cartilha pop do gênero e fala de amor sob ótica positiva em De rolex, primeiro single do álbum Crypto reggae.
Disponível nos players digitais a partir desta sexta-feira, 3 de junho, a gravação da inédita música autoral De rolex foi formatada com produção musical de Pablo Bispo e Ruxell.

Fonte: G1 Entretenimento

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Telecine Preview: Entrevistas


Confira entrevistas com astros e cineastas sobre as principais estreias dos cinemas Confira entrevistas com astros e cineastas sobre as principais estreias dos cinemas

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Beltrão e Andréia Sadi se emocionam na passagem de bastão do ‘Estúdio i’


Maria se despede do programa nesta sexta-feira (3), e passa a apresentar o ‘É de Casa’, da Globo. Sadi estreia à frente do vespertino da GloboNews na segunda-feira (6), às 13h. Andréia Sadi e Maria Beltrão
GloboNews
Informação, entrevistas, comentaristas, notícias ao vivo e duas apresentadoras em total sintonia. Foi com essa mistura de identidades e muitos sentimentos que a passagem de bastão do “Estúdio i” aconteceu nesta sexta-feira (3).
Maria Beltrão, à frente do vespertino desde o seu lançamento, em 2009, recebeu Andréia Sadi, que assume o programa a partir de segunda-feira (6).
“Me permitam falar da Andreia Sadi, essa mulher espetacular que vai comandar o Estúdio i”, disse Maria. “Sadi é grande amiga, não podia ser melhor pessoa para assumir o Estúdio i”.
“Maria fura tudo, anunciou que eu estava grávida, quando os gêmeos haviam nascido….”, contou Sadi, que estreou na GloboNews justamente no Estúdio i. “Você inspira mulheres”, disse Sadi para Maria. “Abriu portas”.
Andréia Sadi fala sobre estreia no Estúdio i: ‘Meta é trazer a participação do público e aumentar o diálogo em ano eleitoral’
Maria passará a comandar o “É de Casa” nas manhãs de sábado da TV Globo.
Memória Globo: Andréia Sadi
Memória Globo: Maria Beltrão
Andréia Sadi e Maria Beltrão
GloboNews
Andréia Sadi e Maria Beltrão
GloboNews
Andréia Sadi e Maria Beltrão
GloboNews

Fonte: G1 Entretenimento

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Exposição sobre Notre-Dame usa tecnologia da realidade aumentada para contar história da catedral


Instalada no Collège des Bernardins, em Paris, a exposição interativa é um verdadeiro mergulho em 850 anos da história de um dos principais monumentos da França. Exposição sobre Notre-Dame usa tecnologia da realidade aumentada para contar história da catedral
Reprodução
De sua fundação medieval até o terrível incêndio de 2019, passando pela consagração de Napoleão e o casamento de Henrique IV, “Notre-Dame de Paris, a exposição em Realidade aumentada” é um verdadeiro mergulho em 850 anos da história de um dos principais monumentos da França.
Instalada no Collège des Bernardins, em Paris, a exposição interativa conjuga um cenário físico com a tecnologia da realidade aumentada, sobrepondo recursos virtuais sobre a história da catedral a elementos reais.
Para que a mágica aconteça, um tablet chamado “histopad” é entregue para cada visitante na entrada da exposição. Ele permite escanear cada uma das 21 “portas do tempo”, que fazem parte do percurso da visita, espalhadas por 550 m2.
Através de cliques nas imagens que aparecem na tela do tablet, o visitante pode ver a reconstituição de diversos períodos que contam a história de Notre-Dame de Paris, do século XII, quando foi construída, até sua atual reconstrução, após o incêndio de 2019.
Bruno de Sa Moreira, CEO e co-fundador da startup francesa Histovery, que realizou a exposição, diz que a ideia é mostrar para as pessoas a evolução da catedral, mas também de aproximar o público do estado atual do monumento, que está fechado, e de seu processo de reconstrução.
Portas do passado
A primeira porta do passado que se abre leva o visitante diretamente ao incêndio de Notre-Dame. Entre sirenes e o barulho do fogo, o visitante pode assistir à luta dos bombeiros, que durou oito horas, na noite de 15 de abril de 2019.
Mas a viagem no tempo tem outros momentos históricos, como a chegada das relíquias da paixão de cristo, sagradas para os católicos, — entre eles um pedaço da cruz e a coroa de espinhos de Jesus — trazidas para Notre-Dame por Luiz IX da França e conservadas na catedral até o incêndio. O visitante pode descobrir, por exemplo, que a fachada da igreja, na Idade média, era colorida.
“Essa viagem no tempo permite entender melhor como se constrói uma catedral gótica na Idade média, com um ponto de vista universal. Falamos de arte, de arquitetura, explicamos o “savoir-faire”, os trabalhadores, tudo que foi preciso para fazer da Notre-Dame o que nós temos hoje”, explica. “O passeio pela história da catedral inclui todas as modificações, variações e evoluções que o monumento viveu em quase 900 anos”, diz Sa Moreira.
“São momentos fortes da história da França que aconteceram na catedral e que podem ser revividos em imersão dentro dessas reconstruções que são feitas com uma imagem 3D”, diz.
Realidade aumentada
A startup tem 20 projetos de realidade aumentada em monumentos e museus. No caso de Notre-Dame, o trabalho de reconstituição foi feito por historiadores e as informações foram validadas por um comitê de especialistas da história da catedral.
Bruno de Sa enumera as vantagens da tecnologia. “Primeiro você tem a imagem em uma tela muito maior que a de um smartfone e essa imagem tem um poder genial de chamar a atenção e aumentar a curiosidade do visitante. Além disso, tem a interatividade”.
A exposição já recebeu quase 30 mil visitantes desde sua abertura em abril. Para o idealizador do projeto, o segredo do sucesso da “nova mediação cultural” é que cada pessoa pode fazer sua própria visita. “Eu vou dentro desse conteúdo e escolho o que me interessa. Cada um aqui pode fazer uma visita bem pessoal, ainda que estejamos juntos, uma família, amigos, um grupo”, argumenta Bruno de Sa.
Antes do incêndio, a empresa já estava negociando para desenvolver um historypad para a visita de Notre-Dame. Mas a tragédia mudou um pouco o rumo do projeto.
“Sabíamos que depois da tragédia, Notre-Dame fecharia as portas durante anos para a reconstrução e foi assim que tivemos a ideia de fazer essa exposição, que vai viajar, e de levá-la ao mundo.”
Com essa ideia, eles encontraram a gigantes dos cosméticos L’Oréal, que aceitou patrocinar exclusivamente o projeto e tiveram o apoio do estabelecimento público que cuida da conservação e da restauração de Notre-Dame.
Simultaneamente, a mesma exposição já está sendo exibida no National Museum de Washington, até setembro. Depois ela segue para Dresden na Alemanha, a partir de agosto. A turnê deve visitar 10 países e o Brasil poderia ser um deles.
Exposição para todas as idades
A visitante americana Natalie Powel, de Atlanta, na Georgia, privilegiou Paris e não se arrependeu. “É maravilhoso, muito melhor do que eu esperava”, disse após ver a exposição. Eu estou com meu filho de 10 anos e ele ficou envolvido durante quase uma hora. Eu acho que seria ótimo se tivéssemos mais coisas assim”, afirma.   
Outro visitante, Dominique Labory, diz que a mostra está ao alcance de todos. “Vim com os meus sogros de 80 e 85 anos e agora vamos voltar com nossos filhos. É feito realmente para todos. Além de tudo, podemos sentar para olhar o tablet.”
Notre-Dame de Paris, a exposição em realidade aumentada fica no Collège des Bernardins até 17 de julho e a entrada é gratuita.

Fonte: G1 Entretenimento

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Barão Vermelho revisa 40 anos em gravação ao vivo com Chico César, Samuel Rosa e Roberto Frejat


Banda carioca transita por sucessos próprios, hits da discografia solo de Cazuza e ‘lados B’ em registro audiovisual de show que dará origem a quatro discos e série documental em canal de TV. Frejat canta e toca ‘Pro dia nascer feliz’ com o Barão Vermelho no show ‘Barão 40’
Camila Mendes / Divulgação Teatro Claro Rio
♪ Dos cinco músicos que ocuparam o palco do Teatro Claro Rio nas noites de 1º e 2 de junho, para a gravação da série documental e dos quatro discos que celebram os 40 anos do Barão Vermelho, somente dois – o baterista Guto Goffi e o tecladista Maurício Barros – fizeram parte da formação original agrupada em fins de 1981 na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Mas um terceiro músico da banda original – o guitarrista Roberto Frejat, marcante no posto de vocalista entre 1985 e 2016 – entrou em cena já ao fim da apresentação de quarta-feira, dia 1º, para cantar e tocar Pro dia nascer feliz (Roberto Frejat e Cazuza, 1983) com Rodrigo Suricato em número (feito duas vezes) que incluiu solos das guitarras de Frejat, Suricato e Fernando Magalhães, com o baixista Márcio Alencar também à frente do palco.
Anunciado em janeiro de 2017 como substituto de Frejat no posto de vocalista e (também) guitarrista da banda, posto ocupado originalmente por Cazuza de 1981 a 1985, Suricato tem se dedicado arduamente à missão de levar adiante a trajetória do Barão sem que a banda soe como cover de si mesma.
Na gravação da série documental Barão 40 para o Canal Bis com show retrospectivo, cujos números musicais darão origem a quatro discos previstos para serem lançados a partir de agosto, Suricato foi mais bem-sucedido quando, encerrado o bloco acústico inicial, o palco foi preparado para o set elétrico das apresentações.
Contudo, foi no bloco acústico que, na apresentação do dia 1º, entraram em cena os dois convidados mais inusitados da primeira noite de gravação, Chico César e Samuel Rosa, ambos até então dissociados da trajetória do Barão. Chico cantou a apaixonada canção Por você (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Santa Cecília, 1998), adornada com o toque do acordeom de Marcelo Caldi, também convidado do número.
Samuel, em intervenção afetuosa, se juntou ao quinteto no revival do rock Maior abandonado (Roberto Frejat e Cazuza, 1984), música mais talhada para a parte elétrica do show. O número foi repetido por questões técnicas.
Chico César canta a balada ‘Por você’ com a banda Barão Vermelho no show ‘Barão 40’
Camila Mendes / Divulgação Teatro Claro Rio
Na apresentação de quinta-feira, 2 de junho, Jade Beraldo foi a convidada do Barão na lembrança de Por que a gente é assim? (Roberto Frejat, Cazuza e Ezequiel Neves, 1984) – rock da fase fundamental da discografia da banda, com Cazuza em sintonia com Frejat na composição de repertório que bebia tanto das fontes do rock quanto do blues, fazendo do Barão Vermelho a banda brasileira mais próxima dos Rolling Stones dentre a safra da geração da década de 1980 que deu peso e projeção ao rock feito no Brasil.
No show Barão 40, Maurício Barros mostrou, no toque dos teclados que encorparam Carne de pescoço (Roberto Frejat e Cazuza, 1983), o quanto de rhythm and blues há na gênese do rock.
Entre sucessos como Bete Balanço (Roberto Frejat e Cazuza, 1984), hit pop de trilha de cinema que soou meio desajeitado em Barão 40, e alguns lados B orgulhosamente apresentados como tal por Suricato, casos de Sombras no escuro (Roberto Frejat e Guto Goffi, 1992) e de Guarda essa canção (Roberto Frejat e Dulce Quental, 1992), o Barão Vermelho de 2022 se permitiu até transitar pelo repertório da discografia solo de Cazuza.
Codinome beija-flor (Reinaldo Arias, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985), Solidão que nada (George Israel, Nilo Romero e Cazuza, 1987) – música que se sustenta no refrão aliciante – e até Exagerado (Leoni, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985) deram as caras no roteiro. Assim como Amor pra recomeçar (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Santa Cecília, 2001), o maior sucesso da carreira solo de Frejat, ouvido na voz de Maurício Barros, coautor da composição.
Para quem acompanha o Barão Vermelho há 40 anos (ou 41, já que o primeiro show aconteceu em novembro de 1981), ficou claro que o blues Não amo ninguém (Roberto Frejat, Cazuza e Ezequiel Neves, 1984) – também interpretado por Maurício Barros – era bem a mais cara do Barão Vermelho, ora personificada na figura carismática de Rodrigo Suricato.
Rodrigo Suricato no palco do Teatro Claro Rio na gravação do show ‘Barão 40’
Camila Mendes / Divulgação Teatro Claro Rio
♪ Eis as 27 músicas do roteiro seguido em 1º de junho de 2022 pelo Barão Vermelho na gravação da primeira das duas apresentações do show Barão 40 no Teatro Claro Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ):
Set acústico :
1. Tua canção (Roberto Frejat e Sérgio Serra, 1990)
2. Carne de pescoço (Roberto Frejat e Cazuza, 1983)
3. Bete balanço (Roberto Frejat e Cazuza, 1984)
4. Sorte e azar (Roberto Frejat e Cazuza, 1982 / 2012)
5. Por você (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Santa Cecília, 1998) – com Chico César
6. Enquanto ela não chegar (Guto Goffi e Maurício Barros, 1999)
7. Flores do mal (Roberto Frejat e Guto Goffi, 1992)
8. Maior abandonado (Roberto Frejat e Cazuza, 1984) – com Samuel Rosa
9. Codinome beija-flor (Reinaldo Arias, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985)
Set elétrico :
10. Meus bons amigos (Maurício Barros, Guto Goffi e Fernando Magalhães, 1994)
11. A solidão te engole vivo (Maurício Barros, Guto Goffi e Fernando Magalhães, 2019)
13. Tão longe de tudo (Guto Goffi, 1990)
14. Sombras no escuro (Roberto Frejat e Guto Goffi, 1992)
15. O poeta está vivo (Roberto Frejat e Dulce Quental, 1990)
16. Solidão que nada (George Israel, Nilo Romero e Cazuza, 1987)
17. Por que a gente é assim? (Roberto Frejat, Cazuza e Ezequiel Neves, 1984)
18. Guarda essa canção (Roberto Frejat e Dulce Quental, 1992)
19. Um dia igual ao outro (Rodrigo Suricato, 2019)
20. Amor, meu grande amor (Angela Ro Ro e Ana Terra, 1979)
21. Down em mim (Cazuza, 1982)
22. Não amo ninguém (Roberto Frejat e Cazuza, 1984)
23. Amor pra recomeçar (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Santa Cecília, 2001)
24. O tempo não para (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988)
25. Pro dia nascer feliz (Roberto Frejat e Cazuza, 1983) – com Frejat
26. Exagerado (Leoni, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985)
27. Puro êxtase (Guto Goffi e Maurício Barros, 1998)
Maurício Barros canta ‘Amor pra recomeçar’ e o blues ‘Não amo ninguém’ no show ‘Barão 40’
Camila Mendes / Divulgação Teatro Claro Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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PA, Sônia Guajajara, Marina Sena… Veja personalidades que não são modelos e desfilaram na São Paulo Fashion Week


Em 2022, o evento é focado em diversidade e representatividade. Ao todo, serão 22 desfiles presenciais e 19 digitais. A 53ª edição do São Paulo Fashion Week (SPFW) levou às passarelas personalidades que não são modelos e que fizeram sucesso. Em 2022, o evento é focado em diversidade e representatividade.
O SPFW é realizado desde o último dia 31 de maio e se encerra até neste sábado (4). Ao todo, serão 22 desfiles presenciais e 19 digitais.
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Reprodução/Internet
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Bela Gil no SPFW
Reprodução/Internet
Demerson D’Alvaro, ator
Demerson D’Alvaro desfila pela grife Meninos Rei, na SPFW
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Adoção irregular parece ato de amor, mas não é boa para ninguém, diz especialista


Em entrevista à BBC News Brasil, Isabely Mota, uma das criadoras do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), comemora recorde de adoções e reintegrações em 2021, mas lamenta número alto de adoções interrompidas por devoluções de crianças aos abrigos. Em 2021, houve recorde de adoções e reintegrações de crianças no Brasil; ao mesmo tempo, 8,7% das adoções iniciadas foram interrompidas por devoluções de crianças a abrigos
Getty Images, via BBC
O Brasil avançou e muito na organização dos processos de adoção, mas ainda existe no país uma cultura em que esta é vista como um ato de caridade — quando deveria ser, acima de tudo, um ato de responsabilidade.
A avaliação é de Isabely Mota, uma das criadoras do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) e pesquisadora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Em entrevista à BBC News Brasil, Mota explica que, desde 2019, o sistema criado permitiu a unificação de dados de todo o Brasil e agilizou o cumprimento de prazos e o cruzamento de informações digitalizadas — como o de crianças com o perfil desejado e uma família pretendente.
Com o sistema, é possível agora saber por exemplo que, em 2021, houve um recorde no número de adoções no país: foram 3.736 adoções de crianças e adolescentes concluídas em 2021, um aumento de 18,7% em relação aos 3.146 menores de idade adotados no Brasil em 2020. Pelo menos desde 2015, ano a partir do qual há dados nacionais, nunca havia sido registrado um número de adoções alto assim.
Entretanto, em paralelo a esta sistematização recente, o Brasil lida com uma herança de décadas em que adoções foram feitas à margem da lei, como a chamada “adoção direta”, em que a família biológica entrega uma criança a pessoas conhecidas ou de confiança — uma prática vedada pela lei 12.010/09, com algumas exceções muito específicas (como o pedido de adoção unilateral, por uma madrasta ou padrasto por exemplo). Justamente por ser uma prática informal — e depois da instituição de algumas leis, irregular —, é difícil quantificar a dimensão deste problema no país.
“A adoção é um ato de amor sim; mas é um ato de amor e de muita responsabilidade. É a vida de uma criança pela qual você vai ser responsável”, afirma Mota, graduada em direito e pós-graduada em direito da criança, dos adolescentes e idosos.
‘Durante muitos anos, se viu a adoção como caridade. A adoção não é isso’, diz Isabely Mota, pesquisadora do CNJ
Rômulo Serpa/Agência CNJ, via BBC
“As adoções irregulares não fazem bem para ninguém. A mãe que faz a entrega (da criança) normalmente está em situação de extrema vulnerabilidade social e vive um luto por perder o filho, mesmo que esta tenha sido uma decisão racional. Outra vítima é a criança, que muitas vezes tem negado seu direito de saber da sua origem biológica. A terceira vítima é o próprio pretendente, porque essa pessoa está fazendo isso de forma irregular. Ela sabe disso, e também não está amparada.”
“Pode parecer um ato de amor, mas todo mundo é vítima”, diz Mota sobre as adoções irregulares.
Segundo a especialista, alguns desses casos acabam chegando tardiamente à Justiça — como quando uma nova família, que já está convivendo com a criança há anos, procura regularizar a adoção. Esses casos são uma pista para o quanto as adoções irregulares vêm ocorrendo.
“As adoções irregulares que passam pelo Judiciário para serem homologadas têm diminuído. Mas, principalmente no interior do Norte e do Nordeste, ainda tem esse tipo de adoção acontecendo”, explica a pesquisadora do CNJ.
Nesta semana, o tema da adoção apareceu no noticiário e nas redes sociais depois que a apresentadora Carol Nakamura anunciou, em suas redes sociais, que uma criança que ela conheceu e chegou a morar em sua casa decidiu voltar a viver com a família biológica. No Instagram, a apresentadora afirmou que não tinha a guarda para fins de adoção do menino, e sim uma “autorização” dada pela mãe da criança — uma informalidade não prevista na lei.
“No início realmente não existia ideia de adoção, existia tentar ajudar de alguma forma uma criança que nunca tinha ido à escola a ser alfabetizada”, justificou Nakamura.
A BBC News Brasil tentou contato com a agência que representa a apresentadora por meio de telefone e e-mail, mas não foi atendida.
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‘Mesmo com toda preparação, tem as devoluções’
A lei determina que toda pessoa ou família interessada em adotar deve procurar o sistema judiciário, por meio das Varas de Infância e Juventude e do pré-cadastro no SNA. No processo, ocorre a chamada habilitação para adoção, uma preparação com cursos e atendimento psicossocial para orientar as famílias pretendentes sobre eventuais dificuldades e ações que podem ajudar na educação da criança ou adolescente a ser adotado. É o “amparo” ao qual Isabely Mota estava se referindo, ao falar que as famílias que adotam irregularmente deixam de ter.
“Durante muitos anos, se viu a adoção como caridade. A adoção não é isso. Esses cursos (preparatórios) são importantes para desconstruir esses mitos da adoção. Para desconstruir o mito do amor maternal inato; o mito de que só é possível construir vínculos na primeira infância; ou que a criação feita não pode ser desfeita”, enumera a pesquisadora.
“As pessoas chegam com muitos preconceitos, então a gente precisa desse período de preparação. Não é um tempo para deixar a pessoa esperando: é uma necessidade.”
“E mesmo com toda essa preparação, a gente ainda tem as devoluções”, lembra Mota, referindo-se a processos de adoção que foram iniciados e acabaram interrompidos, com a criança voltando para um abrigo.
Dados preliminares de 2022 mostram que, de 1.613 adoções iniciadas, 62 foram interrompidas por devoluções das crianças aos abrigos
Getty Images, via BBC
Segundo dados inéditos passados por Mota à BBC News Brasil, com base em informações do SNA, em 2021, 8,7% dos processos de adoção iniciados — ou seja, a partir do momento em que a criança saiu do acolhimento para morar com a família adotiva, em estágio de convivência — levaram à devolução do menor de idade. No ano passado, isso ocorreu em 363 das 4.183 adoções iniciadas; em 2020, em 401 das 4.609 adoções iniciadas (também 8,7%).
“Muitos juízes de infância ainda acham alto esse número. Porque você tem pessoas (pretendentes) que estão sendo treinadas, habilitadas. Mesmo preparando, tem esse número. Se a gente não fizesse toda essa preparação, seria muito pior. É o que acontecia no passado: tinha muito mais devoluções porque a preparação não era bem feita”, explica a pesquisadora, que percorreu mais de 20 Estados para ajudar na implementação do SNA.
“Não é culpabilizar o pretendente, mas a gente vê casos que realmente as pessoas não estão preparadas para assumir a maternidade e a paternidade. A gente vê devolução de bebês porque o bebê chora demais, porque ele não deixa dormir à noite”, exemplifica.
“Para a criança (devolvida), é um novo abandono.”
“É muito importante que a pessoa que vai adotar se informe, conheça outras pessoas que estejam passando ou já passaram pelo processo… Precisamos de pessoas responsáveis para fazer a adoção no Brasil.”
Dados preliminares de 2022 mostram que, até agora, o percentual de devoluções está mais baixo: 3,8%, ou 62 das 1.613 adoções iniciadas.
O ideal: a reintegração, também recorde em 2021
Outro recorde em 2021 foi o de crianças e adolescentes reintegrados aos seus pais biológicos — ou seja, aquelas que foram acolhidas em abrigos e, depois de um trabalho de assistência social, voltaram a morar com seus pais. Foram 11.052 menores de idade reintegrados no ano passado.
Esta é, na verdade, a prioridade das instituições e profissionais que trabalham com o SNA, segundo Isabely Mota — lembrando que a sigla do sistema inclui, além do A de adoção, o A de “acolhimento”.
“No acolhimento, temos milhares de crianças que nunca vão para a adoção. E não é porque elas estão esquecidas nas instituições, mas porque a gente está fazendo um trabalho de reintegração na família dela — com o fortalecimento de vínculos, auxílio no aluguel social para essa família, entre outros”, explica Mota.
“É sempre o ideal que a criança volte para a sua família. O Estatuto da Criança e do Adolescente é claríssimo quanto a isso: a adoção é hipótese adicional, quando não foi possível o retorno da criança à sua família biológica.”
A especialista diz que, no Brasil, o acolhimento é sinônimo de pobreza: a maioria dos menores acolhidos não chegam a essa situação por serem vítimas de crimes como violência sexual, por exemplo, e sim pela falta de condições financeiras da família.
“O acolhimento deve sempre ser a última medida protetiva a ser aplicada, mas muitas vezes acaba sendo a primeira porque a família não tem condições de criar aquela criança — o que mostra a falta de políticas públicas voltadas para essas famílias. A gente precisaria que essa família fosse estruturada, para a criança não precisar ser afastada porque a mãe tem que sair para trabalhar, ou não tem condições de prover o mínimo de sustento.”
Mota destaca que a condição social não deve se sobrepor à importância dos vínculos familiares que ainda existem e podem ser reconstituídos.
“Aquela criança, principalmente os adolescentes (em acolhimento) que têm capacidade de consentir, deixam claro que querem estar com a família (de origem). Que a condição social não é um impeditivo para que eles estejam ali. Se o governo auxilia aquela família a sair da situação de vulnerabilidade, a gente sabe que é melhor que eles estejam juntos.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Caldas Country Festival anuncia Gusttavo Lima e Zé Neto & Cristiano entre as atrações


Pré-festa de lançamento aconteceu em Goiânia e foi marcada pela gravação do DVD da dupla Guilherme & Benuto, que também estará no festival. Ingressos para festa já estão à venda. Caldas Country Festival anuncia Gusttavo Lima e Zé Neto & Cristiano entre as atrações
Reprodução/Instagram
O Caldas Country Festival anunciou as 10 primeras atrações da edição do evento de 2022.
A festa acontece nos dias 12 e 13 de novembro, no Caldas Country Park, Caldas Novas (GO). Este ano, o festival ainda contará com uma pré-festa, no dia 11 de novembro.
O cantor Gusttavo Lima, as duplas Zé Neto & Cristiano e Maiara & Maraisa, e o DJ Pedro Sampaio estão na lista de confirmados.
As duplas Matogrosso & Mathias, Jorge e Mateus e Guilherme & Benuto, o cantor Gustavo Mioto, a banda Harmonia do Samba e o Dennis DJ completam a lista dos dez primeiros nomes anunciados.
O anúncio do line-up aconteceu durante a pré-festa de lançamento do evento, em Goiânia. O evento foi marcado pela gravação do DVD da dupla Guilherme e Benuto.
Os ingressos para o Caldas Country Festival 2022 já estão à venda no site da Total Acesso.

Fonte: G1 Entretenimento